27 de maio de 2017

Acha que já não pensei nisso???


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Anônimo disse...
Caro Montedo: não haveria possibilidade de alterar o nome da área de comentários para "Muro das Lamentações", um local democrático e aberto, onde todos possam deixar sua pequena dose diária de acidez e amargura com relação aos problemas dos quais todos os demais são responsáveis, menos o comentarista, que é apenas vítima do sistema?

Mico: Exército mandou recrutas para a rua em Brasília com fuzis sem carregadores

A manchete aí em cima é do Blog. E acrescento: fiasco maior, só se usassem reforçador para tiro de festim. Se o soldado não está pronto, não pode ir para a rua. O episódio foi do mais puro amadorismo.
Parte dos soldados convocados por Temer patrulharam Brasília com fuzis sem carregadores
RIO — Parte dos 1.300 homens do Exército que fizeram o patrulhamento na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, nesta quarta e quinta-feira, empunhavam fuzis sem carregadores, como é possível constatar em fotografias. Enquanto um grupo estava com armas municiada, outros levavam o carregador em bolsas presas à cintura, segundo o Exército. Sem o carregador acoplado aos fuzis não é possível efetuar disparos.
A falta de carregadores disponíveis para a tropa foi descartada pelo Exército. No entanto, não é possível afirmar se o patrulhamento com os fuzis sem os carregadores veio de uma orientação do Comando Militar do Planalto, de onde os homens foram recrutados, ou se faz parte das regras de engajamento — normas de quando deve ser empregada a força — das Forças Armadas.
A Diretriz Estratégica de Garantia da Lei e da Ordem, do ministério da Defesa, diz que em situações como a da manifestação, em Brasília, armamentos não letais devem ser priorizados, no entanto, não existe uma regra para o tipo e como o armamento será utilizado.
"Considerar que as organizações militares (OM) de Polícia do Exército (PE) são as tropas mais capacitadas à execução de ações operativas, empregando equipamento apropriado, não letal, permanecendo o armamento letal para o emprego em situações de risco para a tropa, conforme as regras de engajamento", informa um dos trechos.
De acordo com o especialista em armas Vinicius Cavalcante, após analisar as imagens enviadas pelo "Extra", o fato de alguns estarem com fuzis com carregadores e outros não pode ser uma questão de segurança tomada pelo comando.
— Você vê que os oficiais e sargentos estão com as suas armas com carregadores. Os praças e soldados estão sem os carregadores para evitar a possibilidade de um disparo acidental que pode vitimar alguém em uma situação que pode ser contornada. Então, só tem a arma em condição de efetuar disparo aquele que tem melhor treinamento, mais discernimento, e que sabe efetivamente quando vai ser necessário efetuar o disparo com uma munição que é muito poderosa. Isso não é uma coisa da alçada de um garoto de 18, 19 anos que está servindo pela primeira vez e que vai passar pouco tempo nas Forças Armadas. Eles deixaram isso para os profissionais que são militares de carreira, que tem a possibilidade de efetuar um disparo com precisão e dentro daquilo que se imaginam que sejam as regras de engajamento — conclui.

AUTORIZAÇÃO PARA O USO DAS FORÇAS ARMADAS
Após um grupo de manifestantes quebrarem vidros e até incendiarem parte de um dos prédios da Esplanada, o presidente Michel Temer acionou nesta quarta a Garantia da Lei e da Ordem (GLO) para que as Forças Armadas fizessem a segurança do local.
O decreto foi publicado em edição extra do Diário Oficial da União e estabelecia que as tropas atuariam na capital por uma semana, até o dia 31. O decreto, no entanto, foi revogado pelo presidente no dia seguinte, na quinta-feira. A área específica de atuação, no Distrito Federal, foi delimitada pelo ministério da Defesa.
A GLO é invocada, segundo a Defesa, quando há "esgotamento das forças tradicionais de segurança pública, em graves situações de perturbação da ordem". O dispositivo constitucional, que é de atribuição exclusiva do presidente da República, prevê que os militares podem, provisoriamente, atuar com poder de polícia.
EXTRA/montedo.com

Bomba brasileira levava a mensagem “A cobra está fumando”: 7 curiosidades sobre a Segunda Guerra

Rodrigo Casarin*
Em meio à guerra, um militar da Força Expedicionária Brasileira aparece sorridente na foto, alimentando uma arma com um cartucho de bomba. Na peça, uma inscrição improvável, uma breve mensagem aos inimigos que receberiam o ataque: “A cobra está fumando”. A imagem mostra que os pracinhas que ajudaram a combater o fascismo e o nazismo não deixaram a malemolência e o
bom humor para trás quando partiram do Brasil – o único país da América do Sul a enviar tropas para a Europa – rumo à Itália para lutar na Segunda Guerra Mundial.
A icônica foto está presente no livro “Histórias Não (ou Mal) Contadas”, do historiador Rodrigo Trespach, recém-lançado pela Harper Collins. Na obra o autor volta seu olhar aos pormenores do conflito, buscando por passagens e personagens muitas vezes ignoradas ou propositalmente esquecidas pela narrativa “oficial” da guerra.
“A ideia é sempre trazer algo de novo para o leitor. A maioria dos livros sobre a Segunda Guerra se atém às questões políticas e militares; só recentemente a historiografia se permitiu falar sobre outro lado do conflito. Assim, o livro reuniu e deu ênfase a uma série de histórias humanas, sem  estereótipos, histórias que muitos esqueceram ou não quiseram contar”, diz o autor em entrevista ao blog.
São histórias como a das mulheres que batalharam no exército soviético – chamadas de “soldados de saias”-, o pânico que o Brasil viveu nos primeiros anos do conflito, quando alemães e italianos foram perseguidos por aqui, e a do britânico Alan Turing, que, apesar de ter exercido um papel decisivo a favor dos Aliados decifrando mensagens codificadas alemãs, teve seu nome deixado de
fora da galeria de heróis por ser homossexual.
“A Segunda Guerra é algo tão complexo e grande que vai muito além do holocausto judeu e de Hitler. Embora seja importante sempre lembrar do genocídio dos judeus, as pessoas desconhecem mas deveriam saber e lembrar que o regime de Hitler perseguiu e assassinou religiosos, homossexuais, ciganos, esterilizou negros e deficientes mentais. E boa parte disso, orquestrado por pessoas
com formação e ensino superior. E pior, não era algo incomum, norte-americanos também tinham ideias eugênicas, preconceituosas e racistas. Churchill, o primeiro-ministro britânico, achava que os hindus eram um ‘povo bestial’”, comenta o autor.

Mais curiosidades
Além da relacionada à foto que abre esta matéria, veja outras curiosidades presentes em “Histórias Não (ou Mal) Contadas”:

Hitler tinha problemas de flatulência
Para que conseguisse dormir, Hitler tomava potentes doses de sedativos hipnóticos e bromo.
Em algumas situações, o coquetel pré-sono se mostrava tão forte que o líder nazista tinha dificuldades para acordar. Além da insônia, o homem do bigodinho também sofria de dor de cabeça crônica, dor de estômago e problemas no intestino. Historiadores apontam que ele tinha “exaustão intestinal” e “espasmos intestinais”. Ou seja, devia ser algo deveras desagradável dividir um
ambiente com o flatulento líder nazista.

Prostitutas em Paris
Depois de ocupar Paris, os nazistas requisitaram quarenta bordéis para uso de suas tropas. Quase três mil profissionais do sexo tinham carteiras de inspeção exigidas pelos alemães e estima-se que cerca de cem mil francesas se tornaram prostitutas ocasionais para saciar a luxúria dos invasores. A elite do sexo profissional, claro, era responsável por atender o alto escalão do exército alemão.

Ratos pestilentos
Depois de invadir o nordeste da China, o exército japonês instalou por ali um campo de concentração. Iguais aos alemães, cientistas nipônicos utilizavam seres humanos como cobaias para experiências diversas, com a óbvia diferença de que as vítimas eram chinesas. Ali que os japoneses desenvolveram uma de suas armas mais cruéis: milhões de ratos infestados de pulgas com peste bubônica que seriam lançados de paraquedas em cidades para aniquilar a população. O campo acabou desativado
antes dos militares colocarem a ideia em prática, mas, ainda assim, os ratos se espalharam pela região e provocaram a morte de mais de vinte mil pessoas.

Os outros três tópicos desta lista foram comentados por Trespach na entrevista:

As drogas na guerra
“Hitler era hipocondríaco e a ‘Blitzkrieg’ [tática usada na guerra] alemã era alimentada por anfetaminas. Os nazistas criaram uma indústria para isso. Mas os alemães não foram os únicos, os Aliados também usavam drogas sintéticas e o cigarro, que era distribuído para as tropas em grandes quantidades. Serviam para estimular ou acabar com a ansiedade. Os próprios líderes políticos Aliados não eram exemplo de boa conduta. Churchill era um beberrão e Roosevelt precisava de drogas
para manter-se vivo e aparentar boa saúde. O uso desenfreado do álcool, que também era distribuído nas rações para os soldados da União Soviética, explica, em parte, os milhares de estupros coletivos praticados pelos soviéticos em Berlim”.

