8 de junho de 2011

STF ANULA DECISÃO QUE ENCERROU PROCESSO EM QUE MILITAR FOI CONDENADO POR MAUS-TRATOS

2ª Turma: Condenado pela Justiça Militar tem direito à intimação pessoal da decisão
Por votação unânime, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) anulou, nesta terça-feira (7), o trânsito em julgado (término do processo, sem possibilidade de recurso) de decisão do Superior Tribunal Militar (STM) que condenou o militar do Exército brasileiro V.N.R. à pena de 2 anos e 8 meses de reclusão, em regime aberto, pelo crime de maus tratos resultante em morte (artigo 213, cabeça e parágrafo 2º, do Código Penal Militar – CPM).
A decisão foi tomada no julgamento do Habeas Corpus (HC) 96975. Em seu voto, o relator do processo, ministro Gilmar Mendes, acompanhado dos demais ministros presentes à sessão, acolheu o argumento da defesa de que foi violado o disposto no artigo 537 do Código de Processo Penal Militar (CPPM), que determina a intimação tanto do advogado quanto do réu, relativamente a decisão condenatória da Justiça Militar.
Dispõe o artigo 537 do CPPM que “o diretor-geral da Secretaria do Tribunal remeterá ao auditor cópia do acórdão condenatório para que ao réu, seu advogado ou curador, conforme o caso, sejam feitas as devidas intimações”.

O caso
Inicialmente, V.N.R. foi condenado pela Auditoria da 1ª Circunscrição da Justiça Militar no Rio de Janeiro à pena de 10 meses de reclusão em regime aberto. Entretanto, o Ministério Público Militar (MPM) interpôs recurso de apelação junto ao Superior Tribunal Militar (STM), que lhe deu parcial acolhimento para aumentar a pena para dois anos e 8 meses, também em regime aberto.
O advogado de V.N.R. foi intimado da decisão em 9 de setembro de 2008, mas o réu, não. O acórdão (decisão colegiada) transitou em julgado para o Ministério Público Militar em 28.08.2008 e, para a defesa, em 24.09.2008.

Complexidade
Em seu voto, o ministro Gilmar Mendes observou que o caso não é tão simples quanto parece. Tanto é que, na Primeira Turma do STF, um caso semelhante já motivou dois pedidos de vista e ainda está pendente de julgamento final de mérito.
O relator desse caso (HC 99109), ministro Marco Aurélio, reputou necessária a dupla intimação e declarou insubsistente a certidão de trânsito em julgado. O ministro Dias Toffoli pediu vista e, ao trazer o caso de volta a julgamento, entendeu que a dupla intimação somente seria necessária em juízo de primeiro grau, e mesmo assim quando o réu estivesse preso. O ministro Luiz Fux acompanhou o voto do relator, mas a ministra Cármen Lúcia Antunes Rocha fez novo pedido de vista.
No caso hoje julgado, conforme ressaltou o ministro Gilmar Mendes, o presidente do STM informou que V.N.R. deixou de ser intimado, nos termos do artigo 288, parágrafo 2º, do Código de Processo Penal Militar, porque estava em liberdade, servindo no 6º Depósito de Suprimentos do Exército, em Salvador (BA).
De acordo com aquele dispositivo do CPPM, a intimação pessoal do réu somente é obrigatória no curso do processo, mas não por ocasião do acórdão condenatório. Neste caso, a intimação do advogado supriria a intimação do réu, exceto se este estivesse preso.

Decisão
Entretanto, no seu voto, o ministro Gilmar Mendes considerou que havia, sim, a necessidade de citar o militar condenado, até porque entende ser razoável presumir que ele não tenha sido intimado e, portanto, não lhe foi dada a liberdade de decidir se pretendia recorrer da condenação.
Com isso, foi-lhe negado o direito fundamental do contraditório e da ampla defesa, que está inserido no contexto constitucional da dignidade da pessoa humana.
STF

7 de junho de 2011

EXÉRCITO VAI CAÇAR MOSQUITO DA DENGUE EM OBRAS DE SALVADOR

Exército vai à guerra contra a dengue em obras
A parceria entre as Forças Armadas e a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) no combate à dengue continua. No segundo semestre deste ano, o Exército volta suas baterias contra a proliferação do Aedes Aegypti na construção civil de Salvador. A decisão foi acertada durante reunião no Quartel da Mouraria com técnicos da SMS, Fundação Luís Eduardo Magalhães (FLEM) e representantes do Exército. Com isso, a prefeitura busca ampliar o controle sobre a proliferação do mosquito em canteiros de obra. O Levantamento de Índice Rápido para o Aedes aegypti (LIRAa) de 2011 apontou que o aumento da infestação está também associado ao aumento dos criadouros em construções, principalmente nas regiões da Paralela, Pituba, Caminho das Árvores e Itaigara. Contudo, os trabalhos de campo em áreas consideradas como pontos estratégicos para o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) são realizados a cada 15 dias. Ainda de acordo com a SMS, os soldados continuarão a atuar nas ações de mobilização da sociedade, assim como na distribuição de capas para cobertura de depósitos.
TÔ SABENDO

MORRE DULCE FIGUEIREDO, A ÚLTIMA PRIMEIRA-DAMA DO REGIME MILITAR

Flávia Salme
Será enterrado no início da tarde desta terça-feira (7) o corpo da última primeira-dama do regime militar, Dulce Figueiredo, mulher do ex-presidente João Batista Figueiredo. O sepultamento vai ser realizado ao meio-dia no mausoléu de sua família, no cemitério São Francisco Xavier, no bairro do Caju, zona portuária do Rio de Janeiro.
Dona Dulce, como era conhecida, enfrentava um câncer e morreu no final da tarde de segunda-feira (6), aos 83 anos, em uma clínica em Botafogo, na zona sul da capital fluminense. Ela foi primeira-dama do Brasil entre os anos de 1979 e 1985. Ela e João Batista se conheceram no bairro da Tijuca, na zona norte do Rio, e casaram-se em 1942.
A ex-primeira dama ficou viúva em 1999, quando o genera
l morreu, aos 81 anos, após uma parada cardíaca em decorrência de uma crise renal. Dona Dulce deixa dois filhos de seu casamento com João Batista, Paulo Roberto e João Batista Figueiredo Filho.
IG

CIGS RECEBE COMITIVA AMERICANA

O Centro de Instrução de Guerra na Selva recebeu, no dia 9 de maio do corrente ano, comitiva formada por alunos e instrutores do Curso CAPSTONE da Universidade de Defesa Nacional dos Estados Unidos da América. Na ocasião, foto com a mascote do Centro, divulgação do vídeo institucional e mostra de alimentos de origem vegetal.
MINISTÉRIO DA DEFESA


MICO DO BLOG: STM NÃO JULGA CONCESSÃO DE PENSÃO MILITAR

A respeito do caso de Joel Silveira, o STM esclareceu, através de e-mail, que não é o responsável pelo julgamento de concessão de Pensões Militares.

CLIC SERGIPE


Nota do editor:
Mico do Correio Braziliense, do clicSergipe e deste blog, que reproduziu a notícia sem lê-la com atenção. É óbvio que o STM não concede Pensões Militares. Minhas desculpas aos leitores.
Leia também:

JUSTIÇA EXIGE PROVAS DE PRESENÇA NA GUERRA DE JORNALISTA QUE COBRIU A CAMPANHA DA FEB NA ITÁLIA

STM NEGA A HISTÓRIA DE JOEL SILVEIRA

6 de junho de 2011

COMANDANTE MILITAR DA AMAZÔNIA APRESENTA PLANO DE AÇÃO DO EXÉRCITO AO GOVERNADOR DO PARÁ

Exército apresenta ao governador calendário de ações para a Amazônia
Na foto: (esq. p/ dir.), o general Carlos Roberto de Souza Peixoto, comandante da 8ª Região Militar e 8ª Divisão do Exército, general Luis Carlos Gomes Mattos, Chefe do Comando Militar da Amazônia, o governador Simão Jatene e o secretário de Estado de Segfuração Pública, Luis Fernandes. 
FOTO: CLÁUDIO SANTOS/AG. PARÁ DATA: 06-06-2011 BELÉM-PARÁ
O governador Simão Jatene recebeu na manhã desta segunda-feira (06) uma comitiva composta por nove generais do Comando do Exército Brasileiro na Amazônia. Na ocasião, o general-de-Exército Luis Carlos Gomes Mattos, comandante Militar da Amazônia, sediado em Manaus (AM), apresentou o calendário de atividades do Exército para a região. O governador Simão Jatene recebeu na manhã desta segunda-feira (06) uma comitiva composta por nove generais do Comando do Exército Brasileiro na Amazônia. Na ocasião, o general-de-Exército Luis Carlos Gomes Mattos, comandante Militar da Amazônia, sediado em Manaus (AM), apresentou o calendário de atividades do Exército para a região. A audiência também foi acompanhada pelo general-de-divisão Carlos Roberto de Sousa Peixoto, comandante da 8ª Região Militar e 8ª Divisão de Exército, com sede em Belém, além de outros militares representantes da 1ª; 2ª; 16ª; 17ª e 23ª Brigadas de Infantarias de Selva, com sedes em Marabá (PA), Tefé (AM) e Porto Velho (RO).
O encontro também foi uma retribuição à visita feita pelo governador Simão Jatene ao Comando da 8ª Região Militar no início do ano. “Eu já estou na região amazônica há dois anos e agora desejei conhecer o governador do Pará”, disse o general Mattos, que está divulgando o calendário de atividades do Exército na Amazônia. A primeira reunião ocorreu em Manaus, a segunda em Belém, e a terceira está prevista para Manaus novamente, marcando as comemorações pelo aniversário da presença do Exército na Amazônia.
Luiz Fernandes Rocha, secretário de Estado de Segurança Pública; Nilton Atayde, delegado geral de Polícia Civil, e o coronel Mário Solano, comandante da Polícia Militar, também participaram da audiência. O coronel Solano descartou a junção da segurança estadual com o Exército para combater a violência no campo, conforme foi especulado em Belém. Segundo ele, a PM paraense já reforçou o policiamento nas chamadas áreas de risco do Estado. O coronel também informou que 840 novos policiais foram distribuídos em 11 polos do Pará.
Durante a audiência foi realizado ainda o primeiro encontro da cúpula de segurança do Estado. “Nós estamos na fase preliminar, de um debate que vamos avançar não só pelo aspecto da segurança, mas também pela atenção especial às investigações. Vamos examinar causa e efeito, para não corrermos o risco de fazer juízo de valor dos fatos”, enfatizou o coronel.
Secom

SOLDADOS DO EXÉRCITO SÃO PRESOS POR PORTE ILEGAL DE ARMA EM ALAGOAS

Os soldados do Exército Brasileiro, lotados no 59º Batalhão da Infantaria Motorizada (59º BIMtz), Johnson Silva Moraes, de 21 anos, e Valterlan da Silva Oliveira, 23, foram presos na madrugada desta segunda-feira (06), acusados de porte ilegal de arma de fogo.
A prisão aconteceu após uma perseguição feita por militares do 1º Batalhão. Os policiais foram informados por populares que dois homens, num carro escuro, tinham efetuado disparos em frente à boate Havanna, no prolongamento da avenida Comendador Leão, em Jaraguá.
Os militares se depararam com um Fiat Stillo cinza, placa MVB-8681/AL, que ao avistar a guarnição empreendeu alta velocidade. A dupla foi interceptada pelos militares do 1º BPM já na avenida Fernandes Lima, no Farol, com o apoio de policiais da Radiopatrulha.
Na abordagem foi encontrada uma pistola Taurus PT-58, do calibre 380, com sete munições intactas e nove cápsulas deflagradas de calibre 380.
Os acusados foram levados para a Central de Polícia, no Sobral, onde foram autuados em flagrante. O 59ºBIMtz foi avisado da ocorrência e mandou um oficial, tenente Gabriel, para acompanhar os procedimentos na Central de Polícia.
Após a verificação no sistema de registro nacional de arma, foi constatado que a pistola apreendida pertencia a Mauro César da Silva, que tem RG expedido pela Secretaria de Segurança Pública de Alagoas. O dono da arma deve ser intimado a prestar depoimento, para dizer se emprestou a pistola aos soldados ou se esta lhe foi roubada.
JORNAL PEQUENO (MACEIÓ)

EXÉRCITO FECHA ACORDO COM BANCOS PARA VENDA DA FOLHA DE PAGAMENTO

Acerto da caserna
Luiz Carlos Azedo
O Exército assina até o fim do mês acordo com quatro bancos que se responsabilizarão pela folha de pagamento da caserna. No ano passado, a força armada tentou vender a folha sem sucesso porque os bancos consideraram o valor requisitado muito alto. Este ano tiveram de baixar, mas o Exército guarda os valores a sete chaves.
Correio Braziliense

LEGALIDADE - 50 ANOS: A REVOLTA DOS SARGENTOS.

Sargentos do Exército saíram em defesa da Constituição no RS
Muitos militares ficaram marcados e precisaram se exilar em 64

Exército entra na Legalidade com armas mais possantes
Foto: reprodução do documentário Legalidade / PDT
Lorena Paim
A tomada de posição por parte de sargentos e outros militares graduados do Exército influiu nos rumos do movimento da Legalidade. Nos quartéis gaúchos, muitos deles reagiram à orientação de seus superiores e deixaram claro que estavam do lado dos que defendiam a Constituição, ou seja, a favor da posse do vice João Goulart por ocasião da renúncia de Jânio Quadros. Os militares subalternos desafiaram, portanto, o veto dos ministros militares a Jango.
Dois desses militares participaram na noite de terça-feira (31) do seminário Os 50 Anos da Legalidade, promovido pelo Núcleo de Pesquisa em História da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), no campus do Vale, em Porto Alegre. José Wilson da Silva e Almoré Zoch Cavalheiro lembraram os dias tensos de agosto de 1961, quando serviam em unidades do Exército na capital gaúcha.
O capitão José Wilson da Silva, na época primeiro sargento do Depósito de Material de Engenharia, conta que o prédio ficava numa área estratégica, no bairro Menino Deus, perto de outras unidades importantes, como o CPOR e, especialmente, o depósito de munições da 3ª Região Militar. Com a renúncia de Jânio, em 25 de agosto de 1961, o comando de sua unidade promoveu uma reunião para definir uma posição a respeito. “O negócio começou a ferver no dia 25 mesmo, quando surgiu uma discussão dentro do quartel sobre o que fazer”. Nas reuniões seguintes — ele diz — ficou implícito que o comando estava de acordo com a posição dos ministros militares. “Mas nós começamos a dizer que éramos pela legalidade, e aí já estávamos com o rádio ligado na fala de Brizola. Chegou um momento em que o comandante da nossa unidade não tinha mais ascendência sobre os subordinados”, lembra.
O capitão José Wilson acrescenta que passou a coordenar a tropa, cerca de 200 militares no total, sobre os quais diz que já possuía certa ascendência, em função do posto que ocupava. “Foi então que comecei a participar de reuniões e percorrer os outros quartéis, para ver o que pensavam os demais. Também montamos um sistema de defesa do morro onde ficava o nosso quartel. Estávamos com a Legalidade”, conta.
Após o posicionamento do comandante do III Exército, general Machado Lopes, ao lado de Brizola e da solução constitucional, a situação começou a se normalizar. Mas não evitou que os sargentos e outros militares daquele movimento ficassem marcados. José Wilson da Silva passou a segundo tenente ainda durante a Legalidade, pois sua promoção já estava definida antes do movimento começar. Ele conta sua trajetória no livro O Tenente Vermelho, onde relata, ainda, sua eleição a vereador de Porto Alegre pelo PTB, em 64. Mas nesse cargo nem chegou a “esquentar o banco”, como diz, porque foi para o Uruguai, ameaçado que estava de prisão. Foi cassado e, em 1980, anistiado e incorporado ao Exército com o posto de capitão da reserva. Desde então, integra e atualmente preside a Ampla, a Associação de Defesa dos Direitos e Pró-Anistia Ampla dos Atingidos por Atos Institucionais.

Ponto alto da politização
Exército monta artilharia antiaérea nas ruas de Porto Alegre 
Foto: reprodução documentário Legalidade/ PDT
Em 1961, Almoré Zoch Cavalheiro era sargento no 18º RI — Regimento de Infantaria de Porto Alegre. Para ele, é preciso destacar que a Legalidade foi o ponto mais alto da politização dos suboficiais, subtenentes e sargentos, que já datava da época do governo de Getúlio Vargas, todos sob a bandeira do nacionalismo. “Na Legalidade, o discurso de Brizola foi suficiente para que nós, sargentos, exigíssemos que o Exército cumprisse os preceitos constitucionais. Os sargentos foram tomando posição, individual e coletivamente, em cada unidade, a tal ponto que ela se generalizou e os comandos sentiram que não contariam com os subalternos para o golpe”, diz ele.
Para Almoré, o general Machado Lopes era “um profissional dentro do Exército e, por natureza, constitucionalista”. Assim, “sentindo que não tinha mais a tropa e ouvindo seus auxiliares, especialmente os oficiais nacionalistas, como o coronel Assis Brasil, acabou definindo a posição do III Exército a favor da Legalidade”.
Depois desse movimento, constata, “começou um período de extrema dificuldade para sargentos e subtenentes; com a normalização nos quartéis, muitos foram punidos ou transferidos”. Em 62, candidato a deputado estadual pelo PTB/RS, Almoré foi eleito e acabou sendo impugnado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), pois a Constituição era dúbia quanto à elegibilidade dos sargentos. Essa e outras questões ele aborda no livro que está preparando, A Revolta dos Sargentos (1961-1964), com lançamento previsto para este ano.

