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5 de outubro de 2016

Sem dinheiro, PM do Rio pede blindado da Marinha emprestado

LAURO JARDIM
Com a maioria dos caveirões da Polícia fluminense quebrados e sem dinheiro para a manutenção, José Mariano Beltrame vai pedir emprestado à Marinha um blindado para transportar os policiais em operações nas áreas conflagradas.
O Globo/montedo.com

17 de setembro de 2016

RJ: soldado do Exército é preso no quartel por roubo de celulares

Soldado do Exército é preso por roubo de celulares na Zona Norte
Hudson Leandro de Moraes é acusado de roubar aparelhos de quatro pessoas. Na abordagem, o soldado dava 'carteirada' como se fosse policial
Rio - Um soldado do Exército foi preso por agentes da 19ª DP (Tijuca) acusado de roubar celulares de pelo menos quatro pessoas na região da Tijuca. A prisão ocorreu nesta terça-feira, em cumprimento a mandado de prisão temporária contra Hudson Leandro de Moraes.
Segundo as vítimas, Hudson abordava as vítima como se fosse policial, exibindo um distintivo e simulando estar armado, exigindo os celulares e as respectivas senhas de desbloqueio.
O rastreamento de um dos aparelhos e a localização de um receptador ajudaram na prisão do soldado do Exército. As vítimas reconheceram o criminoso por fotografia.
Hudson foi preso no quartel em que servia com a colaboração do Comando Militar local. Os policiais apreenderam um celular de uma das vítimas e o distintivo usado por ele. A polícia investiga a participação dele em outros roubos e pede a colaboração de outras possíveis vítimas.
O DIA/montedo.com

3 de agosto de 2016

Rio 2016: Forças Armadas vão policiar Cristo Redentor e Pão de Açúcar

RIO PEDIU AJUDA PARA QUE POLICIAIS MILITARES POSSAM SER LIBERADOS PARA OUTRAS MISSÕES
Símbolos do Rio de Janeiro, o Cristo Redentor e o Pão de Açúcar serão policiados por agentes das Forças Armadas. Segundo o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, a iniciativa será tomada a pedido da Secretaria de Segurança do Rio, para que policiais militares possam ser liberados para outras missões. Moraes teve uma reunião cedo nesta terça, 2, com representantes de Marinha, Exército e Aeronáutica, com o ministro da Defesa, Raul Jungmann, e com o secretário de Segurança do Rio, José Mariano Beltrame, para acertarem os últimos detalhes da escolta dos chefes de Estado e da segurança para a abertura dos Jogos.
No Cristo Redentor, as ações de segurança incluirão o uso de detectores de metais para examinar cada visitante, por pedido de Beltrame ao ministro da Justiça, Alexandre de Moraes. Cinquenta raquetes de raio X que estão em Brasília sem uso serão enviadas ao Rio.
Há alguns dias, o padre Omar Raposo, reitor do Santuário do Cristo Redentor, afirmara que o momento é de alerta pelas recentes ameaças de terrorismo ao redor do mundo. Segundo ele, atualmente o turista que frequenta o local, na zona norte do Rio de Janeiro, não passa por nenhum tipo de revista. Ele se mostrou preocupado pela demora na chegada dos detectores.

Centro
Moraes inaugurou o Centro de Cooperação Policial Internacional, que reunirá 250 policiais de 55 países para troca de informações. Esse centro está interligado ao sistema da Interpol e outros centros de controle com acesso às câmeras de segurança dos Jogos. A estrutura no Rio e em Brasília e as diárias dos agentes convidados para virem ao Brasil custaram R$ 4,9 milhões.

