22 de novembro de 2017
Avião da Marinha americana cai no mar das Filipinas com 11 pessoas a bordo
O ministério japonês da Defesa informou à AFP que oito pessoas que estavam no avião foram resgatadas e que o acidente pode ter sido provocado por uma falha no motor
| Foto ilustrativa |
Agência France-Presse
Tóquio, Japão - Um avião militar americano com 11 pessoas a bordo caiu no mar das Filipinas quando seguia para um porta-aviões, anunciou nesta quarta-feira (22/11) a Marinha dos Estados Unidos. "Um avião da Marinha dos Estados Unidos com 11 tripulantes e passageiros caiu no mar ao sudeste de Okinawa", afirmum comunicado.
"A operação de resgate está em curso e o estado de saúde da equipe será avaliado pelos médicos do 'USS Ronald Reagan'", completa a nota, em referência ao porta-aviões que era o destino da aeronave. "As causas do acidente não são conhecidas no momento", afirmou a Marinha americana.
O ministério japonês da Defesa informou à AFP que oito pessoas que estavam no avião foram resgatadas e que o acidente pode ter sido provocado por uma falha no motor. Desde quinta-feira passada, a região Okinawa (Japão) é cenário de manobras militares conjuntas entre Japão e Estados Unidos com a participação de 14.000 militares americanos e do 'USS Ronald Reagan'.
CORREIO BRAZILIENSE/montedo.com
Desertora do Exército nortecoreano relata rotina com estupros, higiene precária e menstruação interrompida
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| Kim Kwang Hyon (AFP) |
Megha Mohan - BBC
Uma ex-soldado da Coreia do Norte diz que ser mulher no quarto maior exército do mundo era tão desgastante para o organismo que ela logo parou de menstruar. E estupro, afirma, era uma realidade para muitas das companheiras com quem serviu.
Por quase 10 anos, Lee So Yeon dormiu na parte de baixo do beliche, em uma sala que dividia com mais de duas dúzias de mulheres. Cada uma delas possuía um gaveteiro para guardar seus uniformes. Em cima do móvel, cada uma mantinha duas fotografias emolduradas. Uma era do fundador da Coréia do Norte, Kim Ilsung. A segunda, do seu agora falecido sucessor, Kim Jong-il.
Estima-se que cerca de 40% das mulheres norte-coreanas com idades entre 18 e 25 anos estejam nas forças armadas. Aproximadamente 70% dos desertores da Coreia do Norte são do sexo feminino. Mais da metade tem entre 20 e 30 anos, em parte porque é mais fácil para pessoas jovens nadar em rios e resistir a jornadas difíceis. Lee partiu há uma década, mas mantém o cheiro daquele lugar vivo na memória.
"Nós suávamos bastante. O colchão em que dormíamos era feito de cascas de arroz e não de algodão. Então, todo o odor do corpo penetrava no colchão. Todo o cheiro de suor se mantinha ali. Não é agradável".
Uma das razões para isso eram as condições precárias das instalações de lavanderia e banheiro.
"Uma das coisas mais difíceis era não poder tomar banho adequadamente", diz Lee So Yeon.
"Porque não havia água quente. Com uma mangueira, eles captavam água de um riacho nas montanhas. Às vezes, essa água chegava com sapos e cobras".
Lee So Yeon, que serviu como sargento em uma unidade de sinalização perto da fronteira sul-coreana, deixou o exército aos 28 anos. Em 2008, ela decidiu fugir para a Coréia do Sul. Na primeira tentativa, ela foi capturada na fronteira com a China e enviada para um campo de detenção por um ano.
Em sua segunda tentativa, pouco depois de sair da prisão, ela nadou o rio Tumen e atravessou a fronteira com a China. Lá, na fronteira, ela se encontrou com um agente que providenciou para que passasse da China para a Coréia do Sul.
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| Jackie Chen (Reuters) |
Patriotismo e necessidade de garantir uma refeição por dia
Filha de um professor universitário, So Yeon, agora com 41 anos, cresceu no norte do país. Muitos homens de sua família haviam se alistado antes, e, quando a fome devastou a Coreia do Norte nos anos 1990, ela voluntariou-se - movida pelo pensamento de ter ao menos uma refeição garantida por dia. Milhares de outras jovens mulheres fizeram o mesmo.
"A fome resultou em um período particularmente vunerável para as mulheres", diz Jieun Baek, autor de North Korea's Hidden Revolution (A Revolução Escondida da Coreia do Norte, em tradução livre). "Mais mulheres tiveram que ingressar na força de trabalho e ficaram sujeitas a maus-tratos, especialmente a assédio e violência sexual".
Assim como Jieun Baek, Juliette Morillot, autora de Coreia do Norte em 100 perguntas, originalmente publicado em francês, acredita que o depoimento de Lee So Yeon está de acordo com outros relatos que ouviram, mas alertam que desertores - aqueles que abandonam o serviço militar sem autorização - têm de ser tratados com cautela.
"Há uma alta demanda por informações da Coreia do Norte", diz Baek. "De algum modo, essas pessoas são quase que incentivadas a contar histórias exageradas à mídia, especialmente se são pagas para isso. Muitos desertores que não querem estar na mídia são muito críticos dos 'desertores de carreira'. Vale a pena ter isso em mente".
Já informações de fontes oficiais do governo norte-coreano que contradizem os depoimentos podem ser mera propaganda de regime.
Alimentação precária e problemas de saúde
No início, entusiasmada por um certo patriotismo, ela, então com 17 anos, aproveitou a vida no Exército. Ficou impressionada com um secador de cabelo que recebeu, embora a eletricidade irregular significasse que usaria pouco o acessório A rotina diária de homens e mulheres era parecida. Mulheres tendiam a ter, no entanto, um regime de treinos físicos ligeiramente menor - e eram obrigadas a realizar tarefas diárias como limpar e cozinhar, o que soldados homens eram dispensados de fazer.
