7 de abril de 2011

'CAVALOS DE FRISA' COLOCADOS NA RUA PELO EXÉRCITO CAUSAM POLÊMICA EM PORTO ALEGRE

Barreira colocada por Exército em vias de Porto Alegre (RS) causa polêmica entre motoristas
Barras de ferro em formato de tripé foram instalas em duas avenidas da cidade
Do Correio do Povo
Barreira de ferro usada pelo Exército em vias de Porto Alegre (CP)

A colocação de um tipo de barreira de ferro no entorno do quartel do Exército, na região central de Porto Alegre (RS), tem gerado reclamações de motoristas. Em formato de tripé, as barras de ferro, algumas feitas com trilhos da viação férrea, foram colocadas para demarcar uma das três faixas das ruas Sete de Setembro e Bento Martins. As informações são do site Correio do Povo.
Quem utiliza diariamente o local ressalta que existe perigo de uma batida, já que é preciso desviar das barras de ferro. Acompanhando a movimentação, é possível ver os carros passarem rentes aos bloqueios improvisados. Em alguns casos, quando o motorista faz uma manobra maior para entrar na avenida Bento Martins precisa desviar dos equipamentos de sinalização.
De acordo com a EPTC (empresa de trânsito de Porto Alegre), a área em que foram colocadas as barreiras de isolamento pertence ao Exército, que tem autorização para colocá-las na via.
Segundo o coronel do Comando Militar do Sul, José Cândido Vianna, a sinalização foi colocada para garantir a segurança e o isolamento do trecho que integra a área do Exército. Ele explicou ainda que não há relatos de acidentes envolvendo veículos no local. O coronel disse também que não se têm informações de reclamações de motoristas.
- Se houver algum tipo de problema, estamos à disposição para esclarecimentos.
R7

PEQUENOS FURTOS NO EXÉRCITO, MARINHA E AERONÁUTICA

FURTO 1
BOLSA NA AERONÁUTICA
A Força Aérea investiga furto ocorrido nas dependências do Hospital Central do Rio Comprido. Segundo registro na Polícia Civil, sumiram dinheiro e cartões da bolsa de uma mulher.

FURTO 2
EXÉRCITO E MARINHA
O furto na FAB não é exceção. Exército apura caso idêntico no alojamento do Morro da Providência. Já a Marinha tenta punição para furto de 76 caixas de papel A4 de unidade no Rio.
O DIA/FORÇA MILITAR

AMOR & REVOLUÇÃO: SBT USA GARÇONS FANTASIADOS DE MILITARES NO LANÇAMENTO DA NOVELA

O modelo Mika Siqueira, de 25 anos, estava de militar, mas disse que é de esquerda
Os convidados da festa de estreia da novela Amor e Revolução (SBT), que tem a ditadura militar como pano de fundo, viram uma situação impensável nos anos de chumbo ao entrar no Nacional Club, no Pacaembu, em São Paulo, na noite desta terça (5): todos eram servidos por “militares”, na verdade garçons e modelos caracterizados como os autores do golpe de 1964.
Entre eles estava o modelo Mika Siqueira, de 25 anos. Apesar da farda e da cara de mau, ele contou à reportagem do R7 que se define como uma pessoa de esquerda.
- Por influência dos meus pais, sempre tive um pensamento à esquerda. Realmente, houve muita crueldade nos tempos da ditadura militar. Que bom que tudo isso já passou.
O clima da década de 60 imperou por todos os lados. Havia o lado festivo, como a moda com os vestidos trapézio exibidos em bonecas, e o sombrio, com a reprodução de uma cela do Dops (Departamento de Ordem e Proteção Social), onde muitos militantes de esquerda foram torturados.
R7

CABO ENFRENTA ASSALTANTES PELADO E EVITA ROUBO DE CARRO

Soldado nu enfrenta assaltantes e evita roubo de carro
Cabo saiu despido atrás dos ladrões que invadiram sua casa e quebrou vidro de veículo usando apenas os próprios punhos.

Um militar nu impediu um ladrão de roubar o seu carro na cidade de Salford, no norte da Grã-Bretanha, esmagando a janela do veículo com as próprias mãos.
O cabo Wayne O'Mahoney, de 41 anos, perseguiu três homens encapuzados que invadiram sua casa na manhã de sábado.
Um dos assaltantes, que estava armado com uma faca, tentou sair dirigindo seu carro esporte Seat Leon, mas fugiu após o cabo O'Mahoney ter conseguido destruir o vidro do veículo.
O incidente ocorreu pouco antes das 6h do sábado, quando O'Mahoney e sua parceira, Gemma, foram acordados pelo som de intrusos que tentavam arrombar a sua casa. A polícia está apelando por testemunhas do assalto.
O cabo, que está servindo no Regimento Real de Artilharia, da cidade de Manchester, desceu correndo as escadas de sua residência, onde se seguiu uma luta com três homens que usavam máscaras ninja.
'Como veio ao mundo'
De acordo com o relato do militar, dois dos ladrões saíram correndo de sua casa, mas o terceiro conseguiu roubas as chaves do carros. ''Assim que ele entrou no carro, ele ficava acenando uma faca para mim e eu pensei: 'só há uma maneira de detê-lo'.' 'Então, eu soquei a janela do motorista até ela quebrar e continuei batendo até que ele saiu', relatou o cabo.
'A única coisa é que eu estava meio que pelado, porque costumo dormir como eu vim ao mundo. O que passou pela cabeça dos vizinhos eu não sei, porque eles estavam olhando pela janela e vendo esse homem nu gritando com o seu carro às seis da manhã.
O militar O'Mahoney, que serviu no Iraque por dois anos, estava em vias de ser enviado ao Afeganistão, mas fraturou o ombro durante um treinamento no Chipre.
BBC

6 de abril de 2011

A 'QUESTÃO BOLSONARO': UM ARTIGO EXEMPLAR DE REINALDO AZEVEDO

Pais e Filhos
Reinaldo Azevedo
Algumas considerações prévias antes que vá à questão que me mobiliza neste momento.
Tenho sido muito insultado nestes dias pelos admiradores do deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) porque classifiquei de boçais algumas de suas considerações. Tenho sido ainda mais insultado pelos seus detratores porque defendo que ele tem o direito de fazê-las. Já expus, inclusive, a questão de natureza jurídica a que, entendo, o caso é pertinente. Parece-me inequívoco, fora de qualquer dúvida, que ou se pune Bolsonaro por aquilo que disse, ou se respeita a Constituição, incluindo o dispositivo que garante a imunidade parlamentar. Silenciá-lo por força de qualquer coerção legal ou puni-lo seria uma violência. Isso não guarda qualquer relação com o conteúdo de suas afirmações; tampouco o desculpa pela facilidade com que apela à truculência verbal para tentar calar o oponente. E, a propósito, uns e outros perdem seu tempo com os insultos. Eu não me intimido com essas coisas.
Afirmei, desde o primeiro dia, que há muito de cálculo em suas investidas, nessa mise-en-scène de quem parece estar numa guerra, em que só um dos lados pode sobreviver. Ao optar por isso, talvez até amplie seu eleitorado, pouco importando se sua atuação obscurece ou esclarece os temas em debate. Eu, por exemplo, oponho-me à tal lei da homofobia porque a considero autoritária, não porque veja o risco iminente de “gayzição” do país ou do mundo, o que é de uma tolice espantosa. Se Bolsonaro entrasse numa máquina do tempo e fosse dar na Grécia (no sentido em que uma personagem de Chico Jabuti foi dar em Budapeste, naturalmente), talvez exclamasse: “Esses gregos estão perdidos! Esse Sócrates é um veado! Vejam aonde nos levou a degeneração de costumes!”
Ouso dizer que, para ele, a aprovação da tal lei é até positiva porque pode dizer à sua grei: “Viram? Não falei que nossos inimigos não terríveis? Precisamos resistir! O exército homo avança!” No fim das contas, os militantes gays mais autoritários e os bolsonaristas juramentados se parecem: cada grupo fornece ao outro a sua razão de existir. Apelar, no entanto, ao Estado para calar o deputado é uma violência de natureza institucional que entendo incompatível com a democrata.
Que outra opinião será julgada “inaceitável” amanhã? E depois de amanhã? Quem se propõe a liderar a ditadura dos homens virtuosos? Tenham paciência! Agora ao tema.

