23 de janeiro de 2016

Soldados da segurança de Davos são flagrados consumindo maconha e cocaína

(Ruben Sprich/Reuters)
Após denúncias, testes revelaram que doze soldados do Exército suíço encarregados da segurança do Fórum Econômico Mundial, em Davos, consumiram drogas nesta semana. A denúncia que levou à realização dos exames naquela unidade foi feita na terça-feira pelos próprios colegas dos soldados no Exército.
Os testes detectaram o consumo de maconha por doze militares, e em cinco deles também foram encontrados vestígios de cocaína, informou o porta-voz do Exército da Suíça, Stefan Hofer, à rede britânica BBC.
Um dos soldados foi flagrado com 3 gramas de cocaína e irá responder a um processo criminal na Justiça civil. Os outros quatro usuários de cocaína foram mandados para casa e enfrentarão medidas disciplinares, reportou a BBC. Os sete militares restantes, que consumiram maconha, serão punidos com medidas disciplinares mais leves e permanecem a serviço em Davos - o Exército suíço enviou 4.500 soldados ao local para garantir a segurança do evento.
Veja/montedo.com

Pindaíba: porta-aviões ‘São Paulo’ terá tripulação reduzida para cortar gastos

O Comando de Operações Navais determinou ao Comando em Chefe da Esquadra a apresentação de um plano de redução da tripulação do Navio-Aeródromo São Paulo (A12) em até 30 dias, para manter apenas um grupo de manutenção e vigilância a bordo.
A medida visa adequar os gastos do navio à atual situação orçamentária, pois não se vislumbra a disponibilidade de recursos para a modernização do porta-aviões até 2018.
Poder Naval, via Veterano Fuzileiro Naval/montedo.com

