26 de abril de 2011

SOLDADO DA AMAN É PRESO POR ATENTADO VIOLENTO AO PUDOR CONTRA MENINA DE 8 ANOS

Policiais do 28º BPM prenderam, no fim de semana, o soldado Yam Carlos dos Santos, de 18 anos, da Aman (Academia Militar das Agulhas Negras). Ele é suspeito de atentado violento ao pudor - bolinou - contra uma menina de 8 anos, no bairro Caieiras. Os pais da garota teriam presenciado a cena e chamaram os PMs.
Yam Carlos foi levado para a Deam (Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher), onde foi indiciado por atentado violento ao pudor. Em seguida, ele foi levado para a Aman, em Resende. A Academia informou que o soldado vai ficar detido, à disposição da Justiça. A pena pode chegar a 15 anos de prisão.

25 de abril de 2011

FORÇA NACIONAL DE SEGURANÇA É ESVAZIADA E VIRA REDUTO DE NEPOTISMO

Força Nacional e Senasp se tornam reduto de nepotismo
Mulher e cunhada do nº 2 da tropa e esposa do chefe de gabinete da titular da Senasp, Regina Miki, têm emprego na capital federal

Raphael Gomide

Foto: Reprodução
O número dois da Força Nacional, capitão Luigi, ao lado da
mulher, Adriana Ruver, mobilizada em Brasília
A Força Nacional de Segurança Pública (FNSP), que reúne policiais de diferentes estados, virou um reduto de nepotismo e está loteada por integrantes da Brigada Militar do Rio Grande do Sul nos principais cargos de comando.
O número 2 da Força Nacional, capitão da Brigada Militar do Rio Grande do Sul (BMRS) Luigi Pereira, empregou em Brasília a mulher, soldado Adriana Ruver, e a cunhada, soldado Ângela Inês Ruver.
Ambas foram mobilizadas pela Força Nacional, da qual Luigi é diretor-substituto e coordenador-geral de Operações, subordinado apenas ao diretor, major Alexandre Augusto Aragon.
Na prática, segundo o iG apurou, é o capitão quem comanda o dia-a-dia administrativo do departamento da Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública).
Adriana, mulher do capitão, dá expediente na Coordenação de Ações Preventivas do Departamento de Projetos da Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública), à qual a Força está ligada. Ela já integra a FNSP desde janeiro de 2007, quando foi atuar no Rio de Janeiro.
Ângela, a cunhada, foi mobilizada em 16 de dezembro de 2010. Ela já atuou no gabinete da secretária nacional de Segurança, Regina Miki, e na inteligência da Força Nacional – dois locais estratégicos, onde tem acesso a um grande fluxo de informações. Atua oficialmente no Centro de Controle e Comando Integrado da Força.
Foto: Reprodução
Diretor-substituto da Força Nacional, capitão Luigi, ao lado 
do amigo  sargento Bittencourt, cuja mulher 
também trabalha em Brasília

O braço-direito e amigo do capitão Luigi, o sargento Geraldo Passos Bittencourt, também da Brigada Militar, foi outro a conseguir levar para a capital federal sua mulher, a sargento da Brigada Simone da Rosa Baldi.
Bittencourt está cedido ao Departamento de Pesquisa, Análise de Informação e Desenvolvimento de Pessoal em Segurança Pública (Depaid) da Senasp.
Mobilizada pela Força Nacional, Simone atualmente trabalha na Coordenação de Orçamento e Finanças, sob o policial federal gaúcho João Antônio da Silva Brasil.
Brasília, onde funciona o comando do órgão da Senasp, é o lugar mais cobiçado por integrantes da Força Nacional, que atualmente reúne cerca de mil policiais de todo o País. Na capital federal, a diária dos mobilizados é de R$ 224 – ou R$ 6.720 mensais. Em outros lugares, a diária cai para R$ 177 – ou R$ 5.310. Esse valor é acrescentado ao salário dos policiais em seu Estado de origem.

Na antessala da secretária nacional
Foto: Reprodução
Ângela Ruver, cunhada do capitão Luigi, foi mobilizada 
em dezembro pela Força Nacional para a capital

O nepotismo não se restringe à Força Nacional e chega ao gabinete da secretária nacional de Segurança, Regina Miki. O chefe de gabinete de Regina Miki, tenente-coronel Agnaldo Augusto da Cruz, também levou para a capital federal sua mulher, sargento PM Salésia, de Goiás – estado de origem dos dois.
De acordo com a assessoria de imprensa da Senasp, ela atua na Ouvidoria da Senasp, “na condição de colaboradora eventual”, desde a época em que marido era colaborador eventual lotado na Força Nacional. O órgão afirma que a Ouvidoria é ligada “funcionalmente à secretária, não tendo qualquer vínculo com a Chefia de Gabinete (ocupada pelo marido de Salésia)”.

Esvaziamento da Força
Criado em 2004 como uma espécie de tropa de elite da polícia dos estados para apoio em situações de crise, o departamento da Senasp (Secretaria Nacional de Segurança) tem sido aos poucos esvaziado e perdido poder. Após o auge nos Jogos Pan-Americanos de 2007, quando teve 3.700 integrantes, hoje são cerca de 800 policiais à disposição.
Já chamada para atuar no Rio em situações de crise no Complexo do Alemão, em 2007, por exemplo, a Força foi preterida em novembro passado. Em seu lugar as Forças Armadas participaram ativamente e auxiliaram as polícias do Rio na tomada dos complexos de favelas na região da Penha.
Antes dirigida por coronéis, o atual diretor é um major, dois postos abaixo no oficialato militar. O que para um civil pode parecer não fazer diferença representa muito no hierarquizado universo militar, no qual a Força Nacional se inclui. O comandante do departamento está em contato constante – frequentemente fazendo pedidos – com o Estado-Maior das unidades da federação, composto por coronéis. Nessas situações, de acordo com oficiais que conhecem o modus operandi da Força Nacional, a antiguidade militar prevalece e a FN perde poder de negociação.
IG

JUSTIÇA NEGA PEDIDO DE SOLTURA A SARGENTO ENVOLVIDO NA MORTE DOS JOVENS DO MORRO DA PROVIDÊNCIA

Justiça nega soltura de militar acusado de entregar jovens a traficantes em 2008
A ministra Laurita Vaz, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou o pedido de soltura ao sargento do Exército acusado de entregar três jovens do Morro da Providência a traficantes do Morro da Mineira, no Centro, em 2008. Leandro Maia Bueno é um dos 11 militares que teriam entregue os rapazes a criminosos de facções rivais às do local onde que eles moravam.
A defesa do sargento, que está preso preventivamente desde 15 de junho de 2008, argumenta excesso de prazo na formação da culpa. Essa etapa é o fim da instrução processual, onde já foram reunidas provas da autoria e materialidade do crime.
Em sua decisão, a relatora destacou que a medida cautelar que determinou a prisão é justificada. A ministra solicitou informações ao Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) sobre o andamento da ação penal e determinou o envio dos autos ao Ministério Público Federal (MPF).
O mérito do habeas corpus será julgado pela Quinta Turma do STJ.
O DIA ONLINE

COM EFICIÊNCIA E TECNOLOGIA MODERNA, EXÉRCITO DUPLICA BR-101 NO NORDESTE

Engenharia Militar - Obra de duplicação/restauração da rodovia BR 101/NE
A obra de adequação de capacidade da rodovia BR-101/NE faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento do Governo Federal e foi iniciada em dezembro de 2005. Seu objetivo é melhorar a capacidade de tráfego da rodovia e propiciar o desenvolvimento econômico e social da região Nordeste.

