21 de junho de 2016

Imagem do dia


Alessandro Carvalhal, via Facebook

Comando da Aeronáutica prevê gastar R$ 1,3 milhão com gêneros de padaria

Entre as guloseimas, há uma grande variedade de bombons

Foto: Gilberto AlvesAMANDA GEROLDO, COM EDIÇÃO DE MURILO RAMOS
A Aeronáutica lançou uma licitação a fim de adquirir gêneros de padaria para atender os comandantes e os eventos da instituição. Prevê gastar R$ 1,3 milhão com as guloseimas. Entre elas há uma grande variedade de bombons. Tem de ameixa com coco, pistache, cupuaçu, uva, morango, cereja...
EXPRESSO (Época)/montedo

20 de junho de 2016

MS: soldado do Exército morre vítima de tiro acidental durante manutenção do armamento

Colega mata militar do Exército com tiro acidental enquanto limpava arma
Vítima foi socorrida e não resistiu


Renata Portela

Na noite de domingo (19), por volta das 20 horas, Flávio Martins de Lima, de 20 anos, morreu vítima de disparo de arma de fogo em Ponta Porã, cidade a 346 quilômetros de Campo Grande. Ele era soldado do Exército e foi vítima de um disparo acidental.
Segundo o relato da mãe de Flávio, que procurou a delegacia para registrar boletim de ocorrência, o filho e o colega, de 25 anos, limpavam armas quando ocorreu o acidente. O rapaz de 25 anos teria disparado um tiro acidental, que atingiu Flávio no tórax. A vítima ainda foi socorrida e levada ao Hospital Regional de Ponta Porã, por volta das 18 horas.
A mãe não soube dizer a hora em que o filho faleceu, mas foi informada da morte por volta das 20 horas. O caso foi registrado pela Polícia Civil como homicídio culposo, quando não há intenção.
midiamax/montedo.com

Regime de urgência: justiça militar deve julgar crimes contra a vida praticados por membros das Forças Armadas em serviço

Relator quer urgência para votar projeto que redefine competência do foro militar

O relator do projeto (PL 2014/03) que redefine a competência do foro militar quer a aprovação de urgência para a matéria, já na próxima terça-feira (21), para que o mérito da proposta seja apreciado pelo Plenário na semana seguinte.
A proposta transfere da justiça comum para a justiça militar o julgamento de crimes contra a vida praticados por militares das Forças Armadas em atividade oficial.
O relator Ronaldo Fonseca (Pros-DF) explicou que o motivo da pressa são as Olimpíadas, com abertura confirmada para 5 de agosto.
"50 mil homens das Forças Armadas vão estar ocupados para garantir a lei a ordem durante as Olimpíadas, e todos nós estamos aí com o terrorismo praticado no mundo todo. Nós estamos preocupados”, disse o parlamentar.
“Então, é necessário que as Forças Armadas estejam presentes. Esse projeto precisa ser aprovado antes das Olimpíadas para que possamos trazer segurança jurídica para esses soldados que vão ser convocados", acrescentou Fonseca, durante discussão da proposta, na quinta-feira (17), em audiência pública da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Segurança jurídica
Para o ministro do Superior Tribunal Militar Cleonilson Nicácio Silva, a alteração na legislação vai garantir a segurança jurídica para a atuação das Forças Armadas no evento no Rio de Janeiro.
Ele defende o julgamento pela justiça militar, que segundo avalia, é mais rápida e efetiva do que a justiça comum. "No caso da justiça militar da União, nós temos certeza que o tribunal penal que mais condena é o Superior Tribunal Militar."

Instituições apoiam
A mudança na competência do foro militar recebeu apoio de representantes de várias instituições. Fernando Galvão da Rocha, presidente do Tribunal Militar de Minas Gerais, manifestou apoio à proposta e ressaltou que sua aprovação vai dar mais segurança jurídica, não só aos militares, mas principalmente à sociedade.
Ele disse que a justiça comum é mais lenta que a militar e destacou que a taxa de congestionamento da justiça comum no âmbito federal chega a 70%.
O presidente do Tribunal de Justiça Militar de São Paulo, Silvio Hiroshi, acrescentou que justiça militar aplica penas mais rígidas do que as punições da justiça comum. Ele também defendeu a atualização de outros dispositivos do Código Penal Militar, como, por exemplo, a inclusão do crime de formação de milícias.

Oito mil processos
Marco Antônio Bianchini, comandante-geral da Polícia Militar de Minas Gerais disse que, em seu estado, há uma fila de oito mil processos sobre crimes de militares cometidos contra civis para serem julgados, o que representa cerca de 20 anos. Ele diz acreditar que, com a transferência da competência para a justiça militar, os casos seriam resolvidos com mais rapidez.
O deputado Subtenente Gonzaga (DPT-MG) destacou que o projeto de lei vai fortalecer a justiça militar e defendeu a aprovação da urgência para a matéria.
Manoel Micias Bezerra, consultor da Associação dos Cabos e Soldados do Ceará sugeriu mudanças no Código Penal Militar, "por conta de sua difícil aplicação". Ele citou a necessidade de mais clareza quanto à definição de crime militar e inclusão de dispositivo sobre o crime de formação de milícias.

