27 de junho de 2014

Top: IME é a melhor universidade latina na 'Copa do Mundo da programação'

Em torneio entre universidade, problemas são resolvidos com ajuda do PC.
UFPE também se destacou em competição na Rússia.
Aula de engenharia de computação no Instituto Militar de Engenharia; IME ficou em 26º lugar na 'Copa do Mundo de Programação' universitária. (Foto: Divulgação/Instituto Militar de Engenharia)
Aula de engenharia de computação no Instituto Militar de Engenharia; IME ficou em 26º lugar na 'Copa do Mundo de Programação' universitária. (Foto: Divulgação/Instituto Militar de Engenharia)
Helton Simões Gomes
Do G1, em São Paulo
O Instituto Militar de Engenharia terminou a "Copa do Mundo da Programação", encerrada nesta quarta-feira (25), como a melhor universidade da América Latina da edição deste ano. Reunindo apenas instituições de Ensino Superior, a competição propõe problemas que devem ser solucionados por algoritmos, criados com a ajuda de computadores.
'Copa do Mundo da Programação'
Topo da tabela é dominado por universidades russas e chinesas;
 melhor brasileira, IME supera inglesas
universidades, por posiçãopontuação1ºS.Petersburgo(Rússia)2º Moscou(Rússia)3º Peking(China)4º NacionalTaiwan (China)5º Warsaw(Polônia)26º IME (Brasil)36º UFPE(Brasil)69º USP/SãoCarlos (Brasil)85º Unicamp(Brasil)93º USP (Brasil)103º UFCG(Brasil)02.557.5
Fonte: ICPC
Na 26ª colocação, o IME teve um bom desempenho. Ficou, por exemplo, à frente de todas as organizações britânicas, francesas e alemãs. O renomado Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) ficou apenas duas posições à frente do IME, na 24ª colocação --apenas outras três universidades norte-americanas se saíram melhor que a brasileira. Outro destaque do Brasil no torneio foi a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), que terminou em 36ª.
O IME acertou 3 questões, assim como a UFPE. O que diferenciou as duas foi o tempo gasto para solucionar os problemas. As primeiras posições foram dominadas por universidades da Rússia e China (Veja gráfico).
IME e UFPE compuseram o grupo de seis instituições de Ensino Superior do Brasil que participaram da etapa mundial do 38º International Collegiate Programming Contest (ICPC), em Ekaterinburg, na Rússia. Durante os dias 22 e 25, 122 universidades se reuniram na Universidade Federal de Ural.
Para participar, as brasileiras tiveram que suar. Promovida pela Associação de de Informática (ACM) e patrocinada pela gigante IBM, a "Copa do Mundo da Programação" teve eliminatórias que contaram com 2,2 mil instituições de ensino superior de 94 países do mundo todo.
Durante a competiação, os estudantes têm que solucionar problemas reais com o auxílio de computadores. Diante das máquinas, os alunos podem testar algoritmos desenvolvidos para considerar as diversas circunstâncias das situações apresentadas. Neste ano, foram apresentadas 12 questões, que deveriam ser solucionadas em até cinco horas.
Uma delas dizia que o prédio onde é realizado o ICPC tem o formato de um polígono convexo. A missão dos alunos era definir o número mínimo de câmeras necessárias para cobrir todo o interior do edifício, considerando que o número de paredes podia variar entre três e um milhão e que o número de lugares para instalar os aparelhos poderia ir de um a um milhão.
Outra questão tratava de duas amigas, Misha e Nadia. Misha precisa enviar um pacote a sua amiga Nadia, enquanto as duas estão viajam separadas uma da outra pela Rússia, cujo território é muito extenso. Como o preço pago ao mensageiro depende do tempo gasto na entrega, os alunos teriam que estipular quanto o pacote demoraria para sair das mãos de Misha e chegar às de Nadia. Deveriam considerar que tanto as amigas quanto o mensageiro percorrem a mesma distância no mesmo tempo e que o número de lugares visitados por Nadia e Misha poderia variar de dois a 50 mil.
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G1/montedo.com

Após Copa , 1.600 homens das Forças Armadas deixam Cuiabá

A partir desta quarta-feira (25), homens começaram a voltar às suas bases.
Tropas ficaram 34 dias na capital para ajudar na segurança do evento.
Militares fizeram a segurança no entorno da Arena Pantanal (Foto: Andrea Lobo/ Secom-MT)
Militares fizeram a segurança no entorno da Arena Pantanal (Foto: Andrea Lobo/ Secom-MT)
Do G1 MT
Com o encerramento dos jogos da Copa do Mundo, em Cuiabá, 1.600 agentes das Forças Armadas vão deixar a capital mato-grossense a partir desta quarta-feira (25), segundo o Comando da 13ª Brigada de Infantaria Motorizada, que coordenou os trabalhos na cidade. Eles ficaram 34 dias em Cuiabá para reforçar a segurança antes e durante o mundial de futebol, do qual a cidade foi uma das cidades sede.
Esses 1.600 homens são da Marinha, do Exército e da Força Aérea Brasileira. Durante o período que antecedeu a Copa, eles participaram de treinamentos e operações militares sobre Defesa Aeroespacial e Controle do Espaço Aéreo; Proteção de Estruturas Estratégicas; Defesa Marítima e Fluvial; Cooperação nas Fronteiras; Fiscalização de Explosivos; Segurança e Defesa Cibernética; Defesa Química, Biológica, Radiológica e Nuclear; Prevenção e Combate ao Terrorismo; Emprego de Helicópteros e Força de 
Contingência.
As Forças Armadas ajudaram nos batedores em escoltas, uso de helicópteros e atividades de coordenação de operações aéreas. Contudo, segundo a assessoria da instituição, informou que não foi necessário o emprego da força de contingência, já que não houve nenhum ato de vandalismo e tumulto durante os quatro jogos do evento. Inclusive, devido ao reforço na segurança, o número de ocorrências policiais caiu em Cuiabá durante a Copa.
Ainda foi divulgado o número de ações de segurança. Ao todo, foram realizadas 36 escoltas, contando com 32 motociclistas, voos com aeronaves militares e a segurança de nove instalações ligadas a serviços essenciais.
Ao todo, mais de 3 mil agentes atuaram na segurança durante a Copa em Cuiabá. Além das Forças Armadas, 1.700 homens de Mato Grosso reforçaram a segurança na Arena Pantanal; no Fifa Fan Fest; no Aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande, região metropolitana da capital, e os hotéis onde ficaram as delegações da Fifa.
G1/montedo.com

Militares venezuelanos podem participar de manifestações, desde que sejam pró-governo.

