Mostrando postagens com marcador segurança. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador segurança. Mostrar todas as postagens

5 de outubro de 2016

Sem dinheiro, PM do Rio pede blindado da Marinha emprestado

LAURO JARDIM
Com a maioria dos caveirões da Polícia fluminense quebrados e sem dinheiro para a manutenção, José Mariano Beltrame vai pedir emprestado à Marinha um blindado para transportar os policiais em operações nas áreas conflagradas.
O Globo/montedo.com

30 de setembro de 2016

Eleições 2016: Forças Armadas terão 25 mil militares em 14 estados

PREVENÇÃO
SEGURANÇA DAS ELEIÇÕES TERÁ 25 MIL MILITARES EM 14 ESTADOS
TSE VAI PAGAR R$ 23 MILHÕES PELO APOIO DAS FORÇAS ARMADAS
As Forças Armadas vão empregar 25 mil militares no primeiro turno das eleições municipais. A informação foi divulgada hoje (29) pelo Ministério da Defesa. O contingente das três forças vai atuar em 408 localidades de 14 estados definidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), responsável pelas solicitações.
No próximo domingo (2), os militares vão dar apoio logístico e contribuir para garantir a segurança na votação e apuração. Outros 3 mil militares devem ficar de prontidão. De acordo com o ministério, o custo estimado da operação é R$ 23 milhões, que serão pagos pelo TSE.
O número de municípios e tropas ainda pode aumentar, caso haja mais pedidos do tribunal.
Os 14 estados que receberão os militares são Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Roraima, Sergipe e Tocantins.
Os militares vão atuar no sábado (1°) e no domingo e a operação pode se repetir no segundo turno, caso haja nova solicitação.
O apoio logístico em 102 localidades de difícil acesso deve ajudar no transporte de material e pessoal, o que inclui as urnas eletrônicas e os funcionários dos tribunais eleitorais. Em outras 306 localidades, o objetivo dos militares será garantir a segurança e a tranquilidade na votação e apuração.
Ao todo, 1.243 viaturas, quatro veículos blindados, 89 embarcações e 26 aeronaves das três forças serão usadas.

Rio de Janeiro
Único estado da região Sudeste que receberá reforço na eleição, o Rio de Janeiro deve contar com 6,5 mil militares em 11 municípios (Rio de Janeiro, Belford Roxo, Magé, Campos dos Goytacazes, São Gonçalo, Macaé, Queimados, Japeri, Nova Iguaçu, São João de Meriti e Duque de Caxias).
Um efetivo de 7,7 mil militares foi escalado para a Região Norte, e outros 5,3 mil devem dar apoio às eleições no Nordeste. Para a Região Centro-Oeste, serão deslocados 2,3 mil militares.
A atuação das Forças Armadas nas eleições foi autorizada por um decreto do presidente Michel Temer publicado em 23 de agosto. O reforço foi confirmado pelo ministro da defesa, Raul Jungmann, em reunião com o presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes.
DIÁRIO do PODER/montedo.com 

3 de agosto de 2016

Rio 2016: Forças Armadas vão policiar Cristo Redentor e Pão de Açúcar

RIO PEDIU AJUDA PARA QUE POLICIAIS MILITARES POSSAM SER LIBERADOS PARA OUTRAS MISSÕES
Símbolos do Rio de Janeiro, o Cristo Redentor e o Pão de Açúcar serão policiados por agentes das Forças Armadas. Segundo o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, a iniciativa será tomada a pedido da Secretaria de Segurança do Rio, para que policiais militares possam ser liberados para outras missões. Moraes teve uma reunião cedo nesta terça, 2, com representantes de Marinha, Exército e Aeronáutica, com o ministro da Defesa, Raul Jungmann, e com o secretário de Segurança do Rio, José Mariano Beltrame, para acertarem os últimos detalhes da escolta dos chefes de Estado e da segurança para a abertura dos Jogos.
No Cristo Redentor, as ações de segurança incluirão o uso de detectores de metais para examinar cada visitante, por pedido de Beltrame ao ministro da Justiça, Alexandre de Moraes. Cinquenta raquetes de raio X que estão em Brasília sem uso serão enviadas ao Rio.
Há alguns dias, o padre Omar Raposo, reitor do Santuário do Cristo Redentor, afirmara que o momento é de alerta pelas recentes ameaças de terrorismo ao redor do mundo. Segundo ele, atualmente o turista que frequenta o local, na zona norte do Rio de Janeiro, não passa por nenhum tipo de revista. Ele se mostrou preocupado pela demora na chegada dos detectores.