Explosão
Moraes negou que a explosão de uma panela de pressão com pregos no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, na noite de segunda-feira, 1, tenha sido um atentado terrorista. Segundo ele, a Polícia Federal já iniciou as investigações e a perícia está procurando imagens para tentar chegar aos autores do ato. Moraes afirmou que a probabilidade de atentados no Brasil é mínima, mas é uma possibilidade no mundo todo. (AE)
DIÁRIO do PODER/montedo.com

11 de julho de 2012

Eleições: ação das milícias pode levar Exército às ruas do RJ

Influência das milícias nas eleições pode levar Exército às ruas do Rio

Maurício Thuswohl, especial para a Rede Brasil Atual
Influência das milícias nas eleições pode levar Exército às ruas do Rio
O TRE do Rio de Janeiro já pediu ao Tribunal Superior Eleitoral que peça reforço do
 Exército em algumas áreas (Foto: Wilson Dias. Arquivo Agência Brasil)
Rio de Janeiro – Foi a cena mais emblemática da campanha eleitoral no Rio de Janeiro até o momento. Na movimentada tarde de sábado (7) do centro de Campo Grande, na zona oeste da cidade, um homem trajando calça jeans e camiseta branca distribuía panfletos e conversava com alguns passantes, observado de perto por vários policiais fardados e à paisana que não lhe tiravam os olhos de cima. O homem era o deputado estadual Marcelo Freixo, candidato a prefeito pelo PSOL, e os 20 policias espalhados em quatro carros e duas motos, além dos três seguranças pessoais, estavam ali para protegê-lo, já que Freixo é ameaçado de morte pelos líderes das milícias que controlam a região.
Quatro anos após ter presidido a CPI das Milícias na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) e pedido a prisão 225 líderes milicianos – inclusive parlamentares – esta foi a primeira vez que Freixo colocou os pés em Campo Grande, bairro dominado pela maior milícia em atividade na cidade. Ao mesmo tempo em que garantia a proteção do candidato, o aparato policial que o acompanhou em sua visita à zona oeste evidenciou que o Estado não descarta uma demonstração de força dos milicianos em seus principais redutos eleitorais.
A preocupação com a possível influência das milícias nas eleições municipais fez também com que o presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), desembargador Luiz Zveiter, encaminhasse ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no fim de junho uma solicitação para que tropas do Exército ocupem imediatamente alguns pontos da cidade. O objetivo da presença dos militares, segundo o tribunal, é impedir a pressão que os milicianos podem exercer sobre os eleitores em determinados bairros e localidades.
Em visita ao Rio no dia 2 de julho, a presidenta do TSE, ministra Carmem Lúcia, admitiu que o tribunal deverá atender ao pedido do TRE-RJ e solicitar ao Ministério da Defesa a presença do Exército nas ruas do Rio já durante a campanha. “Já tivemos uma primeira reunião, muito positiva, com as Forças Armadas. Existe o entendimento de que é preciso dar tranqüilidade ao Judiciário em alguns estados do país”, disse a ministra.
Se confirmada, esta será a segunda vez consecutiva que forças federais atuarão nas eleições municipais do Rio de Janeiro para coibir a ação das milícias. Em 2008, na chamada Operação Guanabara, tropas da Força Nacional de Segurança (FNS) garantiram que candidatos pudessem fazer campanha em áreas da cidade dominadas por milicianos.

Mapeamento
Antes da chegada do Exército às ruas do Rio para as eleições, o TRE-RJ pedirá aos órgãos de inteligência das polícias Civil e Militar que façam um mapeamento para decidir quais bairros e comunidades receberão a atenção prioritária das tropas: “Além das áreas sob influência das milícias, as comunidades onde foram instaladas Unidades de Policia Pacificadora (UPPs) também poderão ter vigilância militar durante a campanha. O objetivo é dar tranqüilidade à população na hora de decidir seu voto”, diz Zveiter.
O PSOL solicitou oficialmente ao TRE-RJ, à Secretaria Estadual de Segurança Pública e à Polícia Militar a garantia do direito de ir e vir e a proteção física de seu candidato. Marcelo Freixo afirma esperar poder fazer sua campanha sem impedimentos: “É preciso que a segurança de todos os candidatos, assim como sua circulação por toda a cidade, seja garantida ao longo de toda a campanha, e não somente nos dias que antecedem as eleições”, diz.
Rede Brasil Atual/montedo.com

9 de julho de 2012

Corpo de piloto morto em queda de avião da FAB é enterrado no Rio

Militar da Marinha pilotava caça que caiu em Campo Grande.
Ele deixou esposa e uma filha de 40 dias.