América Latina
Justiça da Venezuela autoriza participação de militares em manifestações pró-governo
Supremo Tribunal de Justiça também não vê problema em membros das Forças Armadas entoarem palavras de ordem chavistas como 'Independência e pátria socialista!'
Manifestante fica deitado no chão, enquanto membros da Guarda Nacional se preparam para atirar durante um protesto da oposição contra o governo do presidente, Nicolás Maduro, em Caracas
Manifestante fica deitado no chão, enquanto membros da Guarda Nacional se preparam para atirar durante um protesto da oposição contra o governo do presidente, Nicolás Maduro, em Caracas - Leo Ramirez/AFP
A Constituição venezuelana diz que as Forças Armadas “constituem uma instituição essencialmente profissional, sem militância política (...) que está a serviço exclusivo da Nação e em nenhum caso de uma pessoa ou grupo político”. Isso não impediu que o Supremo Tribunal de Justiça do país autorizasse os militares a participar de manifestações e atos políticos. “A participação dos integrantes das Forças Armadas em atos com fins políticos não é um descrédito de sua atividade profissional, mas sim um baluarte da participação democrática”, afirmou decisão do tribunal.
O texto constitucional de 1999 também proíbe aos militares “participar de atos de propaganda, militância ou partidários”, no entanto, a mais alta corte do país preferiu interpretar a participação de integrantes das Forças Armadas nesses assuntos como “um ato progressivo de consolidação da união cívico-militar”. A decisão também dá luz verde para os militares entoarem palavras de ordem chavistas como: "Independência e pátria socialista!”, “Viveremos e venceremos!", ou "Viva, Chávez!” e “A pátria continua”. “Em todos os exércitos do mundo existe a saudação militar, cuja manifestação responde à idiossincrasia ou cultura do país ou ao momento histórico, social e político atravessado, uma vez que indica uma demonstração simbólica, profissional e institucional de respeito, disciplina, obediência e subordinação à superioridade hierárquica e ao comandante ao qual responde”, afirma o texto.
A decisão foi tomada em resposta a uma reclamação apresentada pela Frente Militar Institucional, grupo opositor que reúne militares reformados, contra a ministra da Defesa, almirante Carmen Meléndez. Em março, ela ordenou aos membros das Forças Armadas que participassem de uma manifestação a favor do presidente Nicolás Maduro organizada pelo governista Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV). A marcha foi organizada em apoio a atuação da Guarda Nacional Bolivariana nos protestos estudantis que ocorrem no país desde fevereiro.
Com a decisão, o STJ reafirma sua condição de submissão ao chavismo e coloca as Forças Armadas na mesma posição. Em abril, a mais alta corte do país já havia determinado que o direito dos cidadãos de se organizarem em protestos pacíficos "não é absoluto". Também neste caso específico, a Constituição foi interpretada de acordo com os interesses do governo. O tribunal se manifestou após o pedido de um prefeito chavista, Gerardo Sánchez, que comanda a cidade de Guacara, para que fosse analisado o alcance do artigo 68, que garante que os cidadãos têm "o direito de se manifestar pacificamente e sem armas". Em vez de defender o artigo, os juízes afirmaram que todos os cidadãos e organizações políticas têm de informar as autoridades locais e pedir autorização para a realização de protestos pacíficos.
País com as maiores reservas petroleiras do planeta, a Venezuela atravessa uma severa crise econômica. O presidente Maduro, se mostrar saídas para os problemas enfrentados pela população, acusa setores ligados à oposição venezuelana e conservadores dos Estados Unidos e Colômbia de promover uma "guerra econômica" contra seu governo. A inflação alta, a falta de produtos básicos, como papel higiênico, açúcar, farinha e leite, além dos altíssimos índices de criminalidade e da falta de liberdades levaram os venezuelanos às ruas em uma onda de protestos que já dura meses. As manifestações têm sido duramente reprimidas e os confrontos já deixaram mais de 40 mortos, 800 feridos e centenas de detidos.
Veja/montedo.com

Calma, gente!

Ancelmo Góis
O clima ficou tenso entre as Forças Armadas e a delegação do Equador horas antes do jogo contra a França, no Estádio do Maracanã.
É que os militares chegaram ao Sheraton Rio, no Leblon, para a varredura, e os equatorianos não permitiram que as dependências do hotel fossem vistoriadas. (R. A.)
O GLOBO/montedo.com

Adeus, Pelica!

Clarim, toque silêncio!
O soldado 'Pelica' e meu ex-aluno, subtenente Dalmagro

Faleceu ontem em Bagé o soldado corneteiro reformado Luis Carlos, o Pelica, figura lendária da história do MEC (3º Regimento de Cavalaria Mecanizado).
O velho Pelica partiu, mas suas histórias folclóricas serão eternizadas nas lembranças de todos os que já passaram pelo Regimento Forte de Santa Tecla. O céu vai estar mais animado a partir de agora.
Vá em paz, meu irmão.

26 de junho de 2014

Vídeo: uma vila militar nos EUA

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Patrícia Vargas é de Resende (RJ), radicada há anos nos EUA. Ela é militar do US Army e mora com a família no Fort Lee, estado da Virginia. Patrícia é editora do blog Bem Patricinha, onde encontrei este vídeo muito interessante. Nele, podemos acompanhá-la em um tour pela vila militar da base. Vale a pena conferir.

25 de junho de 2014

Cabo do Exército é preso realizando roubos depois do jogo do Brasil

O grupo foi detido enquanto realizava roubos utilizando este carro branco
O grupo foi detido enquanto realizava roubos utilizando este carro branco Foto: Divulgação / PM
Um cabo do Exército foi preso, no fim da noite desta segunda-feira, enquanto realizava roubos na Avenida Brasil, na altura de Deodoro, na Zona Oeste do Rio. Com ele, foram presas outras três pessoas, além de um menor apreendido. Todos estavam em um Gol branco quando foram surpreendidos por policiais militares do 41º BPM (Irajá) abordando uma pessoa que estava no ponto de ônibus.
O cabo do Exército foi identificado apenas como Vagner, de 21 anos. De acordo com a PM, o grupo do qual ele fazia parte iniciou uma sequência de roubos logo após o término do jogo da seleção brasileira contra Camarões. O caso foi registrado na 34ª DP (Bangu), e o menor, de 15 anos, encaminhado à Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA).
EXTRA/montedo.com

Tudo pela reeleição: PR pede e Dilma deve demitir general do DNIT

Segundo informa o jornalista Cláudio Humberto em sua coluna Diário do Poder de hoje (25), o Partido da República exigiu a demissão do general Jorge Fraxe da direção do DNIT. Dilma topou. A cabeça do general será oferecida ao PR juntamente com a do atual ministro dos Transportes, César Borges, em troca do apoio do partido a reeleição da presidente. O general está no cargo desde setembro de 2011.

Todos os gols do Penta

Em tempo de Copa do Mundo, vale a pena conferir. Todos os gols do Brasil nas copas de 1958, 1962, 1970, 1994 e 2002.

China quer atrair nerds para o serviço militar

A China está mudando as exigências para recrutar soldados para o seu serviço militar. A ideia é atrair um pessoal mais educado e inteligente, segundo o jornal estatal “China Daily”.
Recrutas do sexo masculino podem agora ter altura mínima de 1,60 metro. Antes a exigência era de 1,62 metro. Já para as mulheres a altura mínima foi reduzida para 1,58 metro, segundo o jornal, citando como fonte o setor de recrutamento do Ministério da Defesa. O limite de peso para os homens também foi alterado para "permitir a entrada de mais jovens corpulentos" para o serviço militar.
Padrões de visão foram reduzidos porque cerca de 70% dos estudantes universitários na China são míopes. As doenças mentais, incluindo esquizofrenia, transtorno dissociativo, depressão e transtorno bipolar, também foram removidas de uma lista de condições que impediam o alistamento de candidatos.
A flexibilização nos requisitos mostra como o presidente Xi Jinping tenta aprimorar o maior Exército do mundo — com mais de 2 milhões de soldados. Porém, os esforços dos militares chineses para atrair recrutas mais instruídos para lidar com o seu moderno armamento têm sido prejudicados pelo declínio na saúde dos candidatos. De acordo com o departamento de recrutamento do Exército em Pequim, cerca de 60% dos estudantes universitários não passam no exame de aptidão física, e a maioria dos diplomados está acima do peso.

CINTURA MAIS GROSSA E UNIFORME APERTADO
Hoje, o soldado chinês médio é dois centímetros mais alto e tem uma cintura cinco centímetros maior do que há 20 anos, segundo o “China Daily”. Muitos são grandes demais para caber confortavelmente dentro dos tanques de guerra. A exigência da altura de soldados na China é maior do que a do Exército dos Estados Unidos, que aceita pessoas com 1,52 metro, de acordo com o site Military.
O Exército chinês também será mais tolerante com tatuagens. As pessoas que têm menos de dois centímetros de tatuagens à mostra com o uniforme ou um total de dez centímetros de tatuagens estão agora autorizadas a entrar para o Exército. Mas imagens obscenas, violentas ou referentes a organizações ilegais não serão permitidas.
"Alistar mais soldados de alta qualidade é extremamente importante para a construção de uma força militar forte e capaz", diz o “China Daily”, citando como como fonte um funcionário do serviço de recrutamento do Exército.
Recrutas com diplomas universitários da província de Jiangsu vão ganhar pelo menos US$ 25.580 mil durante os seus dois anos de serviço, relatou a fonte.
A China está seguindo o exemplo dos Estados Unidos, que vêm aumentando os incentivos para pessoas graduadas servirem nas Forças Armadas.
O Globo/montedo.com

24 de junho de 2014

Ponderão na balada...


