26 de julho de 2012

Sargento do Exército morre com tiro no rosto no RJ

Sargento do Exército é morto com tiro no rosto em Guadalupe

LUARLINDO ERNESTO

Rio - Um sargento do Exército foi morto na porta de casa, nesta quarta-feira, em Guadalupe, na Zona Oeste. Flávio da Silva Nogueira Ferreira, de 30 anos, foi atingido com um tiro no rosto após ser chamado no portão de casa, na Rua Orélia, 110. Ao atender, o militar foi baleado pelo criminoso, que fugiu. A polícia investiga as causas do crime.
O Dia/montedo.com

Governo de Alagoas presta homenagem a militares que retornaram do Haiti

Militares que foram ao Haiti são homenageados em AL

Os militares do 59º Batalhão de Infantaria Motorizado - Batalhão Hermes Ernesto da Fonseca, integrantes do 14º contingente do Exército Brasileiro na missão das Nações Unidas para o Haiti (MINUSTAH) recebem, nesta quinta-feira, dia 26 de julho, às 11:40 horas no Palácio do Governo, uma homenagem pelos serviços relevantes em prol da cooperação e da paz mundial.
Esse gesto de confiança do Governo do Estado de Alagoas, expressa o sentimento de credibilidade que o Exército Brasileiro desfruta no seio da sociedade alagoana, pela excelência das missões que cumpre na defesa dos interesses da Nação Brasileira.
Desde 1956, com a Força de Emergência das Nações Unidas (FENU), o Exército Brasileiro participa de missões visando pacificar ou estabilizar nações assoladas por conflitos.
Atualmente, o Brasil envia Soldados para os mais diversos países do mundo em missões de paz, sob a égide da Organização das Nações Unidas.
Fonte: Ascom 59º BIMtz
Alagoas 24Horas/montedo.com

Atuação do exército nas eleições será filmada

Integrantes das Forças Armadas poderão reforçar a segurança nas eleições deste ano e as eventuais atuações do grupo deverão ser filmadas e fotografadas para permitir a eventual identificação de agressores e perturbadores e, principalmente, para servir de prova judicial.
As regras de conduta estão num acordo assinado nesta quarta pela presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Cármen Lúcia Antunes Rocha, e o ministro da Defesa, Celso Amorim. Pelo acordo, os militares não deverão comparecer fardados em comícios políticos para impedir a interpretação de que seriam apoiadores ou teriam simpatia em relação a algum candidato ou partido.
Também ficou estabelecido que o contato entre militares e candidatos, militantes ou partidos deve ser evitado. E antes do emprego da força a tropa deverá usar medidas de dissuasão e negociação. A utilização de munição real somente é admissível como último recurso.
Essa não será a primeira vez que integrantes das Forças Armadas poderão reforçar a segurança durante as eleições. Isso já ocorreu em eleições anteriores, no entanto, não havia um código de conduta especificando detalhadamente como devem agir os militares.
O envio das tropas para cidades durante as eleições deverá ser decidido em breve pelo TSE. Para a eleição deste ano, já foi pedido reforço nos Estados de Tocantins, Amazonas, Maranhão e Rio de Janeiro. Antes de decidir sobre a convocação dos militares, o TSE consulta os governadores sobre a existência ou não de condições para garantir a segurança.
Agência Estado, via Diário do Grande ABC/montedo.com

Museu Militar será reaberto em agosto em Porto Alegre

Após reforma, Museu Militar será reaberto ao público em agosto
Fechado em fevereiro para melhorias, prédio erguido em 1867 terá nova cobertura e acervo restaurado

Kamila Almeida
kamila.almeida@zerohora.com.br
Após reforma, Museu Militar será reaberto ao público em agosto Tadeu Vilani/Agencia RBS
Ao lado do tanque M 41, de procedência norte-americana, coronel Aires prepara os últimos detalhes para reabrir as portas do localFoto: Tadeu Vilani / Agencia RBS
O centro de Porto Alegre está prestes a ganhar um novo espaço cultural renovado. Trata-se do museu militar do Comando Militar do Sul (CMS), que reabrirá às 15h no dia 13 de agosto. Não que o local seja novo: já existe há três anos. Mas o prédio erguido em 1867 implorava por reformas.
Abrigo para os mais de 300 anos de história do Exército Brasileiro, o espaço esteve fechado desde fevereiro deste ano. Segundo o diretor do museu, coronel Waldo Manuel de Oliveira Aires, 55 anos, a reestruturação era urgente. Ali, ficavam permanentemente expostos os carros de combate, além de canhões, que, apesar de blindados, sofriam pela ação da ferrugem.
— Não mexemos na estrutura original. Reformamos parte dos rebocos, e construímos uma cobertura interna de estrutura metálica com telhas translúcidas — conta.
Parte das 4 mil peças que remontam o período colonial brasileiro passaram por um banho de tinta camuflada ou verde floresta. Elas ficarão abrigadas em quatro salas distribuídas em 2,8 mil metros quadrados, com direito a iluminação cênica.