Pais e filhos
Defendo o direito de Bolsonaro dizer o que diz — e até se encontram palavras pertinentes no seu discurso, como o repúdio àquele absurdo material didático —, mas é claro que algumas de suas opiniões me incomodam: são desinformadas, canhestras, até cruéis. De todas, a mais cretina, a que convoca para o embate não necessariamente a minha condição de pessoa que participa do debate público, mas a de pai (embora uma coisa não exclua a outra), é a sua certeza de que não há gays em famílias estruturadas. Nem é preciso recorrer à ciência ou à história para provar que ele está errado. Basta o empirismo mais chão: quantos de nós não conhecemos homossexuais cujos irmãos são heterossexuais, todos criados sob o mesmo teto, na mesma esfera de amor ou desamor? É até possível que a maioria dos pais e mães de gays preferisse um filho heterossexual; alguns tantos em razão do preconceito; a maioria, quero crer, porque sabe que os filhos encontrarão dificuldades adicionais. E isso certamente gera preocupação, dor, apreensão. O juiz Bolsonaro, com toda a sua carga de desinformação, ligeireza e indelicadeza, aponta-lhes o dedo e diz: “Vocês são os culpados!” Não! Eles não são! Não há culpas a apurar.
Desde que sou pai, há algo além do prazer e, às vezes, do sofrimento de ser quem sou: as minhas filhas! Conheci o amor incondicional, não sem certa dor durante um tempo: enquanto esperávamos a segunda, perdia o sono porque temia não conseguir dividir com a mais nova aquele amor que descobrira. Vão me dizer piegas, eu sei, mas não me importo. Eu tinha errado de operação: nessas coisas, o amor não se divide; multiplica-se o imensurável. Sejam elas o que forem em sua vida afetiva, o fato é que serão o que são e o que sempre foram. Bolsonaro deveria falar menos e estudar mais. Sugerir que se dêem uns petelecos no “filho gayzinho” ofende a minha condição de pai. Um garoto ou uma garota nessa condição estará certamente sofrendo, lutando contra os próprios sentimentos, contra um ordenamento do mundo que, com efeito, lhe é hostil porque a maioria esmagadora é outra coisa. Ele sugere uns tapas. Eu sugiro um abraço.
Lastimo a sua pantomima ao tratar de assunto tão sério, dando asas àqueles que usam a sua pregação estúpida para flertar com leis autoritárias. Nesses 16 anos em que sou pai, o meu amor mais se exacerbou não quando elas exibiram vitórias, conquistas, quando foram bem-sucedidas, quando brilharam, quando tive a chance, em suma, de exibi-las à família e aos amigos: “Vejam como são inteligentes, bonitas, interessantes…” Meu afeto mais se extremou foi no insucesso, na derrota, no sofrimento, na contrariedade. Não sou como Bolsonaro; não dou receitas. Eu sugiro apenas: amem os seus filhos como são — e tentem lhes ensinar tudo aquilo que eles podem aprender — porque o amor, com efeito, também sabe ser severo. E a gente se torna aquilo que a gente é mais o que a gente aprende.
Não trato sem certa graça algumas mentes apocalípticas, certas de que alguém pode “decidir” ser gay e que, no caso, o ambiente tem um peso definitivo nessa “escolha”. Pergunta: eles próprios, então, não são gays porque escolheram não ser, mas poderiam, pressionados pelo meio, mudar de orientação, é isso? Tanta gritaria poderia ser interpretada como medo de cair em tentação? Assim, quanto mais distantes ficassem os “degenerados”, mais protegidos se sentiriam? Entendo que um homossexual não se tonará hétero entre héteros — e também não me parece que possa acontecer o contrário. Qual é a tese? Todo mundo teria em si um gay reprimido pelas leis e pelos costumes, à espera de uma boa oportunidade? O próprio Bolsonaro, então, não é um deles porque, segundo a sua teoria, seu pai foi devidamente severo, mantendo-o longe de ambientes “promíscuos”? Numa outra circunstância, com uma família mais relaxada, o mundo teria assistido ao desabrochar de uma Madame Satã de olhos azuis? Cuidado, deputado! Nem o senhor está livre da lógica. Se o meio faz o gay, então há um gay enrustido em cada indivíduo à espera do meio. Nem o gayzismo mais sectário defenderia tese tão delirante
O meio em que vivemos interfere, sim, em certas escolhas que fazemos, embora não determine a nossa vida de maneira nenhuma. Sigo a máxima de que pouco importa o que fizeram de nós, mas sim aquilo que fazemos do que fizeram de nós. Eu acredito na vontade, mas a sexualidade não está entre as questões que podem ser reguladas por ela, ainda que alguns lunáticos, manipulando teorias de quinta categoria e achismos, defendam “terapias” de correção de comportamento ou coisa parecida. Outros, ainda, apelam à religião. Que sejam livres para defender as suas teses, assim como sou para criticá-las.
Sou um pai, acho, bastante severo. Acredito, já disse, em disciplina e hierarquia. Mas o amor que está em mim me obriga a tentar ajudar as minhas filhas a serem felizes com os recursos e aptidões que têm, sendo quem são. Não me comporto, elas sabem disso, como um de seus amigos. Trata-se de esferas diferentes de afeto. Eles não podem lhes dizer certos “nãos” que eu digo porque sinto ser a minha obrigação — às vezes, é o que os filhos esperam de nós; o “não” até os pacifica. Mas, por Deus!, se estiverem sofrendo, eu quero ser o amparo generoso. Estão além do meu prazer e da minha dor; além, inclusive, do que sonhei pra elas. Porque ninguém sonha a vida do outro. E um filho somos nós mesmos que nos fizemos um outro!

Por isso morremos.

Por isso viveremos para sempre!
VEJA.COM

RJ: EXÉRCITO DEIXA O ALEMÃO EM SETEMBRO, MAS PODE IR PARA ROCINHA E VIDIGAL


Marcelo Piu / Agência O Globo
Vera Araújo
O Exército deve deixar os complexos do Alemão e da Penha em setembro, um mês antes do prazo acordado entre o estado e o Ministério da Defesa, dando lugar a nada menos que dez Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs). Este será o maior conjunto de UPPs já instalado pela Secretaria de Segurança, com o emprego de 2.200 policiais militares, o equivalente ao efetivo de quatro batalhões da PM.
A princípio, a ideia é criar um comando único das UPPs da região, que funcionaria no terreno da antiga fábrica da Coca-Cola, na Avenida Itaoca, em Ramos. De lá sairiam as ordens para os dez capitães da PM que comandariam as pacificadoras. Atualmente, o local é usado pela Força de Paz, sob as ordens do general-de-brigada Cesar Leme, que comanda também os 120 policiais dos dois batalhões de campanha da PM. Ao todo, há 19 favelas nos dois complexos.
Responsável pela Força de Paz do Alemão e da Penha desde dezembro de 2010, a tropa do Exército se encontra visivelmente desgastada, mas nem por isso está descartada a possibilidade de os militares fazerem uma nova ocupação até o fim do ano, mesmo a contragosto: a retomada das favelas da Rocinha e do Vidigal, em São Conrado, onde seriam necessários cerca de 1.200 homens. A região é prioridade para o governo do Estado por causa da proximidade de hotéis como o Sheraton e o Intercontinental, que devem receber muitos visitantes para a Copa de 2014 e as Olimpíadas, em 2016.
"Se o governador for a Brasília e conversar com a presidente Dilma Rousseff, consegue levar o Exército para onde quiser. Não subestime a força de Cabral"
Segundo uma fonte militar, o acerto é possível graças ao grande prestígio que o governador Sérgio Cabral tem junto ao governo federal :
- Se o governador for a Brasília e conversar com a presidente Dilma Rousseff, consegue levar o Exército para onde quiser. Não subestime a força de Cabral - comentou o militar.

Além da Rocinha, foco na Mangueira
O governador, junto com o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, já conseguiu dobrar o número de policiais militares que sairão do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (Cefap), que pulou para sete mil homens este ano. Este ano já foram utilizados 585 PMs nos morros São João (200), do Engenho Novo; Coroa (203), no Catumbi; e Prazeres (182), no Rio Comprido. Ainda restam as UPPs do Morro de São Carlos (250) e as dos complexos do Alemão e da Penha (2.200). Juntas, elas totalizam 27 unidades pacificadoras, favorecendo cerca de 353 mil moradores, de acordo com o censo de 2000 do IBGE, utilizando 3.035 homens. Sobram 3.965 para os próximos projetos que, segundo fontes da secretaria de Segurança, serão em favelas da capital.
Além da Rocinha, a prioridade é fechar o cinturão de segurança da Tijuca. Nesse caso, a ocupação do Morro da Mangueira é fundamental, por causa da proximidade do complexo esportivo do Maracanã. Na região, inclusive, os índices de criminalidade estão altos. De acordo com o Instituto de Segurança Pública (ISP), houve um aumento de mais de 50% nos roubos de veículos nos bairros de São Cristóvão, Caju e Maracanã, por exemplo, pulando de 12 para 28 registros, comparando-se os meses de dezembro de 2010 com janeiro deste ano.
No momento em que uma política pública de segurança faz sucesso, ocorre uma expectativa dos moradores de que sua demanda seja atendida e, é natural, que haja esses pedidos por uma UPP nas comunidades. Mas quem comanda esse processo se chama José Mariano Beltrame; eu apenas assino embaixo
Mas o governador, acostumado a anunciar os locais das UPPs antes da operação para a ocupação das favelas, prefere ainda guardar segredo sobre a escolhida:
- Eu não decido isso. A política de pacificação tem o meu aval, o meu apoio e a minha decisão. Mas quais as comunidades, em que momento, de que forma, essa é uma decisão do comando da Segurança Pública, que eu avalizo - disse Cabral, que continua - Dizer que a Rocinha não está no mapa não é uma verdade. Ela está no mapa, e nós vamos pacificá-la. Mas quando, como e de que maneira, é precipitação falar agora.
Segundo o governador, é natural que haja uma expectativa em torno de qual será a próxima UPP:
- No momento em que uma política pública de segurança faz sucesso, ocorre uma expectativa dos moradores de que sua demanda seja atendida e, é natural, que haja esses pedidos por uma UPP nas comunidades. Mas quem comanda esse processo se chama José Mariano Beltrame; eu apenas assino embaixo.
COLABOROU Fernando Eichenberg
O GLOBO

EM SOLENIDADE, NOVOS GENERAIS NÃO PRESTAM CONTINÊNCIA À EX-GUERRILHEIRA DILMA ROUSSEFF

Em solenidade militar, Dilma diz que País corrigiu seus caminhos
Presidenta participou de evento em que foram promovidos 70 oficiais da Marinha, do Exército e da Aeronáutica
Em sua primeira solenidade de promoção de oficiais das Forças Armadas, a presidenta Dilma Rousseff ignorou hoje o debate sobre violações aos direitos humanos nos anos do regime militar (1964-1985) e não permitiu imagens do momento em que recebeu as insígnias da Ordem da Defesa, maior comenda da área. Durante a solenidade, realizada no Salão Nobre do Palácio do Planalto, os promovidos evitaram bater continência à presidenta e ex-presa política, limitando-se a apertar as mãos dos oficiais. A prática da continência ao chefe supremo das Forças Armadas era comum nas solenidades organizadas pelo cerimonial do palácio.

