13 de outubro de 2017

Na carona de Dilma e Palocci: general tem bens bloqueados pela compra de Pasadena

A conta chegou
TCU bloqueia os bens de Dilma, Palocci e de toda diretoria da Petrobras pela escandalosa compra de Pasadena e mostra que o custo das barbeiragens administrativas cometidas por agentes públicos pode até tardar, mas um dia chega
Crédito: TOMAS MUNITA
AGORA SIM Enfim, Dilma foi responsabilizada pela negociação lesiva à maior estatal do País (Crédito: TOMAS MUNITA)
Desde quando foi descoberto o escândalo da compra da refinaria de Pasadena, que lesou a Petrobras em US$ 580 milhões, o comportamento de negação da realidade permeou as reações da ex-presidente Dilma Rousseff. Sabidamente detalhista e centralizadora, a petista comandava o Conselho de Administração quando a negociação foi concluída. Ao tentar se eximir da responsabilidade, chegou a alegar que ignorava o expediente habitualmente utilizado em contratos dessa natureza, como a inclusão de cláusulas ‘put-option’, absolutamente convencional. O TCU não caiu na lorota. Na última semana, a conta chegou para a petista. A corte decidiu bloquear seus bens e de toda diretoria colegiada da petroleira que, em 2006, aprovou a aquisição da refinaria americana. Segundo o tribunal, a compra de Pasadena acarretou em prejuízo milionário à estatal, “em razão de os gestores terem adotado critérios antieconômicos para definir o preço da refinaria”. O bloqueio também atinge os ex-membros do conselho Antonio Palocci, José Sergio Gabrielli, Claudio Luis da Silva Haddad, Fabio Colletti Barbosa e Gleuber Vieira.

“O prejuízo não foi conseqüência de um risco negocial, mas sim de negligência”
Vital do Rêgo, ministro-relator

SEM O DEVIDO CUIDADO
A aquisição de 50% da refinaria, por US$ 360 milhões, foi aprovada pelo conselho da estatal em fevereiro de 2006. O valor foi muito superior que os US$ 42,5 milhões pagos um ano antes pela belga Astra Oil pela refinaria inteira. Depois, em 2012, a Petrobras foi obrigada a comprar 100% da unidade, antes compartilhada com a empresa belga. Por fim, o negócio custou à Petrobras US$ 1,2 bilhão.
Segundo o relator do processo analisado pelo TCU, ministro Vital do Rêgo, o prejuízo não foi conseqüência de um risco negocial, mas sim de negligência. De acordo com Vital, “os responsáveis não se valeram do devido cuidado para garantir decisões refletidas e informadas”.
Foi o relator quem propôs o bloqueio de bens dos ex-conselheiros, ao afirmar em seu voto que eles também são responsáveis pelo prejuízo total causado pela compra da refinaria. Apesar de o conselho ter aprovado apenas a compra dos primeiros 50% da refinaria em 2006, os erros de avaliação e o preço pago na época serviram de base para a compra dos outros 50% da refinaria anos depois, concluiu o ministro.
Em sua primeira reação, em março de 2014, sobre a compra da refinaria de Pasadena, no Texas, Dilma disse que só apoiou a medida porque recebeu informações incompletas de um parecer “técnica e juridicamente falho”. Palavras ao vento. Hoje se sabe que ela cometeu um erro grosseiro. Não impunemente. A conta tardou, mas chegou.
ISTO É/montedo.com


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Nota do editor:
Gleuber Vieira foi o último general a ocupar o cargo de Ministro do Exército. Sucedeu, como interino, o general Zenildo de Lucena. Criado o Ministério da Defesa, em 1999, assumiu como primeiro Comandante do Exército. 
Fazia parte do Conselho de Administração da Petrobás em 2006, quando, sob a presidência de Dilma, foi aprovada a compra de Pasadena.

Almirante acusado de corrupção recebeu apoio de deputado petista

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Deputado Wadih Damous - PT/RJ
Ancelmo Góis
O Tribunal Regional Federal da 2ª região decidiu, ontem, como se sabe, soltar o almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva, 78 anos, ex-presidente da Eletronuclear, para que ele possa tratar de câncer de pele em casa.
Nas últimas semanas, o almirante, acusado de cobrar propina através de uma empresa da filha, vinha sendo alvo de uma campanha pela sua libertação, que incluiu um projeto de indulto do deputado Wadih Damous.
O Globo/montedo.com

12 de outubro de 2017

Tribunal manda soltar o almirante Othon, condenado a 43 anos de prisão

LAVA JATO
TRIBUNAL MANDA SOLTAR EX-ELETRONUCLEAR, CONDENADO A 43 ANOS DE PRISÃO
OTHON LUIZ PINHEIRO FOI PRESO PELA SEGUNDA VEZ EM JULHO DE 2016
OTHON LUIZ PINHEIRO FOI CONDENADO PORE CORRUPÇÃO, LAVAGEM DE DINHEIRO, EMBARAÇO A INVESTIGAÇÕES, EVASÃO DE DIVISAS E ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA (FOTO: ANTÔNIO CRUZ/ABR)
A 1ª Turma do Tribunal Regional Federal da 2ª Região revogou a prisão preventiva decretada pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Criminal Federal, e concedeu habeas corpus ao ex-presidente da Eletronuclear Othon Luiz Pinheiro, condenado a 43 anos de prisão. Preso em julho de 2015, foi para o regime aberto em dezembro, mas voltou a ser preso em julho de 2016 pela PF durante a Operação Pripyat acusado de continuar a exercer influência na Eletronuclear.
O juiz da 7.ª Vara Federal Criminal do Rio, Marcelo Bretas, condenou o ex-presidente da Eletronuclear em agosto de 2016 a 43 anos de prisão pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro, embaraço a investigações, evasão de divisas e organização criminosa.

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Othon foi acusado pelo Ministério Público Federal de cobrar propina em contratos com as empreiteiras Andrade Gutierrez e Engevix.
Ele foi um dos alvos da 16.ª fase da Operação Lava Jato, batizada de Radioatividade, que avançou sobre irregularidades em contratos no setor elétrico e chegou a ser preso em julho de 2015 e posto em regime aberto em dezembro do mesmo ano. Othon voltou a ser preso pela PF em julho de 2016, no âmbito da Operação Pripyat.
DIÁRIO do PODER/montedo.com

O General e as crianças

"Eu fico com a pureza das respostas das crianças", já dizia Gonzaguinha. E das perguntas também, que o diga o General Villas Bôas. Na edição especial do quadro "O Comandante responde" o General passou por algumas 'saias-justas'. Fugindo da tradicional linha de perguntas - digamos - comportadas,  crianças do Brasil inteiro questionaram-no sobre diversos assuntos. 
Villas Bôas teve que responder sobre o serviço militar obrigatório, o que faz 'por nós' o Exército, já que o Brasil não está em guerra, deficiência física, etc. 
A carioquinha Maria Eduarda, de 4 anos, arrasou: "Oi tio! Por que quando eu faço amigos, meu pai tem que se mudar?"

11 de outubro de 2017

Sargento do Exército é detido e autuado por ato obsceno no interior do RJ

Sargento do Exército é detido e autuado por ato obsceno 
Mulheres denunciaram que o militar já foi visto nu e se masturbando em local publico. De acordo com a Polícia Civil, uma das mulheres apresentou filmagens que comprovavam a denúncia.

