20 de abril de 2018

Para FHC, Villas Bôas disse o que todo mundo diz: a impunidade não pode prevalecer!

Resultado de imagem para fhcEm entrevista ao jornal O Estado de São Paulo, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso deu sua interpretação sobre a manifestação pelo Twiter do Comandante do Exército, General Eduardo Villas Bôas, às vésperas do julgamento do habeas-corpus de Lula pelo STF:

"Melhor que os militares não falem. Alguns ameaçaram, o chefe do Exército não fez isso. Basicamente, foi uma mensagem interna corporis. Ele falou antes que outros falassem coisas mais desabusadas. Não considero que a declaração ... tenha sido uma ameaça. Ele disse o que todo mundo diz: a impunidade não pode prevalecer, a Constituição diz isso. Ele não disse ‘condene fulano e beltrano’."
O Twitter de Villas Bôas que gerou polêmica:


Bomba da Segunda Guerra é desarmada em Berlim

Bomba da Segunda Guerra é desarmada em Berlim
Especialistas da polícia alemã trabalham durante as operações para desativar a bomba da época da Segunda Guerra - dpa/AFP
AFP
As forças de segurança de Berlim desarmaram com sucesso nesta sexta-feira uma bomba britânica de 500 kg da época da Segunda Guerra Mundial após evacuar parte do centro da capital alemã.
Tratou-se de uma das mais importantes evacuações em massa ocorridas no centro da cidade desde 1945 para permitir a desativação de uma bomba.
“Bom trabalho! A bomba foi desarmada. Todo mundo pode voltar ao seu prédio”, escreveu no Twitter a polícia de Berlim, compartilhando uma foto da bomba sendo retirada e colocada em um palet de madeira.
O artefato, encontrado por operários de uma obra no coração da capital alemã, havia sido classificado de seguro pela polícia.
Mas as autoridades decidiram evacuar todos os prédios em um perímetro de 800 metros ao redor do lugar em que a bomba foi achada.
A polícia local se assegurou que todos os moradores abandonassem suas casas antes que a operação fosse iniciada.
Segundo a polícia, foram cerca de 10.000 pessoas retiradas do local.
Os berlineses tiveram de se adaptar à situação, mesmo os que moram longe da zona afetada.
Fortes perturbações foram registradas nos transportes pelo fechamento da principal estação de trem da cidade, utilizada diariamente por 300.000 pessoas e situada dentro do perímetro da evacuação.
Os trens não puderam parar na zona afetada, cujos acessos foram fechados pela polícia.
“Não sabia nada sobre esta bomba”, declarou Yamamoto, um turista japonês procedente de Nagoya, surpreso com os procedimentos de evacuação.
O tráfego foi completamente interrompido, pois também foram fechadas as estações de bondes, ônibus e metrô.
A operação de desativação obrigou à evacuação de diversos prédios públicos, como o ministério da Economia, dos Transportes, um hospital militar, o gigantesco complexo em obras dos Serviços de Inteligência (BND), o Museu de Arte Contemporânea Hamburger Bahnhof e o Museu da Medicina.
“A bomba de 500 kg, que não explodiu na época, mede cerca de 110×45 cm, portanto é um objeto bastante imponente, que, potencialmente, pode causar muitos danos à cidade. Por isso, estamos sendo muito prudentes, usando profissionais altamente qualificados”, explicou um porta-voz da polícia berlinesa, Winfrid Wenzel.

– Impressionante, não excepcional –
Por mais impressionante que pareça a operação de evacuação, a Alemanha está acostumada a essas situações, já que as descobertas de bombas da Segunda Guerra são muito correntes no país.
Os artefatos lançados pelos aliados durante o conflito e que não explodiram causam sempre operações impressionantes.
A maior evacuação deste tipo desde 1945 aconteceu em setembro de 2017, em Frankfurt, onde foi descoberta uma enorme bomba britânica com uma carga explosiva de 1,4 tonelada. Cerca 65.000 habitantes se viram afetados pela operação de retirada.
Apesar de, no geral, ser possível desativar esses artefatos, em alguns casos é preciso proceder a uma explosão controlada.
Berlim sofreu intensos bombardeios durante a Segunda Guerra Mundial – principalmente na primavera boreal de 1945 – que destruíram um terço dos prédios da cidade e deixaram dezenas de milhares de mortos.
Desde então, foram descobertas milhares de bombas e, segundo os especialistas, cerca de 3.000 artefatos continuam ocultos no subsolo berlinês.
A parte da cidade afetada pela retirada nesta sexta-feira é uma zona que cresceu muito desde a queda do Muro de Muro de Berlim em 1989.
Situado perto da antiga fronteira entre as partes oriental e ocidental de Berlim durante a Guerra Fria, o bairro acolheu, depois da reunificação, vários ministérios, administrações, escritórios e embaixadas.
O lugar onde a bomba foi encontrada está a algumas centenas de metros do centro político e turístico da cidade, em particular do ministério das Relações Exteriores e do Reichstag, a sede do Parlamento alemão.
ISTO É/montedo.com

19 de abril de 2018

Em vídeo, Mourão reafirma apoio e adverte Bolsonaro: "Te prepara para um jogo duro e difícil!"