"A Coreia do Norte é uma sociedade tradicionalmente dominada por homens e papéis de gênero permanecem", diz Morillot.
O treinamento duro e as refeições limitadas e de baixa qualidade cobraram seu preço nos corpos de Lee So Yeon e de suas colegas recrutas. "Depois de seis meses a um ano de serviço, não menstruávamos mais devido à desnutrição e ao ambiente estressante", diz ela.
"As mulheres-soldado diziam estar felizes por não estarem menstruando. Elas afirmavam que estavam felizes porque a situação era tão ruim que se também menstruassem teria sido pior".
So Yeon diz que, embora o governo admita gastar 15% de seu orçamento com as Forças Armadas (fontes independentes dizem que a proporção pode chegar a 40%) o Exército falhava no fornecimento de itens tão básicos quanto absorventes, e que ela e outras colegas frequentemente tinham como única escolha reutilizá-los.
"As mulheres até hoje usam o tradicional algodão branco", diz Juliette Morillot. "Eles precisam ser lavados todas as noites, distantes das vistas dos homens. Por isso, as mulheres levantam-se cedo e lavam".
Recém-chegada de uma visita de campo onde falou com várias mulheres soldado, Morillot confirma o fenômeno. "Uma das garotas com quem falei, que tinha 20 anos, me disse que treinou tanto
que teve a menstruação interrompida por dois anos", contou ela.
Embora Lee So Yeon tenha se juntado ao Exército voluntariamente, em 2015 foi anunciado que todas as mulheres na Coreia do Norte devem prestar sete anos de serviços militares a partir dos 18 anos de idade. Já os homens são obrigados a servir por 10 anos (é o serviço militar obrigatório mais longo do mundo).
Ao mesmo tempo, o governo da Coreia do Norte deu um passo incomum ao distribuir produtos de beleza de uma marca governamental.
"Pode ter sido uma maneira de se redimir pelas condições do passado, de corrigir este fenômeno bem conhecido de que as condições ruins para as mulheres", diz Jieun Baek. "Pode ter sido uma maneira de melhorar o ânimo e fazer com que mais mulheres pensem: Uau, nossas necessidades serão atendidas".
Apesar disso, as mulheres soldados baseadas em cidades do interior nem sempre têm acesso a banheiros privados. Algumas disseram a Morillot que muitas vezes têm que fazer suas necessidades na frente dos homens, tornando-se especialmente vulneráveis.
Abuso sexual é rotina
O abuso sexual, dizem Baek and Morillot, é frequente. Morillot diz que quando abordou a questão de estupros no Exército com mulheres soldado "a maioria disse que acontece com outras". Nenhuma admitiu ter passado por esse tipo de experiência. Lee So Yeon também diz que não foi estuprada durante sua temporada no serviço, entre 1992 e 2001, mas que muitas de suas companheiras foram.
"O comandante ficava em seu quarto, na unidade, após o serviço, e violava as mulheres sob seu comando. Isso aconteceria repetidamente".
O Exército da Coreia do Norte diz que leva a sério o abuso sexual, com pena de prisão de até sete anos para homens condenados por estupro.
"Mas na maioria das vezes ninguém está disposto a testemunhar. Então os homens geralmente ficam impunes", diz Juliette Morillot.
Ela acrescenta que o silêncio sobre abuso sexual no Exército está enraizado nas "atitudes patriarcais da sociedade norte-coreana" - as mesmas atitudes que garantem que as mulheres no Exército façam a maioria dos serviços domésticos.
As mulheres de origens pobres recrutadas para brigadas de construção, e alojadas em pequenos barracões ou cabanas informais, são especialmente inseguras, diz ela.
"A violência doméstica ainda é amplamente aceita e não denunciada, então no Exército ocorre a mesma coisa. Mas eu realmente deveria enfatizar o fato de existir o mesmo tipo de cultura (do assédio) no exército sul-coreano".
UOL/montedo.com
Novo sinal que pode ser de submarino argentino desaparecido é detectado, diz jornal

DE SÃO PAULO
Duas fontes disseram ao jornal argentino "Clarín" que novos sinais foram detectados por equipes de apoio e definiram um novo perímetro de busca pelo submarino ARA San Juan, desaparecido desde a última quarta (15).
Segundo o jornal, uma frota comandada pela corveta (navio de guerra) Drummond já está a caminho do local onde o sinal foi detectado.
O ponto, a 300 km da costa da cidade de Puerto Madryn, coincide com a área indicada pela Marinha dos Estados Unidos, que disse ter localizado com um de seus aviões uma "mancha de calor" a 70 metros de profundidade.
O jornal "Clarín" diz que porta-vozes da Marinha e do Ministério da Defesa ainda não confirmaram oficialmente as informações.
O ARA San Juan saiu de Ushuaia, no extremo sul do país, e estava em um exercício de vigilância na zona econômica exclusiva marítima argentina. A embarcação se dirigia de volta à sua base em Mar del Plata, ao norte, quando as comunicações foram interrompidas.
