26 de agosto de 2016

Do general ao sargento: militares tietam Sérgio Moro na entrega da Medalha do Pacificador

Publicação original: 25/8 (23:18)


25 de agosto de 2016

Sargento do Exército reage a assalto, fere o criminoso mas acaba morto

Militar morre em assalto, suspeito é baleado, pede socorro a PM e é preso
Sargento do Exército foi baleado no abdômen e não resistiu ao ferimento.
Sem saber, assaltante obrigou policial a leva-lo a hospital e acabou detido.

Nicolás Satriano
Do G1 Rio
Resultado de imagem para arma de fogo logoFerido a bala, um militar do Exército morreu após ser vítima de uma tentativa de assalto na Rua Cândido Benício, no bairro Praça Seca, na Zona Oeste do Rio. Bruno Peçanha Veras era 2º sargento do Exército e chegou a ser socorrido por policiais militares para o Hospital Estadual Carlos Chagas, em Marechal Hermes, na Zona Norte, onde passou por cirurgia, mas não resistiu ao ferimento.
Bruno estava em sua motocicleta quando foi abordado por um criminoso, próximo ao supermercado Mundial na região. O militar reagiu, baleou o assaltante, mas também foi atingido, no abdômen.
PM fingiu ser enfermeiro
O criminoso foi atingido na perna. Para fugir do local, o assaltante abordou um outro motociclista e o obrigou a levá-lo para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Cidade de Deus, em Jacarepaguá, também na Zona Oeste. O homem abordado pelo criminoso era um policial militar, atualmente lotado no Hospital Central da Polícia Militar, na Cidade Nova, na região central da cidade.
O PM disse ao criminoso que era um enfermeiro e, ao chegar na UPA, conseguiu desarmar e prender o assaltante. O homem carregava uma pistola calibre 380, que foi apreendida.
Segundo a direção do Hospital Estadual Carlos Chagas, "o paciente Bruno Peçanha Veras chegou a ser operado pela equipe da unidade, mas não resistiu e foi à óbito".
G1/montedo.com

Profissão: Militar. Por que vale a pena.

São Miguel D'Oeste (SC) - 25 de agosto, Dia do Soldado: licenciamento da 3ª turma da incorporação de 2015 no 14º R C Mec

Competição de guerra na selva reúne dez países em Manaus

Esses soldados...



Ruben Barcellos de Melo
Há uma raça de homens que se embrenha nas matas, guiados mais pelo sentimento do dever do que mesmo pela orientação de suas bússolas. Buscam sinais de fronteiras, ameaças evidentes ou veladas, povoações e brasileiros isolados pelas distâncias territoriais. Nunca desistem da missão recebida, e os objetivos alcançados, não raras vezes, deixam marcas de sangue em seus trajetos. Esses soldados...
Há uma raça de homens que se dispõe a servir à Pátria, guiados mais pelo civismo do que mesmo pela ambição da glória. Buscam ser soldados, onde a coragem os amarra à boca do canhão, irmanados pelo juramento ao símbolo maior – a Bandeira – cuja honra, integridade e instituições, defenderão com o sacrifício da própria vida. Esses soldados...
Há uma raça de homens que usa farda, guiados mais pelo desejo de serem iguais do que mesmo pela vaidade de serem únicos. Buscam ombrear, formar, aperfeiçoar e conduzir outros homens que chegam pra dividir tarefas ou chegam apenas por algum tempo. Nessa entrega e nessa troca de experiências, todos ganham o tempo todo, crescendo juntos, engrenagens da mesma máquina de fazer bons cidadãos. Esses soldados...
Há uma raça de homens que frequentemente muda de lugar, guiados mais pela necessidade do serviço do que mesmo pela sua necessidade pessoal. Buscam galgar os degraus da carreira, promissora meta que não oferece riqueza nem poder, mas a certeza da escolha como destino. Esses soldados...
Há uma raça de homens, herdeiros de Guararapes, renascidos em Caxias, Osório, Sampaio, Mallet, Cabritta, Bittencourt, Zeca Netto, Bento Gonçalves...todos eles reconhecidamente heróis, brasileiros por nascimento ou escolha, grandes espíritos da guerra e do enfrentamento, corajosos ao extremo, levando o patriotismo acima de todas as paixões - homens fora do comum. Esses soldados...
Os velhos, querem voltar no tempo para marchar de novo.
Os novos, anseiam pelo dia da convocação.
Querem todos, viver as histórias que não cansam de ouvir.
Dia 25 de agosto, dia do Soldado.
Dia de todos nós.