Onda de violência faz Haiti adiar eleições presidenciais


Luis Kawaguti
Da BBC Brasil em São Paulo
Centros de votação estão sendo atacados por grupos ligados a partidos políticos
Uma onda de violência fez o governo haitiano adiar o segundo turno das eleições presidenciais, que deveria ocorrer neste domingo. Antes do anúncio dessa decisão, o general brasileiro Ajax Porto Pinheiro, comandante das forças de paz da ONU no país, havia relatado à BBC Brasil que grupos políticos organizaram uma série de ataques para tentar a evitar a realização do pleito.
"Desde terça-feira houve um aumento considerável de incidentes (de violência) no país", afirmou o general. Segundo ele, foram registrados episódios de grupos armados ligados a partidos políticos entrando em choque entre si e gangues tentando incendiar locais de votação com coquetéis molotov.
Nesta sexta-feira, ao menos dois locais de votação - entre eles uma escola - foram incendiados. Ao menos outros sete pontos de votação sofreram ataques, mas forças de segurança teriam impedido sua destruição.
Casas de autoridades eleitorais também teriam sido incendiadas. Indivíduos armados foram vistos carregando material eleitoral roubado em um vilarejo no interior do país.
Pierre-Louis Opont, presidente do órgão que supervisiona as eleições, disse à agência de notícias Associated Press que o pleito foi adiado indefinidamente porque há "muita violência pelo país".
Ele divulgou um comunicado dizendo porém que o processo eleitoral não foi cancelado, está apenas suspenso.
O país vive uma profunda crise política desde o ano passado; o principal candidato oposicionista havia retirado sua candidatura e promovia um boicote eleitoral.
Na quinta-feira, tropas brasileiras já haviam sido despachadas com urgência para a cidade de Jacmel, no sul do país, para proteger urnas eleitorais armazenadas em um aeroporto. Grupos locais ameaçavam incendiar o local para prejudicar a realização da eleição.
Além disso, a capital, Porto Príncipe, vive uma rotina praticamente diária de protestos, barricadas e choques de manifestantes com a polícia. Na tarde desta sexta-feira, a capital registra manifestações de grandes proporções.
O adiamento do pleito aprofunda ainda mais a crise política. Analistas dizem que o presidente pode ter que deixar o cargo em 7 de fevereiro, devido a uma exigência da Constituição. Um governo provisório pode ser formado para conduzir o país até a realização do pleito.
Porém, o governo não teria recursos financeiros suficientes para organizar uma nova eleição.
Crise política
A recente crise política do Haiti foi deflagrada no segundo semestre do ano passado, junto com o início do processo eleitoral.
Os primeiros distúrbios, ainda em pequena escala, começaram durante o primeiro turno das eleições parlamentares em agosto.
Em outubro, quando houve votações simultâneas para o segundo turno das eleições parlamentares e o primeiro turno da corrida presidencial, a violência cresceu.
Segundo autoridades da Missão da ONU para a Estabilização do Haiti (Minustah), grupos armados ligados a partidos políticos provocaram tiroteios em redutos eleitorais de seus opositores. Eles tentavam impedir que a votação ocorresse em locais estratégicos, para assim prejudicar seus oponentes.
Os grupos foram reprimidos por autoridades locais e internacionais e a votação ocorreu com elevados índices de comparecimento de eleitores às urnas, segundo autoridades da ONU.
Oficialmente, o candidato Jovenel Moïse, apoiado pelo presidente Michel Martelly, teve 32% dos votos e o oposicionista Jude Célestin, que participou do governo do ex-presidente Renè Preval, 25%.
Mas a crise política se agravou após a divulgação dos resultados.
A oposição fez denúncias de supostos casos de fraude eleitoral – como eleitores votando mais de uma vez, pagamento de propina a autoridades eleitorais e adulteração de cédulas e folhas de apuração.
Isso deu origem a uma série de manifestações de rua e a debates no Parlamento, controlado pela oposição ao presidente Martelly.
Uma comissão de apuração do governo analisou posteriormente parte das urnas e documentos eleitorais. O grupo concluiu que apenas 8% das folhas de apuração não continham erros, 30% tinham votos de pessoas que não constavam na lista de eleitores e metade tinha números de identificação de eleitores incorretos, segundo o jornal New York Times.
Contudo, essa comissão afirmou que os erros não haviam sido causados por fraudes, mas sim por falta de precisão e profissionalismo de mesários e pessoas envolvidas na organização da eleição.
A OEA (Organização dos Estados Americanos) também analisou os registros da votação e constatou irregularidades. Mesmo assim, o órgão endossou o resultado do primeiro turno.
Segundo turno
Esta é a segunda vez que o segundo turno da eleição presidencial é cancelado. Ele deveria ter ocorrido em 27 de dezembro do ano passado, mas foi adiado por causa das denúncias de fraude.
De acordo com a agência de notícias Associated Press, o Senado, aprovou nesta semana uma resolução (não vinculante) para cancelar o pleito de domingo. O presidente Martelly insisitu até esta sexta-feira que o pleito seguiria em frente.
Analistas locais dizem que se a eleição for adiada, o presidente terá que deixar o cargo em fevereiro e será substituído por um governo provisório até a realização de um novo pleito.
A missão das tropas da ONU durante as eleições é apoiar a Polícia Nacional do Haiti para garantir a segurança.
Desde o início da semana, o general Ajax Pinheiro começou a enviar tropas para proteger urnas e zonas eleitorais.
Há 1.508 locais de votação, que devem ser protegidos por 11 mil policiais e 2.370 militares da ONU.
Além da capital, as tropas da ONU estão distribuídas em 16 cidades – em seis dos nove departamentos (Estados) do Haiti. Cada uma dessas cidades do interior tem uma unidade formada por 40 combatentes (infantaria e tropas de choque), dois blindados, dois jipes e um caminhão de transporte.
Eles carregam armas de controle de multidões (gás lacrimogêneo, spray de pimenta e balas de borracha) para agir em caso de distúrbios urbanos. Além disso possuem armamento letal para eventuais combates contra grupos armados e têm suprimentos para resistir a nove dias, até a chegada de reforços.
Essas unidades são formadas por militares do Chile, Uruguai, Peru e Brasil.
Na região da capital, uma das áreas mais críticas, apoiar a polícia para garantir a segurança é tarefa do batalhão brasileiro, da polícia da ONU e de unidades de choque da ONU.
Além disso, há uma "Força de Reação Rápida" da ONU – 60 militares distribuídos em cinco helicópteros - que se dirigem para áreas onde a situação de segurança está mais frágil.
O general Ajax Pinheiro afirmou à BBC Brasil na noite desta sexta-feira que essas tropas permanecerão guardando urnas e cédulas até que todo o material eleitoral seja recolhido no sábado.
O Brasil lidera a missão militar no país há 11 anos e foi um dos principais responsáveis, entre 2004 e 2007, pela desarticulação dos grupos rebeldes e gangues que motivaram o estabelecimento da missão de paz há mais de uma década.
A violência atual no país ocorre em escala bem menor do que a presenciada nos anos iniciais da missão, segundo o general.
BBC/montedo.com

Esperando o ano que vem: Marinha 'hiberna' por 18 meses e torce pelo fim da crise