MPM DENUNCIA TENENTES-CORONÉIS, CAPITÃO E SARGENTO POR FRAUDE EM LICITAÇÃO

A Procuradoria de Justiça Militar no Recife ofereceu denúncia contra três tenentes-coronéis, um capitão e um primeiro-sargento do Exército por fraude em licitação, superior a R$ 200 mil, para aquisição de gêneros alimentícios, ocorrida em dezembro de 2008, no 7º Depósito de Suprimento. Os cinco militares foram denunciado pela prática do crime de fraude em concorrência, art. 339 do Código Penal Militar.
Conforme as investigações, em 29 de janeiro de 2009, por ocasião de reunião de passagem de comando do 7º Dsup, foi verificado que a conta contábil referente ao material de consumo apresentava saldo indevido. Tal irregularidade estava relacionada a uma transposição de saldo, no valor de R$ 208.477,30, para acerto de preços da administração da unidade com um fornecedor.
Os denunciados fizeram acerto com fornecedor que entregava quantidade de gêneros frigoríficos a menor do que constava do empenho e da nota fiscal. Ao invés de proceder a certame licitatório, os envolvidos contataram as mesmas empresas que haviam acabado de concluir seus contratos de fornecimento de produtos em 2007. Duas empresas concordaram em fornecer gêneros frigoríficos com os preços do antigo contrato.
Contudo tal conduta é indevida, conforme artigos 46 e 51 do Edital de Pregão na Forma Eletrônica SRP nº06/2007- 7ºDSup. A Ata de Registro de Preços resultante do certame licitatório em questão estava válida até 30 de abril de 2008, podendo ser prorrogada conforme a legislação em vigor, e, durante a vigência dessa ata, os preços registrados ficariam fixos e irreajustáveis.
Os denunciado, então, realinharam os preços dos artigos supramencionados e mantiveram o preço original do empenho, o que contabilmente traria um desequilíbrio financeiro para Administração, a ser corrigido ao longo do ano de 2008 pelo consumo do 7ºDSup, o que não foi feito pois todo o crédito supracitado foi utilizado para aquisição de gêneros – até abril de 2008.
Para o MPM, vislumbra-se, portanto, o crime militar previsto no art. 339, do Código Penal Militar, diante da conduta dos denunciados de fraudar o procedimento licitatório, sem respeitar o estabelecido no Edital do processo administrativo nº 051/2007 e no Pregão Eletrônico para Registros de Preços nº06/2007. O prejuízo causado à Administração Militar perfaz o montante de R$208.477,30, conforme se entrevê da Nota de Liquidação emitida pelo Sistema Integrado de Administração Financeira – SIAFI.
MPM

5 de junho de 2011

AS DEZ TROPAS MAIS LETAIS DO MUNDO

1. U.S. Navy SEALs
Os SEALs da marinha americana são famosos por sua habilidade para trabalhar debaixo d’água e lidar com reconhecimento especial,combater o terrorismo, resgate de reféns e guerra não convencional.

Operações famosas: Uma equipe autorizada por Barack Obama matou Osama bin Laden no seu complexo, no Paquistão. Três Navy SEALs também mataram três piratas somalis quando fizeram refém o capitão.

2. Alpha Group
O esquadrão de 700 super soldados anti-terroristas russos foi formado em 1974 que sobreviveu apesar do colapso da União Soviética.

Operações famosas: O resgate critico na escola de Beslan de 1.200 reféns prisioneiros de separatistas Chechenos, terminando com 31 terroristas mortos. Um bom resultado se não fosse a morte de 350 civis.

3. The Kaibiles
O destemido comando contra-revolucionário da Guatemala é especialista em guerra na selva e operações de insurgência. Fundada em 1975, seu lema é: “Se eu avançar,siga-me. Se eu parar, urge-me. Se eu recuar, mata-me. ”
Operações famosas: Oito Kaibiles foram mortos e cinco feridos em uma emboscada no Congo, como parte de uma força de paz da ONU. Os soldados mortos faziam parte deuma operação frustrada de capturar o comandante adjunto do Exército de Resistência de Uganda .

4. Sayeret Matkal
A elite das forças especiais de defesa israelenses é especialista em armas de pequeno calibre, artes marciais e de espionagem atrás das linhas inimigas. Estes dias são ocupados com o terrorismo e resgate de reféns.
Operações famosas: Mais conhecido por Operação Entebbe, uma missão de resgate de reféns mantidos no voo 139 Air France no aeroporto de Entebbe, em Uganda, em 1976. Um soldado israelense, 45 soldados ugandenses, seis seqüestradores e três reféns foram mortos na operação, que, pelo menos, conseguiu libertar 100 reféns.

5. Kopassus
Formada em 1952, o temido grupo de forças especiais do Exército indonésio estabeleceu rapidamente um nome ruim para si, liderando campanhas de governo militar.
Operações famosas: Em 1981, um grupo extremista islâmico seqüestrou o vôo 206 em Garuda .Depois que o avião pousou,o comando Kopassus executou uma operação de pacificação rápida, matando três seqüestradores e libertaram 50 passageiros.

6. Special Service Group (SSG)
Elite da força de combate paquistanesa, especialista em guerra não convencional, sabotagem, espionagem, batalha a curta distância e espionagem.
Operações famosas: Em 1994, seqüestradores afegãos comandando um ônibus escolar cheio de 74 crianças e oito professores. Com as negociações levando a lugar nenhum,a SSG utilizou uma explosão como uma distração e, em seguida, matou três sequestradores.

7. Delta Force
A elite das força de operações especiais exército dos EUA , também conhecido como o primeiro Destacamento das Forças Especiais Operação-Delta.
Operações famosas: Eles desempenharam papéis importantes na invasão do Iraque em 2003, entraram em Bagdá antecipadamente para orientar os ataques aéreos e de sabotagem das linhas de comunicação iraquianos.

8. SAS Britânico
O SAS comem guerra contra-revolucionária e terroristas no almoço. Eles estão em casa nas montanhas, selvas, desertos e ambientes urbanos, esão tops em fazer uma fortuna escrevendo livros best-seller quando se aposentam.
Operações famosas: Terminaram com a crise dos reféns em 1980 na embaixada iraniana em Londres. As tropas utilizaram granadas de efeito moral para desorientar os terroristas e mataram cinco dos seis, salvando 19 reféns.

9. Eko Cobra
Os especialistas da unidade antiterrorismo da Austria conta com 200 homens e aparentemente são muito respeitados por suas habilidades de escalada e especialistas segundo avaliação de ArnoldSchwarzenegger.
Operações famosas: O Cobras são a unica unidade que terminou com um plano de seqüestro em pleno vôo. Em 1996, quatro cobras foram a bordo de um Tupolev154 da Aeroflot escoltando presos deportados de Lagos. Um prisioneiro nigeriano escapou ameaçando a tripulação com uma faca e pediu para ser levado para a Alemanha ou a África do Sul. Os Cobras detiveram o prisioneiro e lhe entregaram às autoridades quando desembarcaram.

10. Regimento especial de serviço aéreo
A unidade de elite das forças especiais do exército australiano é conhecido como SAS. Dividida em três esquadrões, os nossos rapazes especializados em luta anti-terrorista, vigilância e reconhecimento e operações de assalto outro.
Operações famosas: Os soldados da SAS Mark Donaldson e Ben Roberts-Smith receberam a Cruz Victoria na Austrália por seus atos heroicos realizada enquanto servia no Afeganistão.
EU AVISEI

22.000 KM DE RIOS x 21 PELOTÕES: A DURA VIDA DOS MILITARES NA FRONTEIRA!

R$ 38 BI: O PREÇO DA MODERNIZAÇÃO DAS FORÇAS ARMADAS

Modernização das Forças Armadas custa R$ 38 bilhões
Recurso será aplicado em modernização do sistema operacional

Gustavo Miranda
O comandante do Exército, general Enzo Martins Peri 
aposta em melhor estruturação
Pelos valores até agora públicos, a modernização operacional e tecnológica das Forças Armadas está custando o equivalente a 38 Maracanãs reformados. Na Marinha, o gasto com cinco submarinos (um deles, de propulsão nuclear), mais um estaleiro e uma base naval será de R$ 18,7 bilhões até 2024.
Na Aeronáutica, a compra de 36 aviões de combate (adiada pela presidente Dilma) é calculada em R$ 10 bilhões. Agora é o Exército que apresenta a conta de seu upgrade: US$ 6 bilhões (algo em torno de R$ 9,6 bilhões) para a implantação, em 10 anos, do Sisfron, um projeto para resolver (com tecnologia de ponta) um velho problema do país, a vulnerabilidade de seus 16,8 mil quilômetros de fronteira seca, sobretudo na Região Amazônica - que agora voltou a estar em evidência por conta dos crimes ambientais.
Na verdade, a conta já passa dos R$ 38 bilhões, cifra que recentemente incorporou os US$ 6 bilhões do Sisfron. A sigla que engordou a conta do salto das Forças Armadas para a modernidade é o Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras, cujo conteúdo o Exército vem tornando público aos poucos. Até porque o projeto em si ainda está em desenvolvimento.
- Podemos dizer que já temos 60% dele prontos - disse ao GLOBO o comandante do Exército, general Enzo Martins Peri. Em setembro, a Atech Negócios em Tecnologia, empresa brasileira que o desenvolve, apresentará o projeto final ao Ministro da Defesa, Nelson Jobim. A partir disso, será possível definir os primeiros passos do Sisfron, que nasceu alinhado e inspirado pela Estratégia Nacional de Defesa (estabelecida em 2008), na qual a proteção da Amazônia é listada como prioridade. Os principais pontos da entrevista do General Enzo Peri sobre o Sisfron:

