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23 de agosto de 2012

Operação Ágata V: Forças Armadas apreenderam 11 toneladas de explosivos e 6 de drogas

Forças Armadas apreendem 11 toneladas de explosivos e 6 de drogas em regiões de fronteira

Durante a Operação Ágata 5, foram vistoriadas 631 embarcações. Desse total, 49 foram notificadas por irregularidades administrativas 
 Foto: Marinha
Uma operação encerrada nesta semana pelas Forças Armadas em 3,9 mil quilômetros da fronteira brasileira com a Bolívia, Paraguai, Argentina e Uruguai apreendeu mais de 11 toneladas de explosivos e seis toneladas de drogas. Apenas na fazenda Santa Mariana, em Itiquira (MT), foram apreendidos 7.725 quilos de nitrato de amônia e 3.855 quilos de emulsão de dinamite. Segundo o Ministério da Defesa, essa carga estava no interior de um caminhão e a destinação do material será investigada pelo Exército.
A quinta edição da Operação Ágata foi realizada durante 15 dias, como forma de assegurar a presença do Estado nas regiões de fronteira. A operação é articulada pela Defesa. Nesta quinta edição, a ação conjunta das três Forças Armadas (Exército, Marinha e Aeronáutica) contou também com a participação de oito ministérios e cerca de 30 agências reguladoras e organismos públicos federais, estaduais e municipais.
Durante a Operação Ágata 5, entre 6 e 20 de agosto, foram presas 31 pessoas e realizadas ações de fiscalização de aeródromos e patrulhamento em rios e barreiras nas rodovias e estradas vicinais. Foram montados 2.274 postos de bloqueio fluvial e de controle de estradas e realizadas vistorias em 631 embarcações. Desse total, 49 foram notificadas por irregularidades administrativas. Foram fiscalizados 268 veículos leves, 72 motos e 14 caminhões. Foram recolhidos 182 carros e embarcações, de acordo com o balanço divulgado pelo Ministério da Defesa na última terça-feira (21).
Esta edição da Ágata mobilizou 17 mil militares da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, além de civis, nos estados de Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. O serviço de inteligência que participou da operação conseguiu localizar material explosivo em Mato Grosso e Rio Grande do Sul. Foram feitas 879 inspeções em acampamentos ribeirinhos, que resultaram em 48 notificações. Além disso, ocorreram 205 fiscalizações de produtos controlados. O Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro (Comdabra) realizou 19 interceptações aéreas.
A Operação Ágata faz parte do Plano Estratégico de Fronteira (PEF), instituído por decreto pela presidenta Dilma Rousseff em junho de 2011. Até o fim do ano, o Ministério da Defesa deverá promover a Ágata 6. De acordo com o ministério, esse tipo de operação é sempre seguida pela operação Sentinela, a cargo do Ministério da Justiça.
As Forças Armadas realizaram também ações com o objetivo de atender a população carente que reside na área de fronteira. De acordo com o balanço, em duas semanas ocorreram 7.617 atendimentos médicos-odontológicos e 15.638 atendimentos diversos aos cidadãos, como entrega de medicamentos e roupas.
Portal Planalto/montedo.com

22 de agosto de 2012

Em nota, Exército nega que subtenente preso com maconha e cocaína pela PRF tenha passado por barreira

Exército nega que subtenente passou por barreira com drogas
Barreira teria sido desmontada 3h antes do acusado passar pelo local

GABRIEL MAYMONE
Foto: Dourados News
O carro foi pego "preparado" pelo subtenente
O Exército Brasileiro, através da 4ª Brigada de Cavalaria Mecanizada, enviou nota de esclarecimento alegando que o subtenente J.A.D, de 50 anos, preso em flagrante por tráfico de drogas junto com o mecânico P.F.A, de 40 anos, pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), não chegaram a passar pelo bloqueio do Exército.
De acordo com a nota quando o militar passou pelo Posto de Bloqueio e Controle de Estradas (PBCE) na Região de “PACURI” , no município de Ponta Porã as tropas do Exército já não estavam no local.
Segundo a nota o subtenente foi preso por volta de 1h da madrugada do sábado (18) e o PBCE foi desocupado pelos militares às 22h da sexta-feira (17), conforme planejado na operação Ágata 5, cuja dinâmica exigia a constante mudança dos locais das barreiras.
Leia também:
Subtenente do Exército é preso com 110 quilos de maconha no MS
O CASO
O militar estava dirigindo um Toyota Corolla furtado em São Paulo, carregado com 112,470 quilos de maconha e 2 quilos de pasta base de cocaína. Ele foi preso na base da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no Capeí, na BR-163.
Em depoimento, o subtenente afirmou que pegou o veiculo já “preparado” na rodoviária de Ponta Porã e que iria levá-lo até um posto de combustível em Dourados, e pelo transporte ganharia R$ 1,5 mil.
Com informações do Dourados News
Correio do Estado/montedo.com

