7 de agosto de 2012

Exército realiza ACISO na fronteira do MS

Exército desenvolve ACISO em Ponta Porã
Homens do Exército estão fazendo o serviço de recuperação da pintura da Escola Municipal Cooporã - Foto: Nivalcir Almeida
Homens do Exército estão fazendo o serviço de recuperação da pintura
da Escola Municipal Cooporã - Foto: Nivalcir Almeida
Militares da 4ª Companhia de Engenharia e Combate, subordinada à 4ª Brigada de Cavalaria Mecanizada, estão em Ponta Porã desde o fim de semana para desenvolver uma ACISO – Ação Cívico-Social, na qual estão prestando serviços à comunidade. A ação está sendo desenvolvida com o apoio da Prefeitura de Ponta Porã.
Um grupo está promovendo atendimento de saúde na Escola Municipal Jardim Ivone enquanto outra turma trabalha na pintura da Escola municipal Cooporã, Jardim Independência. Além disso, o maquinário da Companhia estará efetuando o serviço de recuperação de algumas ruas daquela região.
De acordo com o Major Ciotta, da 4ª Companhia de Engenharia e Combate, sediada em Jardim, o grupo de médicos e odontólogos do Exército estarão atendendo gratuitamente à população até o meio dia da próxima quinta-feira, nas dependências da Escola Municipal Jardim Ivone.
Além do atendimento médico também estão sendo disponibilizados alguns tipos de remédios. Tudo é feito gratuitamente para a população.
“Temos em nossa equipe quatro especialistas como clínicos gerais, pediatra e ginecologista. Também estamos oferecendo atendimento geral na odontologia e um trabalho de higiene bucal com as crianças”, explicou.
Já na Escola Cooporã, o trabalho de pintura já está quase pronto. Os militares estão providenciando a pintura nova em todo o prédio e a parte externa. Os secretários municipais Joelma Moura (Educação) e Josué Lopes (Saúde), estiveram na Escola Jardim Ivone acompanhando o trabalho desenvolvido na ACISO. Eles elogiaram a atitude do Exército que, através da 4 Companhia de Engenharia e Combate, atende a comunidade de uma região formada por milhares de moradores dos bairros da zona norte da cidade.

ACISO
As Ações Cívico-Sociais ou ACISO são atividades realizadas pelo Exército Brasileiro para prover assistência e auxílio a comunidades, desenvolvendo o espírito cívico e comunitário dos cidadãos, no país ou no exterior, para resolver problemas imediatos e prementes.
Em Ponta Porã, estão militares que já estiveram no Haiti, participando de ações semelhantes, através da missão de paz criada pela Organização das Nações Unidas.
AgoraMS/montedo.com

Polícia prende estelionatário que aplicava golpe em militares do Exército em Cuiabá

Preso estelionatário que aplicava golpes em militares

Acusado de aplicar golpes a militares do Exército Brasileiro, Loyander Arcanjo da Rocha, 23, foi preso pela Polícia Civil na tarde desta sexta-feira (03), em Cuiabá. Conforme as investigações, ele enganava as vítimas com uma proposta de empréstimo consignado feito por uma empresa de Brasília, no Distrito Federal.
De acordo com a Polícia Civil, o acusado se passava por representante da empresa NPC empréstimos, com sede em Brasília. Após convencer a vítima a fazer um empréstimo consignado, o estelionatário cobrava uma taxa para enviar os documentos para a capital federal e ficava com o dinheiro. Os documentos não eram enviados e os empréstimos não eram feitos.
A prisão do estelionatário foi efetuada por policiais civis da Delegacia do Carumbé após registro de boletim de ocorrência de 2 vítimas do golpe. Loyander está detido para interrogatório e será indiciado pelo crime de estelionato pelo delegado Waldeck Duarte Junior. (W.S)
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Gazeta Digital/montedo.com