MP aciona o Exército por morte de onça na passagem da tocha

O órgão pede indenização de 100.000 reais pelo incidente e mais 1 milhão de reais por danos morais coletivos
Da redação
O Ministério Público Federal do Amazonas (MPF-AM) entrou com uma ação civil pública na Justiça Federal contra o Exército para responsabilizá-lo pela morte da onça Juma, abatida em 20 de junho após o tradicional desfile do revezamento da tocha olímpica, em Manaus. O órgão pede indenização de 100.000 reais pelo incidente e mais 1 milhão de reais por danos morais coletivos.
“Além de comover milhares de brasileiros, que se sensibilizaram com a morte da onça que havia sido exibida acorrentada para ‘abrilhantar’ a passagem da tocha olímpica por Manaus, o episódio foi amplamente noticiado pela imprensa estrangeira que cobriu as Olimpíadas do Rio de Janeiro, causando um enorme constrangimento internacional para o Brasil”, disse em nota oficial o procurador da República Rafael Rocha, autor do processo judicial.
A ação do MPF-AM também quer determinar na Justiça a proibição de cuidados relativos à animais silvestres por parte dos militares. Segundo a apuração do procurador, o Exército não tem a licença necessária para manter os quinze animais que estão nas dependências do Comando Militar da Amazônia (CMA).

O caso
A onça-pintada é considerada um símbolo dos eventos na capital do Amazonas. Pouco após o desfile da tocha olímpica, Juma se soltou das correntes que a prendiam no Zoológico do Centro de Instrução de Guerra na Selva (Cigs), onde ocorreu o evento. Seus treinadores aplicaram-lhe tranquilizantes, que não surtiram efeito, e, então, o animal foi abatido com tiros na cabeça por medida de segurança.
Na ocasião, o Comitê Organizador da Rio-2016 admitiu a falha: ““Erramos ao permitir que a tocha olímpica, símbolo da paz e da união entre os povos, fosse exibida ao lado de um animal selvagem acorrentado. Essa cena contraria nossas crenças e valores. Estamos muito tristes com o desfecho que se deu após a passagem da tocha”.
Veja/montedo.com

24 de agosto de 2016

MPM denuncia coronel, tenente-coronel e sargento por irregularidade em pregão de hospital militar