FOLHA/montedo.com
21 de novembro de 2017
Juíza militar é condenada por ocupar apartamento funcional sem autorização legal
VERA LÚCIA DA SILVA CONCEIÇÃO, DA JUSTIÇA MILITAR, USOU IMÓVEL POR UM ANO SEM AUTORIZAÇÃO
| AGU CONSEGUIU CONDENAÇÃO DE JUÍZA DA JUSTIÇA MILITAR POR OCUPAR APARTAMENTO FUNCIONAL SEM AUTORIZAÇÃO LEGAL (FOTO: GOOGLE) |
A Advocacia-Geral da União conseguiu a condenação da juíza Vera Lúcia da Silva Conceição, da Justiça Militar, que deverá pagar indenização por ter ocupado um apartamento funcional em Brasília sem autorização legal.
A AGU sustentou que a juíza residiu ‘de maneira irregular’ durante aproximadamente um ano – de abril de 2016 a abril de 2017 – em um apartamento na Asa Sul. O valor da indenização será calculado com base na média do preço de mercado do aluguel de imóveis com as mesmas características.
Vera Lúcia ganhou direito de morar no local em 2000, quando foi transferida de Santa Maria (RS). Em 2015, no entanto, foi realocada para Fortaleza (CE) e segundo a AGU deixou de preencher os requisitos para uso do imóvel.
O Superior Tribunal Militar prorrogou, após pedido da juíza, seu tempo de permanência no apartamento para janeiro de 2016, prazo que não teria sido cumprido. Em março de 2016, foram concedidos 30 dias para a desocupação do local.
Diante da ‘resistência’ de Vera Lúcia, a Procuradoria-Regional da União da 1.ª Região (PRU1) ajuizou ação de reintegração de posse com pedido de indenização por perdas e danos.
Os advogados da União afirmaram que, ‘ao ocupar imóvel funcional, o servidor possui ciência de que, na condição de mero detentor, possui deveres em relação à Administração, dentre os quais o dever de devolução do bem sempre que insubsistente o motivo que autorizou sua ocupação, sob pena de sua conduta configurar esbulho possessório’.
Os argumentos da AGU foram acolhidos pela 16.ª Vara Federal do DF.
A juíza Flávia de Macedo Nolasco determinou a desocupação do imóvel e pagamento de indenização. Ela destacou na sentença: “Entendo possível a condenação daquele que ocupou o imóvel indevidamente, haja vista o inequívoco dano ao erário, seja pela possibilidade de ocupação por outro servidor, seja pelo aluguel ou venda a particulares”.
A magistrada, ainda, afirmou que ‘a ausência de condenação nesse sentido acarretaria o enriquecimento ilícito da ré (Vera Lúcia) em detrimento do patrimônio público’. (AE)
DIÁRIO do PODER/montedo.com
Justiça determina pagamento de R$ 1 mi à família de cabo do Exército morto em atropelamento
Justiça determina pagamento de R$ 1 milhão a família de militar atropelado
Caso aconteceu em junho de 2008, no Parque do Lageado, e o suspeito fugiu após o atropelamento
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| Fagner Gonçalves foi condenado a 17 anos pelo crime (Foto: Arquivo) |
Geisy Garnes
Os desembargadores da 3ª Câmara Cível do TJ-MS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul) determinaram o pagamento de mais de R$ 1 milhão a família do cabo do Exército Leonardo Sales Silva, atropelado e morto em julho de 2008, no Parque do Lageado, em Campo Grande. A vítima, na época com 19 anos, foi atingida por uma caminhonete, e arrastada por mais de 15 metros.
No dia 7 de junho, o peão Fagner Gonçalves saiu de um rodeio na região e embriagado assumiu a direção de uma F-400, que pertencia aos padrões José Carlos Nunes do Nascimento e Espólio de Luiz Carlos Nunes do Nascimento. No caminho, ele atropelou Leonardo e o arrastou por mais de 15 metros. O rapaz não resistiu aos ferimentos.
Fagner fugiu após o crime. Em 2010 foi condenado a 17 anos de prisão, mas permaneceu em liberdade. Junto com o peão, José Carlos e Espólio de Luiz foram condenados a pagar indenização por danos morais a família da vítima no valor de R$ 100 mil e tiveram que arcar com as despesas do funeral.
Foi determinado ainda, diante das provas de que Leonardo sustentava a mãe com o salário de militar, pensão no valor de 2/3 dos rendimentos líquidos da vítima, da data da morte até a data que completaria 25 anos e, a partir de então, no valor referente a 1/3 desses rendimentos até a data em que completaria 65 anos, com juros e correção monetária.
Motorista e proprietário da F-400 entraram com recurso. Os patrões de Fagner afirmaram que ele não tinha autorização para dirigir o veículo e que estava fora do horário de trabalho, mas a alegação foi desconsiderada.
A defesa alegou que na época dos acontecimentos a mãe da vítima mantinha união estável com seu companheiro, e por isso não dependia do filho. Pediu então a reforma da sentença para o não pagamento da pensão por morte e a suspensão do valor da indenização por danos morais.
O caso foi parar na 3ª Câmara Cível do TJ-MS. Durante o julgamento o relator do processo, desembargador Fernando Mauro Moreira Marinho, afirmou que existe provas da dependência econômica da família e “mesmo que não houvesse, o entendimento do Superior Tribunal de Justiça tem sido no sentido de presunção de dependência no caso de família de baixa renda, o que é o caso”.
Alegando que o “a dor sofrida pela perda de um familiar em razão de acidente automobilístico é de ordem intrínseca e passível de indenização por danos morais”, os desembargadores negaram o recurso e mantiveram o pagamento da indenização, que hoje soma mais de R$ 1 milhão.