BR 101 - NATAL (RN)
Os trabalhos de duplicação/restauração da rodovia BR 101/NE, nos Estados do Rio Grande do Norte (Lote 1), Paraíba (Lote 5) e Pernambuco (Lote 6), estão sendo executados, respectivamente, pelos 1º, 2º e 3º Batalhões de Engenharia de Construção. O 1º Grupamento de Engenharia, sediado em João Pessoa (PB), está encarregado da coordenação geral das obras. Em todos os lotes, a missão consiste em executar a duplicação da rodovia com pavimentação rígida (placa de concreto), restaurar o pavimento existente em toda a extensão de cada lote e implantar vias marginais nos municípios lindeiros à rodovia. O escopo da missão inclui também a construção de novas pontes e viadutos de concreto, restauração e alargamento das pontes existentes, além da construção de passagens inferiores e passarelas.
BR 101 - PARAÍBA
No Estado de Sergipe (Lote 2), a adequação de capacidade de tráfego, a mais nova missão do 1º Grupamento de Engenharia, encontra-se em fase de instalação da base de operação e será executada pelos 2º e 4º Batalhões de Engenharia de Construção, no prazo de 30 meses.
BR 101 - PERNAMBUCO
O conhecimento técnico adquirido pelos quadros dos Batalhões de Engenharia acerca das peculiaridades em termos de planejamento, estrutura organizacional e execução de uma obra rodoviária contribui para que o Exército possa dispor, seja em tempo de paz ou de guerra, de pessoal técnico habilitado e mão de obra qualificada em obras rodoviárias.
Lançamento de blocos de isopor em solos moles
Trecho com lançamento de blocos de isopor - várias camadas
EB

INQUISIÇÃO, HEREGES E FOGUEIRAS

*Clovis Purper Bandeira
O termo Inquisição refere-se a várias instituições dedicadas à supressão da heresia no seio da Igreja Católica. A Inquisição foi criada inicialmente para combater o sincretismo entre alguns grupos religiosos, que praticavam a adoração de plantas e animais. A Inquisição medieval, da qual derivam todas as demais, foi fundada em 1184 no Languedoc (sul da França) para combater a heresia dos cátaros ou albigenses.
Em 1249, implantou-se também no reino de Aragão, como a primeira Inquisição estatal e, já na Idade Moderna, com a união de Aragão e Castela, transformou-se na Inquisição Espanhola (1478 - 1821) – na qual celebrizou-se a figura do dominicano Torquemada, de triste lembrança – sob controle direto da monarquia hispânica, estendendo posteriormente sua atuação à América. A Inquisição Portuguesa foi criada em 1536 e existiu até 1821. A Inquisição Romana ou "Congregação da Sacra, Romana e Universal Inquisição do Santo Ofício" existiu entre 1542 e 1965.
O condenado era muitas vezes responsabilizado por uma "crise da fé", pestes, terremotos, doenças e miséria social, sendo entregue às autoridades do Estado, para que fosse punido. As penas variavam desde confisco de bens e perda de liberdade, até a pena de morte.
O delator que apontava o "herege" para a comunidade garantia, por seu ato, sua fé e status perante a sociedade.
Ao contrário do que é comum pensar, o tribunal do Santo Ofício era uma entidade jurídica e não tinha forma de executar as penas. O resultado da inquisição feita a um réu era entregue ao poder secular.
A utilização de fogueiras como maneira de o braço secular aplicar a pena de morte aos condenados que lhes eram entregues pela Inquisição é o método mais famoso de aplicação da pena capital, embora existissem outros.
Séculos depois de terem sido encerrados os tribunais eclesiásticos do Santo Ofício e de terem cessado os autos de fé, o Brasil, mestre em recriar a história, estabelece seu Tribunal Inquisitório, sob o nome de Comissão Nacional da Verdade. Nela, os torquemadas tupiniquins julgarão os novos hereges, na maioria militares, que ousaram enfrentá-los e derrotá-los há algumas décadas.
Os delatores desses hereges, muitos já recebendo generosas pensões e indenizações por terem sido vítimas da “repressão” que impediu que transformassem, como era seu intento, o país em uma grande Cuba, garantem o reconhecimento governamental e sua pureza ideológica através da delação.
Já tendo recebido as gordas indenizações – isentas de imposto de renda – de que usufruem, receberão agora a doce vingança final de verem seus antigos adversários arrastados às barras deste tribunal de araque, composto majoritariamente por antigos esquerdistas e seus asseclas, que julgarão os agentes da lei e da ordem que, no cumprimento de seus deveres profissionais, ousaram combatê-los. Assim, velhos criminosos, já premiados, vão completar a vendeta com a execração pública de seus pretensos algozes.
Conforme já decidiu o STF, não há crime a punir, visto que a Lei da Anistia eximiu todos os envolvidos, da esquerda e da direita. No entanto, na visão caolha que perdoa guerrilheiros e terroristas e condena, apesar da Lei, os que contra eles lutaram, o linchamento público deve ocorrer, sob a desculpa de que os agentes do Estado têm responsabilidade, mas os bandidos e criminosos são vítimas inocentes, inimputáveis – e insaciáveis, como se vê. São os únicos titulares dos “direitos humanos”.
Os defensores dessa absurda e tendenciosa Comissão alegam que apenas desejam descobrir o destino dos corpos de seus entes queridos, que desapareceram na luta contra a “ditadura”, embora quisessem implantar outra ditadura em seu lugar – só que, como eram e são donos da verdade, só eles podem julgar o que convinha e convém ao país.
É evidente que, para localizar cadáveres, a eficiência desses julgamentos é nula. Mas isso é apenas desculpa, uma justificativa de apelo popular para encobrir as verdadeiras intenções vindicativas dos vencidos. Inverte-se o ditado romano: “Ai dos vencedores”.
Não tenho dúvidas de que nosso excelso Congresso aprovará a criação da Comissão desejada pelo Executivo, em troca da nomeação de mais alguns nepotes para cargos públicos a serem criados para abrigá-los.
As fogueiras estão sendo armadas. Já se antecipa o cheiro de carne queimada.
*General de Divisão da Reserva, 1º Vice-Presidente do Clube Militar
ALERTA TOTAL