PJM RECIFE DENUNCIA MILITARES E CIVIS POR IRREGULARIDADES EM PREGÃO DO HOSPITAL DE GUARNIÇÃO DE NATAL
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Recife (PE) - A Procuradoria de Justiça Militar no Recife ofereceu denúncia contra três militares do Exército (um tenente-coronel, um coronel e um sargento) e dois civis, administradores de empresa, por fraudes em pregão eletrônico realizado pelo Hospital de Guarnição de Natal. Os envolvidos foram denunciados pela prática do crime de estelionato, previsto no artigo 251 do Código Penal Militar.
Mesmo com parecer da Advocacia-Geral da União apontando irregularidades no projeto básico, o pregão eletrônico 17/2011 foi lançado em 11 de novembro de 2011. O objeto desse pregão era a contratação de empresa especializada na execução de “serviço de manutenção e conservação de bens imóveis”, para o serviço de “adequação” do pavilhão de comando do hospital militar.
De acordo com o Núcleo de Assessoramento Jurídico da Advocacia-Geral da União em Natal, o serviço de adequação do Pavilhão de Comando do HGuNatal, da forma como descrita no Projeto Básico, não poderia ser enquadrado como “serviços de manutenção e conservação de bens imóveis”, conforme previsto no artigo 6º da Lei nº 8666/93, concluindo que a recuperação de imóvel, em princípio, deveria ser considerado como obra.
Além disso, acrescenta a AGU, por não se enquadrarem no conceito de serviços comuns, não poderiam ser licitados por meio de Pregão, recomendando à Administração Militar que reavaliasse os serviços e, caso não se enquadrassem no conceito de serviços comuns, deveria ser excluída a utilização do Pregão, utilizando-se procedimentos distintos atendendo a natureza de “obra” ou “serviços comuns”.
Somente duas empresas participaram do pregão eletrônico 17/2011, sendo que a vencedora ofereceu um lance de R$ 1.599.275,73, R$ 164,27 inferior ao da outra empresa participante do pregão.
Na sequencia, a empresa vencedora aceitou contratar com a administração militar pelo valor de R$ 1.119.492,16 e os serviços de “adequação” do pavilhão de comando do Hospital de Guarnição de Natal teriam ocorrido no ano de 2012.
A investigação demonstrou que houve fraude já na elaboração do Projeto Básico, nomeando “obras e recuperação de bem imóvel” como “serviço de adequação do Pavilhão de Comando do HGuNatal”, com manifesta finalidade de burlar a regra do artigo 6º, inciso II, da Lei de Licitações (Lei nº 8.666/93), e realizar o procedimento licitatório por meio de Pregão Eletrônico, modalidade incompatível com serviços de “obras” e “recuperação de bens imóveis”.
O projeto básico foi superfaturado, já que os denunciados tinham o conhecimento que os valores dos serviços efetivamente prestados teriam o valor máximo de aproximadamente 50% do valor do lance oferecido no Pregão. O superfaturamento restou plenamente demonstrado, na medida em que os serviços efetivamente executados Hospital foram avaliados em R$ 513.998,86.
A quebra do sigilo bancário de diversos investigados revelou que entre 2011 e 2012 o tenente-coronel denunciado, enquanto exercia a função de Fiscal Administrativo do HGuN e responsável por todos os procedimentos licitatórios da organização militar, recebeu diretamente em sua conta-corrente individual a quantia de R$ 65.599,24, valores esses provenientes de transferências diretas realizadas pelos administradores da empresa vencedora do pregão.
Para o MPM, tais valores foram recebidos pelo denunciado como forma de pagamento de sua cota decorrente da fraude realizada no Pregão nº 0017/2011, bem como para deixar de atuar sobre as inúmeras irregularidades na execução das “obras de adequação” do Pavilhão de Comando do Hospital de Guarnição de Natal, das quais era o encarregado de sua fiscalização.
Segundo o laudo pericial contábil, a conduta dos denunciados causou o prejuízo de R$ 745.901,61 ao patrimônio sob administração militar, valor este atualizado até 27/08/2013.
As condutas delituosas praticadas pelo tenente-coronel e pelo sócios da empresa vencedora do pregão somente puderam ser consumadas em razão da omissão dolosa do coronel, diretor e ordenador de Despesas do Hospital de Guarnição de Natal, e do 3º sargento chefe do Pelotão de Obras do Hospital e fiscal do contrato resultante do Pregão nº 0017/2011), “militares que, em razão de seu dever funcional, deveriam fiscalizar e impedir qualquer irregularidade nos procedimentos licitatórios de aquisição de bens e prestação de serviços para o Hospital de Guarnição de Natal”, escreve a PJM Recife na denúncia.
Outra demonstração de irregularidade nas obras realizadas no Pavilhão de Comando e no Ambulatório do Hospital de Guarnição de Natal é a autorização dada pelo coronel denunciado para que militares do Pelotão de Obras fossem empregados nas obras, quando tais serviços deveriam ser prestados pela empresa vencedora do pregão.
MPM/montedo.com

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