ESPECIAL 
Até 2017! Sem dinheiro, Marinha do Brasil vai hibernar por 18 meses torcendo para que, no fim do ano que vem, as boas notícias voltem a aparecer…
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Roberto Lopes
A Marinha do Brasil entrou em estado de hibernação.
Há muito pouco a fazer para melhorar a situação operacional da Força, diante do congelamento orçamentário imposto, com intensidade devastadora, pelo chamado Ajuste Fiscal do governo.
Uma fonte da Diretoria-Geral de Material da Marinha (DGMM) relatou à coluna INSIDER que a corporação perdeu a capacidade de adquirir meios navais este ano. Mesmo para os navios de segunda mão – ou “oportunidade”, como gostam de chamar alguns chefes navais – falta um mínimo de recursos.
De acordo com um oficial da Secretaria-Geral da Marinha que esteve ligado à gestão dos recursos do Fundo Naval e à coordenação das aplicações financeiras que preservam o volume do Fundo no exterior, fornecedores insistentes – como a empresa sueca Kockums, que tenta empurrar para a Força de Minagem e Varredura, na Bahia, dois caça-minas classe Landsort usados pelo preço de um novo – precisariam respaldar suas ofertas em um plano de financiamento a perder de vista, com a primeira quitação vencendo somente na metade final do ano que vem.
Mas é preciso dizer que nem todos os problemas da Marinha se restringem à falta de dinheiro decretada pela crise econômica.
O caso EISA – Nos últimos anos a Marinha investiu alguns milhões dos seus preciosos e escassos dólares em ao menos dois programas claramente deficientes do ponto de vista técnico. E que, é forçoso admitir, passaram todo o ano de 2015 emitindo alertas de que não iam bem: o da elevação das aeronaves AF-1 (ex-A-4KU) do Esquadrão VF-1 Falcão da Força Aeronaval, ao padrão AF-1A, e o da construção, no estaleiro EISA (Estaleiro Ilha S.A.), do Rio de Janeiro, dos navios-patrulhas costeiros classe Macaé.
Segundo esta coluna apurou com exclusividade, a Marinha suspendeu, temporariamente, a entrega que a empresa alemã MTU deveria fazer de motores para dois classe Macaé que se encontram trancados dentro do estaleiro em estágio avançado de fabricação: o Maracanã, destinado ao 4º Distrito Naval, e a Mangaratiba, que ficaria no Rio mesmo, para reforçar os meios do 1º Distrito Naval.
Motivo da suspensão da entrega dos motores: a má qualidade da construção dessas embarcações.
O que não se compreende é como esse problema não foi detectado antes, gerando alguma reação importante do setor de Material da corporação.
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O EISA fechou as portas e demitiu todos os seus funcionários. Os chefes navais ainda tentaram garantir a entrega de seus patrulheiros Macaé, patrocinando um acordo operacional entre a empresa fluminense e o afamado estaleiro espanhol Navantia. Mas o arranjo não surtiu o efeito esperado.
Um ano e meio atrás, a previsão é que, neste primeiro semestre de 2016, a Marinha já estivesse operando quatro navios-patrulha classe Macaé, e na expectativa de receber o Miramar, sua quinta unidade, destinado ao 3º Distrito Naval. Mas tudo isso, agora, ficou sem prazo.
A Marinha terá, certamente, que ingressar na Justiça, para resguardar os seus direitos (e os mais de 90 milhões de Reais já pagos) no caso dos patrulheiros.

Condenado
O assunto da modernização, coordenada pela Embraer Defesa, dos caças-bombardeiros Skyhawk adquiridos à Força Aérea do Kuait no fim da década de 1990 é tão, ou mais, constrangedor que a má execução do projeto Macaé pelo EISA.
O oficial que serve na DGMM lembrou que, em meados de 2015, depois que o Comandante da Marinha, almirante Eduardo Leal Ferreira, se deslocou até o município paulista de Gavião Peixoto para receber da Embraer a primeira aeronave “modernizada”, blogueiros habituados a bajular a Força Naval previram que outras aeronaves remodeladas nesse mesmo “padrão” voariam antes do fim do ano. E relata:
“Procurei no blog deles alguma nota pedindo desculpas aos leitores, pois eles haviam garantido a entrega de mais dois A4 pela Embraer, ainda em 2015. Nós da DGMM sabíamos que o avião não estava operando. Que ele só voava. Em melhores condições que antes, mas só isso. Voava. A integração do armamento ficou deficiente. Tanto que a Embraer foi multada. A partir daí, [a Embraer] chamou os israelenses para realizar o trabalho”.
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Há outras opiniões, ainda mais drásticas.
Um comandante da Marinha amigo desta coluna e que serviu na Diretoria de Sistemas de Armas costuma qualificar a iniciativa de atualização dos Falcões como “um programa condenado”. Até porque, conforme se sabe, as aeronaves “modernizadas” permitirão o adestramento dos pilotos em defesa aérea sobre áreas marítimas, mas estão inabilitadas a cumprir missões contra alvos de superfície, por exemplo.

Estaleiros
Dois mil e dezesseis não reserva apenas agruras à Marinha, claro.
Aqui e ali acontecerão momentos de regozijo, como o que acontecerá no mês de março, com a chegada ao Rio de Janeiro do navio de desembarque multipropósito Bahia (ex-Siroco), comprado à França.
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O problema é que esse justificado orgulho não irá perdurar ao longo de toda a corrida de obstáculos em que devem se constituir os próximos 18 meses.
Por exemplo: ainda este ano o almirante Leal Ferreira precisará decidir, em conjunto com a direção da Empresa Gerenciadora de Projetos Navais (EMGEPRON), o tipo de aporte financeiro que sua Força fará ao programa trinacional (Colômbia/Brasil/Peru) de desenvolvimento de um novo tipo de navio-patrulha fluvial – se é que a EMGEPRON permanecerá nesse programa.
O estaleiro colombiano Cotecmar propõe um modelo de embarcação inspirado no navio-patrulha pesado colombiano tipo PAF III – espécie de fortaleza blindada flutuante, cujos requisitos de habitabilidade – excessivamente espartanos – fogem completamente à tradição de conforto mínimo que os chefes navais brasileiros procuram garantir às suas tripulações.
Os desvios sistemáticos de recursos na Petrobras dos últimos 13 anos, bem como o impacto das revelações da Operação Lava Jato, atiraram na incerteza as perspectivas de trabalho em mais de uma dezena de estaleiros cujos negócios estão fortemente vinculados à estatal brasileira do petróleo. E a Marinha está pegando a rebarba dessa tormenta.
Hoje, a Força Naval brasileira está em piores condições para renovar a sua frota com base em construções nacionais do que as Marinhas da Colômbia – que possui o estaleiro Cotecmar trabalhando a todo vapor –, do Peru – que investiu fortemente na qualificação do Servicio Industrial de la Marina (SIMA-Peru) – e do Chile, que tem a indústria naval Asmar (Astilleros y Maestranzas de la Armada) envolvida em ao menos três grandes projetos (um modelo de OPV derivado do Fässmer OPV 80 alemão, uma lancha de desembarque pesada e um navio quebra-gelos de 7.000 toneladas) para a sua Esquadra.
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Contraste
Um anúncio dos patrulheiros oceânicos que estão sendo construídos pela empresa estatal chilena Asmar, e o vazio existente, já há alguns meses, no estaleiro EISA, do Rio de Janeiro
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Apesar de manter o seu Centro de Projetos de Navios empenhado no programa da corveta CV 03 classe Tamandaré, a Marinha do Brasil dificilmente disporá de recursos, este ano, para fazer avançar esse projeto; e nem conta com qualquer estaleiro, em território nacional, construindo navios militares.
A Força guarda apenas uma certa competência para fazer reparos em navios da Força de Superfície, nas instalações do Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro.
A manutenção de maior porte requerida por alguns submarinos da classe IKL-209 deverá ser feita em Kiel, na Alemanha – quando houver dinheiro para isso, é claro.