21 de agosto de 2012

Subtenente do Exército é preso com 110 quilos de maconha no MS

Subtenente do exército é preso por tráfico em barreira da PRF
Militar entrou em contradição e levantou suspeitas dos agentes

GABRIEL MAYMONE
Um subtenente, lotado na 4ª Brigada de Cavalaria Mecanizada de Dourados (MS), foi preso em flagrante na noite de sexta-feira (17) por tráfico de drogas. Ele estava dirigindo um Toyota Corolla furtado em São Paulo e que estava carregado com 110 quilos de maconha e dois quilos de pasta base de cocaína.
O militar passou tranquilamente pela barreira que o Exército montou no Posto Pacuri, em Ponta Porã, e só foi preso na base da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no Capeí, na BR-163.
Os policiais rodoviários federais desconfiaram do comportamento do subtenente da 4ª Brigada de Cavalaria Mecanizada quando pararam o veículo para vistoria de praxe. O militar estava nervoso e entrou em contradição ao ser questionado pelos agentes da PRF. Depois de uma rápida revista, os policiais encontraram a droga que seria levada para São Paulo pelo militar.
O subtenente do Exército recebeu então voz de prisão em flagrante e foi levado para a Delegacia da Polícia Federal de Ponta Porã, onde foi indiciado por tráfico de drogas e, posteriormente, entregue às forças militares. Ele revelou que usou a patente de subtenente para passar pelo posto da Operação Ágata sem ter o carro revistado pelos militares do Exército que participavam da barreira no Posto Fiscal Pacuri, próximo ao Distrito de Sanga Puitã, em Ponta Porã.
CORREIO DO ESTADO, com informações do Dourados News/montedo.com

20 de agosto de 2012

O blogueiro está mais faceiro do que mosca em tampa de xarope!

Pessoal, como se diz lá em Bagé, "tô mais faceiro do que mosca em tampa de xarope", e não é para menos. Até agora, o montedo.com foi citado três vezes na página do Ministério da Defesa que registra a cobertura da mídia sobre a Operação Ágata V.
É uma participação modesta, mas faz muito bem para o ego ver o logo deste blog 'de fundo de campo' entreverado com gigantes como G1, CBN e outros.
Fiz uma colagem com as referências no Portal. Você pode conferir as matérias aqui, aqui e aqui.

Mais uma vez, resta-me agradecer a todos os leitores pelo prestígio e credibilidade que nos conferem e ajudam a manter.
Mil gracias!

Ágata V: FAB leva à fronteira experts em dependência química



Força Aérea leva à fronteira experts em dependência química
Experiência pioneira pretende dificultar a formação de mão de obra para o tráfico na região e alertar para os riscos das drogas