Centro
Moraes inaugurou o Centro de Cooperação Policial Internacional, que reunirá 250 policiais de 55 países para troca de informações. Esse centro está interligado ao sistema da Interpol e outros centros de controle com acesso às câmeras de segurança dos Jogos. A estrutura no Rio e em Brasília e as diárias dos agentes convidados para virem ao Brasil custaram R$ 4,9 milhões.

Explosão
Moraes negou que a explosão de uma panela de pressão com pregos no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, na noite de segunda-feira, 1, tenha sido um atentado terrorista. Segundo ele, a Polícia Federal já iniciou as investigações e a perícia está procurando imagens para tentar chegar aos autores do ato. Moraes afirmou que a probabilidade de atentados no Brasil é mínima, mas é uma possibilidade no mundo todo. (AE)
DIÁRIO do PODER/montedo.com

28 de agosto de 2012

General Enzo diz que Exército terá 1200 viaturas e 86 blindados até o final do ano

General Enzo: Exército pode voltar a atuar no Rio
Comandante-Geral põe forças militares à disposição em grande eventos

Luciano Pádua
O comandante-geral do exército brasileiro, General Enzo Martins Peri, confirmou nesta segunda-feira (27) que, caso seja necessário, o exército ficará à disposição do governo do Rio para auxiliar nos grandes eventos que a cidade sediará nos próximos anos.
“Nas condições aqui no Rio, nas quais o governador solicitou à presidência da República, e sendo autorizado por ela, não há dúvida (que o exército atuará). Estaremos onde for o caso e onde for necessário, cumprindo as condições que a constituição estabelece”, afirmou o general, em evento na Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ) que lembrou o Dia do Soldado.
Segundo o comandante-geral, as Medidas Provisórias 572 e 573 aprovaram uma abertura de crédito extraordinário para a entidade. Somadas as duas MPs, os recursos ultrapassam R$ 1,7 bilhão para a compra de novos equipamentos.
“Na MP 572, de 380 milhões, foram adquiridas cerca de 1.200 viaturas, que serão recebidas até o fim do ano. Na MP 573, em uma parte, já foi assinada a aquisição de 86 veículos Guarani (blindado utilizado para transporte de pessoal). A outra parte está em processo de aquisição, na maioria caminhões, que serão fabricados no ano que vem. Está tudo sendo providenciado. Vai ser um reforço alentador para o exército brasileiro”.

Copa do mundo e Olimpíadas
O atual comandante do Comando Militar do Leste (CML), Adriano Pereira Júnior, no cargo há dois anos e quatro meses, passará a chefia do CML ao general Francisco Carlos Modesto na próxima quinta-feira (30). Pereira coordenou as operações da Conferência das Nações Unidas Sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio + 20) e a Força de Pacificação que ocupou os complexos de favelas da Penha e do Alemão. Ele chefiará, no Ministério da Defesa, a parte ligada à logísticado Estado Maior.
"O principal motivo de tudo ter dado certo foi a parceria entre Exército, Marinha e Força Aérea, mais as Polícias Militar, Civil, Federal, a Guarda Muncipal e a CET-Rio", destacou Pereira. "A ONU considerou que, nos últimos anos, entre as últimas reuniões de cúpula, a Rio+20 foi a que apresentou a melhor logística e a melhor segurança. A Embratur fez uma enquete e a segurança teve índice de quase 100%. Demos uma demonstração para o mundo de que estamos prontos não só para a Rio+20, como para a Copa do Mundo e as Olimpíadas".
O general Modesto corroborou a posição do comandante-geral do exército sobre a atuação das forças militares nos grandes eventos que acontecerão no Rio. "O exército brasileiro, cumprindo determinações da presidência, estará sempre pronto para colaborar na manutenção da segurança naquilo que for necessário", disse, sem revelar se já há algum planejamento de ações durante os grandes eventos.