6 de agosto de 2012

Tentativa de invasão mobiliza quartel do Exército no RS

Suposta invasão ao quartel mobiliza 7° BIB e Brigada Militar
Cercado que contorna a área verde do Exército em Santa Cruz do Sul foi cortado em três lugares na Rua Demétrio Ribeiro
Cercado que contorna o quartel foi cortado e três vultos teriam sido avistados próximo à garagem dos blindados
Foto: Portal Gaz/Joel Haas
Uma suposta invasão à área do Exército Brasileiro em Santa Cruz do Sul, localizada na divisa do Centro com os bairros Arroio Grande e Bonfim, mobilizou homens do 7° Batalhão de Infantaria Blindado (BIB) e da Brigada Militar na noite deste domingo, 5. Durante a ronda noturna de rotina, por volta das 22h20, soldados do Exército observaram três cortes em locais distintos no cercado que contorna o terreno do 7° BIB, nas imediações da Rua Demétrio Ribeiro.
Logo após, às 22h30, três disparos - provavelmente de pistola, segundo informações preliminares - foram ouvidos dentro do mato do quartel. Neste momento, três vultos teriam sido avistados próximo à garagem onde ficam guardados os blindados.
Foto: Portal Gaz/Joel Haas
Uma equipe do Exército fez o reconhecimento do local e não encontrou ninguém, mas seguiu de alerta durante a madrugada. Os soldados efetuaram alguns disparos de advertência para o chão durante a ação. Três viaturas da Brigada Militar deram suporte na parte externa do quartel.
De acordo com o subcomandante do 7° BIB, major Christian Augusto dos Santos Cravo, ainda não há suspeitos. O próximo passo será ouvir os soldados que presenciaram a ação. Segundo ele, foi aberto um inquérito para investigar a tentativa de invasão.
GAZ/montedo.com

Dois soldados do Exército morrem em acidente de moto no RN

Dois soldados do Exército morrem após acidente de moto em Caicó

Os soldados do Exército Jefferson Dantas Costa e Jefferson Junior de Lima Silva morreram por volta das 5h20 desta segunda-feira, depois que a motocicleta CG 150 Honda, placa MYW-5522 colidiu lateralmente com um caminhão-pipa que trafegava na entrada do distrito de Laginha, em Caicó, na região do Seridó.
As vítimas se dirigiam para o trabalho no 1º Batalhão de Engenharia e Construção (BEC), que é sediado naquela cidade, a 282 quilômetros de Natal.
Segundo a Polícia, o soldado Jefferson Costa residia em Jucurutu, e a exemplo deste, Jefferson Silva também morava em outra cidade da região seridoense, de onde se deslocavam diariamente para o trabalho a patir da RN-118, que liga Caicó a Jucurutu. O motorista do caminhão-pipa teria se evadido do local do acidente, mas já foi identificado pela Polícia.
Tribuna do Norte/montedo.com

O retorno de Jedi...

Militar volta da guerra depois de 14 meses vestido de Jedi para fazer surpresa no aniversário de seu filho…

Conheça a história de Danny, um garotinho fã de Star Wars que durante seu aniversário teve a maior surpresa de todas. Seu pai, militar ativo no Afeganistão, voltou para casa depois de quase 15 meses longe. Para aumentar ainda mais a surpresa o pai de Danny foi vestido de Jedi…

Exército desencadeia Operação Quixarás no interior cearense

Exército chega para treinamento

ALEX PIMENTEL
Quixeramobim - As tropas da Força de Pacificação Atlântico devem iniciar, na manhã de hoje, as ações de campo da Operação Quixarás, como foram batizados os exercícios de treinamento realizados pelo Exército Brasileiro no Sertão Central do Estado do Ceará.
As manobras contarão com a participação de militares do 4º Batalhão de Comunicações - Recife (PE); do 24º Batalhão de Caçadores - São Luís (MA); do 25º Batalhão de Caçadores - Teresina (PI); da 26ª Circunscrição de Serviço Militar - Teresina (PI); da Aviação do Exército - Taubaté (SP); e de 132 atiradores do Piauí.
As tropas ficarão em Quixeramobim por uma semana.
Os exercícios de campo também ocorrem em Boa viagem,
Madalena e Senador Pompeu-FOTO: ALEX PIMENTEL
A partir das 9h, mais de 700 oficiais e soldados estarão reunidos no Estádio Municipal de Quixeramobim para receberem o Comando Geral da 10ª Região Militar (10ªRM), responsável pela operação. O Estádio Álvaro Carneiro, conhecido popularmente como Carneirão, também será utilizado como ponto de pouso e decolagem para os dois helicópteros utilizados na Operação Quixarás.