Aliança do Brasil com a Alemanha
“Nos anos imediatamente anteriores à guerra, a Alemanha era o maior parceiro comercial do
Brasil. O país exportava mais para a Alemanha do que para os Estados Unidos, havia intercâmbio entre os militares e até admiração por parte dos oficiais brasileiros em relação aos alemães. A Alemanha também via o Brasil, principalmente o sul que havia recebido um grande número de imigrantes alemães, como olhar interesseiro. E até 1942, quando tudo ainda estava indefinido, havia uma preocupação Aliada muito forte quanto o posicionamento do Brasil. Mas Osvaldo Aranha, o ministro do Exterior de Vargas, conseguiu reverter essa questão e aproximar o Brasil dos Estados Unidos, que acabou construindo até uma base militar no nordeste em troca do financiamento de alguns projetos nacionais. O posicionamento brasileiro pró-Aliados rendeu ao país milhões de dólares
em investimentos na indústria e em diversos setores”.

Hitler x Stalin
“Roosevelt sabia disso na época da guerra, que o regime de Stalin era igual ou pior que o de Hitler. Mas Stalin venceu a guerra, essa é a única diferença entre eles. Mesmo antes de a Alemanha invadir a União Soviética, em 1941, ele já tinha assassinado cerca de 8 milhões de pessoas, por questões raciais, políticas e militares. Quando a guerra acabou ele mantinha mais de 20 milhões de escravos em campos de concentração. A propaganda, a ideologização, a perseguição a minorias, o
unipartidarismo, a falta de liberdade e de expressão e a polícia política secreta stalinista seguiam os mesmos moldes nazistas. Foram sistemas muito semelhantes. Agora, é importante dizer que o regime de Stalin é uma coisa e a Revolução Russa é outra. A revolução e a tentativa de implantar o socialismo/comunismo na Rússia acabou quando Stalin chegou ao poder. Stalin era um ditador e, depois que ele morreu, os próprios líderes soviéticos condenaram o regime, embora tenham mantido algumas práticas pouco democráticas e sociais”.
*Jornalista pós-graduado em Jornalismo Literário. Vive em São Paulo.
Blog Página Cinco/montedo.com

"Uso de arma de fogo pela polícia é deplorável", diz general sobre atuação da PM nas manifestações em Brasília

Após os protestos
Em entrevista à Rádio Gaúcha na manhã desta sexta-feira, o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência, general Sérgio Etchegoyen, avaliou as medidas adotadas pelo governo.
O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência, general Sérgio Etchegoyen, classificou como "deplorável" a atuação de alguns policiais que, durante as manifestações da última quarta-feira em Brasília, dispararam tiros com armas de fogo contra os manifestantes.
Em entrevista ao programa Gaúcha Atualidade, da Rádio Gaúcha, o general avaliou a atuação e as decisões do governo durante os protestos, e defendeu como necessária a convocação das Forças Armadas. Confira os principais trechos da entrevista:
Passadas quase 48 horas do episódio, o governo agora afasta qualquer possibilidade de recorrer mais uma vez a esse advento (uso das Forças Armadas) para garantir a lei e a ordem em Brasília?
Neste momento, Brasília está tranquila, nós imaginamos que as coisas vão continuar tranquilas. Eu acho que a sociedade ficou assustada, impressionada, impactada demais com tudo que aconteceu e esperamos que isso sirva como uma sinalização da sociedade para quem acha que é democrático, legítimo esse tipo de coisa em uma manifestação que vinha pacífica, vinha bem. Acho que não, mas não tenho dúvida que em uma situação extrema, o presidente exerceria sua autoridade.

Não há, na avaliação do Governo, qualquer dúvida de que a decisão foi acertada?
A extensão dos danos, as imagens, são justificativas fortíssimas para a decisão que foi tomada. E não é só isso, a razão, o gatilho que disparou a decisão foi o momento em que atearam fogo ao Ministério da Agricultura, porque haviam pessoas lá dentro. O que eu queria aproveitar para dizer é que, às 14h30min daquele dia, nós disparamos uma mensagem para todos os Ministérios sugerindo que liberassem seus servidores porque ainda havia tempo e ainda havia condições nas vias laterais para que as pessoas pudessem deixar a Esplanada dos Ministérios. Pelas 15h e pouco isso tinha deteriorado tremendamente. A situação já não permitia e daí tocaram fogo no Ministério. Então, as opções eram simples: ou dormir pensando em eventuais perdas políticas por uma decisão dramática como essa ou dormir eventualmente contando os cadáveres que estavam dentro do Ministério.

Houve falha da Inteligência em não ter identificado antes esse risco, ou da Polícia Militar de Brasília, que deixou chegar a esse ponto?
Da Inteligência não houve, porque previu a participação dessas pessoas, acompanhou-as, e elas, em determinado momento, investiram contra um dispositivo da Polícia Militar que não conseguiu contê-las. Agora, que eles viriam nós sabíamos e estávamos acompanhando.

Sabiam que viriam pessoas com esse grau de violência?
Sim, tínhamos indicações do que os black blocks tentariam fazer.

O governo foi muito criticado por ter tomado essa decisão, por mais que o senhor justifique, em razão de ter lançado mão das Forças Armadas naquele momento. Há previsão de outros protestos. A ideia de usar desse mesmo mecanismo continua dentro do Palácio do Planalto?
A ideia que prevalece, neste momento, é de reforçar a Força Nacional de Segurança Pública. Essa é a ideia, mas ela também tem limites. O que contamos é que as pessoas entendam que o governo não vê, e nenhum de nós vê, como ilegítimas as manifestações. Muito pelo contrário. Reuniram-se em Brasília 950 ônibus vindos de todo o Brasil. Não foram impedidos de se concentrar, de passar a noite, de marchar sobre a Esplanada. Não houve nenhuma repressão. Houve um bloqueio da Polícia Militar para revistar as pessoas e recolher eventuais armas ou objetos que pudessem servir como armas e descambar para a violência, por razões óbvias. A ilegitimidade começou quando grupos violentos atacaram e passaram a fazer o que nós vimos.

Houve também uma reação desproporcional e meio destemperada de alguns policias militares do Distrito Federal com armas em punho atirando contra os vândalos. Como vocês avaliam essa atuação?
A Utilização de armas de fogo pela polícia é uma coisa deplorável e fora de qualquer protocolo de controle de manifestação, distúrbios e coisas dessa natureza. Isso não faz sentido, tanto que os policiais foram afastados, a polícia abriu inquérito. Agora é o procedimento policial judiciário. Nunca tinha acontecido nas manifestações em Brasília uma coisa dessa natureza. Aconteceu desta vez, lamentavelmente, mas não está nas opções nem no rol das ações a serem realizadas em eventos dessa natureza.
Zero Hora/montedo.com

26 de maio de 2017

Joia da coroa...

O último Ministro do Exército e ex-comandante da Força Terrestre, General Gleuber Vieira, hoje na reserva, me disse o outro dia que o Ensino é a jóia da coroa do Exército. Deduzo que graças a esse ensino que dá conhecimento e formação, a Instituição não se afeta pelas turbulências políticas e sociais do país e muito menos pela decadência moral que nos destrói. Um ensino sempre atualizado, moderno e firme, com princípios e disciplina – que, aliás, é condição para êxito em qualquer atividade humana.
Esse espírito está presente, entre outros e além dos quartéis, nos colégios militares, na preparatória de Campinas, na Academia Militar das Agulhas Negras, nos institutos como o Militar de Engenharia, o CEP(Centro de Estudos de Pessoal), as escolas de sargentos, a de Saúde, a de Administração, a de Aperfeiçoamento de Oficiais, a de Comando e Estado-maior, a Escola Superior de Guerra. Outro dia visitei a AMAN e fiquei encantado. Escolas de ponta e de excelência na formação. Basta ver os resultados das avaliações em escolas públicas; os jovens dos colégios militares estão sempre à frente. O mérito está presente sempre. Quem chega ao topo da carreira é porque é muito bom.
Isso se passa no mesmo Brasil que tem escolas públicas quase abandonadas, desde a municipal do ensino básico até a universidade federal – e a droga presente em todo currículo, tão atuante quanto a militância política-partidária docente. Os resultados, em geral, são sofríveis e medíocres. Pesquisa recente do Movimento Todos pela Educação, entre o ensino médio, com jovens de 15 a 19 anos, mostrou que a maior preocupação dos alunos não é estudar, como se espera, mas com segurança: 85,2% dos entrevistados responderam que a aspiração deles na escola é ter segurança. Com 81,3% das respostas, outro atributo relevante na escola é ter professores sempre presentes.
Segurança e professor presente é algo óbvio e uma necessidade inexistente no ensino militar brasileiro. Ou na escola pública do Uruguai, do Chile, de Portugal, só para citar alguns próximos na geografia e na cultura. A diferença acontece no mesmo país, com o mesmo povo brasileiro. Por que não é possível que o ensino público civil tenha as mesmas características do ensino público militar? Falta de vontade? Falta de percepção, preguiça, ou intuito deliberado de não combater a ignorância para convencer mais facilmente o eleitor? Se o ensino fosse a jóia da coroa do Brasil, seríamos um país com o mesmo cerne da instituição militar, a mesma força moral. O índice de confiança da Fundação Getúlio Vargas aponta as Forças Armadas em primeiro lugar. Será por quê? A resposta é: o Ensino que as forma.
PÁGINABRAZIL/montedo.com

Exército ainda mantém honrarias a mensaleiros

Depois da cassação pelo Ministério da Defesa das Medalhas da Vitória dos mensaleiros condenados José Genoino e Valdemar da Costa Neto, apenas o Exército mantém as honrarias concedidas. Apesar de condenados, José Dirceu e Roberto Jefferson ainda ostentam a Ordem do Mérito Militar recebida durante os governos Lula, e em grau superior ao que foi concedido por exemplo, em abril, ao juiz federal Sérgio Moro.

