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28 de agosto de 2016

Oito militares morrem em atentado terrorista no Paraguai

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Uma patrulha do exército paraguaio foi alvo de uma emboscada no distrito de Horquetá, em Arroyito, departamento de Concepción, distante 170km da fronteira com o Brasil por Mato Grosso do Sul.
Um caminhão transportando oito militares foi atingido por forte explosão, possivelmente de uma mina terrestre colocada no leito da estrada. Seguiu-se um ataque a tiros que vitimou os oito militares que estavam embarcados na viatura. A ação foi atribuída ao EPP (Ejército del Pueblo Paraguayo), grupo terrorista inspirado nas FARC colombianas, que reverencia José Gaspar Rodríguez de Francia, o ditador que controlou o país após sua independência.
Em nota, as autoridades paraguaias apresentaram suas condolências aos familiares das vítimas e reafirmaram a intenção do governo em não fraquejar no combate aos terroristas, até sua total eliminação.
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Com informações e imagens do portal Capitán Bado

1 de setembro de 2012

Soldado colombiano mata um sargento e dois cabos durante patrulha

Soldado mata três do exército colombiano
Oficiais investigam possíveis causas do incidente.

Da Redação, com AFP noticias@band.com.br
BOGOTÁ, 31 Ago 2012 (AFP) - Três suboficiais das Forças Armadas colombianas morreram na noite de quinta-feira aparentemente nas mãos de um soldado que "perdeu o autocontrole" durante uma patrulha, informou o Exército nesta sexta-feira.
Segundo as Forças Armadas, os mortos são um sargento, um primero-cabo e um segundo-cabo, detalhou.
As mortes aconteceram quando a patrulha realizava "tarefas de controle militar da área" em uma área rural do município de Puerto Bello (departamento de Cauca, sudoeste).
Os investigadores tentam esclarecer os motivos do incidente. Um porta-voz do Exército na área disse à AFP que "está descartado" que o soldado seja um infiltrado da guerrilha comunista das FARC.
Cauca é uma das regiões mais impactadas pelo conflito armado colombiano, com constantes enfrentamentos entre o Exército e as FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia).
Band/montedo.com

17 de setembro de 2011

REESCREVENDO A HISTÓRIA: FAMÍLIA TENTA PROVAR QUE LAMARCA NÃO FOI UM DESERTOR

Piada macabra - Família de Lamarca tenta provar que ele não foi um “desertor”
João Carlos Magalhães
Exatos 40 anos após a morte de Carlos Lamarca, sua família ainda luta na Justiça para provar que um dos mais importantes militares a aderir à luta armada contra a ditadura não foi um desertor. Em junho de 2007, a Comissão da Anistia do Ministério da Justiça deu a Lamarca a patente de coronel e à sua viúva, Maria Pavan, o direito de ganhar R$ 12,1 mil mensais e R$ 902,7 mil de indenização. Mas, em outubro daquele ano, a Justiça Federal no Rio, em ação movida por clubes militares das três Forças, ordenou a suspensão da promoção e dos pagamentos. A decisão foi uma liminar, ou seja, teve caráter provisório. Passados quase quatro anos, o processo não ganhou uma sentença -o que deve ocorrer ainda neste ano.
A argumentação gira em torno do fato de Lamarca, ao se insurgir contra o governo, ter ou não abandonado irregularmente a sua função. A juíza entendeu que “sua exclusão das Forças Armadas decorreu de abandono [em janeiro de 1969] do 4º Regimento de Infantaria de Quintaúna”, o que caracteriza “crime de deserção”. Para a magistrada, a indenização foi uma “decisão política” altamente “questionável”, um “pagamento de valores incompatíveis com a realidade nacional”. Para a família, a insurgência de Lamarca foi legítima e respeitou os princípios do Exército, no qual cumpriu carreira “brilhante”, adjetivo usado pela Comissão sobre Mortos e Desaparecidos Políticos, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência.

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