Amazônia
Os almirantes também precisarão tentar dar andamento a projetos no interior do país, marcados por necessidades urgentes e sucessivos adiamentos de cronograma.
Nessa situação está a conversão da atual Delegacia Fluvial de Porto Velho em Capitania Naval Madeira-Mamoré – uma iniciativa da área do 9º Distrito Naval (Amazônia Ocidental) que data de 2009 (!) – e a instalação das agências fluviais de Sinop, Alta Floresta e Juruena, no norte de Mato Grosso, jurisdição do 6º Distrito Naval.
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O prédio-sede da Delegacia Fluvial de Porto Velho, OM da Marinha que será transformada em Capitania Fluvial Madeira-Mamoré
Com jurisdição sobre os estados do Amazonas, Roraima, Rondônia e Acre, a Capitania Fluvial da Amazônia Ocidental, sediada em Manaus, registrou, em 2015, o maior número de acidentes fluviais em toda a Amazônia (entre aqueles que foram informados às autoridades, naturalmente): 38. A Delegacia Fluvial de Porto Velho (futura Capitania Madeira Mamoré) vem em seguida, com 14 ocorrências.
Então, a partir do fim de 2017, começarão (possivelmente) a surgir as boas notícias, sobre a modernização dos helicópteros Lynx na Inglaterra, a fase final dos trabalhos de reforma de alguns bimotores americanos que servirão ao transporte de carga e ao reabastecimento em voo dos caças AF-1, a entrega ao Corpo de Fuzileiros Navais dos CLANFs (veículos anfíbios) modernizados nos Estados Unidos…
É esperar para ver. Caso consigamos nos manter à tona.
PLANO BRASIL/montedo.com

Severinos! Exército vai recuperar ruas em cidade gaúcha

Exército auxiliará na manutenção das ruas da cidade
Dom Pedrito (RS) - Uma reunião na sede da 3ª Companhia de Engenharia de Combate Mecanizada, Companhia Emílio Carlos Jourdan no início da semana entre o prefeito Lídio Bastos, o secretário de Obras Marco Antônio e o comandante da Unidade do Exército, major Felipe Araújo Barros, tratou acerca da situação atual das ruas do município.
Na oportunidade, através de uma solicitação do Executivo, ficou acertado que a 3ª Cia irá ajudar na manutenção e recuperação das vias públicas, cedendo ao município uma patrola e duas caçambas, bem como os militares para a operação dos equipamentos. 
"Essa parceria será muito boa para Dom Pedrito. Solicitamos o apoio e prontamente fomos atendidos. O Exército entra com o maquinário e o município com a manutenção e o diesel. Vai auxiliar muito no mutirão que estamos realizando na cidade", destaca Totonho.
Folha da Cidade/montedo.com