AOS AMIGOS TUDO
Do Exército, Jefferson recebeu o grau de Comendador, e Dirceu, condenado na Lava Jato, é Grande Oficial. Moro, apenas Oficial.

FALTA O EXÉRCITO
Aeronáutica e Marinha cassaram as honrarias concedidas a mensaleiros condenados, após esta coluna revelar o assunto.

CASSAÇÃO AUTOMÁTICA
As honrarias reconhecem os serviços às Forças Armadas, e preveem cassação de condenado por crime contra a administração pública.
DIÁRIO do PODER/montedo.com

Múltipla escolha...

O que aconteceu com o militar?
(   ) Destacou-se na instrução de tiro
(   ) Fez um trabalho escolar sobre o seu serviço
(   ) Vai caçar elefantes
(   ) Perdeu o fuzil


25 de maio de 2017

Defesa retira de Genoino e Costa Neto condecoração com Medalha da Vitória

José Genoino (PT) recebeu a medalha em 2011, e Valdemar Costa Neto (PR), em 2005; ambos foram condenados no processo do mensalão.

Resultado de imagem para genoino e costa netoPor G1, Brasília
O ministro da defesa, Raul Jungmann, excluiu do quadro de condecorados com a Medalha da Vitória os ex-deputados José Genoino (PT-SP) e Valdemar da Costa Neto (PR-SP). Ambos foram condenados no processo do mensalão.
Valdemar ainda é alvo de um dos inquéritos abertos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) na operação Lava Jato que apura crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro numa suspeita de propina para garantir à Odebrecht em uma obra na Ferrovia Norte-Sul.
A exclusão da comenda foi publicada da edição desta quinta-feira (25) do "Diário Oficial da União". Os dois políticos foram condecorados em governos do PT: Genoino em 2011, e Costa Neto, em 2005.
A Medalha da Vitória é uma condecoração concedida pelo Ministério da Defesa a militares das Forças Armadas, civis brasileiros e estrangeiros, militares estrangeiros, policiais, bombeiros e organizações militares que “tenham contribuído para a difusão dos feitos da Força Expedicionária Brasileira e dos demais combatentes brasileiros durante a 2ª Guerra Mundial”.
Atualmente, há 9.557 pessoas físicas e 124 instituições no quadro de agraciados com a Medalha da Vitória – criada em 2004 por meio de um decreto presidencial.

Perdão da pena
José Genoino foi condenado a 4 anos e 8 meses de prisão no mensalão e preso em novembro de 2013, quando passou a cumprir pena no regime fechado. Com problemas cardíacos, o petista chegou a obter autorização para se tratar em casa em prisão domiciliar no início de 2014, mas, em maio, teve de voltar à prisão. Em agosto, progrediu para o regime aberto, para ficar preso em casa.
Em março de 2015, o STF decidiu extinguir a pena de Genoino com base no decreto de indulto de Natal editado pela presidente Dilma Rousseff no final de 2014. O mesmo ocorreu com Valdemar Costa Neto em 2016, quando o ministro Luís Roberto Barroso concedeu perdão da pena e determinou a expedição de alvará de soltura.
Valdemar havia sido preso em dezembro de 2013, após condenação de sete anos e dez meses de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Em novembro de 2014, passou a cumprir prisão domiciliar até que recebeu o perdão da pena.
G1/montedo.com
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Temer revoga decreto que autorizou uso das Forças Armadas em Brasília

Presidente havia autorizado militares na tarde de quarta-feira, após manifestação contra o governo terminar em depredações
Menos de 20 horas depois de autorizar atuação das Forças Armadas para garantir a segurança e proteger prédios públicos em Brasília, Michel Temer recuou. Na manhã desta quinta-feira (25), o presidente revogou o decreto por meio de uma edição extraordinária do Diário Oficial da União. As informações são de Zero Hora.
Nesta manhã, Temer reuniu-se com ministros para avaliar uma possível anulação da medida, que visava garantir a ordem na Esplanada dos Ministérios depois que manifestação contra o governo e as reformas trabalhista e da Previdência teve cenas de violência, quebradeira e enfrentamento entre baderneiros e policiais.
O polêmico decreto, que previa o emprego das Forças Armadas no Distrito Federal até o dia 31 de maio, provocou reações imediatas no Congresso Nacional. O Palácio do Planalto pediu que os ministérios compilassem e reunissem imagens das câmeras de segurança mostrando os estragos para ajudar a defender a decisão de invocação das tropas militares. Essas imagens podem servir também para identificar e enquadrar criminalmente as pessoas responsáveis pela depredação.
O Planalto alegou que recorreu ao Exército e à Marinha porque a Polícia Militar do Distrito Federal não conseguiu controlar os manifestantes e conter o que considerou uma "barbárie". Na Câmara, o anúncio de que as Forças Armadas tinham sido chamadas provocou bate-boca entre deputados. A sessão foi suspensa por 30 minutos. Opositores classificaram a medida como uma espécie de formalização do "estado de exceção".
Depois da reunião com ministros, Temer recebe um grupo de empresários da construção civil, incluindo o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), José Carlos Rodrigues Martins. Depois, ainda pela manhã, o presidente tem reunião com o presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Paulo Rabello.
ZERO HORA/montedo.com

" Nossa democracia não corre risco", diz Comandante do Exército

'Clima no Exército é de consternação, choque e preocupação', diz Villas Bôas
Comandante afirma que Força fica na 'expectativa caso algo fuja do controle'
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Daniel Weterman, O Estado de S.Paulo
O comandante do Exército, general Eduardo da Costa Villas Bôas, afirmou nesta quarta-feira, 24, que o clima no comando da instituição e no Palácio do Planalto é de "choque" e "muita insegurança". As declarações do militar foram dadas a jornalistas em referência à crise no governo motivada pelas denúncias contra o presidente Michel Temer feitas com base nas delações dos empresários da JBS.
"Clima de consternação, de choque e de preocupação. Muita incerteza e muita insegurança até que as coisas se definam", disse o general, que deu uma palestra sobre defesa nacional na Fundação Fernando Henrique Cardoso (PSDB), na capital paulista, ao lado do ex-presidente da República.
O comandante comentou ainda o decreto do presidente Michel Temer nesta quarta-feira autorizando o uso das Forças Armadas na capital federal até o dia 31 de maio, após manifestações causarem confrontos em Brasília e provocarem depredação e incêndio em alguns ministérios. O militar garantiu que as Forças Armadas iriam agir respeitando a Constituição e garantindo a democracia.
"Acredito que a polícia deva ter ainda a capacidade de preservar a ordem. Ficamos em uma situação de expectativa caso algo fuja ao controle", disse Villas Bôas.
Ele negou que haja um risco para o direito às manifestações durante as ações. "Tanto as forças de segurança pública quanto as Forças Armadas estão empenhadas na preservação da democracia, na observância da Constituição e no perfeito funcionamento das instituições nacionais, a quem cabe encontrar o caminho para a solução dessa crise. Mas a nossa democracia não corre risco."

'Ameaça'
Depois de falar que a corrupção ameaçava o futuro do País, Villas Bôas afirmou que os recentes acontecimentos envolvendo o presidente Temer complicam a situação ainda mais. "É um processo que estamos vivendo que vem de longo tempo. Realmente ameaçam o futuro. Mas tenho plena certeza, convicção, de que o País, a nação e as instituições vão ter capacidade de encontrar os caminhos, de buscar essa regeneração necessária e a gente retomar o caminho de crescimento e de evolução", disse.
Ele afirmou que, no caso da saída do presidente Michel Temer do cargo, as Forças Armadas terão um papel de garantir o cumprimento da Constituição e afastou qualquer possibilidade de intervenção e ocupação do poder por parte dos militares.