Ponto Estratégico
O parque esportivo está localizado em um ponto estratégico para as manobras, próximo a áreas utilizadas como base de comando para as atividades de treinamento. O Polo da Universidade Aberta do Brasil (UAB) abrigará o comando da Força de Pacificação e a equipe de Ações Cívico-Sociais (ACISO) Militares.
O Ginásio e salões da AABB, o Ginásio José Artur Costa na Escola Agrícola e o BNB Clube estão sendo usados como alojamento para 730 militares. Os pátios servem como estacionamento para as 62 viaturas utilizadas nas ações do grupo.
O Comando da 10ª RM não adiantou detalhes das operações. Mas, conforme soldados, os principais pontos estratégicos da cidade serão ocupados pelas equipes participantes dos exercícios. A barragem do Açude Quixeramobim, a ponte metálica do bairro do Depósito e a via de tráfego de veículos sobre o rio, de acesso à área residencial da Maravilha, são algumas delas.
Nas barreiras, os militares abordarão qualquer suspeito. Quixeramobim estará vigiada pelo Exército durante toda a semana. Os exercícios de campo também serão realizados nas zonas rurais de Boa Viagem, Madalena e Senador Pompeu.

Primeiro contato
Na manhã de ontem, um comboio de caminhões percorreu as ruas do Centro de Quixeramobim e um trecho da CE-060. Foi o primeiro contato do Exército com a população, embora não tivesse muita gente nas ruas.
A maior parte das pessoas reside na periferia da cidade e na zona rural. Mesmo assim, quem foi surpreendido com o desfile ficou observando curiosamente o movimento dos veículos camuflados. Alguns acreditavam tratar-se de reforço para a Polícia coibir os crimes na região, principalmente, no que se refere ao tráfico de drogas e assaltos.
Segundo o reservista do Exército, Raimundo Ferreira dos Santos, os soldados engajados em operações dessa natureza demonstram muito interesse. É uma oportunidade a mais para conhecerem melhor as estratégias de atuação das Forças Armadas nacionais. O reservista serviu no 23º Batalhão de Caçadores, em Fortaleza, há 20 anos.
Segundo ele, logo após a alvorada, tem sempre enfileiramento das tropas. Em seguida, partem em marcha para suas missões. Nas blitze, deverão utilizar esteiras de pregos. Lembra que, ao receberem ordem de parar, motoristas e motocicletas deverão obedecer. "Caso contrário, terão os pneus furados", afirmou Raimundo dos Santos.

Atendimento ao público
Segundo o coordenador da Defesa Civil de Quixeramobim, Marcos Machado, na próxima quinta-feira (9), médicos do Exército especializados em pediatria, ginecologia, clinica médica, geriatria e atenção odontológica vão atender a população no posto de saúde do Conjunto Esperança.
Na ocasião, na escola do bairro, a Prefeitura vai disponibilizar vários serviços, como corte de cabelo, manicure, palestras e oficina de iniciação a Banda de Música. As atividades acontecem até 16h30. À noite, a partir das 18h, a Banda Oficial do Exército, composta por 35 músicos, se apresenta na Praça Capitão Dias Ferreira. Será a culminância da Operação Quixarás. Depois, as tropas retornam aos alojamentos. Na sexta-feita (10), os acampamentos começam a ser desmontados e os soldados retornam para seus quartéis.

Mais informações
Comando da 10ª Região Militar
Avenida Alberto Nepomuceno, 250 Centro - Fortaleza/ CE
Telefone: (85) 3255.1673
comando10rm@hotmail.com
Diário do Nordeste/montedo.com

Foto do primeiro casamento gay em espaço militar se torna viral na web

Aline Jesus
Os militares Will Behrens e Erwynn Umali viraram viral no Facebook após casamento gay (Foto: Reprodução)
Os militares Will Behrens e Erwynn Umali tiveram sua foto viralizada no Facebook após casamento (Foto: Reprodução)
A foto do primeiro casamento gay em uma base militar acabou se tornando um viral no Facebook - além de ser um fato histórico. A imagem da união civil dos sargentos Will Behrens, de 34 anos, e Erwynn Umali, de 35 anos, ganhou quase 200 mil “curtidas” e mais de 18 mil compartilhamentos desde que foi postada, em meados de julho, na rede social. O registro foi feito na capela de McGuire-Dix-Lakehurst, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.
Antes mesmo de oficializarem a união, ambos já haviam sido casados e com filhos. Os sargentos se conheceram em uma igreja Batista de New Jersey, em 2006, que é contra a homossexualidade. Behrens era diretor do coral, enquanto Umali era um novo membro da instituição. O relacionamento, de fato, só começou a acontecer em 2009, quando Umali parou de ir à igreja; apesar de Behrens permanecer buscando “uma cura”. “Eu nunca conheci ninguém por quem valeria à pena desistir de tudo, até que eu conheci o Erwynn”, afirmou o parceiro.
Em razão da carreira de Umali, que presta serviços nas Forças Armadas dos Estados Unidos, ambos esperaram até 2011, quando uma medida que impedia relacionamentos homossexuais públicos envolvendo militares parou de ter efeito, para assumirem o romance. O passo seguinte, então, foi o casamento. No dia da cerimônia, os pais dos rapazes não compareceram, e eles foram levados ao altar por seus filhos.
Daily Dot via TechTudo/montedo.com