Carros de combate, armas e cenas que lembram cinema
O museu é vizinho da Igreja das Dores, da Casa de Cultura Mario Quintana, da Usina do Gasômetro e do Cais do Porto. Pela importância e localização privilegiada, desde o início do ano faz parte do roteiro da Linha Turismo, da Capital.
Na época em que o prédio foi construído para abrigar o Arsenal de Guerra da Província, havia uma cobertura de madeira para abrigar o material de guerra que chegava de trem do Cais do Porto e ia direto pelos trilhos que passavam dentro do arsenal.
São os carros de combate, típicos de filmes, os que mais atraem o público. Aqueles que vão em excursão se deslumbram com uma encenação teatral. No esquete, cada um dos visitantes é convidado a se tornar um soldado imperial, disposto ao redor de um canhão colonial do século 18.
— É ensinado como eram dados os tiros no passado. Mas tem que ter calma, senão o tiro pode sair pela culatra — brinca o coronel.
A obra custou R$ 150 mil e contou com a atuação de duas empresas licitadas. Até a reinauguração, o museu deve receber uma moto Harley-Davidson, de 1980, e uma CB-400, de 1990, além de manequins de batedores correspondentes às épocas.

Programe-se
— Aberto de terça a quinta-feira, das 10h às 16h
— Sexta-feira, das 9h às 12h
— Sábados, domingos e feriados, das 13h30min às 17h
— Endereço: Rua dos Andradas, 630, no centro de Porto Alegre
— Informações: (51) 3226-5883
— Será reaberto no dia 13 de agosto, às 15h. A entrada é franca
Acesse o site do museu
Zero Hora/montedo.com

Um discurso para a História

Brasil vai cooperar com estruturação da defesa do Haiti

Brasil vai cooperar com Haiti na estruturação de sua Defesa

O Governo Federal anunciou nesta quinta-feira que cooperará com o Haiti no projeto de restabelecimento das forças de Defesa do país caribenho, objetivo para o qual enviará uma comissão militar nas próximas semanas.
A decisão foi adotada durante uma reunião realizada em Brasília entre o ministro da Defesa, Celso Amorim, e seu colega haitiano, Jean Rodolphe Joazile, segundo um comunicado oficial.
"Demos hoje um primeiro passo a pedido do governo do Haiti e mandaremos ao país uma pequena missão que não tem nada a ver com a Minustah (Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti)", disse Amorim.
O ministro acrescentou que a comissão se concentrará em analisar as necessidades do Haiti e terá o objetivo de determinar "o diagnóstico" sobre como deve ser desenvolvida a ajuda, especialmente na área de engenharia militar.
"É importante sinalizar o fato de que no futuro o Haiti terá que tomar conta de sua própria segurança", completou Amorim. Segundo esta versão, a ajuda se centraria em um primeiro momento em temas de engenharia e foi analisada a possibilidade de abrir vagas para haitianos nas escolas militares brasileiras do ramo.
Amorim acrescentou que o eventual apoio na estruturação de novas forças de Defesa será desenvolvido no âmbito da cooperação bilateral existente. O ministro haitiano, por sua parte, destacou o compromisso do governo de seu país para que as forças de segurança se submetam a princípios democráticos e ao poder civil.
Durante o encontro, ambos ministros revisaram a permanência das tropas brasileiras desdobradas na Minustah, presente no país desde 2004. Amorim reiterou o compromisso brasileiro de continuar colaborando com a missão da ONU, ao mesmo tempo em que destacou a intenção de reduzir para cerca de mil uniformizados o atual contingente.
"Evidentemente estaremos no país o tempo que for necessário. No entanto, não é bom nem para o Brasil, nem para a ONU nem para o Haiti que seja uma permanência eterna", comentou.
Terra/montedo.com

O 'sono' do milico

Do Facebook:

25 de julho de 2012

Licitação sob suspeita: Comando de Aviação do Exército cumpre mandados de busca e apreensão em Taubaté

Cavex cumpre mandados de busca e apreensão em Taubaté
Operação desta quarta-feira (25) atendeu determinação da Justiça Militar.
Inquérito investiga licitação de produtos aeronáuticos realizada em 2005.