'Salvação'
Apesar do clima ameno do evento, o presidente da ACRJ, Antenor Leal de Barros, fez considerações sobre a importâncias das Forças Armadas para salvar "o país das trevas", referindo-se a uma possível revolução comunista.
“Foram as Forças Armadas que salvaram este país das trevas. As trevas do fim da liberdade, para se ler o que se quer, de andar de um lugar para o outro. Devemos ao exército e às Forças Armadas as liberdades que hoje dispomos. Se algum excesso foi cometido, o perdão foi dado a todos”, concluiu Barros.
Jornal do Brasil/montedo.com

8 de agosto de 2012

Forças Armadas sem protagonismo na Copa e Olimpíada, diz Secretário

Forças Armadas sem protagonismo

A Copa de 2014 e a Olimpíada de 2016 serão diferentes do Pan de 2007, já que as Forças Armadas não terão o mesmo protagonismo que experimentaram no evento do Rio. Naquela época, ao sair às ruas, era comum ver caminhões lotados de militares, mais ou menos como ocorre agora em Londres, com a presença maciça de soldados nos locais de competição.

Partilha
Para as competições no Brasil, policiais civis, militares e federais, bombeiros, a Defesa Civil e o Exército dividirão responsabilidades, afirma o secretário extraordinário de Segurança para Grandes Eventos do Ministério da Justiça, Valdinio Jacinto Caetano.

O básico
De acordo com Caetano, que está em Londres, os militares exercerão suas atividades tradicionais, como a vigilância do espaço aéreo.
Folha de São Paulo/montedo.com

4 de agosto de 2012

Segurança: comitiva do Exército confere preparação para a Copa do Mundo em Curitiba

Militares visitam Curitiba por preparação para a Copa
AEN

Representantes do Estado do Maior do Exército estiveram em Curitiba nesta quinta-feira (2), como parte de um roteiro de visitas a cidades que sediarão jogos da Copa do Mundo da Fifa em 2014. O objetivo do grupo é acompanhar a preparação dos Estados no que diz respeito à segurança pública. O Exército esteve à frente das operações de segurança da RIO+20.
Os militares foram recebidos pelo secretário para Assuntos da Copa 2014, Mario Celso Cunha. O grupo – que estava acompanhado pelo comandante da 5ª Região Militar, general Willians José Soares – é formado pelos generais Luiz Guilherme Terra Amaral, Luiz Roberto Fragoso Peret Antunes, Walter Nilton Pina Stoffel e pelo coronel José Alberto Corrêa Figueiredo.
"Estamos trabalhando de forma integrada com a Defesa Civil e as forças estaduais, para propiciar a melhor segurança durante a Copa. Fico muito tranquilo porque sei da organização das forças de segurança locais", afirmou o general Terra Amaral.
De acordo com o general Luiz Roberto Peret, o grupo já esteve em mais nove cidades-sede da Copa, de um total de 12. "O objetivo é ter uma visão global do que está sendo feito em termos de segurança", disse Peret.
O secretário Mario Celso Cunha disse que a visita reforça um trabalho integrado que já vem sendo feito. "Temos representantes das três Armas na Câmara Temática da Segurança. A participação do Exército, Aeronáutica e Marinha tem sido fundamental, pois diversas ações nesta área passam por decisões das Forças Armadas", afirmou.
Também participou da reunião o major da Polícia Militar Nelson Ademar Piske, que, representando a Secretaria de Estado da Segurança Pública, informou sobre a criação de uma nova Central Integrada de Comando e do Batalhão de Fronteira e sobre a capacitação dos integrantes das forças policiais.
O encontro teve ainda a participação de representantes da Polícia Federal, do Cindacta II, do Corpo de Bombeiros, da Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba (Comec), do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc), da Paraná Turismo e do Instituto Municipal do Turismo.
BONDE NEWS/montedo.com