CLARISSA THOMÉ, ENVIADA ESPECIAL, CHUÍ (RS)
Menino uruguaio observa pouso de helicóptero em Chuí: abordagem militar na prevenção às drogas - Wilton Junior/AEQuando o pequeno Leo Vitor foi adotado, aos 5 meses, o prognóstico médico era dos piores: o menino provavelmente não andaria nem falaria, sequela de um traumatismo craniano. Tinha sido espancado pelo pai, viciado em drogas. Ainda havia a suspeita de HIV. Nada disso se confirmou.
Na quarta-feira, ele atravessou correndo um campo de motocross no Chuí, extremo sul do País, no Rio Grande do Sul, ao lado dos novos pais, ao avistar um helicóptero Blackhawk da Força Aérea Brasileira (FAB) que participa da Operação Ágata 5, de combate aos crimes de fronteira. A bordo, especialistas em dependência química. Pela primeira vez, uma equipe de prevenção integra a operação militar.
"A gente conhece de perto o efeito que isso (a droga) faz com as pessoas. A mãe oferecia o bebê na rua como quem vende fruta. O corpinho coberto por hematomas. Minha preocupação agora é com minha filha de 13 anos. A escola não fala de prevenção. A droga é um problema muito sério, e não é porque estamos na fronteira. É um problema mundial", diz Gretty Bermudes, de 34 anos, satisfeita com a palestra promovida pela FAB. Ao lado dos filhos e do marido, Cássio Stoquete, de 33, ela brincava com aviões de isopor distribuídos pelos militares, antes da apresentação dos especialistas.
Três especialistas do Rio foram convidados para integrar a operação. Participaram da ação o psiquiatra Jorge Jaber, presidente da Associação Brasileira de Alcoolismo e Drogas (Abrad), um dos formuladores da portaria municipal que determina a internação compulsória de crianças e adolescentes que usam crack no Rio, a enfermeira pediátrica Sylvia Cibreiros, professora da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), que desenvolve linha de pesquisa sobre saúde e criança, e a pedagoga e especialista em dependência química Ângela Hollanda, que transmite tecnologia de tratamento comunitário.
Em um período curto de quatro dias, Jaber e sua equipe entraram e saíram de oito aeronaves, entre aviões bandeirantes e helicópteros, para falar a diferentes públicos - de autoridades e profissionais da saúde do Chuí a gestores de abrigos e internos de orfanatos em Porto Alegre.
Prevenção. "O que estamos tentando fazer é aliar a prevenção ao trabalho de repressão. O que a gente quer é dificultar a formação de mão de obra na fronteira. O usuário de droga da fronteira tende a se transformar em mão de obra especializada - conhece o terreno, sabe os caminhos", afirma o major brigadeiro José Geraldo Malta, comandante da FAB na Ágata 5.
Jaber explica que a intenção não é aprofundar o debate sobre as drogas. E evita temas polêmicos, como a discussão sobre a legalização ou não. "A intenção não é levar cura, mas semear ações que impeçam principalmente os jovens de adquirir doença mental. Porque a dependência química é uma doença", afirma Jaber.
O Estado de S.Paulo/montedo.com

Ágata V: Militares da FAB visitam pacientes do Instituto do Câncer do RS

Militares da Força Aérea Brasileira que participam da Operação Ágata 5 realizam várias ações de apoio à população. A FAB chama essas atividades de Ações Cívico Sociais, ou simplesmente (ACISO), no jargão militar. No início desta semana uma dessas ACISO marcou muito a lembrança de todos os militares envolvidos. Na terça (14/8), fizeram uma visita ao Instituto do Câncer Infantil do Rio Grande do Sul, uma entidade filantrópica que atende 1,3 mil pacientes de oncologia em Porto Alegre. As crianças conversaram com os militares, ganharam revistas em quadrinhos da turma do Fabinho, desenhos para colorir e aviões de brinquedo feitos de isopor. “É muito bom esse aviãozinho”, disse Raí Eduardo Flores, de sete anos de idade. Um dos mais animados com o brinquedo, Raí passou por um transplante de medula óssea em outubro de 2011. “Ele é um menino muito feliz e está se recuperando bem”, afirma Luciane Flores, a mãe. Ela e Raí viajaram de Agudo, no interior do Estado gaúcho, para obter o tratamento em Porto Alegre.
O Instituto foi fundado em 1991 e fica dentro do complexo do Hospital de Clínicas de Porto Alegre. É uma referência para o tratamento do câncer na Região Sul do País - atinge um índice de cura de 70% nos casos atendidos. “O material cedido pela Aeronáutica vai ajudar muito na recreação das crianças, o que é um fator importante para a recuperação”, afirma a professora aposentada Maria do Carmo Sommer Martins, que trabalha como voluntária no instituto. Maria do Carmo ajudou os pacientes a montar os aviões de isopor. “Já estou me sentindo uma engenheira aeronáutica de tanto montar aviões”, brinca. “É uma atividade extremamente gratificante para nós da Força Aérea”, afirma o Major Aviador Bruno Pedra.
Fonte: Agência Força Aérea
FAB/montedo.com

