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3 de setembro de 2012

AMARPFA pede ajuda para manifestação de Sete de Setembro



O Sargento R/1 Genivaldo SIlva, Presidente da AMARPFA  (Associação dos Militares e Pensionistas das Forças Armadas) está solicitando ajuda financeira, de qualquer valor, para a mobilização que a associação, juntamente com outras entidades, está programando para o dia Sete de Setembro, em Brasília. Genivaldo informa que a AMARPFA já mandou confeccionar 60 faixas.As contribuições podem ser depositadas na conta corrente 15.059-2, agência 2727-8 do Banco do Brasil.
Leia também:Reajuste: associações de militares inativos têm audiência com senador
Vale lembrar que a manifestação pacífica e ordeira de militares inativos é legal e um legítimo instrumento de pressão democrática. Os 'velhinhos' estão fazendo sua parte. Parabéns.
Contato:
SGTO- GENIVALDO DA SILVA
FONES: (061) 3039 5164 begin_of_the_skype_highlighting GRÁTIS (061) 3039 5164 end_of_the_skype_highlighting/ 35225164

18 de julho de 2012

Vencimentos dos Militares - Porque Estamos Assim

Haroldo Amorim*

Dia desses conversei com o Mike, um inglês boa praça casado com uma brasileira, dono de uma lan house perto da minha casa. A conversa descambou para política, pobreza e corrupção no Brasil. No meio do papo, o Mike externando a verve da lógica saxônica soltou a seguinte pergunta: o Brasil tem muitos pobres, mas alguém perguntou o motivo da pobreza? Espantosa e simples indagação. Concluímos que a pobreza é prima da ignorância, filha da corrupção, neta da omissão, irmã do populismo e bastarda da ausência de oportunidades. Saí de lá com esse pensamento. Diante dos atuais, e porque não dizer históricos problemas salariais dos militares brasileiros, cabe também a lógica pergunta do Mike: porque as Forças Armadas ganham mal ?
As explicações são várias: estrutura verticalizada da autoridade, com as decisões centradas no que manda mais, ou seja o Comandante. Quem manda é o Comandante. Por isso, quem está logo abaixo quer o cargo dele. É a fila que anda sem marolas, e assim vai até a base. Daí o círculo vicioso dos emarolados que não querem se queimar ou se indispor, de olho numa merreca a mais como insinuou o Lula. Militares são “migalheiros”, o Lula acertou.
"O que é mais feio: esposa batendo 
panela ou a penúria com disciplina?"
Outra explicação, consequência da primeira, é a acomodação com a miséria. Estamos precariamente aparelhados e equipados, nos acostumamos a cumprir a missão constitucional dessa forma, aliás muito bem. Nossos hotéis de trânsito são ruins, habitamos moradias acanhadas porque incorporamos esse modo acochambrado de viver, afinal somos militares e militar não pode ter conforto. Daí nos contentarmos com migalhas salariais, como disse o Lula. Sempre foi assim. É o conformismo da merreca, pior do que não vir nada...., já dizia o meu avô.
Uma terceira explicação é a conveniência da disciplina. A disciplina é usada para justificar a mudez conveniente. Não podemos dizer isso ou tomar tal atitude porque somos disciplinados, o regulamento não permite, temos de acreditar nos chefes, não posso manifestar porque o estatuto assim o exige, então só resta mandar a mulher protestar batendo panela, isso é ridículo. Alguém já viu mulher de juiz, político, diplomata, auditor da receita ou procurador batendo panela no meio da rua?
Marola quando justa não faz mal a ninguém, pelo contrário, alerta sobre um estado de coisas. O que é mais feio: esposa batendo panela ou a penúria com disciplina? As carreiras citadas acima são carreiras de estado, mas os militares pagam mais pelas mazelas do estado.
Uma quarta e última explicação é a mania de se desvalorizar. Militar não se dá valor. Os cursos são difíceis, as exigências profissionais são absurdas, mas o militar despreza esse fato. Quando faz um curso, tira do contracheque a habilitação anterior. Não incorpora gratificações, não ganha hora extra e está disponível ao empregador em regime integral, sem receber por isso, ao contrário, os chefes antigos até aquiesceram quando a MP 2215 subtraiu injustamente a gratificação por tempo de serviço e o posto acima na reserva, só que quem negociou e assinou embaixo não perdeu nada. A culpa não é do Chefe “A” ou do Comandante “B”. A culpa é do patriotismo errante, da postura filha do carreirismo, irmã da autoflagelação merrequeira , neta do comodismo da marola, prima do complexo de inferioridade e bastarda da conveniência verticalizada.
Um dos sinais da desagregação de uma nação é quando as Forças Armadas dão sinais de fragilidade.
Na queda do Império Romano foi assim. Mas isso eu não falei pro Mike.
*Coronel na reserva do Exército
Alerta Total/montedo.com