O Comando de Aviação do Exército (Cavex) cumpriu três mandados de busca e apreensão em Taubaté nesta quarta-feira (25). A operação atende a uma determinação da Justiça Militar. Trinta militares recolheram documentos e computadores, que serão periciados.
Um inquérito militar investiga uma licitação de produtos aeronáuticos realizada em 2005. Dois homens foram levados para a delegacia, porque na casa deles também foram encontradas 39 munições. Eles pagaram fiança e foram liberados.
G1/montedo.com

Comando da Marinha recebe terreno para construção da nova sede, fora da Esplanada

Sede da Marinha sairá da Esplanada
A Superintendência do Patrimônio da União do Distrito Federal (SPU/DF) entregou nesta quarta-feira (25), juntamente com a Secretaria do Patrimônio da União (SPU), um terreno de 18,6 hectares ao Comando da Marinha do Brasil. A área fica no Setor Palácio Presidencial, próximo ao Palácio do Jaburu, em Brasília. Segundo informações da Marinha, o lote servirá para construção de uma nova sede para o Órgão. O Termo de Entrega do Imóvel, pertencente à União, foi assinado pela secretária da SPU, Paula Maria Motta Lara, e pela superintendente do DF, Lúcia Carvalho. As obras devem ser iniciadas daqui a dois anos. Segundo a Lúcia, a mudança do Comando da Marinha, do bloco O da Esplanada dos Ministérios para nova sede, reforçará a segurança nacional e abrirá espaço para acomodar outros ministérios que estão instalados fora da Esplanada.
Cláudio Humberto/montedo.com

Transparência: STM divulga salário de servidores

Superior Tribunal Militar divulga salários de servidores na internet
Nesta terça, outros três tribunais divulgaram os salários em seus sites; apenas um fornece arquivos em formato de planilha para facilitar análise dos dados

O Superior Tribunal Militar (STM) foi o último dos tribunais superiores brasileiros a divulgar a remuneração dos seus servidores e magistrados na internet. Os salários se tornaram públicos nesta terça-feira (24), quatro dias depois do fim do prazo dado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Além disso, o formato escolhido para a publicação da vencimentos dos servidores impede uma análidse mais detalhada dos dados.
Com as quatro cortes - STM, TRT20, TRE-DF e TRE-SE -, já são 54 tribunais brasileiros que divulgaram os salários dos servidores, de um total de 91. Faltam ainda três dos cinco Tribunais Regionais Federais (TRFs), dez dos 27 Tribunais de Justiça (TJs), dois dos três Tribunais de Justiça Militar (TJMs) estaduais, 15 dos 27 TREs e sete dos 24 TRTs.
Destes, os TJs de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Piauí, além do TRE da Bahia, solicitaram um tempo extra ao CNJ, alegando dificuldades técnicas.
Agência Globo, via Gazeta do Povo/montedo.com
Nota do Editor:
Confira  neste link do STM.

Governo prevê reajuste 'mais amplo' para os militares

Servidores do Executivo terão reajuste salarial linear
Para os militares, o reajuste deve ser mais amplo, porque já há uma percepção no governo de que é a carreira mais defasada salarialmente.
Dilma teve reuniões com ministros que enfrentam greves de categorias especializadas

JÚNIA GAMA
ISABEL BRAGA

Servidores protestam em frente ao Palácio do Planalto enquanto presidente se preparava para ir a Londres
Foto: O Globo / André Coelho
Servidores protestam em frente ao Palácio do Planalto enquanto presidente se preparava para ir a Londres O Globo / André Coelho
BRASÍLIA - Nesta terça-feira, antes de embarcar para Londres, a presidente teve reuniões com ministros que enfrentam greves de categorias especializadas, como Anvisa, Receita Federal e Polícia Federal. O Planejamento avalia quanto cresceram os rendimentos de cada categoria desde 2003 para definir os índices de reajuste e focar a reposição nos servidores menos favorecidos no período.
Considerando que o aumento linear para as carreiras básicas do Executivo em 2013 seria a reposição da inflação de 2012, ou um pouco mais, esse impacto seria de R$ 7,5 bilhões a R$ 8 bilhões sobre a folha de pagamento do governo deste ano, que é R$ 152,5 bilhões. Isso sem contar os reajustes diferenciados. Muito distante, portanto, do impacto projetado pelo Planejamento caso o governo atendesse todas as reivindicações dos servidores em greve: R$ 92 bilhões.
Para os militares, o reajuste deve ser mais amplo, porque já há uma percepção no governo de que é a carreira mais defasada salarialmente. Dados do Ministério do Planejamento indicam que a despesa média da União com os militares da ativa aumentou bem menos do que com os civis ativos: cresceu 123% entre 2003 e 2012 para os civis e 78% para os militares, contra uma inflação de 52,7% no período.
Além disso, as tensões na caserna, que se acirraram com a criação da Comissão da Verdade, precipitaram a decisão do governo. Foi bem recebida pela presidente Dilma a atuação dos oficiais, que refrearam o movimento rebelde da reserva quando a comissão foi instalada. Nesta terça-feira, Dilma teve nova reunião com o ministro da Defesa, Celso Amorim, e com os chefes das Forças Armadas.
Para outras categorias, o Planalto insiste no conceito da meritocracia. Uma fonte do governo resume a determinação da presidente:
— Quem tem patente, título e “paper” vai ganhar mais. É uma questão de princípios.
O Globo/montedo.com

Viagem...