Crimes contra militares
Já o representante do Ministério Público Militar, Marcelo Weitzel de Souza, sugeriu outra alteração: o julgamento pela justiça militar de crime cometido por civil contra o profissional em atividade militar.
Segundo ele, essa mudança atende a vários pedidos de vítimas militares que participaram de operações nos complexos do Alemão e da Maré, no Rio de Janeiro.

Outras alterações
Segundo o relator Ronaldo Fonseca, as sugestões sobre outras alterações que não se refiram à atuação das Forças Armadas durante as Olimpíadas são igualmente importantes e poderão ser tratadas no futuro em outras propostas.

ÍNTEGRA DA PROPOSTA:
Reportagem – Idhelene Macedo
Edição – Newton Araújo
Câmara/montedo.com

Temer vai revogar decreto de Dilma que retirou poderes dos comandantes militares, diz jornalista

Lembrete do editor
O blog noticiou em primeira mão a publicação do Decreto nº 8.515, de 3 de setembro de 2015. Na época, escrevi: 
"Numa só canetada, Dilma Vana Rousseff conseguiu fazer o que PSDB e PT não conseguiram em 21 anos no poder: reduziu à pó a autonomia dos Comandantes Militares sobre seus subordinados."
Quando a grande mídia repercutiu a notícia, o governo colocou a culpa em Eva Chiavon, petista de estimação de Jaques Wagner, então ministro da Defesa.
Segundo Ricardo Noblat, Michel Temer vai restituir os poderes retirados da cúpula militar pelo governo Dilma.

EXCLUSIVO: Temer devolve aos comandantes militares os poderes que Dilma retirou

Ricardo Noblat
Está previsto para hoje o anúncio de que o presidente interino Michel Temer devolverá aos comandantes do Exército, da Marinha e da Aeronáutica as atribuições que lhes foram retiradas pela presidente afastada Dilma Rousseff com o Decreto 8.515 de três de setembro do ano passado, que trata da direção e gestão de cada uma das forças armadas.
Ao Ministro da Defesa, em prejuízo dos comandantes militares, Dilma delegou, entre outros poderes, o de transferir para a reserva remunerada oficiais superiores, intermediários e subalternos, reformar oficiais da ativa e da reserva, promover oficiais a postos superiores e até nomear capelães militares. E o pior: os comandantes militares não foram consultados sobre o decreto.
O decreto produziu tal irritação entre oficiais superiores das três forças que Dilma, uma semana depois, acabou recuando em parte de sua decisão. Assinou uma retificação ao decreto dizendo que o Ministro da Defesa poderia subdelegar aos comandantes militares os poderes que ela havia lhe conferido. Ocorre que o Decreto 8.515 contraria a Lei Complementar 67, de 1999.
A lei dispõe que os comandantes exercerão a direção e a gestão da respectiva força (art. 4º, com a redação da LC 136/2010). Assim, Dilma não poderia delegar ao ministro competência que lei atribui aos comandantes. “O ministro não pode subdelegar competências que não poderia ter recebido por delegação, pois elas são dos comandantes”, observa o ex-ministro da Defesa Nelson Jobim.
Temer revogará o decreto e a retificação assinados por Dilma.
BLOG DO NOBLAT (O Globo)/montedo.com

Leia também
"É pá cabá!" Canetada de Dilma retira poderes dos Comandantes Militares
Uma petista, é uma petista, é uma petista! Decreto que tirou poderes dos comandantes militares foi pedido da 'zero-dois' da Defesa, diz Governo
Recuo: após canetada, Defesa vai delegar poder aos comandantes militares