Militares do Exército que cumprirão missão no Haiti treinam em simulador de tiro

Exclusivo: simulador de tiro treina tropa brasileira que vai para o Haiti
Exército brasileiro aperfeiçoa programa para treinamento de Forças de Paz utilizando tecnologia que mistura cinema e videogame. Veja vídeo exclusivo


Valmir Moratelli iG Rio de Janeiro



Um carro suspeito se aproxima da guarita de uma base militar. Três soldados armados com fuzis aparentam tranquilidade e fazem a segurança do local. Um deles aborda o automóvel, que para na cancela. O motorista, no entanto, surpreende, abre a porta, sai do veículo, saca um revólver e atira contra os militares. Há intensa troca de tiros. Um dos militares consegue acertar o criminoso, que cai imediatamente no chão. Não há outros feridos. Em outro momento, outro motorista sai do carro armado com uma faca. Os militares utilizam o spray de pimenta para imobilizá-lo.
Parece cinema. Também poderia ser comparado a um videogame. Mas é um simulador de tiros para treinamento exclusivo do Exército Brasileiro, voltado para o aperfeiçoamento de técnicas de engajamento de militares em missões de paz da ONU. Pela primeira vez uma equipe de reportagem pôde cobrir este treinamento na sala Alfa e Ômega localizada no Centro Conjunto de Operações de Paz do Brasil (CCOPAB), na Vila Militar, zona oeste do Rio. O iG acompanhou as atividades da primeira aula dos militares que vão ao Haiti entre o final desse ano e o começo de 2013.
“Aqui não é um simulador para se aprender a atirar, mas para pôr em prática as regras de engajamento estipuladas pela ONU em missões de paz, como a do Haiti. Não é qualquer lugar, por exemplo, que você pode usar um fuzil. Em operações de paz, quanto menos a gente atira, melhor. É preciso saber dosar o uso da força”, explica o tenente-coronel César Guillermo Mander, instrutor-chefe no simulador.