MILICO PONDERÃO/montedo.com

Presidente hondurenho quer renovar aeronáutica com aviões da Embraer

Juan Hernández afirmou que deve receber comitiva da empresa 'em breve'.
País possui, há três décadas, Tucanos fabricados pela fabricante brasileira.
Força Aérea hondurenha já conta com doze aviões Tucano fabricados pela Embraer (Imagem: Nelson Mejía)
Da EFE
O presidente de Honduras, Juan Orlando Hernández, disse nesta segunda-feira (23) que receberá em breve "uma delegação de alto nível" da Embraer "com o objetivo de revitalizar" a Força Aérea de seu país.
Trata-se de um "grupo de trabalho (da Embraer) para Honduras". Além disso, a empresa brasileira tem outros "produtos e serviços que podem nos servir de forma muito importante em relação com a segurança nas fronteiras terrestres", disse Hernández aos jornalistas na Casa Presidencial.
O governante acrescentou que os brasileiros "também desenvolveram centros de comando que podem ser extremamente importantes para Honduras na luta contra o crime organizado internacional e nacional".
Nos últimos anos, Honduras demonstrou vontade de revitalizar sua Aeronáutica, que dispõe de 11 caças F5, de fabricação americana, e uma dúzia de Tucanos, feitos pela Embraer, entre outras aeronaves adquiridas há três décadas.
A maioria dos aviões está fora de serviço por falta de peças de reposição e, no caso dos Tucanos, são aeronaves de treinamento, mas que podem ser equipadas com peças de artilharia, uma das opções para revitalizar a frota, além de adquirir novos aviões através da Embraer.
Hernández conversou com executivos da Embraer durante a visita que fez ao Brasil na semana passada, quando veio ao país para acompanhar a seleção hondurenha em sua participação na Copa do Mundo.
O presidente do país centro-americano também disse que conversou com o chanceler brasileiro, Luiz Alberto Figueiredo, para quem expôs "a necessidade de que Honduras aproxime mais suas relações" com o Brasil.
Também lembrou que uma das suas propostas durante a campanha política foi que buscaria para Honduras relações com países com economias e políticas emergentes como as de Brasil, Rússia, China e Índia.
No caso do Brasil, "é uma economia pujante e temos muitas oportunidades de tirar proveito das relações Honduras-Brasil", disse o governante hondurenho.
Honduras também buscará alianças de investimentos com pelo menos "dez das grandes corporações do mundo" e, segundo Hernández, tal propósito está sendo "cumprido com a empresa Embraer do Brasil".
Além disso, nos "próximos meses" o presidente receberá o governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, para trocar experiências sobre produção agrícola e transferência de tecnologia.
G1/montedo.com

Invasão argentina: Exército reforça segurança na fronteira

Día de movimiento récord en la frontera rumbo a Porto Alegre Ronaldo Bernardi/Agencia RBS
Mais de 2,8 mil argentinos entraram no Brasil por Uruguaiana nesta segunda (23). Desde a última quinta-feira (19), eles já somam mais de 7 mil.  Foto: Ronaldo Bernardi / Agencia RBS
O intenso fluxo de torcedores argentinos que começaram a entrar no Brasil pela fronteira levou a Polícia Rodoviária Federal a pedir o auxílio do Exército para manter a segurança. Trinta homens da 2ª Brigada de Cavalaria Mecanizada atuam no posto de fronteira de Uruguaiana. Os 'hermanos' juntam-se aos compatriotas que já estão no País e prometem lotar o Beira-Rio nesta quarta-feira, para o confronto entre Argentina e Nigéria. (Com informações do jornal Zero Hora)

23 de junho de 2014

Dono fecha prédio de Junta Militar no ES por atraso no aluguel

Imóvel de Junta Militar no ES é fechado por falta de aluguel, diz dono
Dono diz que dívida da prefeitura de Vila Velha ultrapassa R$ 38 mil.
Administração municipal diz que depositou dinheiro nesta segunda-feira (23).
Junta Militar - Imagem: Eduardo Ribeiro
Imagem: Semgov de Vila Velha
Do G1 ES
O prédio onde é sediada a Junta Militar de Vila Velha, no bairro Prainha, na Grande Vitória, teve seus dois portões de ferro soldados no início da tarde desta segunda-feira (23), por conta da falta de pagamento do aluguel, segundo o locatário do imóvel, José Roberto Costa. De acordo com o proprietário do local, há nove meses o valor não é depositado, contabilizando um prejuízo de mais de R$ 38 mil. Procurada pelo G1, a prefeitura informou que a transferência bancária para o pagamento do aluguel foi efetuada na manhã desta segunda-feira.
José Roberto informou que vários setores da prefeitura foram contatados durante esses nove meses e todos prometeram realizar o pagamento, mas não o efetivaram. "Eu pedi ao vereador, prefeito, secretário do governo, secretário de assuntos exteriores e todos prometeram, mas não fizeram nada. Por isso tive que tomar essa atitude", contou.
De acordo com José Roberto, o aluguel, que é R$ 4.230 por mês e aplicado à prefeitura há cerca de três anos, deixou de ser depositado desde setembro de 2013. "Eu alugava o local desde a época do prefeito anterior. Ele me pagava direitinho, agora com a nova liderança, eles não me dão nem assunto. Eu estou a ponto de perder meu plano de saúde por causa disso. Nunca mais na minha vida eu vou mexer com isso", disse.
A prefeitura de Vila Velha limitou-se em dizer que uma transferência foi realizada, mas não informou a quantia. Ainda segundo a prefeitura, os jovens que precisarem prestar serviços militares não serão prejudicados, uma vez que os atendimentos voltarão a funcionar com normalidade em breve, conforme garantiu a prefeitura.
G1/montedo.com

Tenente da Aeronáutica desaparecida passa a ser procurada pela Interpol

Com dados na "Difusão Amarela", militar será procurada em outros países.
Mírian Tavares, de 42 anos, desapareceu em Belo Horizonte em maio.
Militar do Sul de Minas desaparecida passa a ser procurada pela Interpol (Foto: Reprodução Interpol)
Militar do Sul de Minas desaparecida passa a ser procurada pela Interpol (Foto: Reprodução Interpol)
Lucas Soares
Do G1 Sul de Minas
A Interpol, Organização Internacional de Polícia Criminal, fez um alerta internacional para a busca da tenente da Aeronáutica de Varginha (MG), Mirian Márcia Tavares, de 42 anos, que desapareceu em Belo Horizonte (MG) no dia 3 de maio. Os dados da militar foram incluídos na "Difusão Amarela", uma lista do órgão que tem como objetivo localizar pessoas desaparecidas ou incapazes de identificar-se nos 190 países de alcance da Interpol. Na prática, a partir de agora, a tenente passa a ser procurada também em aeroportos e em outros países.
"Como a Mirian não aparece viva ou morta, por ela estar com depressão, ela pode ter surtado e seguido seu caminho sem rumo, podendo até ter ido para outros países. Por isso pedimos para a Polícia Federal e a Interpol que fizesse esse alerta", disse o jornalista Pérsio Tavares, irmão de Mirian.
Tenente Mirian Tavares foi vista pela última vez no sábado (3). (Foto: Divulgação/Polícia Civil)
Tenente Mirian Tavares foi vista pela última vez no
dia 3 de maio em BH. (Foto: Divulgação/Polícia Civil)
Desde que desapareceu no início de maio, a família da tenente da Aeronáutica aguarda notícias ou informações do paradeiro da militar. O carro de propriedade dela, um Pálio Cinza Escuro com placas de Varginha (MG), também não foi encontrado. A família também entrou em contato com a Presidência da República solicitando ajuda, já que a tenente prestava serviços para as Forças Armadas.
"Na semana passada o Ministério da Justiça entrou em contato comigo pedindo informações de onde foi registrado o boletim de ocorrência, quem era o delegado responsável e eles disseram que iriam entrar em contato com a polícia para se inteirarem do caso. Agora estamos aguardando alguma posição", disse o jornalista.
Por telefone, o delegado Tiago Sairava, da Delegacia Especializada em Localização de Pessoas Desaparecidas, de Belo Horizonte, informou ao G1 que ainda não há novidades no caso e que a Polícia Civil segue investigando o caso. Ainda não há pistas do paradeiro da militar.