SISFRON, O QUE É: 
O Brasil tem 16,8 mil quilômetros de fronteira seca com 10 países vizinhos. Está entre as maiores do planeta. É o dobro, por exemplo, das fronteiras dos Estados Unidos com o Canadá e com o México, que somam 8,8 mil quilômetros. Ao longo da nossa fronteira com os vizinhos da América do Sul, temos 570 municípios, espalhados por 11 estados. O Sisfron é um sistema de vigilância e monitoramento que vai dotar a força terrestre de meios para uma efetiva presença em todo o território nacional, particularmente nessa faixa de fronteira. E já nasceu tendo a Amazônia como prioridade. Dos 16,8 mil quilômetros a proteger, perto de 13 mil estão lá.

ATUAL ESTÁGIO DO SISFRON: 
Contratada por R$ 17,2 milhões, a Atech deve apresentar o projeto do Sisfron em setembro. Trata-se de uma empresa brasileira com extensa experiência na integração de sistemas e redes. Participou, entre outras realizações, do Sivam (Sistema de Vigilância da Amazônia). A partir do projeto, o Ministério da Defesa definirá como implantar o Sisfron. O custo estimado é de US$ 6 bilhões, ressalvando que é prematuro cravarmos algum número no estágio atual. É muito provável que o Sisfron vá custar mais que isso.

O QUE PROJETO VAI DEFINIR: 
O projeto da Atech estabelecerá a forma de promover a vigilância e os equipamentos a serem utilizados. Sabemos que vamos precisar de radares sofisticados de curto e longo alcance, de equipamentos de visão noturna, de torres de observação e transmissão de sinais, de câmeras óticas e termais, de imageamento por satélites, de sistemas de treinamento e simulação, de veículos aéreos não tripulados (vants), de blindados para proteção de fronteiras, de veículos de apoio, de embarcações especiais, enfim, tudo que nos ajude diante dos desafios que temos pela frente. O Sisfron abrange distâncias continentais e vai lidar com deficiência de infraestrutura, afastamento dos grandes centros, diversidades regionais e, principalmente, a permeabilidade das nossas fronteiras, desafios que já enfrentamos hoje.

PROBLEMAS NAS FRONTEIRAS: 
O mapa dos crimes (veja quadro no infográfico) na nossa região de fronteira mostra problemas como contrabando, tráfico de drogas, armas e munição, roubo de cargas e veículos, refúgio de criminosos e crimes ambientais em quase todos os estados que fazem limite com nossos vizinhos. Em menor escala, temos ainda roubo de gado, tráfico de pessoas, exploração sexual e infantil, evasão de divisas e até turismo sexual, no Amapá.
Um estudo realizado recentemente mostrou que hoje, no combate a esses problemas todos, o Brasil já gasta uma cifra parecida com o custo projetado para o Sisfron.

NA AMAZÔNIA:
A Amazônia é a nossa prioridade. Depois cuidaremos do Centro-Oeste e em seguida do Sul. Temos hoje cerca de 27 mil homens na região amazônica (o efetivo do Exército é de 220 mil homens) e podemos adiantar que, com o Sisfron, esse número deverá chegar a 35 mil. Quando a gente olha a Amazônia, vê, claro, que o efetivo atual não está concentrado todo nas regiões de fronteira. O importante é que estejam distribuídos pela região, em condições de serem deslocados. A questão não é concentrá-los em determinados pontos e, sim, ter condições de deslocá-los de acordo com as necessidades. O Exército é a força terrestre. Em qualquer situação, é sempre a força terrestre que está presente. Por exemplo: em São Gabriel da Cachoeira e Tabatinga, ambas no estado do Amazonas, temos hospitais nos quais a população local responde por 90% do nosso atendimento. Ainda sobre a Amazônia: devemos levar em conta que é basicamente fluvial o deslocamento na região. O que nós temos de estrada por lá? A Manaus-Boa Vista, mais aquela que sai de Porto Velho, cruza o Acre até Cruzeiro do Sul e se interliga com a saída para o oceano Pacifico... e a Manaus-Porto Velho, que um dia existiu. Aliás, o Exército está fazendo obras nela.

BRIGADA NO ACRE:
Por falar em interligação com o Pacífico, estamos cogitando instalar uma Brigada só para atender o Acre, que atualmente é coberto pela Brigada que temos em Porto Velho.

AS FRONTEIRAS NA AMAZÔNIA:
O trabalho de vigilância das fronteiras da Amazônia será feito pelos PEFs, Pelotões Especiais de Fronteira. Hoje são 20. Serão 48 com o Sisfron (veja no mapa do infográfico). A localização dos 28 novos PEFs independe um pouco do projeto do Sisfron porque segue a lógica dos atuais portões de acesso à Amazônia, geralmente por rios, onde ainda não temos pontos de vigilância forte, vamos dizer assim. O que o projeto deverá fazer é definir os locais exatos onde instalar os novos pelotões. Importante: esses pelotões não ficarão isolados, graças ao equipamento a ser utilizado pelo Sisfron.

TECNOLOGIA: 
Qual é o melhor equipamento para cumprir aquilo a que nos propomos? O projeto vai nos indicar o caminho. A indústria nacional está oferecendo muito apoio ao Sisfron, que, aliás, vai gerar muitos empregos. Já há grandes empresas trabalhando para o que será o Sisfron. A Embraer, por exemplo, criou uma nova unidade, a Embraer Defesa. A Odebrecht também já tem uma unidade voltada para defesa. A Andrade Gutierrez está atenta aos satélites. A Camargo Correa também se movimenta, enfim, há muitas empresas, grandes e pequenas, interessadas no Sisfron. Na Laad (feira de segurança e defesa realizada em abril, no Rio), fomos procurados por empresas da China, Itália, Espanha, Israel, todas querendo apresentar suas linhas de produtos tendo em vista o Sisfron. Muito importante nisso tudo será a transferência de tecnologia. Hoje, a indústria de defesa precisa andar na fronteira tecnológica, liderar todos os avanços.

BENEFÍCIOS: 
O Sisfron vai aumentar a presença do Estado na Amazônia, promover a integração regional, estimular a cooperação militar com os países vizinhos, ajudar na preservação da região amazônica e proteção da biodiversidade, combater ilícitos ambientais e desmatamentos, proteger populações indígenas e aumentar a sensação de segurança na área, já que vai atuar contra todos os tipos de crimes comuns em nossas regiões de fronteira.

FINANCIAMENTO: 
Ao final do projeto, teremos que traçar um cronograma de desembolso. O Ministério da Defesa cuidará disso, com o envolvimento das áreas estratégicas do governo, que já conhecem o projeto. O Sisfron nasceu no Governo Lula e conta com operações de crédito externo, Parcerias Público-Privadas, BNDES. O prazo de dez anos para implantação é factível e, estrategicamente, o melhor. Foi estudado junto com a indústria nacional e leva em conta a necessidade de absorção tecnológica, a criação e a capacitação de novos quadros.
O GLOBO

4 de junho de 2011

PROCURADORA ENQUADRA COMANDANTES MILITARES E EXIGE MAIS SEGURANÇA NA INSTRUÇÃO!

Atenção: esta postagem é original do blog. O texto e a pesquisa são do editor.  A reprodução é permitida, porém, solicito citar a fonte.
A Procuradora-Geral de Justiça Militar, Cláudia Márcia Ramalho Moreira Luz entregou pessoalmente ao Brigadeiro Saito, Comandante da Força Aérea, ofício no qual trata sobre segurança nas instruções militares. Em tom duro, o documento, ao mesmo tempo em que reconhece a necessidade de treinamento especial e do risco que envolve essas atividades, recomenda expressamente a adoção de medidas visando coibir os abusos e dá prazo de 90 dias para que sejam implementadas.
A Procuradora entregará, nos próximos dias, documento idêntico aos Comandantes do Exército e da Marinha.