Ministério da Defesa negocia criação de duas novas estatais

Uma seria voltada para novas tecnologias aeroespaciais, inclusive satélites e radares, e a outra irá operacionalizar parte das atividades de controle do espaço aéreo
O novo ministro da Defesa, Raul Jungmann, toma posse em cerimônia no Clube da Aeronáutica de Brasília (Foto: Wilson Dias/Agência Brasil)
ESTADÃO CONTEÚDO
O Ministério da Defesa negocia com a Casa Civil e com a área econômica a criação de duas novas empresas públicas que ficarão sob a alçada do Comando da Aeronáutica. Uma é a Empresa de Projetos Aeroespaciais do Brasil S.A. (Alada), voltada para projetos e novas tecnologias do setor, inclusive satélites e radares. A outra, ainda sem nome, irá operacionalizar parte das atividades de controle do espaço aéreo.
Um dos objetivos das novas empresas é criar condições legais para que os recursos obtidos com as tarifas aeroportuárias entrem diretamente nos cofres da Aeronáutica, sem passar antes pelo Tesouro Nacional.
Segundo o ministro da Defesa, Raul Jungmann, a criação das duas empresas públicas é "parte de um eixo muito mais amplo para trabalhar fontes alternativas e novos modelos de financiamento". Ele lembra que é preciso "criatividade" para enfrentar dois fatores: o país convive com uma grave crise fiscal e não há recursos para investimento, mas a Aeronáutica opera com alta tecnologia, que tem uma dinâmica muito rápida e risco contínuo de obsoletismo.
O comandante da Aeronáutica, brigadeiro Nivaldo Rossato, especifica que as duas novas empresas fazem parte do "Programa de Reestruturação Administrativa e Operacional da Aeronáutica", que tem como horizonte 2041, quando a FAB completa 100 anos. Ele disse que, "seguindo uma tendência internacional de otimização de recursos, com redução de custos e de efetivo", haverá enxugamento de estrutura e estímulo a empregos temporários, de até oito anos, concentrando o pessoal de carreira, militar e civil, nas atividades-fim, como infantaria, armamento e operador sonar.
Como exemplo, o comandante disse que as próprias bases da FAB ficarão mais enxutas, como as de Fortaleza, Recife e Florianópolis. Ele citou também o que já está ocorrendo com o Parque de Manutenção. Estão sendo fechadas as unidades de Belém, Recife e o Parque dos Afonsos, no Rio de Janeiro, deixando em atividade outras três, no Rio, em São Paulo e em Lagoa Santa (MG), mas reduzindo gastos com equipamentos próprios e fazendo parcerias com empresas da iniciativa privada, como a Embraer.
Hoje, a FAB tem um efetivo de aproximadamente 75 mil servidores da ativa, incluindo os civis, mas a intenção do Comando é reduzir o pessoal de carreira para dar vez a jovens formados nas mais diferentes áreas, como engenharia, psicologia, medicina, jornalismo, etc., que teriam um contrato de oito anos. Segundo o brigadeiro Rossato, isso reduziria os custos com pessoal em até 50%, pois os temporários não têm direito a movimentação entre Estados, residência ou aposentadoria. Em contrapartida, têm uma formação sólida e saem da FAB para o mercado com um bom currículo.
O objetivo da nova empresa é buscar "autossuficiência nacional em materiais aeronáuticos, espaciais e nos bélicos de emprego aeronáutico". A Alada poderá, por exemplo, desenvolver tecnologias de monitoramento do espaço aéreo por meio de rede de satélites; implementar projetos de sistemas, subsistemas e componentes de emprego aeroespacial, tudo isso relacionado à renovação da frota com o caça Grippen NG.
(As informações são do jornal O Estado de S. Paulo)
ÉPOCA NEGÓCIOS/montedo.com

19 de junho de 2016

Quadrilha invade hospital do Rio para resgatar traficante. Filho de oficial da Marinha é morto na ação

Exclusivo: Secretaria de Segurança do Rio foi avisada sobre plano de resgate em hospital com 48 horas de antecedênciaMais de 20 homens armados invadiram o Hospital Souza Aguiar, mataram filho de oficial da Marinha e resgataram bandido. 
Alerta sobre operação foi dado na quinta, mas não houve reforço no policiamento

Leslie Leitão
Mais de 20 bandidos armados com fuzis, pistolas e granadas invadiram o Hospital Souza Aguiar, no centro do Rio de Janeiro, e resgataram o traficante Nicolas Labre Pereira de Jesus, o Fat Family, na madrugada deste domingo. Irmão de Marco Antônio Pereira Firmino da Silva, o My Thor, um dos maiores líderes da facção Comando Vermelho (CV), o criminoso havia sido preso na tarde do dia 13, por agentes da Delegacia de Combate às Drogas (Dcod), no Morro Santo Amaro, no Catete, Zona Sul da cidade.
No cerco, acabou baleado na cabeça e levado para o hospital. Na quinta-feira passada, a Polícia Civil avisou ao Centro Integrado de Comando e Controle (CICC) da secretaria de segurança pública que havia um plano para resgatar o traficante. Nada foi feito. Na noite passada, o preço da omissão foi trágico. Ronaldo Luiz Marriel de Souza, filho de um oficial da Marinha que estava na unidade esperando atendimento morreu, e um PM e um enfermeiro foram baleados.
Dois policiais militares apenas faziam a escolta do bandido. O alerta dado pela Polícia Civil foi emitido pouco depois das 20 horas da última quinta-feira, dia 15, como 'informação A1', que na classificação de órgãos de segurança significa de 'alto nível de credibilidade'. De acordo com mensagens trocadas em grupos de policiais, às quais o site de Veja teve acesso, além do CICC, o aviso de que o plano de resgate estava sendo estudado partiu da Dcod e também foi repassado ao Cecopol (Centro de Comunicações e Operações Policiais) e à Assinpol (Serviço de Inteligência da Polícia Civil). Em seguida, a informação foi para a Subsecretaria de Inteligência (Ssinte) da secretaria de Segurança e para a cúpula da Polícia Militar, que é a responsável pela custódia de criminosos hospitalizados.
Segundo testemunhas, os bandidos chegaram em pelo menos quatro carros por volta das 3h e renderam o dono de uma barraca de doces. Ele foi feito de escudo humano. Logo que invadiram o hospital atirando e arremessando granadas, os criminosos foram em direção ao sexto andar, onde Fat Family estava internado. Com uma enfermeira feita de refém, eles chegaram à sala onde o traficante estava internado. Para se ter ideia da falta de controle sobre quem o visitava, várias fotos feitas com telefones celulares de visitantes começaram a pipocar nas redes sociais nos últimos dias.
Os bandidos deixaram um rastro de violência no hospital de referência no atendimento de emergência da cidade que vai ser a sede da Olimpíada daqui a 45 dias. Detalhe: a unidade fica a cerca de um quilômetro do Batalhão de Choque da PM e da sede da Polícia Civil, e a 500 metros do prédio da secretaria de segurança, onde trabalha diariamente o secretário José Mariano Beltrame.
Veja/montedo.com

Batalhão 'Ferroviário' ... por quê???

