26 de outubro de 2010

TROPAS BRASILEIRAS SÃO BARRADAS NA FRONTEIRA COM A ARGENTINA

Argentinos barram passagem de militares brasileiros
Guilherme Wojciechowski

Militares brasileiros que participariam de uma operação conjunta com o Exército argentino na cidade de Apóstoles, a 350 quilômetros da Tríplice Fronteira, foram barrados na última sexta-feira (22), no momento em que preparavam-se para a travessia da Ponte Tancredo Neves.
Conforme informações divulgadas pela imprensa local, o incidente ocorreu na madrugada de sexta, horário combinado para que os cerca de 300 militares ingressassem em território argentino. Fiscais da aduana de Puerto Iguazú alegaram não ter autorização para permitir a passagem dos blindados e caminhões e bloquearam a via.
O chamativo do caso é que a “Operação Guarani 2010”, organizada pelas forças armadas de Brasil e Argentina, estava agendada desde 2008 e, segundo o Exército Brasileiro, todos os trâmites legais e diplomáticos foram cumpridos para que não houvesse nenhum tipo de incidente.
O objetivo da operação, cuja primeira edição foi realizada em 2008, no estado de Santa Catarina, era aumentar os laços de cooperação e amizade entre os militares dos dois países e proporcionar a troca de experiências. Na ocasião, os argentinos não tiveram problema para ingressar ao Brasil.
Em rápida busca nos portais de notícias da província argentina de Misiones, efetuada na madrugada de hoje (25), não foram encontradas notícias sobre o incidente na fronteira ou o desenrolar da operação, coordenada pela Brigada de Monte XII do Exército Argentino.

JOBIM E COMANDANTES MILITARES DISCUTEM ESTRATÉGIA NACIONAL DE DEFESA

O ministro da Defesa, Nelson Jobim discutiu hoje (25) com os comandantes do Exército, da Marinha e da Aeronáutica "a importância da união e do alinhamento dessas unidades, em função da nova estratégia nacional de defesa", que vai estar sob coordenação do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (Emcfa). Essa foi a primeira reunião do Comitê dos Chefes dos Estados Maiores.
Criado por Lei Complementar em agosto, o Emcfa vai fazer a coordenação das ações militares das três forças e tem como chefe o general de Exército José Carlos De Nardi, que participou da reunião. De Nardi será o responsável pelo emprego das Forças Armadas, enquanto aos comandantes das três armas, a quem De Nardi está equiparado hierarquicamente, caberá o adestramento das corporações. O chefe do Emcfa também irá conduzir as atividades do Estado-Maior de Defesa, da Secretaria de Ensino, Logística, Mobilização, Ciência e Tecnologia (Selom) e da Secretaria de Política, Estratégia e Assuntos Internacionais (Speai).
Além do general De Nardi, participaram da reunião os chefes dos Estados Maiores da Marinha, almirante de esquadra Marcus Vinicius Oliveira dos Santos, do Exército, general de Exército Marius Luiz Carvalho Teixeira Neto, e da Aeronáutica, tenente brigadeiro do ar Cleonilson Nicário Silva.
Agência Brasil

ELEIÇÕES: EXÉRCITO GARANTIRÁ SEGURANÇA EM NOVE CIDADES DE ALAGOAS

O pleno do Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE-AL) aprovou as requisições de tropas federais feitas pelos juízes de seis zonas eleitorais do Estado: 17ª, 18ª, 29ª, 33ª, 46ª e 48ª. Resta agora a autorização do Tribunal Superior Eleitoral sobre da estada do Exército Brasileiro em nove municípios alagoanos. Em Roteiro, no litoral sul do Estado, o prefeito Fábio Jatobá (PTB) informou não vai ‘abrir mão’ das tropas federais por conta do recente assassinato de um vereador da cidade.
As zonas autorizadas pelo TRE/AL para receber o Exército estão sediadas nos municípios de São Luiz do Quitunde, São Miguel dos Campos, Porto de Pedras, Batalha, Cacimbinhas e Boca da Mata, respectivamente. A resolução nº 15.098/10 que aprovou esses pedidos foi enviada nesta segunda-feira (25) para o TSE com as devidas justificativas anexadas. 

JUSTIÇA SOLTA SOLDADOS DO EXÉRCITO ACUSADOS DE MATAR CONTADOR

Os dois soldados do Exército suspeitos de matar um contador em Pouso Alegre, no Sul de Minas Gerais, foram soltos através de um habeas corpus concedido pela Justiça. Dimas Bueno, de 40 anos, foi morto na casa dele, no bairro Colina de Santa Bárbara, no último dia 28.
O carro do contador foi encontrado abandonado próximo à casa. Os dois suspeitos foram presos dez horas depois pela Polícia Militar dentro da sede do Exército em Pouso Alegre.
No depoimento à polícia, Alisson Douglas Gouveia, de 19 anos, confessou que tinha um relacionamento amoroso com a vítima e que depois de uma discussão teria acertado um banco de madeira na cabeça de Dimas. O outro soldado, Eduardo Raimundo Codinole, também de 19 anos, teria apenas acompanhado a briga. 
O GLOBO

Leia também:
RECRUTAS DO EXÉRCITO SÃO PRESOS POR SUSPEITA DE ASSASSINATO EM MG!