A CAVALARIA DO EB SE REEQUIPA

Hélio Higuchi e Paulo Roberto Bastos Jr.
A movimentação dos novos e antigos blindados do Exército
Em 18 de junho de 2007, o Exército Brasileiro (EB) publicou a Portaria Nº 88-EME que aprovava a Diretriz de Implantação do Projeto Leopard 1. Dentre outras coisas, ela determinava o seguinte:
1º Os novos carros de combate (CC) Leopard 1A5 equipariam os Regimentos de Carros de Combate (RCC);
2º Os antigos CC Leopard 1Be equipariam os Regimentos de Cavalaria Blindados (RCB);
3º Os CC M41-C Caxias e M60A3 TTS seriam retirados da ativa e aguardariam a baixa.
36 Leopard 1Be serão distribuidos em 3 RCB ( 4º de São Luiz Gonzaga,6º de Alegrete e 9º de São Gabriel, todos no Rio Grande do Sul) (Foto: Hélio Higuchi)
O objetivo dessa portaria era padronizar a força blindada com os CC Leopard 1, pois com a aquisição de 220 Leopard 1 A5 seria possível equipar todos os quatro RCC. Além disso, em teoria, o numero de Leopard 1Be em operação seria suficiente para dotar os 4 RCB existentes. Todavia, o elevado desgaste dos Leopard 1Be e o alto custo de sua recuperação tornou aquela diretiva obsoleta antes mesmo de sua implantação e obrigou o EB a rever as mudanças propostas para a sua força blindada.
Os M60A-3TTS ficaram concentrados no 20ºRCB de Campo Grande-MS (foto: Hélio Higuchi)
Os Leopard 1Be, sem condições operacionais (adquiridos da Bélgica na década de 1990), estão sendo recolhidos ao Parque de Material de Santa Maria (RS) para serem desmontados e utilizados como peças de reposição para os operacionais, assim como para os recém chegados 1A5. Pelo menos 80 estão previstos para serem desativados e, alguns deles, destinados para serem utilizados como monumentos em vários municípios bem como fazer parte do acervo de museus. Está planejado que 36 Leopard 1Be serão mantidos operacionais e distribuídos nos três RCB da Região Sul: o 4º RCB, de São Luiz Gonzaga; o 6ºRCB, de Alegrete; e o 9ºRCB, de São Gabriel, todos no Estado do Rio Grande do Sul. Devido ao baixo numero de Leopard 1 disponível, foi adiada a desativação dos M60A3 TTS e 28 destes seguiram para o 20º RCB, de Campo Grande (MS). Cada um dos RCB do Sul receberá um esquadrão de Leopard 1 A5, para completar seu quadro e elevar o moral da tropa, já que, em tese, é o equipamento mais moderno em uso pelo EB. Com essas mudanças no quadro dos RCB, os RCC tiveram a quantidade de Leopard 1A5 diminuída de 54 para 41 carros, equipando três esquadrões com 13 carros cada, ficando o Esquadrão de Comando e Serviços com dois carros.
Os M41C Caxias continuarão em atividade enquanto aguardam a chegada de todos os Leopard 1A5 , 9 deles pertencentes ao 4ºRCB foram recém revisados.(Foto: Hélio Higuchi)
Atualmente,os Leopard 1A5 se encontram em fase de conversão, e neste semestre estão programados para ocorrerem pelo menos quatro testes de tiro real, com o apoio de técnicos alemães, no Campo de Instrução Barão de São Borja (CIBSB), conhecido como Campo de Saicã, em Rosário do Sul (RS).
A chegada dos Leopard 1A5 também fez com que o EB mudasse sua cultura de implantação de equipamentos desse tipo. Eles serão entregues às suas respectivas unidades somente quando todos já estiverem no inventário do EB e as equipes de manutenção das unidades que vão empregá-los tiverem sido treinadas e consideradas aptas para a sua manutenção, com previsão para que isso ocorra apenas em 2012. Até lá, alguns M41-C ainda continuarão em atividade, sendo que nove deles, pertencentes ao 4º RCB, foram recentemente revisados.
Os recém chegados Leopard 1A5 estão em fase de conversão, sendo previsto estar operacional em 2012. (foto: Hélio Higuchi)
TECNOLOGIA & DEFESA

HELICÓPTEROS "SUPER COUGAR" ENTRAM EM OPERAÇÃO NA MARINHA

Aeronave UH-15 “Super Cougar” entra em operação na Marinha do Brasil
Aeronave UH-15 “Super Cougar”
No dia 11 de abril, ocorreu a Cerimônia de Transferência de Subordinação da primeira aeronave UH-15 “Super Cougar” do Setor do Material para o Setor Operativo da Marinha. A solenidade ocorreu na Área de Pouso Administrativa (APA) da Base Naval do Rio de Janeiro e contou com a presença de autoridades civis e militares.
Na ocasião, o Diretor-Geral do Material da Marinha, Almirante-de-Esquadra Arthur Pires Ramos, fez a transferência da aeronave ao Comandante de Operações Navais, Almirante-de-Esquadra João Afonso Prado Maia de Faria, que presidiu a cerimônia.
Adquirido por meio de um contrato no qual o Ministério da Defesa receberá 50 Helicópteros EC-725BR, o UH-15 foi fabricado pela empresa EUROCOPTER, na França, e remontado nas instalações da HELIBRAS, em Itajubá (MG). Os UH-15/15A são helicópteros bimotores, capazes de operar em período diurno ou noturno sob condições de baixa visibilidade. Eles serão empregadas em Operações de Esclarecimento e Ataque a alvos de superfície e em Operações Especiais em proveito das Forças Navais. Capazes de detectar, localizar e acompanhar alvos de superfície, permitirão a identificação precisa de alvos e poderão realizar, ainda, ações de guerra eletrônica, busca e salvamento.
Nos próximos anos, mais quinze aeronaves com características e possibilidades semelhantes substituirão os seis helicópteros UH-14 “Super Puma” pertencentes ao acervo atual do 2º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (HU-2). Esta incorporação faz parte do Programa de Reaparelhamento da Marinha do Brasil.
MARINHA DO BRASIL

24 de abril de 2011

EXPLOSÃO NO RIO CENTRO: APÓS TRINTA ANOS, AGENDA DE SARGENTO MORTO REVELA REDE DE CONSPIRADORES

Linha direta com o terror
Agenda do sargento que morreu no atentado no Riocentro revela, após 30 anos, rede de conspiradores do período

Sargento Guilherme Pereira do Rosário
Chico Otavio e Alessandra Duarte
Deixar que a bomba explodisse em seu colo não foi o único erro do sargento Guilherme Pereira do Rosário na noite de 30 de abril de 1981, no Riocentro. O "agente Wagner" do Destacamento de Operações de Informações do 1º Exército (DOI I), principal centro de tortura do regime militar no Rio, também levava no bolso uma pequena agenda telefônica, contendo nomes reais, e não codinomes, e respectivos telefones, de militares e civis envolvidos com tortura e espionagem. Quatro deles eram ligados ao "Grupo Secreto", organização paramilitar de direita que desencadeou uma série de atos terroristas na tentativa de deter a abertura política.
Havia ainda nomes-chave da polícia fluminense, como o chefe de gabinete do secretário de Segurança e o chefe da unidade de elite policial da época, o Grupo de Operações Especiais, mais tarde Departamento Geral de Investigações Especiais, setor especializado em explosivos que tinha a responsabilidade de investigar justamente atentados a bomba como os patrocinados pelos bolsões radicais alojados na caserna.
Trinta anos depois do atentado que vitimou o próprio autor e feriu gravemente o então capitão Wilson Machado, O GLOBO localizou a agenda e identificou metade dos 107 nomes e telefones anotados pelo sargento. De oficiais graduados a soldados, de delegados a detetives, Rosário tinha contatos em setores estratégicos, como o Estado-Maior da PM e a chefia de gabinete da Secretaria de Segurança, além de amigos ligados a setores operacionais, como fábrica de armamento e cadastros de trânsito.

