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28 de abril de 2015

Ceará: polícia solicita prisão preventiva de ex-esposa de subtenente do Exército

Polícia constatou pesquisa sobre veneno no computador da mãe (Foto: TV Verdes Mares/Reprodução)Segundo a Polícia, Cristiane teria matado o próprio filho, Lewdo, 9, e tentado matar Francilewdo, seu marido, que é subtenente do Exército

A Polícia Civil concluiu o inquérito sobre a morte do menino "Lewdinho", vítima de envenenamento em dezembro de 2014. O pedido de prisão preventiva da mãe da criança, Cristiane Renata Coelho, 41, foi encaminhado à Justiça na manhã desta segunda-feira, 27.
De acordo com o titular do 16º DP (Dias Macedo), delegado Wilder Brito, Cristiane teria matado o próprio filho, Lewdo, 9, e tentado matar Francilewdo, seu marido, que é subtenente do Exército Brasileiro (EB).
A questão chave para a Polícia foi descobrir quem atualizou a página no Facebook de Francilewdo no dia do crime. A Polícia afirma que, na ocasião da reconstituição, pediu aos dois, esposa e marido, que refizessem os próprios passos. Ao computador, o subtenente teria aberto na Internet o navegador Mozila FireFox, enquanto Cristiane teria acessado o Internet Explorer.
A escolha do navegador por cada um definiu o rumo da investigação policial, já que a postagem e as atualizações no Facebook foram feitas com o Internet Explorer. No histórico do mesmo navegador, também foram realizadas, no dia 29 de outubro e no dia 10 de novembro, pesquisas sobre como matar uma pessoa utilizando chumbinho.
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O subtenente ainda chegou a ser autuado em flagrante pela morte de "Lewdinho", masa o caso deu uma reviravolta quando ele acordou do coma e contestou as acusações de Cristiane. Na última sexta-feira. 24, a Justiça concedeu ao subtenente a guarda do filho mais novo, de sete anos, que está em Recife com a mãe.
O POVO/montedo.com

22 de agosto de 2012

Em nota, Exército nega que subtenente preso com maconha e cocaína pela PRF tenha passado por barreira

Exército nega que subtenente passou por barreira com drogas
Barreira teria sido desmontada 3h antes do acusado passar pelo local

GABRIEL MAYMONE
Foto: Dourados News
O carro foi pego "preparado" pelo subtenente
O Exército Brasileiro, através da 4ª Brigada de Cavalaria Mecanizada, enviou nota de esclarecimento alegando que o subtenente J.A.D, de 50 anos, preso em flagrante por tráfico de drogas junto com o mecânico P.F.A, de 40 anos, pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), não chegaram a passar pelo bloqueio do Exército.
De acordo com a nota quando o militar passou pelo Posto de Bloqueio e Controle de Estradas (PBCE) na Região de “PACURI” , no município de Ponta Porã as tropas do Exército já não estavam no local.
Segundo a nota o subtenente foi preso por volta de 1h da madrugada do sábado (18) e o PBCE foi desocupado pelos militares às 22h da sexta-feira (17), conforme planejado na operação Ágata 5, cuja dinâmica exigia a constante mudança dos locais das barreiras.
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O CASO
O militar estava dirigindo um Toyota Corolla furtado em São Paulo, carregado com 112,470 quilos de maconha e 2 quilos de pasta base de cocaína. Ele foi preso na base da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no Capeí, na BR-163.
Em depoimento, o subtenente afirmou que pegou o veiculo já “preparado” na rodoviária de Ponta Porã e que iria levá-lo até um posto de combustível em Dourados, e pelo transporte ganharia R$ 1,5 mil.
Com informações do Dourados News
Correio do Estado/montedo.com

21 de agosto de 2012

Subtenente do Exército é preso com 110 quilos de maconha no MS

Subtenente do exército é preso por tráfico em barreira da PRF
Militar entrou em contradição e levantou suspeitas dos agentes

GABRIEL MAYMONE
Um subtenente, lotado na 4ª Brigada de Cavalaria Mecanizada de Dourados (MS), foi preso em flagrante na noite de sexta-feira (17) por tráfico de drogas. Ele estava dirigindo um Toyota Corolla furtado em São Paulo e que estava carregado com 110 quilos de maconha e dois quilos de pasta base de cocaína.
O militar passou tranquilamente pela barreira que o Exército montou no Posto Pacuri, em Ponta Porã, e só foi preso na base da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no Capeí, na BR-163.
Os policiais rodoviários federais desconfiaram do comportamento do subtenente da 4ª Brigada de Cavalaria Mecanizada quando pararam o veículo para vistoria de praxe. O militar estava nervoso e entrou em contradição ao ser questionado pelos agentes da PRF. Depois de uma rápida revista, os policiais encontraram a droga que seria levada para São Paulo pelo militar.
O subtenente do Exército recebeu então voz de prisão em flagrante e foi levado para a Delegacia da Polícia Federal de Ponta Porã, onde foi indiciado por tráfico de drogas e, posteriormente, entregue às forças militares. Ele revelou que usou a patente de subtenente para passar pelo posto da Operação Ágata sem ter o carro revistado pelos militares do Exército que participavam da barreira no Posto Fiscal Pacuri, próximo ao Distrito de Sanga Puitã, em Ponta Porã.
CORREIO DO ESTADO, com informações do Dourados News/montedo.com

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