EX-SOLDADO DO EXÉRCITO É PRESO POR ESTELIONATO, USANDO DOCUMENTO DE OFICIAL E FALSIFICANDO CHEQUES

ESTELIONATO
Ex-soldado é detido por aplicar golpes com documentos de oficial
Jovem fazia compras em Palmares usando carteira do oficial e emitindo cheques com assinatura falsificada
Palmares (PE) - Foi preso na manhã desta sexta-feira (3) o ex-soldado do Exército Cleiton Antônio da Silva, 20 anos, acusado de aplicar golpes de estelionato em lojas de Palmares, na Zona da Mata Sul do Estado. A operação foi comandada por policiais militares do 10º Batalhão, em parceria com integrantes do Exército.
Com o rapaz, foram apreendidos um talão de cheque em nome do Grêmio de Oficiais do Regimento Guararapes-14º BIMtz do Exército e o documento de identidade de um oficial da Corporação. Ele fazia compras usando a carteira do oficial e emitindo cheques com assinatura falsificada.
Em depoimento na Delegacia de Palmares, O jovem disse que comprou o documento usado nos golpes e que já revendeu.
JC ONLINE

SOLDADO DO EXÉRCITO É PRESO NO RJ, SUSPEITO DE ESTUPRAR ENTEADA DE 12 ANOS

Camila Donato

Policiais da Delegacia da Criança e Adolescente Vítima (DCAV) prenderam, na última sexta-feira (27/05), o soldado do Exército Thiago Fernandes dos Santos Pinto. Ele é acusado de ter mantido relações sexuais com a enteada de 12 anos.
De acordo com os agentes, Thiago se aproveitava da vulnerabilidade da criança por ser padrasto dela e a levava para um motel onde cometia os abusos. Contra ele foi expedido um mandado de prisão pelo 1º Juizado de Violência Doméstica e Familiar pelo crime de estupro de vulnerável.

UM BRASILEIRO NA LEGIÃO ESTRANGEIRA

Atrás de uma bagagem cultural maior e experiência militar, Christian se comprometeu a deixar sua vida pessoal de lado por 5 anos
Foto: Arquivo pessoal
Júnior Milério
Rigor, tradição e bravura são algumas características associadas à Legião Estrangeira (LE), entidade ligada ao serviço militar francês criada no século 19 e que recruta homens do mundo inteiro, desde que tenham entre 18 e 40 anos e sejam aprovados nas fases de seleção. Desde que sejam aprovados e aceitem um contrato em que aceitem ficar cinco anos longe de sua pátria, família e amigos.
Há quem procure a organização exatamente por isso. Mas, para aqueles que buscam enriquecimento de sua bagagem cultural e experiência militar, a espera e a distância são um preço a pagar por seu objetivo.
Esse é o caso de homens como o carioca Christian R. B., que não revela o sobrenome porque diz que o contrato envolve também uma cláusula de anonimato.
Hoje com 26 anos, Christian serviu a pátria francesa entre 2005 e 2009. Inspirado em seu pai, também militar e super-herói de sua infância, Christian, começou sua carreira na Academia da Força Aérea (AFA). Mas o exercício militar de fato aconteceu com o ingresso na Marinha do Brasil. “Entre vários concursos que prestei, a escola de oficiais da Marinha foi a opção que escolhi. E nesta época é que eu soube da existência da Legião Estrangeira”, diz. Com apenas 20 anos, e em outro continente, Christian viveu a história que define como uma das mais intensas de sua vida.

Distância
O início na Legião Estrangeira se dá por contrato, de acordo com o ex-legionário que explica que, teoricamente, o primeiro período é de no mínimo cinco anos. “Lá tudo é regido por cláusulas contratuais”, afirma. Durante o tempo que permaneceu na Europa, Christian não visitou o Brasil. Na época, era solteiro e, por isso, acredita ter sido mais fácil lidar com os vínculos familiares. “Consegui administrar bem esta situação. Existem diversas formas de manter o contato com a família, então isso já ajudava a matar a saudade”, afirma.
A percepção do tempo, distante da família e em uma atividade intensa, que exige dedicação quase integral, desperta reflexões em Christian. “Cada dia no quartel dava a impressão de ser uma eternidade. Um dia parecia uma semana, e uma semana despertava a sensação de um mês”, diz.Para amenizar isto, ele buscava se ocupar com outras atividades em dias de folga, entre leituras, passeios e a companhia de conterrâneos, que são os latino-americanos que mais procuram a organização. “Geralmente os brasileiros são bastante unidos, em qualquer parte do planeta”, afirma. Ele diz que o mais normal era compensar aproveitando as folgas com a mesma intensidade do treinamento. \"Se a sua companhia não está em algum treinamento ou missão, o ritmo segue o do expediente, que é igualzinho ao de um quartel no Brasil. Daí aproveitamos essas folgas para ter uma vida social mais intensa\", diz.
Desde o início, o propósito do jovem brasileiro não era permanecer mais do que cinco anos como legionário. A vontade de melhorar sua bagagem cultural ajudou Christian a aceitar mais tranquilamente o tempo que ficou na França. “O primeiro ano é muito decisivo entre os que seguirão como legionário e os que vão desertar. Por isto, para quem pretende se candidatar, é melhor aguardar este tempo passar, para não tomar uma atitude inconsciente”, sugere.
Apesar de não ser incomum, ele diz que nunca pensou em desistir. \"Isso normalmente acontece com os candidatos oriundos do meio civil, que não estão acostumados com o dia a dia da caserna e o rigor da vida militar\", acredita.

Ganhos
Para Christian, a experência foi mais que válida. "Poderia dizer que o meu retorno foi triunfal, visto que logrei todos os objetivos que havia estabelecido. Entre minhas várias metas, uma era a de retomar os meus estudos no nível superior - graduação em engenharia - e que já cumpri", diz. Maturidade e segurança são benefícios que Christian trouxe deste tempo e, tornar-se um “sujeito melhor”, é outro aspecto positivo que ele menciona depois do seu retorno. “E só isto já seria o suficiente para minimizar qualquer coisa que, porventura, tenha sido ruim”, ressalta.
Seus pais, como quase todos que estivessem em seu lugar, tiveram a preocupação como companhia durante a fase de legionário do filho. Mas isso passou. Hoje ele mora em Pernambuco com a namorada e tem uma vida “regular”, como prefere dizer.
Entretanto, o vínculo com a mais conhecida classe militar do mundo, não cessou com sua saída. Acatando a sugestão de um candidato, Christian passou a elaborar conteúdo preparatório para quem está prestes a passar pelo “famigerado processo seletivo”. E hoje, “chego a receber e responder mais de 50 e-mails por dia, com perguntas e curiosidade de jovens brasileiros que sonham com a Legião Estrangeira”, afirma o ex-legionário que, com isto, acredita colaborar com os brasileiros que esperam ter sucesso no militarismo fora do Brasil.
IG

3 de junho de 2011

SOLDADOS FERIDOS EM QUEDA DE CAMINHÃO SÃO EVACUADOS PARA CUIABÁ

Jefferson Gonçalves
Militares seguiram para Cuiabá em um helicóptero do 3º Batalhão do Exército
Foto: Expresso MT/ Ivan Marcos Oliveira

Três militares do 47º Batalhão de Infantaria, de Coxim, que ficaram feridos em um acidente envolvendo um caminhão do exército na última quarta-feira (1º), foram transferidos no final da tarde de ontem (2), do Hospital Regional de Sorriso para a unidade do Exército em Cuiabá, no Mato Grosso.
Eles foram transferidos no helicóptero dos aviadores Pantera, do 3º batalhão do Exército. De acordo com informações da assessoria, a transferência ocorreu por que na base do Exército eles receberão os cuidados necessários enquanto se recuperam.
Outros dois soldados permanecem internados no Hospital Regional de Sorriso (MT), o estado de saúde deles é considerado grave. Os médicos aguardam estabilidade de ambos, para que possam ser transferidos para Campo Grande (MS).
Ao todo,13 soldados ficaram feridos no acidente. Eles estavam em um caminhão militar que tombou na tarde de quarta-feira (1º) ao desviar de um veículo na contramão, na MT – 242, que liga Sorriso a Nova Ubiratã. Os soldados fazem parte do grupo de apoio à operação do IBAMA na região norte de Mato Grosso. (Com informações de Coxim Agora)
Capital News
Leia também:

MILITARES DO EXÉRCITO FICAM FERIDOS EM QUEDA DE CAMINHÃO NO "NORTÃO" MATOGROSSENSE

AUMENTO DOS MILITARES: BIZÚ FURADO NA WEB!