22 de janeiro de 2016

Cachorro do Exército da Colômbia morre após acionar mina terrestre

Morte de cão farejador salvou a vida de 30 soldados que o acompanhavam.
Labrador Azabache participou de várias operações nos últimos 3 anos.
Um cachorro do Exército da Colômbia treinado para farejar explosivos morreu ao acionar uma mina terrestre, evitando assim que 30 soldados que o acompanhavam fossem atingidos pelo artefato, em uma área rural do município de Suárez, no sudoeste do país, informaram nesta quinta-feira (21) fontes militares.
Azabache, um labrador que tinha participado de várias operações do Exército nos últimos três anos, foi atingido pela explosão de uma mina quando passava junto com um grupo de militares pelo povoado de Patio Bonito, na província de Cauca.
A detonação alertou os soldados, que correram imediatamente para prestar socorro ao animal, antes de transferi-lo em um helicóptero para um centro veterinário na cidade de Cali.
Os exames feitos pelos veterinários do exército revelaram que a explosão causou ferimentos internos no animal, que acabou morrendo quando faltavam dois anos para o fim de sua carreira militar.
"Assim como acontece com qualquer um de nossos soldados, sentimos um pesar muito grande pela morte de Azabache, que nos permitiu localizar uma grande quantidade de explosivos durante seus três anos de trabalho na instituição", disse o comandante da terceira divisão do exército colombiano, o general Luis Rojas.
O comandante indicou que a equipe da qual Azabache fazia parte estava em uma região de difícil acesso, onde há forte influência do narcotráfico.
O condutor do cachorro, o soldado Víctor Betancourt, foi o encarregado de transmitir a notícia a seus superiores em uma breve narração por rádio.
O labrador Azabache se destacava entre os 450 cães do esquadrão antibombas da terceira divisão do Exército colombiano e já era reconhecido por seus companheiros, pois os tinha salvado de outras duas minas na terça-feira.
Nesta quinta-feira, Azabache foi homenageado com uma cerimônia militar e sepultado por seus companheiros nas imediações do posto de comando da Força Tarefa Apolo em Cauca.
As minas antipessoais e outros artefatos explosivos utilizados nas mais de cinco décadas de conflito armado na Colômbia deixaram 11.800 mortos e feridos nos últimos 25 anos, segundo números da ONG Campaña Colombiana Contra Minas (CCCM).
Apesar de não existem cálculos oficiais sobre a quantidade de artefatos instalados, o governo estima que a remoção de todas as minas levaria pelo menos uma década.
Segundo a CCCM, o custo para desativar minas é de cerca de US$ 1.000 por metro quadrado de área, enquanto a fabricação de uma mina custa cerca de US$ 1,20.
EFE/montedo.com

20 de janeiro de 2016

FAB: 75 anos!

Força Aérea Brasileira completa 75 anos de criação
Arará atacando o U-199 ao largo do Rio de Janeiro - Reprodução pintura de Álvaro Martins
Catalina “Arará” atacando o submarino U-199 ao largo do Rio de Janeiro – Reprodução pintura de Álvaro Martins
Exatamente um ano após ser oficialmente criada, a FAB teve seu batismo de fogo
Quando o Ministério da Aeronáutica foi criado, em 20 de janeiro de 1941, o Decreto-Lei N° 2.961 já citava a criação da “Forças Aéreas Nacionais”, que deveriam reunir aeronaves e militares das aviações da Marinha e do Exército Brasileiro. Em 22 de maio daquele ano, um novo Decreto-Lei, N° 3.302, mudou a denominação da arma aérea, que passaria a se chamar “Força Aérea Brasileira”.
Exatamente um ano depois, a FAB já mostraria a sua razão de existir e teria o seu batismo de fogo. Em 22 de maio de 1942, um avião B-25 atacou com bombas o submarino Barbarigo, da marinha italiana.
Com 73 metros de comprimento, velocidade de até 30 km/h, dois canhões de 100mm, quatro metralhadoras e oito tubos para lançamento de torpedos, o Barbarigo havia atacado o navio brasileiro Comandante Lyra quatro dias antes. Era a oitava embarcação do País atingida pelas forças do Eixo, mesmo antes da entrada do Brasil na guerra.
Ao longo de três anos, 71 embarcações foram atacadas em águas brasileiras por submarinos inimigos. No total, o país perdeu mais de 30 navios ao redor do mundo na batalha do Atlântico Sul, a maior parte deles no próprio litoral, a um custo de quase 1.500 vidas. A declaração de guerra veio em agosto de 1942, quando o submarino alemão U-507 afundou seis navios e matou 627 pessoas em apenas três dias.
Com apenas um ano de criação, e em fase de reestruturação, a Força Aérea Brasileira foi convocada para patrulhar o litoral brasileiro. “A guerra submarina, perversa e implacável, prossegue num crescente vertiginoso”, escreveu Ivo Gastaldoni, piloto de patrulha da Força Aérea e veterano da Segunda Guerra.
No esforço de guerra, o Brasil criou novas bases aéreas, recebeu equipamentos e treinamento por meio de convênio firmado com os Estados Unidos. Unidades aéreas americanas foram enviadas ao país. A instrução em voo era feita sobre o mar para que as tripulações já pudessem vigiar as águas brasileiras, com artilheiros com o dedo no gatilho, prontos para atirar. Nascia a aviação de patrulha.
As dificuldades eram de toda ordem: de língua, de auxílios para instrução, além das ordens técnicas e manuais de operação em inglês, ininteligíveis para 90% do pessoal. Some-se a isso a heterogeneidade de pilotos e mecânicos e pode-se ter uma visão do quadro caótico”, escreveu Gastaldoni, ao falar do início dos trabalhos com as tripulações.
Na medida em que a recém-criada aviação de patrulha da FAB aumentava sua eficiência no Nordeste, os submarinos inimigos iam descendo para sul do país. Agora, aeronaves Catalina ajudavam nos combates. Unidades americanas, espalhadas de norte a sul, apoiavam a campanha. No dia 31 de julho de 1943, o então Aspirante Alberto Martins Torres foi o primeiro brasileiro a afundar um submarino, a apenas 87 Km ao sul do Pão de Açúcar, cartão-postal do Rio de Janeiro.
Na guerra contra os submarinos, os pilotos brasileiros realizaram cerca de 15 mil patrulhas. Onze submarinos (veja arte) foram atingidos, mas um número maior de ataques ocorreu, não tendo sido possível a confirmação de avarias. Dos cerca de 3.000 navios mercantes afundados na Segunda Guerra, mais de 50% foram vítimas de submarinos.
Agência da Força Aérea
PODER AÉREO/montedo.com

