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18 de agosto de 2012

Onda de suicídios assola o exército americano

Exército dos EUA enfrenta onda de suicídios nas tropas

Trinta e oito soldados do Exército dos Estados Unidos teriam cometido suicídio no mês de julho, afirmou o Pentágono nesta quinta-feira. Segundo matéria da revista Time, o dado representa um aumento surpreendente na onda de suicídios que vem frustrando os líderes do Exército dos EUA durante anos.
Dentre os 38 soldados que cometeram suicídio, 26 estavam em serviço e sob o controle do Exército 24 horas por dia. Trata-se de um aumento de 117% em comparação a junho, que contabilizou 12 supostos suicídios de soldados em atividade. Dados sobre suicídios cometidos por soldados só começaram a ser contabilizados pelo Exército com assiduidade nos últimos anos.
Especialistas do Exército têm dificuldade para explicar o aumento nos casos. "Esta é a primeira vez desde 2001 que vimos a morte de sargentos superar a morte de soldados," afirmou Bruce Shahbaz, um analista médico da Força Tarefa para Prevenção de Suicídio do Exército dos Estados Unidos entrevistado pela Time.
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"Problemas como depressão, ansiedade e distúrbios do sono - relacionados a stress pós-traumático - começam a surgir depois que o soldado passa mais de um ano em casa e finalmente começa a se reintegrar com a família... Eu comparo com uma panela que fica em fogo brando - quando o soldado volta para casa e tem tempo de se reintegrar a vida normal da família permite que o conteúdo da panela possa transbordar", diz.
Peter Chiarelli, um general aposentado, se diz frustrado com a falta de recursos e pesquisas no assunto. "Nós temos uma crise no Exército dos Estados Unidos", afirma. "Nós simplesmente não sabemos o suficiente", diz, cabisbaixo. "E, até que saibamos, todos permaneceremos frustrados."
Terra/montedo.com

31 de julho de 2012

Justiça nega pensão a irmã de soldado que suicidou-se dentro de quartel do Exército

Justiça nega pensão por morte de soldado que cometeu suicídio nas dependências do Exército

A 2ª Turma Suplementar do TRF-1 (Tribunal Regional Federal da 2ª Região), confirmando sentença, negou pensão a irmã de soldado que cometeu suicídio por enforcamento nas dependências de um quartel do exército brasileiro. A justiça também indeferiu o pedido de indenização por danos morais.
A juíza federal convocada Rosimayre Gonçalves de Carvalho, relatora do processo, concluiu que “o dano decorreu única e exclusivamente por culpa da vítima, embora a morte tenha ocorrido dentro da Unidade Militar, a responsabilidade pelo suicídio não pode ser atribuída ao Estado.” Ainda segundo a relatora, o soldado teria deixado bilhete de adeus aos pais, o que comprova sua intenção.
A relatora considerou também que, com menos de três meses de incorporação, o soldado “não sofria desconto mensal a título de contribuição obrigatória para pensão militar, portanto a autora não faz jus à pensão por morte requerida”. Quanto à indenização por danos morais, como pressuposto à responsabilização do ente público, não se verificou, conforme expõe a relatora, nexo causal entre suposta conduta omissiva ou comissiva e o suicídio.
A Turma, no entanto, concedeu à autora diminuição do pagamento de honorários advocatícios por considerar o valor estabelecido inicialmente excessivo.
Número do Processo: 0003864-56.2002.4.01.3801
Últimainstância/montedo.com

29 de julho de 2012

Sargento americano pode ser responsável por suicídio de soldado no Afeganistão

Soldado dos EUA sofreu agressões antes de se matar no Afeganistão

DA REUTERS
O soldado norte-americano de origem chinesa Danny Chen foi forçado a rastejar cerca de 150 metros enquanto os seus superiores gritavam e jogavam pedras sobre ele antes de se matar no Afeganistão, em um caso que comoveu os EUA no final do ano passado.
A informação é de um soldado que teria testemunhado o ocorrido e fez a declaração nesta sexta-feira à corte que investiga possíveis responsáveis por levar Chen ao suicídio.
O sargento Adam Holcomb está sendo julgado por tratamento cruel e preconceito racial contra Chen, podendo ser demitido com desonra caso considerado culpado. O sargento enfrenta a denúncia de homicídio por negligência, o que equivaleria à figura do homicídio culposo no Brasil.
Durante o julgamento, soldados narraram que no posto de combate de Chen apelidos ofensivos eram comuns, assim como medidas disciplinares que envolviam castigo físico.
O fato de Chen não estar no peso correto quando entrou nas Forças Armadas teria contribuído para as agressões.
Folha/montedo.com