18 de junho de 2012

Militares saem na frente para conseguir reajuste. Em 2013.

Gastos menores com militares
Correio Braziliense

Os militares saem na frente para conseguir reajuste em 2013. Integrantes da equipe econômica avaliam que diminuem cada vez mais os espaços para segurar o aumento na caserna. Dados do Boletim Estatístico de Pessoal do Ministério do Planejamento mostram que a participação dos militares no total das despesas da União, considerando os gastos dos três Poderes, vem diminuindo desde 2002, mesmo com aumento do seu contingente, enquanto a dos servidores civis em geral só aumenta.
Gastos menores com militares .jpg
Em 2002, último ano do governo tucano, o custo com o pessoal dos quartéis correspondia a 26,6% do total despendido pela União com o funcionalismo. No fim de 2011, esse percentual caiu significativamente, para 19,9%, com 9% de integrantes a mais. Já a participação das despesas com os servidores civis do Executivo passou de 52,7% para 56,7% no mesmo período, com o quantitativo aumentando menos, 6%.
O valor médio gasto pelo governo para cada militar também ficou para trás na comparação com os demais servidores, mesmo considerando os aumentos expressivos do salário mínimo pago aos soldados que prestam serviço militar obrigatório. Em 2002, a média era de R$ 2.411 por militar para R$ 2.784 gasto pelos civis. Em março de 2012, cada militar passou a consumir R$ 4.742, uma variação de 97%, enquanto os civis passaram para R$ 6.681, alta de 140%. Em relação ao Judiciário e ao Legislativo, a diferença é muito maior.
Para conter a insatisfação nos quartéis, o governo designou um grupo de trabalho com membros dos ministérios da Defesa e do Planejamento para elaborar a proposta de aumento. Ainda não há nada definido quanto ao percentual e como será dado. O último reajuste da categoria foi em 2008.
Os salários de oficiais-generais variam de R$ 16,6 mil a R$ 19 mil, incluídas as gratificações da carreira. Um major recebe R$ 11 mil e um coronel, R$ 13 mil. Os tenentes têm remuneração de R$ 6,6 mil e R$ 7,2 mil. Como não podem fazer greve, a pressão por aumentos vem dos familiares dos militares, principalmente no Congresso. Há também um movimento forte nos bastidores para elevar as remunerações. Os dirigentes das Forças Armadas não escondem a insatisfação e pressionam em público a presidente Dilma Rousseff, nas solenidades em que ela comparece.

Panelaço: Veja escancara situação salarial dos militares das Forças Armadas

Serviço público
Forças Armadas do Brasil: treinados, armados e mal pagos

Impedidos de fazer greve ou manifestações, os mais de 339 000 homens da Marinha, do Exército e da Aeronáutica viram seus salários serem achatados ao longo dos anos, o que criou distorções absurdas. Um comandante de porta-aviões, por exemplo, ganha menos que um gráfico do Senado Federal
Carolina Freitas e Gabriel Castro
Soldados do exército brasileiro
Soldados do Exército Brasileiro: muita responsabilidade, pouca remuneração (Orlando Brito)