PF pode perder comando da segurança da Olimpíada para Forças Armadas

A ameaça de delegados federais de entregarem os cargos por causa do corte de verbas da organização fez renascer, nos bastidores do governo, a ideia de retirar das mãos da Polícia Federal a supervisão da segurança da Olimpíada do Rio.

PÓDIO
Setores militares sempre quiseram tomar a frente do evento, contrapondo o MJ (Ministério da Justiça) a integrantes das Forças Armadas. A portaria que regulamentou o esquema dos jogos prevê que as "atividades de segurança pública e defesa civil serão coordenadas pelo MJ e, quando necessário, poderão contar com a cooperação das Forças Armadas".

PÓDIO 2
O planejamento é executado pela Secretaria Extraordinária de Segurança para Grandes Eventos, ligada ao MJ.
Folha de S. Paulo/montedo.com

Três militares do Exército morrem em colisão com ônibus no Paraná

Publicação original: 17h40min/19 Jan
Atualização: 7h/20 Jan

Acidente entre ônibus e carro mata três soldados e fere três pessoas
Batida aconteceu na PR-412, em Guaratuba, no litoral, nesta terça (19).
Segundo a PRE, o automóvel bateu de frente com o ônibus.
Guaratuba (PR)  - Um acidente entre um ônibus e um carro deixou três pessoas mortas e outras três feridas na PR-412, em Guaratuba, no litoral do Paraná, por volta das 14h desta terça-feira (19), de acordo com a Polícia Rodoviária Estadual (PRE). Os três mortos eram soldados do Exército e moravam na cidade, conforme a polícia.
Inicialmente, a PRE havia informado que o estado de saúde dos três feridos era grave, mas, logo depois, corrigiu a informação – os ferimentos deles foram moderados.
Segundo a PRE, o automóvel, um Gol com placas de Pomerode (SC), bateu de frente com o ônibus e foi arrastado por 170 metros. A polícia ainda não sabia informar a causa do acidente.
Os três mortos estavam no carro, e os três feridos são ocupantes do ônibus, de acordo com a PRE.
O ônibus é da empresa Expresso Maringá, que afirma estar prestando suporte a todos os passageiros. "O motorista do coletivo trafegava normalmente pela rodovia quando foi atingido pelo carro de passeio que, segundo informações preliminares, invadiu a pista contrária para fazer uma ultrapassagem irregular", diz um trecho da nota da empresa. O veículo saiu de Guaratuba às 13h30 e seguia para Curitiba.
Conforme a PRE, 33 pessoas estavam dentro do ônibus. Outro veículo da empresa foi até o local para buscar os passageiros. A rodovia precisou ser parcialmente inteditada por causa do acidente, com desvio por uma estrada vicinal.
G1/montedo.com

Nota do editor
Os três militares mortos prestavam serviço no 62º Batalhão de Infantaria do Exército em Joinville: o cabo Leandro Vichinheski, 22 anos, e os soldados David Garcia Martins, 20 anos,  e Erison Otavio Carneiro, 19 anos. (Com informações do Correio do Litoral)

Exército 'passa o rolo' em duas mil armas de fogo no Recife

Cerca de 2 mil armas de fogo são destruídas pelo Exército, no Recife
Elas correspondem à primeira remessa de um mutirão de recolhimento.
Armas foram apreendidas há mais de 20 anos e não estão em processos.
Do G1 PE
Nessa leva, haviam armas das comarcas de Recife, Caruaru e Garanhuns (Foto: Divulgação/ SDS)
O Exército destruiu cerca de 2 mil armas de fogo na manhã desta terça-feira (19). Elas correspondem à primeira remessa de um mutirão de recolhimento, que é realizado nas delegacias de todo o estado. A destruição ocorreu na sede do 4º Batalhão de Polícia do Exército, no bairro da Várzea, Zona Oeste do Recife.
De acordo com a Secretaria de Defesa Social de Pernambuco, são armas apreendidas há mais de 20 anos e que não estão dentro de nenhum processo como inquérito, Termo Circunstancial de Ocorrência (TCO) ou sindicância. Nessa leva, haviam armas das comarcas de Recife, Caruaru e Garanhuns.
Ainda segundo a SDS, a destruição é um procedimento administrativo e judicial. Nele, o Poder Judiciário autoriza o ato e as polícias Militar e Civil ficam responsáveis por recolher as armas das comarcas.
G1/montedo.com

19 de janeiro de 2016

Exército retira blindado de praça, após movimento para transformá-lo em 'tanque de amor'

Exército decide retirar tanque de praça de Porto Alegre por depredação
Decisão ocorre após organização de ato na internet para "pintar" tanque.
Veículo de guerra foi instalado no local no começo da semana passada.