Resultado de imagem para desenho atentado ao pudorPor G1, Norte Fluminense e Região
Italva (RJ) - Um 3º sargento do Exército de 38 anos foi detido e autuado por ato obsceno na tarde deste domingo (8) em Italva, no Noroeste Fluminense. Segundo a Polícia Militar, o homem foi abordado na rodoviária da cidade após a corporação ter recebido denúncias de que ele estaria envolvido em casos de atentado ao pudor.
Os policiais militares fizeram contato com a 148ª Delegacia Legal e a inspetora de plantão solicitou que ele fosse à delegacia. Na DP, duas mulheres denunciaram que o militar já foi visto nu e se masturbando em local público em Italva e Cardoso Moreira. De acordo com a Polícia Civil, uma das mulheres apresentou filmagens que comprovavam a denúncia.
O homem foi autuado e liberado. Segundo a Civil, ele vai responder em liberdade por ato obsceno, que é importunar alguém, em lugar público ou acessível ao público, de modo ofensivo ao pudor.
Em nota enviada ao G1, o Exército informou que a unidade onde o militar serve instaurou uma sindicância para apurar os fatos.
G1/montedo.com

Forças Armadas voltam à Rocinha, na Zona Sul do Rio


Danúbia Rangel, mulher do traficante Nem, foi presa do Morro do Dendê nesta terça-feira. Seiscentos homens das Forças Armadas atuam na região.
Tropas chegaram à comunidade da Rocinha por volta das 5h (Foto: Reprodução / TV Globo)
Tropas chegaram à comunidade da Rocinha por volta das 5h (Foto: Reprodução / TV Globo)

Por Bom Dia Rio
As Forças Armadas retornaram à comunidade da Rocinha, na Zona Sul do Rio, no início da manhã desta quarta-feira (11). Na terça (10), os agentes realizaram uma ação de varredura na comunidade e chegaram a deixar o local no fim do dia. O objetivo é que a ação desta quarta não seja de permanência, mas de apenas um dia.
De acordo com o Comando Militar do Leste, a operação desta quarta é um desdobramento da operação realizada no dia anterior, quando a ação dos militares se concentrou do lado do bairro da Gávea. Nesta quarta, no entanto, a ação vai se concentrar do lado de São Conrado. Seiscentos homens das forças armadas estão na comunidade e o espaço aéreo tem restrições. As tropas dão apoio à Polícia Militar na busca de armas, drogas e criminosos nas áreas de mata da Rocinha.
A mulher do traficante Antônio Bonfim Lopes, o Nem, foi presa nesta terça. Danúbia Rangel estava escondida na casa de uma amiga no Morro do Dendê, na Ilha do Governador. Ela foi condenada a 28 anos de prisão por tráfico de drogas, associação criminosa e corrupção ativa.
“Não é uma operação de cerco como as demais. Ela é um apoio técnico no sentido de realização de operações de varredura. É um trabalho que emprega detectores de metais e pólvora para detectar materiais que estejam escondidos”, explicou o porta-voz do Comando Militar do Leste, coronel Roberto Itamar, no inicio da manhã desta terça. No total, 1.100 homens atuam na favela, sendo 550 homens das forças armadas (Fuzileiros Navais, Exército e Força Aérea Brasileira) e 550 da Polícia Militar.

Prisão de Danúbia
"Eu não fiz nada", disse Danúbia, chorando muito, ao ser questionada por repórteres se estava arrependida e se foi expulsa da comunidade. Por volta das 20h20, Danúbia estava na Delegacia de Combate às Drogas, na Cidade da Polícia, prestando depoimento. Em seguida, será encaminhada para o Complexo Penitenciário de Bangu, na Zona Oeste do Rio.
Danúbia, mulher de Nem, foi presa nesta terça-feira (Foto: Divulgação)
Danúbia, mulher de Nem, foi presa nesta terça-feira (Foto: Divulgação)
A prisão de Danúbia foi feita por agentes da 39ª DP (Pavuna) e da 52ª DP (Nova Iguaçu). No fim da tarde, a "primeira-dama do tráfico da Rocinha" foi levada para a Cidade da Polícia.
Ao ser presa, Danúbia saía na casa de uma amiga, dirigindo um carro na Rua Carlos Magno, um dos acessos ao Morro do Dendê. Segundo agentes que efetuaram a prisão, Danúbia não quis dar muitas declarações. Disse apenas que que tem poucas informações do marido, já que não podia visitá-lo por estar foragida, e que não sabe praticamente nada da guerra da Rocinha.
Segundo os policiais, a mulher de Nem estava sendo monitorada há um mês. Há duas semanas, Danúbia conseguiu escapar de uma operação na comunidade Vila Pinheiros.
A criminosa foi expulsa da Rocinha pelo bando de Rogério 157, rival do grupo de Nem na disputa pelo tráfico na comunidade. A batalha sangrenta, intensificada há semanas, levou à realização de operações de segurança quase diárias, inclusive com o reforço das forças militares – nesta terça, houve novos tiroteios. Segundo investigações, mesmo expulsa pela quadrilha rival, Danúbia ainda tem influência na Rocinha.
Danúbia, mulher de Nem, foi presa nesta terça-feira (Foto: Reprodução)
Danúbia, mulher de Nem, foi presa nesta terça-feira (Foto: Reprodução)

Tiroteios intensos
Na segunda (9), foi um dia de intensos tiroteios na comunidade. Na parte da tarde as escolas chegaram a ficar fechadas. Adailton Soares, de 30 anos, foi preso na Baixada Fluminense. Ele era conhecido como "Mão" e era segurança do traficante Rogério Avelino, o Rogério 157. Nos últimos dias ocorreram, pelo menos, sete confrontos na comunidade e três pessoas ficaram feridas por balas perdidas.
Há cerca de três semanas, alguns moradores estão sem luz por causa dos intensos tiroteios que aconteceram na comunidade devido a uma guerra entre criminosos. Na época, os transformadores de energia foram atingidos por tiros.
No dia 29 do mês passado, as Forças Armadas deixaram a comunidade da Rocinha depois de permanecerem na região por uma semana. A presença dos militares foi solicitada após o início de uma guerra entre criminosos de facções rivais que iniciaram uma disputa pelo controle do tráfico na comunidade.
Após a saída das tropas, homens de batalhões de Operações Especiais passaram a atuar na chegaram à comunidade.
Rocinha em disputa (Foto: Editoria de Arte/G1)
G1/montedo.com

Senado aprova projeto que permite à Justiça Militar julgar crimes contra civis cometidos em atividades militares

Pelo projeto, que seguirá para sanção presidencial, regra vale para crimes eventualmente cometidos por militares em missões de Garantia da Lei e da Ordem, como no caso do RJ.
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Tropa do Exército em operação de GLO (Imagem: DefesaNet)
Por G1, Brasília
O Senado aprovou nesta terça-feira (11), por 39 votos a 8, projeto que estabelece a Justiça Militar como o foro para julgamento de eventuais crimes cometidos por militares contra civis em missões de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), como o que, por exemplo, permitiu o emprego de militares na segurança pública do Rio de Janeiro. Atualmente, esses crimes são julgados pela Justiça comum.
Com a aprovação, o projeto seguirá para sanção do presidente da República. As regras que o projeto estabelece valem para o caso de homicídios dolosos (com a intenção de matar), e outros crimes dolosos contra a vida, como tentativa de homicídio.

Pelo projeto, as regras valem para as seguintes situações:

  • operações de paz e de garantia da lei e da ordem (GLO);
  • cumprimento de tarefas estabelecidas pelo presidente da República ou pelo ministro da Defesa;
  • ação que envolva a segurança de instituição militar ou de missão militar.

O militar das Forças Armadas que não estiver em operação militar e que praticar um homicídio de um civil continuará a ser julgado pela Justiça Comum. Isso não foi modificado pela proposta.
Segundo afirmou o autor, deputado Espiridião Amin (PP-SC), na justificativa do projeto, a legislação atual não faz uma alusão expressa à atuação dos militares em operações como a de garantia da lei e da ordem.
G1/montedo.com

Comandante do Exército agradece via Twitter

Exército antecipa-se à reforma da Previdência e aumenta tempo médio de permanência dos oficiais para 35 anos

Publicação original: 10/10 (12:28)

Nota do editor:
Por um erro de interpretação, o blog publicou erroneamente o tempo necessário para que os oficiais atingissem o posto de coronel. A retificação do texto está feita. Obrigado aos leitores pelo alerta. Vamos em frente.