16 de julho de 2012

Natal: encontrado corpo de capitão da FAB que teria pulado de ponte

Corpo de capitão da Aeronáutica é encontrado na Redinha
Natal (RN) - O corpo supostamente de um capitão da Aeronáutica foi localizado quarta-feira a noite (11) sobre o quebra-mar da Redinha, nas proximidades da ponte Newton Navarro.
O homem não foi oficialmente identificado, mas ele estava com o fardamento militar que indica a patente. Tudo indica que esse é o corpo de um militar que se jogou da ponte na manhã da última segunda-feira (9). O corpo desse militar ainda não havia sido localizado.
A Polícia Militar (PM) foi acionada para fazer o isolamento do local, enquanto o Instituto Técnico-científico de Polícia (Itep) fazia a perícia e o recolhimento do corpo.
As informações foram obtidas junto ao jornalista Jacson Damasceno e ao repórter fotográfico Canindé Soares. Agora pela manhã o BG entrou em contato com o Itep que não confirmou ainda a identidade do rapaz.
Blog do BG/montedo.com

13 de julho de 2012

Pará: sargento do Exército teria cometido suicídio após matar suposto namorado

Sargento mata namorado e depois se mata em Marabá

Um dos crimes que mais causou repercussão em Marabá aconteceu ontem, ao meio dia, em um bar da avenida Castelo Branco, bairro Cidade Nova.
Duas pessoas foram mortas: o braçal Paulo Henriques de Sousa Santos, o “Paulinho”, 21 anos, e o sargento do Exército Brasileiro, Valter Cristiano de Carvalho, 36 anos, que era lotado no Grupamento de Artilharia de Selva (GAC).
Em princípio, moradores das proximidades de onde aconteceu a tragédia pensaram se tratar de um duplo homicídio, contudo a polícia identificou que, na verdade, o militar, que seria homossexual, matou o namorado, o “Paulinho”, e em seguida cometeu suicídio.
Segundo o dono do bar, Antônio Gomes Carvalho, o “Piauí”, o suposto casal chegou ao estabelecimento por volta das 11h e tomou três cervejas. Antônio contou que os dois frequentavam o bar pelo menos três vezes por semana e, geralmente, quando um chegava perguntava pelo outro.
Na manhã de ontem, ambos teriam chegado juntos, sendo que Valter de Carvalho levantou várias vezes da cadeira e saía até a porta do bar, aparentando nervosismo. Em dado momento, ambos discutiram e, de repente, Valter teria se levantado, sacado uma arma e efetuado um disparo certeiro na cabeça de “Paulinho”, que caiu inerte e sem vida. O projétil transfixou a cabeça dele.
“Piauí”, ao ouvir o primeiro disparo, disse que se agachou atrás de um balcão, pensando se tratar de um pistoleiro. Após alguns breves segundos, o dono do bar contou ter ouvido outro barulho de tiro, desta vez, do lado de fora do bar. Quando saiu para checar o que tinha acontecido, se deparou com o corpo de Valter de Carvalho na calçada.
“Foram dois tiros muito rápidos. Ouvi um, me abaixei e, em seguida, mais um tiro. Quando sai pra ver o que tinha acontecido, ele estava morto e o sangue escorrendo na calçada”, narra o comerciante.
No palco do crime apareceu uma adolescente de 15 anos que disse ser a namorada de “Paulinho”. Chorando muito, ela teria confirmado que estava convivendo com ele há três meses. Populares chegaram a comentar que a relação com a mulher teria sido o pivô da discussão entre o militar e “Paulinho”.
A arma usada no crime, uma pistola calibre 9 milímetros de uso exclusive do Exército Brasileiro, deve ser periciada, assim como, as razões pelas quais o militar estava usando, já que estava de folga e fora do quartel.

Exército
O homicídio, seguido de suicídio de Paulo Henriques de Souza Santos e do sargento Valter Cristiano de Carvalho deve ser investigado paralelamente pelo Exército Brasileiro (EB). A informação partiu do primeiro tenente Tiago de Paula, que entre outras coisas, comentou que deve ser aberto um Inquérito Policial Militar (IPM) para apurar as circunstâncias do episódio. O trabalho de investigação deve ser feito com o apoio da Inteligência do EB.
Diário do Pará/montedo.com

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