19 de abril de 2016

Após missão na África, sargento da Marinha morre de malária em Natal

Sargento Luciano Márcio de Macedo Teixeira morreu neste sábado (16).
Também com a doença, outro militar está internado em João Pessoa.
Do G1 RN
Um militar da Marinha do Brasil, diagnosticado com malária, morreu neste sábado (16) em Natal. Segundo a assessoria de comunicação do 3º Distrito Naval, o sargento Luciano Márcio de Macedo Teixeira, de 38 anos, estava internado desde a sexta-feira (15) na UTI do Hospital da Guarnição da capital potiguar. Outros dois militares, que segundo a Marinha também estão doentes, encontram-se internados em João Pessoa, na capital paraibana. "Em um deles, o caso está confirmado, ou seja, também tem malária. No outro, existe apenas a suspeita", ressaltou a assessoria.
Embarcados no Navio Patrulha Oceânico Araguari, os três militares participaram, no período de 24 de fevereiro a 16 deste mês, de uma missão em vários portos africanos e também no Nordeste brasileiro.
“A operação Obangame Express 2016 foi realizada em conjunto com outras 30 marinhas estrangeiras, destacando-se as marinhas da Alemanha, Angola, África do Sul, Bélgica, Dinamarca, Estados Unidos, Espanha, França, Holanda, Noruega, Portugal, Senegal, Togo e Turquia, tendo visitado os portos de Georgetown, São Tomé e Príncipe, Luanda e Jamestown, no continente africano, além dos portos de Maceió (AL) e Cabedelo (PB), no Brasil”, acrescentou o 3º Distrito Naval.
Por fim, a Marinha também informou que o último porto da viagem, em Cabedelo, foi verificado que três militares ficaram doentes, sendo necessária internação. Dois na cidade de João Pessoa e outro em Natal. “Dois deles, sendo um em João Pessoa e outro em Natal, foram diagnosticados com malária”, afirmou.
O Araguari atracou no píer da Base Naval de Natal na tarde de sábado (16) e todos os demais tripulantes foram recebidos por seus familiares e liberados para suas residências.
G1/montedo.com

Série de desmaios em solenidade militar é destaque na mídia em Manaus

Série de desmaios em solenidade do Sétimo Comando Aéreo Regional
Série de desmaios em solenidade do Sétimo Comando Aéreo Regional
Fotos: BNC
Uma sequência de desmaios ocorreu na manhã desta sexta-feira, dia 15, durante a solenidade que marcou, em Manaus, a troca de direção do Sétimo Comando Aéreo Regional (VII Comar) do major-brigadeiro-do-ar Antônio José Mendonça de Toledo Lobato para o também major-brigadeiro-do-ar Waldeísio Ferreira Campos.
O mal-estar atingiu os militares colocados em forma diante das estruturas montadas para receber autoridades e militares.
O primeiro desmaio ocorreu por volta das 10h30, sob um forte sol que fazia no momento, com a temperatura acima dos 32 graus, e em menos de 15 minutos as duas equipes de socorro colocadas um pouco mais atrás da tropa foram acionadas ao menos três vezes para prestar assistência àqueles que não suportaram o calor e o longo período em pé.
Entre as autoridades civis que prestigiaram a solenidade estavam o prefeito de Manaus, Arthur Neto (PSDB), o presidente da Assembleia Legislativa do Estado (ALE-AM), Josué Neto (PSD) e a presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-AM), Socorro Guedes.

Recuperação
O governador José Melo (Pros) era esperado no evento do VII Comar, e a presença dele havia sido confirmada, mas ele não compareceu. Entre seus auxiliares mais próximos há informação de que ele foi recomendado a tirar o pé do acelerador depois do agravamento de um quadro de virose que lhe atingiu há duas semanas.

Missão 1: a conquista
Comandante Waldeísio
Ficou claro para as pessoas que foram à troca do comando aéreo que a missão principal do major-brigadeiro-do-ar Waldeísio Ferreira Campos será conquistar a tropa. O ex-comandante foi tão celebrado em sua despedida que literalmente ofuscou a chegada do sucessor.
Leias mais

17 de abril de 2016

Voto SIM!