Pessoal, nesta quarta-feira estarei rumando para a fronteira gaúcha, por isso, as atualizações de comentários serão feitas (espero) apenas à noite, ok?
Até lá.

Pode isso, Presidente?

O texto, por razões óbvias, é anônimo o que não lhe tira a veracidade.

Presidente Dilma, veja meu contracheque de Capitão do Exército Brasileiro, em anexo.
MEU SALÁRIO LÍQUIDO: 5.299,00.
- Comando 48 homens (imagine o salário deles... bem menor que o meu).
- Trabalho cerca de 50 horas por semana, mas estou há 15 anos de prontidão, pronto para ser acionado (em caso de garantia da lei e da ordem, ou outro motivo julgado necessário por meu comando).
- Por lei, não posso fazer greve. Mas faço operações de fronteira com colegas da Polícia Federal que ganham 3 vezes mais que eu. Eles podem fazer greve.
- Vários Natais, Carnavais e aniversários de minha filhinha, hoje com 6 aninhos, e do meu guri, com 8, passei na selva, em treinamento.
- O armamento que uso, Presidente, é ultrapassado.
- Minha esposa até tinha conseguido um trabalho com artesanato, que dava um ganho de uns 200,00 a cada mês e meio, + ou -. Mas desde nossa última transferência, ela está meio deprimida, e não consegue ajudar aqui no sustento da casa.
- Jurei que não colocarei meus filhos em escola pública. Só consigo mantê-los atualmente na escola particular graças à ajuda do diretor do colégio (fez um "pacote" mensal para mim, pra 2012, de R$ 1.620,00).
- Tento economizar em outras coisas... O carro, por exemplo, é o mesmo há 6 anos. E já me dá um trabalhão de oficina.
- As crianças e minha esposa usam as mesmas roupas do ano passado. Sim. Estamos em julho; e a última roupa comprada para os três foi no Natal.
A próxima roupa? Se Deus quiser, no Natal.
- Mês passado, tomei uma decisão (pena que minhas crianças é quem mais vão sofrer): cortei a TV por assinatura (eu tinha um pacote básico).
- Agora nosso tormento vai ser tirá-los da TV aberta. Leitura? É o que eu e minha esposa gostaríamos de incentivar neles. Mas... Presidente... Como livro é caro, viu!
- Moro na Vila Militar. Não consigo sequer planejar a compra de um imovelzinho... um apartamento pequeno, para que quando a reserva chegar, não pegue de surpresa um "Coronel desavisado" (como já vi acontecer com dois conhecidos).
- Bem, Presidente:
Como não posso economizar na Amoxilina e outras medicações, que de vez em quando meus filhos tomam;
Como não posso economizar no composto feito em farmácia de manipulação, que a endócrino prescreveu para minha esposa (ainda bem que a minha saúde ainda é muito boa);
Como não posso economizar com a gasolina, nem com limpeza (a quantidade de sabão em pó, detergente, etc, é fixa);
Como a conta de luz e telefone já chegou a um mínimo, de onde não dá mais para economizar; e
Como o meu filho sabe que não posso pagar a ele os passeios (meio caros) que a escola propõe para a turma...
Para fugir dos empréstimos, passei a economizar comprando menos comida.
Isso, Presidente.
Jurei não recorrer mais às financeiras... a muito custo estou abolindo cartão de crédito. Mas para isso digo que estou cada vez comprando menos comida.
Há quatro anos me "sobra", para o supermercado e a feira do mês, de 1200 a 1300 reais.
Só que as coisas sobem. A inflação está baixa... mas as coisas sobem.
Pode parecer ridículo, mas passei a comer menos vegetais... até mesmo menos arroz e feijão.
Pelo menos tenho o café da manhã e o almoço no quartel, onde posso até repetir o prato, de vez em quando, quando a comida tá boa...
A sra viu quanto está o preço da couve? do brócolis? Eu queria ter esses vegetais todos os dias na mesa de casa... mas atualmente, só dá 1 vez na semana.
E o que dizer do leite? E do acém? E o preço do quilo do peixe?
Há dois anos, comíamos peixe a cada duas semanas, pelo menos.
Hoje não dá.
Em casa, hoje em dia, substitui-se legumes por pão, em algumas ocasiões.
É menos saudável, eu sei.
Mas enche mais a barriga. É barato.
Já faz um tempão que não usamos azeite de oliva. Puxa, presidente, como o azeite é saboroso! Lembra minha infância.
Hoje, consigo comprá-lo muito raramente. Muito caro, Presidente!
Eu não tomo mais iogurte em casa, nem minha esposa. O litro que consigo comprar, semana sim, semana não, fica para as crianças.
Minha esposa adorava um chocolate. Não come mais.
E os guris ficam com o que consigo comprar. Adianto, Presidente, que faz três anos que o chocolate não é mais Nestlé, Garoto ou Lacta.
Compro uma barra, semana sim, semana não, da marca mais barata.
Comer fora? Consigo levar minha família ao McDonald's a cada seis meses. A cada dois meses, um Habib's. Duas esfihas p/ cada.
Sim! Precisamos economizar.
Ainda por cima, já faz quase cinco anos que mando 150,00 por mês para meus sogros.
Eles bem que precisariam de mais, mas não consigo aumentar essa quantia...
Tenho uma esposa que, graças a Deus, me compreende.
O chato, Presidente, é que tem coisas que não dá para fugir. Por exemplo: eu tenho que economizar para dar a minha filha, no Natal, a boneca que não pude dar em seu aniversário.
Aniversário que, diga-se de passagem, foi na lanchonete, com mais duas amiguinhas... e não numa casinha de festa, como ela queria, com todas as amiguinhas da sala...
O chato, Presidente, é que AMO meu Brasil e meu Exército...
Agora pergunto a V.EXA: é justo isso, Presidente?...
Por que outras carreiras do Executivo são tão bem pagas??...

