21 de agosto de 2017

PF faz operação contra fraudes em reformas de militares no Rio Grande do Sul


Mandados de prisão e de busca e apreensão são cumpridos em Canoas e Novo Hamburgo
PF faz operação contra fraudes em aposentadorias militares | Foto: Divulgação / 3ª RM / CP
A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta segunda-feira, a Operação Reformados para combater um esquema criminoso voltado para a obtenção fraudulenta de licenças e aposentadorias (reformas) de militares, especialmente dos temporários. Policiais federais e militares do Exército Brasileiro cumprem um mandado de prisão preventiva, três de condução coercitiva e dois de busca e apreensão nas cidades de Canoas e Novo Hamburgo.
A fraude consistia na apresentação de atestados médicos ideologicamente falsos, com indicação de doenças psiquiátricas e outros artifícios para iludir a Administração Militar, a Justiça Federal e a Justiça Militar. O objetivo era manter militares temporários vinculados ao Exército para supostos tratamentos de saúde e, posteriormente, para obtenção da reforma militar. Um escritório de advocacia com sede em Canoas promovia o suporte para a propositura de ações judiciais que sacramentavam as fraudes.
Durante as investigações, diligências flagraram pessoas com diagnósticos incapacitantes para a vida militar, por problemas físicos ou psíquicos, em uma rotina normal de vida, inclusive com ocupações remuneradas, confirmando a fraude na obtenção das decisões judiciais por licença médica ou reforma militar.
Os crimes investigados são estelionato e falsidade ideológica, consistentes na encenação perante juntas médicas militares, propositura de ações com atestados médicos ideologicamente falsos, entre outros possíveis. As investigações seguem para apurar o prejuízo causado e o número exato de pessoas envolvidas nas fraudes.
CORREIO do POVO/montedo.com

Soldado do Exército é preso por vazar informação de megaoperação das Forças de Segurança no Rio

Rio de Janeiro (RJ) 21/08/2017Exército, Força Nacional e Polícia Civil ocupam as entradas do Jacarezinho.
Fotos: Pedro Teixeira/ O Globo - Pedro Teixeira / Agência O Globo



RIO - Um soldado do Exército foi preso durante megaoperação das Forças de Segunça, na manhã desta segunda-feira, suspeito de vazar informações da operação anterior para bandidos. Mateus Ferreira Lopes foi detido por volta das 7h por agentes da Delegacia de Combate às Drogas (Decod). Ele estava sendo investigado pelo setor de Inteligência do próprio Exército.
Na manhã desta segunda-feira, equipes da Polícia Militar, da Polícia Civil, da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal (PRF), da Força Nacional e das Forças Armadas estão localizadas em comunidades da Zona Norte do Rio. São elas: Jacarezinho — que há mais de uma semana vive dias de intensos tiroteios —, Manguinhos, Bandeira 2, Mandela, Arará, Mangueira, Complexo do Alemão e no Conjunto Habitacional Morar Carioca.
Os principais acessos a essas comunidades estão bloqueados. Militares e agentes que participam da operação fazem abordagens a motociclistas e a pedestres. Além disso, o espaço aéreo está controlado com restrições para aeronaves civis. Segundo a Secretaria estadual de Segurança, não há interferência nas operações dos aeroportos.
Até as 7h, sete homens haviam chegado algemados à Cidade da Polícia, no Jacarezinho. Ainda não há informações sobre identificação deles nem sobre o motivo das detenções. Um foi preso com uma pistola.
O Globo/montedo.com