Pelo fim do TAF!
Pelo meio expediente todos os dias!
Pela inclusão dos músicos na escala de serviço!
Pelo fim da promoção por merecimento!
Pela promoção a QAO para todos! 
Pelo alojamento compartilhado com o segmento feminino!
Voto SIM !
Ativando a tecla SAP: é humor.

É hoje!

Só a tora revigora!

Do Facebook
Este é aquele momento que o militar dorme por 5 minutos, e quando ele acorda, parece que teve 8 horas de sono, em uma cama das Galáxias...... 
Quem já passou por isso sabe do que eu to falando!!! — em  2 BIS - Exercito Brasileiro.

Imagem do dia

16 de abril de 2016

‘Estamos preparados para dar segurança ao País’, diz Comandante do Exército

Declaração sobre a segurança do Brasil após possível impeachment da presidente Dilma foi dada durante cerimônia de passagem do Comando Militar da Amazônia
Vinicius Leal
O Exército Brasileiro está preparado para dar segurança ao País caso seja necessário – após possível impeachment da presidente Dilma Rousseff. A declaração foi dada pelo comandante-geral do Exército, general Villas Bôas, na noite desta sexta-feira (15) em Manaus, durante cerimônia de passagem do novo comandante Militar da Amazônia (CMA).
“Estamos preparados, mas antes existe toda uma ritualística a ser seguida, que envolve a segurança pública de todos os estados. Temos a expectativa de até chegarmos a esse desenlaço as coisas andarão tranquilamente”, declarou. “Podemos ser empregados por iniciativa do presidente, do Poder Judiciário ou do Legislativo”, explicou Villas Bôas.
Para o general Villas Bôas, o Exército Brasileiro está empenhado em contribuir para a manutenção da estabilidade do País. “Entendemos que é uma condição importante para que as instituições funcionem e encontrem os caminhos para superarmos essa crise”, ressaltou o comandante-geral.

Agradecimento e desabafo
O Comando Militar da Amazônia (CMA) foi assumido por um novo comandante. O general Geraldo Antonio Miotto tomou o cargo, substituindo o general Guilherme Cals Theophilo, que passa ao Comando Logístico, em Brasília. A cerimônia de passagem, em Manaus, teve tom de despedida, agradecimento e também de desabafo.
Theophilo, que deixa o CMA após dois anos de trabalho, agradeceu a oportunidade, mas também fez um desabafo “por não ter feito mais pela Amazônia”, nas palavras dele, “por não ter conseguido firmar compromisso e comprometimento do resto do País com esta região tão rica e paradoxalmente tão carente”, disse.
“Infelizmente não obtive êxito em mostrar que o pré-sal está aqui em nossas mãos e nossos pés. Saio com uma dívida, que é fazer com que o restante do País olhe para nós de outra forma, que prestigiem a gente como fazem com o Sul do País, dando recursos para todos os órgãos que trabalham para a grandeza da Amazônia”, explicou.
O general Miotto, que retorna ao CMA após 20 anos, viu com satisfação e orgulho tomar o posto. “Estamos na última fronteira do País, e aqui o Exército tem uma missão importante, que é proteger essas fronteiras, proibir o narcotráfico, o contrabando de armas e proteger o meio ambiente. Vamos procurar dar continuidade a todo trabalho que nossos antecessores implantaram aqui”, ressaltou.



acrítica/montedo.com

Fim dos tempos!

Cruz Alta (RS) - MST 'ocupa' monumento aos heróis da FEB (Imagem: Rádio Cruz Alta AM)

Confirmado: tropas do Exército nos quartéis à espera do impeachment.

Confirmando informação do blog nesta sexta-feira, unidades do Exército estão convocando os militares aos quartéis na manhã deste sábado (16), através do plano de chamada, providência que antecede o estado de prontidão. 

A tropa deverá ficar aquartelada ao menos até a noite de domingo, no aguardo dos acontecimentos decorrentes da votação do impeachment de Dilma Rousseff pela Câmara dos Deputados.

Registre-se que as chamadas 'situações extraordinárias da tropa' - Sobreaviso, Prontidão e Ordem de Marcha - são previstas nos regulamentos militares.