O que significa a convocação das Forças Armadas em Brasília - e por que isso é polêmico


Mariana Schreiber - @marischreiber
Da BBC Brasil em Brasília
A decisão do presidente Michel Temer de convocar as Forças Armadas para garantir a "lei e a ordem" em Brasília após manifestantes colocarem fogo em prédios de ministérios dividiu juristas ouvidos pela BBC Brasil.
Para Michael Mohallem, professor da FGV especialista em direito público e direitos humanos, a medida é exagerada e parece ter tido como finalidade servir como demonstração de "liderança" do presidente, atualmente enfraquecido politicamente por uma investigação de corrupção.
Já o jurista Ives Gandra elogiou o uso do Exército e classificou os manifestantes como "destruidores da pátria" que precisavam ser contidos. Segundo ele, a Constituição Federal permite convocação das Forças Armadas para garantir os "poderes constitucionais", o que, no caso, seria o funcionamento do Poder Executivo.
Ambos lembraram, contudo, que a medida não instaura estado de sítio ou de emergência, situações em que há suspensão de direitos.
Manifestantes põem fogo em ministérios durante protesto; governo convoca Forças Armadas
No caso de uma "operação de garantia da lei e da ordem", as Forças Armadas ficam autorizadas a agir como polícia, numa determinada região específica, seguindo as leis do país.
"Para fazer um paralelo, na França, quando houve os atentados terroristas, ainda na gestão de François Hollande, houve decretação de estado de emergência, com restrição de direitos. Geralmente as Constituições permitem isso para situações de emergência. Não é o caso (hoje em Brasília). Esse decreto apenas autoriza o uso das Forças Armadas para uma situação de garantia dos poderes constitucionais", afirma Mohallem.
Uma questão que causa controvérsia, porém, é que as Forças Armadas só podem ser convocadas para "garantir lei e ordem" quando "esgotados os instrumentos destinados à preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio", segundo a lei complementar 97/99.
O governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, no entanto, negou que isso tivesse ocorrido. Ela disse por meio de nota que a decisão de Temer foi "uma medida extrema" que o pegou de "supresa".
"Para surpresa do Governo de Brasília, a Presidência da República decidiu na tarde de hoje recorrer ao uso das Forças Armadas, medida extrema adotada sem conhecimento prévio e nem anuência do Governo de Brasília e sem respeitar os requisitos da Lei Complementar nº 97/99", diz a nota.
A ONG de direitos humanos Conectas, por sua vez, disse que "o uso das Forças Armadas para a garantia da 'lei e da ordem' remonta a tempos sombrios da história brasileira", em referência ao regime militar (1964-1985).
'Contexto'
O decreto do presidente estabelece o uso do Exército em Brasília até 31 de maio. Ao tomar conhecimento da decisão de Temer durante sessão do Supremo Tribunal Federal, o ministro Marco Aurélio Mello disse ter ficado "um pouco preocupado com o contexto".
"Espero que a notícia não seja verdadeira. O chefe do Poder Executivo teria editado um decreto autorizando o uso das Forças Armadas do DF no período de 24 a 31 de maio", afirmou Mello.
Temer disse que tomou a decisão atendendo solicitação do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para manter a segurança na capital federal. No entanto, Maia depois disse que houve um engano, pois ele teria pedido uso da Força Nacional de Segurança, não do Exército.
"Pedi apoio das Forças Nacionais, sim. O instrumento que ele usou é uma decisão do governo. De fato, o ambiente na Esplanada era grave e para garantir a segurança tanto dos manifestantes como para os que trabalham nos ministérios e no Congresso. Fui ao presidente porque achava que era importante que a Força Nacional pudesse colaborar junto com a Polícia Militar do Distrito Federal", disse Maia.
Em nota, a Presidência da República justificou a decisão.
"As manifestações ocorridas em Brasília (...) produziram atos de violência e vandalismo que, lamentavelmente, colocaram em risco a vida e a incolumidade de servidores que trabalham na Esplanada dos Ministérios", diz o texto.
"Diante de tais circunstâncias, o presidente da República, após confirmada a insuficiência dos meios policiais solicitados pelo presidente da Câmara dos Deputados, decidiu empregar, com base no artigo 142 da Constituição Federal, efetivos das Forças Armadas com o objetivo de garantir a integridade física das pessoas, proporcionar evacuação segura dos prédios da esplanada e proteger o patrimônio público, tal como foi feito anteriormente em vários Estados brasileiros."
E finaliza: "O presidente da República ressalta que não hesitará em exercer a autoridade que o cargo lhe confere sempre que for necessário".

'Exército não é treinado para conter protestos'
A Força Nacional, embora esteja sob comando do governo federal, é formada por policiais militares de todas as Unidades da Federação do país.
O uso do Exército como força de segurança é polêmico, segundo Mohallem, porque as Forças Armadas não têm treinamento para atuar com função de polícia, contendo, por exemplo, protestos políticos.
O professor da FGV diz não se lembrar de outra ocasião em que as Forças Armadas tenham sido convocadas para garantir "lei e ordem" com finalidade de conter protestos.
Essa medida já foi usada recentemente em outras situações, aponta Mohallem, como no patrulhamento de áreas urbanas na Copa do Mundo e na Olimpíada e na ocupação de favelas no Rio de Janeiro em ações de combate ao tráfico de drogas.
"O uso normal, ordinário, do Exército é para patrulhar as fronteiras, é para enfrentar eventualmente um ataque inimigo, é para fazer ações estratégicas, treinamento, enfim, a defesa da nação. Todos esses usos que seriam para policiamento ou controle da ordem pública são excepcionais, embora haja previsão legal para isso", explica.
"Agora, se é controverso usar as Forças Armadas para conter crime organizado e o tráfico nas favelas, ou seja, pessoas armadas, como se fez na suposta pacificação do Rio de Janeiro, quanto mais para conter manifestantes, que por mais que sejam violentos, não estão armados", criticou.
Para Mohallem, no momento em que o ministro da Defesa, Raul Jungmann, anunciou a convocação do Exército, os protestos já estavam sob controle e os manifestantes, se dispersando.
"Me parece que bastaria um contingente de polícia mais forte e preparado para agir nessa situação. Não havia sinal de perda de controle, era uma manifestação política, com graus de radicalidade. Acho que a situação foi desproporcional, embora a medida também não seja uma medida radical do próprio presidente", ponderou o professor.
Para ele, o decreto visou mostrar à população que o presidente não vai "tolerar protestos violentos", que em geral são mal vistos "pelo eleitorado médio".
"Assinar um decreto como comandante em chefe das Forças Armadas geralmente mostra liderança, e eu imagino que o cálculo político por trás disso seja de aproveitar oportunidade de mostrar liderança, controle do país", acrescentou.
Ives Gandra, por sua vez, diz que a convocação das Forças Armadas para garantir o funcionamento do Poder Executivo segue o artigo 142 da Constituição Federal.
"Por exemplo, o que está acontecendo em Brasília: estão pondo fogo nos ministérios, e a Polícia Militar está sendo incapaz de segurar. Sempre que as polícias militares não conseguirem, cabe às Forças Armadas manterem os poderes", afirma.
"Como não foi decretado nem estado de sítio nem estado de defesa, o que acontece é que eles estão atuando especificamente nessa situação para parar essa agressão violenta aos prédios públicos", acrescenta.
A ONG Conectas destacou em sua nota que "essas tropas são treinadas e idealizadas para tratarem o cidadão como 'inimigo'" e "possuem código de disciplina especial, respondem à lei penal especial (Código Penal Militar) e são julgadas por Justiças especiais (Militar), todos elementos baseados na lógica de guerra".
"Repudiamos a tentativa do governo federal em enxergar cidadãos brasileiros como ameaça que justificaria intervenções militares desta natureza", critica a ONG.
BBC Brasil/montedo.com

Ai Pim frito! (Despacito)

24 de maio de 2017

O exército de baderneiros bateu em retirada

O remédio para a insolência das tropas liberticidas formadas por arruaceiros profissionais é a aparição de tropas militares
Augusto Nunes
O que houve nesta quarta-feira em Brasília nada tem a ver com manifestação política, coisa rotineira em países democráticos. Foi uma explosão de violência concebida para transformar a capital numa versão brasileira da Caracas embrutecida e desfigurada por Hugo Chávez e seus filhotes liberticidas. Foi uma celebração da insolência arquitetada pelo ajuntamento de bolivarianos que se expressam em português de cortiço.
No Congresso e na Esplanada dos Ministérios, viu-se em ação pelegos apavorados com o fim da vida mansa garantida involuntariamente por trabalhadores sindicalizados, parlamentares corruptos em pânico com a Lava Jato, vândalos sem cérebro movidos a mortadela e tubaína, vadios profissionais atraídos pelos pixulecos oferecidos a incendiários amadores e outras abjeções a serviço da seita que quase destruiu o país.
As afrontas ao Estado de Direito alcançaram dimensões tão desafiadoras que, tratada inicialmente como caso de polícia, a ofensiva selvagem virou um caso para as Forças Armadas, cujas funções constitucionais incluem a garantia da ordem pública. Tropas formadas por baderneiros aparentemente incuráveis têm cura: os ataques criminosos são interrompidos pela aparição de tropas militares.
Neste 24 de maio, o remédio produziu efeitos imediatos. Previsivelmente, os vigaristas disfarçados de guerreiros do povo brasileiro bateram em retirada, ou saíram em desabalada carreira, tão logo toparam com soldados de verdade. Países civilizados confiam às Forças Armadas a preservação da normalidade democrática. Assim deve ser num Brasil resolvido a enterrar a era da canalhice.
Veja/montedo.com