25 de outubro de 2010

AS BOLSAS MAIS CARAS DO MUNDO!


 Lana J. Marks Cleopatra Bag - R$211.200,00
usada por Angelina Jolie na entrega do Oscar 2009.

 The Chanel Diamond Forever Classic Bag R$551.232,00.
são 334 diamantes e ouro branco. Somente 13 foram feitas no mundo inteiro.

 Marc Jacobs Carolyn Crocodile R$63.360,00, 
é feita de couro roxo de crocodilo.

 Fendi Selleria - R$80.256,00 
feita de couros chinchila e zibelina. 
Gadino Handbag de Hilde Palladino - R$81.249,00 
bolsa que traz 39 diamantes e detalhes em ouro 
E AGORA...
A BOLSA MAIS CARA DO MUNDO





...





TCHAN!  TCHAN! TCHAN!





Bolsa Família do Governo Lula 
Mais de R$4.000.000.000,00 
 feita com o mais puro couro da classe média brasileira.

E AGORA? CORONEL FAJUTO "ERA MUITO COMPETENTE", DIZEM POLICIAIS.

Carlos da Cruz Sampaio Júnior, o tenente-coronel pirata, usou os números para ganhar notoriedade na Polícia Militar. Chegou ao 6º BPM (Tijuca), em janeiro deste ano, e tomou a sala de operações da unidade como o seu quintal. Passou a frequentar as reuniões de planejamento e começou a definir a estratégia de policiamento ostensivo. O “trabalho” do falso militar deu mais visibilidade e rendeu ao batalhão um prêmio por bater a meta de redução de crimes estabelecida pela secretaria estadual de Segurança (Seseg). Com este resultado, todos os policiais da unidade ganharam R$ 500.
De acordo com policiais do 6º BPM, Sampaio agiu como um “grande conhecedor”, posicionando carros e homens nos locais apontados pelo Instituto de Segurança Pública (ISP) como os mais perigosos da área de atuação do batalhão: Tijuca, Maracanã, Praça da Bandeira, Vila Isabel, Andaraí e Grajaú. Assim, acertando em cheio a chamada mancha criminal, o Coronel Caô ajudou a diminuir a quantidade dos crimes que a Seseg considera mais importantes. O número de homicídios caiu de 22 para 14, uma redução de 40%. O roubo de veículo despencou de 739 para 431, menos 42%. Já o roubo de rua — transeuntes + coletivo + aparelho celular — caiu 20%, de 2.176 para 1.734 registros. Soma-se à perícia de Sampaio a instalação da primeira Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Tijuca. Em 7 de maio, o Morro do Borel foi ocupado pelo Batalhão de Operações Especiais e, um mês depois, recebeu a UPP.
‘Promoção’ por mérito
Sampaio teria sido levado para o 6º BPM por um major, mas virou a “menina dos olhos” de dois coronéis, que o indicaram à subsecretaria de Integração Operacional da Seseg. No principal órgão do setor, no Estado do Rio, recebeu a tarefa de organizar o policiamento da 1ª Região Integrada de Segurança Pública (Risp), que inclui 12 batalhões da capital carioca.
— Todos consideravam o Sampaio competente. E os números mostram que ele é. Mas cometeu crimes, enganou todo mundo — comentou um soldado PM, “ex-funcionário” do impostor.
Mestre do patrulhamento inverso
Com vocação para estatísticas e aficcionado por slides, Carlos da Cruz Sampaio Júnior impressionava pela capacidade de se impor e de realizar. No 27º Batalhão de Polícia Militar (Santa Cruz), paira o gosto amargo pelo fato de um militar falso ter aplicado instruções, mas há também o legado. Coube a Sampaio Júnior a implementação do patrulhamento das ruas pelas viaturas. No BPM, os policiais chamam a metodologia de patrulhamento invertido e rendem elogios àquele que, mesmo entre as grades por porte ilegal de arma, recebe elogios.
— Ele fez o mapa do patrulhamento das ruas. E olha que deu certo: uma indo, a outra vindo, em sentidos opostos. Ele foi muito bem nisso — disse um soldado, que pilota uma viatura em Santa Cruz.
O tenente-coronel Sampaio, assim chamado nos batalhões, era de colocar a mão na massa. Após usar a informática para mostrar a teoria, ele ia à rua com os policiais.
— Dava bronca mesmo — contou um policial.
Na área do 17º BPM (Ilha do Governador), o falso militar também deu as cartas. Carlos da Cruz Sampaio Júnior coordenou operacionalmente as viaturas.
— A função dele era baixar o índice de criminalidade. O pior é que conseguia. O impostor é bom. Saía pelas ruas de madrugada, com o fuzil nas costas, para acompanhar as operações. Era participativo — afirmou um policial do Batalhão da Ilha.
Na Ilha, ele aparece como testemunha de um auto de resistência. De acordo com o inquérito, Sampaio Júnior “comandou a blitz com quatro policiais militares. Foi quando apareceu um carro, que tentou furar a blitz. Ele não deu tiro. Mas a operação acabou com um assaltante morto, uma fuga e a libertação de uma vítima”.
Divulgação
Alerj entrou na roda
A Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) também entrou no repertório de Carlos Sampaio Júnior. Em 2009, ele distribuiu a seus amigos e mulheres um cartão de visita falso, em que se dizia chefe de gabinete do deputado estadual Paulo Souto. Até o endereço de e-mail da Alerj o falsário criou, mas não há qualquer registro de sua possível contratação na instituição.
Paulo Souto, inclusive, nunca foi deputado. Ele é delegado e era subsecretário de Segurança, na primeira passagem de Sampaio pelo órgão, em 2003. Como terceiro suplente, Souto brigou por uma vaga, no ano passado, mas não conseguiu ocupar uma cadeira na Assembleia.
EXTRA ONLINE