15 de abril de 2016

Impeachment: Exército vai decretar prontidão da tropa neste sábado

Resultado de imagem para prontidãoPrevendo possíveis conflitos durante a votação do impeachment pela Câmara dos Deputados no próximo domingo, o Comando do Exército decretou sobreaviso para a tropa no final desta sexta-feira. 
A partir deste sábado, diversas unidades, principalmente nas capitais, deverão entrar em prontidão. Isso significa que os militares ficarão aquartelados, prontos para serem empregados em situações de garantia da lei e da ordem.

Cabo do Exército morre em acidente de trânsito no RS

Jovem morto em acidente na BR-287 era cabo do exército e músico
O sepultamento de Charles Jackes será no sábado, às 9h, no cemitério da Ermida, no interior de São Pedro do Sul
Jovem morto em acidente na BR-287 era cabo do exército e músico Reprodução/Reprodução
Santa Maria (RS) - Está sendo velado no necrotério municipal de São Pedro do Sul, o corpo de Charles Flores Jackes, 21 anos. O jovem morreu e outras três pessoas ficaram feridas em um acidente de trânsito na BR-287, na manhã desta sexta-feira. O sepultamento será no sábado, às 9h, no cemitério da Ermida, no interior do município.
Charles era cabo do exército e servia em Santa Maria, na 29 BIB. Ele também era músico, cantava e tocava acordeon, integrando a dupla Charles e Thiago. No último final de semana, eles participaram do Festival Encanto do Sul, em Catanduva, vencendo os três prêmios principais da competição.
De acordo com Genésio Jackes, tio da vítima, Charles era um rapaz trabalhador, esforçado, sem vícios. O jovem era noivo e pretendia casar em novembro deste ano. Ele considera o acidente uma fatalidade.
– Ele estava de serviço há três dias no campo e estava retornando para casa. Ele dirigia desde os 18 anos, tinha prática, era motorista no quartel, guiava carros pesados, blindados. Foi uma fatalidade e ele já estava bem próximo de casa – lamenta.

Outros três ocupantes do veículo seguem hospitalizados
De acordo com a assessoria de comunicação do Hospital Caridade, Neide Margarete segue internada e, até o momento, não foi divulgado boletim médico.
Conforme a assessoria de comunicação do Husm, Júlio está na sala de emergência, em estado estável, com uma fratura do braço e Alex deu entrada no bloco cirúrgico, no início desta tarde.
DIÁRIO DE SANTA MARIA/montedo.com

O Adjunto de Comando e um texto didático (II): "isso não é para nós"

Mais um texto lúcido do comentarista Sgt MWF

"Isso não é para nós. ” 

Sgt MWF
Com essa sentença encerrei meu comentário publicado em 12 de abril de 2016 01:07. Aliás, foi devido àquela data, que decidi utilizar o pseudônimo SGT MWF (Sgt Max Wolf Filho). Em 12 de abril último, completaram-se 71 anos da morte daquele Sargento Paranaense. Lamentavelmente não somos bons na preservação e difusão de nossa história militar e, por conseguinte, pouco se sabe sobre fatos marcantes da vida desse intrépido Soldado. Sobre sua morte, apenas alguns sabem que Wolf foi voluntário para uma patrulha suicida. O comando necessitava de informações urgentes sobre o posicionamento inimigo a fim de ultimar o planejamento de ataque a Montese e por essa razão decidiu lançar uma patrulha de reconhecimento diurna. Qualquer Soldado de Infantaria sabe que, em um terreno ocupado pelo inimigo, uma patrulha deslocando-se sem a proteção da noite tem um alto potencial de risco. Por esse motivo, a patrulha foi constituída por 19 militares que se haviam destacado por competência e bravura em combates anteriores. Wolf foi voluntário para comandar. Sabendo do grande perigo que os aguardava, teria dito: “Eu vou na frente! ” Não consegui confirmar em registros históricos se ele realmente disse isso, mas é fato que “sua coragem invulgar e seu excepcional senso de responsabilidade” (http://www.esa.ensino.eb.br/maxwolf/) nunca permitiram que seus subordinados fossem submetidos a riscos desnecessários. Wolf sabia que a missão era suicida, mas também sabia que era necessária para salvar mais vidas. Morto, seu corpo foi recuperado três dias após a tomada de Montese. Esse é o Sargento que dá nome à nossa Escola. Esse é o Soldado cujo legado precisamos honrar. E como honrar tamanha história? Tomando conta de nossos subordinados. Isso é o que precisamos fazer...