Ataques ao Exército no Alemão eram frequentes, mas reativos e não planejados

Hostilidade dos moradores aos militares era maior no Complexo da Penha, não na área do atentado que matou PM, Nova Brasília. 
Força de Pacificação foi alvejada por ao menos 22 tiros de fuzil e 114 de pistola ou revólver só neste ano

Raphael Gomide
Embora em menor intensidade, os ataques do tráfico às forças de pacificação, como o que matou a policial militar Fabiana Aparecida de Souza, não são novidade nos complexos do Alemão e da Penha. As tropas do Exército sofreram muitos atentados a tiros no período em que ficaram na região, entre dezembro de 2010 e o último dia 9.
Reprodução
Fabiana era policial havia um ano e trabalhava na UPP Nova Brasília
Há algumas diferenças táticas, porém, no atentado. Surpreendeu o fato de o ataque ter acontecido na favela Nova Brasília, no Complexo do Alemão, mais controlado e menos hostil que o vizinho, da Penha. Outro elemento novo foi o uso de muitos fuzis no atentado – um disque-denúncia recebido falou em 12 armas longas. Por último, o ataque deliberado e planejado, como o que matou a PM, era menos frequente que os tiros disparados por criminosos flagrados e em fuga.
A única ação planejada claramente identificado ocorreu no dia da visita do príncipe Harry ao local, quando foram alvejados por 40 disparos, simultaneamente, em dois lugares diferentes.

Início de 2012 concentrou maior número de disparos contra tropa
O começo deste ano foi o período em que os militares do Exército mais sofreram ataques. A área mais violenta era a Vila Cruzeiro. À época, o comandante da Força de Pacificação, general-de-brigada Tomás Miguel Miné Paiva, atribuiu o aumento da intensidade a uma reação à presença ostensiva em massa e ao sistema de patrulhamento ostensivo e em becos e vielas adotado.
Agência Estado
Policiais da UPP foram alvejados por traficantes na Nova Brasília
Apenas entre 26 de janeiro e 29 de março, os militares do Exército foram vítimas de ao menos 22 tiros de fuzil, 114 de pistola ou revólver, além de 37 rojões ou bombas e cerca de 70 pedras ou garrafadas. Houve ainda 42 “formações de turba” (protestos). Só em fevereiro, tinham sido 102 “ações hostis” – até então, o maior número havia sido registrado em fevereiro, 34, e a média mensal era de 15 casos.
Como resposta, o Exército disparou 42 tiros de advertências (para o alto) de fuzil, 16 de pistola e 400 de espingarda calibre 12 e 32 granadas de luz e som.
Segundo o general Tomás, ataques à tropa eram frequentes nos complexos da Penha e do Alemão
Marcelo Piu/ Agência O Globo
Segundo o general Tomás, ataques à tropa eram 
frequentes nos complexos da Penha e do Alemão
Para o general Tomás, definiu como de “grande hostilidade” a ação dos moradores dos complexos da Penha e do Alemão em relação à tropa. Subcomandante do Batalhão do Brasil no Haiti, em 2007, o oficial afirmou ao iG que o Alemão é muito “mais violento” e a missão é mais “complexa” que a do Haiti. O general-de-brigada Carlos Sarmento, que o sucedeu, porém, afirmou ao assumir que “o Alemão continua um paraíso”.
Durante os 20 meses de ocupação do Exército, foram apreendidos 12 fuzis (além de réplicas) do total de 38 armas obtidas, segundo balanço oficial da Força. Também foram arrecadados 2879 projéteis (sendo a metade, 1435, de fuzil), 76 quilos de cocaína e 60 quilos de maconha. Os militares prenderam 263 e detiveram 470.
Durante o primeiro momento de operação de tomada dos complexos, no fim de novembro e início de dezembro de 2010, as forças de segurança apreenderam 466 armas, sendo 140 fuzis.
Policiais e militares do Exército, porém, sempre admitiram que devia haver ainda grande quantidade de armas escondida ou que conseguira ter sido levada para fora das comunidades.
iG/montedo.com