Comandante do CMA alerta que orçamento só cobre gastos até setembro

General alertou ainda que o corte no orçamento das Forças Armadas em 45% afetará a vigilância da região de fronteira e diminuirá a capacidade de operações na região amazônica
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O comandante Militar da Amazônia, general Geraldo Miotto (Foto: Márcio Silva)
Janaína Andrade
Manaus (AM) - O comandante Militar da Amazônia, general Geraldo Miotto, alertou que o corte no orçamento das Forças Armadas em 45% anunciado nesta semana pelo governo federal afetará a vigilância da região de fronteira e diminuirá a capacidade de operações na região amazônica. Segundo ele, o Comando Militar da Amazônia (CMA) possui uma reserva de recursos que só serão suficientes para cobrir os gastos até o mês de setembro.
“A partir de setembro se nós não tivermos os recursos necessários, nós vamos ter que diminuir as operações. Agora em quanto, depende da equação, depende dos recursos que nós vamos receber. Já iniciamos um novo planejamento. Vamos nos adequar. É equação matemática. Gente (tropa) é igual a recursos, que resulta em produção. Se tiver menos recursos, eu tenho pessoal, mas vão ficar estáticos. E o produto (apreensão) vai diminuir, não tenha dúvida”, revelou Geraldo Miotto.
O comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, em entrevistas, já demonstrou preocupação com a situação crítica que as Forças Armadas podem chegar com o contingenciamento de recursos e lembrou que “de uma maneira geral, muitos dos causadores dos problemas de segurança pública nas grandes cidades passam pelas fronteiras”.
O general Geraldo Miotto salientou que o Exército sempre precisa estar apto a atuar de imediato e que para isso existia uma reserva de recurso que “já está sendo consumida”. “Que é a reserva de prontidão. E nós não podemos ficar sem prontidão. Forças-Armadas sem prontidão fica muito difícil ela poder cumprir com a sua missão”, apontou o comandante Militar da Amazônia.
Apesar do contingenciamento no orçamento, o general declarou que não há previsão de dispensa de recrutas ou redução de expediente. Ressaltou, contudo, que a precarização do trabalho do Exército tem reflexos na segurança pública do Estado. “A defesa e a segurança trabalham juntas, se a gente diminui as operações na fronteira vai ter um maior trabalho na segurança pública”, enfatizou.
De acordo com o militar, a prioridade na aplicação de recursos que ainda restam continuará sendo a fronteira, como já é feito. “Material bélico, combustível, munição a prioridade é a fronteira. Atendimento de saúde para os militares, familiares e para a população, a prioridade também é a fronteira. O que impacta esse corte no orçamento é que nós temos que ter mobilidade. Mobilidade é a força aérea, combustível de embarcações, de viaturas e helicópteros, é isso aí que impacta”, avaliou.
De 2012 para até hoje os recursos discricionários das Forças Armadas caíram de R$ 17,5 bilhões para R$ 9,7 bilhões.

Frente a Frente

Candidato ao governo, Amazonino Mendes
Amazonino Mendes (PDT), candidato mais votado no 1° turno da eleição suplementar, com 577,3 mil votos, que equivalem a 38,7% do total, contra 377,6 mil (25,3%) de seu adversário, afirmou que a segurança das fronteiras do País é de atribuição exclusiva das Forças Armadas, mas ressaltou que a falta de defesa deságua no Estado.
“O Estado tem de participar, nem que seja secundariamente, se integrando e conversando com as Forças Armadas. O Estado está pronto para colaborar, pronto para participar e intervir”, disse Amazonino. Segundo ele, devido suas dimensões, a tríplice fronteira na Amazônia requer “um efetivo grande e muita tecnologia”.
“Tudo isso é preciso ser implementado por quem é de direito. O Estado pode reclamar, pedir e colaborar”, disse. Para Amazonino Mendes, a redução do orçamento das Forças Armadas pode resultar em maiores problemas sociais e aumento do tráfico. “Esse prejuízo é tão grande que é impossível a gente mensurar. Nós sabemos que é realmente a grande causa do desequilíbrio social brasileiro”, disse o candidato.
Em seu plano de governo, o ex-governador afirma que utilizará serviços de inteligência para combater o crime organizado e reduzir a criminalidade. “Vamos atuar fortemente na prevenção e repressão qualificadas em parceria com as Forças Armadas, Polícia Federal e trocando informações estratégicas com os outros estados. O combate às drogas será intensificado para trazer tranquilidade às famílias e garantir futuro aos jovens”, prometeu.