Leia mais sobre o Adjunto de Comando

Esqueçamos os oficiais
Ele tem seu próprio mundo, com seus afazeres, com suas obrigações, preocupações, aborrecimentos e alegrias. Nós, Graduados, precisamos reconstruir e fortalecer o nosso! Não que eu ache que não precisemos dos oficias, precisamos sim! Tanto quanto eles de nós, mas necessitamos urgentemente parar de esperar que eles nos provejam com soluções, pois como eu escrevi acima, pertencemos a mundos diferentes e por esse motivo muitas vezes sua lógica não faz muito sentido para nós e vice-versa. Graças a Deus que é assim. Conseguem imaginar uma instituição como a nossa onde todos pensassem exatamente igual?
É nesse contexto que defendo a criação e desenvolvimento da nova função para nossos Graduados. Essa ideia não nasceu na mente de um oficial. Ela é fruto do trabalho, dedicação, profissionalismo e fé de muitos Sargentos (muitos já na reserva) que trouxeram experiências adquiridas fora do Brasil. Para alguns pode parecer impraticável a adoção de procedimentos desenvolvidos em outros países, mas lembro que importar soluções que dão certo economiza tempo e não significa necessariamente sua aplicação tal e qual foram concebidas lá fora. Essa nova função foi concebida a partir de uma experiência exitosa de 40 anos e que já foi adotada por vários outros exércitos. Será que nossa tentativa será pior que não fazer nada para mudar? 
Alguns arguem que não irá valorizar a todos. Infelizmente no primeiro momento não. Mas convém lembrar que isso ainda é muito novo. Tomará tempo ainda para a implementação, quem dirá para o seu desenvolvimento e aperfeiçoamento, o que só acontecerá com o empenho de todos nós. E nós podemos e devemos ajudar. Como? Simplesmente discutindo as ideias escritas aqui nesse blog. 
Ora, se temos um Graduado que, entre outras funções também será responsável pelo “bem-estar de todos os membros da família militar; além de tratar sobre outros assuntos que envolvam os Praças” (Agência Verde-Oliva/Montedo.com) porque não levar a ele tudo o que é escrito aqui? Outro detalhe é que essa função poderá fornecer oportunidades para fortalecer outras já existentes...
Vamos começar a pensar no Adj Pel/Sec, depois passemos para o Sargenteante e terminemos com o Sgt Brigada. Quais são os critérios de seleção para essas funções? Estamos empregando os melhores Graduados nesses postos-chave? Deveríamos! Se considerarmos que o processo de escolha para Adj Cmdo exigirá uma seleção criteriosa, como não avaliar o desempenho dos possíveis candidatos nessas funções? Será praticamente obrigatório selecionar militares que tenham desempenhado tais atividades, pois são elas que estão ligadas diretamente com o cuidar do subordinado. Então imaginem que um Cmt GC (Inf) demonstre possuir atributos para ser Adj Pel e que quando o for demonstre capacidade de liderança para ser um (verdadeiro) Sargenteante que, no desempenho de sua função, demonstre ser zeloso e preocupado com seus Soldados e que isso o indique para ser um Sargento Brigada e que nessa função ele realmente seja um modelo a ser seguido pelos demais Praças. Agora imaginem no futuro, essas três funções trabalhando uníssonas em prol dos Soldados da Unidade. Imaginem que todos os militares que desempenham essas atribuições em uma OM serão orientados pelo Adj Cmdo. Sim, pois sozinho o Adj Cmdo não fará nada. Imaginem quando esses militares estiverem agindo como um verdadeiro time, uma equipe, todos preocupados com os Praças da OM. Precisaremos que os oficias se preocupem conosco nesse dia? Essa é a ideia principal. Infelizmente meus amigos isso exigirá tempo.