Na área de comentários da postagem Aqui é trabalho, meu filho!  alguns leitores questionaram o motivo da denominação 'Ferroviário' para o batalhão de Engenharia do Exército sediado em Lages (SC), uma vez que seu trabalho, basicamente, consiste na manutenção de estradas.
A unidade, que até agosto do ano passado chamava-se 10º Batalhão de Engenharia de Construção, recuperou desde então a antiga denominação de 1º Batalhão Ferroviário, o "Ferrinho". Justifica-se: dos 161 anos de existência, por mais de um século o batalhão dedicou-se à construção de ferrovias.
A história da Engenharia Militar no Brasil é uma epopeia que merece ser conhecida. Saiba mais aqui.

18 de junho de 2016

"País não precisa ficar alarmado" com suposta ameaça do Estado Islâmico, diz general

Telegram
Ministro diz que "país não precisa ficar alarmado" com suposta ameaça do Estado Islâmico
Conforme Sérgio Etchegoyen, Abin e demais setores brasileiros de inteligência estão integrados com órgãos do mundo inteiro
Estadão Conteúdo
O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Sérgio Etchegoyen, disse que "a população não precisa ficar alarmada" com qualquer notícia sobre a existência de um grupo de pessoas ligadas ao Estado Islâmico (EI) em troca de mensagens em português no aplicativo Telegram.
De acordo com o ministro, a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e os demais setores de inteligência do país estão integrados com os órgãos que trabalham com essa finalidade no mundo inteiro. A ação busca monitorar todo e qualquer fato que mereça atenção das autoridades.
Segundo Etchegoyen, monitoramentos em redes sociais e aplicativos "são feitos rotineiramente" e "todos os cuidados estão sendo tomados para garantir que os Jogos Olímpicos sejam realizados da melhor maneira possível".
— Sempre há preocupação, sempre há risco, e é por isso que estamos trabalhando com o maior cuidado e atenção. Mas não há nenhum indicativo de que leve a questão para nível alarmante. Por isso, não há o menor descuido neste trabalho. Ao contrário, todas as agências de inteligência nacionais e estrangeiras estão atentas e trabalhando em conjunto — comentou.
Para reforçar a sua tranquilidade em relação ao tema, o ministro disse que "há uma integração efetiva entre os Ministérios da Defesa, da Justiça e da Segurança Institucional e, principalmente entre as suas áreas de inteligência". Lembrou ainda que o sistema tem sido testado frequentemente, não só para atualizá-lo, mas durante os grandes eventos que o Brasil recebeu nos últimos anos, como Copa do Mundo e Jornada Mundial da Juventude.
Etchegoyen sublinhou que reuniões rotineiras têm sido realizadas para tratar do tema e citou que, na última quinta-feira, outro encontro deste tipo foi realizado, justamente para azeitar os trabalhos.
— Temos preocupação. É claro, mas estamos vigilantes — frisou.
— A existência de um grupo é um dado concreto que vai construir um grau de probabilidade. Até aqui, não há nenhum dado que justifique o alarme ou que tenha feito subir a preocupação. Mas insisto: estamos atentos — completou.
De acordo com o ministro, o fato de existirem países que estão em guerra contra o Estado Islâmico, como é o caso dos Estados Unidos e França, obviamente, aumenta o risco. Ele lembrou que as delegações estarão hospedadas lado a lado durante a Olimpíada e usam os mesmos espaços comuns, como restaurantes, e por isso todas precisarão estar protegidas. Os riscos, segundo Etchegoyen, também serão analisados caso a caso durante a realização dos jogos.
Na última quinta-feira, a Abin confirmou a informação de que pessoas ligadas ao Estado Islâmico criaram um grupo para trocar mensagens em português, através de um aplicativo de celular, no qual "conteúdos relacionados a ideologias extremistas são traduzidos para o português e reproduzidos nesse aplicativo (Telegram) de mensagens instantâneas".
Ainda de acordo com a agência, "a abertura desta nova frente de difusão de informações voltadas à doutrinação extremista, direcionada ao público de língua portuguesa, amplia a complexidade do trabalho de enfrentamento ao terrorismo e representa facilidade adicional à radicalização de cidadãos brasileiros".
A Abin informa também que "o compartilhamento desses conteúdos em grupos de troca de mensagens instantâneas é uma estratégia utilizada não apenas no Brasil" e que "organizações terroristas têm empregado ferramentas modernas de comunicação para ampliar o alcance de suas mensagens de radicalização direcionada, em especial, ao público jovem".
O nome do grupo é " Nashir Português" e usa uma estratégia semelhante à da Nashir News Agency, usada pelo Estado Islâmico para fazer propaganda de suas ideias e divulgar manifestos.
Zero Hora/montedo.com

Aqui é trabalho, meu filho!