Curitiba (PR) 17/3/18 - Falando aos diplomados da Escola Superior de Guerra na sede do Clube dos Sub-Tenentes e Sargentos do Exército, o general Hamilton Mourão alerta Bolsonaro: "Te prepara para um jogo duro e difícil!"

Dia do Exército! Dia de todos nós.

Dia 19 de abril, Dia do Exército.
Ruben Barcellos

Há uma raça de homens que se embrenha nas matas, guiados mais pelo sentimento do dever do que mesmo pela orientação de suas bússolas. Buscam sinais de fronteiras, pontos marcados em cartas, povoações e brasileiros isolados pelas distâncias abissais. Nunca desistem da missão recebida; e os objetivos alcançados, não raras vezes, revelam marcas de sangue em suas pegadas. 
Esses militares...

Há uma raça de homens que se dispõe a servir à Pátria, guiados mais pelo civismo do que mesmo pela ambição da glória. Buscam ser soldados, onde a coragem os amarra à boca do canhão, irmanados pelo juramento ao símbolo maior – a Bandeira – cuja honra, integridade e instituições - defenderão com o sacrifício da própria vida. 
Esses militares...
Há uma raça de homens que usa farda, guiados mais pelo desejo de serem iguais do que mesmo pela vaidade de serem únicos. Buscam orientar, formar, aperfeiçoar e conduzir outros homens que chegam pra dividir tarefas ou chegam apenas por alguma fração de tempo. Nessa entrega e nessa troca de experiências, todos ganham o tempo todo, crescendo juntos, engrenagens da mesma máquina de fazer cidadãos. 
Esses militares...
Há uma raça de homens que frequentemente se muda, guiados mais pela necessidade do serviço do que mesmo pela sua necessidade pessoal. Buscam galgar os degraus da carreira, promissora meta que não oferece riqueza nem poder, mas a certeza da escolha como vocação e meio de vida. 
Esses militares...
Há uma raça de homens que são submetidos a constantes provas, guiados mais pelo aprimoramento da profissão do que mesmo pelo desafio de ser cada vez melhor. Buscam arrastar pelo exemplo, porque entendem que o caminho se faz – caminhando. 
Esses militares...
Há uma raça de homens, herdeiros de Guararapes - sangue e sinais de Fernandes Vieira, Vidal de Negreiros, Henrique Dias, Filipe Camarão - renascidos dignamente em Caxias, Osório, Sampaio, Mallet, Cabritta, Bittencourt, Zeca Netto, Bento Gonçalves...Todos eles reconhecidamente heróis, brasileiros por nascimento ou escolha, grandes espíritos da guerra e do enfrentamento, corajosos ao extremo, levando o patriotismo acima de todas as paixões - excepcionais soldados e homens fora do comum. 
Esses militares...

Dia do Exército.
Dia de todos nós.

Após dois dias de buscas, corpo de sargento da Marinha é encontrado em rio no Amapá

Encontrado corpo de sargento desaparecido em rio
O sargento Jânio Guimarães, de 43 anos, foi localizado no início da tarde desta terça-feira (17)
O sargento Jânio Guimarães, de 43 anos, foi localizado no início da tarde desta terça-feira (17)
Mazagão (AP)  - Equipes do Corpo de Bombeiros e da Marinha localizaram, no início da tarde desta terça-feira (17), o corpo do sargento da Martinha que estava desaparecido desde o último domingo (15), na região do Rio Vila Nova, próximo ao município de Mazagão.
O corpo de Jânio Guimarães Carvalho, de 43 anos, estava submerso e subiu para a superfície no fim da manhã, a cerca de 500 metros do local onde o acidente ocorreu.
De acordo com informações repassadas por amigos ao Corpo de Bombeiros, o sargento estava passeando com amigos, por volta das 16h do último domingo, quando caiu da embarcação e não foi mais visto.
As buscas começaram no dia seguinte, por volta das 6h, e só terminaram no fim do dia. A hipótese é de que o sargento tenha se afogado logo após cair da embarcação.
A Polícia Técnica do Amapá (Politec) foi acionada para remover o corpo do sargento. Até as 13h, a Marinha e o CBM continuavam no local para aguardar a chegada de parentes do militar que vieram do Rio de Janeiro para acompanhar as buscas.
SelesNafes.com/montedo.com

Imagem do dia


Em Ordem do Dia, Exército cita "defasagem salarial em relação às demais carreiras"


Na Ordem do Dia comemorativa ao Dia do Exército, a Força Terrestre tratou de inserir alguns conceitos e opiniões importantes sobre o atual contexto político e social do País. 
Confira os principais trechos da nota:

Sacrifício
“Essa caminhada [do Exército] não tem sido fácil e registra, como agora, diversos momentos de crise, que exigem da sociedade sacrifício, entendimento e coesão.”