GRUPO RETOMA ESCAVAÇÕES NO ARAGUAIA, EM BUSCA DE CORPOS DE GUERRILHEIROS

Luana Lourenço
 
O Grupo Técnico Tocantins (GTT), que procura restos mortais de militares e guerrilheiros desaparecidos durante a Guerrilha do Araguaia, retomou os trabalhos e começou  na última terça (19) a escavar em dois locais no cemitério de Xambioá (TO).
Três escavações foram iniciadas na antiga base militar da cidade, que servia de ofensiva contra a Guerrilha, mas nenhuma ossada foi encontrada.
Xambioá é considerado a principal área de escavação em busca de restos mortais de desaparecidos do Araguaia. Na região, foram achados até agora os dois únicos corpos de integrantes da guerrilha. Os restos mortais foram identificados como sendo dos guerrilheiros Maria Lúcia Petit da Silva e Bergson Gurjão Farias.
Os locais das escavações são definidos com base em documentos históricos e entrevistas. Após a indicação, começa o trabalho técnico dos geólogos da equipe, que fazem uma espécie de “escaneamento” da área.
“É como se fosse um ultrassom da terra, feito por ondas eletromagnéticas, que identifica alguma anomalia no solo. O aparelho não indica se é osso, pode ser uma rocha, uma raiz”, explicou o geólogo Ricardo Braga.
As buscas no GTT em Xambioá devem durar pelo menos mais quatro dias. Esta é a sexta expedição do grupo este ano. A Guerrilha do Araguaia foi um movimento de oposição à ditadura militar (1964-1985) organizada pelo PCdoB. 
AGÊNCIA BRASIL

RADIOGRAFIA DE UMA FRAUDE (1): O HISTÓRICO DA GUERRILHEIRA TEM MAIS CODINOMES DO QUE TIROTEIOS!

“Senhora ministra Dilma Rousseff, minha camarada de armas”, assim José Dirceu saudou a herdeira do cargo na abertura do adeus à chefia da Casa Civil. “Ela é uma companheira de lutas e, como eu disse, uma camarada de armas”, reincidiu no meio do palavrório o figurão despejado do cargo por não saber ocultar direito as provas do crime. ”Lutamos contra a ditadura militar de armas na mão. Lutamos pela redemocratização do Brasil de peito aberto”.
Animado com a salva de palmas, o orador caprichou na pose de primeiro da turma no cursinho intensivo de guerrilha em Cuba. Dilma manteve o semblante severo de quem entrou em Havana no primeiro dia de 1959 ao lado de Fidel Castro. Se esses dois tivessem escoltado Che Guevara na selva boliviana a história seria outra, emocionaram-se na plateia veteranos heróis da resistência que hoje lutam pela prosperidade alistados no exército dos bolsistas da anistia.
O País do Carnaval não estabelece limites nem prazos de validade para a fantasia, constatou outra vez o Brasil que vê as coisas como as coisas são. Na discurseira de junho de 2005, por exemplo, Dirceu travestiu de soldados da democracia dois devotos de seitas que pretendiam trocar a ditadura militar pela ditadura comunista, e tinham tanto apreço pela liberdade quanto um carcereiro nazista.
“A VAR- Palmares é uma organização político-militar de caráter partidário, marxista-leninista, que se propõe a cumprir todas as tarefas da guerra revolucionária e da construção do Partido da Classe Operária, com o objetivo de tomar o poder e construir o socialismo”, confessava já nas primeiras linhas o panfleto de apresentação de uma das quatro siglas frequentadas por Dilma em três anos de militância clandestina. Mas quem faz o que fez Dirceu não fica embaraçado por tão pouco, e o falatório seguiu seu curso.
Sempre fantasiado de democrata, o capitão do time expulso de campo pelo mensalão aproveitou a troca de guarda no primeiro escalão para celebrar a troca de chumbo que não houve. O guerrilheiro diplomado com o codinome Daniel só foi visto de armas na mão nas aulas práticas do cursinho ─ para disparar balas de festim, porque não se desperdiça chumbo em combates imaginários. De volta ao Brasil, assustou-se com o tamanho da confusão e preferiu entrincheirar-se por trás do balcão do Magazine do Homem, em Cruzeiro do Oeste. Em vez de comprar brigas perigosas, esperou a anistia vendendo roupas masculinas.
O histórico da guerrilheira urbana registra mais codinomes que tiroteios. Entre meados de 1967 e janeiro de 1971, a mineira Dilma Vana Rousseff Linhares foi Estela, Vanda, Patrícia e Luiza. Nenhuma participou diretamente de ações armadas. Dilma aprendeu a montar e desmontar uma arma, mas jamais apertou um gatilho fora da aula. “Ela não era uma figura de muito destaque”, disse Carlos Minc, que também se filiou à VAR-Palmares. Logo será convidado a retocar a frase: Dilma acha que fica melhor no retrato com um trabuco na mão.
“Não gosto de falar sobre isso”, diz com voz inconvincente quando ouve perguntas sobre os velhos tempos. Não há nenhum relato épico a fazer. Num filme inspirado no assalto ao cofre do governador Adhemar de Barros, por exemplo, a atriz escalada para o papel de Dilma jogaria no time dos coadjuvantes. Segundo relatórios da polícia, coube-lhe administrar a distribuição de dinheiro, providenciar esconderijos e comprar um Fusca. Dilma só admite a aquisição do carro. O tom de voz insinua que fez coisas de que até Deus duvida.
“Ela é uma das molas mestras dos esquemas revolucionários”, decidiu o delegado Newton Fernandes na coleção de perfis deliberadamente superlativos de militantes da VAR-Palmares. Convinha valorizar a supressão de qualquer retrato nos cartazes dos procurados. O promotor militar, encarregado de denunciar a organização, venceu o festival da hipérbole ao enxergar na jovem de 22 anos ”a Joana d’Arc da subversão”, “a papisa da guerrilha”, “uma figura feminina de expressão tristemente notável”.
Presa em janeiro de 1970, a futura candidata à presidência da República foi submetida a sucessivas torturas e ficou três anos na cadeia. Nesse período, mais de 100 presos políticos foram embarcados para o exílio em troca da libertação de embaixadores sequestrados. Ninguém considerado importante ficou fora das listas de prisioneiros a resgatar. Dilma Rousseff não entrou em nenhuma.
A saga da guerrilheira capaz de ousadias assombrosas é tão veraz quanto o doutorado em economia na Unicamp.
(Texto publicado em 16/11/2009)