Chico Paraíba

HISTÓRIAS DA FEB NA II GUERRA MUNDIAL: "CHICO PARAIBA" 

Irapuan Costa Junior*
-Tenente Ithamar! A Policia do Exército americana veio aqui e prendeu o Chico Paraiba. Dizem que vai ser julgado pela corte marcial. 
Quem falava era o sargento Arlindo, encarregado do alojamento de uma companhia do 11º Batalhão de Infantaria de Montanha [11º Regimento de Infantaria], da FEB-Força Expedicionária Brasileira. Estavam próximos à cordilheira dos Apeninos, e era o inverno italiano, no começo de 1945. O Tenente Ithamar, com seu grupo de reconhecimento, estava chegando de uma missão noturna junto às linhas alemãs. Não tinham havido baixas, felizmente. Mas nem por isso o humor do tenente era dos melhores. Para a perigosa missão, em terreno desconhecido, e à noite, só contava com um guia italiano, em quem, aliás, não confiara muito, desde o início. Soldados em combate desenvolvem um sexto sentido, e o seu não falhara. O italiano era um covarde, que os abandonara na escuridão de uma encosta, em meios a restos de neve, quando uma sentinela alemã, percebendo os ruídos do grupo, rolara uma granada morro abaixo. Que felizmente não explodira muito perto. Escafedera-se o carcamano, e os brasileiros não mais haveriam de ouvir falar nele. Também pudera... Se o encontrassem depois daquilo, iriam moê-lo de pancada, no mínimo. O tenente, quando pensava nele, praguejava entre dentes. Sem orientação, tivera que arriscar uma retirada que só era segura morro abaixo. No sopé, sem direção, poderia cair numa trincheira inimiga e seria um desastre. O jeito fora esperar o inicio da manhã e se guiar, mal e mal, pela bússola. Foi o que fez, e conseguiram retornar, embora os alemães, como todos os combatentes veteranos, tendo desenvolvido uma visão mais acurada, os tivessem percebido, e enviado algumas rajadas de metralhadora, quando se deslocavam. Mas nessa altura já estavam fora de alcance. 
Era, pois, um tenente Ithamar tenso, sujo, com frio, fome e cansaço quem recebia a má notícia. 
- O que o Chico fez para ser preso? 
- Disse que estava cansado dessa ração americana e queria fazer uma sopa. Deu um tiro de fuzil numa galinha e fez a sopa. O italiano dono da galinha foi no quartel dos americanos e deu queixa. Eles vieram aqui e levaram o Chico. Tentei discutir com eles, mas não adiantou. Disseram que é crime e está previsto nos regulamentos. 
- Mas também está nos regulamentos que quem julga nossos soldados somos nós mesmos. Você não disse isso a eles? 
-Sim, disse, mas não quiseram ouvir. Eu não sabia o que fazer, eram muitos. Achei melhor esperar o Sr. chegar. 
-Você, Arlindo, que fala inglês, venha comigo. Chame o Gaúcho, e pegue o jipe. 
-Vamos só nós?
-Não é preciso mais ninguém. 
- Vamos desarmados? 
-Não, armamento completo. 
No trajeto, Ithamar, também paraibano, ia pensando no seu subordinado e conterrâneo. Chico era um cidadão muito popular na tropa. Sem muita instrução, era, contudo um ás na musica nordestina, cantor, tocador de sanfona, dançarino, contador de causos e piadas. Seu sotaque carregado ajudava. Desinibido e folgazão. Sei que conhecem o tipo. Faz sucesso também em política. Chico era, além disso, bom soldado. Fazia-se respeitar no momento do combate. 
-Arlindo, por que você não impediu o Chico de fazer essa besteira? Perguntou Ithamar. 
-Quando vi, já tinha feito. Disse a ele que ia ter problema, mas ele disse que estávamos numa guerra de matar homens, e que problema ia ter matar uma galinha? 