Defasagem salarial
“Nossa Força Terrestre caminha em meio a dificuldades e desafios, entre os quais estão um orçamento aquém dos imperativos de suas missões e a defasagem salarial de seus soldados em relação às demais carreiras de Estado, obstáculos que não desviam os militares do propósito de estar, exclusivamente, dedicados e prontos para defender a Pátria.”



Crime, corrupção e ideologização são ameaças reais à democracia
“Não podemos ficar indiferentes aos mais de 60 mil homicídios por ano; à banalização da corrupção; à impunidade; à insegurança ligada ao crescimento do crime organizado; e à ideologização dos problemas nacionais. São essas as reais ameaças à nossa democracia e contra as quais precisamos nos unir efetivamente, para que não retardem o desenvolvimento e prejudiquem a estabilidade. O momento requer equilíbrio, conciliação, respeito, ponderação e muito trabalho.”

Eleições e comprometimento dos novos governantes
“Nas eleições que se aproximam, caberá à população definir, de forma livre, legítima, transparente e incontestável, a vontade nacional. Definido o resultado da disputa, unamo-nos como Nação. Será esse o caminho para agregar valores, engrandecer a cidadania e comprometer os governantes com as aspirações legítimas de seu povo.”

Equívoco conceitual
“O Exército” – diz a nota- “prefere não adotar os conceitos de sociedade civil e sociedade militar”. Aqui, o texto incorre em um equívoco conceitual muito comum: a expressão ‘sociedade civil’ não se contrapõe a  ‘sociedade militar’ e sim a  ‘sociedade de Estado’.


Exército resgata 20 passageiros após ônibus passar uma semana atolado no sul do Amazonas

Exército resgata 20 passageiros após ônibus passar uma semana atolado na BR-319, no AM
Cerca de 10 pessoas já tinham conseguido caronas para retornar a Manaus.
Ônibus ficou atolado em trecho da BR-319 considerado o mais crítico (Foto: Reprodução/TV Amazonas)
Ônibus ficou atolado em trecho da BR-319 considerado o mais crítico (Foto: Reprodução/TV Amazonas)
Por G1 AM
Um ônibus com passageiros passou uma semana atolado no interior do Amazonas, durante uma viagem pela rodovia BR-319, que liga Manaus a Porto Velho (RO). Vinte pessoas estavam no local desde o dia 11 de abril e foram resgatados nesta quarta-feira (18), pelo Exército.
O pedido de ajuda foi encaminhado para o Comando Militar da Amazônia (CMA), que enviou ao local uma equipe da 17ª Brigada de Infantaria de Selva, localizada no município de Humaitá, a 590 km de Manaus, na manhã de terça-feira (17).
Antes da chegada do Exército, outros 10 passageiros que estavam no ônibus tinham conseguido retornar para Manaus por meio de caronas. As pessoas que continuaram na estrada se alimentaram de doações de quem passavam pela rodovia.
Segundo o autônomo Elessandro Amaral da Cunha, a esposa e o filho seguiram viagem na quarta-feira (11) para visitar um parente que estava doente. Ele pagou R$ 480 por duas passagens.
A viagem normalmente dura cerca de um dia, mas seis dias depois os familiares de Cunha ainda não tinham chegado à capital de Rondônia.
O autônomo afirmou que a última vez que tinha conseguido contato com a esposa foi no dia da partida. Cunha disse que ficou sabendo do incidente por outro passageiro que conseguiu carona até Manaus.
“Recorri a qualquer informação que eu obtivesse aqui na empresa e a única coisa que eles respondiam era que o ônibus havia quebrado”, disse Cunha, ao afirmar que registrou boletim de ocorrência e deve entrar com ação na Justiça.

Infraestrutura
Durante o inverno amazônico, a situação da rodovia, que não é asfaltada, fica mais crítica. O trecho do meio da rodovia, que tem mais ou menos 400 km, é considerado o mais complicado.
O responsável pela empresa de ônibus afirmou à Rede Amazônica que havia enviado um outro ônibus para resgatar os passageiros.
O Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (Dnit) informou que mantém equipes na rodovia, e que durante o período de chuvas alguns trechos são interditados.
G1/montedo.com