11 de julho de 2012

Eleições: ação das milícias pode levar Exército às ruas do RJ

Influência das milícias nas eleições pode levar Exército às ruas do Rio

Maurício Thuswohl, especial para a Rede Brasil Atual
Influência das milícias nas eleições pode levar Exército às ruas do Rio
O TRE do Rio de Janeiro já pediu ao Tribunal Superior Eleitoral que peça reforço do
 Exército em algumas áreas (Foto: Wilson Dias. Arquivo Agência Brasil)
Rio de Janeiro – Foi a cena mais emblemática da campanha eleitoral no Rio de Janeiro até o momento. Na movimentada tarde de sábado (7) do centro de Campo Grande, na zona oeste da cidade, um homem trajando calça jeans e camiseta branca distribuía panfletos e conversava com alguns passantes, observado de perto por vários policiais fardados e à paisana que não lhe tiravam os olhos de cima. O homem era o deputado estadual Marcelo Freixo, candidato a prefeito pelo PSOL, e os 20 policias espalhados em quatro carros e duas motos, além dos três seguranças pessoais, estavam ali para protegê-lo, já que Freixo é ameaçado de morte pelos líderes das milícias que controlam a região.
Quatro anos após ter presidido a CPI das Milícias na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) e pedido a prisão 225 líderes milicianos – inclusive parlamentares – esta foi a primeira vez que Freixo colocou os pés em Campo Grande, bairro dominado pela maior milícia em atividade na cidade. Ao mesmo tempo em que garantia a proteção do candidato, o aparato policial que o acompanhou em sua visita à zona oeste evidenciou que o Estado não descarta uma demonstração de força dos milicianos em seus principais redutos eleitorais.
A preocupação com a possível influência das milícias nas eleições municipais fez também com que o presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), desembargador Luiz Zveiter, encaminhasse ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no fim de junho uma solicitação para que tropas do Exército ocupem imediatamente alguns pontos da cidade. O objetivo da presença dos militares, segundo o tribunal, é impedir a pressão que os milicianos podem exercer sobre os eleitores em determinados bairros e localidades.
Em visita ao Rio no dia 2 de julho, a presidenta do TSE, ministra Carmem Lúcia, admitiu que o tribunal deverá atender ao pedido do TRE-RJ e solicitar ao Ministério da Defesa a presença do Exército nas ruas do Rio já durante a campanha. “Já tivemos uma primeira reunião, muito positiva, com as Forças Armadas. Existe o entendimento de que é preciso dar tranqüilidade ao Judiciário em alguns estados do país”, disse a ministra.
Se confirmada, esta será a segunda vez consecutiva que forças federais atuarão nas eleições municipais do Rio de Janeiro para coibir a ação das milícias. Em 2008, na chamada Operação Guanabara, tropas da Força Nacional de Segurança (FNS) garantiram que candidatos pudessem fazer campanha em áreas da cidade dominadas por milicianos.

Mapeamento
Antes da chegada do Exército às ruas do Rio para as eleições, o TRE-RJ pedirá aos órgãos de inteligência das polícias Civil e Militar que façam um mapeamento para decidir quais bairros e comunidades receberão a atenção prioritária das tropas: “Além das áreas sob influência das milícias, as comunidades onde foram instaladas Unidades de Policia Pacificadora (UPPs) também poderão ter vigilância militar durante a campanha. O objetivo é dar tranqüilidade à população na hora de decidir seu voto”, diz Zveiter.
O PSOL solicitou oficialmente ao TRE-RJ, à Secretaria Estadual de Segurança Pública e à Polícia Militar a garantia do direito de ir e vir e a proteção física de seu candidato. Marcelo Freixo afirma esperar poder fazer sua campanha sem impedimentos: “É preciso que a segurança de todos os candidatos, assim como sua circulação por toda a cidade, seja garantida ao longo de toda a campanha, e não somente nos dias que antecedem as eleições”, diz.
Rede Brasil Atual/montedo.com