Terror de direita usou paraquedistas
A rede formada por esses contatos mostra onde se apoiavam as ações dos insatisfeitos com a abertura. Na segunda metade dos anos 70, o governo Geisel determinou a desmobilização da máquina de torturar e matar nos porões do regime, que mudou de direção, indo da brutalidade para ações de inteligência, com a reestruturação dos DOIs. Descontentes com as mudanças, sargentos como Rosário, sobretudo os paraquedistas arregimentados anos antes pela repressão, transformaram-se em braços operacionais de grupos terroristas de extrema direita. Rosário e sua turma foram buscar na ação clandestina, fora da cadeia de comando, o poder gradativamente perdido.
Recolhida pelo então tenente Divany Carvalho Barros, o "doutor Áureo", também do DOI, pouco depois da explosão, a agenda de Rosário só seria submetida à perícia 19 anos depois, em abril de 2000, no segundo IPM sobre o atentado. Porém, desde que o caso foi arquivado, naquele mesmo ano, o caderninho marrom, do tamanho da palma da uma mão e que trazia em seu cabeçalho a prece "Confio em Deus com todas as forças e peço a Deus que ilumine o meu caminho e toda a minha vida", permanecia esquecido em um envelope, num dos anexos do volumoso processo sobre o caso, no Superior Tribunal Militar (STM).
Para montar a rede do sargento, foi preciso cruzar nomes e números da agenda com catálogos telefônicos da época, e com telefones e endereços atuais, bem como outras fontes de informação. Para entender a rede, a lista de contatos foi dividida em cinco segmentos: integrantes do Grupo Secreto, do qual Rosário era provavelmente ativo protagonista; a comunidade de informações (incluindo militares até hoje envolvidos com arapongagem); agentes da Secretaria estadual de Segurança (polícias Civil e Militar, como integrantes do serviço de inteligência e de grupos de peritos em explosivos); representantes da sociedade civil, como empresas de construção civil e de equipamentos elétricos; além de um sub-reitor da Uerj que consta como tendo auxiliado quadros da repressão; e até meios de comunicação, cujos telefones seriam usados pelos terroristas para a comunicação de atentados.

IPMs ignoraram nomes da agenda
O atentado do Riocentro foi alvo de dois inquéritos policial-militares do Exército. O primeiro, em 1981, foi considerado farsa ao concluir que o sargento e o capitão foram vítimas, e não autores da ação. Já o segundo IPM, provocado pela reabertura do caso em 1999, mudou a versão oficial, comprovando o envolvimento da dupla do DOI, além de um oficial (Freddie Perdigão) e um civil (Hilário Corrales), mas ninguém foi levado a julgamento: o STM entendeu que os autores estavam cobertos pela anistia.
A agenda, porém, nunca foi considerada como pista para o esclarecimento do atentado e da ação dos terroristas do período. Se os investigadores se detivessem nos nomes anotados, teriam descoberto, por exemplo, que o aviador Leuzinger Marques Lima (para Rosário, Léo Asa) , um dos nomes do Grupo Secreto, participara da Revolta de Aragarças, contra o governo JK, ainda nos anos 50. No episódio, Léo Asa envolveu-se no sequestro de um avião da Panair e planejou com outros revoltosos jogar bombas nos palácios das Laranjeiras e do Catete.
Outro do Grupo Secreto no caderno de Rosário era o general Camilo Borges de Castro, cujo telefone pessoal reforça a tese de que o terror agia fora da cadeia de comando, sem respeitar a hierarquia. Castro era amigo do marceneiro Hilário Corrales, civil que integrava o grupo e que teria montado a bomba que colocaria Rosário na História política do país. O irmão de Hilário, Gilberto Corrales, também teve o nome anotado na agenda.
O coronel do Exército Freddie Perdigão Pereira foi o quarto nome do Grupo Secreto encontrado no caderno de Rosário. Apontado pelo projeto Brasil Nunca Mais como notório torturador, era o "dr. Nagib" do DOI I e da "Casa da Morte", em Petrópolis. Na época do Riocentro, estava na Agência Rio do SNI. O general Newton Cruz, chefe da Agência Central do órgão, chegou a admitir que Perdigão lhe falou do atentado antes de ele ocorrer.
Da Secretaria de Segurança, havia integrantes das polícias Militar e Civil com algum tipo de relação com o atentado. Um dos PMs na agenda, o segundo-tenente José Armindo Nazário, trabalhava no Estado-Maior da PM - justamente a unidade que deu ordem para suspender o patrulhamento no Riocentro na noite do atentado. Nazário também era ligado à inteligência da PM, a P-2. Em 69, foi designado pelo general Emílio Médici, então chefe do SNI, para servir em Brasília; em 73, foi para a divisão de Segurança e Informações do Ministério da Justiça.
Outro nome do caderninho é o do coronel da PM Hamilton Dorta, ex-sargento do Exército e chefe da P-2 de vários batalhões da PM nos anos 1970. De 1978 a 1981, ele foi subdiretor de segurança externa da Secretaria de Justiça, cargo ligado ao Desipe, no qual cuidava da inteligência de movimentações de presos comuns e políticos, e também da segurança de presídios, para evitar, por exemplo, ações de resgate. O telefone associado a Dorta na agenda pertencia ao Departamento Penitenciário da época.
Da Polícia Civil, um dos nomes identificados é o do delegado Sérgio Farjalla. Ex-instrutor de tiro da Academia de Polícia, ele também foi ligado à Delegacia de Polícia Política e Social (DPPS), órgão que investigava atentados a bomba na época. Mais tarde, Farjalla se tornaria um dos primeiros especialistas em efeitos especiais do país e abriria uma empresa especializada.
A agenda registra ainda o telefone de "Solange Tavares - esposa dr. Ilo". A advogada Solange era mulher do delegado Ilo Salgado Bastos, chefe de gabinete do secretário de Segurança nos anos 80 - na época, o secretário era Olavo de Lima Rangel, ex-Dops. Nessa função, Ilo, ex-Dops, ex-DPPS e próximo de alguns dos "Doze Homens de Ouro" da polícia, coordenava todas as delegacias distritais do Rio. Na secretaria, era um dos poucos a ter uma espécie de "telefone vermelho", um aparelho sem discador, só para receber ligações diretas do secretário.
A maioria das pessoas que constavam da agenda e que foram contactadas pela reportagem disse não se lembrar do sargento, mas não soube explicar por que seu nome estava na agenda.
O GLOBO


Comento:
De fato, o episódio do Riocentro causou grande constrangimento para as Forças Armadas e seu abafamento, por ordem do Presidente João Figueiredo e orquestração direta do General Octávio Medeiros, então chefe do SNI, provocou o pedido de demissão do Chefe da |Casa Civil do governo, Golbery do Couto e Silva, considerado o grande orquestrador da abertura política e da anistia.
Vale a pena reler esta matéria da Veja, de outubro de 1999, sobre o segundo IPM, realizado dezoito anos depois e através do qual o próprio Exército deu aos fatos do Riocentro o nome que mereciam: terrorismo.