Do G1 RS
O Exército decidiu remover um tanque de guerra, que foi instalado no começo da semana passada em uma praça no cruzamento das avenidas Ipiranga com Salvador França, na Zona Leste de Porto Alegre. Segundo a corporação, a decisão foi tomada após o veículo ter sido depredado no último final de semana. Os danos só foram percebidos na segunda-feira (19). A decisão pela retirada do tanque ocorre após uma mobilização nas redes sociais e a organização de um evento convocando pessoas contrárias à exposição para pintar o veículo.
O veículo de guerra foi riscado e algumas peças foram furtadas, como os farois e tampa do lançador de granadas. Além disso, segundo o Exército, pessoas tentaram pichar a lagarta - a esteira que faz o veículo se movimentar -, mas sem sucesso. Durante a tarde desta terça, algumas pessoas posavam para fotos ao lado do tanque.
Conforme o coordenador-adjunto da comunicação social do Comando Militar do Sul, tenente-coronel Joel Ferreira Pedreira, a retirada do tanque deve ocorrer durante esta semana. "Não sei precisar o dia. É preciso um guindaste e uma prancha para remover o tanque." Conforme o oficial, o guindaste deve vir de Santa Maria, na Região Central do Rio Grande do Sul.
Em nota, o Exército esclareceu que o tanque passará por uma "manutenção" que "exigirá reposição de peças e reparo na pintura". Entretanto, é preciso liberação de orçamento para as substituições, esclareceu a assessoria do Comando Militar do Sul.
Segundo o órgão, após a saída do tanque da praça, a recolocação só deve ocorrer após a instalação de uma cerca para proteger a estrutura. O Exército esclareceu que durante o serviço de manutenção do tanque o local, onde estava o veículo, será "preparado e estruturado para receber o Leopard em segurança e para proporcionar aos visitantes uma interação positiva com a história".
Não há vigias, nem câmeras de segurança no local. O tanque é do modelo Blindado Leopard 1A1.

Exército nega que retirada ocorrerá por evento
O Exército negou que decidiu pela remoção do veículo devido a um ato organizado pelas redes sociais para as 18h da próxima sexta-feira (22). O evento ganhou o nome de "Transformar o tanque de guerra em tanque do amor", que na tarde desta terça-feira (19) já contava com a confirmação de mais de 1,3 mil pessoas. A ideia era pintar o blindado para "deixá-lo mais alegre e feliz", segundo a descrição do evento.
Em uma publicação, coordenadores do movimento classificaram a decisão do Exército como uma "importante vitória". "Finalmente algumas autoridades se sensibilizaram e, usando a desculpa de realizar reparos no ferro velho, o retiraram finalmente da nossa vista."
A praça que recebeu o monumento foi cedida pela prefeitura de Porto Alegre como forma de agradecimento pela doação de uma área do 3º Regimento de Cavalaria de Guarda para construção do viaduto de acesso da Avenida Bento Gonçalves.
G1/montedo.com

Aedes aegypt: Forças Armadas tratam combate ao mosquito como 'desastre'!

O Ministério da Defesa determinou que as Forças Armadas tratem o combate ao mosquito Aedes aegypt como situação de desastre.
Numa definição técnica, as ações são decorrência de eventos adversos, naturais ou provocados pelo homem sobre um ecossistema vulnerável, causando danos humanos, materiais ou ambientais e consequentes prejuízos econômicos e sociais. 

O Super Tucano na guerra! Aviões brasileiros chegam ao Afeganistão

Four Super Tucanos delivered to Afghan air force
Em imagens divulgadas pela USAF, os primeiros 4 aviões Embraer A-29 Super Tucano chegando ao Hamid Karzai International Airport, no Afeganistão, em 15 de janeiro de 2016. O Super Tucano venceu a concorrência para o Programa LAS da USAF para o fornecimento de 20 aeronaves (com opção para mais 20) de ataque leve à Força Aérea Afegã. O A-29 realizará missões de apoio aéreo aproximado, escolta, reconhecimento armado e interdição. Ele vai operar em ambientes de altas temperaturas em terreno extremamente acidentado, realizando bombardeiro de precisão com armas guiadas e não guiadas.
Four Super Tucanos delivered to Afghan air force
Four Super Tucanos delivered to Afghan air force
Four Super Tucanos delivered to Afghan air force

Four Super Tucanos delivered to Afghan air force
Four Super Tucanos delivered to Afghan air force

PODER AÉREO/montedo.com

Guerra contra a dengue! Exército vistoria mais de 8 mil imóveis em SC

Mais de 8 mil imóveis são visitados pelas equipes da saúde e do Exército em São Miguel
70 equipes estiveram envolvidas na ação

Sâo Miguel do Oeste (SC)  - A saúde de São Miguel do Oeste esteve mobilizada na última semana, num intenso trabalho de orientação e combate ao mosquito Aedes Aegypti, em todos os bairros do município.
Numa parceria entre a secretaria de saúde, por meio do Setor da Dengue, e 14º RCMec, foram quatro dias de mobilização com a participação dos agentes comunitários de saúde, dos agentes da dengue e militares.
Segundo o secretário Airton Macarini Segundo, 70 equipes estiveram envolvidas na ação. As equipes visitaram 8.085 imóveis, dos quais 5.924 foram acessados e vistoriados e 2.147 estavam fechados, o que gerou um percentual de 26,7% de pendências.
O secretário informa que do total de imóveis visitados, 492 comércios, 4.529 residências, 740 terrenos baldios e 163 comércios. “Até o momento temos registrados 52 focos na cidade e 15 casos suspeitos de dengue, dos quais estamos aguardando o resultado”, informou Kiko.
WH3 Com Br/montedo.com

Porque soldados que moram nos quartéis são chamados de laranjeiras?