20 de junho de 2012

Rio+20: elite da FAB está a postos para agir em situações de emergência

Rio - Um grupo de elite da Força Aérea Brasileira está a postos para agir em situações de emergência — como um ataque terrorista — e garantir a segurança das delegações estrangeiras no Rio.
Os soldados usam máscaras negras para manter o seu anonimato | Foto: Johnson Barros / Agência Força Aérea
Os soldados usam máscaras negras para manter o seu anonimato  
Foto: Johnson Barros / Agência Força Aérea
Trata-se do Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento (EAS), unidade especializada em operações especiais que reforça o patrulhamento feito por 1.300 militares durante embarque e desembarque nesta quarta-feira dos chefes de Estado que participam da Rio+20.
Usando máscaras negras para manter o anonimato, os homens do EAS têm a missão de manter olhos atentos nas aeronaves que trazem à cidade as comitivas estrangeiras. “Estamos prontos caso seja necessário atuar”, afirmou um militar.
Os agentes são treinados para missões de busca e resgate de aeronaves. O esquadrão atuou nas enchentes de Santa Catarina, em 2008, e em acidentes aéreos com aviões da Gol, em 2006, e da Air France, em 2009.
O Dia Online/montedo.com

12 de junho de 2012

Rio+20: Exército já vigia praias cariocas

Praias já são vigiadas pelas Forças Armadas na segurança da Rio+20

Homens do Exército, Marinha e Aeronáutica iniciaram nesta segunda-feira esquema especial de segurança para a Rio+20, conferência da ONU sobre desenvolvimento sustentável. A cidade amanheceu com militares fortemente armados em pontos turísticos, como Aterro do Flamengo e Praia de Copacabana.
Soldados fortemente armados já tomam o calçadão da Praia de Copacabana | Foto: Maíra Coelho / Agência O Dia
Soldados fortemente armados já tomam o calçadão da Praia de Copacabana 
Foto: Maíra Coelho / Agência O Dia

Lá, no Forte, começou ontem série palestras do evento. Nesta segunda à tarde, os pavilhões 3 e 4 do Riocentro passaram por varredura antibombas. O centro de conferência sediará o encontro de mais de 100 chefes de estado, de 20 a 22 de junho.
Ao todo, 20 mil homens reforçarão a segurança na cidade, 13 mil deles das Forças Armadas. Vias expressas como Avenida Brasil, Túnel Rebouças e linhas Amarela e Vermelha ganham reforço do Exército durante a Rio+20. Navios da Marinha já monitoram a orla e a Baía de Guanabara.
O esquema especial de trânsito para os dias da conferência será alterado. O prefeito Eduardo Paes voltou a fazer nesta segunda apelo aos cariocas para que eles deixem os carros em casa de 20 a 22, quando mais de cem chefes de estado vão se deslocar pela cidade:
“Estamos felizes de nos tornar o centro do mundo. Isso pressupõe ajustes em nossa rotina”, reforça.

Prefeito de NY em favela
O prefeito Eduardo Paes disse ontem que o de Nova York, Michael Bloomberg, visitará o Morro Chapéu Mangueira, no Leme, dia 19 de junho. Ele será apresentado ao projeto Morar Carioca Verde.

Prainha: ‘selo’ de qualidade
A prefeitura quer construir posto de salva-vidas e promete aumentar a fiscalização sobre estacionamento irregular na Prainha, candidata a receber o certificado Bandeira Azul, um atestado de excelência de praias.
O deque será reformado, e a vegetação de restinga, recuperada. O acesso limitado de veículos, que já acontece no verão, poderá ser permanente. A ações foram anunciadas ontem em seminário no Forte de Copacabana pelo vice-prefeito e secretário municipal de Meio Ambiente, Carlos Alberto Muniz.
O Dia/montedo.com