RJ: intervenção já apresenta resultados

INTERVENÇÃO JÁ APRESENTA RESULTADOS
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Imagem: BBC Brasil
Roberto Freire*
Engana-se quem diz que a intervenção federal no Rio de Janeiro se deu às pressas, resultado de algum ímpeto presidencial para buscar reconhecimento junto à população, quando dos festejos de Momo.
Quero lembrar a vocês as declarações do Ministro Torquato Jardim, no final de outubro do ano passado, ao jornalista Josias de Souza.
Ele disse que as autoridades federais diagnosticavam que o governador Pezão não mais controlava a PM, cuja cúpula já estava associada ao crime organizado.
Falou também que as milícias cresciam celeremente sua participação no narcotráfico, em detrimento do crime organizado tradicional.
O Ministro da Justiça avaliou que a situação fluminense só começaria a mudar quando houvesse troca no comando político no Estado.
Foi uma comoção, com veementes protestos de autoridades locais e até federais, algumas das quais hoje se encontram nas malhas da Justiça.
Alguns críticos e opositores da intervenção argumentam que não houve um plano detalhado.
Como poderia haver, se toda a cadeia de comando dos órgãos e corporações responsáveis pela Segurança Pública no Rio de Janeiro estava em mãos comprometidas e detinham e manipulavam as informações necessárias a qualquer planejamento?
Diz-se, no Nordeste, que um saco fica de pé pela cabeça.
Foi necessário um ato presidencial que decretasse a intervenção na segurança pública fluminense, para que tivesse início a reversão desse quadro.
O general Braga Netto, nomeado interventor diretamente ligado à Presidência da República, iniciou a troca de comandos na Secretaria de Segurança Pública, nas cúpulas da PM e da Polícia Civil e na administração penitenciária. Houve, a partir daí acesso a informações realistas, despidas do róseo que antes era pintado, em flagrante contraste com a percepção que as sociedades fluminense e brasileira tinham do que se passava no Rio de Janeiro.
Decorrem cerca de dois meses, desde que o general Braga Netto assumiu a intervenção.
Os resultados já são sentidos, tais como as prisões inéditas na cúpula anterior da segurança pública no Estado, a nomeação de novos dirigentes e a reorganização mínima dos efetivos.
Tão somente no próprio curso dos acontecimentos poderia ter sido obtido um diagnóstico verdadeiro e ser feito um planejamento com os pés colados no chão, dotado de credibilidade.
E, não menos importante, deu-se início à reorganização das polícias e da administração penitenciária, bem como da Secretaria Estadual de Segurança Pública, com base nos servidores públicos insuspeitos de comprometimento com o crime organizado.
Ressalto algo inédito, no período, a prisão de uma centena e meia de milicianos, no começo deste mês, na Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro.
Nesse meio tempo e em grande parte em reação à intervenção federal, aconteceu a covarde e brutal execução da vereadora Marielle Franco e do seu motorista, Anderson Silva.
Decorrem pouco mais de 5 semanas do crime hediondo. As investigações correm em segredo e prosperam.
As provas materiais obtidas pelo trabalho de inteligência da Polícia Civil fluminense, com forte apoio federal, apontam na direção das milícias, informam as autoridades da intervenção.
Vale destacar o comportamento das pessoas mais próximas a Marielle Franco, como sua companheira de vida, a arquiteta Mônica Thereza Benício, a família da ex-vereadora e alguns de seus correligionários do PSOL fluminense.
Ainda bem que eles têm adotado uma postura correta em relação às apurações do atentado. Denunciam o crime como um atentado político à democracia e exigem rápida e profunda apuração, ao mesmo tempo em que colaboram com as investigações.
Tal comportamento vai na contramão da estultice de setores da esquerda, incluída a direção nacional do próprio partido da ex-vereadora, que se posiciona contra a intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro e até pede sua anulação no Supremo Tribunal Federal.
O objetivo da intervenção federal é o de reorganizar e reaparelhar o aparato estatal repressivo fluminense para o combate efetivo ao crime organizado, tanto aquele oriundo do tráfico tradicional, quanto a nova praga, que se espalha, as milícias. Tendo em mente tal finalidade, há avanços inequívocos.
Um dos mais importantes efeitos da intervenção federal no Rio de Janeiro é a construção das condições políticas, materiais, metodológicas e de inteligência, para que o Ministério Extraordinário da Segurança Pública possa atuar em unidade com governos estaduais na repressão eficaz ao crime organizado, sem que necessariamente se replique a intervenção federal em outras unidades da Federação.
O caminho do enfrentamento do crime organizado, no Rio de Janeiro e no conjunto do país, é longo e passível de sérias turbulências.
Torço para que não aconteçam no Rio de Janeiro e no Brasil novos atentados, expressão tresloucada de um crime organizado que começa a ser posto em xeque.
Com honestidade intelectual, não há outra conclusão possível, senão a de que avança em eficácia a intervenção federal no Rio de Janeiro, sobre um terreno minado e muito complexo.
*Presidente Nacional do PPS (Partido Popular Socialista)
DIÁRIO do PODER/montedo.com

"Bolsonaro2018" é nome de rede de wi-fi na ECEME

Área militar na Zona Sul do Rio tem wi-fi 'Bolsonaro2018'
ANCELMO GOIS
Wi-fi Chamou a atenção de um coleguinha que cobriu, dia desses, o 1º Fórum de Debates do Observatório Militar da Praia Vermelha, na Urca, no 3º andar do prédio, o nome de uma rede de wi-fi: “Bolsonaro2018”. A área da Fortaleza de São João, como se sabe, é militar.
O Globo/montedo.com

18 de abril de 2018

Trump nomeia primeira mulher negra como General de Brigada

Pentágono abriu para as mulheres todos os trabalhos militares das Forças Armadas há três anos