Candidato ao governo Eduardo Braga
Candidato pelo PMDB, Eduardo Braga defende que é necessário montar uma estrutura permanente de vigilância das fronteiras e que isso requer uma ação integrada entre as polícias Militar, Federal e Forças Armadas. Para ele, o problema hoje de defesa das fronteiras é a “falta de estrutura para o patrulhamento de grandes extensões com países que hoje são os maiores produtores de drogas do mundo”.
“Sem um patrulhamento efetivo, o Amazonas passa a representar uma porteira aberta para o narcotráfico internacional. Não conseguiremos vencer esse desafio sem inteligência. Portanto, é necessário que seja instalada uma rede de comunicação eficiente entre as bases de fiscalização. Um sistema interligado capaz de dar agilidade ao trabalho de monitoramento das forças policiais. Desta forma, estaremos sempre um passo à frente do crime organizado”, sustentou Braga.
Para Eduardo Braga, o diálogo com o governo federal é essencial e necessário em razão da Polícia Federal e Forças Armadas serem instituições federais subordinadas à Presidência da República. “É preocupante o corte de verbas da ordem de 40% revelado pelo general Villas Boas, um profundo conhecedor da realidade amazônica. Vamos trabalhar duro junto ao Governo Federal para reverter esse quadro de falta de recursos”, disse.
Os prejuízos para o Estado, segundo Braga, são incalculáveis, “já que, além da proteção das fronteiras, as Forças Armadas desenvolvem importantes projetos sociais nas comunidades mais longínquas do nosso Estado”.

Sérgio Fontes, Secretário de Segurança Pública do Estado do AM
“Não poderia haver pior momento para estes cortes ocorrerem. O Brasil enfrenta talvez a pior crise de segurança pública de sua história e o enfraquecimento da nossa proteção de fronteiras vai na contramão daquilo que mais precisamos no momento: o aumento substancial nos nossos controles de fronteira. E o prejuízo para o Estado do Amazonas é enorme, pois somos vizinhos dos dois países que mais produzem cocaína no mundo. Mas todo o País será afetado, pois a droga que entra abastece quase todas as regiões do Brasil. Debilitar as Forças Armadas não só e perigoso como também não é inteligente. Temos acordo formalizado com a PF para apoiar as operações “Baze Anzol” e “Sentinela”, assim como disposição para ampliar este apoio caso seja necessário. (Precisamos de) bases de controle em todas as entradas de rios para fiscalizar o tráfego de embarcações, patrulhas aéreas, fluviais e terrestres, equipamentos de monitoramento de trânsito, lanchas blindadas, etc. A logística na Amazônia é muito cara. A SSP não tem condições, recursos e muito menos atribuição legal para (fazer a defesa da fronteira)”.

Quase 400 operações este ano
Hoje, o Comando Militar da Amazônia emprega 9.500 homens na região de fronteira. De janeiro a 15 de agosto, o CMA realizou 392 operações, sendo 345 na faixa de fronteira e 19 em presídios da região.
Para garantir o transporte dos militares, estão disponíveis 900 veículos, 100 embarcações e dez helicópteros. Estes dois últimos, nos sete primeiros meses deste ano, representaram uma despesa de R$ 7,7 milhões.
O general Geraldo Miotto destaca entre as apreensões realizadas este ano em operações na fronteira: madeira – prejuízo de R$ 48 milhões; drogas – prejuízo de R$ 5,5 milhões e garimpos ilegais de extração de ouro e balsas para transporte do produto, no total de R$ 52 milhões.
“O CMA vai cumprir com as suas missões. Nós temos a convicção e a certeza que nós vamos poder continuar cumprindo com a missão em prol da população da Amazônia. O Exército se move pela vontade e nós temos vontade de continuar. Nós somos 21 mil homens, e na fronteira somos 9.500 e temos vontade de continuar e vamos cumprir com a nossa missão. Aqui é pressão total, não vamos afrouxar”, disse o comandante.

a crítica/montedo.com

Forças de Segurança fazem megaoperação em comunidades na Zona Norte do Rio

Um dos alvos é o Jacarezinho, palco de constantes tiroteios há mais de uma semana
Equipes das Forças Armadas no Jacarezinho - Pedro Teixeira / Agência O Globo
LEONARDO SODRÉ
RIO — As Forças de Segurança deflagraram mais uma megaoperação no Rio, na manhã desta segunda-feira. Equipes da Polícia Militar, da Polícia Civil, da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal (PRF), da Força Nacional e das Forças Armadas estão localizadas em comunidades na Zona Norte. São elas: Jacarezinho — que há mais de uma semana vive dias de intensos tiroteios —, Manguinhos, Bandeira 2, Mandela, Arará, Mangueira, Complexo do Alemão e no Conjunto Habitacional Morar Carioca.
Os principais acessos a essas comunidades estão bloqueados. Militares e agentes que participam da operação fazem abordagens a motociclistas e pedestres. Além disso, os espaços aéreos estão controlados com restrições para aeronaves civis. Segundo a Secretaria de Segurança, não há interferência nas operações dos aeroportos.
Até as 6h20, dois homens haviam chegado algemados à Cidade da Polícia, no Jacarezinho. Ainda não há informações sobre identificação deles nem sobre o motivo das detenções.
O Disque Denúncia (21 2253-1177) divulgou um cartaz com os traficantes procurados nas regiões ocupadas pelas Forças de Segurança e pede informações sobre esconderijo de armas, localização de bandidos, cargas roubadas, pontos de vendas de drogas e veículos roubados. Todos os informes recebidos serão repassados, em tempo real, para o Centro Integrado de Comando e Controle (CICC).