Foto: AE
A prática da continência ao chefe supremo das Forças Armadas não aconteceu
Num discurso lido, ela fez um afago aos militares rebatendo as críticas aos gastos com defesa. A presidenta, porém, não comentou a sua decisão de cortar recursos da área militar e adiar a compra de caças para a Força Aérea Brasileira (FAB). "Em um País socialmente desigual como o Brasil, poderia parecer tentadora a noção de que a modernização e dimensionamento das Forças Armadas constituiriam esforço ocioso e prejudicial ao investimento em outros setores prioritários", afirmou. "Isso é um grande engano", completou. "O certo é que a defesa não pode ser considerada um elemento menor na agenda nacional".


Sobre arquivos da ditadura, Dilma responde: 'Parabéns pra vocês'
No evento da manhã desta terça, em que promoveu 70 oficiais da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, Dilma repetiu discursos de outros presidentes do período pós-ditadura ao ressaltar, de forma genérica, a "evolução democrática" das Forças Armadas e do País. Ela disse que o Brasil "corrigiu seus próprios caminhos" e alcançou uma "maturidade institucional". No discurso, ela também ressaltou o "profissionalismo" e a "dedicação" dos militares, destacando ainda a "importância" das Forças Armadas para garantia da defesa dos campos de exploração do pré-sal.
Ao final da solenidade, a presidente evitou falar com jornalistas, que estavam numa área afastada do palco da cerimônia. A uma pergunta sobre os arquivos da repressão mantidos em sigilo pelas Forças Armadas, Dilma respondeu: "Parabéns pra você".
AGÊNCIA ESTADO

RIBEIRINHOS REIVINDICAM A POSSE DE ÁREA DE TREINAMENTO DO CIGS

Ribeirinhos do Amazonas acusam Exército de impedir chegada do Luz para Todos
Àrea funciona como centro de treinamento militar do Cigs. O local foi doado pelo governo do Amazonas para a União no início dos anos 70

ELAÍZE FARIAS
O presidente de Jatuarana, Doramir Cunha mostra título definitivo da 
terra datada de 1903 (Euzivaldo Queiroz) 

Moradores de quatro comunidades rurais de Manaus, localizadas à margem do rio Amazonas, acusam o Centro de Instrução de Guerra na Selva (Cigs), vinculado ao Comando Militar da Amazônia (CMA) de impedir a chegada do programa federal Luz para Todos no local.
As comunidades ficam localizadas na área do Puraquequara, a 20 minutos de Manaus de lancha.
O presidente da comunidade Jatuarana, Doramir Cunha, em entrevista ao acritica.com, disse que no dia 17 de março, representantes do Cigs ofereceram aos comunitários a opção de assinar um documento onde abriam mão da posse de suas terras em troca do direito ao programa Luz para Todos.
“Muitos assinaram, mas outros não fizeram isso, como eu. Se a gente assinar vai virar mero morador das comunidades. O general nos pressionou, dizendo que os nossos títulos caducaram e que estávamos perdendo dinheiro ao ficar pagando tributos. Quer dizer que estamos dando nossas terras para o Exército?”, disse Cunha, que possui um título de terra em Jatuarana que data de 1903.
De acordo com o presidente da comunidade, uma nova reunião sobre a proposta de assinatura do documento está marcada para esta quarta-feira (06), entre os representantes do Cigs e os moradores, em uma base do Exército localizada na área.
Conforme Doramir Cunha, Jatuarana, Mainã, São Francisco e São Raimundo foram as únicas que ficaram de fora do Luz Para Todos de uma área que abrange um aglomerado de 19 comunidades no total.

Conflito
O conflito de interesses entre os moradores das comunidades e o Comando Militar da Amazônia já existe há várias décadas, mas estourou publicamente em 2009, quando o Cigs sugeriu que as famílias fossem deslocadas da área para terras localizadas à margem do rio Cuieiras, afluente do rio Negro.
As famílias protestaram e o caso repercutiu na imprensa. A situação foi parar no Ministério Público Federal, na Assembleia Legislativa e no Instituto de Terras do Amazonas (Iteam).
“A terra que o Exército tem direito é mais no fundo. Onde a gente está é na margem. Ninguém quer ficar na área deles”, disse Cunha.
Conforme Doramir, ano passado, o grupo de pesquisa Nova Cartografia Social da Amazônia, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), iniciou um trabalho nas comunidades. O trabalho ainda está sendo finalizado.
A reportagem do acritica.com procurou a assessoria de imprensa do CMA, que também responde pelo Cigs, e esta disse que teria resposta sobre o assunto apenas nesta quarta-feira (06). A assessoria, contudo, disse que não existe nenhuma audiência marcada para ser realizada nesta quarta em Jatuarana.

Eletrobrás
A Eletrobrás informou ao acritica.com, por meio da assessoria de imprensa, que o programa Luz Para Todos no Amazonas já atendeu as comunidades da área do Puraquequara até o assentamento Nazaré, conforme rege o contrato do programa até este momento.
Um novo contrato por meio do governo federal vai dar continuidade às ações, previstas para acontecer ainda este ano nas comunidades que ainda faltam ser atendidas, entre elas Jatuarana.
Segundo a assessoria, o atendimento vai acontecer por meio do Distrito de Novo Remanso, localizado no município de Itacoatiara, para que a rede não passe pela área do Exército.

Doação
As terras onde funcionam os treinamentos do Exército foram doadas à União no início dos anos 70 pelo governo do Amazonas, apesar de na área já existir famílias que moravam antes da medida.
Nas décadas seguintes, o conflito começou a se agravar, especialmente com o crescimento populacional nas comunidades.
O Exército começou a restringir o acesso a trechos de lagos e matos com a justificativa de que seria perigoso para os moradores. Estes, por sua vez, passaram a se queixar destas limitações.
Desde 2009, quando o conflito ficou mais evidente, várias tentativas foram realizadas para se chegar a um acordo.
O Iteam entrou no diálogo e propôs que a melhor forma de regularização fundiária dos moradores seria a Concessão de Direito Real de Uso (CDRU).
Segundo Itamar, em declaração publicada no site do Iteam, o CDRU permite a permanência das famílias em suas terras e e repasse aos seus herdeiros, plantar em áreas previamente demarcadas e caçar e pescar na região, desde que seja fora dos períodos de treinamento militar.

Regras
Na mesma matéria, o general de brigada Vagner Oliveira Gonçalves, diretor de Patrimônio do Exército, com sede em Brasília, disse que “a partir dessa documentação os moradores da região poderão fazer financiamentos em bancos e com isso melhorar as condições de vida, mas algumas regras de convivência deverão ser respeitadas, principalmente as ambientais”.
O Exército ficaria responsável para esclarecer às comunidades sobre a aplicabilidade dos documentos e as regras de convivência.
Também ficaria proibido que novos moradores entrassem nas terras.
Procurado nesta terça-feira (05) pela reportagem do acritica.com, Itamar de Oliveira Mar disse que “não acompanhou mais o caso” e que o assunto estaria sendo tratado pelo Exército.
A procuradora federal Luciana Gadelha, que participou desta reunião, não atua mais em Manaus. Em seu lugar está o procurador Alexandre Senra. Segundo a assessoria de imprensa do MPF, ele está de férias.
A CRÍTICA

SOLDADO DA FAB, CUNHADO DE BOLSONARO DIZ QUE DEPUTADO NÃO É RACISTA

Diego Torres Dourado, conhecido por soldado Torres, 23, fez ontem uma pausa no trabalho para defender o polêmico deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), seu cunhado.

Soldado Torres, cunhado do deputado Jair Bolsonaro
"Foi um equívoco, ele não entendeu a pergunta", disse Torres em frente à sede do Comando da Aeronáutica, a poucos metros do Congresso.
A pergunta, feita pela cantora Preta Gil no programa "CQC", da TV Bandeirantes, era: "Se seu filho se apaixonasse por uma negra, o que você faria?".
A resposta de Bolsonaro foi: "Não vou discutir promiscuidade. Eu não corro esse risco, e meus filhos foram muito bem educados. E não viveram em ambiente como lamentavelmente é o teu".
O deputado diz que entendeu ser uma pergunta sobre relacionamentos gays.
O assunto teve repercussão imediata e, na sequência, Bolsonaro disse ser casado com uma afrodescendente e ter um sogro "negão". Mulher e sogro foram poupados e quem apareceu para defender o deputado foi o cunhado.
Torres conta que é irmão por parte de pai de Michelle, mulher de Bolsonaro.
"Meu pai é da minha cor. A Michelle tem a pele um pouco mais clara", disse ele, em rápida entrevista acompanhada pela Aeronáutica.
O soldado descarta racismo da parte do cunhado. "Já estive várias vezes com ele. Ele nunca foi preconceituoso, porque ele não é."
Questionado sobre a reação da entrevista no seu trabalho, o soldado disse que não teria como comentar.
Apesar da defesa aberta do cunhado, Bolsonaro afirma que não vai expor nenhum integrante de sua família. Diz também que não vai se utilizar da imunidade parlamentar em sua defesa.
JORNAL FLORIPA


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BOLSONARO PISA NA BOLA EM DECLARAÇÃO À TV, É CHAMADO DE "ADOLF HITLER"BRASILEIRO E PODE SER CASSADO