-Bem próprio da simplicidade do Chico, pensou Ithamar, quando já estavam chegando no quartel americano. 
- Arlindo, quero que você traduza exatamente o que eu disser, seja lá o que for. Entendido? 
- Entendido, meu tenente. 
O sentinela americano relutou em levar até o oficial de dia aquele tenente com o fardamento sujo e seus dois acompanhantes, mas não podia fazer diferente. Foram recebidos por um capitão americano com quase dois metros de altura, bem fardado, saudável, acompanhado de quatro outros yanques, que os olhou com certo enfado. 
- Diga a ele que lamento aqui comparecer sem estar devidamente fardado, mas que acabo de chegar de missão recebida do comando conjunto e não tive tempo de me trocar. 
Arlindo traduziu, e o capitão mudou um pouco sua postura, ao notar o olhar cansado do tenente. 
- Ele pergunta em que pode ajudar, meu tenente. 
- Venho buscar um soldado meu comandado, indevidamente preso pela Policia do Exercito americana, que segundo ela, cometeu transcrição disciplinar, e a parte correspondente, para que possamos julgá-lo e puni-lo, se for o caso, em corte brasileira, como manda o regulamento. ]
- Ele diz que o soldado preso já tem processo em andamento, e pode ser julgado pelos americanos, pois o chefe do comando conjunto é americano. Assim, não pode entregá-lo. -traduziu Arlindo a resposta. 
- Diga a ele que não sairemos daqui sem meu soldado, pois não aceito a interpretação dele e sou inteiramente responsável por cada um dos meus. 
O americano ouviu, esboçou um sorriso, olhou para os outros americanos e perguntou, logo traduzido por Arlindo: 
- Só vocês três? E como vocês pensam em levá-lo? 
- Arlindo, traduza exatamente, repetiu Ithamar: Eu não disse que iremos levá-lo. Disse que não sairemos daqui sem ele. Isso significa que, se preciso for, combateremos para levá-lo, embora sejamos minoria e provavelmente morramos aqui. 
O americano ouvia com espanto crescente a tradução. Já se preparava para o pior, quando olhou bem no fundo dos olhos do atarracado tenente brasileiro. O que viu lá não foi do seu agrado. Também não foi o que não viu. Não viu medo. Não viu raiva nem hesitação. Viu uma calma determinação que não deixava margem a dúvidas. Viu que a afirmação que ouvira com espanto era a pura expressão da verdade. Prova é que o tenente estava aferrado à sua Thompson, e por certo faria um estrago antes de morrer, se um tiroteio começasse ali. E ele estava diretamente na frente, enquadrado na linha de tiro. Ou então – quem sabe? – sentiu admiração por aquele tenente exausto, que como ele, lutava longe de casa pela liberdade, e não abandonava um dos seus nas mãos de estrangeiros, ainda que aliados. O silencio era gritante. Dizia muitas coisas. Mas não durou muito, embora parecesse não acabar mais. Um minuto? Menos. O americano virou-se para um subordinado: 
- Busque aquele caipira e entregue a eles! 
Ninguém falou mais nada. Nem quando Chico Ceará, risonho, sem saber da tragédia que quase tinha provocado, entrou na sala. Ithamar fez a continência de praxe, voltou-se e saiu, com seus soldados e um Chico já tagarelando de alegria. Ouviu o americano falar algo para seus companheiros. Mas nem perguntou a Arlindo o que era. Já não interessava mais. Se tivesse pedido a tradução, seria: 
"Esses brasileiros são loucos. Morreram às dúzias para tomar o Monte Castelo. Verdadeiros suicidas." 