NO RS, INFANTES MARCHARÃO 80 KM EM HOMENAGEM À SAMPAIO!



PESCADOR ENCONTRA FOGUETE DE GUERRA NA ZONA OESTE DO RIO

Foquete de aviação é achado no Rio 
Bombeiro exibe foguete (Foto:Jadson Marques/AE)
Um foguete de aviação, usado em operações de guerra, foi encontrado por um pescador em uma área militar da Restinga de Marambaia, em Pedra de Guaratiba, Zona Oeste do Rio, no sábado (23).
O artefato foi levado para o quartel do Corpo de Bombeiros da região e depois entregue ao Esquadrão Antibombas da Polícia Civil, onde peritos analisam a capacidade explosiva do objeto e sua origem.

Artefato está na validade de uso
Segundo o chefe do Esquadrão Antibombas, João Waldemar, o artefato é de uso exclusivo das Forças Armadas e deveria estar sendo usado em exercícios militares. De acordo com o perito, o foguete está dentro do período de validade.

24 de outubro de 2010

VÍDEO: NO SUL, COLECIONADOR MANTÉM MUSEU COM DEZENAS DE VIATURAS MILITARES ANTIGAS

CORONEL FAJUTO DEU AULAS E APLICOU TROTES A ALUNOS DE COLÉGIO MILITAR

Divulgação

Carlos da Cruz Sampaio Júnior conseguiu se infiltrar no Colégio Militar do Rio de Janeiro (CMRJ), na Tijuca. Segundo jovens que dizem ter sido seus alunos e que aparecem em fotos ao lado dele dentro de instalações do Exército, o falso tenente-coronel deu aulas, liderou excursões e aplicou trotes em calouros da instituição. De acordo com um ex-aluno, nos anos de 2007 e 2008 o Tio Caô — como ele passou a ser chamado após ser descoberto — ensinava os jovens da Infantaria a dar tiros com fuzil de ar comprimido. Em disciplinas não-específicas, como Língua Portuguesa e Matemática, o CMRJ tem professores civis concursados, mas a área prática é reservada a militares. Os verdadeiros.
Quando termina o último ano do ensino fundamental, o estudante do Colégio Militar escolhe uma das quatro armas para cursar, paralelamente ao ensino médio: Cavalaria, Comunicações, Artilharia ou Infantaria. Mesmo sem ter o perfil adequado para dar aulas, Carlos Sampaio teria sido autorizado, segundo ex-alunos, por um coronel e um capitão do Exército.
O coronel Caô se apresentava, nas turmas, como presidente nacional da Associação dos Ex-Alunos do Colégio Militar e delegado da Polícia Civil — carregava até distintivo no cinto. Preso no último dia 14 por policiais da Secretaria estadual de Segurança, ele chegou a comandar aquela que chamou de Operação Xingú.