JACAREZINHO
Adriano de Souza Ramos, vulgo “Pierre”.
Paulo Henrique Godinho dos Santos, vulgo “PH”.

MANGUEIRA
Eduardo da Silva Barbosa, Vulgo “Bamba”.
Jean Carlos Ramos Tomaz, Vulgo “Beni”.
Reinaldo Santos de Sena, vulgo “Dedé”.

MANGUINHOS, MANDELA e ARARÁ
Bruno Ricardo Correa da Silva, vulgo “Lambão”.
Jefferson de Menezes Ferreira, vulgo “Jefinho”.
Willian Souza Guedes, vulgo “Chacota”.
André Luiz Cabral dos Santos, Vulgo “Lacraia”.
Luiz Augusto Oliveira de Farias, vulgo “Índio do Mandela”.

ALEMÃO
Gláucio Cardoso dos Santos, Vulgo “Glaucinho do Engenho”.
Sebastião Teixeira dos santos, Vulgo “Juninho 51”.
Luciano Martiniano da Silva, vulgo “Pezão”.
Alexandre Gonçalves dos Santos, vulgo “Pardal”.
O Globo/montedo.com

Histórias do Brasil no Haiti: 'O primeiro Comandante'

Crise e abertura a mulheres fazem busca por Escola de Cadetes aumentar 247% em quatro anos

EsPCEx também está investindo em divulgação de vídeos pela internet para o público jovem; concorrência já é maior que a da medicina na Unicamp.
Escola de Cadetes em Campinas tem aumento constante de concorrência (Foto: Reprodução/EPTV)
Escola de Cadetes em Campinas tem aumento constante de concorrência (Foto: Reprodução/EPTV)
Jornal da EPTV 1ª edição
A procura pela carreira militar na EsPCEx (Escola Preparatória de Cadetes do Exército), a única escola de cadetes do país, em Campinas, cresceu 247,11%, nos últimos quatro anos. A concorrência ficou tão grande que a relação candidato vaga para as mulheres supera a disputa por uma cadeira na Faculdade de Medicina da Unicamp. A escola tem 400 vagas para homens e 40 para mulheres.
A crise financeira no país e a estabilidade da carreira militar, a abertura de vagas para mulheres, fortalecimento do exército (que tem os melhores índices de aprovação popular) e maior divulgação das inscrições são algumas das razões para a maior procura.
De acordo com dados do Exército, o crescimento de 2013 para 2017 foi de 247,11%, mas parte do aumento se deve à inclusão de mulheres na escola, iniciado em 2016. De 2016 para 2017 a busca subiu 44%, sendo de 44,92% para os homens e 41,36% para as mulheres.
Motivos
O coronel Marcos Alexandre Fernandes de Araújo diz que há um conjunto de fatores que explicam o maior interesse, começando pelo aumento de confiança no exército. “Acreditamos que seja uma conjunção de fatores que resultou nesse aumento. Um dos motivos que muito se comenta é a crise do país, o que leva a procurar a carreira militar, que é uma profissão estável. A entrada das mulheres na escola no ano passado também deu muita visibilidade à EsPCEx”, afirmou.
O projeto Vem Ser Cadete, com vídeos voltados ao público jovem e divulgados pela internet, também tem dado grande retorno nas inscrições.
A cadete Vanessa Rodrigues Alves teve motivações familiares para procurar o exército, pois é filha e irmã de militares, e faz parte da primeira turma de mulheres da escola.
“Eu sempre me interessei pelas atividades que eles me contavam que desenvolviam no exército, o meu pai me influenciou muito”, disse.
Em 2017 a relação de candidato por vaga foi de 80 para os homens e 272 para as mulheres. Para comparação, a Unicamp registrou procura de 221 candidatos por vaga de medicina, em 2017, seguido por arquitetura 93,3 e midialogia com 47.
As inscrições deste ano terminaram em junho. A prova intelectual (semelhante ao vestibular) é realizada em 30 de setembro e 1º de outubro. A segunda fase, em janeiro, é de provas físicas e exames médicos.
Quem for selecionado estuda em regime de internato e recebe o soldo (ajuda financeira de cerca de R$ 1 mil). O aluno tem aulas de história, cálculo, física, geografia, espanhol, inglês, técnica militar entre outras. Quem terminar o curso de um ano ingressa na Academia das Agulhas Negras para mais 4 anos de graduação, até se formar bacharel em ciências militares.
Relação de candidatos e vagas:
2013 - 12.351
2014 - 16.648
2015 - 17.633
2016 - 29.771 / homens - 22.064 / mulheres - 7.707
2017 - 42.872 / homens - 31.977 / mulheres - 10.895
G1/montedo.com