SERVIÇO MILITAR OBRIGATÓRIO: ESCLAREÇA SUAS DÚVIDAS.

Alistamento ainda atrai jovens
Encostado à parede da Junta de Alistamento Militar, o jovem Robes Pierre dos Santos, de 17 anos, aguarda ser chamado. Ele espera para receber a informação sobre quando terá de se apresentar ao Exército. A apresentação é apenas o primeiro passo de um processo que inclui testes, exames e que pode resultar em uma incorporação, com pelo menos 10 meses de muito trabalho e esforços, submetido à disciplina rigorosa e à hierarquia rígida das Forças Armadas.
Porém a tensão do jovem não diz respeito a qualquer temor em relação aos quarteis. Robes Pierre, na verdade, sonha com isso. “Quero ficar, me engajar, seguir carreira”, diz o adolescente. Filho de um cabo da Aeronáutica, ele resistiu aos apelos paternos e decidiu trilhar caminho no Exército. Sabe perfeitamente que enfrentará dificuldades e um salário inicial baixo, mas tem certeza do futuro como militar.
Todos devem se alistar no Exército e só a partir daí é que podem seguir para outras forças
Assim como Robes Pierre, muitos dos 30 mil jovens na faixa dos 18 anos de idade, que se alistam anualmente no Rio Grande do Norte, já não veem o serviço militar como uma ameaça, mas sim como alternativa de vida profissional. Hoje, com exceção de áreas específicas, como a de Medicina, praticamente 100% dos recrutas incorporados pelas Forças Armadas são voluntários e a imagem do “jovem recrutado à força” se tornou coisa do passado.
Na Junta, há os que não pretendem se incorporar, mas esses mantêm em silêncio o desejo reprimido e sabem que diante de uma concorrência em torno de dez candidatos por vaga, é difícil ser escolhido sem querer. Fácil mesmo é ouvir histórias dos que pensam em seguir carreira. “Quero ficar. Se me chamarem vou na hora”, diz José Moisés de Sousa, 17. Ele e os demais jovens nascidos em 1993 têm de se alistar até 30 de abril, se quiserem participar da seleção este ano para ingresso em 2012, ou até o final de junho, para a seleção no próximo ano, com possível incorporação em 2013.
Atualmente, todos os jovens se apresentam ao Exército, de onde podem ser encaminhados para a seleção na Aeronáutica e na Marinha, se assim preferirem. Quem não comparecer aos locais de alistamento ficará em dívida com o serviço militar, sendo impedido, por exemplo, de participar de concursos ou obter passaportes, até regularizar a situação.
O medo dessas punições, contudo, não é o que motiva jovens como José Moisés e Robes Pierre. Esse último, aliás, já conhece muito da “vida na caserna” e não teme as dificuldades que serão enfrentadas. Ele acredita, inclusive, que só terá a ganhar em sua formação pessoal e profissional, além dos amigos que fará nos quarteis. “Quero mesmo seguir carreira militar, estou até estudando agora para o concurso dos Fuzileiros Navais”, acrescenta.

Voluntários são quase totalidade
Chefe da 24ª Circunscrição de Serviço Militar (CSM), o coronel Marcelo Marcondes Cardoso destaca que atualmente o voluntariado atinge praticamente 100% dos recrutas incorporados. “Hoje o interesse em servir é tal, que muitos indivíduos são dispensados, mesmo sendo voluntários, por uma questão de limite de vagas”, explica.
Ao todo, em 2010 foram alistados aproximadamente 30 mil jovens, dos quais em torno de metade foram dispensados por morarem em municípios “não tributários”, ou seja, cidades que não enviam pessoal para a seleção. Dos que vieram de municípios “tributários”, apenas 1.458 foram incorporados a um dos três ramos das Forças Armadas, dos quais o Exército é o que mais aproveita os alistados, com 985 incorporações ano passado. “O grau de escolaridade é um dos principais critérios e felizmente tem melhorado a cada ano”, ressalta o oficial. Entre os alistados em 2010 em uma das delegacias de alistamento de Natal, um total aproximado de 8 mil jovens, 5.700 possuíam Ensino Médio e mais de 500 já cursavam Ensino Superior.
O soldo, remuneração paga aos recrutas, não é muito atrativo, pois representa apenas um salário mínimo, no entanto vem acompanhado de benefícios como alimentação, plano de saúde, vale transporte e fardamento.
Já no primeiro ano ele se forma soldado e, se o desempenho for satisfatório e houver interesse em se engajar, o adolescente passa por um processo seletivo e pode entrar para o efetivo profissional das Forças Armadas, com soldo em torno dos R$ 900 e aumentando conforme o avanço na carreira.
Há a possibilidade de o militar se manter por até sete anos na instituição (incluindo o da incorporação), com chances de chegar a cabo, ou sargento temporário. Para permanecer indefinidamente, é preciso ser aprovado nos concursos das escolas militares.
Para quem entra como recruta, coronel Marcondes lembra que o soldo é apenas uma pequena parcela dos benefícios garantidos. A experiência adquirida, enfatiza, muitas vezes conta positivamente até mesmo para quem “dá baixa” e deixa os quartéis logo após o primeiro ano. “O amadurecimento é bem expressivo. A gente convive e observa a rotina de trabalho e instrução deles e percebemos que, quando esse jovem sai, ao término do período de incorporação, já é geralmente uma pessoa mais compenetrada, mais ciente do que pretende pra vida”, relata.
Além da instrução militar, há ensinamentos profissionais e até parcerias com serviços como o Senai e Senac.

Médicos ainda são obrigados a servir
Os jovens alistados que já frequentam um curso de Medicina são hoje praticamente os únicos que ainda correm o risco de serem incorporados de forma involuntária. “Esse é um caso à parte”, reconhece o coronel Marcelo Marcondes. Ao se alistarem, os estudantes de Medicina recebem a autorização para adiar a apresentação, que é feita quando já tiverem concluído a graduação.
Como a demanda voluntária é menor que o número de vagas, é possível haver incorporação forçada de médicos. Porém, eles levam vantagens em relação aos outros recrutas. Já entram como aspirantes a oficiais e podem passar logo a segundo tenentes, com remuneração diferenciada e garantia de atuação na própria área. 
Embora em outros cursos como os de Farmácia, Veterinária e Odontologia também haja a possibilidade de os jovens se apresentarem somente após a graduação, tem sido desnecessário a incorporação involuntária, já que nesses casos o número de interessados em ingressar nas Forças Armadas é superior à quantidade de vagas.
O médico e aspirante a oficial Fernando Laffite, de 23 anos, foi incorporado voluntariamente ao Exército, mas reconhece que muitos colegam não querem se tornar militares e também revela que parte da própria família questionou sua decisão. Ele adiou a residência em otorrinolaringologia, na Unicamp, e a aprovação para o Samu Estadual, enquanto cumpre seu serviço militar. Neto de um militar da Aeronáutica, ele revela que “sempre quis ficar” no Exército, mas sabe que para muitos profissionais de sua área a escolha não seria a mais adequada. “Felizmente me formei jovem e já tenho essa residência para quando sair daqui.”