CAMPO GRANDE News/montedo.com
20 de novembro de 2017
Acusados de matar subtenente do Exército são condenados a mais de 20 anos de prisão
A vítima morreu a tiros em março deste ano após reagir a um assalto cometido pelos três acusados, na Feira da Compensa, em Manaus
O juiz titular da 1ª Vara Criminal da Comarca de Manaus, Luís Alberto Nascimento Albuquerque, condenou nesta quinta-feira (16) dois dos três acusados do latrocínio (roubo seguido de morte) que vitimou o subtenente do Exército Wladimir dos Santos Ladeira. O crime aconteceu por volta das 13h40 do dia 19 de março deste ano, na Feira da Compensa, localizada à rua Izaurina Braga (antiga rua São Pedro), na Zona Oeste da capital.
Dênis de Oliveira, o “Garnizé”, de 25 anos e Marcelo Martins Leal, o “Marcelinho”, de 21 anos, foram condenados pela autoria do crime. O terceiro acusado, Wander da Silva Melgueira, o "Espirro", de 43 anos, teve o processo suspenso, pois encontra-se foragido.
Dênis foi condenado a 22 anos e seis meses de reclusão, em regime fechado. Marcelo Leal, por sua vez, foi condenado a 21 anos e três meses de reclusão, em regime fechado, mas teve a pena reduzida em um ano em razão de ser menor de 21 anos na época do crime. Com isso, terá de cumprir 20 anos e três meses de reclusão.
Ambos estão recolhidos provisoriamente no sistema prisional da capital e, diante da condenação, o magistrado expediu guia de recolhimento e os mesmos deverão ser transferidos para o Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), nos próximos dias.
Leia mais sobre o assassinato do Subtenente Ladeira
O crime
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| 'Garnizé' (esq.) e 'Marcelinho' foram condenados |
O subtenente do Exército Vladimir Ladeira, mais conhecido Ladeira, tinha 46 anos e estava na companhia de alguns amigos em um comércio que costumava frequentar na Feira da Compensa, quando foi abordado por dois homens armados que anunciaram o assalto. O objetivo, segundo o inquérito policial, era roubar a arma do militar.
No momento da abordagem, Ladeira fez menção de sacar a pistola, quando foi atingido com vários tiros. O militar ainda foi levado ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos. Durante as investigações, a Polícia Civil utilizou as imagens das câmeras de segurança da Feira e de comércios vizinho para chegar aos criminosos.
Além de “Garnizé” e “Marcelinho”, a polícia também indiciou Wander da Silva Melgueira, o “Espirro”, 43 anos. Ele trabalhava na banca de venda de peixe que “Ladeira” frequentava – e onde ocorreu a abordagem dos assaltantes –, sabia que o militar costumava andar armado e teria passado esta informação a Garnizé e Marcelinho. A partir da prisão dos dois suspeitos, Wander se mudou do bairro da Compensa e desde então não foi encontrado pela Polícia.
*Com informações da assessoria de imprensa
A Crítica/montedo.com
Marinha e FAB enviam ajuda para buscas de submarino argentino desaparecido
SUBMARINO QUE TRANSPORTAVA 44 TRIPULANTES DESAPARECEU NA ÚLTIMA QUINTA
| MARINHA DO BRASIL E A FORÇA AÉREA BRASILEIRA ENVIAM AJUDA PARA BUSCAS DE SUBMARINO ARGENTINO QUE DESAPARECEU DOS RADARES (FOTO: FAB) |
A Marinha do Brasil e a Força Aérea Brasileira (FAB) enviaram três embarcações e duas aeronaves para o Sul da Argentina, onde um submarino que transportava 44 tripulantes desapareceu na última quinta (15).
O último contato do ARA San Juan com as autoridades argentinas foi feito na altura do Golfo de San Jorge, quando estavam em deslocamento da Base Naval de Ushuaia, no Sul do país, para a Base Naval de Mar del Plata.
Na manhã deste domingo (19), o navio brasileiro Almirante Maximiliano chegou ao ponto do último contato dos militares argentinos, mas o tempo ruim no local dificulta as buscas, devido às ondas, que chegam a 6 metros de altura. A Força Aérea Brasileira (FAB) enviou uma aeronave de busca e outra de patrulha para a região.
Em mensagem encaminhada ao presidente da Argentina, Mauricio Macri, o presidente Michel Temer refirmou compromisso de ajudar nas buscas do submarino. “Meu governo está totalmente empenhado para encontrar o submarino argentino e seus tripulantes. Envio mensagem de fé e de esperança às famílias dos marinheiros”, disse o presidente brasileiro. (AE)
DIÁRIOP do PODER/montedo.com
Nervosismo...
Provocam grande nervosismo em setores militares as suspeitas de superfaturamento na compra bilionária de caças Gripen, investigado pelo Ministério Público Federal. A acusação de tráfico de influência motivou o bloqueio de R$24 milhões de Lula e do filho Luiz Cláudio.
DIÁRIO do PODER/montedo.com
Argentina detecta chamadas de emergência do submarino perdido no Atlântico
Tentativa de comunicação “não chegou a se completar com as bases”, segundo o Ministério da Defesa
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| O submarino argentino desaparecido, em fotografia tirada em 2014. REUTERS |
FEDERICO RIVAS MOLINA
Uma janela de esperança se abriu na busca pelos 44 tripulantes desaparecidos a bordo de um submarino argentino no Atlântico depois que o Ministério da Defesa detectou sete chamadas via satélite que se estima serem provenientes da embarcação. A comunicação com as bases “não chegou a se completar e trabalhamos agora para captar a localização precisão do emissor”, informou o Governo argentino. As tentativas fracassadas foram feitas entre as 11h e as 15h deste sábado e duraram entre quatro e 36 segundos. Isso “indicaria que a tripulação está tentando fazer contato”, observou a Defesa.