Antecipando-se a concretização das mudanças anunciadas aqui e aqui no blog e confirmadas posteriormente por diversas fontes, o Exército estendeu o tempo médio de permanência dos seus oficiais de carreira, projetando a ampliação do tempo mínimo no serviço ativo de 30 para 35 anos.
O último Boletim do Exército publicou três portarias que fixam o tempo médio para que os oficiais permaneçam na ativa. Para os oficiais formados na Academia Militar das Agulhas Negras, no Instituto Militar de Engenharia e médicos, o tempo médio vai de 29 a 33 anos. Para os oficiais do QCO, dentistas, farmacêuticos e capelães, a expectativa é de 34 anos. Somados aos respectivos tempos de formação, que variam de um a cinco anos, conforme a área, os oficiais de carreira ficarão na ativa por 35 anos, em média.
Confira:



10 de outubro de 2017

MPM arquiva ação contra comandantes de batalhão do Exército em Manaus

MPM arquiva ação contra comandantes do 7° Batalhão de Polícia do Exército
Procurador não viu indícios de conduta irregular em uso pessoal das instalações do batalhão do Exército
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Subordinados ouvidos como testemunhas negaram terem sido coagidas a bancar custos de confratenizações do quartel. Foto: Jander Robson/freelancer - 21/jun/2017
Kelly Melo
Manaus (AM) - O Ministério Público Militar (MPM) decidiu arquivar o procedimento investigatório que apurou uma série de irregularidades supostamente praticadas pelo comandante e subcomandante do 7º Batalhão de Polícia do Exército (BPE), Ricardo Yoshiyuki Omaki e Raul José Vidal Junior, respectivamente. As denúncias levadas ao MPM indicam desde o uso de viaturas do quartel para benefícios pessoais, como para passeio em boates, até a utilização do consultório odontológico por civis, que não possuem nenhuma ligação com o Exército Brasileiro no Amazonas. O caso começou a ser investigado em junho deste ano.
As investigações duram três meses e 19 testemunhas, entre soldados e oficiais do BPE, foram ouvidas no decorrer do inquérito. Mas, de acordo com o procurador da Justiça Militar José Luiz Pereira Gomes, não foram encontrados indícios mínimos de irregularidades administrativas ou de crime militar. Os advogados que protocolaram a denúncia prometem recorrer ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) para levar o procedimento adiante.
De acordo com o MPM, a maioria das testemunhas negou ter sido coagida pelo comando ou obrigada a pagar e participar de confraternizações dentro do quartel. Outras duas testemunhas também negaram ter levado o coronel Omaki a uma casa noturna, no bairro Tarumã, na Zona Oeste de Manaus, em uma viatura do batalhão. “Eles negam terem conduzido o comandante do 7º BPE à denominada boate (...). É importante frisar que é de conhecimento público que não se trata de uma boate, mas de um bar ou choperia, localizado em um bairro nobre da capital, à beira da pista em avenida bastante movimentada (...)”, destacou o procurador em seu parecer.
Quanto à denúncia mais grave, de que a esposa do comandante (que não é militar) utilizaria o consultório odontológico do quartel para atender pacientes particulares, o procurador também não detectou irregularidades. Nos autos, as testemunhas confirmaram que a esposa do comandante atendeu três pacientes no quartel, mas relataram que esses mesmos pacientes eram familiares de militares, que não conseguiram marcar atendimentos no Hospital Militar e que teriam direito de usar as instalações de saúde do batalhão. Esses atendimentos teriam sido realizados voluntariamente.
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MPM investiga denúncias de abusos do comando de batalhão do Exército em Manaus
CNMP será acionado
Os advogados dos militares que protocolaram a denúncia não concordaram com a decisão do Ministério Público Militar (MPM) em arquivar o procedimento investigatório e prometeram levar o caso ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), para levar a denúncia adiante.

Chefes do comando negam perseguição a militares
O comandante do 7º BPE, Ricardo Yoshiyuki Omaki, e o subcomandante, Raul José Vidal Junior, também foram ouvidos durante o procedimento investigatório. Em seu depoimento, Omaki negou ter ido à casa noturna em uma viatura e que nunca utilizou veículos do quartel para para atividades particulares. Ele confirmou que a esposa realizou três atendimentos no consultório do quartel e que os pacientes foram a esposa de um coronel que estava sendo transferido para Brasília, a filha de um general e o subcomandante da BPE, por necessitarem de reparações de um especialista. Segundo ele, os atendimentos foram gratuitos ou pagos através de uma guia de recolhimento da união (GRU).
Já o subcomandante, Raul Junior, afirmou que nunca recepcionou a esposa do comandante no portão da guarda e que não a escoltou até o consultório. Ele também negou que haja perseguição aos militares e que nunca determinou que subordinados pagassem suas contas particulares. Sobre os coletes balísticos estarem com validades vencidas, o comandante e subcomandante informaram que tiveram ciência do problema e que os equipamentos já estão sendo substituídos.
acrítica/montedo.com

Blindado do Exército bate em sete veículos no interior do RJ

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Valença (RJ) - Um veículo blindado do exército, tipo Urutu, bateu em sete carros e atingiu um muro na tarde desta segunda-feira, na Rua Comendador Antônio Januzzi ,no Centro de Valença.
Segundo a Polícia Militar, o blindado teria perdido o freio provocando a acidente. O Exército informou que as causas do acidente serão apuradas, Ninguém ficou ferido.
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DESTAQUE POPULAR/montedo.com

O soldado cidadão na política

Imagem relacionadaJosé Mauro Moreira Cupertino*
"Ser soldado é mais que profissão, é missão de grandeza" (Gen Ex Leônidas Pires, Ministro do Exército -1985/1990) 
Trazemos à apreciação de todos a proposta de candidatura de militares para as eleições próximas e futuras, a fim de que tenhamos representatividade nos entes políticos decisórios (federal e estadual), em todas as casas legislativas e executivas. 