Investigação interna
Levou cerca de 25 jovens de 15 a 17 anos, recém-chegados ao CMRJ, para conhecer o Depósito Central de Munições (DCMun) do Exército, na Estrada do Cabral, em Paracambi, na Baixada Fluminense. Lá, sofreram trotes e posaram para foto em frente ao Depósito Central da Material Bélico 1918 (DCM). Nesta sexta-feira o cabo Valdez, no cargo de oficial de dia no Colégio Militar, viu as imagens e reconheceu os uniformes dos adolescentes.
A Seção de Comunicação Social do Comando Militar do Leste (CML) informou que Sampaio não foi contratado para ministrar cursos. No entanto, depois de ver seis das dezenas de fotos a que o EXTRA teve acesso, afirmou que o CML deve instaurar um processo investigativo interno para apurar as circunstâncias da passagem do tenente-coronel pirata pelo colégio.

Castigos e ‘aulas’ de boca a boca
O trote do Colégio Militar tem um nome diferente. Esse ritual de “batismo” é chamado de banho especial ou banhesp. A tradição, que não é divulgada e acontece em locais reservados, inclui castigos e atividades vexatórias, impostos aos alunos recém-chegados. Em duas edições do trote, quem determinou o que deveria ser feito foi Carlos da Cruz Sampaio Júnior. A informação foi confirmada por um homem que viveu situações distintas. Na primeira, foi vítima, mas, na outra, atuou como ajudante de Sampaio.
— Todo mundo tem que rolar na sujeira, pagar dez flexões, subir e descer escadas correndo e pagar mais flexões. O banhesp não é oficialmente reconhecido, mas, no meio militar, é uma tradição de décadas — ressaltou o formando.
As excursões comandadas por Sampaio também tinham sua parte “educativa”. Ele ensinava os adolescentes a matar e assar galinhas, montar fogueiras e barracas de acampamento. Também passava noções de primeiros-socorros. Numa da lições, mostrava técnicas de ressuscitação, como massagem com pressão peitoral e respiração boca a boca.
— Está todo mundo muito chateado por ter sido enganado, mas, no fundo, a tristeza é maior porque tínhamos um respeito muito grande pelo Sampaio. Era tratado como um verdadeiro mestre — disse uma aluna do Colégio Militar.

Silêncio e solidão
Rodrigo Roca, advogado de Carlos Sampaio Júnior, esteve com seu cliente, entre 14h30m e 15h30m de ontem. No horário de visitação, o falso tenente-coronel foi visto encostado no canto de sua cela, na unidade Grajaú da Polinter, em silêncio.
— Todo o esforço está concentrado na liberação dele — destacou Roca.

Divulgação
 
‘Carteirada’ livrou aluno de uma blitz
X. era aluno do Tio Caô, no Colégio Militar, em 2008, quando foi parado em uma blitz do 31º BPM (Recreio), na Avenida Sernambetiba, altura do posto 9, no Recreio dos Bandeirantes. O jovem teria o carro apreendido por causa da documentação atrasada, mas ligou para Sampaio. Era a senha para receber o salvo-conduto.
EXTRA ONLINE
— Ele pediu para falar com o oficial responsável pela operação. Disse que era oficial do Exército e amigo do comandante do batalhão. Fui liberado na mesma hora — disse o rapaz.

A Comunicação do CML disse que Sampaio Júnior esteve no Colégio Militar em 2007. Ele teria se identificado como funcionário da Secretaria de Segurança e colocado um campo de paintball à disposição para treinamento dos alunos. O CML negou que ele tenha dado aulas na instituição.

FOLHA RECORRE AO STF PARA VER PROCESSO DE DILMA

O jornal Folha de S. Paulo entrou, nessa sexta-feira (22/10), com uma Ação Cautelar no Supremo Tribunal Federal para tentar acessar o processo que levou a candidata do PT à Presidência Dilma Rousseff à prisão em 1970, durante a ditadura militar (1964-85). Por 40 anos, o processo de Dilma foi público. As informações são do jornal.
Desde o início do ano, o jornal tenta ter acesso aos autos referentes à participação de Dilma em organizações da esquerda armada na época da ditadura. Porém, os arquivos foram trancados em um cofre, em abril, por decisão do presidente do Superior Tribunal Militar, ministro Carlos Alberto Soares. Ele alega querer evitar uso político do material.
O jornal entrou com Mandado de Segurança no próprio STM para ter acesso ao processo. O julgamento foi suspenso duas vezes, um por pedido de vista e o outro por questão processual. Segundo Taís Gasparian, advogada do jornal, ao adiar a decisão, o STM "viola o direito da requerente de obter a necessária e urgente decisão que lhe permita ter acesso aos autos da ação penal".
Na ação no STF, a Folha de S. Paulo diz que Soares é uma "autoridade administrativa" e não pode, "arbitrariamente, decidir o que é levado ao conhecimento público e o que não é". O jornal diz ainda que há uma negativa de "prestação jurisdicional" pelo tribunal.
O veículo justifica a urgência citando a "atualidade do interesse público", já que a candidata pode se tornar a próxima presidente. Por isso, solicita acesso antes da eleição, para os leitores conhecerem o passado de Dilma.