O Governo da Argentina atua com a ajuda de uma empresa norte-americana especializada em comunicação por satélite para analisar os dados que possibilitem definir a localização dos sinais e, eventualmente, o resgate dos tripulantes. Em mensagem no Twitter, o ministro da defesa, Oscar Aguad, não escondeu seu entusiasmo: “Estamos trabalhando arduamente para localizá-lo e transmitimos uma esperança às famílias dos 44 tripulantes: em breve elas poderão tê-los em suas casas”.
A busca pelo submarino se tornou uma causa nacional. A principal hipótese da Marinha é que a embarcação teve algum problema elétrico e por isso perdeu sua capacidade de comunicação. Foi descartada, até agora, a hipótese da ocorrência de um incêndio a bordo; acredita-se que o ARA San Juan ainda está em movimento, navegando em direção ao deu destino, como prevê o protocolo em casos assim. As chamadas via satélite corroboram essa hipótese. “Não se tem nenhum sinal grave do submarino. Ele simplesmente parou de se comunicar”, disse o porta-voz da Marinha argentina, Enrique Balbi. Quando emitiu as suas últimas coordenadas, a embarcação estava realizando operações de controle de pesca clandestina a cerca de 400 quilômetros da costa, na altura do Golfo San Jorge, entre Puerto Deseado e Comodoro Rivadavia, na Patagônia argentina.
Recibimos siete señales de llamadas satelitales que provendrían del submarino San Juan. Estamos trabajando arduamente para localizarlo y transmitimos la esperanza a— Oscar Aguad (@OscarAguadCBA) 19 de novembro de 2017
las familias de los 44 tripulantes: que en breve puedan tenerlos en sus hogares.
A Marinha já perscrutou a superfície de 80% da região onde a embarcação poderia estar, até o momento sem êxito. Para isso, utilizou duas corvetas, um destroier, um avião Tracker e um B-200 de vigilância. Além disso, aceitou a ajuda oferecida pelos Estados Unidos, Reino Unido, Chile, Brasil e Uruguai. O Governo de Donald Trump enviou de El Salvador um avião marítimo P-84 Poseidon, preparado para “apoiar um amplo leque de missões em grandes volumes de água, incluindo operações de busca e resgate sob a superfície”, segundo nota divulgada pelo Comando Sul.
A situação emergencial impôs até mesmo um parêntese nas divergências diplomáticas entre a Argentina e o Reino Unido em relação à soberania das ilhas Malvinas: Londres enviou à região das buscas um Hércules que fica baseado no arquipélago. Em comunicado, a Marinha Real britânica anunciou, além, disso, o envio do quebra-gelos HMS Protector, que fica estacionado nas ilhas Georgias do Sul. “Estamos avançando o mais rapidamente possível para a região das buscas”, afirmou seu capitão, Angus Essenhigh.
Longa espera em Mar del Plata
Longa espera em Mar del Plata
As redes sociais se transformaram em veículo para amplas correntes de orações pelos 44 marinheiros. Até mesmo o papa Francisco expressou solidariedade com seus compatriotas. Por intermédio do bispo militar, monsenhor Santiago Olivera, o Sumo pontífice expressou “sua fervente oração” e pediu que “se faça chegar a seus familiares e às autoridades militares e civis desse país a sua proximidade neste momento difícil”.
O porto de Mal del Plata, na província de Buenos Aires, destino inicial do ARA San Juan, se tornou um ponto de peregrinação de pessoas que procuram informações, rezam e se apoiam umas nas outras. É o caso de Marcela Moyano, mulher de Hernán Rodríguez, chefe de máquinas do submarino. “É angustiante, uma mistura terrível de sentimentos, embora todas as famílias saibam que os tripulantes são muito experientes. Quero meu marido de volta”, disse Moyano à jornalistas. Alfredo, pai de Franco Espinoza, também membro da tripulação, disse ter tido conhecimento dos problemas na embarcação “ouvindo o rádio”. “Nunca vivenciamos uma incerteza como esta. Eu falei com o meu filho antes da viagem e ele não comentou nada sobre problemas ou alguma coisa esquisita na embarcação”.
O ATA San Juan é um dos três submarinos que a Marinha argentina possui. Fabricado em 1985 na Alemanha, tem propulsão elétrica a diesel convencional e carrega a bordo 960 baterias. Entre 2007 e 2014, o Governo de Cristina Kirchner efetuou uma revisão no submarino a fim de ampliar a sua vida útil por mais 30 anos.
EL PAÍS/montedo.com
19 de novembro de 2017
Em imagens, a fuga e o sofrimento na República Centro-Africana
Refúgio no aeroporto de Bangui
Desde o golpe de Estado, há um ano, a situação na República Centro-Africana está fora de controle. Milícias cristãs e muçulmanas promovem amargos combates. Um milhão de pessoas estão em fuga. Quase todos os muçulmanos deixaram a capital, Bangui. Entre os que permaneceram, algumas centenas encontram abrigo num velho hangar do aeroporto.
Perder tudo
O marido de Jamal Ahmed tinha guardado dinheiro suficiente para a fuga de sua família, quando as milícias cristãs chamadas "Anti-Balaka" invadiram sua aldeia natal. As poucas economias não foram suficientes - ele pagou com a vida. Jamal Ahmed vive no acampamento que surgiu no aeroporto: "Não conheço ninguém aqui. Não tenho mais nada. Não sei como será daqui para a frente.”
Ver os netos mais uma vez
Aos 84 anos, Fatu Abduleimann está entre os moradores de idade mais avançada do campo de refugiados do aeroporto. Nas últimas décadas, Fatu assistiu a muitas dificuldades em sua terra natal. Mas nunca foi tão ruim quanto agora, diz a idosa. Seu único consolo: a maioria dos seus filhos conseguiu fugir para o Chade. Seu maior desejo: "ver os meus netos mais uma vez."