20 de agosto de 2017

Imagem de um dia...

Pracinha se despede do filho ao partir para a Itália (Abril de 1944)
A imagem pode conter: 3 pessoas, pessoas sorrindo, pessoas sentadas
Fotografias da História/montedo.com

Tenente do Exército morre ao saltar de paraquedas em Rondônia

Clube garante que paraquedas de tenente do Exército abriu normalmente
Imagem: Clube Amazonjump
Porto Velho (RO) - O militar do Exército Diego Monteiro de Oliveira morreu de forma trágica na manhã deste sábado (19), ao saltar de paraquedas de uma aeronave, na região do aeroclube da capital de Rondônia. As informações iniciais, de que o paraquedas principal não teria funcionado, foram desmentidas pelo Clube Amazonjump, do qual o militar era sócio. Em nota, a 17ª Brigada de Infataria de Selva também afirmou que o paraquedas estava aberto no momento em que o corpo foi encontrado. O parquedas foi enviado à Confederação Brasileira de Paraquedismo, para perícia. A polícia civil de Rondônia abriu um inquérito para investigar o caso.
Diego era primeiro tenente e servia na 17ª Companhia de Infantaria de Selva. O militar era casado com uma sargento do Exército. O casal não tinha filhos. (informação atualizada as 16h de 21/8)
Paraquedas não abre e homem morre na capital
Imagem: O Observador

19 de agosto de 2017

Quem nunca...

Quando o Sargenteante chega e diz:
- Vou ter que puxar agora alguém pra escala!
video

Soldado da FAB reage a assalto e morre em Manaus

Soldado da FAB é morto após reagir a assalto em Manaus, diz família
Crime ocorreu no conjunto Castanheira, bairro Zumbi dos Palmares.
O soldado estava no 2° período do curso de engenharia (Foto: Arquivo pessoal)
O soldado estava no 2° período do curso de engenharia (Foto: Arquivo pessoal)
Adneison Severiano, G1 AM
Um soldado da Força Aérea Brasileira (FAB), de 22 anos, morreu baleado após reagir a um assalto na noite de quinta-feira (17), no conjunto Castanheira, bairro Zumbi dos Palmares, Zona Leste de Manaus. O militar William Alves Freire foi baleado com três tiros ao tentar fugir dos criminosos, segundo familiares. Ele morreu em um hospital na capital.
Segundo a família do soldado, Alves foi abordado por quatro homens armados na Rua Sobral, por volta das 19h30. O soldado havia chegado na casa do pai depois de um dia de trabalho na Base Aérea.
"O William tinha chegado do trabalho, trocou de roupa e quando saia de casa para ir à academia, foi abordado por quatro homens que estavam em carro modelo HB20 preto. Testemunhas disseram que também tinha uma mulher com eles. Tentaram roubar a moto e achamos que ele tentou correr na moto", disse o padrasto da vítima, o auxiliar de almoxarifado Everaldo Oliveira, de 39 anos.
Os criminosos pretendiam roubar a moto modelo Honda Bros 2017 de 160 cilindradas.
Mesmo ferido, Alves tentou fugir dos assaltantes com a moto, mas os ladrões atiraram novamente e outros dois tiros atingiram o militar nas costas. Depois de baleado, o soldado colidiu a moto contra o muro de uma casa.
Testemunhas relataram à Polícia Civil que os assaltantes fugiram no carro sem levar a motocicleta da vítima, que ficou danificada após a ocorrência.
Alves foi socorrido por familiares e vizinhos e levado para Hospital Pronto-Socorro (HPS) João Lúcio. Ele não resistiu aos ferimentos e morreu às 21h depois de sofrer anemia aguda hemorrágica.
A Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) investigará o crime. Até manhã desta sexta-feira (18), nenhum suspeito havia sido identificado ou preso.
O soldado estava no 2° período do curso de engenharia. A família disse que William Alves havia economizado e poupado dinheiro para comprara moto.
"O meu sobrinho era um menino que estudava e trabalhava. Comprou essa moto depois de vender o carro e juntar dinheiro. Infelizmente, ninguém pode ter nenhum bem que os criminosos querem roubar e matam pessoas inocentes por nada", desabafou o tio, o vendedor Franciney Freitas Alves, de 42 anos.
G1/montedo.com