Com a devida licença do sempre bem-humorado Muricy Ramalho: 
- Aqui é trabalho, meu filho!

Estado Islâmico: risco de ataque terrorista no Brasil nunca foi tão grande, alerta Abin

Relatório da Abin revela que o grupo extremista faz esforços para obter seguidores no Brasil – e que o país está exposto a um ataque terrorista

Rodrigo Rangel
A tragédia de Orlando mostra que o extremismo, aliado à tecnologia, produz terroristas que podem atacar a qualquer momento, em qualquer lugar. E o Brasil não está a salvo. Ao menos é essa a avaliação do serviço secreto brasileiro que consta de um relatório reservado distribuído às autoridades envolvidas na montagem da segurança da Olimpíada do Rio de Janeiro e obtido com exclusividade por VEJA. O terrorismo 3.0, que arregimenta militantes remotamente com as facilidades de comunicação e as garantias de sigilo oferecidas pela internet, exorta aqueles mais radicais a realizar atentados por conta própria. Por isso, é uma das principais fontes de ameaça aos Jogos. Mais que uma simples hipótese, agora há razões concretas para elevar o alerta. A principal delas é a constatação de que grupos extremistas, em especial o Estado Islâmico, têm empreendido esforços não apenas para recrutar seguidores no país como também para deixar alguns deles em condições de agir a qualquer momento.
Terrorismo um
terrorismo 2
Até recentemente, a única ameaça concreta ao Brasil conhecida era um texto de 67 caracteres escrito numa rede social por Maxime Hauchard, um dos chefões do Estado Islâmico. “Brasil, vocês são o nosso próximo alvo”, dizia a mensagem, em francês, publicada dias após os atentados de novembro de 2015 em Paris. No fim do mês passado, o Estado Islâmico criou um canal de propaganda em língua portuguesa dentro de um aplicativo na internet. Inaugurado com a publicação de um discurso do porta-voz do grupo, funciona como uma agência de notícias e veicula, todos os dias, fotos, vídeos e textos com informações das frentes de combate da organização. O material, invariavelmente, faz a apologia da crueldade e alia as já conhecidas práticas do grupo à retórica religiosa radical. Os ataques à coalizão que combate os jihadistas do EI no território conflagrado entre a Síria e o Iraque são comemorados como feitos épicos: da “perfeita emboscada” contra uma patrulha egípcia ao “ataque-surpresa” que matou dezessete “apóstatas” das forças oficiais, tudo é narrado com cores fortes. A propaganda apela à conversão. É um chamamento a novos soldados.
Desde que foi criado, o canal em português vem sendo monitorado de perto pelas autoridades brasileiras, que contam com o auxílio de serviços secretos estrangeiros – alguns deles, como a americana CIA, têm agentes trabalhando no Brasil há meses com a missão de detectar ameaças à Olim­píada e às delegações de seus países.
O maior desafio é identificar os responsáveis pela estratégia de recrutamento de brasileiros. Em parceria com a revista portuguesa Sábado, VEJA descobriu que um dos alvos prioritários da vigilância, neste momento, é um militante do Estado Islâmico que se identifica nas redes de propaganda do grupo como Ismail Abdul Jabbar Al-Brazili – ou, simplesmente,
“O Brasileiro”. É ele um dos responsáveis, por exemplo, por abastecer com textos em português o canal de propaganda recém-criado. Há indicações de que Al-­Brazili não tem o Brasil apenas no nome de guerra – de acordo com informações oficiais, ele seria, de fato, um combatente brasileiro do EI.
Al-Brazili é um personagem bastante ativo na web. Nos últimos meses, abriu diferentes perfis em redes sociais. Frequentemente, assim que descobertos, os perfis são fechados a pedido das autoridades. Ele, então, abre novos. Semanas atrás, coube a Al-Brazili convocar, por meio de outros canais de comunicação do EI na internet, interessados em ajudar na tradução de textos do grupo para o canal em português. O militante, que mantém ainda dois blogs, diz ter sido recrutado para o Estado Islâmico por Abu Khalid Al-­Amriki, um americano que teria caído em combate na Síria. Ele promete vingar a morte do amigo. Além de fazer propaganda do grupo extremista, Al-­Brazili se apresenta como alguém capaz de facilitar o acesso de simpatizantes às fileiras do grupo – nos posts, ele costuma informar como os interessados podem contatá-lo por meios seguros de comunicação.
As autoridades têm motivos para acreditar que o proselitismo vem funcionando – e há casos suficientes para concluir que não se trata de platitudes apenas. Há dois meses agentes da Divisão Antiterrorismo (DAT) da Polícia Federal baseados em Brasília investigam o desaparecimento da estudante paraense Karina Ailyn Raiol, de 20 anos. Recém-convertida ao islamismo, Karina saiu de casa dizendo que iria para a faculdade e nunca mais voltou. Só depois os pais descobriram que ela havia tirado passaporte às escondidas e tomado um voo internacional rumo à Turquia. O dinheiro para as passagens veio do exterior, de fonte desconhecida. A suspeita é que a estudante tenha sido recrutada pelo Estado Islâmico. Mensagens trocadas por Karina dias antes da viagem e obtidas por VEJA mostram que ela tinha simpatia pela causa. Numa delas, a estudante diz que “se juntar aos grupos terroristas é a única forma de lutar” contra o que chama de injustiças na “terra do Islã”.
Hoje, ao menos trinta suspeitos de ligação com o terrorismo são vigiados de perto pelos agentes oficiais no Brasil. Em outro caso, também a cargo da divisão antiterror da PF, foi preciso recorrer a uma medida de emergência: após a descoberta de que um universitário de 23 anos de Chapecó (SC) havia ficado três meses numa cidade síria dominada pelo EI, e que na volta ele passava as madrugadas em treinos de tiro ao alvo, os policiais pediram à Justiça que autorizasse o monitoramento do suspeito em tempo real, 24 horas por dia, por meio de uma tornozeleira eletrônica.
Dono de um serviço de entrega de comida árabe e estudante de economia, Ibrahim Chaiboun Darwiche usa a tornozeleira desde o dia 27 de maio. Ele está proibido de se aproximar de escolas, aeroportos ou outros lugares com grande concentração de pessoas. A medida vale até os Jogos, mas pode ser estendida, a depender do desenrolar das investigações. Na semana passada, soube-se que o sírio Jihad Ahmad Deyab, que cumpriu pena na prisão americana de Guantánamo por seus vínculos com a organização terrorista Al Qaeda e estava asilado no Uruguai, agora está vivendo no Brasil.
Essa profusão de notícias fez acender a luz amarela. Diz o relatório da Abin: “A disseminação de ideário radical salafista entre brasileiros, aliada às limitações operacionais e legais em monitorar suspeitos e à dificuldade de neutralizar atos preparatórios de terrorismo, aponta para o aumento, sem precedentes no Brasil, da probabilidade de ocorrência de atentados ao longo de 2016, especialmente por ocasião dos Jogos Rio 2016″. A partir de uma fórmula matemática que leva em conta diferentes variáveis para calcular os riscos, a Abin conclui que a ameaça de atentados no país durante os Jogos Olímpicos alcança o patamar 4 numa escala que vai de 1 a 5 – 5 representa a certeza de que haveria um ato terrorista em preparação. No mesmo relatório, as autoridades confessam suas “limitações operacionais” para prevenir o pior.
Veja/montedo.com