Neste domingo, familiares de militares marcharam a partir das 15 horas pela orla da Praia de Copacabana no Rio de Janeiro em um protesto por aumento salarial. A manifestação, batizada de “panelaço”, aproveitou a presença de autoridades do governo e representantes internacionais no Forte de Copacabana para a Conferência Rio+20 para dar visibilidade à causa. Dados levantados pelo site de VEJA mostram a discrepância salarial entre os militares – que somam um efetivo de 339 364 homens - e os demais servidores públicos federais. Um operador de máquina do Senado Federal, responsável por colocar em funcionamento as máquinas do serviço gráfico da Casa, por exemplo, recebe salário de 14 421,75 reais. A vaga, preenchida por concurso, exige apenas Ensino Fundamental completo. Enquanto isso, um capitão-de-mar-e-guerra, o quarto posto mais alto dentro da hierarquia da Marinha e responsável, por exemplo, por comandar um porta-aviões, recebe remuneração de 13 109,45 reais. Veja outras comparações salariais e quanto ganha quem comanda as tropas ao final desta reportagem.
Os militares da ativa são proibidos de se manifestar. Por isso, escalaram suas mulheres para ir às ruas. Ivone Luzardo preside a União Nacional das Esposas de Militares (Unemfa) e é uma das articuladoras do protesto deste domingo. Ela causou alvoroço em março ao subir a rampa do Palácio do Planalto, em Brasília, de uso restrito da presidente. Tudo para chamar a atenção para as reivindicações salariais da categoria. Em maio, conseguiu entregar nas mãos da presidente um ofício com um pedido de audiência. Não obteve resposta. “O governo precisa separar a história da realidade”, afirma Ivone. “Os militares assumiram o poder nos anos 1960 porque ninguém queria um país comunista. Os que hoje estão no governo eram contra os militares na época. Criou-se um revanchismo.”
Outro líder do movimento é o militar reformado Marcelo Machado. Ele presidente a Associação Nacional dos Militares do Brasil, fundada há um ano e com sede no Rio de Janeiro e em Brasília. “A insatisfação é geral. Enquanto os comandantes das Forças Armadas têm salário de ministro, nós ficamos a pão e água”, diz Machado. “Os colegas não podem se manifestar, mas, por ser reformado, tenho sorte de ninguém poder me punir.” O movimento vem ganhando força a ponto de as duas associações terem marcado para 30 de agosto o 1º Congresso Nacional da Família Militar.
Sob a condição de anonimato, pelo temor de represálias, militares da ativa e da reserva aceitaram conversar com a reportagem do site de VEJA. Eles narram uma rotina de dificuldades financeiras, endividamento e condições precárias para as famílias de militares que são transferidos de cidade. “Há militares com 25 anos de serviço em capitais que residem em quarteis, em alojamentos paupérrimos, com a família a 200 quilômetros de distância, onde podem pagar pelo aluguel”, relata um subtenente com 27 anos de Exército.
Um capitão do Exército da reserva aceitou mostrar seu contracheque (veja detalhes na ilustração ao lado). Ele tem 60% de seu soldo, de 5 340 reais, comprometido com empréstimos e financiamento imobiliário. Ao soldo somam-se gratificações pelo tempo de serviço e por especialização na profissão que dobram o valor da remuneração. Mesmo assim, ele chega ao final do mês com salário líquido de pouco mais de 3 000 reais depois de 37 anos de dedicação às Forças Armadas. “A vida militar é um sacerdócio, não um emprego. Tenho sangue verde-oliva”, diz o orgulhoso senhor de 57 anos. “Porém, acho injusto um capitão contar o dinheiro para poder trocar de carro enquanto um funcionário de nível médio do Senado anda de automóvel importado.”
Entre as reivindicações das associações de familiares está o pagamento imediato de um porcentual de 28,86%, concedido por lei aos servidores públicos em 1993, durante o governo Itamar Franco, mas nunca entregue aos militares. Em 2003, o Supremo Tribunal Federal editou uma súmula garantindo o pagamento às tropas. Em 2009, a Advocacia-Geral da União reconheceu a decisão. De acordo com o Ministério da Defesa, no entanto, o estudo para pagamento do reajuste está sob análise do Ministério do Planejamento. “A implementação de novos valores dependerá de análise do governo federal, observada a conjuntura econômico-financeira do país”, informou a Defesa. O ministério informou ainda que tem dialogado com o Planejamento “visando a melhoria da remuneração dos militares das Forças Armadas”. Não há, no entanto, previsão de quando pode haver uma resolução sobre o assunto.
Em 2011, a folha de pagamento das três Forças somou 46,56 bilhões de reais, sendo 17,54 bilhões de reais destinado ao pessoal ativo e 29,02 bilhões de reais para inativos e pensionistas.