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Quilómetro Cinco, uma cidade fantasma
Exceto o acampamento de refugiados no aeroporto, quase todos os muçulmanos deixaram a cidade. Há alguns meses, o chamado "Quilómetro Cinco" era um animado centro da comunidade muçulmana. Mais de 100.000 pessoas moravam e trabalhavam aqui, a cinco quilómetros do centro da capital, Bangui. Agora, restaram apenas algumas centenas de pessoas. As lojas estão fechadas até nova ordem.
Esperar o momento certo
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Últimas reservas
Chancella Damzousse, de 16 anos, vive em uma aldeia a meia hora de distância de Bangui. Ela prepara o jantar. "Tudo o que resta são alguns grãos de feijão e um pouco de gergelim", diz a jovem. 15 pessoas terão que se satisfazer com a refeição. Desde que milícias muçulmanas destruíram o lugar há alguns meses e mataram muitos cristãos, a família de Chancella recebeu vários vizinhos.
Vítimas, autores, sentinelas
Ao lado da casa de Chancella, há um guarda da milícia Anti-Balaka. Os amuletos em seu corpo o tornam invulnerável contra balas, explica ele. A milícia tomou o controle da região. Seu trabalho é proteger os moradores da aldeia do ataque de outros rebeldes. No entanto, a sua proteção aplica-se apenas aos cristãos - há muito tempo os muçulmanos deixaram o local ou foram mortos.
Presença internacional
Sete mil soldados da União Africana e da França têm a responsabilidade de garantir a segurança no país dilacerado. A situação humanitária está piorando a cada dia, no entanto. Em 1 de abril, a União Europeia lançou oficialmente a sua operação militar na República Centro-Africana, com um contingente de até mil homens para reforçar as tropas francesas e africanas por um período de até seis meses.
Autoria: Adrian Kriesch/Jan-P. Scholz
DW/montedo.com
18 de novembro de 2017
FAB desmente superfaturamento na compra dos caças Grippen
Nota da FAB ao site DIÁRIO do PODER, sobre a postagem
Bloqueio de R$ 24 mi de Lula e seu filho seria por tráfico de influência na compra dos Grippen, diz MPF
Prezado Cláudio Humberto,
Com relação à coluna publicada no jornal Diário do Poder, de quinta-feira (17/11/17), intitulada “Safadeza grande na compra de aviões de combate”, o Centro de Comunicação Social da Aeronáutica esclarece o seguinte:
Não é correta a informação de que o contrato foi assinado no valor de 5,4 bilhões de dólares americanos (USD), uma vez que, na verdade, ele foi celebrado em coroas suecas (SEK), no valor de SEK 39.882.335.471,65 (conforme Diário Oficial da União de 27 de outubro de 2014).
No câmbio atual* (16/11/17), isso corresponde a USD 4,74 bilhões. Dessa forma, se fosse aplicado o mesmo raciocínio simplista utilizado pela coluna para o cálculo do valor de cada aeronave, chegaríamos a U$D 131,7 milhões e não U$D 150 milhões, conforme afirma a nota.
Desse modo, fica evidente que o exemplo dado na nota é falso e que o argumento de superfaturamento de USD 10 milhões por aeronave vendida ao Brasil não procede, pois a comparação efetuada se apresentaria da seguinte forma:
USD 140 milhões (preço oferecido à Suíça, de acordo com informações da coluna)
USD 131,7 milhões (preço da aeronave brasileira, utilizando a mesma “metodologia” de cálculo da coluna)
USD 8,3 milhões (economia em relação à oferta teoricamente feita à Suíça)
É importante esclarecer que o valor final de cada aeronave varia de acordo com os requisitos técnicos solicitados pela Força Aérea do país comprador, o que impacta diretamente no montante final do contrato, tornando difícil uma comparação dos valores absolutos entre países compradores de uma mesma aeronave.
Não se pode esquecer que a escolha e aquisição da aeronave Gripen NG foram realizadas com base em mais de 30.000 páginas de estudos técnicos realizados pela Força Aérea Brasileira, tendo sido sempre pautados na valorização dos aspectos comerciais, técnicos, operacionais, logísticos, industriais, de compensação comercial e transferência de tecnologia.
Desta forma, fica muito difícil que pessoas alheias a esse processo possam comparar propostas comerciais dessa natureza, pois se trata de tarefa complexa e, feita da forma como o fez a coluna, pode facilmente haver uma distorção da realidade.
Assim sendo, para evitar que a credibilidade da coluna seja atingida pela divulgação de ilações e conclusões errôneas a respeito de questões extremamente técnicas e complexas, ressalto que sempre mantemos equipes de assessoria de imprensa disponíveis 24 horas por dia para apoiar a todos os jornalistas interessados.
Por fim, a Aeronáutica esclarece que, juntamente com a aeronave de transporte KC-390, a aquisição do Gripen NG é uma prioridade da Força e uma necessidade para o país, que contará com uma aeronave de última geração para atuar na Defesa Aérea Brasileira por, no mínimo, 30 anos.
Brigadeiro do Ar Antonio Ramirez LORENZO
Chefe do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica
*O sítio eletrônico www4.bcb.gov.br/pec/conversao/conversao.asp, do Banco Central do Brasil, foi utilizado em 17/11/2017 para a conversão de moedas.
Cenário de violência crescente espera militares brasileiros na República Centro Africana
Numa carta aberta enviada em agosto ao secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, cinco organizações internacionais de ajuda humanitária admitiram não estarem a conseguir operar no país por causa dos ataques constantes contra os seus funcionários.