Fazendo História 
Os Graduados que ora desempenham a função de Adj Cmdo, com toda certeza terão um papel histórico nesse processo, mas no futuro serão apenas retratos em alguma galeria de honra, pois a realidade é que os verdadeiros responsáveis pelas mudanças esperadas pelo Corpo de Graduados e demais Praças (sempre me refiro a nós dessa maneira – grafando em maiúsculo e distinguindo o graduado do não graduado) serão os garotos que estão iniciando a carreira hoje. Eles estarão – espero – livres dos vícios e contaminações que hoje nós carregamos. Por essa razão termino esse texto com a mesma sentença usada para iniciá-lo: “Isso não é para nós. ”

14 de abril de 2016

Adjunto de Comando do Exército faz palestra para 700 sargentos no RJ

Adjunto de Comando: experiência a serviço do Exército
Rio de Janeiro (RJ) – Na última sexta-feira, dia 8 de abril, aproximadamente 700 subtenentes e sargentos da Vila Militar do Rio de Janeiro assistiram à palestra, na Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais, ministrada pelo Subtenente Osmar Crivelatti, Adjunto de Comando do Comandante do Exército. O encontro abordou os desafios e as responsabilidades dos graduados para com seus superiores e, principalmente, para com os soldados, desde a incorporação até o licenciamento.
O Adjunto de Comando é um cargo criado no Exército, em maio de 2015, com o objetivo de distinguir o subtenente ou o primeiro-sargento que apresente destacada liderança, reconhecida competência profissional e ilibada conduta pessoal, valorizando, assim, a carreira do graduado. Na palestra, o Subtenente Crivelatti falou, ainda, sobre a motivação da carreira de sargento e o espírito de equipe.
Modelo na EASA
O Adjunto de Comando tem como atribuições ser o divulgador da ética e dos valores militares; o fortalecedor dos padrões do comportamento militar; o facilitador da comunicação entre o comando e os praças; o disseminador da missão e da visão da organização militar e dos conceitos de comando; e o assessor do comando em assuntos disciplinares, de instrução e do bem-estar de todos os membros da família militar; além de tratar sobre outros assuntos que envolvam os praças.
O embrião dessa nova função surgiu há mais de vinte anos, na antiga CIAS-Sul (hoje Escola de Aperfeiçoamento de Sargentos das Armas – EASA), em Cruz Alta (RS), pelo seu primeiro comandante, o então Tenente-Coronel Sérgio Westphalen Etchegoyen, atualmente General de Exército e Chefe do Estado-Maior do Exército. Quando esteve à frente do Departamento-Geral do Pessoal (DGP), o General Etchegoyen foi responsável pela criação do cargo de Adjunto de Comando, com base na bem-sucedida experiência anterior.
Esse modelo, que teve pleno êxito e está consolidado na EASA, vem sendo testado em algumas organizações militares e, em breve, será adotado em todo o Exército. A nova função atende ao anseio dos subtenentes e sargentos de serem valorizados profissionalmente, com o emprego de sua larga experiência na caserna em prol da Instituição.
Fotos: EsAO
/montedo.com

Terrorismo: 'Brasil, vocês são nosso próximo alvo', diz membro do Estado Islâmico