Os jovens ainda têm muitas dúvidas sobre o processo de seleção para o serviço militar
Quem deve se alistar?
O alistamento é obrigatório para todo cidadão brasileiro, do sexo masculino. As mulheres estão isentas do Serviço Militar em tempo de paz.

Qual o prazo?
O jovem deve alistar-se de 1º de janeiro a 30 de abril do ano em que completar 18 (dezoito) anos de idade. Caso se aliste entre maio e junho, entrará na seleção do ano posterior.

Pode-se escolher em qual Força Armada prestar serviço?
Na seleção, o indivíduo poderá indicar sua preferência pela Marinha, Exército ou Força Aérea. No entanto, somente será atendido caso venha a se enquadrar nos padrões previamente estabelecidos e de acordo com a disponibilidade de vagas.

Perdi o prazo. O que fazer?
Procure a Junta de Serviço Militar (JSM) e realize o alistamento. Será cobrada uma multa em dinheiro que aumenta com a demora na regularização da situação militar.

E quem não for para a seleção?
Quem falta à seleção é considerado REFRATÁRIO. Quando se apresentar pagará multa, que aumenta à medida do atraso, e passa a ter prioridade sobre os demais para a prestação do Serviço Militar.

E seu não comparecer no quartel para o qual fui designado?
Será considerado INSUBMISSO, o que constitui crime militar. Quando se apresentar ou for encontrado, se julgado apto em inspeção de saúde, será, incorporado em um quartel.

Quanto é o valor da multa para quem não se alistou?
O valor da multa é R$ 1,38 pelo número de anos que deixou de se apresentar.

O que deve fazer o universitário que está cursando Medicina, Farmácia, Odontologia ou Veterinária?
O jovem que está cursando qualquer dessas faculdades poderá, no ato do alistamento, caso deseje, solicitar o adiamento de incorporação até o término do curso. Atualmente, a legislação prevê que todos os formandos desses cursos, mesmo que tenham sido dispensados, deverão apresentar-se, em caráter obrigatório, a um Órgão do Serviço Militar para concorrer à Seleção Especial para a prestação do Serviço Militar.

O que acontece após o alistamento?
O jovem recebe o Certificado de Alistamento Militar (CAM) e informações sobre a data de apresentação para a Seleção Geral nos quartéis. Durante a seleção, entre julho e outubro, será submetido à avaliação física e psicológica. Os considerados aptos são selecionados por um programa de computador para serem incorporados em uma Organização Militar. Os inaptos serão dispensados e encaminhados para requererem o Certificado de Dispensa de Incorporação .

Penalidades
E quem não se alista?
Quem não está em dia com as obrigações militares não pode obter passaporte, nem ser contratado como funcionário público. Perde o direito a prestar concursos e de retirar até mesmo a carteira profissional. Há ainda uma multa a ser paga, porém de valor irrisório, de apenas R$ 1,75. Não há dados exatos sobre o número de pessoas que foge à obrigação, mas o major do Exército Marcelo Domingues acredita que a quantidade não é significativa. Ainda assim, ele aponta outros prejuízos para quem não está em dia com o serviço militar.
Em várias empregos e atividades são exigidos documentos como a carteira de reservista e, no caso de profissionais de saúde, por exemplo, há maior dificuldade em se obter o certificado dos conselhos profissionais, como o do Conselho Regional de Medicina.

De acordo com os oficiais da 24ª CSM, é uma exigência legal que cada Município monte e mantenha sua Junta de Alistamento Militar, mesmo naquelas cidades onde o jovem é automaticamente dispensado. “O presidente da Junta é o prefeito, que designa um secretário”, explica o coronel Marcelo Marcondes. Em Natal, funcionam duas delegacias de alistamento, com postos nas centrais do Cidadão do Alecrim e da Cidade Alta. O prédio da Junta Militar, localizado na Cidade Alta, próximo ao TRE, apresenta problemas estruturais. A reportagem da TRIBUNA DO NORTE conferiu as dificuldades enfrentadas pelos servidores que trabalham no local. Há goteiras, o espaço é reduzido e a infraestrutura inadequada.
TRIBUNA DO NORTE (NATAL)

ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DE RORAIMA HOMENAGEIA 50 ANOS DO 7º BIS

7º BIS – Batalhão recebe homenagem da ALE-RR

Para homenagear os 50 anos de implantação do 7º Batalhão de Infantaria de Selva (BIS) em Roraima, a Assembleia Legislativa de Roraima (ALE-RR) entregou durante Comissão Geral a “Comenda Orgulho de Roraima”. A solenidade foi realizada no plenário Deputada Noêmia Bastos Amazonas nesta quarta-feira (20).
Entre os parlamentares que discursaram na solenidade, o deputado Ionilson Sampaio (PSB) considerou ‘essencial’ a entrega da Comenda. “Não há nada mais sagrado que Deus, a Pátria, a família e a liberdade. Eles são nossos anjos da guarda e por isso a importância da celebração da data”, pontuou.
Estiveram presentes, entre outros convidados, o secretário de Justiça e Cidadania, coronel PM Waney Vieira, representante do Governo estadual, o comandante do 7º BIS, tenente-coronel José Arnon dos Santos Guerra; e o major intendente Aldo José Pereira da Rosa, representando a Base Área de Boa Vista.
KÁTIA BEZERRA – SECOM/ ALE-RR

DESERTOR DA AMAN É PRESO NO RJ

Soldado da Aman é preso em Volta Redonda
Um rapaz de 19 anos foi preso na tarde deste sábado (23) no bairro Santo Agostinho, em Volta Redonda. Segundo a Polícia Civil, ele é soldado da Academia Militar das Agulhas Negras e tinha mandado de prisão decretado pelo crime de deserção. O jovem foi levado para Aman e pode pegar uma pena de até dois anos de detenção.
TV RIO SUL

CABO DO EXÉRCITO ESCONDE ARMA PARA TRAFICANTE E É PRESO NO ACRE

Um cabo do Exército foi preso pela polícia de Epitaciolandia (AC) por esconder um revólver a pedido de um amigo traficante de drogas. Confira:

ARQUIVOS DO REGIME MILITAR MOSTRAM QUE PADRES FRANCESES INCITAVAM VIOLÊNCIA NO ARAGUAIA

Arquivos da Aeronáutica mostram que militares vigiavam padres no Araguaia
Edson Luiz
Em 1981, nove anos depois do fim da Guerrilha do Araguaia, os militares temiam um novo enfrentamento na região. Eles acusavam padres de estarem incitando posseiros contra a ordem pública. Tudo começou com a morte de um fazendeiro e o ataque a policiais federais e técnicos do governo que atuavam no local regularizando terras. Documentos sigilosos narram que os religiosos tinham conhecimento detalhado da área, onde atuavam dando assistência aos moradores, inclusive fazendeiros. Segundo os militares, os padres tinham em caixa pelo menos US$ 1 milhão, vindos da França.
A situação no Araguaia é detalhada em um relatório feito pelo Centro de Informações da Aeronáutica (Cisa), aberto ao público pelo Arquivo Nacional, em Brasília. No documento, os nomes dos padres investigados estão vetados, mas provavelmente se tratavam de Aristides Camio e Francisco Gouriou, que atuaram no Araguaia na época. Os religiosos foram presos acusados de incitar posseiros a atacar quatro agentes da Polícia Federal e servidores do Grupo Executivo de Terras do Araguaia-Tocantins (Getat). Ambos foram condenados a prisão com base na Lei de Segurança Nacional (LSN).
No documento da Aeronáutica, provavelmente feito antes da detenção dos religiosos, em 1981, os arapongas do regime militar narraram que os dois padres incitaram os posseiros contra os policiais, resultando na morte de uma pessoa. O relatório observa ainda que isso poderia causar um novo levante, como a guerrilha, finalizada em 1972. “O desencadeamento de operações de informações e a instauração de inquérito com base na LSN, tendo como fato gerador principal o incitamento contra a ordem pública, comprovaram o novo surto de agitação detectada na região do Araguaia”, narraram os agentes do governo à época.
O relatório conta que os padres tinham todo um levantamento da região, como cópias das certidões de propriedades, croquis das posses e invasões, além de cópias de processos judiciais impetrados por posseiros. “É de destacar, dentre casos, o levantamento estratégico do município de Conceição do Araguaia”, observou o agente. No documento, o órgão de informação ressalta que os religiosos agiam com grande eficiência no sentido de prestar assistência tanto aos posseiros quanto aos fazendeiros da área “em contraste particularmente com o Getat”.

Cartilhas
Na avaliação do cenário da região, os agentes de informação analisaram três campos: religioso, político e subversivo. No primeiro caso, eles observaram que havia distribuição de panfletos destinados a orientar o povo durante as missas, “estimulando os trabalhadores e a luta de classe”. No segundo, afirmaram que havia confecções de cartilhas políticas em que eram ensinados, por meio de xilogravuras, táticas e métodos de atuação subversiva no meio rural, “inclusive o modo de como agir e fazer uma emboscada”. O último ponto analisado fazia referência a reuniões entre os agentes da pastoral e posseiros, em que haveria aulas sobre socialismo, marxismo e proletariado.
Ao fim, os arapongas afirmam que os recursos financeiros recebidos pelos religiosos eram em sua maioria provenientes da França, por meio de algumas instituições, como o Partido Comunista Francês, a Fraternidade e os Missionários Estrangeiros de Paris. O total de dinheiro, segundo os agentes fizeram constar no relatório, era o equivalente a US$ 1 milhão, repassados em quatro anos. O temor dos militares por uma nova guerrilha não se justificava, pois não houve registros de movimentos armados na região.
Mas outra preocupação dos órgãos de informação da época se mantém, que são as questões fundiárias. No documento, os militares narram que, desde 1945, a situação é tensa, o que, segundo especialistas, tem perdurado até os dias de hoje.

Imbróglio político
Os dois religiosos foram presos, em 1981, na cidade de São Geraldo do Araguaia, entre Goiás e Pará. Aristides Camio e Francisco Gouriou foram condenados à prisão e ficaram dois anos detidos sob a ameaça de expulsão. Coube ao então vice-presidente Aureliano Chaves transformar o processo em judicial, evitando que o caso se tornasse político e causasse campanhas contra o Brasil no exterior. Os dois deixaram o Brasil em 1991, quando o país já passava pela redemocratização.
CORREIO BRAZILIENSE


Comento:
Em 1981, o Brasil estava em pleno processo de redemocratização, após a abertura política e a anistia, promovidas por Geisel e Figueiredo. Entretanto, figuras como esses padrecos esquerdistas pululavam pelo país, incitando a violência e a luta de classes. Muitos brasileiros morreram por causa disso.
A motivação dessa gente, tal qual a dos integrantes da guerrilha, nunca foi o ideal democrático, e sim, a implantação de um regime totalitário no Brasil. Na visão atual da mídia, os órgãos de informação deveria ter ficado de braços cruzados.

23 de abril de 2011

COMPETIÇÃO ENTRE TIROS DE GUERRA COMEMOROU O DIA DO EXÉRCITO NO INTERIOR DE SP

JOGOS MUNDIAIS MILITARES: GENERAL GARANTE UTILIZAÇÃO DE COMPLEXO ESPORTIVO, APESAR DO ESTADO PRECÁRIO

Coordenador dos Jogos Militares garante que Miécimo segue nos planos
Raphael Marinho 


Na coletiva da organização dos 5º Jogos Mundiais Militares, o Centro Esportivo Miécimo da Silva foi tratado como o maior motivo de preocupação do comitê. A estrutura em estado lastimável foi exposta recentemente, em matéria feita pelo SRZD, onde retrata o quadro de descaso com o local. Porém, de acordo com o Coordenador Geral do Comitê de Planejamento Operacional Rio 2011, General Jamil Megid Júnior, o Miécimo segue nos planos da competição para receber as competições de judô e futebol.
"O planejamento dos 5º Jogos Mundiais Militares mantém a programação de utilizar o Centro Esportivo Miécimo da Silva para receber as competições de judô e futebol dos Jogos da Paz Rio 2011. O Miécimo oferece boas condições aos competidores e está localizado próximo às vilas de atletas", garantiu o General Megid, ao SRZD.
Apesar de afirmar que o Miécimo da Silva possui boas condições, o coordenador voltou a dizer que o local passará por manutenção e, mais que isso, ainda declarou que a organização do evento estuda outros locais para as competições de judô e futebol, caso as obras não fiquem prontas dentro do prazo.

"A manutenção necessária de suas instalações vai atender não apenas aos Jogos Mundiais Militares, mas também à comunidade do bairro de Campo Grande e arredores, que tem se mostrado entusiasmada em receber as competições que vão de 16 a 24 de julho e mostrado enorme interesse em participar dos eventos programados para aquele Centro Esportivo. Paralelamente, há estudos em curso sobre alternativas para essas competições", concluiu o general.

SRZD

TESOURADA DE DILMA: MARINHA RESTRINGE USO DE ELEVADORES E AR REFRIGERADO NO RJ

MARCO AURÉLIO REIS
Sem ar refrigerado no calorão dos últimos dias e com uso do elevador restrito. Assim já está a rotina nas unidades da Marinha no Rio, antes mesmo de o Ministério da Defesa definir quais medidas de economia de despesas terão que ser adotadas pelas Forças Armadas para se adequar ao corte de R$ 4,03 bilhões no Orçamento deste ano da pasta.
“A orientação interna é usar a escada”, conta amigo da Coluna lotado em uma unidade na Avenida Brasil. “Aqui está proibido o uso do elevador se for para subir um andar ou descer dois andares”, conta outro amigo que serve (no jargão interno, está “embarcado”) em unidade administrativa no Centro do Rio.
A restrição de gastos ocorre dias após o Ministério da Defesa ter suspendido a ‘licença-fome’ (dia sem expediente para economia com alimentação) prevista na Marinha para ocorrer às sextas-feiras.

AR REFRIGERADO
A orientação nos quartéis da Força Naval é também abrir as janelas e não ligar o aparelho de ar refrigerado. Exceção só é liberada após autorização superior.