Desaparecimento
Conforme a família, Mírian teria saído de casa apenas com a roupa do corpo e o carro de propriedade dela, um Pálio cinza escuro, com placas de Varginha (MG), no sábado dia 3 de maio. Antes, ela fez um depósito no valor de R$ 30 mil para a irmã. O desaparecimento foi descoberto apenas dois dias depois, quando uma amiga que divide o apartamento com a tenente encontrou uma carta dizendo que ela iria para a estrada. Desde então, helicópteros da Polícia Civil e da Aeronáutica fizeram buscas pelas serras do Cipo, das Mangabeiras, do Macaco e também por rodovias de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Bahia. No entanto, nada foi encontrado.
A Polícia também apurou uma denúncia que dizia que uma pessoa viu uma mulher com as características de Míriam na região da Serra do Cipó, mas a informação foi descartada após apuração.
G1/montedo.com

Após tentativa de suicídio, soldado sul-coreano que matou cinco colegas e feriu oito é capturado

Homem foi cercado em região montanhosa do país.
Antes de ser preso, militar atingiu sargento e tentou se matar.
Uma ambulância militar transporta um soldado que matou cinco companheiros na Coreia do Sul. (Foto: Han Jae-ho / News1 / Via Reuters)
Ambulância militar transporta soldado que matou cinco companheiros na Coreia do Sul  (Foto: Han Jae-ho/News1/Reuters)
Da EFE
O Exército da Coreia do Sul capturou nesta segunda-feira (23) um soldado que fugiu no sábado (21) após ter matado cinco companheiros e ferido outros sete em um quartel próximo à fronteira norte-coreana. O militar de 22 anos foi identificado apenas por seu sobrenome, Lim. Os homens feridos estão fora de perigo.
As Forças Armadas sul-coreanas, que mantinham o fugitivo cercado desde domingo (22), conseguiram apanhar o homem com vida às 14h55 (2h55 em Brasília) depois que ele tentou se matar, confirmou um porta-voz do Ministério da Defesa de Seul à agência espanhola EFE.
O soldado "foi levado ao hospital, embora não se tema por sua vida", disse o porta-voz da Defesa.
Leia também:
Soldado sul-coreano mata cinco colegas em um posto da fronteira
O caso aconteceu no sábado, quando, após concluir seu turno, Lim detonou uma granada e abriu fogo com sua espingarda de forma indiscriminada, em um posto localizado na cidade de Goseong, na província de Gangwon, no nordeste do país, próximo à Zona Desmilitarizada entre as duas Coreias.
Após o incidente, o soldado se refugiou nas montanhas próximas, levando consigo uma granada, uma pistola e 60 balas. Cercado, ele atacou seus perseguidores e feriu mais um sargento.
Por enquanto, os motivos do ataque não são conhecidos, embora se saiba que, quando começou o serviço militar obrigatório, o soldado foi inscrito na lista de militares que requerem atendimento especial, por "dificuldades de adaptação".
G1/montedo.com

O acidente aéreo que matou o Marechal Castelo Branco

Soldado que carregou corpo de Cândido Castello Branco narra episódio
Francisco Cavalcante, então soldado da FAB, carregando o corpo do irmão do Marechal Castelo Branco,
uma das cinco vítimas do acidente aéreo (Reprodução: O Povo)
A publicação do livro sobre fotojornalismo do O POVO fez voltar um personagem ligado ao acidente de Castello Branco

Demitri Túliodemitri@opovo.com.br
Fortaleza (CE) - A fotografia, romantizam alguns, é uma ponte para os encontros. Pois que seja. A republicação de uma imagem histórica na capa do livro Linha do Tempo, Fotojornalismo O POVO: 1928-2013, quarenta e sete anos depois do clique de Manuel Cunha, deu em conversas e lembranças na família Cavalcante. Parte dela habitante do bairro Montese. E o personagem principal da foto um exilado, por conta própria, de um sítio em Caucaia - município da Região Metropolitana de Fortaleza.
Quase meio século depois, Francisco Uchôa Cavalcante, hoje aos 66 anos de idade, rodou na memória o dia em que o destino lhe pôs frente a frente com o ex-presidente do Brasil Humberto de Alencar Castello Branco. Era 18 de julho de 1967 e as circunstâncias trágicas marcaram a história do então soldado da Base Aérea de Fortaleza. “Eu tinha 19 anos quando essa foto foi tirada”, recorda.
Francisco Cavalcante Uchôa é o militar que aparece, no centro da fotografia, carregando nas costas o corpo de Cândido Castello Branco. O irmão do marechal que se tornou o primeiro presidente do Brasil após golpe militar de 31/3/1964.
Horas depois da queda do avião que matou o Castello Branco e outras quatro pessoas, uma equipe da Polícia da Aeronáutica foi enviada ao local para tentar resgatar alguém com vida. “Havia a informação que dificilmente encontraríamos sobreviventes”, conta.
Capa do Jornal do Commércio do RJ - 19 de julho de 1967
Uchôa, nome de guerra usado no quartel, lembra que os militares haviam acabado de tomar café da manhã quando chegou a notícia sobre o desastre aéreo. Um choque entre um caça da Força Aérea Brasileira (FAB) e um avião civil que transportava o ex-presidente Castello Branco. Precisavam de voluntários para ir até o lugar da queda. Uma mata fechada que ficava por trás da Chesf, na época bairro do Mondubim e, hoje, entorno do Conjunto Prefeito José Walter.
Quarenta minutos após uma caminhada de quatro quilômetros e abertura de uma picada, Francisco Uchôa e outros militares chegaram ao lugar. Mas era tarde para os quatro passageiros do “avião de Castello”. O marechal cearense, Cândido Castello Branco, a escritora Alba Frota e o major Manoel Nepomuceno de Assis estavam mortos. “Não é verdade dizer que o ex-presidente ainda agonizava. Quando chegamos, ele já não tinha vida”, testemunha.
O avião, lembra Francisco Uchôa, caiu numa floresta de pés de sabiás e outras árvores de madeira forte. Ao lado da aeronave, estavam os quatro corpos, o piloto Celso Tinoco – que faleceu no hospital da Base Aérea – e o co-piloto Emílio Celso Tinoco, filho do piloto e único sobrevivente do desastre.
Antes dos militares, conta Francisco Uchôa, “um vaqueiro” de uma fazenda daquelas bandas teria chegado primeiro ao local. Na verdade, três funcionários da Chesf avistaram o avião em queda e se embrenharam pela mata até os destroços. Com machados, eles teriam “rasgado” o bimotor (um Piper Aztec) e retirado os quatro passageiros e os dois tripulantes. “Reclamaram da forma como transportamos as pessoas, estavam mortas. E não havia essa história de perícia, isolamento da área. As condições de resgate eram precárias”, relembra o personagem da fotografia que correu o Brasil e o mundo em 1967. Registro imortalizado pelo repórter-fotográfico Manuel Cunha.

SERVIÇO
Linha do Tempo, Fotojornalismo O POVO: 1928-2013 é livro que foi lançado para comemorar os 85 anos de fotojornalismo praticados no jornal. São 80 imagens sobre a história dos cotidianos de Fortaleza, do Ceará e do País.
O POVO/montedo.com

Aviação do Exército treina no interior de São Paulo

Pilotos do Exército fazem treinamento de combate em fazenda de São Carlos
Aproximadamente 100 militares participam das atividades até a próxima sexta.
Presença das aeronaves chamou a atenção de crianças e adultos da região.
Pilotos do exército devem continuar em treinamento na região de São Carlos, até sexta-feira (Foto: Paulo Chiari/EPTV)
Pilotos do Exército devem continuar em treinamento na região até sexta-feira (Foto: Paulo Chiari/EPTV)
Do G1 São Carlos e Araraquara
Uma fazenda de São Carlos (SP) foi transformada em uma base militar nesta semana. Cerca de 100 soldados estão na região para um treinamento de pilotos de combate que ocorre até sexta-feira (27). A atividade é específica para atuar em missões em que é necessário o apoio do Exército. A presença das aeronaves chamou a atenção da população.
Para o autônomo Erickon Ander Batista foi muito bom poder acompanhar o treinamento. “É uma atração diferente, a gente não está acostumado com esse tipo de evento. Já tinha visto por televisão, mas assim ao vivo é a primeira vez”, contou.
O capitão do Exército Marcos Perez de Castro explicou que os pilotos colocam em prática toda a teoria aprendida em sala de aula, como operações de reconhecimento, ataque e missões em áreas urbanas. “Eles também apreendem a navegar utilizando a carta do helicóptero, que é uma dificuldade diferente para o piloto militar”, completou.
Cerca de 100 militares participam de treinamento para ações de combate em São Carlos (Foto: Paulo Chiari/EPTV)
Cerca de 100 militares participam de treinamento para ações de combate (Foto: Paulo Chiari/EPTV)
A operação é a etapa final de um curso para formação de pilotos. Além de treinar manobras, eles precisam localizar alvos de possíveis inimigos. As missões também serão realizadas em Itirapina e Dourado, por estarem perto da base do Exército de Pirassununga. “A operação é de garantia da lei da ordem, por exemplo, a segurança na Copa do Mundo ou do Papa quando ele visitou Brasil”, explicou Castro.
Os militares também dão apoio em terra para o exercício. Um acampamento foi montado para abrigar mecânicos e a equipe responsável pelo abastecimento das aeronaves. Para quem nunca viu o Exército em missão, o domingo foi especial.
A auxiliar de escritório Leila Batista gostou de saber como é o trabalho dos militares. “Nos piores momentos, eles sempre estão ali, então é sempre bom prestigiá-los assim, demonstrando o trabalho deles”, disse. (R. A.)
G1/montedo.com