Foi enterrado na tarde deste domingo (8) o corpo do capitão-tenente da Marinha Bruno de Oliveira Rodrigues, no Cemitério de Inhaúma, no subúrbio do Rio de Janeiro. De acordo com a assessoria de imprensa da Marinha, Bruno deixa esposa e uma filha de 40 dias.
O militar pilotava um caça da Força Aérea Brasileira (FAB) que caiu na área rural de Campo Grande e morreu após se ejetar da aeronave. O acidente aconteceu na manhã de sábado (7). O corpo foi transferido, às 21h45 (horário de Brasília), de Campo Grande para o Rio, onde moram os familiares do oficial.
Segundo a Marinha, faltavam seis meses para o capitão-tenente terminar o curso para ser líder de esquadrilha. Ele iria servir em São Pedro da Aldeia, na Região dos Lagos. A Marinha informou que as investigações sobre as causas do acidente ficarão por conta da FAB.
Antes de ser levado para a capital fluminense por um avião da FAB, o corpo ficou por cerca de 30 minutos na capela da Base Aérea de Campo Grande. No local, familiares e militares participaram de uma cerimônia religiosa em homenagem ao piloto.
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Acidente
Helicóptero que resgatou piloto da FAB após queda de caça em Campo Grande MS (Foto: Wendy Tonhati/G1 MS)
Helicóptero que resgatou corpo de piloto da FAB após queda de caça (Foto: Wendy Tonhati/G1 MS)
O caça A-29 Super Tucano caiu às 8h40 (horário de Brasília) em uma área de pastagem próximo a um distrito industrial de Campo Grande. Conforme a FAB, Rodrigues tinha 32 anos e, desde o início de 2011, fazia o Curso de Líder de Esquadrilha da Aviação de Caça no Terceiro Esquadrão do Terceiro Grupo de Aviação da FAB, na capital sul-mato-grossense.
A assessoria de imprensa da Marinha informou que o capitão-tenente nasceu no Rio de Janeiro e estava na corporação desde fevereiro de 1997. Ultimamente, estava lotado em Ladário, a 435 km de Campo Grande.
O caça estava indo com outra aeronave do mesmo modelo para um operação de uso de armas na Base Aérea do Cachimbo, em Novo Progresso (PA). Os dois aviões são do Esquadrão Flecha, sediado na capital de Mato Grosso do Sul, e foram fabricados pela Embraer.
Quando uma das aeronaves caiu, a outra voltou para a Base Aérea de Campo Grande (BACG). Segundo a FAB, o piloto se ejetou às 8h40 (de Brasília) antes da queda na área de pastagem. O corpo dele foi localizado em outro local e foi resgatado por helicópteros da Aeronáutica.
Com o impacto da queda, a aeronave ficou parcialmente enterrada, ficando apenas com a parte traseira visível. Quando equipes da FAB e do Corpo de Bombeiros chegaram ao local, a área foi isolada em um raio de 300 metros porque havia risco de explosão, já que vazou combustível da aeronave.

Investigação
A Aeronáutica já iniciou investigações para apurar os fatores que contribuíram para o acidente. De acordo com a assessoria da Base em Campo Grande, não há prazo para a conclusão e a preocupação é saber o que aconteceu para evitar outros acidentes.
Estado de saúde do piloto, condições meteorológicas, nível de combustível e manutenção do caça são alguns dos fatores que serão analisados, de acordo com a BACG. Apesar da aeronave não ter caixa preta, os sistemas de monitoramento de voo servirão para auxiliar na descoberta do que aconteceu no momento do acidente.
G1 RJ/montedo.com

19 de junho de 2012

Soldado do Exército é preso por suspeita de assassinar ex-cunhada a facadas no RJ

Soldado do Exército suspeito de matar irmã da ex a facadas se entrega à polícia
Ele teve a prisão decretada pela Justiça e foi até a DH com um advogado