Atenção: esta postagem é original do blog. O texto e a pesquisa são do editor.  A reprodução é permitida, porém, solicito citar a fonte.
O site Pérola do Mamoré, de Guajará Mirim (RO) conseguiu seus cinco minutos de fama virtual, ao postar matéria sobre um possível aumento dos militares, a partir de julho próximo. Como era de se esperar, a "informação" correu pela web fardada como rastilho de pólvora, pois a expectativa dos milicos por um reajuste só não é maior que a pindaíba que assola a família militar.
Porém, tudo indica ser um alarme falso, sabe-se lá por que motivos. O site cita como fonte da "notícia" o Portal Militar, referência nesse tipo de assunto. Entretanto, o editor do portal desmentiu ter postado a publicação.
Além do mais, o texto tem algumas inconsistências. A principal delas, é esta: “Dilma examinou documentos e comparações dos salários pagos a PMDF e da PF e chegou a conclusão que o reajuste a ser anunciado será um feito contra as injustiças que vem sofrendo a classe dos miliares das Forças Armadas, informou o Porta voz da Presidência". Quando e onde o Porta voz fez tal afirmação? O governo teria repassado uma informação oficial a uma única fonte? 
Infelizmente, tudo indica tratar-se de alarme falso (e bota falso nisso).
Confira a 'notícia' no site e as explicações do editor, na áerea de comentários:



Relembro aos leitores do blog que Jorge Serrão, do blog Alerta Total, noticiou  tratativas, no post republicado aqui, em primeiro de março: DILMA PRIORIZA AUMENTO PARA OS MILITARES. Pelo visto, as negociações resultaram nisto: REAJUSTE DOS MILITARES: DILMA REPETE LULA E VAI ESCALONAR AUMENTOS ENTRE 2012 E 2014 (notícia d'O Dia Online).


A ESTÁTUA DE OSÓRIO

Paulo Pacini
do blog bicentenário de Osório


No final de 1888, voltava da Europa o escultor Rodolpho Bernardelli, em missão na França para adquirir materiais indispensáveis à criação de nova e importante obra, encomendada no ano anterior: uma estátua eqüestre do conhecido General Osório, falecido em 1879. Com a maquete do projeto aprovada, o artista caminhava para sua realização efetiva.
Manuel Luís Osório foi um dos mais destacados militares da história brasileira. Nasceu em 1808 — mesmo ano da chegada da côrte portuguesa — no Rio Grande do Sul. Aos 15 anos, já com o país independente, iniciou carreira acompanhado o regimento de seu pai, também soldado. Apesar de ter simpatia pelo movimento farroupilha, não concordou com as idéias separatistas, e integrou-se ao exército Imperial. Sua grande capacidade e destemor levariam aos mais altos postos, tendo-se tornado uma das grandes figuras da Guerra do Paraguai, movida por Brasil, Argentina e Uruguai contra o ditador Solano Lopez. No conflito, encerrado em 1870, Osório sofreu ferimentos que prejudicaram a saúde, mas que elevaram ainda mais sua aura de herói.

Bernardelli, um dos maiores escultores que o país conheceu, estava à altura da tarefa, e, em seu afã de perfeccionismo, estudou por meses o movimento dos cavalos, e, no final de dois anos, o molde estava pronto. Em 1892 seguiria para a França, onde seria fundido, Bernardelli o acompanhando como um pai extremoso, para garantir o sucesso da empreitada. Tudo correu perfeitamente, e, após o retorno, cuidou-se da construção da base da estátua, feita com pedra importada da Itália.
O monumento foi inaugurado em 12 de novembro de 1894, com a presença de autoridades e grande público, homenageando uma figura exponencial cuja lembrança ainda era recente. A Praça XV sofreu uma reforma para acomodar a memorável obra, a qual recebeu em sua base os restos mortais de Osório, lá permanecendo até 1993, quando foram trasladados ao Rio Grande do Sul e sepultados perto da casa onde nasceu.
Nas últimas décadas, a Praça XV e os prédios históricos remanescentes foram beneficiados por iniciativas de preservação, valorizando a região e consequentemente a cidade. Os monumentos, contudo, se ressentem da falta de uma estrutura de vigilância que impeça sua contínua destruição nas mãos de vândalos e vagabundos, que mereceriam punições bem mais rigorosas que as atuais. A magnífica estátua de Osório não foi exceção, infelizmente, tendo várias partes roubadas, como o portão de acesso, as balas de canhão nos 4 cantos, as pontas de lanças da grade e até mesmo a corbeille que emoldurava a dedicação. Uma perda irreparável, considerando que o bronze empregado era proveniente do derretimento dos canhões apreendidos ao Paraguai após a guerra de 1870. Objetos podem ser substituídos, a história não.
A estátua encontra-se em processo de restauração, o que deve ser elogiado, mas, a menos que se implemente um esquema de vigilância permanente com câmeras e guardas dedicados — coisa que qualquer prédio sem importância possui — a recuperação dos monumentos terá de continuar por toda eternidade, pois as forças da destruição estão e sempre estarão de prontidão, noite e dia.
JB ONLINE (Coluna Rio Antigo)

FORÇAS ARMADAS COMBATERÃO VIOLÊNCIA NO CAMPO

Chico de Gois
Uma reunião nesta quinta-feira entre a presidente Dilma Rousseff, quatro ministros e os governadores do Pará, Amazonas e Rondônia definiu que uma grande ação policial será desencadeada nesses três estados que vêm enfrentando violência no campo com o assassinato, nos últimos dez dias, de cinco lideranças ambientalistas. Pelo plano traçado, participarão da ofensiva a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal, a Força Nacional de Segurança e até mesmo as Forças Armadas. Não está definido de que forma as Forças Armadas agirão nem as cidades onde atuarão. De acordo com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, caberá aos governadores solicitarem a presença das tropas e depois, em comum acordo, definirão as áreas onde serão necessárias. O objetivo dessa ação coordenada, segundo Cardozo, é coibir novos homicídios e, ao mesmo tempo, fazer a apuração imediata dos crimes já ocorridos. A operação já tem nome: Operação em Defesa da Vida.
O GLOBO

JOGOS MUNDIAIS MILITARES: ALUNOS DA ESCOLA ONDE OCORREU MASSACRE VÃO PARTICIPAR DA ABERTURA

Os alunos da Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, onde ocorreu o massacre de 12 adolescente mortos a tiros por um ex-aluno, no dia 7 de abril, vão participar da festa de abertura, no dia 16 de julho, dos 5º Jogos Mundiais Militares Rio 2011, os Jogos da Paz.
Ao todo, 74 estudantes da escola - com idades entre 12 anos e 17 anos de idade – farão parte de um contingente de 1.500 crianças que vão participar da cerimônia de abertura.
Durante os testes feitos no 1º Batalhão de Guardas (BG) do Exército, eles tiveram suas habilidades específicas analisadas, com a finalidade de definir as melhores dançarinas e as que podem carregar estandartes, entre outras.
De acordo com o diretor da Escola Tasso da Silveira, Luís Marduk, “essa é mais uma esperança dessas crianças voltarem a ter uma vida melhor”, disse.
Os Jogos Mundiais Militares vão reunir no Rio de Janeiro, de 16 a 24 de julho, cerca de 5 mil atletas de 100 países.
ELNET

2 de junho de 2011

MS: APÓS DENÚNCIA NO JORNAL NACIONAL, EXÉRCITO INTENSIFICA PATRULHAMENTO E ISOLA ÁREA MILITAR QUE SERVIA DE ROTA DE CONTRABANDISTAS

Exército e polícia vão ampliar patrulhamento nas fronteiras de MS
Medida foi anunciada após reportagem especial do Jornal Nacional.
Na matéria, repórter passa da Bolívia para o Brasil sem fiscalização.

Da TV Morena

O Exército e o Departamento de Operações de Fronteira (DOF) vão ampliar o patrulhamento na região de fronteira. A medida veio um dia depois da denúncia sobre a fragilidade na região, rota no contrabando e no tráfico de drogas e armas.
O patrulhamento será realizado de forma alternada, com base em um cronograma elaborado pelo Comando do Batalhão de Fronteira responsável pela área.
“Não é o nosso papel ficar o tempo todo lá com a polícia, mas vamos intensificar sim”, diz o comandante da 18ª brigada de infantaria de fronteira, General Carlos dos Santos Sardinha.
A medida foi anunciada pelo Exército após a reportagem especial exibida pelo Jornal Nacional nesta segunda-feira(30). O repórter César Tralli atravessou a fronteira do Brasil com a Bolívia carregando três quilos de açúcar, por uma trilha aberta em uma área militar, sem passar pela fiscalização.
“Se fossem três quilos de cocaína, nós já teríamos ingressado em território brasileiro”, revela Tralli
Além de intensificar o patrulhamento na região, os militares também devem isolar parte da área militar.
Para cercar essa área, o Exército brasileiro deve gastar cerca de R$ 44 mil. O valor já foi disponibilizado pelo governo federal. O processo está agora em fase de licitação, os alambrados que vão ser instalados para impedir a passagem de pedestres pela trilha, devem ser colocados, dentro de um mês.
Nesta terça-feira (31), o secretário de segurança pública de Mato Grosso do Sul, Wantuir Jacini, informou que equipes do Departamento de Operações de Fronteira devem ampliar o policiamento no estado. “ O DOF vai ter a sua capacidade ampliada em mais seis equipes, ampliando assim a sua capacidade de resposta à criminalidade”, finaliza.
G1