22 de junho de 2014

Forças Armadas devem deslocar militares de outras sedes para garantir segurança na final de Copa

Militares devem reforçar segurança na final da Copa
Agentes das Forças Armadas devem ser deslocados das cidades-sedes para atuar no Rio
Maracanã será palco da final da Copa, em 13 de julho (imagem: Wikipédia)
Agência Estado
O governo já começa a preparar o esquema de segurança para a final da Copa do Mundo, no dia 13 de julho, no Maracanã, e prevê o uso das Forças Armadas no Rio. A reportagem da Agência Estado apurou que os militares que estão hoje deslocados em diversas sedes pelo Brasil serão realinhadas para atuar na capital fluminense.
Se a final já seria uma partida de alto risco, os resultados da Copa indicam que não será impossível uma decisão entre duas seleções sul-americanas. Na prática, isso significaria uma invasão da cidade por torcedores de ambos os países.
A Fifa não quer a militarização da Copa e resistiu à proposta governamental. Mas teve de ceder em relação à final da competição — mesmo porque, o Maracanã já registrou duas invasões de torcedores, de chilenos e argentinos.
O número final de pessoas envolvidas na segurança da final da Copa ainda não está definido. Mas o que está certo é que o reforço virá de todas as regiões do País.
Além da proteção de torcedores e da "Família Fifa", o que está levando o governo a usar as Forças Armadas é o fato de que um número cada vez maior de chefes de Estado estão indicando ao Itamaraty e ao Palácio do Planalto que planejam viajar ao Rio para acompanhar a final da Copa.
R7/montedo.com

Soldado do exército é preso com moto roubada em Cabo Frio, RJ

Policiais observaram que moto estava sem placa e abordaram militar.
Prisão aconteceu em Unamar, segundo distrito de Cabo Frio.

Do G1 Região dos Lagos
Um soldado do exército foi preso com uma moto roubada em Cabo Frio, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro, na última sexta-feira (20). Segundo a polícia, Leandro Gomes do Nascimento, de 18 anos, foi abordado por policiais em uma rua de Unamar, segundo distrito da cidade. Os pms observaram que a moto estava sem placa e resolveram pedir o documento do veículo. Foi quando a polícia constatou que o automóvel era roubado. Ele vai responder por receptação.
G1/montedo.com

Soldado sul-coreano mata cinco colegas em um posto da fronteira

Seul, 21 jun (EFE) - Um soldado do exército da Coreia do Sul matou a tiros neste sábado cinco companheiros da mesma unidade e feriu outros cinco em um posto militar próximo à fronteira entre as duas Coreias. O sargento abriu fogo indiscriminadamente no posto da cidade de Goseng, na província de Gangwon, próximo à Zona Desmilitarizada entre as duas Coreias, contaram fontes militares à agência local "Yonhap". O suspeito, cuja identidade não foi revelada, foi preso após atirar aleatoriamente contra seus colegas. As fontes militares consultadas descartam que o incidente esteja relacionado ao conflito com a Coreia do Norte. Cinco dos soldados atingidos morreram no local, e os outros cinco feridos foram transferidos para um hospital próximo. O incidente lembra outro semelhante, que aconteceu em 2005 em uma unidade militar da fronteira com Coreia do Norte, quando um soldado sul-coreano matou oito outros soldados lançando uma granada de mão no barracão onde dormiam e metralhá-los depois. O soldado Kim Dong-min, de 22 anos, foi condenado à morte após confessar que tinha atacado os soldados em um ataque de raiva. Ele alegou que sofria bullying.
R7/montedo.com

Conheça as guerras mais estúpidas da história militar

Um olhar sobre ações impulsivas, tolices e trapalhadas da história
Fabio Marton
Nas guerras, diz o sociólogo Herbert C. Kelman, da Universidade de Harvard, o processo de desumanização é condição sine qua non. Isso porque, quando se passa a olhar os adversários como se não fossem serem humanos, eles “não provocam mais compaixão e respostas morais, e devem sofrer de violência como resultado”, explica.
Se multidões enfurecidas são irracionais, os líderes que provocam essas massas não se saem melhor. “Nossa teoria é que guerras são iniciadas por pessoas, não por ideologias. E pessoas frequentemente tomam decisões apressadas e estúpidas”, disse a AVENTURAS NA HISTÓRIA o jornalista norte-americano Michael Prince, coautor de Guerras Estúpidas – Um Guia Sobre Golpes Fracassados, Ações Sem Sentido e Revoluções Ridículas, escrito em parceria com Ed Strosser.

TUDO POR DINHEIRO | A vergonha da Quarta CruzadaEm 1202, o exército cruzado, com voluntários da Europa, estava em Veneza, cheio de fé e fúria – e nenhum tostão no bolso. Tentou alugar uma frota de barcos para Jerusalém, que pretendia reconquistar das mãos islâmicas, nas quais havia caído em 1187. Enrico Dandolo, o doge de Veneza, fez uma proposta: se os cruzados o ajudassem a capturar Zara, localidade croata rival comercial da cidade italiana, ele bancaria a viagem. Cego e com 95 anos, o mandatário fez os votos de cruzado e embarcou com os soldados supostamente rumo à Terra Santa, parando no caminho para trucidar os cristãos croatas, que em vão levantaram cruzes para mostrar que estavam do mesmo lado. A ameaça de excomunhão feita pelo papa Inocêncio III pouco valeu. Dandolo seguiu para Constantinopla e conquistou o lugar. Ricos com as pilhagens, os cruzados pagaram sua dívida e esqueceram a missão. No final, “o doge recebeu o pagamento na íntegra, mas os santificados guerreiros jamais puseram os pés em Jerusalém”, relatam Prince e Strosser.

Pelo senso comum, entrar numa empreitada cujo resultado depende da destruição de vidas e lugares deveria ser uma decisão extrema, tomada apenas após profundas considerações. Mas o que se vê, em quase todos os exemplos levantados no livro, são ações impulsivas, malplanejadas ou iniciadas por pura inércia. Entre 1979 e 1989, os soviéticos se atolaram no Afeganistão por um mero reflexo do espírito imperial russo – exatamente como haviam feito quatro décadas antes, durante a invasão da Finlândia, pouco antes do início da Segunda Guerra, e com os mesmos resultados.
Em 1982, a ditadura militar argentina acreditava que as Ilhas Malvinas eram tão insignificantes que o Reino Unido simplesmente não se interessaria em mandar uma força para reconquistá-las. A América do Sul, a propósito, é uma das “estrelas” dos episódios comentados pelos autores, empatando com os Estados Unidos em número de capítulos. Quatro das guerras da vizinhança foram classificadas entre as mais estúpidas da história: além do conflito nas Malvinas, a Guerra do Paraguai, a do Pacífico e a do Chaco.

O VIETNÃ SOVIÉTICO | Guerrilha islâmica pôs os russos para correrO Afeganistão fazia parte da vasta região do planeta que a Rússia considera seu quintal – a visão imperial não era diferente na época do regime soviético e do tempo dos czares. Em 1979, a União Soviética invadiu o país para apoiar o regime comunista local, ameaçado por facções islâmicas. “Assim como nos velhos tempos, quando o Exército Vermelho esmagou a oposição na Hungria em 1956 e na Tchecoslováquia em 1968, os russos acharam que a filosofia de Marx e Lenin seria mais bem ensinada com tanques metralhando o populacho”, dizem Strosser e Prince. Se os soviéticos riram dos EUA saindo do Vietnã, batidos pela guerrilha vietcongue, agora era a vez dos americanos. Mas não ririam por último. Com dinheiro da CIA, militantes islâmicos, entre os quais Osama bin Laden, fundaram a Al Qaeda – e a história segue ainda hoje.

“Na Guerra da Tríplice Aliança (a Guerra do Paraguai), as ações do líder paraguaio Solano López só podem ser interpretadas como insanas. A guerra inteira se tornou um exercício em estupidez assassina, conduzida em nome de sua obscena vaidade, movida por sua amante (a ex-prostituta irlandesa Eliza Lynch)”, destacam.
Vaidade, desejo de honra e glória e certo ethos machão. As características, abundantes na América do Sul, explicam a profusão de disputas sem sentido na região, mas estão longe de ser exclusividade local. Entre eventos citados no livro – passados da Roma Antiga às Cruzadas, na Alemanha Nazista e na União Soviética –, uma imagem começa a se formar: a do guerreiro estúpido através das eras. Esse tipo se forma, nas palavras de Prince, por uma combinação de “hubris [ambição desmedida] e poder. Eles nunca acreditam que possam estar errados e seus sucessos anteriores os levam a problemas épicos”.