Exército coloca 1.300 soldados na Esplanada dos Ministérios

Serão deslocados 1.300 homens do Exército e 200 fuzileiros navais para proteger prédios públicos; manifestação teve ministérios queimados e depredados
Robson Bonin
Para cumprir o decreto assinado pelo presidente Michel Temer (PMDB), as Forças Armadas irão mobilizar 1.300 soldados do Exército e 200 fuzileiros navais para garantir a segurança dos prédios da Esplanada dos Ministérios. Segundo o Ministério da Defesa, em um primeiro momento, as tropas passaram a ocupar o Palácio do Planalto, o Palácio do Itamaraty, o Ministério da Defesa e os Comandos da Marinha e da Aeronáutica.
Em meio aos protestos desta quarta-feira , que terminaram em confrontos entre policiais e manifestantes, 49 feridos, sete presos e prédios de ministérios incendiados e depredados, Temer determinou uma ação de Garantia da Lei e da Ordem, que permite a convocação de tropas do Exército e da Força Nacional para atuação na segurança pública. A manifestação pedia a saída do peemedebista do cargo diante das revelações das delações premiadas de executivos da JBS.
O decreto assinado por Temer, publicado em edição extra do Diário Oficial da União, autoriza o uso das Forças Armadas no Distrito Federal por uma semana, entre hoje e o dia 31 de maio. Os militares atuarão apenas nos prédios públicos.
“Uma manifestação que estava prevista como pacífica degringolou na violência, no vandalismo, na agressão ao patrimônio público e na ameaça às pessoas, muitas delas servidores que se encontram aterrorizados, dos quais garantimos a evacuação dos prédios. O senhor presidente da República solicitou, a pedido do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, uma ação de garantia da lei e da ordem. Nesse instante, tropas federais se encontram nesse Palácio, no Palácio do Itamaraty e logo mais estão chegando tropas para assegurar que os prédios dos ministérios sejam mantidos. O presidente faz questão de ressaltar que é inaceitável a baderna e o descontrole e que ele não permitirá que atos como esse venham a turbar os processos que se desenvolvem de forma democrática e com respeito às instituições”, declarou o ministro da Defesa, Raul Jungmann, no Palácio do Planalto.
Após o pronunciamento de Jungmann sobre a iniciativa de Rodrigo Maia, houve empurra-empurra generalizado no plenário da Câmara entre parlamentares governistas e da oposição, iniciado pelos deputados Glauber Braga (PSOL-RJ) e Darcísio Perondi (DEM-RS). Segundo Maia, que, diante da confusão, suspendeu a sessão por trinta minutos, ele pediu ao Planalto a convocação da Força Nacional, mas o “entendimento” do governo Temer foi de convocar também tropas do Exército.
Veja/montedo.com

Forças Armadas contra baderna em Brasília: general da ativa critica indignação seletiva dos 'inimigos do Estado no Congresso Nacional'

São Paulo (SP) - O general de divisão Eduardo Diniz, comandante da 2ª Divisão de Exército, criticou hoje os  "inimigos do Estado infiltrados no Congresso Nacional" em sua página pessoal do Facebook. Numa alusão aos parlamentares  que condenaram o decreto do Presidente Michel Temer, o general afirmou que aqueles que "se indignam com o emprego das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem [...] nada dizem e nada fazem diante da ação terrorista do incêndio de pelo menos três ministérios capitaneada pelas forças para-militares da CUT".

Aviso aos navegantes...

Pessoal, se aprendi algo nestes nove anos do Montedo.com foi a detectar tentativas de manipulação por parte de 'colaboradores' em busca de autopromoção ou de 'comentaristas' que tentam pressionar para que eu adote suas posições. Claro que isso tem seu lado positivo, pois se o Blog não tivesse relevância, isso não ocorreria.

Aviso aos navegantes
Comigo, isso não funciona! O blog não se prestará a esse papel!
Se pretendem criar artificialmente uma mobilização, causa ou movimento, por favor, vão bater em alguma outra freguesia. Aqui, correm o risco de obter o efeito inverso.

Ditado popular
'Para bom entendedor, pingo é letra.' (obrigado aos leitores pela correção)

Temer decreta uso de militares para conter protesto em Brasília

Protestos que pedem a saída do presidente terminaram em confronto e vandalismo na Esplanada dos Ministérios
Fora Temer
Em meio aos protestos contra o presidente Michel Temer (PMDB) que terminaram em confronto entre manifestantes e policias militares em Brasília, o ministro da Defesa, Raul Jungmann (PPS) declarou que Temer determinou, a pedido do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), uma ação de Garantia da Lei e da Ordem, que permite a convocação de tropas do Exército e da Força Nacional para atuação na segurança pública. Os protestos, que pediam a saída de Temer do cargo diante das revelações das delações premiadas de executivos da JBS, tiveram vandalismo e depredação de prédios de ministérios.
“Uma manifestação que estava prevista como pacífica degringolou na violência, no vandalismo, na agressão ao patrimônio público e na ameaça às pessoas, muitas delas servidores que se encontram aterrorizados, dos quais garantimos a evacuação dos prédios. O senhor presidente da República solicitou, a pedido do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, uma ação de garantia da lei e da ordem. Nesse instante, tropas federais se encontram nesse Palácio, no Palácio do Itamaraty e logo mais estão chegando tropas para assegurar que os prédios dos ministérios sejam mantidos. O presidente faz questão de ressaltar é inaceitável a baderna e o descontrole e que ele não permitirá que atos como esse venham a turbar os processos que se desenvolvem de forma democrática e com respeito às instituições”, afirmou Jungmann.
Durante os confrontos entre militantes e policiais, os prédios do Ministério da Agricultura e do Ministério da Cultura tiveram focos de incêndio e manifestantes também tentaram invadir o Ministério da Ciência e Tecnologia. Outros ministérios foram alvos de depredação. Todos os prédios da Esplanada dos Ministérios estão sendo evacuados por questão de segurança. O Gabinete de Segurança Institucional (GSI) deu início a um protocolo que prevê a liberação dos servidores.
A Polícia Militar usou bombas de efeito moral contra os manifestantes que atiram e colocam fogo em objetos. Um grupo de pessoas com rostos cobertos provocaram os policiais, jogando garrafas de água e pedaços de madeira contra os agentes e tentam furar a barreira colocada na Avenida das Bandeiras, em frente ao Congresso Nacional, que impede o acesso à Praça dos Três Poderes. Parlamentares da oposição criticaram a atuação da polícia.
Veja/montedo.com

Um general brasileiro em Nova Iorque

Depoimento do General de Divisão Ajax Porto Pinheiro, Force Commander da Minustah

Villas Bôas x Villas Boas

Gás lacrimogênio usado por batalhão do Exército em treinamento provoca suspensão das aulas em escola próxima em MG

ifet-viviaJuiz de Fora (MG) - As dependências do Instituto Federal do Sudeste de Minas Gerais (IF Sudeste), campus Juiz de Fora, no Bairro Fábrica, foram evacuadas na tarde desta terça­feira (23) devido ao forte cheiro de gás lacrimogêneo que invadiu as instalações, obrigando a direção a liberar os estudantes. A substância escapou acidentalmente durante treinamento de rotina no 10º Batalhão de Infantaria Leve, unidade do Exército que tem sede próxima à instituição de ensino.
De acordo com a assessoria de comunicação do IF Sudeste, os estudantes sentiram um cheiro de queimado, e foi solicitado que deixassem as salas de aulas, por volta das 16h. Uma aluna, do curso de eventos, com problemas de bronquite, precisou ser medicada. Uma ambulância foi acionada e encaminhou a estudante para o hospital. Conforme a assessoria, ela passava bem e estava acompanhada dos pais.
As aulas no instituto foram dispensadas no período da tarde, mas voltaram ao normal no período noturno, ainda na terça­feira. A assessoria também enfatizou que não houve casos de desmaios e de outras pessoas que tivessem passado mal em razão do gás. Segundo o comandante do 10º Batalhão de Infantaria Leve, tenente-­coronel José Nelson Apolinário da Costa, no momento do transtorno, o Exército fazia um treinamento de rotina para atividades de instrução. “Estávamos dentro do nosso estande, que fica cerca de 700 metros de distância da comunidade. Antes de iniciar o uso do gás, adotamos todos os procedimentos do plano de segurança, como avaliar a direção do vento. No entanto, esta direção foi alterada no meio do treinamento, causando este desconforto.”
Ainda conforme o oficial, foram utilizados de dez a 13 granadas de gás durante a atividade, e nenhum militar foi atingido. “Fomos informados que o gás alcançou as dependências do IF Sudeste e, imediatamente, enviamos nossos médicos para avaliar a situação”, informou, acrescentando que as acrescentando que as medidas de segurança sempre são adotadas neste tipo de treinamento para evitar transtornos à população do entorno.
Um servidor do IF Sudeste contou à Tribuna que sentiu um cheiro muito forte espalhado por todo o campus. “Quando bateu o cheiro, não sabíamos o que era, e todo mundo ficou assustado. Minha garganta arranhou um pouco e fiquei com o olho lacrimejando”, relatou. A estudante do curso de Licenciatura em Física, Larissa Ferreira Eleotério, 23, disse que os alunos começaram a sentir um cheiro forte e saíram das salas. Logo em seguida, foram avisados por professores que seriam liberados. A também estudante do mesmo curso, Jenniffer Maria da Silva, 24, ressaltou que militares estiveram no campus para explicar a situação, que foi resolvida rapidamente.
O gás lacrimogêneo tem ação limitada e não é letal. As Forças Armadas utilizam a substância em várias ações, como na dispersão de multidões em conflito.
TRIBUNA de MINAS/montedo.com

23 de maio de 2017

e-Farsa! Mulher do dono da JBS não é filha do Comandante do Exército

Esclarecimento para alguns comentaristas, que têm insistido nessa 'informação'.