SARGENTOS DO EXÉRCITO SÃO DENUNCIADOS POR MAUS-TRATOS

O Ministério Público Militar apresentou duas alegações escritas requerendo a condenação de militares do Exército denunciados por aplicar exercícios físicos exagerados durante treinamento de tropas. A Procuradoria de Justiça Militar no Rio de Janeiro denunciou um sargento como incurso no art. 206 do Código Penal Militar, homicídio culposo, em virtude da morte de um soldado submetido a atividades exaustivas. Por sua vez, a PJM Campo Grande ofereceu denúncia em desfavor de dois sargentos por também extrapolarem limites de trato com os alunos.
O primeiro denunciado servia no 31º Grupo de Artilharia de Campanha, localizado na capital fluminense, no dia 9 de março de 2007, data na qual recrutas recebiam instruções militares. O curso consistia em três etapas, denominadas Higiene e Primeiros Socorros em Combate, Lutas, e Técnicas Especiais, atividades que se baseavam em orientações teóricas complementadas por exercícios práticos.
Durante o curso, os recrutas foram obrigados a permanecer no sol durante exercícios de agachamento, realizar séries de aproximadamente 200 polichinelos, tesouras, exercícios com os braços e 20 a 25 flexões utilizadas como penalidades, sem pausas para descanso e consumo de água. Ressalte-se que em um Treinamento Físico Militar só podem ser ministrados 30 a 40 polichinelos, por exemplo. Os procedimentos, considerados abusivos, não estavam descritos no Quadro de Trabalho Semanal – QST. Acrescenta-se às irregularidades, o fato de os instrutores terem recebido orientações de oficiais superiores para não realizarem castigos físicos.
As atividades, em quantidade excessiva, contribuíram para complicar o estado de saúde de um soldado, que se sentiu mal durante os exercícios e veio a falecer. O Exame de Corpo de Delito apontou edema cerebral, hemorragia, derrame e broncopneumonia como causas da morte.
Já na 9ª Circunscrição Judiciária Militar, em Campo Grande, tramita o processo que apura as infrações cometidas por dois sargentos instrutores do Curso Expedito de Operações no Pantanal, realizado entre os dias 16 e 24 de junho de 2008, em Ladário/MS. Após uma corrida realizada fora do aquartelamento, um dos sargentos pisou na mão ferida de um aluno, enquanto este fazia flexões em posição diferente dos demais. Soma-se às agressões, um soco desferido no estômago de um aspirante que não estava cantando durante as atividades, sob o argumento de incentivo.
O outro sargento submeteu a turma a 50 cangurus (exercícios que trabalham os músculos das pernas) com mochilas nas costas, adicionando mais 20 repetições a um militar que apresentava problemas no joelho. Devido às lesões provocadas, o aluno pediu desligamento do curso. Em situação posterior, o denunciado obrigou os integrantes da turma de treinamento a segurarem planta espinhosa durante subida da escadaria de um mirante, causando irritações e inchaço na pele.
Os dois sargentos do Exército serão julgados pela prática do delito de maus tratos, descrito no art. 213 do Código Penal Militar.
Comento
É inacreditável que tal despreparo ainda prospere! Atitudes irresponsáveis e covardes como essas servem apenar para denegrir a imagem do Exército. Lamentável.  
Uma pergunta, apenas: onde estavam os "antigões"?  
Provavelmente, contabilizando seus pontinhos nas Fichas de Promoção. Orientar "picafumos", pra quê?

MAJOR E SARGENTO DO EXÉRCITO SÃO DENUNCIADOS POR FRAUDE NA OPERAÇÃO PIPA

A Procuradoria de Justiça Militar em Fortaleza ofereceu denúncia contra um major e um sargento do Exército e dois civis envolvidos no desvio de recursos da Operação Pipa. Há indícios de que os militares, responsáveis pela contratação dos caminhoneiros selecionados para trabalhar na operação, cobravam o pagamento de percentual sobre os valores a serem recebidos pelos pipeiros. A Operação Pipa é um programa emergencial de distribuição de água potável em regiões com problema de abastecimento no Nordeste, coordenado pelo Exército Brasileiro, com recursos do Ministério da Integração Nacional.
As investigações foram iniciadas com a apresentação, ao Comando da 10ª Região Militar, em Fortaleza/CE, de um documento no qual um dos caminhoneiros contratados informa que fora abordado pelo sargento denunciado que lhe propôs aumento do contrato do fornecimento de água de 7.000 para 14.000 litros, mediante o pagamento do percentual de 10% sobre os valores recebidos. Em seguida, o pipeirofoi apresentado ao então major denunciado (então capitão) e face às pressões que lhe foram impostas pelos dois militares, inclusive mediante ameaça de perder a vaga que já havia conquistado na Operação Pipa, aceitou a ilícita proposta. Entretanto, apresar de efetuar o depósito solicitado na conta da esposa do sargento, os militares não cumpriram o pactuado de dobrar o seu contrato, o que o motivou a fazer a representação.
A análise das contas correntes dos envolvidos revela uma movimentação superior às possibilidades de cada um. Perícias contábeis, financeiras e fiscais, concluíram pela total incompatibilidade dos rendimentos. O desalinho entre os recursos oficialmente recebidos e declarados pelo major denunciado e os valores efetivamente creditados e movimentados em sua conta, chegaram, em termos percentuais, a 135,53%, em 2006, 122,25%, em 2007 e 42,42%, em 2008. De acordo com o Centro de Produção, Análise, Difusão e Segurança da Informação – CPADSI do MPM a análise da evolução patrimonial do major mostrou que no período de 2006 a 2008 houve um aumento de 51,07% no patrimônio declarado, evolução incompatível com os rendimentos declarados.
Ressalte-se que, em janeiro de 2009, o caminhoneiro denunciante apresentou Termo de Renúncia, negando formalmente todos os fatos que havia noticiado. Além disso, em novo depoimento, alterou a justificativa de possuir o comprovante de depósito bancário. Para o MPM está evidente que o pipeiro foi convencido a elaborar nova versão para os fatos. No Termo de Renúncia aparecem palavras que o caminhoneiro desconhece o significado, como irrevogável e eventualmente. Além disso, oencarregado do IPM conseguiu identificar atividade do major destinada a prejudicar o andamento e a eficácia das investigações, o que reforça o entendimento de que o denunciante foi pressionado a mudar o depoimento.
Os dois militares e a esposa do sargento, considerada caixa do esquema, foram denunciados como incursos no crime de corrupção ativa, art. 308 do Código Penal Militar. Já o caminhoneiro que aceitou participar da fraude foi denunciado por corrupção passiva, art. 309 do CPM.