Trump nomeia primeira mulher negra como General de Brigada
(Makenzie Fallon/Marinha dos EUA)
Ivan Pentchoukov, Epoch Times
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez história na terça-feira (10) ao nomear a primeira mulher negra para servir como General de Brigada do Corpo de Fuzileiros Navais, conforme anunciado pelo Secretário de Defesa Jamie N. Mattis.
Se confirmado, a Coronel da Marinha Lorna M. Mahlock será a primeira mulher negra a servir como brigadeiro-general do Corpo de Fuzileiros Navais, o menor dos quatro ramos militares dos Estados Unidos.
Atualmente, Mahlock atua como vice-diretora de Operações, Planos, Políticas e Gestão de Operações na sede do Corpo de Fuzileiros Navais em Washington, Distrito de Colúmbia.
As mulheres constituem 8% dos membros do serviço de fuzileiros navais, mas é provável que esta percentagem aumente, declarou para a ABC News o general Glenn Walters, assistente do comandante do Corpo de Fuzileiros.
O Pentágono abriu para as mulheres todos os trabalhos militares das Forças Armadas há três anos.
Brigadeiro-general é uma alta patente do Corpo de Fuzileiros Navais, o sexto de nove patentes da estrutura dos oficiais, e é representado por uma estrela. Existem três patentes mais elevadas: major-general, tenente-general e general.
Epoch Times/montedo.com

Imagem do dia

Israel celebra seus 70 anos diante de desafios regionais e domésticos
Soldado israelense deposita uma flor em meio aos nomes dos colegas mortos a serviço do país, ou em atentados, em Jerusalém, em 18 de abril de 2018 - POOL/AFP

General de origem indígena é exonerado da Funai

A manchete é do blog. Leia a matéria do Estadão:
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Franklimberg Ribeiro de Freitas Foto: Isaac Amorim/MJSP
Temer decide exonerar presidente da Funai a pedido de bancada ruralista
Ministério da Justiça, ao qual a Funai é vinculada, ainda tentou segurar Franklimberg no posto, mas a pressão dos ruralistas foi maior; o pedido de sua saída veio do deputado Alceu Moreira (MDB-RS)

André Borges, O Estado de S.Paulo
BRASÍLIA – O presidente Michel Temer acolheu um pedido apresentado pela bancada ruralista e decidiu exonerar o presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), Franklimberg Ribeiro de Freitas. O Estado apurou que Franklimberg já foi comunicado sobre a decisão do Palácio do Planalto e deverá deixar o cargo até a próxima segunda-feira, 23.
A decisão ocorre após Temer receber formalmente o pedido de exoneração de parlamentares da bancada ruralista. Cerca de 40 deputados e senadores apresentaram uma carta ao presidente, solicitando a demissão de Franklimberg, sob argumento de que o atual presidente da Funai não tem colaborado com o setor.
O Estado apurou que o Ministério da Justiça, ao qual a Funai é vinculada, ainda tentou segurar Franklimberg no posto, mas a pressão dos ruralistas chegou a um ponto em que não havia mais o que fazer. Procurado, Franklimberg não quis comentar o assunto. A Funai também não se pronunciou.
A demissão do presidente da Funai ocorre a poucos dias do principal encontro indígena do País, realizado em Brasília. O chamado Acampamento Terra Livre, que acontecerá entre os dias 23 e 27 de abril, tem previsão de receber cerca de 5 mil índios na próxima semana.
O pedido de saída de Franklimberg foi apresentado pelo deputado ruralista Alceu Moreira (MDB-RS). Segundo fontes da Funai, Franklimberg foi surpreendido com a decisão de sua exoneração. Ele trabalhava nesta terça normalmente na sede da Funai. Entre os mais cotados mais assumir o cargo estaria o diretor da Funai, Francisco Nunes, que nutriria maior simpatia pelos ruralistas.
A Frente Parlamentar da Agropecuária informou, por meio de nota, que enviou ofício solicitando a substituição do presidente da Funai após receber uma reivindicação feita por populações indígenas "insatisfeitas com o desempenho do general do Exército, Franklimberg Ribeiro de Freitas". De acordo com a frente, mais de 170 líderes indígenas assinaram um ofício pedindo a exoneração de Franklimberg.
"A partir desta reivindicação, a FPA enviou ofício solicitando a substituição, observando ainda o aumento indiscriminado de invasões e conflitos, especialmente no campo, conforme mostra pesquisa realizada pela Comissão Pastoral da Terra (2018)", diz a FPA.
A nota destaca um aumento de 18,5% de mortalidade infantil entre povos indígenas em 2017, comparado a 2015 e 2016, e um crescimento de 18% em casos de suicídio no mesmo período.
"Diante das justificativas, a FPA deseja que as decisões do governo federal sejam fundadas em melhorias das políticas públicas voltadas para atender as comunidades indígenas, a sociedade e os anseios do Poder Legislativo", afirma a federação.
Franklimberg Ribeiro de Freitas ocupa a presidência da Funai desde janeiro do ano passado. Sua chegada ao órgão causou polêmica à época, por conta da entrada de militares para cargos na Funai. Doutor em Ciências Militares pela Escola de Comando e Estado Maior do Exército, Franklimberg é general de brigada, assessor de relações institucionais do Comando Militar da Amazônia. Como oficial general, comandou a 1ª Brigada de Infantaria de Selva em Roraima e foi chefe do Centro de Operações do Comando Militar da Amazônia.