Filha do General Villas Bôas casada com Joesley da JBS?
Corre pelas redes sociais a imagem da jornalista Ticiana Villas Boas, do SBT, como sendo filha do General Villas Bôas, Comandante do Exercito Brasileiro. O que não é verdade.
Assim como Villas Bôas, o Juiz Sérgio Moro e outros já sofreram esse tipo de associação na vã tentativa de difamar a imagem das pessoas que estão diretamente envolvidas com os apelos populares no que tange a salvação da política brasileira.
Ticiana é filha de uma família tradicional de Salvador, enquanto o General de Exercito Eduardo Dias da Costa Villas Bôas é natural da Cidade de Cruz Alta no Rio Grande do Sul.
Portanto, devemos deter o ímpeto de divulgar qualquer “noticia” sem antes confirmar a veracidade da informação, pois, lidamos com gente acostumada em ludibriar a opinião da sociedade. Não sejamos multiplicador das mentiras que a esquerda propaga, seremos as vitimas de nós mesmos.
Orlando Villas Bôas, sertanista famoso por seus contatos com indígenas, embora tenha o sobrenome do General, é natural de Santa Cruz do Rio Pardo, São Paulo e também não possui parentesco com o Comandante do exercito Brasileiro. Mas a relação falsa de parentesco com Ticiana foi feita, só pelo impacto negativo que poderia causar por ela ser esposa de um corruptor foragido do Brasil.
A única verdade que estas mentiras acrescentam é que estamos no caminho certo, e que as pessoas atacadas se manifestam neste sentido. Continuemos firmes e acreditando nas Instituições e não nas pessoas, pois certamente elas não perecerão.
rvchudo/montedo.com
SPONHOLZ

DIÁRIO do PODER/montedo.com

Venezuela possui 5 mil mísseis russos terra-ar, segundo documento

Soldado venezuelano pratica em um simulador de artilharia antiaérea como parte de um exercício de defesa militar em conjunto com o público em Caracas. REUTERS/Carlos Garcia Rawlins
Photo
Soldado venezuelano pratica em um simulador de artilharia antiaérea como parte de um exercício de defesa militar em conjunto com o público em Caracas.
REUTERS/Carlos Garcia Rawlins
Girish Gupta
CARACAS (Reuters) - A Venezuela possui 5 mil mísseis terra-ar do tipo Manpads fabricados na Rússia, de acordo com um documento militar analisado pela Reuters, o maior estoque conhecido na América Latina e uma fonte de preocupação para as autoridades dos Estados Unidos em um momento de tumulto crescente no país produtor de petróleo.
O governo socialista da Venezuela usa há tempos a ameaça de uma invasão "imperialista" dos Estados Unidos para justificar um reforço no armamento. Grande parte do arsenal foi obtido da Rússia pelo falecido presidente venezuelano Hugo Chávez, cujo período no poder durou de 1999 até sua morte em 2013.
Os mísseis que podem ser operados por uma única pessoa, já que são lançados apoiados no ombro, representam uma ameaça séria a aeronaves comerciais e militares.
Especialistas em armamento dizem que há tempos se teme que as armas possam ser roubadas, vendidas ou de alguma maneira direcionadas a mãos erradas, uma preocupação exacerbada pelos confrontos civis em curso na Venezuela e pela crise econômica que abala a nação produtora de petróleo.
De acordo com uma apresentação militar venezuelana testemunhada pela Reuters, o país sul-americano tem 5 mil mísseis SA-24 do tipo sistema de defesa aérea de uso portátil (Manpads, na sigla em inglês), também conhecidos como Igla-S.
O documento visto pela Reuters oferece o relato mais completo até o momento do arsenal de armas. Registros públicos de armas confirmam o grosso dos números vistos na apresentação militar.
O governo da Venezuela e autoridades militares não responderam a pedidos de comentário sobre a informação.
Reuters/montedo.com

Messias Dias e as promoções no Exército

22 de maio de 2017

Após 40 dias internado, morre cadete da Aman atropelado na via Dutra

João Victor Precioso Zini Ferreira, de 25 anos, estava em um hospital particular. Ele era do curso de Cavalaria e morador de Duque de Caxias.
Por G1 Sul do Rio e Costa Verde
Morreu na manhã desta segunda-feira (22), em Resende, o cadete João Victor Precioso Zini Ferreira, de 24 anos. Segundo a Academia Militar das Agulhas Negras (Aman), ele estava internado desde o dia 12 de abril em um hospital particular da cidade, após sofrer um atropelamento na Via Dutra, em Piraí, RJ.
Zini e outros quatro cadetes estavam em um carro que saiu da pista, após o motorista perder o controle da direção. Ele foi atropelado após deixar o veículo para sinalizar o acidente. Um helicóptero do Exército foi utilizado no resgate das vítimas e o trânsito na Dutra precisou ser fechado para que a aeronave pousasse.

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Dois cadetes da Aman ficam feridos em acidente na Via Dutra

João Victor Precioso Zini Ferreira cursava o 3º ano de Cavalaria e era morador de Duque de Caixas, na Baixada Fluminense. Até a publicação desta reportagem, não haviam sido divulgadas informações sobre o sepultamento.
Em nota divulgada ao G1, a AMAN informou que um processo administrativo foi aberto para apurar as causas do acidente e a previsão é que seja concluído nos próximos 30 dias.
G1/montedo.com

Sargento do Exército morre em assalto no Rio

Publicação original: 21/5 (23:09)
Sargento do Exército é morto a tiros em tentativa de assalto em Anchieta
Anderson de Freitas, de 29 anos, deixa mulher e um filho de 6 meses
DAYANA RESENDE
RIO — O sargento do Exército Anderson de Freitas Martins Alves, de 29 anos, foi morto a tiros numa tentativa de assalto, na noite deste domingo, em Anchieta, Zona Norte do Rio. De acordo com testemunhas, o militar estava chegando em casa quando foi abordado por bandidos armados em um carro. Anderson foi baleado por pelo menos cinco disparos. Ele chegou a ser levado por um amigo até a UPA de Ricardo de Albuquerque, mas já chegou sem vida à unidade.
O crime aconteceu por volta das 21h30m, na esquina das ruas Inácia Gertrudes com Sancho de Faro, próximo à Praça do Granito. A polícia ainda não sabe se ele reagiu à abordagem ou se os criminosos atiraram depois de perceberem que a vítima era um militar do Exército.
Os ladrões fugiram sem levar o veículo. A Delegacia de Homicídios (DH) da capital realizou perícia no local.
A rua onde Anderson foi morto fica a cerca de 1 km da 31ª DP (Ricardo de Albuquerque). Ele era 3º sargento do Exército e servia no Batalhão Villagran Cabrita (Escola de Engenharia), em Santa Cruz, Zona Oeste. O militar deixa mulher e um filho de 6 meses.
O Globo/montedo.com

França investiga propina para o governo Lula pela compra bilionária de submarinos

CONTRATO DE SUBMARINOS
FRANCESES INVESTIGAM COMPRA DE SUBMARINOS DE R$24,4 BILHÕES
A Justiça francesa investiga a denúncia de pagamento de suborno pelo bilionário contrato de venda de submarinos Scorpène para o Brasil, em 2008, no governo Lula. Neste domingo, toda a imprensa francesa dedicou espaço ao assunto. O acordo de 6,7 bilhões de euros (equivalentes a R$24,4 bilhões) inclui transferência de tecnologia para o Brasil.
A procuradora-geral da Procuradoria Nacional Financeira (PNF), Eliane Houlette, esteve há duas semanas no Brasil chefiando uma delegação, da qual também participou o chefe do Departamento Anticorrupção da Polícia (Oclciff, na sigla em francês), Thomas de Ricolfis.
Fontes oficiais confirmaram a investigação da PNF e da polícia francesa de “corrupção de funcionários públicos estrangeiros” no contrato de venda de quatro submarinos de ataque Scorpène, assinado em 23 de dezembro de 2008, no Brasil, pelos então presidentes da França, Nicolas Sarkozy, e do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva Lula.
O Scorpène é um submarino convencional, de última tecnologia, fabricado pelo estaleiro naval francês DCNS (Direction des Constructions Navales Services) em cooperação com o espanhol Navantia. Chile e Malásia têm dois desses submarinos. A Índia adquiriu seis, dos quais três já foram entregues.
Um porta-voz da DCNS disse à agência France Press que a companhia “não tem nada a ver com a Operação Lava Jato”, acrescentando que a empresa “respeita escrupulosamente, no mundo todo, as regras do Direito”.
No Brasil, a DCNS é parceira da BTP Odebrecht, que subcontratou por R$3 bilhões, segundo as suspeitas, por recomendação do ex-presidente Lula. Ambas as empresas estão no centro do megaescândalo de corrupção de agita o país. Em abril, o presidente da DCNS Brasil, Eric Berthelot, havia dito que essas investigações “atingiam apenas a própria Odebrecht”.
DIÁRIO do PODER/montedo.com