CONTRATAÇÃO DE CAPELÃES AINDA GERA POLÊMICA

As Forças Armadas Brasileiras realizam esta semana, os treinamentos para militares que desejam servir como capelães.
Os salários variam de R$ 5 mil a R$ 11 mil, e os candidatos devem ter altura mínima de 1,60 metros.
As Forças Armadas Brasileiras abriram em 2010, para a Marinha, Exército e Aeronáutica, 17 vagas para capelães, sendo que esses militares, mesmo tendo que fazer o treinamento militar obrigatório, não deverão necessariamente pegar em armas.
De acordo com as informações do Centro de Comunicação Social do Comando Militar do Leste (CML), a função desses militares será o de celebrar casamentos, batizados e formaturas nos quartéis, além de visitar hospitais e enfermarias, dando conforto aos doentes, e a extrema-unção para aqueles que não tenham mais chances de sobreviverem.
Todos os capelães/militares, no entanto, deverão servir em quartéis das três armas, recebendo um salário/soldo que varia dos R$ 5 mil a R$ 11 mil. O Exército Brasileiro é o único que exige a altura mínima de 1,60 metros, para que o candidato possa ingressar na corporação.
Além das Forças Armadas, a Polícia Militar do Rio de Janeiro e do Amapá também decidiram abrir concurso para admissão de capelães nas corporações, sendo que eles deverão ter as mesmas funções dos militares do Exército, Marinha e Aeronáutica, e ainda, realizar visitas periódicas a presídios.
AÇÃO DO MPF
Segundo dados do Ministério Público Federal (MPF) do Distrito Federal, existem atualmente no país, apenas capelães militares católicos e/ou evangélicos, e foi por esse motivo, que o Ministério pediu no último dia 13 de outubro, na Justiça, a anulação do Concurso da Aeronáutica para Capelães, e a proibição de novos concursos para o cargo nas Forças Armadas Brasileiras.
Uma das alegações do MPF/DF para solicitar a anulação do concurso da Aeronáutica, foi a de que o Governo Federal reconhece oficialmente apenas duas religiões (Católica e Evangélica), ferindo dessa maneira o princípio de isonomia, gerando preconceito nas Forças Armadas, e inibindo as pessoas que professem outra religião, a não entrarem nas corporações.
Outro argumento do MPF/DF é o de que contratar com recursos públicos, orientadores espirituais de qualquer religião para prestar assistência religiosa, fere o princípio Constitucional de Estado Laico.
Segundo as informações do Centro de Comunicação Social do CML, o Exército Brasileiro pretende abrir em 2011, concurso para capelão militar. No entanto, não informou o número de vagas a serem preenchidas.
Apesar de existirem no Exército militares de ambos os sexos, para as vagas de capelães católicos, apenas candidatos do sexo masculino serão aceitos, porque na Igreja Católica, apenas padres homens são efetivamente aceitos. Já para candidatos a capelães evangélicos, dependendo da corporação, são aceitos candidatos de ambos os sexos.
Após o término do curso de capelães nas Forças Armadas, os novos militares podem ser designados para desenvolver suas atividades em qualquer região do país, e mesmo, no exterior, seguindo as normas do Estado Maior das Forças Armadas (EMFA) Brasileira.
campograndenoticias