19 de agosto de 2012

Operação Ágata V: Exército recupera caminhonete furtada na fronteira do MS

Exército e PM recuperam caminhonete furtada em Amambai

Uma barreira montada pelo Exército Brasileiro com apoio da Polícia Militar local resultou na recuperação de uma caminhonete furtada no estado do Mato Grosso e na prisão do motorista por receptação, na manhã desse domingo (19) em Amambai.
A barreira, que faz parte da operação “Ágata 5”, desencadeada há duas semanas pelas forças armadas brasileira em conjunto com as forças de segurança, foi montada na rodovia MS-156, trecho que liga Amambai a Caarapó, na altura do Parque de Exposições, a cerca de dois quilômetros da cidade, em Amambai.
Durante checagem da caminhonete, uma F-1000, cor vermelha, placas JYJ 4742 de Cuiabá-MT, que foi abordada por volta das 5h da manhã pelos militares, foi descoberto que havia queixa de furto do veículo na capital do estado do Mato Grosso, Cuiabá.
Indagado, o condutor da F-1000, José Aparecido da Silva, de 34 anos, morador em Dourados em Mato Grosso do Sol, teria relatado que receberia R$ 1 mil reais para levar a caminhonete de Dourados até a região de Coronel Sapucaia, na fronteira com o Paraguai.
Diante da situação, a caminhonete e o condutor foram encaminhados para a Delegacia de Polícia Civil de Amambai. De acordo com a PC, José Aparecido vai responder pelo crime de receptação.
Participaram da abordagem que resultou na recuperação da caminhonete, militares do Exército Brasileiro lotados no 17º RC Mec, em Amambai e um policial militar lotado na 3ª Companhia Independente de Polícia Militar, também com sede em Amambai.
Midia Max/montedo.com

Operação Ágata muda perfil da segurança interna

Operação militar dá outro perfil à segurança interna

MICHELLE ROSSI
Militares estão atuando numa extensão de 3,9 mil quilômetros de fronteira
Foto: Paulo Ribas / Correio do Estado
Desde o lançamento do Plano Estratégico de Fronteira, pelo Governo federal, em 2011, a Operação Ágata vem dando um novo perfil à segurança pública, ao mesmo tempo em que permite maior visibilidade às Forças Armadas, com um papel mais efetivo na segurança interna.
Agora, em sua quinta edição, a movimentação militar está acontecendo numa extensão de 3,9 mil quilômetros de fronteiras, de Corumbá, no Mato Grosso do Sul, ao Chuí, no Rio Grande do Sul, área que nesses dias está sob proteção direta das Forças Armadas
Com quase 15 dias de mobilização, a Operação Ágata V vem fazendo bloqueio na linha internacional que avança até 150 quilômetros para o interior do País, empregando milhares de civis e militares, coordenados pelo Ministério da Defesa. A área crítica de patrulhamento está as cidades de Foz do Iguaçu (PR) e Corumbá, onde ocorre a maior incidência de tráfico de drogas e contrabando.
CORREIO DO ESTADO/montedo.com

Operação Ágata V: navios da Marinha percorrem 800 km por dia na fronteira

Navios percorrem diariamente cerca de 820 km

Foto: Divulgação 
Ribeirinho sendo atendido por enfermeiro do Navio Assistência Hospitalar
A Operação Ágata 5, que une militares das Forças Armadas às profissionais de Agências Federais, Municipais e Estaduais, segue no território de fronteira brasileiro com ações de combates a delitos e também de assistência à população.
Segundo dados divulgados, até o momento só na área de jurisdição do Comando do 6° Distrito Naval, os Navios da Flotilha de Mato Grosso e as embarcações da Capitania Fluvial do Pantanal percorreram, diariamente, mais de 820 km fluviais e inspecionaram mais de 320 embarcações.
Em via terrestre mais de 270 veículos e caminhões foram vistoriados. Pelo ar, a Marinha ajudou a transportar equipes do IBAMA e Bombeiros a fim de verificar a situação ocasionada pelas queimadas na região e acompanhou as atividades realizadas pelos militares da Capitania, do Grupamento e da Flotilha ao longo do rio Paraguai.
Na parte social, o Navio de Assistência Hospitalar (NAsH) "Tenente Maximiano" leva para a população ribeirinha da área onde a operação é desempenhada atendimentos médicos e odontológicos. O NAsH já realizou 10 ações cívicos-sociais em regiões à margem do rio Paraguai, onde as equipes de militares do navio efetuaram cerca de 330 atendimentos médicos, 170 ontológicos. A equipe ainda doou 17 mil medicamentos, realizou 700 procedimentos diversos, além de doarem roupas e agasalhos.
Com ação de presença, fiscalizações, inspeções e patrulhas navais, a Operação Ágata 5 abrange desde a região do Acurizal, no município de Corumbá, no Mato Grosso do Sul, até o município de Chuí, no Rio Grande do Sul. Para atender toda essa extensão, a Marinha emprega cerca de trinta embarcações para desempenhar atividades estratégicas na faixa de fronteira.
DIÁRIO ONLINE, via CORREIO DO ESTADO/montedo.com