Coreia do Norte confirma disparo "com sucesso" de míssil balístico

A Casa Branca referiu estar ciente de que a Coreia do Norte lançou um míssil balístico de médio porte
A Coreia do Norte confirmou, este domingo, ter disparado "com sucesso" um míssil balístico, noticiou a agência estatal norte-coreana KCNA.
O líder norte-coreano, Kim Jong-un, assistiu ao lançamento do novo míssil balístico de "médio alcance" Pukguksong-2 (Estrela Polar-2, em português), adiantou a KCNA, sem avançar mais detalhes sobre quando se realizou o ensaio.
De acordo com a KCNA, Kim Jong-un aprovou o desenvolvimento do Pukguksong-2 "para ser utilizado" e qualificou-o como "uma arma estratégica bem-sucedida".
Este míssil, também conhecido como KN-15, é um projétil de médio alcance que foi lançado pela primeira vez pela Coreia do Norte em 12 de fevereiro.
O disparo tinha sido anunciado pelo Estado-Maior das Forças Armadas da Coreia do Sul. "A Coreia do Norte disparou esta tarde [domingo] um projétil não identificado em Pukchang na província de Pyongyang Sul", referia um comunicado daquela entidade.
Segundo o governo da Coreia do Sul, o exército norte-coreano disparou no domingo o míssil em direção a oriente desde um local perto de Pukchang, na província de Pyongan do Sul, às 16:59 locais (08:59 em Lisboa). O míssil alcançou "uma altitude máxima de 560 quilómetros e percorreu uma distância de 500 quilómetros".
Entretanto, a Casa Branca referiu estar ciente de que a Coreia do Norte lançou um míssil balístico de médio porte.
Funcionários da Casa Branca que acompanham o presidente norte-americano, Donald Trump, numa viagem à Arábia Saudita, indicaram que o sistema, que foi testado pela última vez em fevereiro, tem um alcance menor do que os mísseis lançados nos testes mais recentes da Coreia do Norte.
O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) marcou para terça-feira uma reunião de urgência sobre a Coreia do Norte.
O anúncio foi feito hoje pela missão do Uruguai, que preside ao Conselho de Segurança durante o mês de maio.
A reunião foi convocada a pedido dos Estados Unidos, do Japão e da Coreia do Sul, precisou a missão uruguaia.
Jornal de Notícias/montedo.com

21 de maio de 2017

Exército explode granada de 5 kg que era usada como tranca em portão de galinheiro no RS

Trabalhador rural usava granada de 5 kg para trancar portão de galinheiro
Alegrete (RS) - Uma situação inusitada por muito pouco poderia ter provocado uma tragédia para um trabalhador rural. O homem de 45 anos mora no Caverá, 20 Km de Alegrete e há cerca de quatro anos encontrou, no campo, um objeto. Sem saber do que se tratava e por achar “diferente” levou para casa.
Durante aproximadamente 40 dias o artefato ficou no interior do Fusca e, neste período, ele veio até a cidade muitas vezes.
Recentemente, o cunhado Amilton Vassalo foi fazer uma limpeza geral devido à uma festa que teria no local. Seria o aniversário de 15 anos da filha, denominado “quinzãorural”. Durante a faxina ele encontrou uma granada de 5kg, na porta do galinheiro. Quando necessário era usada para segurar o portão.
Imediatamente Amilton sabendo do que se tratava retirou a granada do local e deixou longe da casa. Cerca de 15 dias depois, num contato com a Unidade Militar do 10° Blog, eles decidiram explodir a granada.
O Major Fabrício Santos que, coordenou a ação, explicou que a granada era de uso de tanque de guerra e que ela teria capacidade de destruir um blindado . Portanto, foi muita sorte do agricultor ela estar com uma pequena avaria no sistema de detonação o que dificultou a explosão com o movimento do carro.
“Se detonasse no carro não sobraria um pedacinho sequer” – destaca.
A manobra para detonação foi preparada com muita cautela e cuidado. O processo incluiu desde fornilho de aproximadamente 2 metros de profundidade que foi feito para colocá-la, junto a mais um explosivo para facilitar a explosão, além dos sacos de areia que foram colocados para amortecer o impacto.
Mesmo assim, Amilton que assistiu de longe, mais de 1km, disse que sentiu o tremor da terra.
No final ficou apenas uma grande cratera com mais de dois metros de diâmetro. Major Fabrício salientou que se alguém encontrar algo semelhante ou alguma outra granada deve imediatamente comunicar às unidades militares. Não se deve colocar esses artefatos em veículos ou levar para casa, devido ao risco de explosão.
De acordo com o Major, a granada, pelo aspecto, deveria ter no mínimo 40 anos. Ele acredita que deve ter sido durante treinamento naquela região. Alguns moradores comentaram que há 50 anos aquela área era usada para treinamentos das Unidades Militares de Alegrete.

Acompanhe o vídeo do momento da explosão:


Alegrete Tudo/montedo.com

No Senado, Comandante da Aeronáutica reclama da falta de recursos para a Defesa

Os cortes de verbas e restrições orçamentárias que atingem o controle de tráfego aéreo nos últimos anos já afetam a confiabilidade do sistema no Brasil. O comandante da Aeronáutica, Brigadeiro Nivaldo Luiz Rossato, fez duras críticas à falta de recursos do governo para investir na infraestrutura aeroviária no Norte do Brasil e para o lançamento de satélites. A cobrança aconteceu nesta quinta-feira, na audiência pública na Comissão de Relações exteriores e Defesa Nacional do Senado.
“A Força Aérea se ressente dessa falta de recursos. É relativamente grave. O país parou de investir enquanto o custeio não para de aumentar. Isso acaba degradando em parte o sistema, a confiabilidade é prejudicada”, alertou. De acordo com o comandante, os recursos são contingenciados apesar de serem oriundos de tarifas com destinação específica para o setor, não provenientes do Tesouro Nacional.

AMAZÔNIA
O comandante também reclamou pelo fato de o Ministério dos Transportes não estar mais repassando à Força Aérea a parte equivalente à manutenção da Comissão de Aeroportos da Região Amazônica (Comara). “A Comara está há dois anos à míngua. Ou voltam esses repasses ou vamos fechar a Comara, porque essa estrutura deteriora rapidamente sem manutenção”, lamentou.
O comandante pede uma ação no âmbito do Legislativo ou através do próprio Ministério dos Transportes para que esses recursos, que chegaram a somar R$ 300 milhões por ano, sejam retomados. O setor, segundo o comandante, está consciente da atual conjuntura de restrições orçamentárias, mas acredita que a sociedade brasileira não pode abrir mão de investir pelo menos R$ 100 milhões por ano. “Talvez seja esse o interesse de grande parte do mundo, que deixemos a Amazônia para que seja transformada numa reserva internacional. Se queremos nossa presença lá, esta é uma responsabilidade da Força que tem que ser dividida com toda a sociedade brasileira”, afirmou.
O comandante também pediu atenção urgente para a necessidade de modernizar a frota de aviões-radares, que fazem a vigilância das fronteiras. A quantidade desses instrumentos também vem caindo devido à falta de investimentos, informou Rossato.

ARGENTINA
Outro setor negligenciado cronicamente pelo país, segundo o comandante da Aeronáutica, é o de pesquisas espaciais. O Brasil, informou Rossato, investe somente 0,06% do PIB nessa área, cerca de US$ 100 milhões. A Argentina, observou ele, tem investido cerca de US$ 1,2 bilhão por ano, 12 vezes mais que o Brasil. “A Argentina, à despeito de ter as mesmas dificuldades que nós, tem percebido melhor a potencialidade do espaço”, disse o militar, lembrando que outros países, como EUA, Rússia, China e Índia, investem ainda mais.
O lançamento do satélite geoestacionário no último dia 4 de maio foi um grande passo na avaliação do comandante. Para ele, a iniciativa deve melhorar muito a infraestrutura de comunicação militar e dos serviços de banda larga, inclusive para a Região Amazônica. Por isso, Rossato disse que a Força Aérea está trabalhando na efetivação de um segundo satélite dessa modalidade. “Investir em satélites, não só o geoestacionário, que ainda não temos, é fundamental para aumentar a produtividade na agricultura e no controle das fronteiras”, explicou.
A efetivação dos caças Gripen, uma parceria com a Suécia, e da parceria público-privada visando à gestão da rede de comunicações integradas da Aeronáutica foram outras notícias relacionadas à área destacadas por Rossato durante a audiência na CRE.
 Agência Senado/montedo.com

Recruta é recruta!