Publicada no Informativo da SIP/6 de julho/2012, essa crônica é uma homenagem ao Tenente Ithamar Viana da Silva, que recebeu várias condecorações por bravura na Itália. Na volta da guerra, fez o curso de engenharia no IME- Instituto Militar de Engenharia. Reformou-se como coronel, casou-se com uma goiana e aqui constituiu família. Foi professor universitário em Brasília e ocupou , com dedicação e honestidade exemplares, vários cargos públicos em Goiás. Faleceu em 1999.*
ex-Governador de Goiás e Senador

MPM denuncia um tenente e dois sargentos do Exército por desvio de viaturas militares para ferros-velhos no RJ

PJM Rio denuncia três militares e um civil por desvio de carros do Exército

A Procuradoria de Justiça Militar no Rio de Janeiro denunciou três militares e um civil envolvidos em um esquema de desvio de automóveis sucateados das Forças Armadas. Os militares (2 sargentos e 1 tenente) facilitavam a saída dos veículos do Parque Regional de Manutenção da 1ª Região Militar, na capital fluminense. O destino dos carros era o pátio de um ferro-velho, pertencente ao denunciado civil, que vendia as peças e viaturas do Exército. Pela facilitação, os militares recebiam do civil quantias em dinheiro. O caso passou a ser investigado após uma denúncia do jornal “O Dia”, veiculada em março de 2010. Agora os responsáveis podem responder pelos crimes de peculato e receptação, previstos nos artigos 303 (§ 2º) e 254 do Código Penal Militar. As penas máximas previstas pelos delitos são de 15 e cinco anos de reclusão, respectivamente.
Após a veiculação da matéria no jornal, o denunciado civil devolveu seis viaturas modelo VTNE 2 ½ ton. à administração militar, alegando que as mesmas tinham sido deixadas em sua oficina para que fosse feito orçamento para um suposto conserto. Perícias que compõem o processo de investigação atestaram, entretanto, que as peças dos veículos sucateados não eram passíveis de conserto, o que, em tese, derrubou o argumento do acusado. A matéria de jornal afirmava que os carros eram vendidos a colecionadores por cerca de R$30 mil cada. Ao se realizar busca e apreensão no ferro-velho, foram encontradas outras peças e automóveis militares.
Leia também:
OFICIAIS SUPERIORES DO EXÉRCITO SÃO SUSPEITOS DE VENDEREM VIATURAS MILITARES PARA FERROS-VELHOS
Quando inquirido, o proprietário do ferro-velho afirmou não conhecer os militares envolvidos na denúncia. Ao contrário disto, Relatório de Informação produzido pelo Centro de Apoio à Investigação (Cpadsi) do Ministério Público Militar registra diversas ligações telefônicas entre eles. Informações sobre os militares também constavam na agenda do civil e averiguou-se ainda um depósito bancário feito pelo dono do ferro-velho na conta de um dos sargentos.
O laudo pericial concluiu que “todos os denunciados entraram em contato entre si, a fim de traçar a estratégia de retirada das sucatas do Parque para posterior venda ao denunciado civil, sendo que [...] não foram encontrados quaisquer documentos autorizando a saída das viaturas/sucatas”.
MPM/montedo.com

24 de julho de 2012

Rio: caminhão do Exército tomba na Avenida Brasil

Caminhão do Exército tomba na Avenida Brasil

Um caminhão do Exército tombou na Avenida Brasil, pista sentido Centro, na altura da Penha, na Zona Norte do Rio, na manhã desta terça-feira. Por causa do acidente, o trânsito ficou completamente parado na via.
Bombeiros e técnicos da CET-Rio estiveram no local. Não há informações sobre vítimas.
Jornal do Brasil/montedo.com

Reajuste dos militares: intenção do governo de dar aumento apenas para as graduações mais baixas desagrada aos altos coturnos

Segundo o blog Força Militar, do jornal O Dia, a decisão sobre o reajuste dos militares está travada pela disposição do governo de aumentar apenas os soldos das graduações mais baixas, o que contraria os altos coturnos, que só aceitam um aumento linear.
Confira:

Governo analisa reajuste não linear para os militares em 2013

PEC garante aos militares o direito à associação sindical e à greve

Projeto garante ao militar o direito à associação sindical e à greve

Deputado Pastor Eurico
A Câmara analisa a Proposta de Emenda à Constituição 186/12, do deputado Pastor Eurico (PSB-PE), que garante ao militar o direito de greve, de livre associação sindical e a outras formas de manifestação coletiva. Esses direitos serão definidos e limitados em lei específica.
Atualmente, a Constituição impede que o militar participe de qualquer movimento de sindicalização e greve. Por isso, é comum ver a associação das mulheres dos militares em busca dos direitos dos maridos.
O deputado argumenta que, ao negar o direito de greve e sindicalização, a Constituição nega aos militares a condição plena de cidadania. Ele explica ainda que o Brasil já ratificou convenções internacionais sobre direitos de organização e negociação coletiva com direitos aplicáveis às polícias e às Forças Armadas.
“A partir da ratificação dessas convenções, elas passaram a alcançar necessariamente, as Forças Armadas e as forças auxiliares do País, restando ao legislador apenas a alternativa de definir as normas que serão aplicadas de forma restritiva, mas nunca proibitiva”, justifica.

Tramitação
A admissibilidade da PEC será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Se aprovada, será constituída uma comissão especial para analisar o mérito da proposta, que depois seguirá para o Plenário, onde será votada em dois turnos.
Agência Câmara, via O Girassol/montedo.com

Após marcha virtual dos militares, senado muda regras de participação no portal e-Cidadania

Senado muda sistema de contagem de votos após participação maciça de militares no Portal E-Cidadania
Após o movimento denominado de Marcha Virtual, onde os militares federais acumularam mais de 350.000 votos em proposta para debate sobre reajuste para as Forças Armadas o senado instituiu no seu portal novo sistema de confirmação de votos. Para participar dos pleitos agora o cidadão deve preencher um formulário com seu nome e e-mail, o voto somente será contabilizado após ser confirmado por meio de um e-mail enviado para sua caixa de e-mails.
No portal e-cidadania está ainda algumas propostas importantes, como a discussão sobre o cancelamento do estatuto do desarmamento e o fim do voto obrigatório.
Os militares das Forças armadas, pelo menos nessa forma de participação política, são os campeões de cidadania. Além da proposta com mais de 350 mil apoios, estão mais duas com mais de 10 mil signatários. Cabe agora ao Senado dar o devido encaminhamento aos pleitos, caso isso não seja feito a ferramenta e-representação poderá se tornar conhecida como mais uma propaganda enganosa.
Sociedade Militar/montedo.com

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