SUJO CONTRA MAL-LAVADO | Orgulho ferido moveu a Guerra do ChacoIndo dos Andes bolivianos até o Pantanal do Brasil, o Chaco é um deserto ou pântano, dependendo da estação do ano. E foi por esse grande pedaço de nada que, entre 1932 e 1935, os dois países mais pobres da América do Sul se digladiaram. Ambos com feridas de guerras passadas fazendo mancar o parco orgulho nacional: a Bolívia, por ter perdido seu litoral para o Chile, na Guerra do Pacífico, de 1879; o Paraguai, por ter perdido quase tudo na guerra contra a Tríplice Aliança, na década de 1860. Nos combates pelo Chaco, até 130 mil pessoas padeceram de ambos os lados, tudo isso apenas para provar que, por mais miserável que fossem, um não era mais fraco que o outro. “Certos países [...] habitam a categoria de perdedores da história. Para eles, o jeito de sair dessa categoria é bater em alguém. Qualquer um. Mas o que eles não entendem é que bater em outro perdedor não os coloca na categoria de vencedores”, registram os autores de Guerras Estúpidas.

Pode-se acrescentar que não raro subestimam os inimigos, como é possível ver no exemplo dos EUA achando que 1500 paus mandados seriam capazes de derrubar a ainda jovem Revolução Cubana. O que não quer dizer que todas as batalhas são igualmente estúpidas. “Só a maioria”, diz Prince. “Claramente, a Segunda Guerra precisava ser lutada”, afirma. “Hitler, Mussolini e os líderes militares japoneses, todos tinham péssimas intenções, e o mundo precisava se juntar para derrotá-los.”
O livro nasceu de uma conversa de bar entre os então colegas do curso de História da Universidade de Boston. Prince e Strosser discutiam um evento pouco conhecido: 5 mil soldados dos EUA invadiram a Sibéria em 1919. “Ficamos estupefatos em perceber quão ridículo e desconhecido o episódio era”, diz Prince.

ACIMA DE QUALQUER SUSPEITA | EUA queriam derrubar Fidel Castro sem que a ação parecesse coisa delesEm 17 de abril de 1961, 1500 exilados cubanos desembarcaram na Baía dos Porcos, no sul de Cuba. O embaixador norte americano na ONU, Adlai Stevenson, repetia que as movimentações, detectadas meses antes, eram ações de um grupo de “cubanos patriotas”. A despeito de o New York Times ter publicado em janeiro que a CIA estava treinando cubanos para derrubar Castro. A Rádio Moscou anunciou o ataque quatro dias antes. “O problema para a CIA era criar uma força invasora poderosa o suficiente para vencer... mas não tão forte a ponto de revelar o apoio americano. A invasão, em essência, tinha que ser cubanizada – feita para parecer amadora.” Nesse ponto, a agência fez um belo trabalho: em três dias, os 1202 rebeldes que escaparam da morte estavam na prisão em Havana.

Sem condições de sobreviver no ambiente hostil da Rússia, americanos, ingleses e franceses tiveram que se retirar com o rabo entre as pernas. “Nenhuma guerra é engraçada. Há muitos ‘contos de glória’ na maioria da história escrita, na qual generais e políticos, que tomam decisões estúpidas que levam a muitas mortes, são tratados de forma frívola. Qualquer líder que começa uma guerra merece o mais duro escrutínio”, afirma o jornalista.

CONSPIRADORES COVARDES | Faltou coragem para matar HitlerNem a mais nobre das conspirações foi poupada na crítica de Strosser e Prince. Em 20 de julho de 1944, uma bomba de explosivo plástico detonou numa sala de reuniões na Toca do Lobo, o quartelgeneral secreto dos nazistas. Quatro figuras de alto escalão morreram. Nenhuma delas se chamava Adolf Hitler. O plano era agir com duas bombas, mas apenas uma delas explodiu – e estava na posição errada, poupando o führer e a maioria dos seus partidários. Foi plantada pelo coronel Claus von Stauffenberg, veterano do Exército alemão que desprezava os crimes nazistas e havia perdido um olho, a mão direita e dois dedos da esquerda em combate. “Stauffenberg, com apenas três dedos, teve problemas para ajustar a contagem regressiva do detonador. Embora conseguisse armar, foi incapaz de colocar a bomba reserva dentro da pasta”, afirmam Strosser e Prince. O coronel era parte de uma vasta conspiração contra Hitler, batizada de Orquestra Negra por seus inimigos nazistas. Por falta de voluntários, o mutilado veterano foi obrigado a cuidar dos artefatos, mas ele próprio não pretendia se sacrificar. Tanto é que já estava longe quando a maleta com a bomba foi mudada de posição por um oficial incomodado com o estorvo no caminho. Pode-se dizer que o apego à vida demonstrado por Stauffenberg e seus colegas foi a receita para o desastre: com Hitler sofrendo apenas ferimentos leves, em menos de 24 horas, todos os principais conspiradores foram executados.

Saiba mais
Livro
Guerras Estúpidas, Ed Strosser e Michael Prince, Record, 322 págs., R$ 44
e-Guia do Estudante/montedo.com

21 de junho de 2014


RadioConnectMusic (FB)/montedo.com

Candidato aprovado em concurso do Exército e não efetivado tem direito a indenização

O TRF da 1.ª Região confirmou o direito a indenização de candidato aprovado em concurso público para o Exército Brasileiro, que não teve sua incorporação efetivada por erro da Administração. A decisão unânime foi da 5.ª Turma do Tribunal, após o julgamento de apelação interposta pela União Federal contra sentença da 3.ª Vara Federal de Mato Grosso, que a condenou ao pagamento de indenização por danos morais e materiais ao requerente.
O candidato entrou com a ação indenizatória por não ter sido incorporado após participação no processo seletivo para a patente de Sargento Técnico Temporário, em 2009. Após a análise do seu currículo, ele foi aprovado para as fases seguintes, inclusive a inspeção de saúde em que foi considerado apto para o serviço do Exército. Diante da aprovação, pediu demissão do emprego que possuía e, por não ter sido incorporado, requer a indenização. O juízo de primeiro grau concedeu o seu pedido e determinou o pagamento de indenização por danos materiais no valor de R$ 402,18 e de R$ 20 mil a título de danos morais.
A União, no entanto, não concordou com a determinação e recorreu ao TRF1 com o argumento de que a sentença viola os princípios da separação dos Poderes, da discricionariedade, da conveniência e oportunidade, conferidos ao Administrador, pois considera como obrigatória a nomeação de candidato participante do processo seletivo, quando, em casos como este, o requerente possuiria apenas a mera expectativa de direito à incorporação às fileiras do Exército.
No entanto, para o relator do processo na 5.ª Turma ficou evidente que o autor sofreu abalos de natureza econômica e moral em virtude da frustração de não ter sido convocado por erro da própria Administração, que disponibilizou uma vaga para Técnico em Informática e, ao descobrir o equívoco, simplesmente comunicou ao candidato que não seria mais possível efetivar sua incorporação. O entendimento do magistrado de que não se permite à própria Administração que se divorcie dos seus regramentos internos, gerando direitos inexistentes, chamando candidatos à inscrição e, depois de concluídas as etapas do certame, deparando-se com equívoco insanável foi seguido, de forma unânime, pelo colegiado.
Assim, foram mantidos a sentença e os valores das indenizações por danos materiais e morais. Conforme iterativa jurisprudência do TRF1 e do STJ, o valor arbitrado não pode ser ínfimo ou exagerado. Assim, entendo razoável fixar o valor da indenização por danos morais não no valor postulado pela parte requerente (R$ 40.000,00), mas em R$ 20.000,00, importância que entendo suficiente para reprimir o abuso cometido no caso concreto, decidiu o relator. (R. A.)
Processo n.º 2010.36.00.004401-6
Âmbito Jurídico/montedo.com