20 de maio de 2017

Como deve ser: após encontro com Temer, Forças Armadas garantem que cumprirão Constituição

Em notas, Forças Armadas garantem que cumprirão Constituição
Comandantes militares se reuniram nesta sexta-feira com o presidente Temer


CRISTIANE JUNGBLUT
BRASÍLIA — Os comandos das três Forças Militares (Marinha, Exército e Aeronáutica) fizeram questão de garantir, neste momento de crise políticam sua total subordinação aos preceitos constitucionais, em notas divulgadas neste sexta-feira. A manifestação ocorreu horas depois de um encontro com o presidente Michel Temer e num momento de instabilidade política.
Nos textos, os comandantes militares disseram que foram "convocados" para o encontro onde se discutiu a conjuntura atual. Os comandantes militares destacam que as Forças Armadas têm seu papel determinado pela Constituição. O cuidado foi para evitar interpretações de que o encontro com Temer poderia ser um apoio ao presidente neste momento.
Temer se reuniu com os três comandantes e ainda com o ministro da Defesa, Raul Jungmann, e com o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Sergio Etchegoyen. Em nota, o comandante do Exército, general Villas Bôas, "reafirma que a atuação da Força Terrestre tem por base os pilares da estabilidade, legalidade e legitimidade, e ressalta a coesão e unidade de pensamento entre as Forças Armadas".

O general ainda fez questão de deixar clara sua posição nas redes sociais. No Twitter, escreveu que esteve com Temer e que reafirmou o "compromisso perene com a Constituição e em prol da sociedade". Na mesma linha, a nota da Aeronáutica é assinada pelo chefe do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica, brigadeiro Antonio Ramirez Lorenzo. A nota diz que o encontro foi para "tratar da conjuntura política".
"Como de praxe em reuniões já realizadas entre esses atores, prevaleceram a unidade de pensamento e o estrito cumprimento das normas legais, características inerentes às Forças Armadas Brasileiras", diz a nota.
Com o mesmo tom, a Marinha divulgou nota sobre o encontro, destacando que fora "convocada" pelo ministro da Defesa. Segundo o texto, foi " discutida a conjuntura atual e destacada a total subordinação das Forças aos ditames constitucionais".
O Globo/montedo.com

19 de maio de 2017

A renúncia do presidente

Editorial: A renúncia do presidente
POR O GLOBO
Um presidente da República aceita receber a visita de um megaempresário alvo de cinco operações da Policia Federal que apuram o pagamento de milhões em propinas pagas a autoridades públicas, inclusive a aliados do próprio presidente. O encontro não é às claras, no Palácio do Planalto, com agenda pública. Ele se dá quase às onze horas da noite na residência do presidente, de forma clandestina. Ao sair, o empresário combina novos encontros do tipo, e se vangloria do esquema que deu certo: "Fui chegando, eles abriram. Nem perguntaram o meu nome". A simples decisão de recebê-lo já guardaria boa dose de escândalo. Mas houve mais, muito mais.
Em diálogo que revela intimidade entre os dois, o empresário quer saber como anda a relação do presidente com um ex-deputado, ex-aliado do presidente, preso há meses, acusado de se deixar corromper por milhões. Este ex-deputado, em outro inquérito, é acusado inclusive de receber propina do empresário para facilitar a vida de suas empresas no FI-FGTS da Caixa Econômica Federal. O presidente se mostra amuado, e lembra que o ex-deputado tentou fustigá-lo, ao torná-lo testemunha de defesa com perguntas que o próprio juiz vetou por acreditar que elas tinham por objetivo intimidá-lo.
Ao ouvir esse relato do presidente, o empresário procura tranquilizá-lo mostrando os préstimos que fez. Diz, abertamente, que "zerou" as "pendências" com o ex-deputado, que tinha ido "firme" contra ele na cobrança. E que ao zerar as pendências, tirou-o "da frente". Mais tarde um pouco, em outro trecho, diz que conseguiu "ficar de bem" com ele. Como o presidente reage? Com um incentivo: "Tem que manter isso, viu?"
Não é preciso grande esforço para entender o significado dessa sequencia de diálogos. Afinal, que pendências, senão o pagamento de propinas ainda não pagas, pode ter o empresário com um ex-deputado preso por corrupção? Que objetivo terá tido o empresário quando afirmou que, zerando as pendências, conseguiu ficar de bem com ele, senão tranquilizar o presidente quanto ao fato de que, com aquelas providências, conseguiu mantê-lo quieto? E, por fim, que significado pode ter o incentivo do presidente ("tem que manter isso, viu"), senão uma advertência para que o empresário continue com as pendências zeradas, tirando o ex-deputado da frente e se mantendo bem com ele?
Esses diálogos falam por si e bastariam para fazer ruir a imagem de integridade moral que o presidente tem orgulho de cultivar. Mas houve mais. O empresário relata as suas agruras com a Justiça, e, abertamente, narra ao presidente alguns êxitos que suas práticas de corrupção lhe permitiram ter. Conta que tem em mãos dois juízes, que lhe facilitam a vida, e um procurador, que lhe repassa informações. Um escândalo. O que faz o presidente? Expulsa o empresário de sua casa e o denuncia as autoridades? Não. Exclama, satisfeito: "Ótimo, ótimo".
Não é tudo, porém. Em menos de 40 minutos de conversa, o empresário ainda encontra tempo para se queixar de um ex-funcionário seu, atual ministro da Fazenda. Diz, com desfaçatez, que tem enfrentado resistência no ministro da Fazenda para conseguir a troca dos mais altos funcionários do governo na área econômica: o secretário da Receita Federal, a presidente do BNDES, o presidente do Cade e o presidente da CVM. Pede, então, que seja autorizado a usar o nome do presidente quando for novamente ao ministro da Fazenda com tais pleitos. O que faz o presidente? Manda-o embora, indignado? Não, de forma alguma. O presidente autoriza: "Pode fazer".
Esse jornal apoiou desde o primeiro instante o projeto reformista do presidente Michel Temer. Acreditou e acredita que, mais do que dele, o projeto é dos brasileiros, porque somente ele fará o Brasil encontrar o caminho do crescimento, fundamental para o bem estar de todos os brasileiros. As reformas são essenciais para conduzir o país para a estabilidade política, para a paz social e para o normal funcionamento de nossas instituições. Tal projeto fará o país chegar a 2018 maduro para fazer a escolha do futuro presidente do país num ambiente de normalidade política e econômica.
Mas a crença nesse projeto não pode levar ao auto-engano, à cegueira, a virar as costas para a verdade. Não pode levar ao desrespeito a princípios morais e éticos. Esses diálogos expõem, com clareza cristalina, o significado do encontro clandestino do presidente Michel Temer com o empresário Joesley Batista. Ao abrir as portas de sua casa ao empresário, o presidente abriu também as portas para a sua derrocada. E tornou verossímeis as delações da Odebrecht, divulgadas recentemente, e as de Joesley, que vieram agora a público.
Nenhum cidadão, cônscio das obrigações da cidadania, pode deixar de reconhecer que o presidente perdeu as condições morais, éticas, políticas e administrativas para continuar governando o Brasil. Há os que pensam que o fim desse governo provocará, mais uma vez, o atraso da tão esperada estabilidade, do tão almejado crescimento econômico, da tão sonhada paz social. Mas é justamente o contrário. A realidade não é aquilo que sonhamos, mas aquilo que vivemos. Fingir que o escândalo não passa de uma inocente conversa entre amigos, iludir-se achando que é melhor tapar o nariz e ver as reformas logo aprovadas, tomar o caminho hipócrita de que nada tão fora da rotina aconteceu não é uma opção. Fazer isso, além de contribuir para a perpetuação de práticas que têm sido a desgraça do nosso país, não apressará o projeto de reformas de que o Brasil necessita desesperadamente. Será, isso sim, a razão para que ele seja mais uma vez postergado. Só um governo com condições morais e éticas pode levá-lo adiante. Quanto mais rapidamente esse novo governo estiver instalado, de acordo com o que determina a Constituição, tanto melhor.
A renúncia é uma decisão unilateral do presidente. Se desejar, não o que é melhor para si, mas para o país, esta acabará sendo a decisão que Michel Temer tomará. É o que os cidadãos de bem esperam dele. Se não o fizer, arrastará o Brasil a uma crise política ainda mais profunda que, ninguém se engane, chegará, contudo, ao mesmo resultado, seja pelo impeachment, seja por denúncia acolhida pelo Supremo Tribunal Federal. O caminho pela frente não será fácil. Mas, se há um consolo, é que a Constituição cidadã de 1988 tem o roteiro para percorrê-lo. O Brasil deve se manter integralmente fiel a ela, sem inovações ou atalhos, e enfrentar a realidade sem ilusões vãs. E, passo a passo, chegar ao futuro de bem estar que toda a nação deseja.
O GLOBO/montedo.com

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