Constituem propósitos deste modesto ensaio, na atual conjuntura: rememorar alguns momentos de nossa rica história; ressaltar aspectos da atual crise ética e política, destacando as suas graves repercussões para o hoje e, principalmente, para o amanhã de sonhos e esperanças do nosso Brasil; e, por fim, trazer à reflexão e ao debate o crescimento da presença do soldado cidadão na questão política nacional, como contribuição à busca de soluções que se impõem, em prol de um amanhã melhor para o País. Tudo na mais absoluta fidelidade aos princípios constitucionais e legais que regem a democracia brasileira.
Relembremos alguns fatos e personagens de nossa história que possam aportar guias e inspirações para os tempos atuais de crises:
1) As batalhas de Guararapes em solo pernambucano (1648/1649), para a expulsão do invasor holandês, momento em que nasceu a Pátria e o Exército Patriota, unos e indivisíveis em torno de uma só gente brasileira.
2) O nascimento do Brasil livre e soberano, fruto de uma independência de pai para filho, construída por um português com alma brasileira - Dom Pedro I - e por um brasileiro com alma portuguesa - o patriarca José Bonifácio, sem recurso à guerra, como ocorreu nos países vizinhos de colonização espanhola.
3) No Império, a Guerra do Paraguai fez surgir um personagem marcante da nossa história: Duque de Caxias, o Pacificador. Exemplo de soldado, cidadão, chefe-líder militar, político e estadista, sua valorosa mensagem de coragem e conciliação é perfeitamente aplicável aos dias atuais.
4) A gradual transição do Império para a República, com a sua consolidação na espada de um soldado, o Marechal Deodoro da Fonseca, primeiro presidente da República Federativa do Brasil, cuja mãe, a matriarca Rosa da Fonseca, hoje patrona da Família Militar, entregaria, a serviço do Exército e da Pátria, todos os seus filhos, em momentos conturbados daqueles tempos.
5) As convulsões do Século XX: na Velha República; e na Ditadura Vargas, durante o Estado Novo, com o Tenentismo, a Coluna Prestes e as revoluções de 1924, 1930, 1932, 1935 e 1937. Os ingredientes foram de natureza política, econômica, sociológica e, sobretudo, ideológica, com o surgimento do comunismo na Rússia.
6) Em um contexto da Guerra Fria, no mais perverso exercício do maniqueísmo, as instituições e a economia do Estado Brasileiro encontravam-se desestruturadas e em situação de total degradação. Nesse cenário, instadas pelo povo e pela grande mídia, tendo à testa as organizações Globo, as Forças Armadas intervieram no processo. Seus nítidos objetivos foram de reorganização e de manutenção do Brasil no regime de liberdade e de democracia, expurgando, naquela época, qualquer ideário que contrariasse a índole pacífica e cristã do povo brasileiro.
O movimento, chamado de Revolução Democrática de 1964, caracterizou-se por deslocamentos ordeiros de tropas para o Rio de Janeiro e Brasília, sem derramamento de sangue; pela vacância do cargo de Presidente da República, em face do abandono e da consequente fuga para o exterior do Presidente João Goulart; e pela conformidade com a constituição em vigor, que previa a eleição de um novo presidente pelo Congresso Nacional, da qual participaram ilustres lideranças políticas, dentre elas, o Presidente Juscelino Kubitscheck.
Eleito pelo parlamento, o Marechal Castelo Branco passou, com competência e determinação, a reorganizar, sanear e pacificar o Estado, tendo como principal propósito o de devolver o poder aos civis. No entanto, o crescimento do conflito ideológico fez surgir várias fontes de exportação do comunismo para países como o Brasil e os vizinhos sul-americanos, dispostos a recorrer à luta armada para a tomada do poder. Sendo assim, fomos levados a uma guerra entre irmãos que nunca quisemos e que continuamos não querendo. Cabe acrescentar que durante todo o processo revolucionário, em que pese as medidas de exceção adotadas para a segurança do regime democrático, o povo nunca esteve totalmente afastado de votações e eleições livres e abertas para as esferas do poder, das quais podemos destacar: as eleições de 1965, apenas um ano após a revolução em que se elegeram governadores de nítida oposição - Negrão de Lima no Rio de Janeiro e Israel Pinheiro em Minas Gerais; as eleições de 1974, que levaram ao Senado Federal Itamar Franco, Franco Montoro, Orestes Quércia e outros ferrenhos adversários da revolução; a votação da Lei da Anistia em 1979, que promoveu a volta de todos os políticos sancionados pelo regime, denominados "fugitivos" pelo saudoso Ministro Leônidas; e a eleição de Leonel Brizola para governador do Rio de Janeiro, que teria amistosa convivência com o último Presidente militar João Figueiredo.
"Esses fatos nos encorajam a propor que ambas as partes se sentem à mesa, se perdoem pelos possíveis excessos cometidos, tirem ensinamentos e se voltem para o futuro de esperanças e de sonhos para todos." (Gen Villas Bôas - Comandante do Exército).
Vejamos agora a atual e profunda crise política, econômica, social e, sobretudo, ética e moral em que se encontra nosso Brasil. Sem uma análise aprofundada, nos damos conta da existência de uma crise sem precedentes em nossa história, que se agrava cada dia mais, já atingindo níveis inaceitáveis e intoleráveis. Recordemos os idos de 1994, quando, no início da Era FHC (1995 a 2003), em campanha, o ex-Presidente Fernando Henrique Cardoso anunciava seu plano de governo nos cinco dedos da mão: saúde, educação, segurança, saneamento básico e transporte. Recordemos os idos de 2002, quando, no início da Era Petista – Lula e Dilma (2003-2016) - anunciava-se um dos mais ousados planos de resgate das desigualdades sociais, tendo como carro-chefe o combate à miséria e à fome, o que "nunca antes na história desse País" ocorrera.
Decorrido todo esse tempo, podemos afirmar que as propostas das eras FHC e Petista foram equacionadas e solucionadas? De quem é a responsabilidade e a culpa pelos péssimos níveis de atenção a esses problemas, que se tornaram crônicos? Com as informações de que dispomos, podemos resumir essa terrível crise nos seguintes condicionantes:

1) Uma questão social perversa e não resolvida é o caso do Rio de Janeiro, onde um ex-governador deixa o Estado carioca totalmente falido, com seu povo e o seu funcionalismo sem o mínimo de atenção e dignidade, sobrevivendo à custa de cestas básicas doadas pela comunidade solidária. Além disso, existem as periferias desestruturadas nas mãos do crime organizado, fator gerador de violência, de difícil solução. Eis aí um exemplo gritante do descaso total do governo com a população, em benefício de uma elite política incompetente e antiética na gestão de recursos.
2) Outro componente é a injusta questão salarial. A título de exemplo, temos uma desmoralizada classe política com salários e benesses incompatíveis com a realidade do País. Políticos que não se dão conta de que devem ser servidores de uma nação que passa por sérias dificuldades.
3) A péssima gestão da coisa pública, quando campeia a incompetência na gerência de projetos, o desvio imoral de recursos públicos e a falta de continuidade nos planejamentos e execuções, ocasionando problemas nacionais graves e sem solução. De quem é, por exemplo, a responsabilidade pelos desastres na educação e na saúde em nosso País?
4) Por último e sintetizando, a corrupção nos setores público e privado. Políticos e empresários, em todas as esferas, locupletam-se e beneficiam seus grupos e partidos na busca pela perpetuação no poder, deixando em último lugar os anseios do povo, tão somente lembrado em campanhas mentirosas, e a solução dos problemas nacionais.

Enfim, vivemos uma crise de valores éticos e morais "nunca vivida antes na história desse País". A sociedade clama por esses valores tão raros e escassos na nossa classe política dirigente.
Como fecho deste ensaio, vejamos uma proposta de contribuição à solução dessa grave crise que, gerada nos mais altos níveis de decisão política de nosso País, vem merecendo prioritária atenção dos poderes constituídos, com ênfase para o Poder Judiciário, e que necessita, para o bem do Brasil, ser estancada em curto prazo, a partir das próximas eleições de 2018. Essa solução passa pela incrementação da presença dos soldados cidadãos na política nacional, com candidatura de militares nos níveis federal e estadual, tudo com base nos preceitos constitucionais e na legislação pertinente.
Tenhamos como premissas básicas dessa proposição: a democracia como o melhor regime, mesmo com todas as suas imperfeições; as instituições brasileiras em perfeito funcionamento e amadurecidas para enfrentar e vencer a crise; e uma sociedade e um povo que não precisam ser tutelados.
Enunciemos, portanto, as razões que nos levam a tal proposta:

1) A formação de nossos soldados nas escolas militares.
Educação com base nos valores, encimados pela ética e pela moral, a partir de currículos inteiramente ajustados ao perfil que se deseja, permanentemente reavaliados e aprimorados para fazer face às realidades conjunturais. Cabe acrescentar que essa formação acontece em vários níveis. No caso do oficialato, começa na graduação na Academia Militar das Agulhas Negras, passando pelo mestrado na Escola de Aperfeiçoamento de Oficias, pelo doutorado e os Cursos de Altos Estudos de Política e Estratégia na Escola de Comando e Estado-Maior do Exército, e pelos cursos de Política e Estratégia da Escola Superior de Guerra, onde civis e militares se detém nos grandes problemas nacionais, elaborando planos de governo com o objetivo maior de "estudar o Brasil para melhor servi-lo e amá-lo".

2) A vivência nacional de nossos soldados.Eles servem ao Brasil nos mais diferentes rincões da Pátria, tendo oportunidades de conviver com toda a nossa gente, seus costumes, suas culturas e suas dificuldades. Em muitas regiões, como a Amazônia por exemplo (área prioritária para nossa integração e soberania), é o soldado a única presença e o primeiro conhecedor de toda a diversidade brasileira: fronteiras com os vizinhos, presença dos índios, questões do meio ambiente, problema do narcotráfico, potencial de riquezas do subsolo e outras situações.