15 de agosto de 2012

Àgata V: operação já prendeu 17 pessoas e apreendeu 6 toneladas de drogas

Segurança-Prisão: Forças armadas prendem em uma semana 17 pessoas em quatro Estados

Em uma semana, a operação Ágata, das Forças Armadas, prendeu 17 pessoas ao longo dos 3.900 km de fronteira desde o município de Chuí (RS) até Corumbá (MS). As informações são da Agência Brasil.
Militares da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, com apoio de 8 ministérios e 25 agências reguladoras ou organismos federais, estaduais e municipais realizaram 98.050 inspeções, vistorias e revistas em acampamentos, carros de passeio, motos, caminhões, ônibus, barcos e aviões.
Cerca de 18.500 pessoas participaram das atividades nos primeiros sete dias da operação, nos quatro Estados (RS, SC, PR e MS).
Foram apreendidos 49 veículos e cinco embarcações. A operação confiscou 6.087 kg de drogas, 11,7 mil kg de explosivos, 495 unidades de munição, além de R$ 40 mil em notas falsas.
Segundo o Ministério da Defesa, as Forças Armadas levaram para a operação aviões Super Tucano, helicópteros, radares, navios-patrulha, lanchas, blindados e armamento. O equipamento permite, por exemplo, a localização de refinarias de entorpecente e destruição de pistas clandestinas de avião.(Folhapress)
O Vale/montedo.com

13 de agosto de 2012

Operação Ágata V: carro roubado é recuperado após tentativa de fuga de barreira do Exército em MS

Veículos tentam furar barreira e são apreendidos
Um deles havia sido furtado em maio na cidade de Goiânia

Foto: Vilson Nascimento / A Gazeta News
O Ford Fusion e o Ecosport apreendidos pela Polícia Militar na madrugada desse domingo em Amambai
A Polícia Militar recuperou um Ford Fusion roubado em Goiás e realizou a apreensão de um Ford Ecosport, após os dois veículos furarem um bloqueio policial nesta madrugada (12) em Amambai (MS).
Segundo a Polícia Militar, ao se depararem com uma barreira do Exército Brasileiro na Rodovia MS-289, trecho que liga Amambai a Coronel Sapucaia, na fronteira com o Paraguai, os dois veículos teriam realizado uma manobra e retornado em direção a Amambai.
Acionada por um policial militar que prestava apoio a barreira do Exército, que fazia parte da operação “Ágata 5”, uma equipe de 3ª Companhia Independente de Polícia Militar, com sede em Amambai, montou barreira na citada rodovia, a cerca de 5 quilômetros da cidade.
De acordo com a PM, ao se aproximar da barreira policial, ao notar a sinalização de cones e giroflex da viatura, os dois veículos teriam parado a uma certa distância por alguns instantes, posteriormente acelerado e avançado sobre a barreira e sobre os policiais militares.
Durante checagem junto ao sistema de informações, descobriu-se que o Ford Fusion, com placas de Goiânia (GO), havia sido roubado em maio deste ano.
Já o Ecosport, cor preta, placas NLH 7304, também de Goiânia-GO, não apresentava restrições em primeiras checagens, mas deverá ser submetido a perícia técnica para descobrir se consta alguma irregularidade.
Com informações do site A Gazeta News
CORREIO DO ESTADO/montedo.com