Abin alerta sobre ameaça terrorista
Agência confirma que membro do Estado Islâmico disse, pelo Twitter, que Brasil é o próximo alvo
Maxime Hauchard aparece em vídeos de decapitação na Síria. A Agência Brasileira de Inteligência confirmou a autenticidade do perfil
Foto: Reprodução Internet
BRUNA FANTTI
Rio - ‘Brasil, vocês são nosso próximo alvo. Podemos atacar esse país de merda”. A ameaça foi postada em novembro do ano passado, em um perfil do Twitter que tinha como dono Maxime Hauchard, 22 anos. A Agência Brasileira de Inteligência (Abin) afirmou, ontem, que o perfil realmente pertence ao terrorista francês que aparece em vídeos do Estado Islâmico (EI) decapitando sírios.
A mensagem foi postada uma semana após os atentados coordenados na França, que deixaram 129 mortos e dezenas de feridos. A conta na rede social do terrorista já foi suspensa. “Monitoramos e percebemos que o perfil realmente era do Maxime, um dos líderes do Estado Islâmico. A partir do momento da postagem houve uma maior intensidade nos discursos de agressividade dos autoproclamados seguidores desse grupo terrorista no Brasil”, afirmou o diretor de Contraterrorismo da agência, Luiz Alberto Sallaberry, na Feira Internacional de Segurança que está sendo realizada no Rio.
“Maxime é uma espécie de garoto-propaganda do Estado Islâmico. Saiu de um vilarejo no interior da França para a Síria, aos 18 anos, onde se integrou ao terrorismo. É o segundo na linha de comando de decapitadores e gosta de dizer que estar no grupo “é como estar no Éden”, descreveu o diretor a uma plateia de especialistas em Segurança.
Segundo Sallaberry, no Brasil há um crescente nível de pessoas que dizem ter feito o juramento ao califado do Estado Islâmico, ou seja, concordantes com um grupo que deturpou os princípios da religião islâmica e utiliza a violência para expandir seu domínio territorial.
“Quando uma pessoa faz o juramento ao califado e se torna autoproclamado ela está disposta a cometer qualquer atentado violento em nome do grupo. A ordem não precisa ser presencial, pode ser via internet”, disse Sallaberry.

LOBOS SOLITÁRIOS
Os ataques dos chamados ‘lobos solitários’, pessoas que praticam ataques sozinhas, são a maior preocupação da agência para a Olimpíada no Rio de Janeiro. Dez delegações, entre elas dos Estados Unidos e Canadá, são classificadas pela agência com nível “muito alto” para ataques. O nível de ameaça da delegação brasileira é alto.
O monitoramento das redes sociais é uma das atividades da Abin para combater o terrorismo. Por razões de segurança, Sallaberry não divulga o número de pessoas que se dizem autoproclamadas e que são monitoradas.

Cursos para auxiliar na identificação de terroristas
Para melhor ilustrar seu discurso na Feira Internacional de Segurança, o diretor de Contraterrorismo da Agência Brasileira de Inteligência, Luiz Alberto Sallaberry, apresentou bandeiras do Brasil onde, em árabe, está escrito “Deus acima de tudo”, com símbolos do Estado Islâmico, postadas por pessoas monitoradas.
“Posso dizer que são de origem salafista sunita, comunidade que está ligada ao Estado Islâmico. Não estou dizendo que vai acontecer um atentado. Estou dizendo que é a primeira vez que a probabilidade aumentou sobremaneira no nosso país”, afirmou o diretor da agência.
Para evitar possíveis ataques, a Abin intensificou cursos com setores de hotelaria, taxistas e outras pessoas para que elas possam identificar possíveis alvos terroristas em território nacional. Além disso, faz constante intercâmbio com forças estrangeiras e internas. “O sucesso contra o terrorismo só é possível com cooperação. O terrorista é a ameaça sem rosto. Pode ser qualquer um”, afirmou em seu discurso.
O Dia/montedo.com

13 de abril de 2016

Acreditem! Planalto discute hipótese de decretar estado de defesa! Chegou a nossa vez de dizer: “Não vai ter golpe!”


Dilma e seus assessores estão perdendo o juízo diante da possibilidade de derrota no domingo. Há celerados querendo criar agitação até nos quartéis