Cinema realista
O aparelho consiste em um projetor comum ligado a uma série de sensores dispostos na sala para captar o movimento das cinco armas da linha de tiro dos alunos. As armas (dois revólveres Beretta 9mm e três fuzis M-4, além de um spray de pimenta) foram adaptadas, no entanto para emitir um laser na tela. Ao tocar o telão, os raios são captados por uma câmera de detecção de impacto, que envia a informação da atividade para o computador central. Rapidamente, é gerada uma cena mostrando a consequência daquele tiro: o bandido caído, se atingido em órgãos não letais; ou morto, se acertado em pontos críticos do corpo. Há ainda opções como a do bandido se escondendo para revidar dos tiros. Em caso de uso de spray de pimenta, ele surge desesperado, coçando os olhos. A reportagem do iG , no entanto, só pôde registrar imagens da tela em momentos que não há militares feridos a bala.
As regras de engajamento restringem as formas de agir que toda tropa em missão da ONU deve seguir. “No Haiti é regra de engajamento não atirar em quem está fugindo. Se o sujeito largou a arma e saiu correndo, o oficial não pode em nenhuma hipótese atirar para fazê-lo parar”, explica Mander. Quando o treinamento em vídeo começa, as situações que ocorrem são muito rápidas, justamente para fazer com que o combatente saiba tomar as decisões certas sem precisar recorrer ao gatilho de maneira precipitada.
Para o subcomandante do CCOPAB Odimar Leite, as vantagens de se treinar diante de uma tela que lembra a de um cinema são várias. “Podemos fazer a lição repetidas vezes, até que o oficial se sinta pronto para praticar outra. Além disso, há uma grande economia de cartuchos, já que na sala não se atira de verdade”, cita. “O treinamento fica mais simplificado em termos de logística. Não preciso mais deslocar o contingente para uma região desabitada, para que possa fazer treinamento. O simulador, ao término do vídeo, também exibe os erros e decisões que não foram corretos no exercício”, continua o subcomandante.
Isabela Kassow
Suboficial Alderley Pedrosa, suboficial Carlos Esteves , sargento Roberto Mila e capitão Mauricio Bernardes treinam no simulador, que fica no Centro Conjunto de Operações de Paz do Brasil (CCOPAB), no Rio
Vídeos caseiros
A tecnologia dos sensores é de uma empresa privada, mas os filmetes das situações estudadas, com cerca de um minuto de duração cada, são produzidos pelo próprio CCOPAB, que tem autonomia para criar imagens diversas que interessem ao treinamento de seus oficiais. Os “atores” das cenas são todos militares das Forças Armadas.
“Um vídeo de pouco mais de um minuto de duração leva cerca de duas semanas para ser filmado”, diz o tenente Luiz Vianna, um dos responsáveis pela realização das gravações. Isso porque há dificuldades como acertar o ponto exato de cada marcação dos “atores” em cena, levando em consideração que eles devem gravar diferentes versões para uma mesma situação. Depois as filmagens vão para uma ilha de edição, na qual são processadas em um programa, ganham mais limpeza e ajustes de cor e sombra. Tudo para que se assemelhe a uma situação real.
A tela tem 3,75m de comprimento e 4m de largura. Mas é possível usar até três delas na mesma sala para simulações, comportando cinco linhas de tiro, ou quinze oficiais em treinamento ao mesmo tempo. A sala com 8,5 m de largura é climatizada e permanece em total escuridão durante a aula. Os carregadores são preenchidos com ar comprimido, a partir de um cilindro de mergulho, para que possa haver uma falsa sensação de disparo. Cada revólver tem autonomia para 15 disparos, enquanto os fuzis podem atirar quarenta vezes.
Em breve chega ao CCOPAB um conjunto de fuzis FAL 6,62mm adaptados para a utilização com laser de simulação, imperceptíveis ao olho humano. Estas armas são as mais utilizadas no momento pelas tropas enviadas ao Haiti. Há ainda uma situação na qual os militares treinam sob ameaça de disparos de balas iguais às utilizadas em jogos de paintball. Um disparador de balas, no canto da sala, tenta acertá-los enquanto se concentram no telão.
O spray de pimenta, que os oficiais aprendem a usar apenas quando o agressor não apresenta risco de morte a nenhum dos envolvidos na operação, ali no simulador é uma adaptação bem ao estilo brasileiro. O spray é, na verdade, um inofensivo frasco de desodorante – só que com laser. Ao término da aula, a sala está perfumada.
iG/montedo.com

De olho nas fraudes:MPM e Forças Armadas discutem acesso ao Sistema de Óbitos do INSS

MPM e Forças Armadas discutem acesso ao Sistema de Óbitos do INSS

Realizada na última quarta-feira (1º), na Procuradoria-Geral de Justiça Militar, reunião para discutir um aditamento ao Termo de Cooperação Técnica firmado entre o Instituto Nacional do Seguro Social – INSS e o Ministério Público Militar e as Forças Armadas para acesso ao banco de dados do Sistema de Óbitos – SISOBI. As informações disponibilizadas pelo Sistema possibilitaram ao MPM e às Forças Armadas uma redução no pagamento de pensões indevidas a beneficiários e pensionistas já falecidos das Forças Armadas.
O Termo de Cooperação Técnica foi assinado entre as partes em julho de 2009, em solenidade ocorrida na PGJM. A iniciativa para a celebração do documento partiu do MPM, preocupado com o número de processos em trâmite na Justiça Militar que apuravam fraudes no pagamento de pensões das FFAA. Levantamento realizado pelo Centro de Apoio à Investigação – CPDSI do MPM, na época, revelou que somente na PJM Rio de Janeiro, entre 2005 e 2007, foram desviados dos cofres públicos mais R$ 14 milhões com esse tipo de delito.
O aditamento discutido hoje tem por objetivo agilizar o processamento das informações. Atualmente, o MPM é o único gestor do Termo de Cooperação Técnica. Toda a movimentação referente ao SISOBI tem que necessariamente passar pelo MPM. A proposta em discussão é a ampliação do numero de gestores. Cada uma das forças teria um responsável e um substituto para gerir o SISOBI. O encontro ocorrido hoje na PGJM foi a primeira tratativa para a futura assinatura do aditamento do Termo de Cooperação Técnica.
MPM/montedo.com