3) A capacidade de gestão.
O soldado que serve a uma nação com imensas dificuldades para atender aos anseios de seu povo é treinado, desde o início de sua formação, para fazer o mais perfeito jogo de necessidades e disponibilidades e selecionar prioridades, dando maior transparência e continuidade aos projetos. Nossos colégios militares, espalhados pelo território nacional, constituem-se em modelos de formação educacional e moral de civis e militares, para as mais diversas profissões e para a vida. Mantidos com recursos públicos, são exemplos de estabelecimentos de ensino de excelência no que realizam.

4) O mais absoluto respeito à hierarquia, à lei e à ordem.
Ademais, um completo desapego das benesses e das riquezas materiais, usufruídas de salários incompatíveis com nossa realidade, caracterizam o perfil de uma liderança política buscada pela sociedade na hora atual.

Por fim, trazemos à apreciação de todos a proposta de candidatura de militares para as eleições próximas e futuras, a fim de que tenhamos representatividade nos entes políticos decisórios (federal e estadual), em todas as casas legislativas e executivas. Para esse "mister" não nos falta, tampouco faltarão, militares da reserva, em perfeitas condições de contribuir para um processo de transformação na política nacional. Esses tantos, distribuídos por todos os Estados da federação, gozam de predicados e adjetivos que, notória e comprovadamente, conhecemos e cultuamos: atestada capacidade física, mental e intelectual; vasta vivência nacional e internacional; larga experiência geral e profissional; inegável competência na gestão de pessoas e da coisa pública; testada idoneidade; e arraigados valores morais e éticos, tão raros no cenário político atual. Nossa capacidade já fora testada outrora, desde os fatos citados neste ensaio, até a participação vitoriosa nas missões impostas nos tempos atuais: forças de pacificação; grandes eventos sediados no Brasil; segurança dos pleitos eleitorais; serviços da estabilização e da paz no mundo; combate à seca e à fome, entre outras.
E, assim, tenhamos, para essa contribuição, muito necessária nesse momento, civis e militares, todos cidadãos brasileiros, irmanados, com muita fé e esperança num futuro de grandeza para nosso BRASIL. Tudo isso, graças ao seu indiscutível potencial de riquezas e, mais ainda, aos exemplares VALORES da Gente Brasileira.
BRASIL, ACIMA DE TUDO!

"Exército Brasileiro, ontem, hoje e sempre, fiador da integração e coesão nacionais"
(Gen Ex Zenildo de Lucena, Ministro do Exército - 1992/1999)
* General de Brigada Reformado
EBLog/montedo.com

Últimos! Militares brasileiros retornam do Haiti

Último contingente retornou ao Brasil (Imagem: EB)
Guarulhos (SP) – Os últimos 152 militares do 26º Contingente Brasileiro (CONTBRAS) que participaram da Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (MINUSTAH), destacados desde 16 de maio do corrente ano em Porto Príncipe (Haiti), regressaram, em 9 de outubro, ao Brasil, em ambiente de muita emoção, encerrando a missão da última tropa brasileira no país.
O Comandante Militar do Sudeste, General de Exército João Camilo Pires de Campos, esperou a chegada do contingente no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. Com todos os militares já em solo brasileiro, após os primeiros peacekeeepers terem voltado em 22 de setembro, ele declarou que "com a chegada do último contingente do Haiti foi escrita uma página na história das Forças Armadas brasileiras e de cada um dos seus integrantes",
Da parte do comandante do 26º CONTBRAS, o sentimento é de dever cumprido, depois dos brasileiros haverem conseguido cumprir com sucesso as diversas missões. "O 26º CONTBRAS procurou manter o ambiente seguro e estável no Haiti, prosseguir no apoio as atividades de assistência humanitária e continuar o processo de fortalecimento das instituições nacionais do país, conquistados pelos contingentes que nos antecederam. Além disso, coube a nossa tropa a difícil e desafiadora atribuição de realizar a desmobilização e a repatriação dos efetivos, materiais e instalações que estavam em território haitiano, o que foi possível, em função da execução de um minucioso planejamento em todos os níveis e a sinergia de esforços de todos os envolvidos”, disse o Coronel Alexandre Oliveira Cantanhede Lago.
O 26º CONTBRAS foi constituído pelo 26º Batalhão de Infantaria de Força de Paz (BRABAT 26), com 850 militares das Forças Armadas, assim distribuídos: Exército Brasileiro (639), Marinha do Brasil (181) e Força Aérea Brasileira (30). Destes, cabe ressaltar que 16 componentes eram do segmento feminino. Somados aos 120 integrantes da Companhia de Engenharia Brasileira (BRAENGCOY), totalizaram 970 (novecentos e setenta) militares brasileiros, os quais, sob o lema “Unidos pela Paz”, concluíram dignamente e com êxito essa história vitoriosa de 13 anos do Brasil no Haiti.
EB/montedo.com

Vídeo: movimentação de tropas das Forças Armadas em direção a Rocinha

PM e Forças Armadas fazem operação na favela da Rocinha

Resultado de imagem para rocinha exercitoA Polícia Militar e as Forças Armadas realizam uma operação varredura na favela da Rocinha, na zona sul do Rio de Janeiro, na manhã desta terça-feira (10).
Segundo a Secretaria de Estado de Segurança, a ação acontece na área de mata no entorno da comunidade, que fica no bairro de São Conrado. 
Não foi informado o número de agentes que atuam nessa operação.
UOL/montedo.com

8 de outubro de 2017

A reestruturação da carreira e do salário dos militares e o requerimento 'meia-boca' do Senador

Atendendo a pedido de Kelma Costa e Genivaldo Silva, o senador Paulo Paim (PT/RS) requereu audiêndia pública na Comissão de Direitos Humanos para debater a reestruturação salarial e da carreira dos militares das Forças Armadas. 

Um senador em cima do muro
Como quer 'somente ajudar, e não complicar' Paim deixou a marcação da data em suspenso, alegando ter sido procurado por 'setores ligados ao governo' - entenda-se assessorias parlamentares das Forças Armadas no Congresso - que alegaram que existem negociações em andamento no Executivo.

Cadê Bolsonaro?
O 'mito' sempre se manteve afastado dessa discussão. Não têm interesse em confrontar os interesses dos altos coturnos, que passam ao largo de uma discussão pública sobre a situação dos seu subordinados. Bolsonaro valeu-se sua condição de 'militar rebelde' no início de sua carreira política. Hoje, essa versão serve apenas para consumo externo. 'Interna corporis', há muito tempo está alinhado com os generais.

Pensando bem...
Uma categoria como as Forças Armadas, com um potencial eleitoral gigantesco,  que não consegue colocar um mísero representante no Congresso Nacional merece andar à reboque de políticos demagogos e das articulações políticas dos generais.

'Nós voltaremos ao poder pelo voto', diz Bolsonaro sobre militares

Pré-candidato foi recebido por multidão em Belém; em seu discurso, atacou o PSOL, MST e organizadores da polêmica exposição no MAM, que chamou de 'vagabundos'
Bolsonaro
Deputado federal Jair Bolsonaro no carro de som em frente ao aeroporto de Belém. Foto: Pedro Venceslau /Estadão
Pedro Venceslau, enviado especial, O Estado de S.Paulo
BELÉM - No último discurso de sua passagem por Belém na última quinta-feira, 5, o deputado Jair Bolsonaro (PSC- RJ) voltou a exaltar as Forças Armadas e disse que os militares, em um eventual governo seu "voltarão ao poder pelo voto".
O parlamentar, que é pré-candidato à Presidência da República, foi recebido por uma multidão no aeroporto de Belém no começo da tarde e seguiu em carreata pelas ruas de Belém em cima de um carro de som.
O último evento deveria acontecer em um centro de convenções, mas foi transferido para a rua a pedido da Polícia Militar devido ao excesso de gente.
Em seu discurso, Bolsonaro disse que os membros do PSOL "tem cérebro de ovo cozido", que o ministro do Meio Ambiente, José Sarney Filho (PV-MA), "não seria nem faxineiro" em seu eventual governo e chamou de "vagabundos" os organizadores de uma exposição no MAM com um homem nu.
"O Brasil precisa que a inocência das crianças seja respeitada. Esses vagabundos que fazem exposição com crianças passando a mão em homem nu devem ir presos. Eles pregam pedofolia", afirmou.
O MST também foi alvo dos ataques do deputado. "Se depender de mim, vocês terão arma de fogo em casa. O homem do campo vai ter fuzil em sua propriedade para enfrentar o MST".
ESTADÃO/montedo.com