Nota do editor
O general Franklimberg é índio da etnia Maués. Foi o primeiro indígena a ocupar a presidência da Funai. É pré-candidato a a deputado federal pelo Amazonas.

"Bolsonaro não representa o Exército" diz general Comandante Militar do Sul

A manchete aí em cima é do blog. Segue a matéria de Zero Hora:

População não quer militarismo no Brasil, diz comandante Militar do Sul
General Edson Leal Pujol também minimizou declaração feita pelo comandante do Exército antes de julgamento do habeas corpus de Lula pelo STF
Débora Cademartori / Agencia RBS
General Edson Leal Pujol participou de homenagem ao Dia do Exército na Assembleia Legislativa
Débora Cademartori / Agencia RBS
Gabriel Jacobsen
Porto Alegre (RS) - Após participar de cerimônia na Assembleia Legislativa, nesta terça-feira (17), o general Edson Leal Pujol, comandante Militar do Sul, avaliou que o Brasil não deseja governos militares. Segundo ele, a população acredita em valores associados às Forças Armadas, mas não quer que elas comandem o país.
— Uma parcela das pessoas tem se manifestado, por diversos meios, dizendo que confia nas instituições militares. Mas não que quer que o país se transforme em um militarismo. Vivemos um período de turbulência, a população enxerga nas instituições militares valores éticos e morais. Não vejo que estejam buscando o militarismo para o Brasil — avaliou.
O comandante também disse não haver riscos de que o país passe agora por um processo semelhante ao de 1964 – quando começou o regime militar – porque, segundo ele, não há a polarização mundial percebida à época.
— Se nós analisarmos historicamente, os períodos são distintos, até mesmo na área internacional. O mundo vivia um cenário bipolar, um movimento internacional buscando expandir a doutrina socialista e comunista em muitos países. Hoje vivemos muito mais uma crise interna, não por questões ideológicas — disse.
O general também minimizou as afirmações feitas pelo comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, que se manifestou, na véspera do julgamento do habeas corpus do ex-presidente Lula pelo Supremo Tribunal Federal (STF), apontando que a instituição “compartilha o anseio de todos os cidadãos de bem de repúdio à impunidade (...), bem como se mantém atento às suas missões institucionais”.
Para Pujol, o entendimento de setores políticos de que a afirmação de Villas Bôas foi uma tentativa de pressão sobre o STF não procede.
Vivemos um período de turbulência, a população enxerga 
nas instituições militares valores éticos e morais.
EDSON LEAL PUJOL
Comandante Militar do Sul
— Essa interpretação sobre a manifestação do comandante do Exército é muito diversa. Não foi essa (de pressão) a intenção do comandante do Exército. Nós nos colocamos pelo princípio da legitimidade e da legalidade.
Pujol ainda falou sobre o pré-candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL-RJ) que, para ele, não representa o Exército brasileiro, sendo apenas um militar reformado que “há muito tempo está na vida política”.
— Bolsonaro não representa o Exército (...) muitas das ideias que externa, ele aprendeu na vida militar, mas ele não é um candidato do Exército ou um candidato militar — disse.
Pujol foi um dos mais de cem militares que acompanharam o período do Grande Expediente da sessão da Assembleia desta terça-feira. Por proposta do deputado Bombeiro Bianchini (PR), o ato homenageou o Dia do Exército, celebrado em 19 de abril.
ZERO HORA/montedo.com