Hiroshima

Primeiro ataque atômico da história encerrou a 2ª Guerra
Hiroshima, 6 de agosto de 1945. Foto: Museu Memorial da Paz/Efe
Alexandre Bigeli*
A cidade de Hiroshima, no sul do Japão, é mundialmente conhecida por ter sofrido o primeiro ataque atômico da história. A bomba atingiu a cidade na manhã do dia 6 de agosto de 1945, e a história da humanidade nunca mais foi a mesma.
O ataque americano foi decisivo para o fim da Segunda Guerra Mundial na Ásia, com a rendição do Japão. O bombardeio matou instantaneamente cerca de 80 mil pessoas. Uma das maiores cidades do Japão, Hiroshima tinha na época cerca de 325 mil habitantes.
A bomba também afetou seriamente a saúde de milhares de sobreviventes. A grande maioria das vítimas era formada pela população civil, que nada tinha a ver com a guerra.
Naquela fase da guerra, os nazistas já haviam sido derrotados pelos aliados na Europa. Restava apenas o Japão no flanco asiático, que resistia com eficiência ao cerco dos americanos. As forças dos Estados Unidos estavam derrotando os japoneses no mar e nos territórios invadidos pelo Japão, principalmente nas Filipinas, na China e nos arquipélagos do Pacífico. Entretanto, segundo os generais americanos, a perda de territórios invadidos não seria suficiente para que os japoneses se rendessem.
Para que o imperador Hiroíto, líder japonês, aceitasse a rendição incondicional, seria necessário um ataque direto ao território japonês. A invasão ao Japão era considerada uma iniciativa de altíssimo risco, pois a resistência da população e a batalha em solo inimigo provocariam baixas maciças nas forças americanas. Na época, calculou-se que uma invasão poderia causar a morte de aproximadamente 2 milhões de pessoas, entre americanos e japoneses, além de prolongar a guerra indefinidamente.
Foi então que o alto-comando americano passou a considerar a única arma capaz de um ataque fortíssimo, que destruísse por completo o seu alvo sem causar nenhuma baixa nas tropas dos EUA: as bombas atômicas. Somente a potência de um ataque nuclear poderia obrigar os japoneses a se renderem. Na época, diversos cientistas, como Albert Einstein, estavam colaborando para a evolução da tecnologia nuclear, que já podia ser empregada para fins militares.

A destruição
Hiroshima, 6 de agosto de 1945. Foto: Museu Memorial da Paz/Efe
Hiroshima, 6 de agosto de 1945. Foto: Museu Memorial da Paz/Efe
Ironicamente batizada de "little boy", (garotinho, em inglês), a bomba lançada em Hiroshima é até hoje a arma que mais mortes provocou em pouco tempo. A bomba foi lançada às 8h15 e as mortes foram praticamente instantâneas. Sua potência correspondia a 20 mil toneladas de dinamite. A explosão provocou um calor de cerca de 5,5 milhões de graus centígrados, similar à temperatura do Sol.
A cidade de Hiroshima pode ter sido escolhida para o ataque porque fica no centro de um vale -o que pode aumentar o impacto da explosão nuclear, já que as montanhas ao redor prenderiam na região as intensas ondas de calor, a radiação ultravioleta e os raios térmicos produzidos no ataque.
Após um silencioso clarão, ergueu-se uma espessa núvem de poeira e fragmentos de fissão. Uma chuva formada por gotas do tamanho de bolas de gude caiu depois da explosão. Segundo relatos da época, era uma chuva escura, formada por um líquido pastoso. Essa chuva atingiu vegetações e reservatórios de água em regiões próximas a Hiroshima.
Prédios sumiram com a vegetação, transformando a cidade num deserto. Num raio de 2 km, a partir da área sobre a qual a bomba explodiu, a destruição foi total. Pessoas foram literalmente desintegradas. Suas mortes jamais foram confirmadas em função da falta de cadáver. Quem sobreviveu teve a saúde seriamente comprometida. O calor arrancava a roupa e a pele. No total, morreram cerca de 300 mil pessoas em conseqüência do ataque. Ou as vítimas foram incineradas pelo calor, ou morreram aos poucos com os efeitos da radiação (como o câncer).
Hiroshima, 6 de agosto de 1945. Reprodução: Vidal Cavalcante/AE
Hiroshima, 6 de agosto de 1945. Reprodução: Vidal Cavalcante/AE
Ataque à cidade de Nagasaki
Três dias depois, em 9 de agosto de 1945, a cidade de Nagasaki também foi atacada com uma bomba atômica. Mais uma vez, os americanos batizaram-na com ironia: "fat man" (gordo). A bomba matou cerca de 70 mil pessoas e deixou 25 mil feridas. Segundo historiadores americanos, o alto-comando dos EUA ameaçou atacar Tóquio caso o Japão não se rendesse. A destruição que um ataque nuclear causaria numa das maiores cidades do mundo era incalculável.
Explosão nuclear em Nagasaki (9 de agosto de 1945)
O imperador Hiroíto não só aceitou como propôs a rendição incondicional diante da ameaça. Depois de seis anos, a sangrenta Segunda Guerra Mundial havia finalmente terminado. Embora tenha havido vários conflitos após 1945, bombas atômicas nunca mais foram usadas em guerras. As armas continuam sendo empregadas em testes, para que países exibam seu poder (como fazem Índia e Paquistão, por exemplo).
Após conhecer o potencial de destruição das bombas nucleares, potências temem se envolver em um conflito nuclear. Isso explica por que a guerra fria sempre foi um conflito de ameaças recíprocas entre Estados Unidos e União Soviética, em vez de uma guerra nuclear de fato. Mas essa é outra história.
UOL Educação/montedo.com