A guerra entre rebeldes muçulmanos da milícia Seleka e a milícia cristã anti-Balaka dura há vários anos e nem civis, nem soldados da ONU escapam incólumes à sua violência.
| Antigo membro da milícia Seleka regressa à base em Bambari, no centro do país |
Este ano, mais de 800 civis foram mortos e cerca de um milhão de pessoas foram obrigadas a sair das suas casas para procurar refúgio. Também em agosto, o coordenador do auxílio de emergência da ONU, Stephen O'Brien, alertou para sinais de genocídio no país.
A República Centro-Africana é um dos países mais pobres do mundo - ocupa o último lugar do Índice de Desenvolvimento das Nações Unidas. Neste país, uma em cada duas pessoas depende de ajuda para sobreviver.
País controlado pelos rebeldes
Lewis Mudge, da organização não governamental Human Rights Watch (HRW), diz que as violações dos direitos humanos por parte dos rebeldes é preocupante e pede medidas urgentes.
"Está nas mãos da missão da ONU criar condições para o diálogo de paz entre esses dois grupos rebeldes, responsabilizar os autores de crimes sérios e iniciar um processo de desarmamento", defende.
Apesar da presença de 12.500 soldados das Nações Unidas no país, os rebeldes controlam cerca de 70% do território, de acordo com as organizações de direitos humanos.
As tropas francesas e da União Africana rumaram à República Centro-Africana em 2014 para conter o terror das milícias e pouco tempo depois a ONU enviou os capacetes azuis.
Paul Melly, do instituto de análise política Chatham House, sediado no Reino Unido, alerta que o conflito ameaça subir de tom. "Existe um risco real de que a violência regresse a uma escala ainda maior do que temos visto nos últimos dois anos, porque a intervenção inicial da ONU com a ajuda dos franceses estabilizou a capital Bangui, mas deixou os rebeldes a controlar a região nordeste, rica em diamantes. Os rebeldes estão a lutar para manter o controlo territorial da região".
| Organizações a operar no terreno pedem reforço das tropas da ONU no país |
Por outro lado, o Governo do Presidente Faustin Touadéra, desde março de 2016 no cargo, não pôs fim à violência. "Um tribunal especial para a condenação de autores de crimes foi estabelecido, mas ainda não atua ativamente. Enquanto os rebeldes não temerem as consequências, não suspenderão as batalhas", avisa o especialista da organização sem fins lucrativos Chatham House.
Em junho, um tratado de paz entre o Governo e vários grupos rebeldes foi imediatamente interrompido por fortes combates. Perto de Bria, a nordeste da capital Bangui, as tropas inimigas enfrentaram-se e fizeram mais de 100 mortos.
Reforços necessários
A maioria das organizações a trabalhar no país defende que o único caminho para a paz passa por mais tropas da ONU, mas falta assistência logística e alguns países mostram pouco interesse em participar numa missão na região, acrescenta Melly .
"Um dos problemas é que a República Centro-Africana não é vista como um interesse estratégico por ninguém e, portanto, há vontade em contribuir", lamenta Paul Melly.
DW/montedo.com
Portugal anuncia que vai comandar missão na República Centro-Africana, que contará com tropas brasileiras
Forças portuguesas assumem liderança da missão em Janeiro, anuncia o ministro da Defesa.
Lisboa - O ministro da Defesa Azerelo Lopes anunciou na sexta-feira (10) que Portugal vai comandar a missão da União Europeia na República Centro-Africana a partir de Janeiro de 2018.
O anúncio foi feito durante fala de Azeredo Lopes no parlamento luso, urante uma audição conjunta das comissões parlamentes de Assuntos Europeus e da Defesa Nacional sobre a cooperação estruturada permanente na área da segurança e defesa da União Europeia.
"Em Janeiro, Portugal assumirá o comando, pela primeira vez desde há longos anos, de uma missão internacional, uma vez que ficamos responsáveis pelo comando da missão na República Centro-Africana", disse o ministro.
O comante da missão será o brigadeiro-general Hermínio Teodoro Maio. de 54 anos. Ele serviu em diversas unidades do exército, no Estado-Maior-General das Forças Armadas, no Ministério dos Negócios Estrangeiros, na Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) e na União Europeia (UE)".
Portugal tem na República Centro-Africana, desde Janeiro de 2017, mais cerca de 160 militares, a maioria dos quais comandos, no âmbito da força das Nações Unidas (Missão Integrada Multidimensional de Estabilização das Nações Unidas na República Centro-Africana - MINUSCA).
Com informações do site SAPO, de Portugal
Dois homens morrem e um fica ferido em confronto com Exército no Caju, Zona Norte do Rio
Segundo o Exército, homens furaram bloqueio e entraram em confronto com os militares, na madrugada deste sábado.
Na sexta-feira, outras duas pessoas morreram em confronto com a PM.
Por G1 Rio e RJTV 1ª edição
Dois homens morreram e um terceiro ficou ferido em um confronto com militares do Exército na madrugada deste sábado (18). De acordo com o Comando Militar do Leste, por volta das 3h30, um veículo suspeito tentou furar um bloqueio feito pelo Exército na Rua Monsenhor Manoel Gomes, em frente ao Arsenal de Guerra, e houve confronto com a guarnição.
A atuação do Exército é investigada pela Justiça Militar. O homem que sobreviveu e está internado no Hospital Souza Aguiar, foi identificado (ele não deu o nome), está sob custódia e já prestou depoimento. O coronel Itamar, porta-voz do Comando Militar do Leste, informou que os corpos serão removidos para o IML e os laudos posteriormente enviados para a Justiça Militar.