Prestes a perder a Presidência da República, parece que Dilma Rousseff pode também perder o juízo. E está com um problema grave: cerca-se de assessores que são piores do que ela própria, receita certa para o desastre, especialmente quando não se é, assim, um Schopenhauer da política, e as ideias são mais curtas do que o cabelo. O Palácio do Planalto — Dilma e seu entorno — passou a debater a ideia de decretar, pasmem!, estado de defesa contra o que chama “golpe”. A hipótese — que tanto eu como Demétrio Magnoli tratamos com ironia —, acreditem!, passou a ser debatida com a seriedade possível pelos “companheiros”.
E isso não é um falso alarme! Os feiticeiros estão operando!
É coisa de celerados. Mas atenção! Até esse “estado de defesa” seria um truque. Explicarei tudo. Antes, vamos ver em que ele consiste.
A medida, que é executada pelas Forças Armadas, está prevista no Artigo 136 da Constituição. Transcrevo trechos:
Art. 136. O Presidente da República pode, ouvidos o Conselho da República e o Conselho de Defesa Nacional, decretar estado de defesa para preservar ou prontamente restabelecer, em locais restritos e determinados, a ordem pública ou a paz social ameaçadas por grave e iminente instabilidade institucional ou atingidas por calamidades de grandes proporções na natureza.”
Contam-se entre as medidas do estado de defesa:
restrições aos direitos de:
a) reunião, ainda que exercida no seio das associações;
b) sigilo de correspondência;
c) sigilo de comunicação telegráfica e telefônica;
E, ora vejam, podem se realizar prisões por crimes contra o estado, respeitadas algumas disposições.
Cumpre lembrar que, decretado o estado de defesa, o presidente tem 24 horas para submeter o ato, com a devida justificativa, ao Congresso, que deve examiná-lo em até dez dias. Se o decreto for recusado, fim de papo. Não há estado de defesa.

Então vamos ver
Hoje, enquanto escrevo, o governo avalia que vai perder a batalha do impeachment. Os petistas sabem que não será o Senado a segurar Dilma.
A presidente, seus assessores e o comando do PT querem dar verossimilhança à farsa que inventaram, segundo a qual está em curso um golpe no Brasil. Para tanto, é preciso fabricar o “fator militar”, que inexiste.
Leia também
Manifestações: Dilma alertou comandantes militares sobre possível decretação de 'Estado de Defesa'
Fator militar
Falemos dele. As Forças Armadas já fizeram saber a quantos interlocutores buscaram a sua opinião que se manterão no estrito cumprimento da Constituição. Segundo o Artigo 142, elas se destinam “à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem”.
Mas, para tanto, é preciso que a lei e a ordem — as da Constituição, não aquelas emanadas da vontade ou do chilique do governo de turno — estejam sob ameaça. E, obviamente, não é o caso.
Não será obedecida
Se Dilma chamasse hoje os militares para ir às ruas para reprimir brasileiros pacíficos, creio que eles não a obedeceriam, não é mesmo? Caso obedecessem, seria o Congresso a recusar o decreto. Em qualquer das duas hipóteses, a presidente ficaria falando sozinha.
E aí está o busílis. O PT decidiu que não vai apear do poder segundo, vamos dizer, a normalidade burocrática para o caso. É preciso criar um ritual traumático que caracterize, então, o golpe que nunca existiu. Se, para tanto, for preciso criar agitação nos quartéis, por que não?
E notem que essa perspectiva não se dá apenas na possibilidade de Dilma decretar o estado de defesa, mas de, eventualmente, o próprio Temer, na Presidência, precisar recorrer a tal instrumento se as esquerdas cumprirem a ameaça: ou não estão dizendo por aí que, se Dilma for deposta por impeachment, seu sucessor não governa?
O próprio advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, chamou o eventual governo Temer de “ilegítimo”. Afrontando a Constituição e a Lei da Improbidade Administrativa (8.429), Dilma chama o vice abertamente de golpista, dentro do Palácio do Planalto, cercada por seus acólitos.
Os que se alinham com a defesa da Constituição, do estado de direito e da democracia têm de repudiar de pronto essas armações.
Os petistas perderam completamente o juízo e agora investem no confronto para criar a mímica de um golpe que não existe nem existirá. E isso, sim, é golpismo escancarado.
Chegou a nossa vez de dizer aos petistas: “Não vai ter golpe”.
Veja/montedo.com

O Marechal e uma lição de austeridade

Quando os políticos falam em “austeridade”, nem de longe pensam em seguir o exemplo do marechal Henrique Teixeira Lott, ministro da Guerra de JK. 
Em 1955, o deputado Armando Falcão era líder do governo na Câmara e quis subir a serra para visitar familiares em Araras, mas o seu carro quebrou. Ele soube que Lott também subiria a serra e telefonou:
- Ministro, o senhor pode me dar uma carona?
- Posso, pois não. Mas só até Petrópolis. De lá o senhor aluga um táxi. A gasolina é do Exército e não posso gastá-la com ninguém de fora...
Poder sem Pudor (Diário do Poder)/montedo.com