FAB RESGATA PASSAGEIROS DE AVIÃO QUE FEZ POUSO FORÇADO NA ILHA DO MARAJÓ

Helicóptero da Força Aérea socorre passageiros de avião que fez pouso forçado
 A Força Aérea Brasileira (FAB) resgatou nesta quarta-feira (1/6), por volta das 6h30 da manhã, todos os tripulantes da aeronave PT- RAT, modelo PA-31, que fez um pouso forçado no final da tarde da terça-feira (31/5). O avião seguia de Belém para Monte Dourado, na Ilha do Marajó. Foram resgatados todos os nove ocupantes da aeronave. Os passageiros faziam parte da equipe de uma empresa que visitariam o Projeto Jari.
O piloto da aeronave relatou que houve uma falha do motor esquerdo em voo. Decidiu, então, retornar à capital paraense, mas acabou pousando em uma área plana a cerca de 54 km de Belém, próxima à Vila Ponta de Pedra, na ilha de Marajó. Uma equipe do Esquadrão Falcão (1º/8º GAV) foi acionada ontem (31/5) às 23h30 para efetuar o resgate da aeronave. Na missão foi utilizado um helicóptero H-1H, que decolou tão logo houve condições para o voo.
“Fizemos um planejamento e, na manhã de hoje, às 6 horas, ao nascer do sol, voamos para a localidade onde se encontrava o avião. A região lá é formada em sua grande parte por áreas alagadas, de charco, mas o avião pousou em um terreno seco. Quando chegamos ao local avistamos a aeronave com certa facilidade e os passageiros acenando para a tripulação do nosso helicóptero”, ressalta o Capitão Aviador Fábio Luís Valentim, comandante do helicóptero que efetuou o resgate. “Todos estavam bem fisicamente, só aparentavam um pouco de cansaço”, afirma.
Uma das passageiras do voo, Danielle Lima, 29 anos, conta como foram os momentos desde o pouso forçado até o resgate:
“Apareceu uma pessoa que era a proprietária do terreno onde pousamos e nos fez companhia por duas horas. Ela falou que nós podíamos passar a noite na casa dela, mas o sítio ficava a cerca de uma hora e meia do local de onde a gente estava e que a caminhada era difícil. Então decidimos permanecer na aeronave e esperar o resgate. Não tínhamos muita água nem comida. Algumas pessoas dormiram na asa do avião. Pela manhã a aeronave da FAB chegou e nos resgatou”, afirma Danielle Lima. Depois da experiência inusitada, Danielle Lima, agradeceu a equipe de resgate. “Antes de enxergarmos o helicóptero a gente escutava que a aeronave estava chegando. Foi um grande alívio. Agradecemos de verdade, não sei o que seria da gente sem eles”, diz.
FAB

OPERAÇÃO AMAZÔNIA: AÇÃO CÍVICO SOCIAL DEVOLVE A VISÃO À MORADOR DE MANAUS

MILITARES DO EXÉRCITO FICAM FERIDOS EM QUEDA DE CAMINHÃO NO "NORTÃO" MATOGROSSENSE

Equipe trabalhava em apoio à fiscalização do IBAMA

José Carlos Araujo (imagens: Wagner Souza)

Um caminhão do Exército tombou nesta quinta (1), por volta das 16:30h, em uma estrada de acesso a MT-242, entre Sorriso e Nova Ubiratã. Uma fonte de Só Notícias informa que ficaram feridos 10 soldados. Um deles ficou preso nas ferragens e levado, ao hospital, por bombeiros. Eles estão sendo atendidos no Hospital Regional em Sorriso. A maioria teve ferimentos leves. Ambulâncias do pedágio do consórcio Intervias (Sorriso-Ubiratã) e de Ipiranga também ajudaram na remoção dos militares.


A equipe iria a uma cidade na região apoiar ações dos fiscais do Ibama, que combatem desmatamentos ilegais. Foi confirmado que 13 soldados estavam no caminhão. Não estavam retornando de fazenda onde fora feita fiscalização.
O hospital informou que caberá ao Exército a divulgação da relação dos feridos e respectivo estado de saúde. Até agora a lista não foi informada.
Conforme Só Notícias já informou, o Exército designou soldados (das bases de Cuiabá e Campo Grande), helicópteros e viaturas e foi montada base em Sinop, de onde esta equipe partiu, hoje.
As causas do acidente começam a ser apuradas. 

MINISTÉRIOS DA DEFESA E DA JUSTIÇA ANUNCIAM AÇÃO CONJUNTA PARA COMBATER CRIMES NAS FRONTEIRAS

Justiça e Defesa se unem para intensificar combate a ilícitos na fronteira
Ministros das duas pastas anunciam elaboração do Plano Estratégico de Fronteiras, que prevê operações integradas entre as Forças Armadas e órgãos de segurança pública

José Romildo
Pela primeira vez, uma ação conjunta dos ministérios da Defesa e da Justiça irá coibir a prática de ilícitos nas fronteiras brasileiras. O anúncio foi feito na tarde desta quarta-feira, pelos ministros da Defesa, Nelson Jobim, e da Justiça, José Eduardo Cardozo, em entrevista coletiva realizada no Centro de Operações Conjuntas (COC) do Ministério da Defesa.
A iniciativa faz parte do chamado Plano Estratégico de Fronteiras, que prevê operações integradas entre as Forças Armadas e os órgãos de segurança pública federais, tais como o departamento de Polícia Federal e a Secretaria Nacional de Segurança Pública.
Segundo Nelson Jobim, será a partir das dependências do COC que técnicos da Defesa e da Justiça irão decidir, planejar e orientar as operações integradas de fronteira. Sem entrar em detalhes técnicos – que devem ser anunciados na semana que vem, por ocasião da assinatura do acordo de cooperação entre os dois ministérios –, Jobim afirmou que o Plano decorre da necessidade de reforçar o efetivo e as ações de inteligência nos cerca de 16 mil quilômetros de fronteiras brasileiras, boa parte das quais assentadas sobre rios.
O Plano de Fronteiras será realizado a partir de dois grandes eixos. O primeiro se dará pelo reforço da Operação Sentinela, de caráter permanente, que já vem sendo realizada com êxito pelo Ministério da Justiça desde 2010. Com foco em ações de inteligência, essa operação será intensificada e passará a contar com o apoio das Forças Armadas. O efetivo de policiais dedicados exclusivamente à operação será dobrado.
O segundo eixo se dará pela Operação Ágata. Diferentemente da Sentinela, essa operação terá natureza episódica. Sua finalidade será o aumento da presença e do impacto das forças envolvidas em pontos específicos da fronteira. Inicialmente, foram escolhidos cinco pontos em diferentes localidades, do sul ao norte do país, nos quais foram observados maior incidência de ilícitos de fronteira. Participarão das ações relativas a essa operação cerca de 5 mil homens das Forças Armadas. Também está previsto o uso de meios como embarcações, aviões e outros veículos militares.
Ambas as operações serão coordenadas a partir do Centro de Operações Conjuntas (COC), unidade que acompanha todas as atividades operacionais das Forças Armadas em território brasileiro e também as ações dos efetivos brasileiros no Haiti e no Líbano.

Colômbia
Durante a coletiva, o ministro Nelson Jobim informou também que os governos do Brasil e da Colômbia preparam um plano conjunto para intensificar a fiscalização da fronteira entre os dois países. Segundo Jobim, no próximo dia 24 de junho, ele e o ministro Cardozo se encontrarão com autoridades do Ministério da Defesa colombiano para tratar do plano, voltado para o combate ao narcotráfico e ao contrabando. “Resolvemos aproveitar o momento em que há disposição muito forte do governo da Colômbia para o tema, para definirmos as ações a serem realizadas”, afirmou o ministro. Caso haja sucesso nas conversações, o mesmo plano poderá ser levado aos dez países que fazem fronteira com o Brasil.
MD

EXÉRCITO REALIZA OPERAÇÃO "CAPIM DOURADO" NO CENTRO OESTE

Exército promoverá operação Capim Dourado em Gurupi ‏
"Vamos fazer uma operação semelhante à Força de Pacificação", diz major.