Milico Ponderão também é cultura!!!
Só para situar os leitores civis, “laranjeira” é o militar que por algum motivo mora no quartel, ou seja, quando todos voltam pra casa diariamente após o toque de ordem, o laranjeira fica no quartel. É no quartel que ele come, bebe, dorme, toma banho (nem todos) assiste TV e etc...ele realmente mora no quartel. Na maioria das vezes o cara é laranjeira por ser de outra cidade e com isso ele só vai para casa da mamãe só nos finais de semana (isso se ele não pegar um serviço no final de semana).
Pois bem, agora vamos à explicação: os militares que moram nos quarteis são chamados de “laranjeiras” pois, como já dito acima, a maioria moram no interior e vão para as capitais ou cidades grandes para servir e reza a lenda que esses soldados iam pra casa (sítio) no final de semana e quando voltavam traziam sacos de laranjas para o seu mantimento durante a semana (mais pra ter um bizu no armário) ou até mesmo traziam laranjas para agradar alguns superiores. Por esse motivo, militares que moram no quartel são chamados até o dia de hoje de laranjeiras.
E você, já tinha escutado essa história? Conhece outra versão? Conta pra nós nos comentários.
Milico Ponderão/montedo.com

18 de janeiro de 2016

Cabo U.S.B.

Do Twitter...

Militar da Marinha é morto a facadas em frente a shoping de Salvador

Homem morto em frente a shopping de Salvador era aluno da Marinha
Vítima morreu na tarde de domingo (17) em suposta tentativa de assalto.
Segundo Marinha, jovem era natural do Rio de Janeiro e servia na Bahia.

Do G1 BA
O homem que morreu a facadas em frente a um shopping de Salvador, na tarde de domingo (17), era natural do Rio de Janeiro e servia na graduação de marinheiro da Bahia, de acordo com o Comando do 2º Distrito Naval.
Segundo a Marinha, a vítima, de 19 anos, identificada como Marcos Paulo Lira Nunes servia a bordo do navio-varredor "Albardão". A corporação lamentou a morte, em nota, e afirmou que prestará apoio à família do aprendiz.
De acordo com a Superintendência de Telecomunicações das Polícias Civil e Miliitar (Stelecom), o crime ocorreu por volta das 16h30. Segundo a Marinha, a morte ocorreu em uma passarela da Avenida ACM, em frente ao shopping do local. Agentes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionados, mas quando chegaram ao local a vítima já estava morta.
A Stelecom afirma, com base em informações de testemunhas, que o homem teria reagido a uma tentativa de assalto. Conforme a Polícia Militar, o Departamento de Polícia Técnica (DPT) foi acionado para realizar a remoção da vítima, como também os procedimentos de perícia.
G1/montedo.com

17 de janeiro de 2016

Enquanto isso, em algum quartel do Brasil....

Lava-jato Severino!
Recruta lavando o carro de um superior hierárquico durante o horário de expediente em um quartel do RJ

Dublê de lutador do UFC e soldado é ameaçado pelo EI. "Deixe que venham!"

FBI alerta lutador do UFC sobre ameaças do Estado Islâmico
O americano Tim Kennedy, que também é soldado das Forças Armadas dos Estados Unidos, não se intimidou com as mensagens e afirmou: 'Deixe que esses covardes venham'
O lutador americano Tim Kennedy, do UFC - que também é soldado das Forças Armadas dos Estados Unidos - declarou na quinta-feira, no Facebook, que vem recebendo ameaças do grupo terrorista Estado Islâmico.
O peso médio revelou ter tido uma conversa com o FBI, que o alertou sobre as mensagens. Segundo as autoridades americanas, as intimações dos extremistas islâmicos são críveis e devem ser levadas a sério. Mas o americano de 36 anos não se mostrou intimidado com as ameaças. "Deixe que esses covardes venham", disse Kennedy.
Em outra postagem na rede social, o lutador provocou mais uma vez os jihadistas ao dizer que o Estado Islâmico "pode mandar quem eles quiserem, desde que eles não queiram essa pessoa de volta". Em entrevista ao site americano Army Times, ele revelou que recebe todo dia aproximadamente de cinco a dez mensagens ameaçadoras nas redes sociais, porém, a maioria, de acordo com o lutador, é proveniente de trotes.
Tim Kennedy divide as funções de lutador do UFC e de soldado do Exército americano. No total de suas lutas no MMA, ele tem um cartel de 18 vitórias e cinco derrotas. Em seu último confronto foi derrotado pelo cubano Yoel Romero, em setembro de 2014.
Veja/montedo.com

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