6 de janeiro de 2012

MPF ANALISA LEGALIDADE DA PRESENÇA DAS FORÇAS ARMADAS EM DELEGACIAS NO CEARÁ

Com tropas nas delegacias, MPF-CE analisa se há legalidade
Procuradores avaliam se é constitucional forças federais atuarem também no papel de policiais civis, diante da nova greve

Cláudio Ribeiro (claudioribeiro@opovo.com.br)


O Exército confirmou que já faz a segurança nas delegacias e na Superintendência da Polícia Civil (FOTO: EDIMAR SOARES)
O Ministério Público Federal vai analisar se há permissão constitucional para que militares das Forças Armadas e da Força Nacional de Segurança instalados no Ceará possam também atuar como polícia judiciária, durante a greve na Polícia Civil.
A intenção disso foi confirmada pelo Comando da 10ª Região Militar, que está na coordenação das tropas. Ontem, em nota à imprensa, o Exército confirmou que já faz “a segurança nas delegacias de Fortaleza e na Superintendência da Polícia Civil”. E que 23 escrivães federais, ligados ao Ministério da Justiça, chegarão à Capital para realizarem atendimento à população.
O MPF-CE abriu, desde a última terça, 3, um procedimento administrativo para acompanhar os possíveis excessos ou omissões das tropas que se registrem enquanto durar a Operação Força Ceará. O cuidado a ser tomado enquanto havia a paralisação dos PMs e Bombeiros - que durou seis dias, encerrada na madrugada de quarta-feira -, agora está com os dias de greve da Polícia Civil - iniciada também na terça-feira.
Três procuradores da República - Francisco Macêdo, Alessander Sales e Fernando Braga - acompanham a atuação do contingente federal. Há homens do Exército, Marinha, Aeronáutica e da Força Nacional de Segurança patrulhando as ruas e prédios públicos. Na própria terça, os procuradores tiveram reunião com o Comando Militar e representantes do governo estadual para avisar do procedimento administrativo e seu caráter preventivo.
Por ato da presidente da República, Dilma Rousseff, válido desde a última sexta-feira, as tropas federais assumiram todo o aparato e passaram a dar as ordens da Segurança Pública no Ceará. A intervenção foi assinada a pedido do governador. Quando Cid Gomes solicitou o apoio dos militares, ainda não havia a greve na Civil. A paralisação interrompeu o atendimento a registros de boletim de ocorrência, autorização para exame de corpo de delito ou liberação de guias cadavéricas.
Leia também:

O papel de cada
Ontem, até o início da noite, os procuradores não haviam recebido uma informação prometida sobre como é o plano operacional coordenado pelo Exército. “Aguardamos o documento que explique como será a atuação do Exército e da Força Nacional de Segurança, para saber se podem ou não desempenhar esse papel”, explicou o procurador Alessander Sales.
No Rio de Janeiro, no ano passado, na permanência das Forças Armadas nos morros cariocas, foram registrados abusos de autoridade. “Queremos evitar que isso venha a acontecer por aqui. É precaução”, diz. O procurador descreve que uma ocorrência não atendida deliberadamente ou uma ordem judicial não cumprida poderá ser considerada como caso de omissão.
Na nota de ontem à imprensa, o Comando da 10ª RM confirmou que já são 1.400 homens só do efetivo do Exército e que foi estabelecido “diálogo contínuo com a Secretaria da Segurança Pública e a Polícia Civil. A Operação Força Ceará, segundo o Comando, só pode ser destituída também por ordem da presidente Dilma.

ENTENDA A NOTÍCIA
Membros do Ministério Público Federal aguardam informações das tropas federais. Querem detalhamento sobre como os efetivos do Exército e Força Nacional de Segurança estão atuando nas ruas de Fortaleza. Ontem, em nota, Comando dos militares confirmou atuação nas delegacias.

Poder generalizado
Para o procurador da República Alessander Sales, os termos do decreto da presidente Dilma “são muito generalizados”. Segundo ele, o ato atribui poder às tropas federais sobre todo o aparelho da Segurança Pública do Ceará, sem definir especificações.
O POVO/montedo.com

Arquivo do blog

Compartilhar no WhatsApp
Real Time Web Analytics