5 de abril de 2011

HÁ CEM ANOS, COLT .45 VIRAVA A PISTOLA OFICIAL DO EXÉRCITO AMERICANO

Pistola Colt Modelo 1900, calibre .38, precursora do modelo 1911
A edição de 02 de abril de 1911 do Estado trazia uma notícia sobre a nova arma adotada pelo departamento de guerra dos Estados Unidos. Quarto modelo calibre 45 da Colt, a pistola semi-automática Colt M1911 foi criada por John M. Browning em 1911.
Em 29 de março de 1911, o Exército dos Estados Unidos fazia da Colt sua arma oficial. Em 1913 foi adotada pela Marinha, tornando-se a arma padrão das Forças Armadas americanas. Esteve presente em todos os fronts americanos de 1911 até 1985 e foi largamente utilizada nas duas Grandes Guerras, na Guerra da Coreia e na Guerra do Vietnã.
Ao longo do século 20 , para atender à demandas militares específicas, a Colt desenvolveu novos pra a M1911. Manteve, assim, seu posto junto ao Exército americano por mais de meio século. Foi aposentada em janeiro de 1985, substituída pela Beretta 92.
Mesmo na reserva, a Colt M1911 pôde ser vista em serviço em operações militares nos anos 90 e 2000. Foi usada na Operação Tempestade do Deserto em 1991, e é usada na Guerra do Iraque e na Guerra do Afeganistão pelas Forças Especiais do Exército americano, e em missões de reconhecimento.
Colt .45 M1911
ESTADÃO

EXPOSIÇÃO NO METRÔ DO RIO MOSTRA FORÇA DA MULHER NAS FORÇAS ARMADAS

Exposição no metrô em Copacabana mostra força da mulher nas Forças Armadas
Mostra de textos e fotos fica na Siqueira Campos até dia 2 de maio
Os passageiros do metrô que passarem a partir desta segunda-feira (4), pela estação Siqueira Campos, em Copacabana, zona sul do Rio de Janeiro, poderão conhecer um pouco mais sobre a trajetória das mulheres no Exército Brasileiro.
Uma exposição narra através de textos e fotos, a participação das mulheres nas Forças Armadas Brasileiras, no século 19.
Os usuários que visitarem a exposição poderão ter a oportunidade de saber histórias como a da baiana Maria Quitéria de Jesus, a Mulher-Soldado, que lutou nos conflitos pela Independência do Brasil e entusiasmou outras mulheres a fazerem parte do Exército, até a consolidação em cargos elevados.
A entrada é franca e a mostra ficará no local até o dia 2 de maio.
R7

TENTATIVA DE HOMICÍDIO CONTRA SOLDADO DO EXÉRCITO NO INTERIOR PAULISTA

Soldado sofre tentativa de homicídio em Pindamonhangaba
Segundo informações da polícia, o jovem estava saindo de uma casa noturna quando foi atingido com um tiro na barriga
Um soldado do Batalhão de Engenharia e Combate de Pindamonhangaba sofreu uma tentativa de homicídio na madrugada do último dia 3, no bairro Alvarenga.
Segundo informações da polícia, o jovem estava saindo de uma casa noturna e caminhava com um colega pela Avenida Professor Manuel César Ribeiro, quando passou um carro, com quatro pessoas dentro, e uma delas disparou um tiro.
O disparo atingiu a barriga da vítima. O soldado foi levado pelo resgate para o Pronto Socorro da cidade, sendo transferido para a Santa Casa, onde estaria sendo atendido.
Um suspeito pelo crime foi detido para reconhecimento.

4 de abril de 2011

FALSO CORONEL CONTA COMO FEZ PARA ENGANAR TANTA GENTE POR TANTO TEMPO


GLOBO VÍDEOS

LIVRO QUESTIONA PREPARO DA FEB NA CAMPANHA DA ITÁLIA

Pracinhas brasileiros foram à Segunda Guerra sem preparo

Pelotão da FEB em Camaiore, na Toscana (Itália); cidade foi a primeira a ser
conquistada pelos brasileiros em 1944
"Não precisa! Os meus meninos tomam aquela merda no grito!"
A frase é atribuída ao general Zenóbio da Costa, um dos comandantes da Força Expedicionária Brasileira na Segunda Guerra, sobre a necessidade de mais treinamento e planejamento para ir lutar contra os alemães.
A posição ajuda a explicar a falta de preparo dos brasileiros que foram lutar na Itália, conforme novas pesquisas estão revelando.
Elas mostram que os pracinhas mal sabiam usar as armas que recebiam do exército americano. Deixam claro, ainda, que os aliados chegaram a ficar preocupados com a pouca experiência dos colegas que chegavam para lutar na guerra.
"No Brasil, achava-se que uma semana no mato equivalia a treinamento de combate. Muitos acreditavam que a fanfarronice encenada em campanhas nas coxilhas ou nos tiroteios contra estudantes paulistas destreinados bastasse para enfrentar o Exército alemão", diz o historiador Cesar Campiani Maximiano, da PUC-SP.
Ele está lançando o livro "Barbudos, Sujos e Fatigados", pela Editoria Grua. Maximiano entrevistou 98 veteranos num período de 20 anos e levantou documentos históricos em arquivos civis e militares no Brasil e nos Estados Unidos.
Um desses documentos mostra que, em 1945, os americanos reclamavam que as deficiências de treinamento dos brasileiros causavam baixas desnecessárias às forças aliadas.
A motivação da bronca tinha sido um erro pueril cometido em 12 de dezembro de 1944 por um grupo de combate da FEB. Os brasileiros invadiram uma casa cheia de alemães, matando todos os inimigos.
Partiram, no entanto, sem inspecionar o porão. Um único soldado alemão ficara escondido por lá. Após a "lamentável negligência", ele, sozinho, metralhou 17 brasileiros pelas costas, matando todos eles.

FALTA DE MOTIVAÇÃO
Outros relatos dão conta de combatentes brasileiros brincando com minas antitanque em pleno acampamento militar, tentando descobrir o que era aquilo --por sorte, ninguém se feriu.
Apesar desses casos, a tutela americana funcionou: os brasileiros acabaram tendo sucesso na maioria das 445 missões na Itália que executaram entre 1944 e 1945, fazendo mais de 20 mil prisioneiros inimigos.
Mas, talvez tanto quanto o seu treinamento militar, as motivações de muitos dos brasileiros para ir à guerra não eram muito fortes.
O veterano paulista Américo Vicentini, por exemplo, relatou ter ido para a guerra porque via nela uma chance de ir embora de Mato Grosso, sede do quartel para onde tinha sido transferido.
"Era um calor tremendo, de noite ficava mais quente do que de dia. Além disso, tinha tanta mosca que não tinha jeito de dormir. Aí pediram voluntários para ir para a Itália. Eu me apresentei. Aliás, todos os paulistas lá do quartel se apresentaram."
Um médico do Exército estimou que metade dos soldados não sabia dizer por que o Brasil estava em guerra.
A falta de motivação, no entanto, tinha outros motivos. Os pracinhas encontraram vários problemas ao chegar na Itália, como o frio, a comida ruim e, principalmente, as péssimas condições de higiene, em especial no front.
JORNAL DE FLORIPA

ALEMÃO: MILITARES DO SUL ULTIMAM TREINAMENTOS PAR ATUAR NO RJ

Exército treina para atuar no Complexo do Alemão
. Será a primeira vez que as tropas da região Sul serão empregadas para pacificar a capital do estado do Rio de Janeiro, na denominada ‘Operação Arcanjo’

Militares do Paraná e de Santa Catarina estão concentrados em Ponta Grossa para treinar ações de apoio à segurança pública, concluindo sua preparação para atuar como Força de Pacificação no Complexo do Alemão, na cidade do Rio de Janeiro (RJ). Depois de passarem por diversas semanas de preparação em suas respectivas cidades, os militares se reúnem entre os dias cinco a oito deste mês no 13º Batalhão de Infantaria Blindado (BIB). Lá eles participarão de atividades de instrução no bairro de Uvaranas, onde os militares simularão todas as atividades que o batalhão deverá realizar na capital carioca. Será a primeira vez que as tropas da região Sul serão empregadas para pacificar a capital do estado do Rio de Janeiro, na denominada ‘Operação Arcanjo’. Até o presente momento a operação já conta com militares do Rio de Janeiro e de Minas Gerais.
JM News

A TRAJETÓRIA DO BANDO DE ASSALTANTES FORMADO POR EX-SOLDADOS DO EXÉRCITO

Amigos que se conheceram nas Forças Armadas foram capturados no último dia 25

Humberto Trezzi | humberto.trezzi@zerohora.com.br
Eles juraram fidelidade à pátria. Unidos, eles vestiram a farda. Juntos, eles jogaram bola. Parceiros, eles beberam e se divertiram. Gostam de armas, tiros, uniformes e filmes de ação. Entrosados mais uma vez, eles decidiram assaltar bancos. E juntos foram presos.
Soa a roteiro de filme classe B ou livro de ficção barata a trajetória de quatro amigos capturados dia 25, após assaltarem um banco em Val de Serra, distrito de Júlio de Castilhos, no centro do Estado. Mas tudo aconteceu assim, por meio da amizade cultivada na caserna.
Willian de Córdova, 22 anos, Hugo Cafieira Rodrigues, 22 anos, Paulo Roberto Severo do Nascimento, 24 anos, e Diego Antunes Soares, 27 anos, serviram durante anos no Exército, em cidades da região central do Estado. Os três primeiros, como soldados na 13ª Companhia de Armamento e Munição, em Itaara. Soares, como sargento em Rosário do Sul.
— Era sargento daqueles de filme, enérgico, no qual os soldados confiavam cegamente — recorda um oficial que foi seu chefe em Rosário do Sul.
Após um tempo com o uniforme verde-oliva, Cafieira e Soares trocaram de farda e viraram PMs, do Batalhão de Operações Especiais (BOE) da Capital. Willian se tornou PM temporário do 1º Regimento de Polícia Montada de Santa Maria. Nascimento foi o único que se manteve no Exército, de onde deu baixa em fevereiro.
Aquilo que deveria ser o grande golpe resultou numa ação desastrada. Tudo o que podia dar errado, deu. Os quatro conseguiram apenas R$ 10 mil no ataque. Foram emboscados na saída por um policial civil que percebeu o roubo. Na fuga, foram encurralados, e William acabou baleado. Para culminar, capotaram o carro, sendo capturados em flagrante.
Os parentes dos ex-militares estão em choque. De orgulho familiar, o grupo virou motivo de vergonha. As justificativas não convencem.