MINISTÉRIO PÚBLICO MILITAR INVESTIGA DOAÇÃO DE BEBIDAS PARA DIVISÃO DO EXÉRCITO

A Procuradoria de Justiça Militar em Santa Maria instaurou Procedimento Investigatório Preliminar para esclarecer a legalidade e a moralidade das doações de bebidas alcoólicas oriundas da Receita Federal recebidas pela 3ª Divisão de Exército, em Santa Maria/RS. De acordo com documento datado de 5 de maio de 2010, a Receita Federal doou à organização militar mais de 450 unidades de bebidas alcoólicas importadas, avaliadas em valor superior a R$ 12 mil.
O Aditamento nº 4 ao Boletim Divisionário nº 18, de 5 de maio de 2010, integra os autos do Inquérito Policial Militar, que tramita na 3ª Auditoria da 3ª Circunscrição Judiciária Militar, e apura o extravio de 164 mil unidades de DVD, 125 mil unidades de CD e 05 unidades de esteira para caminhadas, mercadorias apreendidas pela Receita Federal, avaliadas em R$ 220.828,50,e também doadas à 3ª Divisão de Exército.
Nas justificativas da portaria nº06/2010, que instaura o Procedimento Investigatório Preliminar, a PJM Santa Maria ressalta que o Tribunal de Contas da União, de maneira reiterada, tem entendido ser irregular a realização de despesas não vinculadas à atividade fim do órgão com solenidades, festividades e eventos comemorativos à conta dos cofres públicos em virtude de falta de amparo legal e a consequente impossibilidade de se realizar contratação de serviços de bufê, coquetéis, recepções e festejos quando não tenham vinculação direta e concreta com os objetivos institucionais da entidade (Acórdão nº 819/2005).
Ainda segundo o MPM, a Secretaria de Economia e Finanças do Exército estabeleceu procedimentos para a aquisição de bebidas alcoólicas, através do Ofício nº nº 207-A/2, de 10 de dezembro de 2007, prevendo que “as aquisições desse tipo de artigo devem pautar-se pela extrema parcimônia em suas quantidades, ser esporádicas, restringindo-se ao mínimo necessário à utilização em festividades e eventos comemorativos que guardem correlação com os objetivos institucionais da Organização Militar”.
A PJM Santa Maria oficiará à Delegacia da Receita Federal em Santa Maria requisitando informações sobre todas as doações de bebidas alcoólicas realizadas às Forças Armadas a partir de 1º de janeiro de 2005. Será solicitado também o envio do termo de entrega/recebimento ou documento equivalente, bem como eventual solicitação da autoridade militar para o fornecimento destes gêneros. A Receita Federal deverá informar ainda se há algum óbice legal/regulamentar em relação à prática de doações de bebidas alcoólicas a órgãos públicos que não tenham vinculação direta e concreta com a realização de recepções e festejos para a realização dos objetivos institucionais da entidade.
MPM 
Comento
Senhores procuradores: o caminho, por mais paradoxal que possa parecer, passa por um aprofundado estudo de "química".

EXÉRCITO DESTRÓI 1,6 MIL ARMAS DE FOGO

Em apenas uma hora, num forno a 1.600° C, exatamente 1.599 armas de fogos foram destruídas. O procedimento, realizado na manhã de ontem pelo Comando da 8ª Região Militar e 8ª Divisão de Exército, transformou o ferro de centenas de armamentos em vergalhões que serão reaproveitados na construção civil. As armas certamente elevariam os índices de violência no Pará e representariam sofrimento para centenas de famílias.
Todo o material foi fundido na sede da siderúrgica Copala, localizada na avenida Bernardo Sayão, bairro do Guamá, em Belém. Segundo o major Aversa, dentre as armas destruídas há 830 revólveres, 330 espingardas e o restante são pistolas, fuzis e armas de fabricação artesanal. A autoridade informou que o armamento é resultado, em sua maioria, de apreensões policiais e fora recolhido pelo Tribunal de Justiça do Estado junto a diversas comarcas, pois não interessavam mais aos processos penais. Vale ressaltar que uma parcela das armas foi arrecadada ao longo deste ano, em função da campanha do desarmamento voluntário. 

23 de outubro de 2010

DIA DO AVIADOR: O VOO DO 14-BIS!

 Hoje, 23 de outubro, é o Dia do Aviador, data em que ocorreu, em 1906, o lendário voo do 14-Bis, no campo de Bagatelle, em Paris.
Primeiro aparelho mais pesado que o ar a voar por impulsão própria, o aeroplano foi criado pelo brasileiro Alberto Santos Dumont, patrono da aviação brasileira.
A homenagem do blog a este grande inventor e aos amigos aviadores de todo o Brasil, fardados ou não.

Imagens: Google

PELÉ, O RECRUTA NASCIMENTO!


Poucos sabem, mas, já campeão mundial, Pelé serviu ao Exército Brasileiro. Consagrado como o Rei do Futebol na Suécia, o astro foi incorporado  em 1959 ao 6º Grupo Motorizado de Artilharia de Costa (6º GMAC), na Fortaleza Itaipu, localizada na Praia Grande, em Santos.
O Soldado Nascimento prestou o serviço militar obrigatório e, claro, jogou pela seleção das Forças Armadas, pela qual marcou quatro gols e conquistou o Campeonato Sul-Americano Militar daquele ano.
Confira algumas imagens de Pelé no Exército:

Arquivo do blog

Compartilhar no WhatsApp
Real Time Web Analytics