7 de outubro de 2017

Governo corta sete generais do Exército para economizar R$ 2,3 milhões

Publicação original: 6/10 (22:35)
Número de oficiais-generais vai passar de 154 para 147. Formação de oficiais também será afetada e efetivo total cairá 10% em curto prazo
Cerimônia de entrega da Espada de general aos novos generais de Brigada, no gabinete do comandante do Exército, em 2015
Por Ian Ferraz
O Governo Federal decidiu reduzir o número de oficiais-generais do Exército Brasileiro em 2018. A diminuição de 154 para 147 profissionais, sete a menos do que em 2017, vai gerar uma economia de R$ 2,3 milhões por ano aos cofres do governo. A informação foi obtida com exclusividade pelo Metrópoles. A contenção diz respeito apenas às despesas com salários.
Segundo o Exército, haverá redução também no quantitativo de ingresso nas escolas de formação, caindo de 500 para 440 alunos na preparação de oficiais e de 1.400 para 1.100 na de sargentos. Em curto prazo, a queda total do efetivo do exército será de 10%.
A reportagem apurou que cortes semelhantes na Marinha e na Aeronáutica estão sendo estudados. O efetivo dos generais é distribuído por determinação. O Decreto nº 9.001, de 8 de março de 2017, previu a quantia de 154. O novo documento reduzirá para 147.

Navalha
Em meio à discussão da mudança da meta fiscal e de corte de gastos, as Forças Armadas pressionam pela recomposição no Orçamento, que, nos últimos cinco anos, sofreu redução de 44,5%. Desde 2012, os chamados recursos “discricionários” caíram de R$ 17,5 bilhões para R$ 9,7 bilhões. Os valores não incluem gastos obrigatórios com alimentação, salários e saúde dos militares.
Segundo o comando das forças, neste ano, contingenciou-se 40%, e o recurso basta para cobrir gastos até setembro. Se não houver liberação de mais verba, o plano é reduzir expediente e antecipar a baixa dos recrutas. Atualmente, há substituição do quadro de efetivos por temporários para abrandar o custo previdenciário. Integrantes do Alto Comando do Exército, Marinha e Aeronáutica avaliam que há risco de “colapso”.
FONTE: Metrópoles
FORÇAS TERRESTRES/montedo.com

Medo se espalha no Rio e sustenta apoio a ação do Exército nas ruas

ANÁLISE
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Favela da Rocinha, RJ (Rommel Pinto/Futura Press/Folhapress.)
MAURO PAULINO
DIRETOR-GERAL DO DATAFOLHA
ALESSANDRO JANONI
DIRETOR DE PESQUISAS DO DATAFOLHA
Nenhum outro resultado sintetiza melhor o quadro revelado pelo Datafolha sobre a cidade do Rio de Janeiro do que os 72% dos cariocas que aceitam a ideia de mudar da cidade em razão da violência.
A segurança pública é apenas um dos vetores da grave crise no Estado, mas a retroalimenta como poucos, já que seu catalizador é democrático e universal: o medo se mostra majoritário em todos os estratos da população.
Mesmo sentindo-se um pouco mais seguros em seus bairros durante o dia, estratos de maior renda e escolaridade não revelam a mesma sensação à noite e se equiparam à média quando têm que sair pelas ruas da cidade em qualquer período ou horário. A sensação de insegurança, que, nesse caso, alcança 90% da população, projeta-se em percentuais elevados tanto nas críticas à gestão do setor quanto na defesa por intervenções externas.
Com exceção da imagem do Bope, a desconfiança e a percepção de baixa eficiência das UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) e da Polícia Militar acabam se traduzindo em apoio maciço, de 83% dos entrevistados, às ações do Exército na cidade –entre os menos escolarizados, esse índice chega a 92%; ele cai para 74% entre os que têm nível superior.

VITIMIZAÇÃO
É claro que a percepção da violência é muito superior às taxas de vitimização, mas as ocorrências recentes, dos últimos 15 dias, tanto de testemunho do uso de armas de fogo quanto de abordagem direta dos entrevistados (5%) superam padrões médios em períodos bem mais longos.
Em Pesquisa Nacional de Vitimização feita pelo Datafolha para o PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) em 2012, 3% dos habitantes das capitais brasileiras revelavam ameaças com faca ou arma de fogo nos 12 meses que antecederam as entrevistas.
Também é interessante notar que, apesar dos percentuais serem mais baixos, diferente do medo generalizado, tendências de contraste são identificadas nas taxas de vitimização direta. A experiência pessoal de ser ameaçado com uma arma de fogo é mais frequente entre pardos e negros do que entre brancos. Ela também aumenta à medida que cai a renda familiar. E a responsabilidade do cenário, segundo os entrevistados, se divide pelas diferentes esferas do Poder Executivo, com destaque para o governo do Estado e Presidência da República. Não à toa, o governador Pezão consegue ser aprovado por apenas 3% dos moradores da capital e só perder para seu padrinho político, Sergio Cabral, o posto de pior governador da história na opinião dos cariocas.
O prefeito Marcelo Crivella também frustra. A grande maioria dos eleitores enxerga um desempenho abaixo da expectativa, não só na cidade como um todo, como também em seus bairros. A maior parte identifica pioras especialmente nos sistemas municipais de saúde, na educação, transporte público e trânsito.

IMPOPULARIDADE
A impopularidade do prefeito Crivella só não é maior por conta da devoção dos evangélicos. Sua taxa de reprovação, que chega a 40% no total da amostra, cai, aproximadamente, pela metade entre os pentecostais e para apenas 6% entre os neopentecostais. Juntos, no Rio, os segmentos totalizam um terço da população.
Dentre os 16% que o consideram um prefeito ótimo ou bom, pelo menos 10 pontos percentuais vêm dos diferentes ramos de sua religião. Sem o apoio dos evangélicos, a aprovação a Crivella não  chegaria nos dois dígitos.
Envolta em denúncias de corrupção pesada, marcada pelo desleixo com seu legado e descumprimento de promessas, a escolha da cidade para sede dos Jogos Olímpicos de 2016 deixa agora na maioria dos cariocas a sensação de prejuízos proporcionais ao tamanho e importância do evento, que tinha tudo para reforçar a cidade como o lugar de onde ninguém gostaria de se mudar.
FOLHA DE SÃO PAULO/montedo.com

Imagem do dia

A imagem pode conter: céu, oceano, nuvem, atividades ao ar livre e água
Veleiro Cisne Branco (Marinha do Brasil - Facebook)

6 de outubro de 2017

RJ: Polícia e Exército fazem nova megaoperação no Morro dos Macacos

Militares estão no Morro dos Macacos, na Zona Norte do Rio de Janeiro, em operação para desarticular o tráfico de drogas. (Foto: Pedro Figueiredo/ TV Globo)
Militares estão no Morro dos Macacos, na Zona Norte do Rio de Janeiro, em operação para desarticular o tráfico de drogas. (Foto: Pedro Figueiredo/ TV Globo)
Policiais e agentes das Forças Armadas realizam, desde a madrugada desta sexta-feira (6), uma megaoperação no Morro dos Macacos, na Zona Norte do Rio de Janeiro, em busca de traficantes envolvidos nos recentes episódios de violência na Rocinha.
Com o apoio de tanques blindados, a operação seguia em andamento na favela, no bairro de Vila Isabel, com o objetivo de cumprir 31 mandados de prisão, segundo a Secretaria de Segurança do Rio.
Os militares cercaram a comunidade, posicionando-se em pontos estratégicos, enquanto os agentes da Polícia Civil e Militar procuravam os traficantes.
Até o momento, 11 pessoas foram detidas, segundo as autoridades.
A operação acontece duas semanas após a ocupação de 950 soldados da Rocinha, que se seguiu a uma tentativa de invasão de um grupo criminoso rival para assumir o controle da venda de drogas.
As autoridades acreditam que, no Morro dos Macacos, estão escondidos membros de uma das facções rivais, que fugiram da Rocinha.
“Eles (criminosos) não só participaram da primeira invasão (à Rocinha), como hoje são a segunda comunidade mais importante da ADA (facção criminosa) que existe na Zona Norte. Então, há uma possibilidade dessa comunidade realmente servir de base para uma futura invasão. Porém, todas as comunidades que participaram da invasão estarão sob uma investigação minuciosa de todos os traficantes que participaram”, afirmou o delegado Marcos Vinícius Braga à GloboNews.
ISTO É/montedo.com