Suspeito de matar a facadas a irmã da ex-namorada, em Campo Grande, na zona oeste do Rio, na semana passada, o soldado do Exército Hélder Marques da Cruz Filho, de 18 anos, está preso desde a noite da última segunda-feira (18). Ele se apresentou na Divisão de Homicídios, na Barra da Tijuca, acompanhado de um advogado.
Alessandra Oliveira Sérgio, de 24 anos, foi morta ao tentar defender a irmã. Elas haviam chegado de uma festa junina e encontraram o militar no quintal. Ele havia pulado o muro para entrar na casa. Armado com uma faca, ele iniciou uma discussão.
Assim que Alessandra ficou à frente da irmã na tentativa de defendê-la, foi esfaqueada nas costas e no pescoço. ela não resistiu aos ferimentos.
A Justiça decretou a prisão temporária de Hélder pelo crime de homicídio.
Assista ao vídeo:
R7/montedo.com

16 de junho de 2012

Fugindo do RJ: militares das Forças Armadas entram na justiça contra transferências

Militares entram na Justiça para não prestar serviço no Rio

MARCO AURELIO REIS
A defasagem dos soldos das Forças Armadas em relação ao custo de vida do Rio chegou ao extremo de militares de outros estados, sobretudo do Nordeste, recorrem ao Judiciário para reverter transferências para cá. O grupo que evita vir é espantando pela falta de vagas em vilas militares, pelos elevados preços dos aluguéis e pelo bilhete único (que retira do contracheque a verba do auxílio-transporte, atrapalhando manobras financeiras tão comuns em tempos de soldos baixos).
Vem de praças da Marinha a reação mais forte contra as transferências. Quem está com ação na Justiça Federal tem alegado imperativo familiar para não vir. Com isso, evocam dispositivo constitucional de proteção à família contra o ordenamento interno dos quartéis.
Tem pesado ainda provas anexadas pelos praças indicando que oficiais, mesmo com seis anos na mesma localidade, não são transferidos quando não solicitam.
“Tem praça sendo transferido faltando poucos dias para entrar no prazo legal de permanência (dois anos antes de completar o tempo de serviço para ir para reserva”, conta à Coluna militar que está na Justiça contra transferência para o Rio em 2013.

RESPOSTA OFICIAL
Procurada, a Marinha informou “não proceder a alegada diferenciação entre movimentações de oficiais e praças”. Explicou que as transferências se dão por “interesse do serviço”

NOTA OFICAL DA MARINHA

QUEIXAS SOBRE TRANSFERÊNCIAS PARA O RIO

Senhor jornalista,
Em atenção à sua solicitação, participo a Vossa Senhoria que as movimentações de Pessoal Militar na Marinha do Brasil (MB) são reguladas pelas "Normas para designação, nomeação e afastamentos temporários do serviço do Pessoal Militar da Marinha do Brasil (DGPM-310 - 4ªRev/Mod2)", aplicada a Oficiais e Praças. Tais movimentações são realizadas, na maioria das vezes, por interesse do Serviço, com o propósito de atender às necessidades de preenchimento dos cargos, funções e incumbências das tabelas de lotação das Organizações Militares (OM) da MB, distribuídas por todo o território nacional. 
Excepcionalmente, poderão atender ao Interesse do Próprio Militar (Oficial ou Praça), por troca, por motivo social, para acompanhar cônjuge ou para cumprir cláusula de embarque. Essas também atendem ao previsto na supracitada norma e envolvem condições especiais, tais como ocorrer sem ônus para a MB, atender à criteriosa avaliação social, etc. 
As necessidades de pessoal das OM da MB são distintas em termos quantitativos e qualitativos, em função de fatores condicionantes tais como: área de conhecimento, habilitações, setor de emprego do pessoal (operativo / apoio), entre outros. Neste contexto, considerando que as carreiras são totalmente distintas, as movimentações de Oficiais e Praças são precedidas de análises independentes para cada caso, sem deixar de cumprir as normas estabelecidas. 
As normas em questão preveem, em seu art 2.4, alínea g, que a permanência de um militar servindo em uma determinada Organização Militar é, para Oficiais: mínimo de dois e máximo de quatro anos; e para Praças: mínimo de três e máximo de seis anos. 
Cumpre ressaltar que o inciso 3.3.1, alínea f, da DGPM-310 (4ªRev-Mod2), citado no e-mail, além de estabelecer como seis anos o tempo que a Marinha do Brasil considera que o militar, Oficial ou Praça, não deverá ultrapassar fora da área do Rio de Janeiro, também normatiza exceções a esses casos, que são a absoluta necessidade do serviço, por motivo social ou quando o militar estiver respondendo na Justiça, em liberdade. Tais exceções são válidas para Oficiais e Praças. 
Adicionalmente, na subalínea II, citada no e-mail, e válida apenas para as Praças, as seguintes ocorrências podem motivar uma prorrogação do tempo máximo em uma região fora da área do Rio de Janeiro: caso esteja autorizada a iniciar gozo de qualquer tipo de licença; cumprindo requisito de carreira; com tempo de serviço que lhe faculte requerer Transferência para a Reserva Remunerada com menos de dois anos na nova sede; ou que não tenha a previsão de permanecer na nova comissão, pelo tempo mínimo previsto. 
Do exposto, fica claro que não procede a alegada diferenciação entre as movimentações de Oficiais e Praças.
Atenciosamente,
PAULO MAURICIO FARIAS ALVES
Vice-Almirante 
Diretor