SOLDADO DO EXÉRCITO É PRESO POR DESACATAR PM EM SC

O soldado do 28º Grupo de Artilharia de Campanha de Criciúma (GAC), A.O.R., 20 anos, foi detido na tarde deste sábado por desacatar policiais militares. A guarnição realizava a apreensão do veículo do amigo dele, um Celta, que estava com sinais adulterados quando ele mencionou palavras de baixo calão.
Segundo a PM, ele ainda informou na ocorrência que era cabo, fato que não foi confirmado pelos oficiais do GAC, já que o mesmo é soldado.
Ele foi conduzido à 2ª Delegacia de Polícia onde de lá, policiais entraram em contato com o Oficial de Dia do Exército que pediu a guarnição que o encaminhasse até o quartel. Foi realizado um Termo Circunstanciado contra ele por desacato.
Portal ClicATribuna

3 de abril de 2011

CORONEL FAJUTO: "UÉ... BASTA DIZER, E AS PESSOAS ACREDITARAM"

Guto Seabra
O amor à gemada (patente) estava no DNA. A dedicação, na veia. Era natural que um filho de militar posasse para fotos com farda e armas de brinquedo. Estudante do Colégio Militar de Brasília, não conseguiu avançar pela Academia Militar das Agulhas Negras (Aman). Foi reprovado. Inegável a frustração. Ingressou no curso de Direito da Faculdade Gama Filho. Faltando quatro períodos, largou. Por meio de um convite, assumiu função no Instituto Estadual de Meio Ambiente. Mais a frente, num cargo na Fundação Zoo-Rio, poria as garras de fora. Diante de registros de roubos de animais no Zoológico, não saía da 17ª DP (São Cristóvão). Uma arara-azul, diz ele, tem o custo de um fuzil.— Brincavam comigo, dizendo que era melhor deixar um formulário pronto com o meu nome. Até que convidei os delegados para conhecerem o zoológico — conta.
Na visita, os delegados se impressionaram com o catálogo feito por Sampaio para conferir a quantidade de animais. Era um obcecado por segurança. Na gíria, era um chato. Até que, ao sair do Rio Zoo, acabou contratado por uma dessas empresas. Foi um passo animal para entrar na Secretaria de Segurança. Em 2003, com Luiz Torres, um dos delegados da 17 DP à época, Sampaio Junior pôs seus pés na Seseg com cargo comissionado, feito por indicação. Mal tinha cadeira e os fios pendurados o incomodavam, além dos serviços burocráticos. Via nos manuais empoeirados de polícia o brilho do sonho. Passou noites em claro. Montou estratégias. Mas era um ”PI”, conhecido como pé-inchado pela ausência de estrelas, rótulo que o incomodava. Seus projetos, sustenta, pouco, ou nada, eram ouvidos.
— Todos se impressionavam com ele. Era muito hábil, rápido. Muitas vezes, devido à facilidade dele com o computador, rapidamente conseguia informações jurídicas na internet e sabia mais do que eu e outros policiais — diz Torres.
Em 2006, após ser responsável por montar uma base no Conjunto Nova Sepetiba I, sendo acusado de assédio sexual — não comprovado pela Corregedoria —, Sampaio deixou a cúpula da Segurança, mas não se desligou do sonho. Debruçou-se mais sobre biografias e livros que lhe renderiam conhecimento. Devorou mais de 50 calhamaços: Bin Laden, o Homem que declarou guerra à América; Comando Vermelho; cadernos de instrução do Ministério da Defesa; “Arte da guerra”, de Sun Tzu; registro de ocorrências da Polícia Civil do Rio... Paralelamente, tocava sua empresa de prestação de serviços na área de limpeza, conservação e, claro, oferecia segurança a empresas privadas.
— Consulados de outros países trabalhavam com o meu serviço de portaria.
Movido a adrenalina, a vida se tornava monótona. Com a empresa Caçadores de Aventura, mais tarde Via Guarani, Sampaio comandava cursos de rapel, sobrevivência... Participava também de equipes de paintball, sempre em pistas que simulavam a guerra urbana do Rio. Em fotos, a farda parecida com a da Polícia Militar do Rio aproximava da realidade:
— Era comprada da China, por site. Lá, tem uma equipe de paintball como esse uniforme.
Como diretor da Associação dos Alunos do Colégio Militar, Sampaio deu cursos.
— Não era pelo Colégio Militar. Era pela associação. Sem arma de verdade. Só você considerar espingarda de chumbinho, que qualquer um compra, em qualquer lugar...
Entre uma tarefa e outra, ele não saía de casa. Sua mãe, dona Terezinha, lhe apelidou de ”eletrodoméstico”. O computador era o ombro amigo, fonte de esperança. O tempo passava e ele armazenava dados. Montado em estatísticas, formulou estratégias de policiamento. Sempre com a tecnologia e a lábia. E, meio que por obra do destino, Sampaio regressaria à sua praia. Ele foi ao 6 Batalhão de Polícia Militar (BPM) resolver uma questão referente ao Boletim de Registro de Acidente de Trânsito (Brat), em 2009. Encontrou amigos que deixou na Seseg e, por fim, estava à mesa num almoço com oficiais e o coronel Fernando Príncipe, sedento por reduzir índices criminais na Grande Tijuca. De fato, em carne e osso, nascia o Major Sampaio. Sustentando que suas ideias esbarravam na falta de respaldo, ele inventou que havia conseguido judicialmente o direito de reaver sua patente. Imediatamente, ao “conseguir o direito”, saltou para tenente-coronel.
— Ué.. Basta dizer.. Basta dizer.. E as pessoas acreditaram... — explica ele o “processo” de efetivação imaginário.

FX-2: DE OLHO NA VENDA DOS CAÇAS, RAFALE FECHA PARCERIAS COM EMPRESAS MINEIRAS

Quatro acordos foram fechados com empresas e com a UFMG para treinamento de pessoal e desenvolvimento e transferência de tecnologia

Agência Estado
O consórcio Rafale International assinou hoje (01/04), durante seminário na Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg), quatro acordos com empresas mineiras e com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) para treinamento de pessoal e desenvolvimento e transferência de tecnologia aeronáutica. As parcerias são parte da estratégia do grupo francês de conquistar, com apoio do empresariado, a preferência do governo na renovação da frota da Força Aérea Brasileira (FAB).
O consórcio, formado pela Dassault Aviation, Snecma e Thales, disputa com a sueca Saab, fabricante do Gripen NG, e com a norte-americana Boeing, que produz os caças FA-18 Hornet, uma licitação avaliada em ao menos US$ 4 bilhões para as aquisições, que podem ultrapassar 100 aeronaves.
Uma das parcerias foi firmada entre a empresa IAS, da capital mineira, e a Snecma, para treinamento em manutenção de motores de jatos. A IAS é uma das empresas que participa do esforço do governo mineiro de criar um polo aeronáutico próximo ao Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, na região metropolitana de Belo Horizonte.
"Levaremos o pessoal da IAS para a fábrica francesa e, depois, técnicos da França virão ao Brasil fazer o treinamento. Vamos passar à IAS toda a manutenção dos motores dos Rafales, caso eles sejam escolhidos pelo Brasil", disse Jean Marc Merialdo, diretor da Dassault Aviation no Brasil.
Outra carta de intenção foi assinada pela Dassault e a CSEM Brasil, instituição privada sem fins lucrativos especializada em micro e nanotecnologia. A parceria com os franceses terá o objetivo de desenvolver microssistemas para transmissão de dados e sensores sem fio, entre outros, para as aeronaves. Os dispositivos serão feitos com base na tecnologia Low Temperature Co-fired Ceramics (LTCC), que usa cerâmica de alta resistência nos sistemas. "Esperamos contribuir com nossa experiência no desenvolvimento de soluções estratégicas", declarou o diretor da CSEM, Tiago Alves.
Já a UFMG firmou parceria com a Snecma e a Dassault para o desenvolvimento de tecnologias aeronáuticas, de motores e de biocombustíveis para aviação, além de intercâmbio de estudantes. "Vale a apena investir em relacionamento de longo prazo com a universidade, que já tem premissas de desenvolvimento técnico aeronáutico de qualidade", avaliou Merialdo, referindo-se às pesquisas já desenvolvidas pela instituição.
Os acordos de ontem se juntam a outros 63, firmados pelo consórcio com 40 empresas, para o desenvolvimento de projetos e capacitação de pessoal. Segundo o representante do grupo francês, os acordos foram feitos com a perspectiva de que o Brasil opte pela compra do Rafale, "mas nada impede que sejam mantidos mesmo que o governo escolha outro concorrente".
Em fevereiro, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, afirmou que, mesmo com o corte de R$ 50 bilhões no orçamento da União, o governo pode anunciar ainda neste semestre qual será o fornecedor das aeronaves. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva já havia declarado preferência pelos franceses, enquanto a Aeronáutica avaliou as aeronaves da Boeing como melhor opção. "Mudança de governo não significa mudança de posicionamento estratégico dos concorrentes. Mudaram as pessoas que vão avaliar as ofertas. As vantagens que cada um oferece são as mesmas", concluiu Merialdo.
AGÊNCIA ESTADO