Temer aponta 'maneira sacrificada' de como as Forças Armadas têm atuado

Presidente fez declaração em evento no Pará do qual também participou o ministro da Defesa, Raul Jungmann. Militares têm reclamado de atuação em segurança pública e de cortes orçamentários.
Temer aponta 'maneira sacrificada' de como as Forças Armadas têm atuado
Por Guilherme Mazui, G1, Brasília
O presidente Michel Temer afirmou nesta quinta-feira (5), em discurso durante uma cerimônia em Belém (PA), que as Forças Armadas têm atuado de "maneira sacrificada", inclusive com ações no "campo da segurança pública".

Temer foi ao Pará para assinatura do protocolo de intenções para doação de um terreno da União à Igreja Católica. Conforme a assessoria do Palácio do Planalto, a área será utilizada Basílica de Nossa Senhora de Nazaré.
O presidente visitou Belém durante as celebrações do Círio de Nazaré – festa religiosa que costuma reunir cerca de 2 milhões de fiéis – um dia depois de ter apresentado à Comissão de Constituição e Justiça da Câmara defesa contra a denúncia apresentada pela Procuradoria Geral da República, que o acusa de obstrução de justiça e organização criminosa.
Durante discurso na solenidade de concessão do terreno da União, o presidente aproveitou a presença do ministro da Defesa, Raul Jungmann, para abordar a questão das Forças Armadas.
"Nossas Forças Armadas têm prestado uma colaboração extraordinária, aliás, convenhamos até, de uma maneira sacrificada, introduzindo-se até pelo campo da segurança pública", disse Temer.
As dificuldades orçamentárias do governo e consequente contingenciamento de verbas previstas para as Forças Armadas geraram críticas de integrantes da caserna nos últimos meses. Em agosto, o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, afirmou em sua conta no Twitter que faz o "dever de casa" diante dos cortes de recursos, mas que "há limites". “Conduzo seguidas reuniões sobre a gestão dos cortes orçamentários impostos ao Exército. Fazemos nosso dever de casa, mas há limites”, disse o general na ocasião.
Segundo Temer, a população tem demonstrado apoio ao emprego dos militares nestas situações. "Em tantos e tantos episódios, assistimos o aplauso extraordinário com que, ao determinamos que as Forças Armadas fossem para certos estados, eram recebidas com salvas de palmas", completou.
Em razão da crise na segurança pública, o governo tem autorizado o emprego de militares em ações nos estados, a exemplo do que ocorreu no Espírito Santo e ocorre no Rio de Janeiro. Em setembro, após confronto entre fações e tiroteios entre criminosos e policiais, as Forças Armadas ficaram por uma semana na comunidade da Rocinha.

Reclamações sobre orçamento
Até mesmo o ministro da Defesa já chegou a fazer críticas indiretas aos cortes orçamentários. No mês passado, durante uma visita ao Recife, Jungmann afirmou que a situação estava no "limite" na área da Defesa em razão do contigenciamento.
“Até aqui, nós não tivemos comprometimento operacional das Forças, mas nós estamos no limite. Ou seja, o nosso limite é exatamente o mês de setembro", disse
Após a aprovação da mudança da meta fiscal pelo Congresso Nacional, que prevê um déficit nas contas públicas de até R$ 159 bilhões em 2017, o governo avalizou novos gastos em diversas áreas.
Na última terça-feira (3), o Ministério da Defesa ficou com a maior fatia dos R$ 9,8 bilhões liberados pelo governo. Conforme o Ministério do Planejamento, a Defesa pode fazer até R$ 2,11 bilhões em novos gastos.
O presidente Michel Temer durante visita ao centro de lançamento de Alcântara (Foto: Marcos Corrêa / PR)
O presidente Michel Temer durante visita ao centro de lançamento de Alcântara (Foto: Marcos Corrêa / PR)
Maranhão
No período da tarde, Temer visitou a base de lançamento de foguetes de Alcântara, no Maranhão, acompanhado dos ministros da Defesa, Raul Jungmann; das Relações Exteriores, Aloysio Nunes; do Planejamento, Dyogo Oliveira; da Secretaria de Governo, Antonio Imbassahy; do Meio Ambiente, Sarney Filho; do Gabinete de Segurança Institucional, general Sergio Etchegoyen; da advogada-geral da União, Grace Mendonça; e do comandante da Aeronáutica, Nivaldo Rossato.
A comitiva assistiu a uma exposição de militares da Aeronáutica sobre o lançamento de foguetes pela base. Durante a visita, Temer passou pela torre da qual são lançados os foguetes brasileiros. Conforme a assessoria do Planalto, para 2019 está previsto o envio ao espaço de um veículo lançador de microssatélites.
G1/montedo.com

Cabo do Exército compara estádio do Remo com cemitério e acaba punido

Cabo do Exército compara Baenão com cemitério e acaba preso (Foto: Reprodução / Facebook)
Cabo do Exército tirou brincadeira com o estádio do Remo, que serviu para receber comitiva do presidente da República, em Belém. (Foto: Reprodução / Facebook)
Belém (PA) - Em meio a visita do presidente Michel Temer a capital paraense, um fato envolvendo um cabo do Exército Brasileiro revoltou torcedores do Clube do Remo nas redes sociais.
Membro do Exército Brasileiro, o cabo Mikaell Henrique Juca Costa resolveu “tirar onda” no instagram e no facebook sobre a situação do clube e do estádio Evandro Almeida, de propriedade do clube azulino, que serviu de pouso da comitiva presidencial, nesta quinta-feira (5).
Com gestos obscenos e posts ofensivos, o soldado publicou nas redes sociais o local, ao comparar o estádio com um cemitério.
A atitude do cabo revoltou os torcedores do clube, com diversos comentários em uma rede social.
Por meio de nota, o Exército Brasileiro informou que já foram tomadas providências disciplinares e cabíveis sobre o assunto, com o cabo sendo detido em um quartel do órgão.
O Exército ainda confirmou que houve um contato com a presidência do Clube do Remo sobre o assunto.
DOL/montedo.com

Look para se apresentar na seleção do Exército


5 de outubro de 2017

General da reserva defende intervenção das Forças Armadas

Em artigo de opinião no Estadão, o general Luiz Eduardo Rocha Paiva defendeu a intervenção militar
Soldados do Exército Brasileiro durante cerimônia para marcar a formatura de treinamento sobre como combater o mosquito Aedes aegypti no Rio de Janeiro. Zika vírus em fevereiro de 2016
Soldados do Exército Brasileiro durante cerimônia para marcar a formatura de treinamento sobre como combater o mosquito Aedes aegypti no Rio de Janeiro. Zika vírus em fevereiro de 2016 (Ricardo Moraes/Reuters)
Por Luiza Calegari 
São Paulo – O general da reserva Luiz Eduardo Rocha Paiva publicou um artigo no jornal O Estado de S. Paulo defendendo que as Forças Armadas façam uma intervenção para assegurar a continuidade da democracia.
Ele mesmo reconhece que não há amparo legal para que as Forças Armadas ajam por conta própria, mas que o quadro de corrupção justificaria uma intervenção.
“No Brasil, indivíduos e grupos poderosos vêm usando a lei, ou a prerrogativa de legislar, com o propósito de auferir vantagens injustificáveis, portanto, ilegítimas”, diz o general.