12 de junho de 2012

Rio+20: Exército já vigia praias cariocas

Praias já são vigiadas pelas Forças Armadas na segurança da Rio+20

Homens do Exército, Marinha e Aeronáutica iniciaram nesta segunda-feira esquema especial de segurança para a Rio+20, conferência da ONU sobre desenvolvimento sustentável. A cidade amanheceu com militares fortemente armados em pontos turísticos, como Aterro do Flamengo e Praia de Copacabana.
Soldados fortemente armados já tomam o calçadão da Praia de Copacabana | Foto: Maíra Coelho / Agência O Dia
Soldados fortemente armados já tomam o calçadão da Praia de Copacabana 
Foto: Maíra Coelho / Agência O Dia

Lá, no Forte, começou ontem série palestras do evento. Nesta segunda à tarde, os pavilhões 3 e 4 do Riocentro passaram por varredura antibombas. O centro de conferência sediará o encontro de mais de 100 chefes de estado, de 20 a 22 de junho.
Ao todo, 20 mil homens reforçarão a segurança na cidade, 13 mil deles das Forças Armadas. Vias expressas como Avenida Brasil, Túnel Rebouças e linhas Amarela e Vermelha ganham reforço do Exército durante a Rio+20. Navios da Marinha já monitoram a orla e a Baía de Guanabara.
O esquema especial de trânsito para os dias da conferência será alterado. O prefeito Eduardo Paes voltou a fazer nesta segunda apelo aos cariocas para que eles deixem os carros em casa de 20 a 22, quando mais de cem chefes de estado vão se deslocar pela cidade:
“Estamos felizes de nos tornar o centro do mundo. Isso pressupõe ajustes em nossa rotina”, reforça.

Prefeito de NY em favela
O prefeito Eduardo Paes disse ontem que o de Nova York, Michael Bloomberg, visitará o Morro Chapéu Mangueira, no Leme, dia 19 de junho. Ele será apresentado ao projeto Morar Carioca Verde.

Prainha: ‘selo’ de qualidade
A prefeitura quer construir posto de salva-vidas e promete aumentar a fiscalização sobre estacionamento irregular na Prainha, candidata a receber o certificado Bandeira Azul, um atestado de excelência de praias.
O deque será reformado, e a vegetação de restinga, recuperada. O acesso limitado de veículos, que já acontece no verão, poderá ser permanente. A ações foram anunciadas ontem em seminário no Forte de Copacabana pelo vice-prefeito e secretário municipal de Meio Ambiente, Carlos Alberto Muniz.
O Dia/montedo.com

19 de junho de 2011

BLINDADOS DA MARINHA SÃO USADOS EM OCUPAÇÃO DO MORRO DA MANGUEIRA

Operação na Mangueira para a instalação de UPP - Foto de Márcia Foletto (O Globo)
Reportagem completa no G1

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