O COLÉGIO DOS PRESIDENTES

“Estaremos sempre solidários com aqueles que, na hora da agressão e da adversidade, cumpriram o duro dever de se oporem a agitadores e terroristas de armas na mão, para que a Nação não fosse levada à anarquia”. (Gen Walter Pires, ex-Ministro do Exército)

*Coronel Leonardo Roberto Carvalho de Araújo 
Neste 31 de março, último dia do mês em que o Velho Casarão da Várzea completou seu 99º aniversário como colégio e 139º como escola, a capital gaúcha pode se orgulhar de ter o único educandário brasileiro onde estudaram oito presidentes da República, um vice-presidente e um primeiro-ministro.
A história começou com o Marechal João de Deus Menna Barreto, aluno da Escola Militar do Rio Grande do Sul, que estudou no Casarão da Várzea até 1893 e presidiu o Brasil como membro da Junta Governativa Provisória que assumiu a presidência após a derrubada de Washington Luís, em 1930, e preparou a posse do Dr. Getúlio Dornelles Vargas.
Vargas, por sua vez, fora Sargento do Exército e aluno da Escola Preparatória e de Táctica, que saíra de Porto Alegre e, entre 1898 e 1903, esteve sediada em Rio Pardo, retornando nesse último ano ao Casarão da Várzea. Desligado dessa escola, Getúlio Vargas veio servir no 25º Batalhão de Infantaria, aquartelado no prédio da Várzea em 1900.
Em 1905, com o fechamento da Escola Militar da Praia Vermelha, no RJ, o Casarão da Várzea passou a sediar a Escola de Guerra, que aqui ficou até 1911. Nesse período, as arcadas do velho prédio viram o aluno - e futuro Marechal e Presidente – Eurico Gaspar Dutra ali estudar.
Na secunda década do Séc. XX, em 1912, foi criado o Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA), o qual foi o berço escolar dos presidentes Marechal Humberto de Alencar Castelo Branco, Marechal Arthur da Costa e Silva, General Emílio Garrastazu Médici, General Ernesto Geisel e General João Baptista de Oliveira Figueiredo.
Completando a galeria, as salas de aula do centenário Colégio também testemunharam os estudos do Primeiro-Ministro Dr. Francisco de Paula Brochado da Rocha e do Vice-Presidente General Adalberto Pereira dos Santos.
*Chefe da Seção de Comunicação Social CMPA

 FFAA – Esteios de uma Nação
Apesar dos ingentes esforços midiáticos e governamentais de desmoralizar as Forças Armadas Brasileiras (FFAA) elas continuam sendo consideradas as instituições mais confiáveis na opinião dos brasileiros honestos e trabalhadores que não se deixam seduzir por cantilenas fáceis e ultrapassadas ou “Bolsas Esmolas” que estimulam o ócio e aliciam eleitores. O gráfico abaixo dispensa comentários.

Ensino e Pesquisa – Competência e Excelência
Ao longo da história, tanto na área de ensino ou pesquisa os estabelecimentos subordinados às FFAA sempre se destacaram como os melhores do Brasil. O CMPA não é uma exceção. Basta observarmos os últimos resultados no vestibular da UFRGS deste ano. Dos 131 alunos que prestaram o vestibular, após concluir o 3º Ano em 2010, 81 foram aprovados, um índice de aprovação de 61,83%. Isso parece incomodar os governistas que não conseguem alterar o quadro de franca decadência da rede de ensino nacional. “Nunca na história desse País” se observou uma degradação tão grande na área do ensino brasileiro e, em vez de tentar encontrar soluções para o problema, os “companheiros” atacam e condenam a metodologia adotada em instituições modelo como a nossa em vez de procurar aprender com a experiência castrense investindo pesadamente na educação. Logicamente, isso não é uma prioridade já que a massa ignorante é muito mais fácil de ser manipulada e dominada.

Mídia Amordaçada e Submissa
Em contraposição à falta de investimentos na área do ensino vemos o governo federal ser extremamente generoso com a mídia televisiva. Renegociando dívidas aqui, comprando um banco quebrado ali, de maneira a poder controlar a mídia e tornando-a um órgão de comunicação estatal com o objetivo de conquistar os “corações e mentes” dos incautos brasileiros através de programas alinhados com o pensamento da camarilha dominante.

Blog e Livro
Os artigos relativos à “3ª Fase do Projeto–Aventura Desafiando o Rio–Mar – Descendo o Amazonas I” estão reproduzidos, na íntegra, ricamente ilustrados, no Blog http://desafiandooriomar.blogspot.com desenvolvido, recentemente, pela minha querida amiga e parceira de Projeto Rosângela Schardosim. O Blog contempla também as duas fases anteriores de minhas descidas pelo Rio Solimões e Rio Negro de caiaque.
O livro “Desafiando o Rio–Mar – Descendo o Solimões” está sendo comercializado, em Porto Alegre, na Livraria EDIPUCRS – PUCRS, rede da Livraria Cultura (http://www.livrariacultura.com.br), Livraria Dinamic – Colégio Militar de Porto Alegre ou ainda através do e–mail: hiramrsilva@gmail.com
Do blog: Desafiando o Rio-Mar do Coronel de Engenharia Hiram Reis e Silva
Professor do Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA)
Presidente da Sociedade de Amigos da Amazônia Brasileira (SAMBRAS)
Presidente do Instituto dos Docentes do Magistério Militar (IDMM)
Acadêmico da Academia de História Militar Terrestre do Brasil (AHIMTB)
Membro do Instituto de História e Tradições do Rio Grande do Sul (IHTRGS)
Colaborador Emérito da Liga de Defesa Nacional
Site: http://www.amazoniaenossaselva.com.br
E–mail: hiramrs@terra.com.br

HAITI: PERMANÊNCIA DAS TROPAS VAI DEPENDER DOS RUMOS DO NOVO GOVERNO

Nações Unidas está pendente do impacto que a assunção de um novo governo no Haiti terá sobre o futuro de sua missão de capacetes azuis (Minustah), segundo um relatório que circula hoje na organização mundial.
A preocupação obedece a que os dois candidatos no segundo turno das eleições presidenciais de 20 de março propuseram em suas campanhas a restauração de uma força militar haitiana.
Trata-se de Mirlande Manigat e Michel Martelly, dos partidos Reunião de Democratas Progressistas Nacionalistas e Resposta Camponesa, respectivamente, pois um deles será declarado presidente eleito no próximo dia 16 de abril.
A incerteza da ONU foi reconhecida por seu secretário geral, Ban Ki-moon, em um relatório elaborado para o Conselho de Segurança.
O texto sustenta a necessidade de esclarecer "essa postura política" (a criação de uma força militar nacional) nos próximos meses, "especialmente no contexto de seu efeito sobre a presença, o futuro e o mandato da Minustah ".
Não obstante, o titular da ONU assegura que esse contingente continuará seus esforços por "fortalecer à Polícia Nacional de Haiti e aumentar seu tamanho de conformidade com o mandato do Conselho de Segurança".
O destacamento da Minustah aumentou em 3.500 novos efetivos militares e policiais até um total de 12 mil em fevereiro do ano passado por decisão do Conselho de Segurança depois do terremoto que assolou o país caribeño a 12 de janeiro de 2010.
Ban Ki-moon admite que a imagem dessa missão foi afetada de maneira negativa pel"a percepção pública" de que os casos azuis da ONU foram responsáveis da epidemia de cólera que se alastrou em outubro passado.
Desde o aparecimento do vírus, quase todas as visões recaíram sobre um grupo de soldados nepaleses desse contingente como causadores da contaminação das águas do rio Artibonite, onde apareceu a cepa do Vibrio Cholerae.
A doença tem provocado até agora mais de 4.700 mortos e afetado a quase 262 mil pessoas, segundo cifras do ministério de Saúde de Haiti.
Não obstante, o titular da ONU precisou que até agora não se pôde determinar a causa precisa do brote e recorda que uma equipe de especialistas trabalha para estabelecer a origem da epidemia.
Em outro sentido, alerta que o novo governo haitiano herdará uma série de enormes problemas, agravados, entre outros fatores, por uma crescente desilusão da população sobre a atual classe e liderança política e a ordem econômica e social de longa data.
Dentro desse panorama, assinala que a volta do ex-ditador Jean-Claude Duvalier levou a primeiro plano "a turbulenta história de violência do país, patrocinada pelo Estado" e anota a importância de julgar aos responsáveis por crimes contra seu próprio povo.
Para Ban Ki-moon, a nova liderança deve tratar de curar as feridas de uma sociedade profundamente polarizada e proporcionar emprego, educação e serviços a uma população economicamente empobrecida.
O relatório não entra em detalhes sobre o cumprimento das promessas de ajuda por 5,3 bilhões de dólares em dois anos, e de 9,9 bilhões em o decênio, feitas faz 12 meses na ONU para a reconstrução Haiti.
PRENSA LATINA

HAITI: MINUSTAH TEM NOVO COMANDANTE

O general-de-brigada Luiz Eduardo Ramos Baptista Pereira assumiu na quarta-feira a chefia das tropas da Organização das Nações Unidas (ONU)
A Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (Minustah) tem um novo comandante. O general-de-brigada Luiz Eduardo Ramos Baptista Pereira assumiu na quarta-feira a chefia das tropas da Organização das Nações Unidas (ONU) presentes no país do Caribe, em substituição ao general-de-brigada Luiz Guilherme Paul Cruz, que estava no cargo há mais de um ano.
O posto, oficialmente chamado de Force Commander, é ocupado por um oficial brasileiro desde 2004, quando foi instituída a missão no Haiti, porque o Brasil tem o maior efetivo (cerca de 2.200 militares) da tropa. De acordo com o Ministério da Defesa, que anunciou a troca em comunicado divulgado ontem, Ramos assume o cargo em meio a impasses em relação às eleições presidenciais do Haiti e à economia arruinada por causa do terremoto que devastou o país em janeiro de 2010.
"Nesse ambiente, o Force Commander é a autoridade que garante o apoio ao fortalecimento do Estado de Direito e às ações de manutenção da paz e de assistência humanitária", afirma o ministério, em seu site na internet. O novo chefe da Minustah comandou a 8.ª Brigada de Infantaria Motorizada, em Pelotas (RS) o Departamento de Educação e Cultura do Exército, o Estado-Maior da Brigada de Infantaria Paraquedista (RJ) e foi adido militar em Israel. A cerimônia de transmissão do cargo ocorreu no pátio do Batalhão Brasileiro do Haiti, o Brabatt 1, em Porto Príncipe.