Fuga da carreira militar
A pouca atratividade financeira da carreira tem feito minguar os quadros das Forças Armadas. Levantamento feito com base em dados do Diário Oficial da União mostra que, de janeiro de 2006 até maio de 2012, 1 215 militares deixaram a carreira. O Exército foi a força que mais perdeu pessoal, 551 homens, seguido pela Marinha, 405, e Aeronáutica, 229. Os detalhes estão no gráfico abaixo. O estudo foi organizado pela assessoria do deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ), porta-voz das tropas no Congresso. “Tem muitos oficiais saindo para ganhar mais em outras áreas. E o gasto que o governo tem para formar um militar é altíssimo”, afirma Bolsonaro. “O governo usa o pretexto da indisciplina para nos subjugar.”

As associações de familiares procuraram um por um os parlamentares para pedir a eles apoio para pressionar o governo Dilma Rousseff a conceder aumento. Os apelos tiveram pouca reverberação no Congresso. Além de Bolsonaro, apenas o senador Roberto Requião (PMDB-PR) deu sinais de apoio à causa. Em audiência da Comissão de Relações Exteriores e Defesa da Casa com o ministro da Defesa, Celso Amorim, Requião falou sobre a necessidade de valorizar a carreira militar e sugeriu o agendamento de um encontro na comissão, com a presença do ministro, para tratar do assunto. Até agora, nada está marcado, no entanto.

Promessas
Apesar de todos os entraves agora colocados pelo governo, um plano de reajustes para a categoria estava previsto na Estratégia de Defesa Nacional, lançada em 2008, durante o governo de Luiz Inácio Lula da Silva, e, ainda, em uma carta da então candidata à Presidência Dilma Rousseff, de 2010. Diz o documento assinado por Dilma e entregue à época aos representantes das Forças Armadas: “Os índices de reajuste salarial conquistados nos últimos dois mandatos presidenciais são uma garantia de que continuaremos efetuando as merecidas reposições.” As tropas, unidas, continuam à espera.

Responsabilidades demais, remuneração de menos
A defasagem dos rendimentos dos militares fica mais evidente quando os salários são comparados aos de funcionários do Congresso Nacional, que estão entre os mais bem pagos do serviço público. Veja quatro exemplos dessa distroção

Faixa salarial: até 5 000 reais
NAS FORÇAS ARMADAS
Cargo: Primeiro-sargento - Salário: 4 844 reais. Atribuições: Na Aeronáutica, uma das funções é coordenar o controle do tráfego aéreo em aeroportos
NO CONGRESSO NACIONAL
Não existem servidores efetivos nessa faixa salarial. Faxineiros e ascensoristas, terceirizados, são os únicos a receber valores abaixo de 5 000 reais.

Faixa salarial: até 10 000 reais
NAS FORÇAS ARMADAS
Cargo: Capitão - Salário: 8 154 reais -Atribuições: No caso da Aeronáutica, pilotar caças como o Mirage 2000, que custa 20 milhões de reais
NO CONGRESSO NACIONAL
Cargo: Nessa faixa salarial, também não existem servidores concursados no Congresso. Esse valor equivale aos rendimentos de um assessor comissionado de sexta categoria, nomeado no gabinete de um deputado federal. Para ocupar o posto, basta ser escolhido pelo parlamentar
Salário: 8 673 reais
Atribuições: Executar tarefas simples de apoio ao deputado.

Faixa salarial: até 15 000 reais 
NAS FORÇAS ARMADAS
Cargo: Capitão-de-mar-e-guerra (Marinha) - Salário: 13 109 reais - Atribuições: No caso da Marinha, é este o posto dos responsáveis por comandar um porta-aviões
NO CONGRESSO NACIONAL
Cargo: Operador de máquina
Salário: Até 14 421 reais
Atribuições: Colocar em funcionamento as máquinas do serviço gráfico do Senado. Exige apenas o Ensino Fundamental.