MEDIDAS DE ROTINA
Oficial superior ouvido pela Coluna conta que o uso “racional” do elevador e do ar refrigerado em nada tem a ver com o corte do Orçamento. “São medidas de rotina”, diz.

QUESTÃO DE EFICIÊNCIA
O mesmo oficial superior alerta que em corporações civis o melhor uso dos elevadores já é discutido. “O mesmo vale para locais sem ar refrigerado central”, aponta.
O DIA ONLINE

TIRO DE GUERRA DISTRIBUI DEZ MIL CESTAS BÁSICAS EM ALAGOAS

Tiro de Guerra de Penedo participa de ações solidárias na Semana Santa
Rafael Medeiros
Andrea Roberts - cortesia
Atiradores ajudaram a distribuir 10 mil quilos de peixe
A distribuição de 10 mil cestas básicas promovida pela prefeitura de Penedo entre a população, contou com o apoio do Exército brasileiro, através dos atiradores e do comando do Tiro de Guerra, órgão que ajudou no carregamento e descarregamento dos caminhões, além de participar da organização e distribuição das cestas que aconteceram no Ginásio do Clube do Trabalhador (SESI) e no Colégio Diocesano.
Os atiradores do TG-Penedo que comemoraram entre os dias 19 e 21 de abril a Semana do Exército cumpriram uma programação paralela elaborada pelo tenente Aldori Junker Jardim, que colocou a disposição os jovens atiradores, participando diretamente dos trabalhos de distribuição das cestas chamadas “santas”, que aconteceu nas zonas urbana e rural do município de Penedo.

Distribuição

As “Cestas Santas” foram distribuídas pela prefeitura de Penedo na quarta, 20, nos povoados de Penedo e na quinta-feira, 21, foi a vez dos moradores da zona urbana receberem seu desjejum. Ao todo foram distribuídas 10 mil cestas, adquiridas por meio da Companhia Nacional de Abastecimento e completadas com recursos da prefeitura de Penedo.
AQUI ACONTECE

PONTE CEDE E EXÉRCITO VAI CONSTRUIR PASSARELA EM MINAS GERAIS

 O Exército vai instalar uma passarela sobre o Rio das Velhas, na BR-381, em Sabará, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, onde uma ponte cedeu nesta quarta-feira. De acordo com o coronel João Vicente Barreto Ferreira, seis caminhões com o material para a instalação vão sair de Itajubá, na Região Sul de Minas Gerais, nesta sexta-feira, e devem chegar à Grande BH no sábado.


De acordo com Ferreira, um oficial de engenharia do 4º Batalhão de Engenharia de Combate fez um estudo técnico no início da noite desta quinta-feira e chegou à conclusão de que é possível a instalação da passadeira. Ainda segundo o coronel, se não houver imprevistos, os trabalhos devem ser concluídos ainda neste sábado, no fim da tarde.
Nesta quinta-feira, moradores do local fizeram um protesto por causa da ponte, que foi interditada também para pedestres. Eles reclamam que na segunda-feira não terão como fazer a travessia para trabalhar.
A ponte cedeu, na altura do km 455 da BR-381. O trecho foi interditado nos dois sentidos e não há previsão de liberação. Segundo técnicos, os pilares de sustentação da estrutura cederam quase meio metro e há risco de desabamento. A BR-381 é a principal saída de Belo Horizonte para o Espírito Santo e Bahia.
Técnicos do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes Terrestres (Dnit) fizeram uma vistoria na ponte e afirmaram que ela terá que ser demolida. A construção de uma nova estrutura, segundo o departamento, pode durar até seis meses.
De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), os motoristas terão que fazer um desvio pela MG-145, por Santa Luzia, mas a erosão limita o tráfego em meia pista. Nesta sexta, havia congestionamento de seis quilômetros, nos dois sentidos. Segundo a PRF, motoristas também podem fazer desvios pelos municípios de Mariana e Ouro Preto, na Região Central do estado. Este caminho aumenta a viagem em cerca de 90 quilômetros, de acordo com a polícia.
Para caminhões, a alternativa é a BR-356, passando por Ouro Preto.
O GLOBO

SECRETÁRIO FRANCÊS DISCUTIRÁ CONTRATOS MILITARES COM JOBIM

Brasil: Contratos militares em visita de governante francês
França e Brasil vão abordar na próxima semana a situação dos contratos militares entre os dois países, que Paris quer concluir durante a visita do secretário de Estado do Comércio Exterior, Pierre Lellouche.
Lellouche visita o Brasil de segunda até quarta-feira e vai reunir-se com o ministro da Defesa brasileiro, Nelson Jobim, para discutir o «progresso dos contratos em curso e promover a oferta francesa num setor em que a alianças entre os dois países tem sido amplamente reforçada», segundo um comunicado divulgado hoje pelo Governo Francês.
A França tem mostrado repetidamente nos últimos anos o seu interesse em vender ao Brasil 36 caças Rafale, que competem com o FA-18 da Boeing e os Grippen da sueca Saab.
Diário Digital / Lusa

22 de abril de 2011

SOLDADO DA FAB É FLAGRADO COM ARMA NO PARÁ

O soldado da aeronáutica Izael Miranda Canavieira, 21 anos, foi preso na manhã de ontem portando uma arma cartucheira calibre 12. Ele, acompanhado de um adolescente de 17 anos, foi abordados por Policiais Militares após ter tentado fugir de uma viatura da Rotam, no momento que cruzava as avenidas Augusto Montenegro e Dalcídio Jurandir, em direção ao distrito de Icoaraci.
Enquanto uma guarnição da 22ª Zpol observava o fluxo de veículos na avenida Augusto Montenegro, segundo o Cabo PM Alexandre Silva, os dois perceberam que uma viatura da Rotam parou dois homens em uma moto para revistá-los. Neste momento, Izael Miranda Canavieira percebeu a ação policial e desviou bruscamente o caminho.
“Ao perceber a viatura da Rotam, eles tentaram fugir entrando numa rua antes de cruzar a avenida Dalcídio Jurandir. Então partimos em perseguição até alcançá-los e identificar o porte ilegal de arma.”

CARTUCHEIRA
Segundo o soldado, Izael Miranda Canavieira portava uma cartucheira calibre 12, que estava em sua mochila, e foi adquirida com um primo que mora em Vigia, nordeste do Pará.
“Quando fomos abordados, estávamos em direção a Icoaraci, para atravessar de barco e caçar animais na ilha da Romana. Tentei fugir da polícia, por medo de ser preso com a arma, pois sabia que era ilegal o porte”.
Izael Miranda foi conduzido à Seccional Urbana da Marambaia, onde foi instaurado inquérito por porte ilegal de arma, presidido pelo delegado Éder Bentes.
Será enviado um ofício ao 1ª Comando da Aeronáutica para que sejam feitos os procedimentos militares sobre o caso. Já o adolescente, foi encaminhado a Divisão de Atendimento ao Adolescente (Data), da Polícia Civil, onde receberá os encaminhamentos necessários para que volte ao convívio social. (Diário do Pará).
DIÁRIO DO PARÁ

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