Que dureza: sul-coreanos precisam vencer o Brasil no futebol para escaparem do serviço militar

Vencer o Brasil livra os jogadores de servir dois anos nas Forças Armadas
Uma medalha pode livrar os sul-coreanos do serviço militar
Jogadores da Coreia do Sul podem ter uma motivação a mais para  avançarem nas Olimpíadas de Londres - Crédito: Getty Images
Cosme Rímoli, de Londres
Vencer o Brasil tem um significado mais do que especial para os jogadores da Coreia do Sul: ficarem livres dos dois anos de serviço militar. Jornalistas orientais explicaram que a principal motivação do time em disputar as Olimpíadas é mesmo fugir das Forças Armadas.
Por causa do conflito com a Coreia do Norte, todos os homens são obrigados a servir. Entre os 19 e 30 anos, eles podem escolher quando querem passar dois anos nas Forças Armadas.
O governo decretou que uma medalha nos Jogos Olímpicos de Londres 2012 livraria o time. Pode ser uma de bronze. Se os orientais vencerem o Brasil já estarão com, pelo menos, a prata garantida.
Houve uma mudança na política esportiva sul-coreana. Antes, a Copa do Mundo livraria os atletas das Forças Armadas, mas agora só valem Olimpíadas e Jogos Asiáticos. A medalha olímpica pode ser qualquer uma: ouro, prata ou bronze. Já nos Jogos Asiáticos só vale o ouro.
Ou seja: a premiação é muito mais valiosa do que dinheiro. Dois anos longe das Forças Armadas. O governo usa claramente o esporte para propaganda.
De maneira ditatorial, não há a menor possibilidade de premiação financeira porque os jogadores precisam entender que é uma honra representar a Coreia do Sul.
Os jornalistas coreanos têm a certeza de que a vontade de não ir para o Exército, Aeronáutica ou Marinha faz com que o time se dedique ao máximo nas Olimpíadas. Entre as Forças Armadas e eles, o Brasil de Mano Menezes.
R7/montedo.com

General Adriano: 'Fizemos no Alemão o que não conseguiram fazer no Iraque'

'Fizemos no Alemão o que não conseguiram fazer no Iraque'
General Adriano Pereira Júnior revela como comandou uma tropa de 1,6 mil homens na área mais bem armada pelo tráfico do Rio

CHRISTINA NASCIMENTO
Foto: João Laet/ Agência O Dia
Rio - Há um ano e meio, o general Adriano Pereira Júnior, 64 anos, assumia a maior operação de risco da sua carreira: comandar uma tropa de 1,6 mil homens na área mais bem armada pelo tráfico do Rio. “A gente não sabia como iria funcionar direito”, confessa, sem cerimônia. Os motivos estavam atrelados a um histórico pesado: por anos, os complexos da Penha e do Alemão foram inacessíveis às forças policiais.
Os bastidores revelam que, em uma semana, o Exército rastreou um espaço praticamente desconhecido para a Segurança Pública: “Não tínhamos o mapa de onde eram as áreas problemas nem de quem ainda estava lá dentro...”. A atuação despertou a curiosidade dos exércitos dos EUA, Alemanha e Chile. No espaço conflagrado, a farda, em alguns momentos, virou uma espécie de divã: “Um pai me contou, chorando, que teve que entregar filha de 14 anos para traficante passar a noite”.