Faixa salarial: mais de 15 000 reais
NAS FORÇAS ARMADAS
Cargo: General-de-brigada (Exército) - Salário: 16 646 reais - Atribuições: Comandar um grupo de até 5 000 homens em combate
NO CONGRESSO NACIONAL
Cargo: Técnico Legislativo
Atribuições: Digitar documentos, auxiliar na realização de tarefas rotineiras. Exige apenas Nível Médio
Salário: Até 16 563 reais.
Veja.com/montedo.com

Panelaço na Rio+20 contado por quem estava lá

MANIFESTAÇÃO EM COPACABANA Pelo REAJUSTE DOS MILITARES





                                                                       O Rio estava um caos, Aterro do flamengo interditado e engarrafamentos na Lagoa, só conseguimos chegar as 15:45 em Copacabana. Ainda no posto 5 perguntamos a alguns soldados de serviço se o pessoal ja tinha passado, responderam que não, e que um oficial do Exército acabara de lhes perguntar a mesma coisa.
Caminhamos em direção ao Copacabana Palace, centenas de metros antes ja era possível ouvir o som de apitos e tambores. Lá estavam cerca de 250 pessoas, entre militares das Forças armadas, seus familiares e alguns representantes dos movimentos dos Bombeiros e Policia militar do Rio. A passeata, depois de permanecer estacionada em frente ao Copacabana Pálace até pouco mais de 17:00, iniciou sua caminhada pela orla de Copacabana informando a sociedade sobre a situação salarial das Forças armadas Brasileiras. Com faixas em português e inglês. Notamos que após o inicio da movimentação mais pessoas se agregaram ao movimento, que avançava de forma exemplarmente pacífica e organizada.
Militares com camisas pintadas com pedidos de 135%, outros com nariz de palhaço e a maioria de "cara limpa" mas com a indignação estampada em seus rostos.
Diferente das manifestações anteriores organizadas somente pela UNEMFA, onde predominava a presença de esposas dos militares, percebemos que desta vez, talvez por conta do apoio de associações como Bancada Militar, AMARP e AMNB, havia um número bem mais significativo de militares presentes.
Um manifestante entrevistado, que se declarou militar da ativa, disse que esperava que a família militar comparecesse em peso, mas que não se sentia desestimulado com o pequeno número de manifestantes, " entendo que o movimento foi válido", "as coisas estão mudando", disse.
Nas proximidades havia outra manifestação, com um enorme carro de som, que cedeu alguns minutos para que IVONE LUZARDO discursasse acerca das necessidades da família militar. Muitos veículos quando passavam buzinavam ou expressavam de várias formas seu apoio à reivindicação da família militar. 
Sociedade Militar/montedo.com


Do Facebook
Ainda não foi a participação que esperávamos,mas umas 300 pessoas atenderam ao chamado,e foi um movimento ordeiro,firme e entusiasmado,ficamos em frente ao Hotel copacabana palece,no sinal,mostrando nossas faixas,sendo fotografadas por gente de todo mundo,ficamos ali por mais ou menos 1 hora,sendo usado o megafone para nos dirigirmos aos povos que passavam ,que não era poucos,em seguida quando já tínhamos um numero para iniciarmos a marcha,dobramos nossos joelhos em pleno calçadão de Copacabana em frente ao hotel e fizemos uma oração,nos levantamos , nos enfileiramos com nossas faixas e começamos a marcha rumo ao forte de Copacabana, falando a sociedade o que os militares das forças armadas estão sofrendo com essa politica revanchista, o sucateamento das forças armadas,as condições de trabalho dos militares,seus direitos negados,e por onde passávamos sentiamos o apoio do povo que paravam e alguns gritavam pra nós isso mesmo apoio,também víamos os caminhôes do exercito que faziam ronda passarem por nós e levantarem os braços sinal de apoio a luta,a presença de militares dos bombeiro e policiais,foi gratificante falar a sociedade que as forças armadas pertence ao povo brasileiro esse brado quando falávamos o povo se voltava pra nós a nos fotografar e dizer isso mesmo,dizer a sociedade carioca que as forças armadas é a linha de frente no processo de pacificação das comunidades,e da retribuição que recebemos dos políticos, que vão usar isso em palanques,foi um brado de justiça forte que demos naquele lugar,o movimento tem crescido, e união em torno do ideal da dignidade tem levado mais soldados a essa fileira, ao final juntos com populares cantamos o Hino Nacional, com um entusiasmo e uma vibração que foi lindo, e uma mensagem gravada por dona Ivone para chegar até Dilma,a todos dessa corrente obrigado pelo incentivo e as orações por esse evento,esse recado do Rio foi dado,vamos a luta e faixas em todos os estados, nós vamos conseguir, um abraço a todos.
M.A.

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