10 de agosto de 2012

Operação Ágata V já apreendeu 11,7 toneladas de explosivos

Militares apreendem 11,7 toneladas de explosivos na Operação Ágata 5

Fernando César Oliveira 
As tropas militares brasileiras enviadas para as fronteiras do país com a Bolívia, o Paraguai, a Argentina e o Uruguai, na chamada Operação Ágata 5, apreenderam, desde segunda-feira (6), mais de 11,7 toneladas de explosivos. Foram apreendidos também 300 quilos de maconha e seis armas. A maior carga de explosivos foi apreendida em Itiquira (MT), dentro de um caminhão. O veículo transportava, sem autorização, 11,6 toneladas do produto para pedreiras da região. As apreensões incluíram 150 quilos de dinamite apreendidos nas cidades de Ametista do Sul e Frederico Westphalen, ambas no Rio Grande do Sul. As informações foram divulgadas hoje (8) pelo Ministério da Defesa. 
A Operação Ágata 5 abrange uma área de 3,9 mil quilômetros de fronteiras. Cerca de 17 mil militares participam da operação, que se estende pelos estados do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina, do Paraná e de Mato Grosso do Sul, o que representa um aumento de 70% do contingente que normalmente atua nessas regiões. O balanço das primeiras 48 horas da operação também inclui a realização de quase nove mil inspeções, vistorias e revistas. Um avião foi interceptado pelo Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro e 40 embarcações, inspecionadas. 
Participam da operação, além da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, órgãos como Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, agências reguladoras, forças estaduais e municipais de segurança. O principal objetivo é combater o tráfico de entorpecentes e de armas, o contrabando e carros roubados, entre outros crimes. A operação leva ainda serviços médicos e odontológicos a cidades carentes na região de fronteira. Nas quatro edições anteriores da Operação Ágata, foram apreendidas mais de 2,3 toneladas de drogas, 302 embarcações irregulares e 59 armas. As Forças Armadas também dinamitaram, ao longo dessas edições, quatro pistas de pouso clandestinas e fecharam oito garimpos e cinco madeireiras ilegais.
Agência Brasil/montedo.com

9 de agosto de 2012

Operação Ágata V: Exército vistoria embarcações no rio Paraná

Exército vistoria embarcações e aldeias durante operação Ágata V

Graziela Rezende
Dentre as atividades desenvolvidas na Operação Ágata 5, deflagrada no início da semana em Mato Grosso do Sul, a 2ª Companhia de Infantaria, sediada em Três Lagoas, cidade distante a 338 quilômetros de Campo Grande, foi realizada patrulha fluvial na região de Mundo Novo. E, durante a operação, foi realizada vistoria das embarcações que navegavam na calha do Rio Paraná.
Nesta terça (7), o 17º Regimento de Cavalaria Mecanizado, localizado em Amambai, em cooperação com a Sesai (Secretaria Especial de Saúde Indígena), executou transporte de equipe médica, a fim de atender a aldeia indígena “Limão Verde”, e executou Posto de Bloqueio e Controle de Estradas (PBCE) em sua área de responsabilidade.
MídiaMax/montedo.com

8 de agosto de 2012

Operação Ágata V: Exército apreende caminhão com explosivos no MT

Exército apreende caminhão com explosivos
MS e MT são rotas de entrada desse tipo de material

ANAHI ZURUTUZA
Foto: Arquivo / Correio do Estado
General Waldemar Barroso dirigiu seminário do Exército sobre fiscalização de explosivos
Equipe do Comando Militar do Oeste que participa a Operação Pedreira II, ofensiva do Exército em conjunto com órgãos estaduais e federais de segurança pública de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso contra o contrabando de explosivos e outros produtos controlados, apreendeu ontem um caminhão carregado de artefatos detonadores em Itiquira (MT). O veículo estava escondido em uma mata. A assessoria do CMO, em Campo Grande, confirmou que houve apreensões, mas não deu detalhes.
A fronteira do Mato Grosso e do Mato Grosso do Sul são as rotas de entrada dos explosivos ilegais, utilizados principalmente para arrombamento de caixas eletrônicos. A área de atuação das equipes participantes da operação é a do CMO, com foco para o oeste do Mato Grosso do Sul, a provável porta de entrada dos explosivos contrabandeados.
De acordo com o CMO, a Pedreira II foi deflagrada em apoio à Operação Agata V, do Ministério da Defesa, cuja abertura oficial está marcada quarta-feira, com a presença do ministro da Defesa, Celso Amorim. A Ágata V terá maior abrangência, atuando nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul.
Correio do Estado/montedo.com

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