Canadá se oferece para substituir Brasil em missão de paz no Haiti

Dívida brasileira com a ONU sobe a R$ 1,3 bilhão e põe em risco o direito a voto do País na organização
Jamil Chade
Com o Brasil prestes a deixar o comando das forças de paz no Haiti depois de mais de uma década no país caribenho, o Canadá se apresenta para assumir as operações das Nações Unidas. O novo primeiro-ministro, Justin Trudeau, começou em fevereiro a negociar a transferência com o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon. A meta de Ottawa é a de enviar até 2 mil homens ao Haiti.
Hoje, cerca de 2,3 mil soldados, 2,6 mil policiais e 1,5 mil civis atuam em nome da ONU no país. Até o fim do ano, além da troca no comando das tropas de paz, o Brasil também precisa enviar recursos para quitar parte do que deve à ONU.
O País acumula uma dívida inédita de US$ 380 milhões (cerca de R$ 1,3 bilhão) com a organização, o segundo maior déficit de um governo com a instituição. Caso não arque com cerca de US$ 110 milhões, poderá até perder direito a voto.
Não apenas contas antigas não foram pagas, como uma reformulação do orçamento das operações de Paz da ONU fez a contribuição do Brasil crescer. A desvalorização do real também influiu no salto do déficit. Até o fechamento desta edição, o Ministério das Relações Exteriores não havia respondido à reportagem sobre a existência de alguma negociação em relação aos depósitos na ONU.
O Ministério da Defesa já havia declarado que, em outubro, entregará o comando das tropas e, desde o início do ano, a cúpula das Nações Unidas passou a negociar com outros países uma transferência.
Parte do esforço brasileiro para assumir as funções de comando em 2004 tinha como objetivo demonstrar à comunidade internacional que o País estava disposto a aumentar sua responsabilidades nos esforços por paz e segurança no mundo, gesto que foi saudado pela ONU.
Além das tropas, o governo fez doações para programas de combate à fome, foi eleito para dirigir entidades internacionais e aumentou aportes financeiros para o Alto Comissariado da ONU.
Mais de uma década depois, a situação do governo brasileiro com a ONU é diferente. Planilhas internas das contas da organização revelam que, em apenas oito meses, o buraco nas contribuições do País deu um salto de US$ 95 milhões.
Só no financiamento das diversas operações de paz no mundo, a dívida brasileira é de US$ 148 milhões. Entre os 193 países da ONU, apenas a dívida dos EUA, de US$ 1,1 bilhão, é maior. Isso sem contar com os gastos específicos do governo brasileiro para manter seus soldados no Haiti, que superaram a marca de R$ 2 bilhões. Desse total, o Brasil foi ressarcido em cerca de R$ 1,2 bilhão pela ONU.
Para o orçamento regular das Nações Unidas, a dívida brasileira era de US$ 220 milhões até ontem, superando os US$ 190 milhões do Japão, o segundo maior doador das Nações Unidas. Outros US$ 10 milhões faltam nas contas brasileiras para os tribunais internacionais bancados pela entidade.
Os números internos mostram que o déficit não parou de crescer desde o fim de 2014. Naquele momento, ele era de US$ 190 milhões. No dia 4 de agosto de 2015, o buraco já chegava a US$ 285 milhões.
Em agosto do ano passado, o Ministério do Planejamento indicou que pretendia “regularizar o mais rapidamente possível o pagamento do valor devido” e, em reuniões em Nova York, a diplomacia brasileira chegou a indicar aos responsáveis pela contabilidade da ONU que o governo tinha como prioridade quitar as dívidas, como demonstração de seu “compromisso com o multilateralismo”.
O Estado de São Paulo/montedo.com

12 de abril de 2016

Tim Maia em dois tempos

Semana do Exército
Porto Alegre (RS) - Apresentação da banda do 3º Regimento de Cavalaria de Guardas na Casa de Cultura Mário Quintana, no Centro Histórico, na tarde desta terça (12).



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