Ninho de petistas, Abin boicota nomeações de Temer. Com a palavra, o general Etchegoyen

ABIN É SUSPEITA DE BOICOTAR NOMEAÇÕES DE TEMER
Ainda controlada por pessoas ligadas aos governos do PT, a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) está sob suspeita, no próprio Palácio do Planalto, de boicotar as nomeações para o governo Michel Temer. Levantamento da Casa Civil mostra que ao menos 1.100 indicações estão paralisadas por causa da Abin, que tem a responsabilidade de verificar a ficha de cada indicado e liberar ou não para nomeação.
PASSOS DE TARTARUGA
Pesquisa da Abin sobre o secretário-executivo do Ministério da Saúde demorou três semanas. Do segundo para baixo, a demora é maior.

TOMADA POR PETISTAS
O governo diz ter detectado elevado número de petistas aboletados na Agência Brasileira de Inteligência, e o objetivo seria boicotar o governo.

NO OLHO DA RUA
Em resposta, o líder do governo na Câmara, André Moura (PSC), considerou a situação delicada. “Dá vontade de exonerar todo mundo”.

CONFESSIONÁRIO
Os aliados estão revoltados. O gabinete do líder do governo na Câmara virou um confessionário: todo mundo vai lá para reclamar.
DIÁRIO do PODER/montedo.com

Comento
Vocês lembram, Dilma sempre tratou o general Elito a pontapés e rebaixou o GSI a um apêndice da Secretaria de Governo, em outubro do ano passado. Na época, a Abin comemorou o fato de ter saído do controle militar. A matéria acima explica o porquê do contentamento.
Temer devolveu o status de ministério ao GSI, colocando a Abin novamente sob sua tutela. Com a palavra o titular da pasta, general Etchegoyen.

Leia também
Pá de cal. Dilma rebaixa GSI e Forças Armadas perdem último cargo no primeiro escalão. General Elito pede as contas.
Abin 'comemora' saída do controle militar para o civil
"O fator militar" e uma peça de ficção de Luiz Nassif
Ministro do GSI de Temer, general 'não nasceu de susto'
Recriação do GSI: diretor da Abin se diz desprestigiado pelo novo governo e pede demissão

17 de junho de 2016

E viva a medicina veterinária militar!