AGÊNCIA ESTADO

2 de abril de 2011

APÓS CALA-BOCA, GENERAL HELENO SUGERE QUE PROIBIÇÃO PARTIU DE DILMA

Evandro Éboli
Givaldo Barbosa/O Globo
O clima de constrangimento era zero. Um dia após levar um cala-boca do Comando do Exército e suspender a palestra “A contrarrevolução que salvou o Brasil”, sobre o 31 de março, o general Augusto Heleno estava muito à vontade ao lado de quem ordenou o seu silêncio, o comandante do Exército, general Enzo Peri, e do ministro da Defesa, Nelson Jobim. O encontro festivo ocorreu nesta sexta-feira de manhã após uma cerimônia militar, no 4º andar do Quartel-General.

Heleno, Peri e Jobim conversaram animadamente, descontraídos, e riram várias vezes. A conversa durou mais de uma hora, com direito a uísque servido pelo cerimonial e poses para fotos com parentes de militares presentes ao evento.
Popular entre os oficiais, o general Heleno circulava bem à vontade pelo salão. Em conversa com O GLOBO, o militar se mostrou resignado por não ter feito seu discurso. Mas fez questão de enfatizar que todo ano sempre o fez. Sem citar nomes, sugeriu que a proibição de se manifestar no dia em que se comemora o golpe militar partiu da presidente Dilma Rousseff.
- Sempre fiz (discurso nesta data). E nunca houve isso (proibição). Órdi é órdi (ordem é ordem) - brincou Heleno.
Perguntado sobre de quem partiu a determinação para não falar, respondeu:
- Você não vai arrancar isso de mim. É trabalho para vocês, que analisam cenários e tal - afirmou.
A palestra do general estava marcada para esta quinta-feira, mas foi suspensa quarta-feira, após determinação de Peri.
- Mesmo se a suspensão fosse a poucos minutos da palestra, eu a suspenderia. Estou tranquilo. Vida que segue - disse Heleno.
No discurso que fez em 2010, no Quartel-General, Heleno reverenciou os militares que atuaram contra militantes de esquerda e, segundo ele, ajudaram a impedir que o país seguisse o exemplo de Cuba, Coreia do Norte, Albânia e União Soviética. Disse que, fora do contexto, é fácil falar sobre abusos na luta contra a subversão e que, entre os que condenam os militares, há muitos ex-guerrilheiros que ocupam altos postos da República.
Heleno está na reserva, mas continua à frente do Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército. Ele deixará o cargo em maio. A solenidade desta sexta-feira foi de transmissão de cargos dos novos chefe de Gabinete do Comando do Exército, general Mauro César Cid, e do general Edson Leal Pujol, novo chefe do Centro de Informações do Exército (CIE).

HOMENAGEM À CASTELO BRANCO VIRA PIADA DE CASERNA

Piada de caserna
O 23º Batalhão do Exército em Fortaleza (CE) se chama Marechal Castelo Branco. Mas a solenidade para homenagear o primeiro presidente da ditadura, quinta (31), foi suspensa em cima da hora.
CLÁUDIO HUMBERTO

NA MARINHA, LICENÇA FOME COMEÇA SEMANA QUE VEM

A licença para cortar despesas na Marinha começa nesta segunda-feira. Essa folga coincide com a habitual folga do pagamento. Novidade mesmo serão as folgas das sextas-feiras, dias 15 e 29. Esse é o primeiro efeito na rotina dos quartéis do corte de R$ 4,3 bilhões no orçamento do Ministério da Defesa. Mais medidas devem ser anunciadas ao longo deste mês.
O DIA ONLINE

PASTOR TENTA PASSAR POR PILOTO DA FAB PARA ESCAPAR DE MULTA DE TRÂNSITO E É PRESO EM SP

Um homem de 51 anos foi detido na quinta-feira ao fingir ser um piloto da Aeronáutica para evitar uma multa e a apreensão de seu carro em Registro (SP), a 188 km da capital do Estado.
De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, o indivíduo se envolveu em um acidente na altura do km 461 da rodovia Régis Bittencourt, próximo ao município paulista de Pariquera-Açu. Os agentes que fizeram a abordagem após o acidente relataram que o homem estava com a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) vencida, o que lhe renderia uma multa e a apreensão do carro.
Ao perceber a punição iminente, o homem, que segundo a PRF usava uma parte do fardamento da Aeronáutica, afirmou ser um piloto militar. Desconfiados, os policiais ligaram para a Base Aérea de Guarulhos para checar a informação, e descobriram tratar-se de um blefe. Quando confrontado novamente, o homem contou aos policiais que era um pastor.
O falso piloto da Aeronáutica foi multado, teve o veículo modelo Chevrolet Astra Sedan confiscado, teve de assinar um registro de contravenção penal e foi encaminhado à Polícia Civil.
JB Online

SOLDADO DESMAIA EM QUALQUER LUGAR DO MUNDO!

1 de abril de 2011

QUATRO TENENTES DO EXÉRCITO FICAM FERIDOS EM ACIDENTE NO MS

Quatro tenentes do Exército ficaram feridos em um acidente ocorrido às 5h45min desta sexta-feira na MS-060, em Sidrolândia.
De acordo com a Polícia Militar Rodoviária, os militares estavam no Golf de placa de Coxim que saiu da pista em uma curva, bateu em uma pedra grande que estava às margens da rodovia e capotou.
Conforme a Polícia Rodoviária, devido ao impacto com a pedra, o motor saiu do veículo e foi parar quatro metros depois do ponto de colisão.
O automóvel ficou completamente destruído, mas os militares tiveram ferimentos leves e foram levados conscientes para o hospital de Sidrolândia.
Ficaram feridos: Pedro Augusto Santana Parenallo, de 21 anos, Rafael Guerra Rosa, de 22 anos, Renan Rocha Portella, de 20 anos e Thiago da Silva Vieira de 25 anos.
Segundo a Polícia Rodoviária, os tenentes voltavam de uma festa em Campo Grande para a unidade do Exército de Nioaque, onde são lotados.
O condutor do veículo declarou aos policiais que perdeu o controle da direção porque um dos pneus traseiros estourou. No entanto, não dá para afirmar se esta foi realmente a causa, pois os quatro pneus estouraram no acidente. 
(Com informações dos sites Região e Sidrolândia News)
AQUIDAUANA NEWS

EXÉRCITO CALA O GENERAL HELENO E TRATA DE APAGAR O 31 DE MARÇO DE SUA HISTÓRIA

Palestra com o tema ‘A contrarrevolução que salvou o Brasil’ é cancelada por ordem do Comando do Exército

Roberto Maltchik 
O Comando do Exército abortou na última hora uma palestra com potencial explosivo do diretor do Departamento de Ciência e Tecnologia (DCT), general Augusto Heleno, cujo tema seria “A contrarrevolução que salvou o Brasil”, em referência ao 31 de março de 1964, data que marca o início da ditadura militar. A apresentação do general estava confirmada até as 17 h de quarta-feira, quando chegou a ordem do comandante do Exército, Enzo Peri, determinando o cancelamento do evento. A apresentação ocorreria no mesmo dia em que Heleno, liderança expressiva na caserna, foi para a reserva.
Primeiro comandante brasileiro no Haiti, o general Heleno preferiu silenciar sobre o conteúdo da palestra e também sobre os motivos pelos quais o evento foi cancelado. Disse apenas que cumpriu ordem superior:
- Recebi ordem. Sou militar, recebo ordem. Hierarquia e disciplina. Recebi a ordem ontem (quarta-feira), no final da tarde. Tem uma frase famosa: nada a declarar - afirmou Heleno.
O general Heleno se limitou a dizer que a abordagem seria exclusivamente “31 de março de 1964”, mas não quis entrar em detalhes sobre o contexto histórico que seria levado aos colegas de farda. Nas redes sociais, militares se preparavam para o “desabafo de Heleno”. Um oficial ouvido pelo GLOBO disse que o depoimento era aguardado com “grande expectativa”.