Acre: soldado do Exército é preso em flagrante por conduzir moto roubada

Soldado Rai foi preso pela PM do Acre (Imagem: PM de Senador Guimard)
Senador Guiomard (AC) - A guarnição da Polícia Militar do BPTRAN que presta serviços no trevo de Senador Guiomard com o apoio da Guarnição do 9° BPM do Quinari, prenderam em flagrante na manhã desta sexta-feira (20) o soldado do 7° Batalhão de Engenharia (7º BEC)  por estar com uma moto furtada. 
Rai Ferreira de Oliveira chegou ao posto da polícia aparentando nervosismo e queixou-se de que havia sido vítima de um roubo a poucas horas no assentamento Pirão de Rã. Contudo, quando a guarnição solicitou a documentação necessária, Rai não apresentou o documento da moto e uma CNH de outra pessoa. Além do mais, a moto não tinha chave. A se contradizer em vários questionamentos, os militares realizaram uma consulta e constataram que a motocicleta havia sido furtada em Rio Branco no último dia 18. O militar confessou que levaria a moto para Plácido de Castro e depois para o lado boliviano a pedido de um outro comparsa. Foi dada voz de prisão ao soldado que foi encaminhado a delegacia de Senador Guiomard e ficará a disposição da justiça.
PM AC/montedo.com

Militar ganha R$ 3 mil de indenização por extravio de bagagem

Lidiane Kober

Escalado para uma missão especial em outra cidade, um militar de Campo Grande ganhou direito a indenização de R$ 3 mil depois de companhia aérea extraviar sua bagagem e deixá-lo sem farda e equipamentos. A falta do material o tirou de comando de operação na selva amazônica.
A decisão é do juiz titular da 13ª Vara Cível de Campo Grande, Alexandre Corrêa Leite. “É fácil deduzir a preocupação e a angustia do autor ao ser deixado em seu destino só com a roupa do corpo, vendo-se despojado de sua mala, de seus pertences pessoais, roupas íntimas, objetos de trabalho e sem saber se suas bagagens lhes seriam restituídas”, analisou.
Segundo o militar, no dia 29 de outubro de 2007, reservou uma passagem aérea de Curitiba (PR) a Manaus (AM), com escala em Brasília. Porém, já no aeroporto de Curitiba, houve atraso no embarque devido ao mau tempo e seu voo foi alterado para conexão em Guarulhos (SP), de onde seguiria para o seu destino final.
Em Manaus, ele verificou que a bagagem foi extraviada. Sem a mala, o militar do Exército ficou sem a farda e demais equipamentos, o que o impossibilitou de exercer o comando da operação, visto que seus pertences foram devolvidos apenas na sua viagem de retorno.
Na ação, ele sustentou que a situação lhe causou dano moral não apenas pela frustração pelo propósito da viagem, como também por ter sido despojado de seus pertences e da aflição de não saber se seu material de trabalho seria recuperado.
Em contestação, a companhia aérea não negou a prestação de serviços de transporte ao autor nem o extravio da mala, mas alegou que o caso não se aplica a legislação de consumo. Disse ainda que não há prova do prejuízo, de modo que o pedido de indenização deve ser julgado improcedente.
Ao analisar os autos o magistrado observou que cabia à companhia aérea apresentar provas que mostrem que o defeito alegado pelo autor não ocorreu. No entanto, ela sequer questiona que deixou de entregar a bagagem no momento do desembarque e nem diz qual a razão da sua omissão, o que deixa evidente que houve descumprimento contratual. (R. A.)
CAMPO GRANDE NEWS/montedo.com

20 de junho de 2014

Dilma veta projeto que concedia isonomia para os militares do QESA


O Diário Oficial da União publica hoje (20) o veto da presidente Dilma Roussef a  Emenda 72 à MP 632, aprovada pelo Senado Federal em 28 de maio. A emenda visava conceder isonomia aos integrantes do Quadro Especial de Sargentos da Aeronáutica (QESA), garantindo à categoria os direitos das integrantes do Quadro Feminino da Aeronáutica, bem como ao Quadro de Taifeiros da Aeronáutica.A emenda vetada por Dilma garantia a promoção até Suboficial, com direitos e prerrogativas inerentes à graduação. O benefício abrangeria os militares transferidos para a reserva após 21 de fevereiro de 1984 e as pensionistas dos que faleceram após 31 de julho de 2000.





Confira um extrato dos principais textos da publicação no Diário Oficial:

Dispõe sobre remuneração das Carreiras e dos Planos Especiais de Cargos das Agências Reguladoras, das Carreiras e do Plano Especial de Cargos do Departamento Nacionalde Infraestrutura de Transportes - DNIT, das Carreiras e do Plano Especial de Cargos do Departamento Nacional de Produção Mineral - DNPM, da Carreira de Perito Federal Agrário, das Carreiras do Hospital das Forças Armadas, da Fundação Nacional do Índio - FUNAI, dos empregados de que trata a Lei no 8.878, de 11 de maio de 1994; autoriza a prorrogação de contratos por tempo determinado; cria cargos em comissão do Grupo-Direção e AssessoramentoSuperiores - DAS; altera as Leis nos 10.871, de 20 de maio de 2004, 10.768, de 19 de novembro de 2003, 11.357, de 19 de outubro de 2006, 10.882, de 9 de junho de 2004, 11.539, de 8 de novembro de 2007, 12.094, de 19 de novembro de 2009, 12.800, de 23 de abril de 2013, 11.171, de 2 de setembro de 2005, 12.702, de 7 de agosto de 2012, 10.550, de 13 de novembro de 2002, 11.046, de 27 de dezembro de 2004, 11.784, de 22 de setembro de 2008, 11.907, de 2 de fevereiro de 2009, 8.112, de 11 de dezembro de 1990, 8.745, de 9 de dezembro de 1993, 11.356, de 19 de outubro de 2006, 12.528, de 18 de novembro de 2011, 9.503, de 23 de setembro de 1997, 11.090, de 7 de janeiro de 2005, e 12.158, de 28 de dezembro de 2009; revoga o Decreto- Lei no 2.179, de 4 de dezembro de 1984, e dispositivos da Medida Provisória no 2.174-28, de 24 de agosto de 2001; e dá outras providências.
A  P R E S I D E N T A  D A R E P Ú B L I C A
Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei
DO QUADRO DE CABOS DA AERONÁUTICA - QCB E DO QUADRO ESPECIAL DE SARGENTOS DA AERONÁUTICA - QESA
Art. 41. (VETADO).
Art. 42. (VETADO).
...
Ouvidos, os Ministérios do Planejamento, Orçamento e Gestão, da Defesa, da Justiça e a Advocacia-Geral da União manifestaram-se, ainda, pelo veto aos seguintes dispositivos:
Arts. 41 e 42
"Art. 41. A ementa da Lei no 12.158, de 28 de dezembro de 2009, passa a vigorar com a seguinte redação:
'Dispõe sobre o acesso às graduações superiores de militares oriundos do Quadro de Taifeiros da Aeronáutica e do Quadro de Cabos da Aeronáutica.'
Art. 42. A Lei no 12.158, de 28 de dezembro de 2009, passa a vigorar acrescida do seguinte art. 7o-A: Art. 7o-A. Aplica-se o disposto nesta Lei aos integrantes do Quadro de Cabos da Aeronáutica - QCB e do Quadro Especial de Sargentos da Aeronáutica - QESA.
 § 1o Serão beneficiados ainda os cabos que foram transferidos para reserva após o Decreto no 89.394, de 21 de fevereiro de 1984, e as pensionistas dos militares que faleceram após o Decreto no 3.690, de 19 de dezembro de 2000. 
§ 2o Não serão beneficiados por esta Lei os cabos que ingressaram na FAB após 31 de julho de 2010.'"

"O dispositivo é marcado por inconstitucionalidade decorrente do vício de iniciativa, em violação ao disposto no art. 61 da Constituição. Além disso, a medida traria impactos negativos para a Política de Pessoal do Sistema da Administração Militar, resultando em conflitos legais e operacionais para as carreiras de que trata, violando ainda princípios da Administração Pública e próprios das Forças Armadas."
Essas, Senhor Presidente, as razões que me levaram a vetar os dispositivos acima mencionados do projeto em causa, as quais ora submeto à elevada apreciação dos Senhores Membros do Congresso Nacional.
Fonte: Diário Oficial da União

Um milico na Copa

UM MILITAR NA COPA 2014
Após dar o chute ao gol que fez o goleiro russo Igor Akinfeev ser o autor do primeiro "frango" da copa 2014, o jogador da Coreia do Sul comemorou com uma continência o gol que abriu o placar na última terça-feira em Cuiabá no jogo Coreia do Sul Vs Russia, e não foi de sacanagem não, Lee Keun-Ho é militar do exército em seu país.
Segundo o site worldcup2014.straitstimes.com, Lee foi promovido à sargento e será dispensado do serviço militar em setembro desse ano.
*Dica do ponderão Alan Pereira
MILICO PONDERÃO/montedo.com

Pacificador de Genoíno: Comandante do Exército tem mais medo de Dilma do que da Justiça, diz jornalista.