Bandas militares se tornam populares e tocam até funk

Apresentações vão além do quartel e ocupam praças e shoppings. Por ano, escola de sargentos do Rio forma 80 novos músicos
Além de seis horas por dia de aulas musicais, os militares das bandas ainda treinam marchas e cumprem as cargas de exercícios físicos - Márcio Mercante / Agência O Dia
FRANCISCO EDSON ALVES
Rio - Destinadas a elevar a moral das tropas, as bandas de música militares, que costumavam se apresentar fora dos quartéis do Exército apenas em datas especiais, como no feriado de 7 de setembro, estão ditando novos ritmos em suas rotinas. Os grupos passaram a aceitar mulheres nas formações, a gravar CDs e DVDs e a bombar na internet. As apresentações ultrapassaram a fronteira militar e, com frequência, as bandas são vistas em praças e shoppings. O repertório é versátil: desde hinos de clubes de futebol até pop rock, samba e funk.
As unidades do Rio de Janeiro, subordinadas ao Comando Militar do Leste (CML), assim como na Amazônia, são as que mais têm grupamentos musicais no Brasil, com dez bandas e uma fanfarra. Sob a batuta do coronel Robson Fontes, comandante da Escola de Sargentos de Logística, em Deodoro— única do país que forma, desde 2011, pelo menos 80 novos músicos anualmente—, as bandas têm sua tradição assegurada, ao contrário das civis, que ficararam escassas.
“O aumentando da interação com o público em geral, tem sido uma experiência maravilhosa”, atestou Robson, citando como exemplo, o projeto Banda no Palácio, que toda última quinta-feira do mês, na escadaria do Palácio Duque de Caxias, no Centro, atrai centenas de pessoas. As bandas são divididas em seis categorias, conforme tamanho. As maiores chegam a ter mais de 120 integrantes e 30 tipos de instrumentos.
A carioca Taianna da Silveira, 26 anos, foi uma das que passou no concorrido concurso. “É a realização de um encantamento infantil”, contou Taianna, que, depois de 1 ano e 8 meses, tempo da especialização, vai se juntar, com mais seis colegas, ao seleto grupo de mulheres musicistas. Desde 2015, ano em que o Exército passou a admitir o sexo feminino, já são 17 integrantes.
“A rotina é puxada, mas é exatamente como sonhei”, definiu o aluno da banda de Escola de Sargentos de Deodoro, Luis Costa, 24 anos.

Incentivo de veteranos
As bandas militares guardam grandes patrimônios em sua formação, como o mestre em contrabaixo, trompa e bombardino, o capitão José Santiago, de 68 anos; o tenente Elias dos Santos, 59, do trombone, e o capitão Valdecy Ladeira, 60, craque na clarineta.
“Eles são a alma das bandas”, declarou o instrutor Paulo Pinheiro. Para ingressar no grupo, o aluno passa por testes físicos, psicológicos e de conhecimentos musicais. As bandas são na capital, Niterói, Petrópolis e Resende. Todos os músicos ganham a patente de terceiro sargento.
Músicos mais velhos são inspiração para novos alunos da unidade - Márcio Mercante / Agência O Dia
“As bandas aproximam o público civil do militar e são excelentes fatores de desenvolvimento cultural e artístico”, destacou o historiador Florêncio Lima, em seu livro ‘Elementos fundamentasis da música’. De acordo com Lima, na Guerra da Tríplice Aliança, os chamados ‘guerreiros do som’ foram destaques. A programação das bandas militares está disponível em www.esslog.ensino.eb.br.
O DIA/montedo.com

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