Intervenção federal: as bruxas do Rio estão soltas e zangadas

As bruxas do Rio estão soltas e zangadas
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Elio Gaspari
As forças da desordem estão mandando sinais desafiadores à intervenção federal na segurança do estado
Desde fevereiro, quando foi decretada a intervenção federal na segurança do Rio, coisas estranhas aconteceram, como se algumas peças de um tabuleiro de xadrez se mexessem sozinhas. Seis casos:
1) Um mês depois da intervenção, a vereadora do PSOL Marielle Franco e seu motorista Anderson Gomes foram executados. Até hoje os assassinos não foram identificados. No início de abril, o cadáver de um colaborador do vereador Marcello Siciliano foi encontrado dentro de um automóvel. (Dias antes, Siciliano havia sido ouvido na investigação do assassinato de Marielle.)
2) A tropa do Exército começou um processo de pacificação na Vila Kennedy, e o gabinete do interventor foi surpreendido por uma operação que destruiu 30 barracas e quiosques de comércio na Praça Miami. O prefeito Marcelo Crivella desculpou-se, mas ninguém foi punido.
3) Durante uma inspeção do general que chefia o gabinete da intervenção ao 14º Batalhão da PM (Bangu), uma parte da tropa formada não lhe deu continência depois da ordem do coronel-comandante. Foi necessário que a repetisse.
4) Uma inspeção feita com a participação do Exército no presídio de Bangu 3 resultou num fracasso, com a apreensão de um celular e ventiladores. Mal planejada, a operação vazara. Outra iniciativa, da qual participaram 3.400 militares no Complexo do Lins, também teve resultados pífios porque a bandidagem foi alertada.
5) Na última semana de fevereiro, o gabinete da intervenção determinou o retorno de 3.100 policiais militares e bombeiros cedidos a outras repartições. (O efetivo de cabos e soldados da PM é de 22 mil.) Um mês depois, a Assembleia Legislativa ainda não havia atendido ao pedido de devolução de 87 dos 146 PMs lotados nos gabinetes da Casa. Segundo o deputado André Ceciliano, que ocupa a cadeira de Jorge Picciani, guardado em prisão domiciliar, o secretário de Segurança não administra questões financeiras. Nessa linha de argumentação, a Assembleia deveria pagar os salários dos PMs, mas, como o governo do estado não repassa os recursos, eles continuam na folha da corporação. A Assembleia deve R$ 68 milhões à PM, mas os policiais continuavam lá.
6) Ontem, os repórteres Fábio Teixeira e Gustavo Goulart revelaram que 47 dos 87 PMs lotados na Assembleia não se tinham se apresentado à corporação e arriscavam ser considerados desertores. Há camelôs que desafiam regras da Secretaria de Segurança, mas nunca se ouviu falar de militares desrespeitando ordens de seus comandos de forma tão ostensiva. Uma olhada nas condições dessa bancada revelou que 31 policiais emprestados recebiam apenas o soldo. Outros acumulavam penduricalhos e um cabo acrescentou ao seu soldo de R$ 2.437 um adicional de R$ 6.495 líquidos.

Algumas das coisas estranhas que começaram a ocorrer depois da intervenção têm uma peculiaridade: não aconteciam antes dela. É verdade que os vazamentos de operações militares já haviam ocorrido, mas nunca havia sido assassinada uma vereadora. Também não se sabe de caso de tropa que não deu continência a um general, nem de determinação da Secretaria de Segurança que fosse respondida com tamanha demora e controvérsia.
*Jornalista
O Globo/montedo.com

Prepara, EB! PMs rejeitam proposta de reajuste e criam cartilha para "operação padrão" em Alagoas

Matéria editada pelo Blog. Para acessar a notícia original, clique no link ao final da postagem.

ASSEMBLEIA REUNIU MAIS DE TRÊS MIL MILITARES E REJEITARAM PROPOSTA DE 10% PARCELADOS EM QUATRO ANOS, A PARTIR DE 2019 (FOTO: RAFAEL MAYNART/GAZETAWEB)
Maceió (AL) - Agentes de segurança pública que passaram três anos sustentando a popularidade do governo Renan Filho (MDB), a partir da redução histórica da violência em 2015, passaram de trunfo eleitoral à grande ameaça à sua reeleição. Há menos de seis do pleito, Mais de três mil integrantes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros de Alagoas se reuniram à frente da sede do Governo de Alagoas para dizer não à proposta de 10% de reajuste parcelado em quatro anos, oferecida pelo governo ao movimento que ameaça paralisar o policiamento no Estado.
Na assembleia geral realizada à porta do Palácio República dos Palmares, no Centro de Maceió, policiais e bombeiros demonstraram indignação diante da previsão do governo de iniciar a reposição salarial acumulada desde 2015 somente a partir de 2019. E ainda decidiram ampliar para 29% a proposta de reajuste salarial, para que haja uma equiparação à reposição concedida recentemente à classe dos delegados da Polícia Civil, a ser aplicada em 2019.
Ainda descartando um aquartelamento, será ampliada a radicalização que já resultou no boicote legal aos serviços voluntários de policiamento dos programas Força Tarefa e Ronda no Bairro, criados por Renan Filho e exaltados na propaganda oficial.
Veja o momento em que a tropa diz não à proposta de Renan Filho, registrado pelo portal Gazetaweb:

Operação padrão
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Charge só para quem não tem corrupto de estimação...

SPONHOLZ

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17 de abril de 2018

Vereador é condenado a pagar multa por fraudar provas que levaram a prisão de tenente do Exército por pedofilia