Governo do Rio pede mais Exército nas ruas durante os Jogos Olímpicos

DO RIO
O Estado do Rio pediu nesta quinta (16) que as Forças Armadas reforcem o policiamento na capital durante os Jogos Olímpicos.
O governador em exercício, Francisco Dornelles, enviou ofício ao presidente interino, Michel Temer, solicitando o apoio no período de 24 de julho a 19 de setembro.
O pedido já havia sido anunciado pelo secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, no último dia 19.
"Eu sou a favor de todo reforço que pudermos ter. Num evento complexo como a Olimpíada, nenhuma polícia do mundo dá conta da segurança sozinha. Em Londres o Exército britânico foi usado nesse trabalho também", disse Beltrame nesta quinta.
Se o pedido for aceito, o efetivo será determinado pelo Ministério da Defesa. Ele virá para reforçar o grupo de 38 mil militares que já estavam previstos para atuar nos Jogos.
Ao todo, somados os agentes de segurança, o efetivo nos Jogos será de cerca de 85 mil.
Após reunião do Comitê Executivo de Segurança Integrada Regional, realizada nesta quinta, Beltrame afirmou que o planejamento e detalhamento operacionais das áreas que serão patrulhadas pelas Forças Armadas serão definidos pelo Ministério da Defesa.
"A vinda das Forças Armadas estava prevista e fizemos o pedido, estabelecendo determinadas áreas que ficarão sob a responsabilidade e competência do Ministério da Defesa. Eles vão analisar essas áreas e definir o tipo de equipamentos e a quantidade de militares. Em um evento com a dimensão de uma Olimpíada, é obvio que a PM de qualquer estado brasileiro ou qualquer polícia do mundo não faz sozinha", disse o secretário.
Segundo o governo, eles deverão atuar no policiamento ostensivo nas linhas Vermelha e Amarela, Avenida Brasil, Aeroporto Internacional Tom Jobim e outros locais. As vias são cercadas por favelas. Algumas delas, como a Linha Amarela, fazem parte de rotas da Olimpíada. A Linha Vermelha liga o aeroporto ao centro da cidade.
O Rio tem tido confrontos e tiros perto de arenas e rotas como essas. Nesta quinta, duas mulheres foram atingidas por tiros na Linha Vermelha. O estado de saúde das duas é estável.
A 50 dias da Olimpíada, em todas as regiões do Rio, seja próximo das arenas ou no percurso de delegações e atletas, sobram confrontos entre facções ou troca de tiros de criminosos com policiais.
O ministro da Defesa, Raul Jungman, afirmou que, a princípio, os militares não atuarão em favelas. Um estudo elaborado por militares e pela Secretaria de Segurança mostra que deve haver o reforço na segurança de seis favelas do Rio. Todas elas estão localizadas no caminho de atletas e de delegações para locais de competição ou próximas a essas áreas.
Não está prevista pelos militares uma ocupação semelhante no modelo das UPPs (Unidade de Polícia Pacificadora) ou como fizeram no Complexo do Alemão, em 2010, ou no Complexo da Maré, ambos na zona norte.
Cerca 9,3 mil homens da Força Nacional de Segurança vão atuar na cidade durante os Jogos, mas, segundo o governo, a PM não terá apoio dela no policiamento ostensivo da cidade porque a Força estará empregada na segurança interna das instalações olímpicas.
Folha/montedo.com

Operação Pipa: militares do Exército capotam picape no interior do RN

Notícia recuperada: 13/6

Soldados do Exército capotam veículo na RN-233 entre Campo Grande e Caraúbas
Natal (RN) - Na tarde desta segunda-feira, 13/06, foi registrado mais um acidente causado pelo excesso de velocidade na RN-233 entre os municípios de Campo Grande e Caraúbas.
De acordo com as informações, dois soldados do exercito e que fazem parte da “Operação Pipa”, perderam o controle do veículo tipo L200 Triton em uma curva nas proximidades da entrada para a Comunidade Cajueiro e desceram um barranco, vindo a capotar várias vezes.
O veículo ficou com os quatros pneus para cima e, por sorte, ninguém teve nenhum tipo de hematoma pelo corpo, foram apenas danos materiais.
CGnaMÍDIA/montedo.com

16 de junho de 2016

Militar da Marinha reage a assalto e mata dois no RJ

Militar da Marinha reage a assalto em São Gonçalo e mata dois suspeitos

Ana Carolina Torres e Ricardo Rigel
Um militar da Marinha reagiu a um assalto na manhã desta quarta-feira, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio, e matou dois dos suspeitos que o renderam. O caso ocorreu no bairro da Covanca. Segundo policiais militares do 7º BPM (Alcântara), o militar passava de moto, uma Honda XRE 300, pela Rua Doutor Porciúncula quando foi rendido por quatro homens que estavam num Gol preto.
Dois deles desceram, pegaram a moto do militar e fugiram nela. Os outros dois suspeitos trocaram tiros com a vítima e acabaram mortos a tiros. O militar nada sofreu. Uma réplica de fuzil que estava com os bandidos foi apreendida. O caso seguiu para registro na 73ª DP (Neves).
Ao EXTRA, o militar contou que estava a caminho do trabalho, por volta das 7h, quando foi interceptado.
- Eles mandaram que eu deixasse a moto. Fiquei muito tenso porque estava armado e não queria confronto. Então deitei a moto no chão e corri. Nisso dois deles saíram com a moto. Os outros dois foram no carro me acompanhando - disse.
Ainda de acordo com a vítima, um dos criminosos apontou a réplica de fuzil em sua direção:
- A todo momento eles diziam que me matariam. Consegui me esconder atrás de um poste, saquei minha arma e atirei.
O militar criticou a violência no Estado do Rio.
- Sou do Piauí. Mas moro em São Gonçalo há vinte anos. Esse foi meu primeiro assalto. Mas, de um tempo para cá, venho mudando a minha rotina por causa dessa violência. Não saio mais à noite. É de casa para o trabalho e do trabalho para casa. Só saio com a família na parte da manhã - relatou.
Antes de assaltarem o militar, os bandidos haviam iniciado um arrastão no bairro Santa Catarina, na Rua Arthur Bernardes, próximo ao novo fórum. Uma das vítimas, uma operadora de caixa de 26 anos, disse que estava indo trabalhar quando foi abordada pelo grupo:
- Eles apontaram uma arma para mim e me xingaram muito. Mandaram entregar a bolsa, celular e o pouco dinheiro que eu tinha. Eles estavam muito doidos e fediam a vodca.
Uma estudante, de 24, também vítima, tentou correr quando viu a outra mulher ser assaltada, mas acabou sendo alcançada pelos homens, que levaram todos os seus pertences.
EXTRA/montedo.com