MEDALHA DE GENOÍNO PODE RENDER DOR DE CABEÇA
Comandante do Exército, general Enzo Peri. Foto: Tasso Marcelo/Estadão Conteúdo
Comandante do Exército, general Enzo Peri. Foto: Tasso Marcelo/Estadão Conteúdo
Cláudio Humberto
O comandante do Exército, general Enzo Peri, nem sequer foi amolado pelo Ministério Público Militar por não cumprir o dever de cassar, de ofício, a Medalha do Pacificador do mensaleiro José Genoino, mas está sujeito a rebordosa. O decreto 4.207/02 prevê a perda da medalha de agraciado que for condenado na Justiça por crime contra o erário. E o general corre o risco de ser enquadrado no Código Penal Militar (CPM).

OLHO VIVO, GENERAL
O CPM descreve como crime “retardar ou deixar de praticar ato de ofício”. A pena é de seis meses a 2 anos de detenção.

ME ERREM
O general Enzo Peri se recusa a explicar por que preserva a honraria de um condenado cumprindo pena na Papuda por crime de corrupção.

SIM, SENHORA
Segundo quem o conhece de perto, o general Enzo Peri tem muito mais medo de uma bronca de Dilma do que de uma punição judicial.
DIÁRIO do PODER/montedo.com

19 de junho de 2014

Cabo morto em tentativa de invasão de batalhão do Exército pode ter sido vítima de 'fogo amigo'

Cabo é morto a tiros dentro de quartel do ExércitoCabo é morto a tiros dentro de quartel do Exército

Uma clara demonstração e um recado às autoridades e ao Estado foram dadas na noite da última terça-feira (17), quando três assaltantes invadiram um quartel do Exército Brasileiro, tentaram roubar armas do paiol e, consequentemente, o cabo Thiago Rafael Carneiro de França, 21 anos, foi assassinado. Toda a ação aconteceu dentro do quartel e se desenrolou no 23º Batalhão Logístico (Blog) em Marabá. Os assaltantes, segundo informações da polícia, pretendiam roubar algumas armas para, eventualmente cometer roubos a bancos na região, ou até mesmo revendê-las para terceiros. Em princípio, o caso está sendo tratado como homicídio.
Doze militares foram ouvidos em termo de declaração e, por enquanto, nenhum deles foi indiciado.Quanto às circunstâncias do baleamento do militar, o delegado José Humberto de Melo Júnior repassou, ontem pela manhã, que o caso, de fato, lhe chegou como sendo uma invasão ao quartel e, durante uma troca de tiros, o militar foi baleado e morto. Quanto ao fato de o militar ter sido alvejado pelos assaltantes, surge um grande ponto de interrogação, pois há a hipótese de ele ter sido alvejado por “fogo amigo”.Um diagrama foi descrito para a imprensa pelo delegado José Humberto de Melo Júnior, onde revela esta possibilidade, pois duas equipes de militares do Exército se embrenharam no mato para tentar prender os assaltantes.Pela hipótese do policial, esta é uma possibilidade real, tanto que ele apreendeu três pistolas calibre nove milímetros e que vão ser periciadas por meio de exame de microcomparação balística com o projétil retirado do corpo do militar.
O resultado da perícia nas pistolas deve ser esclarecedor e pode reforçar ou descartar a hipótese do delegado.O corpo do jovem militar do EB foi velado em uma igreja no bairro Belo Horizonte e deve ser sepultado nesta quinta-feira, no Cemitério da Saudade, na Folha 29, Nova Marabá.
Leia também:
Cabo do Exército morre após tentativa de invasão a batalhão no Pará
OUTRA
Esta não é a primeira vez que acontece a invasão de uma unidade militar em Marabá. No início do mês de maio de 2011, assaltantes atacaram o paiol do 52º Batalhão de Infantaria de Selva. Naquela ocasião, conseguiram roubar farto material bélico.Dias após este ataque, a Polícia Civil, então comandada pelo delegado licenciado Alberto Henrique Teixeira de Barros, prendeu dez suspeitos deste roubo e recuperou praticamente todo o armamento e equipamento roubado.

CABO ASSALTANTE
Outro episódio não menos estarrecedor envolvendo militares ocorreu no início deste mês, ocasião em que a Polícia Militar prendeu o acusado de ser assaltante, cabo do Exército Brasileiro, Helius Dias Júnior.Ele teria emprestado um carro para João Guilherme Pereira da Silva e Iagho Pereira de Aquino, presos acusados de roubar uma lotérica na Folha 32, Nova Marabá.

FRAGILIDADE
Uma coisa é certa: a invasão dos assaltantes ao quartel do 23º Batalhão Logístico (23º Blog) revela fragilidade no sistema de segurança daquela unidade militar, tanto que, oficiosamente, apenas um soldado mantinha sentinela às proximidades do paiol.Outra conclusão do policial diz respeito ao fato de o cabo, no momento em que foi atingido, não estar usando colete a provas de balas. “Com certeza, se estivesse usando, estaria vivo”, comentou o policial, relatando que o projétil que atingiu ao militar foi disparado de uma arma curta. Por meio de nota, o Exército Brasileiro se pronunciou a respeito do assunto, mas em nenhum momento admite a eventual invasão dos assaltantes, bem como a suposta tentativa de roubo e nenhuma hipótese de o cabo ter sido morto por “fogo amigo”.
Diário do Pará/montedo.com

RJ: soldado do Exército é preso com trinta cápsulas de cocaína

Material apreendido estava com o soldado (Foto: P2 26º BPM/Divulgação)Soldado do exército é preso com drogas em Petrópolis, no RJ
Militar foi flagrado com 30 cápsulas de cocaína no bairro Itamarati.
Policias da P2 chegaram até o local após denúncia de tráfico de drogas.

Do G1 Região Serrana
Um soldado do exército foi preso no final da manhã desta quinta-feira (19) no bairro Itamarati em Petrópolis, Região Serrana do Rio. Policiais do Serviço Reservado (P2) chegaram até o local após denúncia de tráfico de drogas na localidade conhecida como Ponte de Ferro. O militar Dayan Almeida Canalli estava com 30 cápsulas de cocaína e R$ 500 em dinheiro.
Os policiais foram até a casa do suspeito e foram apreendidos duas pedras de crack com aproximadamente 100 gramas e uma pistola calibre 765. Dayan foi levado para a 105ª Delegacia de Polícia, no bairro Retiro.
A P2 também informou que o 32º Batalhão de Infantaria Motorizada, em Petrópolis, foi comunicado sobre a prisão do suspeito e uma escolta está sendo encaminhada para a delegacia. O soldado será encaminhado para detenção no batalhão do Exército.
Ainda segundo os policias, o levantamento da ficha de antecedentes criminais mostrou que o soldado tem passagens anteriores por falta de habilitação, lesão corporal, além de posse e uso de entorpecentes.
G1/montedo.com

Haiti: militares da MINUSTAH na torcida pelo Brasil


G1/montedo.com

Cabo do Exército morre após tentativa de invasão a batalhão no Pará

Dois homens armados trocaram tiros com militares na última terça-feira, 17.
Investigação do Exército deverá concluir se houve tentativa de invasão.
Suspeitos invariam área do quartel e trocaram tiros com a guarda (Reprodução: TV Liberal)


Do G1 PA
O cabo  Tiago levou um tiro no peito e acabou morrendo
(Reprodução: TV Liberal)
O cabo Tiago Rafael Carneiro de França, de 21 anos, levou um tiro no peito e morreu após uma troca de tiros com suspeitos que teriam tentado invadir, à meia noite da última terça-feira (17), a 23ª Brigada de Infantaria de Selva de Marabá, no sudeste do Pará.
Segundo o Exército, dois homens armados foram encontrados andando em uma área de mata, no fundo do Batalhão Logístico de Selva. Houve troca de tiros entre os militares e os suspeitos. A dupla conseguiu fugir do local.
O Exército tem 40 dias para concluir as investigações e apontar se, de fato, tratou-se de uma tentativa de invasão ao batalhão militar.
G1/montedo.com

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