Cláudio Frascari
O Exército brasileiro estará realizando durante os dias 13 a 16 de junho a operação denominada “Capim Dourado”. A operação reunirá cerca de 900 homens da Brigada de Infantaria da cidade de Cristalina (GO), que tem sob sua área de responsabilidade o Triângulo Mineiro, o Distrito Federal e os estados de Goiás e Tocantis.
Na tarde desta quarta-feira, 01, o major Jesus da 3º Brigada de Cristalina, acompanhado de onze representantes de unidades do Exército do Triângulo Mineiro, Distrito Federal e dos estados de Goiás e Tocantins, estiveram na prefeitura de Gurupi discutindo a operação Capim Dourado.
Segundo o Major Jesus, a operação de segurança pública terá a parceria da prefeitura de Gurupi e participação das polícias Militar, Civil e Rodoviária Federal. “Vamos fazer um trabalho junto com as Polícias Civil, Militar e Rodoviária Federal para treinar os soldados para este tipo de atividade e mostrar que o exército está presente na sociedade. Vamos fazer uma operação semelhante à Força de Pacificação que aconteceu no Rio de Janeiro, mas, só com dimensões diferentes”, explicou o Major
Para a realização da operação a prefeitura de Gurupi ofereceu a logística onde serão abrigadas as tropas e se comprometeu em colocar parte do staff das secretárias de Educação, Comunicação e Saúde para uma Ação Cívica Social que acontecerá no último dia da operação. “No dia 13 acontecerá em frente a Prefeitura de Gurupi um momento cívico com hasteamento de bandeiras e no dia 16 acontecerá a Ação Cívica Social que oferecerá serviços de saúde, palestras e distribuição de alimentos e finalizará com um desfile cívico na Avenida Goiás”, disse o secretário de Comunicação, Luis Claudio.
O dia de Ação Cívica Social acontecerá na escola municipal Joel Ferreira, situada no setor Nova Fronteira. “No dia 16 os alunos da rede municipal serão liberados das escolas para uma atividade extraclasse na Escola Joel Ferreira”, informou o secretário de Educação Carlos Pakalolo.
A Ação Cívica Social será aberta para toda a comunidade que receberá serviços médicos e odontológicos. “Iremos levar serviços como coleta de citologia, testes de hanseníase, tuberculose, glicemia capilar, DST/AIDS/HIV, aferição da pressão arterial e serviços odontológicos”, disse o secretário de saúde José Henrique.
a notícia

EXÉRCITO FECHA FRONTEIRA DO MS

Exército fecha fronteira do Estado para conter crimes ambientais
Os trabalhos são frutos de um planejamento feito em 2010 e emprega cerca de 800 militares

A 4ª Brigada de Cavalaria Mecanizada “Brigada Guaicurus” fecha a fronteira de Mato Grosso do Sul a partir desta quinta-feira. Trata-se da Operação Atalaia.
De acordo com a 4ª Brigada de Cavalaria Mecanizada - Brigada Guaicurús, os trabalhos são frutos de um planejamento feito ao final de 2010 e emprega cerca de 800 militares do Exército.
Ao todo, 130 viaturas estarão dando suporte a operação que ocorrerá na faixa de fronteira com aproximadamente 650 km, de Mundo Novo a São Carlos. A finalidade é coibir delitos transfronteiriços e ambientais, em coordenação com os Órgãos de Segurança Pública, Meio Ambiente e Fiscalização Fazendária no Mato Grosso do Sul.
A Operação é amparada pela Lei Complementar nº 97 de 09 de junho de 1999, modificada pela Lei Complementar nº 117 de 02 de setembro de 2004 e pela Lei Complementar 136/2010.
Participam da operação o 10º Regimento de Cavalaria Mecanizado (Bela Vista), o 11º Regimento de Cavalaria Mecanizado (Ponta Porã), o 17º Regimento de Cavalaria Mecanizado (Amambai), o 20º Regimento de Cavalaria Blindado (Campo Grande), o 9º Grupo de Artilharia de Campanha (Nioaque), a 4ª Companhia de Engenharia e Combate Mecanizada (Jardim) e a 2ª Companhia de Infantaria (Três Lagoas).
CORREIO DO ESTADO/DOURADOS AGORA

1 de junho de 2011

LOBÃO: "AS PESSOAS QUERIAM BOTAR CUBA NO BRASIL. IA SER UMA M... PRA GENTE!"

"A gente tinha que repensar a ditadura militar. Por que as pessoas acham... Essa Comissão da Verdade que tem agora. Por que que é isso? Que loucura que é isso? Aí tem que ter anistia pros caras de esquerda que sequestraram o embaixador, e pros caras que torturavam, arrancavam umas unhazinhas, não [risos]. Essa foi horrível [risos]. Mas é, é bem isso. Quem é que vai falar isso? Quem é que vai ter o colhão de achar que bunda de pinto não é escovinha? Porque não é. Não é. Então é o seguinte: a gente viveu uma guerra. As pessoas não estavam lutando por uma democracia, as pessoas estavam lutando por uma ditadura de proletariado. As pessoas queriam botar um Cuba no Brasil, ia ser uma merda pra gente. Enquanto os militares foram lá e defenderam nossa soberania."

VÍDEO: TREINAMENTO DAS FORÇAS ESPECIAIS BRASILEIRAS

EsSA: ALUNOS DO CURSO DE CAVALARIA SÃO DESTAQUE EM COMPETIÇÃO DE HIPISMO

3ª Etapa do Ranking Sul Mineiro de Hipismo
No dia 28 de maio, ocorreu a 3ª Etapa do Ranking Sul Mineiro de Hipismo, no Centro Hípico Santa Rita, em São Gonçalo do Sapucaí, com a participação de 76 conjuntos.
A Escola de Sargentos das Armas, por meio do Curso de Cavalaria, participou da competição com uma equipe de 13 alunos e, na equipe de apoio, com o Júri de Campo e uma Equipe de Pista.
Na ocasião, os alunos tiveram mais uma oportunidade de se familiarizarem com as atividades hípicas da Arma de Osório.
Destacaram-se, na competição, os Alunos CREMONTE, grande vencedor da prova de 1m, e o Aluno TANER, vice-campeão. Na categoria 80cm, venceu o Aluno DINECK, acompanhado de perto pelo Aluno VISINTAINER.
Fechando o dia com chave de ouro, na prova de 60cm, o campeão foi o Aluno MAZURKEWICZ, seguido pelos Alunos IGELTON e PAZ. A próxima etapa do ranking será na cidade de Varginha, no dia 18 de junho.
EsSA

EXÉRCITO E UNICAMP FIRMAM PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA E INTERCÂMBIO ACADÊMICO

No mês de maio, uma comitiva da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) esteve na Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEx) e na Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), onde assinou, com o Departamento de Educação e Cultura do Exército (DECEx), um protocolo de intenções para a cooperação técnica e intercâmbio acadêmico e educacional entre as Instituições.
Na EsPCEx, o Reitor Fernando Ferreira Costa foi recebido pelo Comandante da Escola, Coronel Fabio Benvenutti Castro, e, juntamente com demais membros da comitiva, embarcou em uma aeronave militar para a cidade de Resende (RJ). O deslocamento contou com o apoio de um helicóptero Cougar, do 2º Batalhão de Aviação do Exército, localizado em Taubaté (SP).

Em Resende (RJ), a comitiva da Unicamp percorreu as instalações da AMAN, assistiu a uma formatura e acompanhou instruções práticas ministradas aos Cadetes pela Seção de Instrução Especial, como o Estágio de Vida na Selva e Técnicas Aeromóveis.
O Reitor da Unicamp assinou o protocolo com o Chefe do DECEx, General-de-Exército Rui Monarca da Silveira, e elogiou o trabalho realizado na Academia Militar. Ele ressaltou a importância deste intercâmbio para o Exército e para a Universidade, não apenas no campo da pesquisa, como também na formação de novos recursos humanos. Segundo o General Rui, essa troca de conhecimentos permitirá um maior aperfeiçoamento na formação dos militares, aproveitando a excelência e o renome da Unicamp, e fará com que a Universidade conheça mais o trabalho da Força Terrestre e tenha um campo de estudos ainda mais abrangente para pesquisadores de diversas áreas.
A assinatura deste protocolo de intenções vai ao encontro da modernização prevista pelo DECEx no atual sistema de Ensino Superior Militar. Entre outras mudanças, a formação do oficial combatente passará de quatro para cinco anos, fazendo com que a Escola Preparatória de Cadetes do Exército, localizada em Campinas (SP), passe a ser o primeiro ano da Academia Militar em Resende (RJ), ampliando, assim, a formação dos novos oficiais.
FORÇAS TERRESTRES

INFANTES INTENSIFICAM PRESENÇA DO EXÉRCITO NA FRONTEIRA SUL


A 8ª Brigada de Infantaria Motorizada, subordinada à 6ª Divisão de Exército do Comando Militar do Sul, está sendo empregada na região das cidades de Jaguarão e do Chuí, na Operação Fronteira Sul. Estão envolvidos 430 militares, que irão atuar no controle de estradas e vias urbanas na faixa da fronteira, no patrulhamento e na ação de apoio à comunidade. O objetivo é intensificar a presença das tropas federais na faixa de fronteira.
A operação está sendo desenvolvida em conjunto com os Órgãos de Segurança Pública e de Fiscalização no Rio Grande do Sul. Dessa forma, militares do Exército estão presentes na região, atuando na prevenção e na repressão de delitos transfronteiriços, como a entrada ilegal de armas, munições, entorpecentes e a prática do contrabando.
Essa atuação está sendo feita com o amparo dos instrumentos jurídicos em vigor e de acordo com a legislação vigente. Solicita-se à população o apoio às ações em curso.
Outras informações poderão ser obtidas na Seção de Comunicação Social da 8ª Brigada de Infantaria Motorizada, com o coronel Santos (e-mail comsocial@8bdainfmtz.eb.mil.br/telefone 53 – 9155.6896) ou no Posto de Comando da Brigada, localizado no quartel do 12° RC Mec, em Jaguarão, com o major Maia Filho (53 - 9155.8445).
AGORA

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