Jobim já havia determinado que não houvesse atos
Nesta semana, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, determinou aos comandantes das três Forças que não houvesse qualquer ato que exaltasse a data que deu início ao regime militar. Entretanto, como Heleno é general de quatro estrelas com grande destaque na tropa, coube ao comandante Enzo Peri a tarefa de impedir sua manifestação, às vésperas de sua aposentadoria. Quanto às comemorações nos clubes militares, o ministério avalia que não tem como evitar ou tentar coibir manifestações de oficiais da reserva que estavam na ativa naquele período.
O silêncio do quartel no dia da “contrarrevolução” - referência dos militares ao combate à “revolução comunista” que estaria em curso nos anos 1960 - foi imposto para evitar o acirramento dos ânimos, em pleno debate público sobre a criação da Comissão da Verdade, projeto que está tramitando no Congresso.
Como O GLOBO revelou, o Comando do Exército chegou a elaborar um documento em que condenava a criação da comissão, idealizada para encontrar informações sobre os desaparecidos políticos durante o regime militar.
O mês da “contrarrevolução” foi excluído do site do Exército. As “comemorações” se limitaram a um ato no último dia 25 de março, no Clube Militar do Rio de Janeiro.
Segundo o próprio general Heleno, a programação da palestra não tem “absolutamente” nenhuma relação com sua exoneração, publicada no Diário Oficial da União em 29 de março. Heleno explicou que sai da ativa compulsoriamente, após 12 anos na mais alta patente do Exército. Mesmo na reserva, ele continuará à frente da Diretoria de Ciência e Tecnologia até 14 de maio, quando será substituído pelo general Sinclair James Mayer, atual diretor de Material do Exército.

Heleno criticou política indigenista de Lula
Em 2008, o general Augusto Heleno causou polêmica, depois de ter criticado a política indigenista do governo Lula, classificada por ele de lamentável e caótica, e afirmou que estava preocupado com a soberania brasileira diante da presença de organizações internacionais na área.

FX-2: DASSAULT MANTÉM ESTRATÉGIA NA DISPUTA PARA VENDER O RAFALE

César Felício
Um dos três concorrentes na bilionária licitação para a renovação das unidades de combate da força aérea brasileira, que está adiada por tempo indeterminado, o consórcio Rafale procura ganhar adesões na classe empresarial. Hoje, o consórcio promove um seminário com potenciais fornecedores na Federação da Indústria de Minas Gerais (Fiemg). A "joint-venture" das empresas francesas Dassault, Thales e Snecma já promoveu um encontro empresarial no início de fevereiro em São José dos Campos (SP), que concentra 80% da indústria aeronáutica do país e ainda deve promover seminários no Rio de Janeiro e em Porto Alegre.
"O diferencial da nossa proposta é a transferência total de tecnologia e estamos agora procurando ampliar os leques de parceiros brasileiros para isso. Já firmamos acordo com 42 empresas que serão nossas fornecedoras caso sejamos escolhidos e é importante montarmos uma rede em vários Estados", disse o coronel da Aviação do Exército francês Jean Marc Merialdo, diretor do consórcio no Brasil e representante da Dassault no conselho de acionistas da Embraer.
A renovação na FAB poderá envolver a troca de 100 aviões e investimentos da ordem de R$ 10 bilhões a até R$ 25 bilhões em trinta anos. O consórcio Rafale foi selecionado durante o governo Lula para participar da disputa que ainda envolve a sueca Saab Grippen e a americana Boeing. Até o fim de 2010, quando o processo foi suspenso a pedido da então presidente eleita Dilma Rousseff, o Rafale era o favorito no meio político, embora a Aeronáutica visse com mais simpatia a proposta da Boeing, já que o caça F-18 Super Hornet é considerado tecnicamente o melhor produto.
Segundo Merialdo, Minas Gerais entrou no foco da Dassault porque o governo estadual tenta estimular a formação de dois polos aeronáuticos. Um é o de Itajubá, onde está instalada a fábrica de helicópteros Helibrás, controlada pela francesa EADS e com participação acionária do governo estadual. O outro, ainda em fase embrionária, é o de Confins, local de uma base aérea e do aeroporto internacional metropolitano. Segundo Merialdo, a rede de fornecedores e prestadores de serviço só poderá ser instalada em locais com alto nível de oferta de mão de obra especializada. "Este projeto irá ocupar pelo menos mil engenheiros por um período longo de tempo."
O caça Rafale está sendo usado na intervenção internacional na guerra civil da Líbia. "Os jatos franceses foram os primeiros a furar o bloqueio da defesa anti-aérea líbia, que era bastante eficiente", disse Merialdo, afirmando ser absolutamente cético sobre a influência que o uso do Rafale em combate poderá ter na decisão da presidente Dilma. "Será possível imaginar que alguém realmente acredita que esta será uma variável importante?", indagou o executivo.

HAITI: FUZILEIROS NAVAIS PROMOVEM AÇÃO SOCIAL

Durante o mês de março, o Grupamento Operativo de Fuzileiros Navais no Haiti (GptOpFuzNav-Haiti) deu início a um projeto social que tem por finalidade diminuir a violência entre os jovens, integrar a comunidade de Porto Príncipe e promover a inclusão social.
No início das atividades, o Grupamento Operativo realizou a montagem do dispositivo empregado, interagiu com a comunidade local e com líderes comunitários, sendo a iniciativa muito bem recepcionada.
Ao término da cerimônia de abertura do projeto foi realizada uma partida de futebol entre as crianças que serão beneficiadas com as ações sociais.

MARINHA DO BRASIL

BOLSONARO PEDE DESCULPAS E DIZ QUE É FÃ DE PRETA GIL

Bolsonaro pede desculpas à Preta Gil e aos telespectadores do CQC
Em um comunicado que será encaminhado amanhã para toda a imprensa, o Deputado Jair Bolsonaro pede desculpas à cantora Preta Gil e aos telespectadores do CQC pelas polêmicas em que se envolveu após uma participação no programa exibido pela Band na última segunda-feira.
Em perguntas feitas por populares, Bolsonaro deixou escapar um tom de preconceito para com homossexuais e negros. Preta Gil, por exemplo, perguntou o que ele faria se um de seus filhos se casasse com uma mulher negra. De forma considerada grosseira, o deputado explicou que a "boa educação" que sua família recebeu não permitiria que tal fato ocorresse.
Para amigos próximos, Bolsonaro confidenciou que está com medo de perder votos nas próximas eleições e que se sentiu pressionado pela situação e que não imaginava que seria tão mal interpretado. De posse de uma cópia do última CD de Preta Gil em mãos, ele afirmou que é fã da cantora.

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SARGENTOS FAZEM VISITA A PREFEITO NO INTERIOR DE SP

Sargentos do TG 02-026 de Ourinhos visitam Prefeitura
Prefeito, Yoko, José Luís, durante a reunião com os Sargentos Ferreira e Luiz André, do TG de Ourinhos
Ourinhos -  SP - Na manhã da última terça-feira, 29, o Prefeito Toshio Misato, juntamente com a Presidente do Fundo Social de Solidariedade de Ourinhos, Yoko Misato e o Coordenador de Finanças, José Luís T. Quenca, recebeu a visita do Sargento do TG 02-026 de Ourinhos, Nilson Aparecido Ferreira e do 2º Sargento, Luiz André Rodrigues de Carvalho, que além de fazer alguns pleitos à Prefeitura, destacaram como estão conduzindo a instrução dos 100 jovens que este ano estão servindo o Tiro de Guerra.
Um dos pleitos foi quanto a melhorias no pátio do TG, que no ano passado já havia recebido reparos em suas ruas internas, pela Prefeitura, por meio da Secretaria de Obras. O Prefeito entrou em contato com o Coordenador de Sistema Viário, Edson Carnevalle, que informou que até o final da primeira quinzena de abril, o recapeamento asfáltico no pátio do TG, será executado.
Durante a visita os Sargentos Ferreira e Luiz André falaram sobre o foco das instruções para os jovens este ano. "Além das questões sobre militarismo, noções de história, este ano estamos voltados para a formação de cidadania mesmo dos nossos jovens. Estamos buscando cursos de qualificação profissional, como por exemplo, já temos alguns cursando espanhol, além de estarmos engajados em conseguir empregá-los, formando-os também para o mercado de trabalho. Outro ponto importante é o contato que queremos estabelecer com os empresários, que tem resistência em empregar os jovens por conta do TG, porém, queremos ressaltar que estamos flexíveis quanto aos horários, até porque os jovens que estão conosco, foram rigorosamente selecionados, sendo bons garotos, com muito potencial".
O Prefeito elogiou a iniciativa e apresentou os Sargentos ao Secretário de Desenvolvimento Econômico, Luís Augusto Perino, que vai auxiliá-los no contato com as empresas, orientando-os sobre a colocação profissional destes jovens, além de agendar um espaço para falarem aos empresários, na próxima reunião de empresários, que será realizada no mês de maio na Usina São Luiz.
TG é parceiro nas ações e eventos promovidos pela Prefeitura
O Tiro de Guerra de Ourinhos é um dos grandes parceiros da Prefeitura na realização de ações e eventos na cidade. O Prefeito falou sobre a grande mobilização que está sendo organizada para o combate à Dengue e proliferação do Mosquito transmissor, o Aedes Aegypti. Os Sargentos Ferreira e Luiz André, que já tem mobilizado seu pessoal para ajudar nos mutirões de limpeza, afirmaram que, "com certeza o TG está junto nessa luta".
Outro assunto da pauta, conduzido pela Presidente do Fundo Social de Solidariedade de Ourinhos, Yoko Misato, foi a realização dos XV JORI - Jogos Regionais do Idoso, que serão realizados em nossa cidade de 11 a 15 de maio. Yoko solicitou auxílio dos jovens do TG, recebendo sinal positivo dos Sargentos, que irão colaborar para que tudo transcorra bem durante o evento, que tem tudo para ser um sucesso.

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