Segundo o CML, as vítimas seriam suspeitos e outros dois homens que teriam furado o bloqueiro conseguiram fugir do local. Na comunidade, o Exército apreendeu cinco fuzis, duas pistolas, seis granadas de fabricação caseira, quatro rádios transmissores, 32 carregadores de fuzil, cinco carregadores de pistola e farta munição.
Em nota, o CML informou ainda que o reforço à guarda do Arsenal de Guerra foi estabelecido na última quinta-feira (16), em função de confrontos entre facções criminosas pela disputa de espaço no bairro do Caju e da possibilidade de ações desses grupos para obtenção de armas para o enfrentamento.
Ainda de acordo com o Comando Militar do Leste, a guarda do Arsenal de Guerra, que fica no Caju, e cerca de 100 militares estão atuando no entorno da região.
Confrontos deixaram outros dois mortos na sexta-feira
Os moradores do Caju dizem estar vivendo dias de terror desde quinta-feira (16) e os tiroteios são constantes. Na sexta-feira (17), outras duas pessoas morreram após um confronto com a PM. Segundo a Polícia Militar, também houve uma operação da PM na parte. Agentes da Unidade de Polícia Pacificadora do Caju e do Grupamento de Intervenções Táticas (GIT) participaram da ação e houve confrontos. A PM não informou a identificação das vítimas.
Nas redes sociais, moradores relataram intensos tiroteios na região do Caju no fim da tarde de sexta-feira.
OTT-RJ INFORMA :Tiros no Complexo do Caju. Segundo relatos, são nas localidades Chatuba e Parque Alegria.... https://t.co/7zpcnqI8ep
— Onde Tem Tiroteio-RJ (@RJ_OTT) 17 de novembro de 2017
G1/montedo.com
Correção: submarino argentino desaparecido
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| Submarino militar argentino ARA San Juan é visto deixando o porto de Buenos Aires (Foto: Armada Argentina/Handout via Reuters) |
Por G1
OG1 errou ao informar que o submarino argentino que fez o último contato na quarta-feira (15) havia sido encontrado na noite de sexta-feira (17). A informação, inicialmente publicada pelo jornal"Gaceta Mercantil", foi desmentida em coletiva da Marinha, na manhã deste sábado (18). As operações de busca pelo submarino prosseguem, segundo autoridades argentinas. O erro foi corrigido às 11h15 de sábado. Leia a reportagem.
G1/montedo.com
OG1 errou ao informar que o submarino argentino que fez o último contato na quarta-feira (15) havia sido encontrado na noite de sexta-feira (17). A informação, inicialmente publicada pelo jornal"Gaceta Mercantil", foi desmentida em coletiva da Marinha, na manhã deste sábado (18). As operações de busca pelo submarino prosseguem, segundo autoridades argentinas. O erro foi corrigido às 11h15 de sábado. Leia a reportagem.
G1/montedo.com
17 de novembro de 2017
Bloqueio de R$ 24 mi de Lula e seu filho seria por tráfico de influência na compra dos Grippen, diz MPF

SAFADEZA GRANDE NA COMPRA DE AVIÕES DE COMBATE
O bloqueio de R$24 milhões em contas do ex-presidente Lula e do filho Luiz Cláudio revela a convicção do Ministério Público Federal quanto ao envolvimento de ambos no tráfico de influência para a compra bilionária de aviões de combate suecos Gripen. O Brasil está pagando US$5,4 bilhões por 36 caças (US$ 150 milhões cada), mas a Suíça rejeitou a oferta do mesmo caça a US$140 milhões por cada um deles.
GRANA PRETÍSSIMA
O suposto superfaturamento de US$10 milhões em cada avião levanta a suspeita de propina próxima dos US$360 milhões (R$1,2 bilhão).
VOX POPULI, VOX DEI
A maioria dos suíços (53,4%) rejeitou, em referendo, a compra dos caças Gripen dois anos e meio após o Brasil do PT fechar a compra.
PRIMEIRA PARCELA GARANTIDA
A compra dos caças Gripen custou ao Brasil R$ 1,5 bilhão apenas este ano, no pagamento das parcelas previstas no contrato.
DIÁRIO do PODER/montedo.com
Brasil enviará mil soldados a missão na República Centro-Africana
Anúncio foi feito pelo ministro Raul Jungmann em Washington
| O ministro da Defesa, Raul Jungmann Foto: Fabio Motta|Estadão |
Cláudia Trevisan, Correspondente / Washington, O Estado de S.Paulo
O Brasil deverá enviar tropas para a missão de paz da Organização das Nações Unidas (ONU) na República Centro-Africana, disse nesta quinta-feira em Washington o ministro da Defesa, Raul Jungmann. Segundo ele, o contingente será formado por 1.000 soldados, que chegarão ao país antes de meados do próximo ano, caso a proposta seja aprovada pelo Congresso.
O objetivo do Brasil é ter o comando da missão, mas isso dependerá de uma decisão da ONU, afirmou. Jungmann discutiu o assunto com representantes da organização na quarta-feira em Vancouver, no Canadá. O próximo passo será a formalização do convite e sua submissão aos parlamentares brasileiros.
Jungmann ressaltou que o Brasil construiu uma boa imagem nessa área nos 13 anos em que esteve à frente da missão de paz da ONU no Haiti, durante os quais 36 mil soldados brasileiros passaram pelo país. Em sua opinião, a influência e o “ranking” internacional de um país são determinados em parte por sua participação nesses esforços. “Nós temos responsabilidades globais com a estabilidade e a paz no mundo.” O ministro disse ainda que o Brasil foi convidado para indicar o militar que assumirá o comando da missão de paz na República Democrática do Congo.
ESTADÃO/montedo.com
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