Leia um trecho do artigo:

“A intervenção militar será legítima e justificável, mesmo sem amparo legal, caso o agravamento da crise política, econômica, social e moral resulte na falência dos Poderes da União, seguida de grave instabilidade institucional com risco de guerra civil, ruptura da unidade política, quebra do regime democrático e perda de soberania pelo Estado. Esse processo revolucionário já foi propugnado, publicamente, por líderes de movimentos pseudossociais e políticos de ideologia socialista radical, todos investindo constantemente na divisão da sociedade.
Em tal quadro de anomia, as Forças Armadas tomarão a iniciativa para recuperar a estabilidade no País, neutralizando forças adversas, pacificando a sociedade, assegurando a sobrevivência da Nação, preservando a democracia e restabelecendo a autoridade do Estado após livrá-lo das lideranças deletérias. São ações inerentes às missões constitucionais de defesa da Pátria, não restrita aos conflitos externos, e de garantia dos Poderes constitucionais, da lei e da ordem.”
EXAME/montedo.com

Ex-ministro da Defesa garante a senadores da oposição que chance de golpe militar é “zero”

Celso Amorim esteve no gabinete de Roberto Requião (PMDB-PR) no começo da tarde de ontem
Celso Amorim (Foto: Valter Campanato/Abr)
Celso Amorim (Foto: Valter Campanato/Abr)
NONATO VIEGAS
Senadores da oposição se reuniram no começo da tarde desta quarta-feira (4) para ouvir o ex-ministro das Relações Exteriores e da Defesa Celso Amorim. Ele – que afirma ter “contatos” nas Forças Armadas – garantiu aos parlamentares que a chance de golpe militar no Brasil é “zero”. Os senadores ainda estão desconfortáveis com a declaração do general do Exército Hamílton Mourão sobre a possibilidade de uma intervenção militar: “Na minha visão... estamos numa situação de aproximações sucessivas até chegar no momento em que ou as instituições solucionam os problemas políticos com o Judiciário retirando da vida pública esses elementos envolvidos em todos os ilícitos ou então nós teremos de impor isso.”
EXPRESSO (Época)/montedo.com

Exército investiga cabo flagrado por mulher se masturbando no metrô de SP

Exército informou que ele não foi afastado das atividades e que é alvo de investigação. Militar toca clarinete e saxofone na banda do 2º Batalhão de Infantaria Leve.
Cabo Thiago Xavier foi flagrada por passageira no metrô de São Paulo (Foto: Reprodução/TV Globo )
Cabo Thiago Xavier foi flagrada por passageira no metrô de São Paulo
(Foto: Reprodução/TV Globo )
Por G1 Santos
Quase um mês após ser flagrado por uma jovem se masturbando em um vagão do Metrô de São Paulo, o cabo do Exército Thiago Xavier Barboza, de 33 anos, permanece exercendo suas atividades normalmente como músico no 2º Batalhão de Infantaria Leve (2º Bil), em São Vicente, no litoral paulista. Ele é alvo de uma sindicância.
O caso ocorreu às 7h30 do dia 8 de setembro, na Linha Verde do Metrô, e foi noticiado pelo Fantástico, da TV Globo, no último domingo (1º). A jovem, de 21 anos, estava sentada ao lado do militar e o gravou com a câmera do celular, ao perceber movimentos repetitivos que ele fazia sob uma mochila que carregava no colo.
"Pensei: 'Bom, alguma coisa não está normal'. Ele começou a fazer movimentos mais contínuos e mais rápidos. A primeira coisa que eu pensei foi em gritar e pedir ajuda, mas aí, depois, eu vi que podia fazer uma outra ação. Então, eu filmei e tirei foto do indivíduo, para ter uma prova de que aquilo tinha acontecido", disse.
O cabo Xavier foi detido por seguranças de uma estação, depois que a jovem os alertou sobre os atos libidinosos. Na Delegacia de Polícia do Metrô (Depom), os policiais encontraram e apreenderam uma faca e dois objetos eróticos na mochila dele, que negou todas as acusações feitas à autoridade policial.
As imagens captadas pela jovem, enquadrada como testemunha no caso, fizeram com que a polícia o indiciasse por prática de ato obsceno. Ela também prestou depoimento sobre o que viu. Thiago foi liberado na mesma manhã para responder na Justiça sobre o ocorrido, após a assinatura de termo circunstanciado.
A Polícia Civil notificou as Forças Armadas no dia 28 e, segundo o Centro de Comunicação Social do Exército, um procedimento investigativo foi aberto no dia seguinte. A sindicância interna tem prazo de conclusão de 30 dias e, se constatada culpa, o cabo poderá ser preso ou licenciado "a bem da disciplina".
Músico tornou-se militar há um ano e serve no 2º Bil em São Vicente, SP (Foto: Reprodução/TV Globo)
Músico tornou-se militar há um ano e serve no 2º Bil em São Vicente, SP (Foto: Reprodução/TV Globo)
Xavier é músico do Exército Brasileiro e até a última segunda-feira (2) era visto no batalhão exercendo suas atividades normalmente. Ele toca clarinete e saxofone na Banda de Música da unidade, onde, até então, não havia qualquer registro negativo sobre sua conduta de militar, segundo informações oficiais.
Ainda conforme o Exército, Thiago ingressou nas Forças Armadas em 1º de março de 2016, por meio de concurso público para cabo músico temporário. "O militar permanece exercendo suas funções como integrante da Banda de Música, aguardando a solução da sindicância", pontuou. O G1 não conseguiu contato com o militar.
G1/montedo.com

Coronel do Exército não descarta intervenção militar "se necessário", mas afirma que decisão não cabe às Forças Armadas

Comandante de batalhão do Exército em Curitiba não descarta intervenção militar “se necessário”
Coronel Gerson Rolim da Silva também afirmou que decisão não cabe às Forças Armadas
Foto: Divulgação CMC
Por Redação
Comandante do 20º Batalhão de Infantaria Blindado (BIB), o coronel Gerson Rolim da Silva comentou nesta quarta-feira (4) o descontentamento de parte da sociedade com a classe política e os pedidos por intervenção militar. Em declaração na Câmara Municipal de Curitiba, ele não descartou que algo aconteça, mas garantiu que isso só é possível caso se julgue “necessário” pelas instituições.
“Essa decisão não cabe às Forças Armadas. Nós somos apenas cumpridores da Constituição e ela prevê que as instituições vão nos acionar, se isso for julgado necessário. Cabe a nós cumprir o que os Poderes decidirem. Vivemos um momento político difícil, mas as instituições estão funcionando e, enquanto isso estiver acontecendo, estamos acompanhando e juntos. Vamos cumprir o que prevê o artigo 142 da Constituição Federal”, afirmou Rolim.
O comandante esteve na Casa para falar sobre os 75 anos do 20º BIB, comemorados no mês de outubro. A declaração do coronel se deu em resposta ao questionamento do vereador Goura (PDT), que indagou sobre notícias que circulam a respeito de uma eventual intervenção militar no Brasil.

O Sul é o Meu País
Já sobre o movimento separatista “O Sul é o Meu País”, Rolim lembrou que a própria Constituição prevê a união indissolúvel dos estados. “Na Amazônia também se fala em separatismo, mas devemos lutar contra essas ideias”, concluiu.
Banda B/montedo.com

4 de outubro de 2017

Coragem nível hard!

Tem o Batman, o Cavaleiro das Trevas...
O Demolidor, o homem sem medo...
O Clint Eastwood...
O Charles Bronson...
O Chuck Noris...
Mas nenhum se compara com a coragem do soldado Xin Gon Lung!
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Tempo feio no Rio Grande! E o Blog de volta à ativa.

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Um vendaval ocorrido no último domingo aqui em Cruz Alta nos deixou desconectados até esta quarta-feira. Retomamos as postagens a partir de agora. Vamos em frente.

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