A excelência do ensino dos Colégios Militares e duas perguntas para os generais


Recebi na área de comentários, na postagem

As esquerdas piram: alunos do Colégio Militar de Porto Alegre brilham em Olimpíada de Matemática!

Léo disse...
"Parabéns a todos os integrantes do Colégio Militar de Porto Alegre!!! 
Eu não tenho a mais ínfima dúvida quanto à qualidade do ensino e da eficiência e eficácia na preparação intelectual dos alunos dos colégios militares administrados pelo Exército Brasileiro.
Agora, as perguntas que cada um de nós devemos fazer a nós mesmos (em especial, os generais) são as seguintes: 
- Qual a percentagem dos alunos referidos que ingressam realmente na carreira militar das Forças Armadas, após a conclusão do segundo grau? 
- E qual a trajetória da função: ingresso de ex- alunos dos CM/ano na AMAN ? 
Nunca li esse estudo-se é que existe- mas imagino que a trajetória supracitada é descendente, a cada ano que passa. E o motivo principal é o óbvio: vencimentos menores,e muito, que quaisquer Carreiras de Estado.
- Alguém tá preocupado com isso? 
Os mais preparados vão para lá, os menos ficam aqui(com raríssimas exceções).A nação pagará um preço muito alto, questão de tempo." (Edição: Montedo.com)

15 de junho de 2016

As esquerdas piram: alunos do Colégio Militar de Porto Alegre brilham em Olimpíada de Matemática!

Nota do editor: a manchete acima é do blogueiro

Alunos brilham na 14ª Olimpíada Sinodal de Matemática


Coronel Araujo
No dia 08 de junho de 2016, alunos do 6ª ano do Ensino Fundamental ao 2º ano do Ensino Médio do CMPA participaram do evento de premiação da 14ª Olimpíada Sinodal de Matemática.
A atividade contou com a presença do Comandante do CMPA, Cel Inf José Herculano Azambuja Junior; a coordenação dos alunos esteve a cargo das professoras Cap Adriana Hartmann e 2º Ten Paula Diovana Ricaldes Miranda de Oliveira.
Em sua segunda participação nas Olimpíadas de Matemática do Colégio Sinodal, localizado no município de São Leopoldo, novamente os alunos do CMPA obtiveram ótimos resultados.
A prova, ocorrida no início de maio, reuniu mais de 800 alunos de 15 instituições de ensino diferentes, dos municípios de Porto Alegre, São Leopoldo e Novo Hamburgo. Os alunos puderam realizar a prova individualmente ou em duplas.
No ano de 2016, 39 alunos do CMPA participaram, e destes, 33 foram premiados dentro de suas categorias. São eles:
6º ano
Classificação
Nome dos alunos
Giovani Servergnini Vargas
Níkolas Fernandes de Moraes
Diana Pereira Couto
Eduarda Heisler Tavares
Tales Hoffmann da Motta
7º ano
Classificação
Nome dos alunos
Bernardo Henkel Estivalet
Ramyro Corrêa Aquines
Felipe Reis Maccari
João Pedro Seibel Cervo
Gustavo Machado Demin
Leonardo de Andrade Paes
8º ano (empate em 1º lugar)
Classificação
Nome dos alunos
David Nicilovitz Chapper
Giovanni Borsato da Silva França
Guilherme Culau
Paolo Gabriel Orguim Simioni
Guilherme Ferreira Cruz
João Vítor Trogildo Foresti
   
9º ano (empate em 1º lugar)
Classificação
Nome dos alunos
Bernardo Peruzzo Trevisam
Ângelo Mateus Cadore Pierezan
Gabriel Neumann
Marcelo Koji Moori
Andressa Barreto Secretti
Bernardo da Cunha Ramos
   
1º ano do Ensino Médio
Classificação
Nome dos alunos
Juan Nicolas Avila Teixeira
Luca Silveira Escopelli
Carolina Klauck Novaes
Laura Gonçalves Patricio
Artur Torres Netto
Luis Henrique Rigon
2º ano do Ensino Médio
Classificação
Nome dos alunos
Gabriel Tabbal Mallet
Rafaela Borba Aquino
Laura Tamborindeguy França
Raquel Luckow Ferreira

CMPA/montedo.com

Arquivo do blog

Compartilhar no WhatsApp
Real Time Web Analytics