Vereador Cláudio Prates é condenado a pagar R$ 100 mil de multa por fraudar provas que levaram a prisão de tenente
Na época da prisão, vereador de Montes Claros trabalhava como escrivão na Polícia Federal; laudo da PF aponta que provas contra o tenente do Exército foram manipuladas por Prates.
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Vereador fraudou provas contra tenente do Exército quando era escrivão de polícia
Imagem: Gazeta Norte Mineira
Valdivan Veloso, G1 Grande Minas
Montes Claros (MG) - O Tribunal Regional Federal da Primeira Região condenou o vereador Cláudio Prates (PTB) por danos morais em uma ação movida pelo tenente aposentado do Exército Brasileiro, Wendell Nassau Nether, que acusou o parlamentar de fraudar provas que o levaram a prisão por pedofilia em 2010. A sentença determina que Prates, junto com a União, pague o valor de R$ 100 mil e multa. A decisão cabe recurso.
Na sentença, o juiz Jeferson Ferreira Rodrigues afirmou que o tenente sofreu graves acusações “por obra de um agente público que abusou das prerrogativas de seu cargo e ofício”. O tenente foi preso na operação O Senhor das Armas da Polícia Federal; na época Cláudio Prates atuava como escrivão no órgão.
O advogado do tenente, Herbert Mourão, disse ao G1 que a decisão comprova a inocência do seu cliente. "Esta indenização vem trazer uma pequena reparação ao tenente, que por oito anos foi tachado como pedófilo e estuprador. Esta reparação financeira nunca vai apagar todo o transtorno que o Wendell e sua família passou neste período", explica o advogado.
Em nota, o vereador Cláudio Prates informou que não foi notificado sobre a sentença, mas afirmou que acredita que "a verdade prevalecerá e que irá recorrer da decisão de primeira instância, na convicção de que na instância superior, será inocentado, pois não há materialidade na denúncia. Não há comprovação que pese contra ele".


Entenda o Caso
A operação Senhor das Armas foi realizada em Grão Mogol, após denúncias de que o tenente armazenava armas de uso restrito na fazenda dele. Na ocasião, foi cumprido mandados de busca e apreensão e, em um pendrive apreendido, foram encontradas imagens de crianças e adolescentes em situação de exposição sexual. O tenente foi preso por pedofilia, posse ilegal de armas de uso restrito e ameaça.
Um laudo da Polícia Federal apontou que o pendrive foi manipulado por Cláudio Prates, que na época atuou na operação. Após a análise do conteúdo do pendrive, o Ministério Público Federal denunciou ainda o vereador por pedofilia e fraude processual. Prates nega as acusações. Ainda segundo o laudo, nos HDs apreendidos na fazenda do tenente não foram encontrados materiais pornográficos.
G1/montedo.com

"Déficit de efetivo" : general determina retorno de 87 PMs cedidos à assembléia legislativa do RJ

PMs devem retornar imediatamente (FOTO: JULIANA STADNIK/ ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DE SANTA CATARINA)
O secretário de Segurança do Rio, general Richard Nunes, determinou em resolução publicada no Diário Oficial do Estado de hoje (16), a suspensão de 87 policiais militares cedidos à Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). O secretário cita o decreto de intervenção federal na segurança pública do Estado do Rio de Janeiro, datado de 16 de fevereiro deste ano, “que tem a necessidade de otimizar os esforços realizados pelas forças de segurança pública em conter a criminalidade e proporcionar segurança ao cidadão fluminense”.
De acordo com a medida, os policiais militares têm que se apresentar imediatamente ao comando da corporação, sob pena de sofrerem punições previstas no Código Penal Militar. Os nomes dos agentes constam no Diário Oficial. Apenas os PMs que não foram mencionados na publicação continuarão a trabalhar na assembleia," a fim de garantir a proteção pessoal dos deputados estaduais e o exercício de outras atividades policiais". A resolução entra em vigor na data da publicação.
Na justificativa, o general Richard Nunes explica que o Decreto Estadual 41.687/2009, autoriza a suspensão do empréstimo quando houver atraso, por dois meses consecutivos, do ressarcimento das despesas de pessoal com os agentes cedidos. Como a Alerj está inadimplente com o governo do estado, a secretaria deu um prazo de 72 horas para a regularização do pagamento, encerrado na última sexta-feira (13).
O secretário esclarece na resolução que a PM "se encontra com um déficit de efetivo e, mesmo se convocados todos os aprovados no último concurso, não alcançará o contingente previsto para a corporação, o que traz dificuldades para o cumprimento de sua missão constitucional".
Dos 146 policiais cedidos à Alerj, 79 continuarão na segurança dos parlamentares. Somente no gabinete do deputado Paulo Melo (MDB) preso na Operação Cadeia Velha, em novembro último, e que se encontra com prisão preventiva decretada pela Justiça Federal, há oito policiais militares lotados.
Agência Brasil/montedo.com

Vale tudo no BBB. "Sou neta de combatentes da 2ª Guerra Mundial, vim para lutar", diz Paula

Reprodução/TvGlobo
Paula justifica seu voto na família LimaImagem: Reprodução/TvGlobo
Indicada para última berlinda do "BBB18" nesta segunda-feira (16), Paula escolheu a família Lima como seu adversário e surpreendeu ao fazer seu discurso de permanência.
A sister reafirmou que está na casa pelo jogo e que "tem a luta no sangue". "Sou brasileira raiz. Neta de combatentes da segunda guerra, filha de pais que batalham muito, e eu sou atleta, vim pra vencer e pra jogar o game. Quebrei a cara, paguei língua e estou entregue no jogo", afirmou a sister.
Esta é a última berlinda do programa, formada após Kaysar vencer uma prova de agilidade e sorte na noite desta segunda-feira (16).
UOL/montedo.com

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