DIA: Tem alguma estratégia diferente que o senhor adotaria se ocupasse novamente o Complexo do Alemão?

GAL ADRIANO: Muito difícil te responder isso, porque o início da operação foi uma situação: nós chegamos e entramos. Muitas coisas foram alteradas à medida que foi evoluindo. Entramos com toda patrulha usando fuzil. Fomos gradativamente desescalando o armamento. Com o tempo, colocamos pistola e usamos arma não-letal, spray de pimenta e bala de borracha. Mas eu não mudaria isso, porque essas coisas tinham que ser feitas. Se eu voltasse para uma situação semelhante, não teria coragem de entrar em outra comunidade sem estar todo mundo com fuzil. E, ali (Complexo do Alemão), era o QG do mal. Estamos falando do pior local, onde os traficantes eram mais fortes.

A chegada da tropa, então, foi o momento mais tenso...
Tudo que acontecesse, o responsável seria eu. Não tinha outro. Fui eu que montei a operação, que orientei a tropa. Quando fomos para lá, foi o momento mais tenso, porque tinha muito armamento e muitos bandidos. E, aí, você começa uma operação colocando 1.600 homens (militares) armados, circulando naquela área de topografia difícil. Fazíamos patrulhamento em tudo. Ocorrer uma troca de tiro num beco era uma coisa que não tinha como se prever. O bandido aparece, atira e some. E se um soldado meu disparasse uma arma? E se o tiro entrasse num barraco e pegasse uma família, uma criança, uma pessoa que não tinha nada a ver com o tráfico? Eu tinha muitos questionamentos. Talvez, o momento mais tenso da minha vida tenha sido o primeiro mês de operação. Eu praticamente ia todos os dias lá. Tinha essa preocupação de que ocorresse algum problema.

Foi usada a mesma estratégia no Haiti. Era preciso fazer dessa forma?
Foi uma operação de alto risco pela quantidade de tropa que colocamos. E a gente não sabia como iria funcionar direito, como seria a reação do traficante à nossa presença. Poderia haver muitos incidentes, ou poucos ou nenhum. Mas ninguém sabia o que iria acontecer, porque a gente não tinha o mapa apontando onde eram as áreas problemáticas, ou indicando quem ainda estava lá dentro. Na Rocinha agora, há o Batalhão de Choque preparando e examinando o local para a instalação da Unidade de Polícia Pacificadora. Já nós, entramos lá (Complexo do Alemão), sem nada.

Então, o Exército fez um rastreamento da área que jamais tinha sido feito?
Eu acho que nunca tinha sido feito, porque as polícias Militar e Civil tinham sérias dificuldades para entrar. Aquilo era um fortaleza. Quem invadiu de fato (o Complexo do Alemão) foi a polícia. Até então, a gente ficava fazendo cerco. Nós só entramos no interior do complexo no dia 23 de dezembro de 2010. Então, até ali, acho que ninguém nunca tinha feito rastreamento, percorrido tantas áreas. A Inteligência foi levantando pouco a pouco quais eram as áreas de maior risco, as mais tranquilas.

Moradores reclamaram da violência. O que o senhor tem a dizer sobre isso?
Nós tivemos um problema no dia 6 de setembro de 2011. Uma jovem morreu com um tiro na nuca. Cadê a tia que foi para frente das câmeras dizer que a sobrinha morreu com um tiro dado pelo Exército? Quem não estava lá dentro acha que o Exército fez uma violência, que houve troca de tiros e matou. É mentira, engodo. A maioria dos problemas que tivemos foi ou proporcionado por pessoas ligadas ao tráfico, incomodadas com a nossa presença, ou por pessoas que têm que ir para lá fazer o protesto, porque o traficante quer. No dia 4, houve um protesto contra a presença do Exército. Na segunda-feira, dia 5, tinha faixas caprichadas, muito bem feitas, arrumadas, com plástico e tudo. Participaram da manifestação menos de 60 pessoas, numa comunidade de 280 mil moradores. Até que ponto esse protesto era de moradores?
Teve um outro problema, mais recente, de um jovem que diz que foi torturado. O inquérito provou que não foi. Nenhum militar colocou a mão nele. Começou pelo reconhecimento, que foi conduzido pela Polícia Civil. Os dois militares que ele reconheceu (como agressores) estavam no Rio Grande do Sul de folga quando aconteceu o episódio.

Mas o jovem tinha marcas pelo corpo...
Sim. Ele estava com algema de metal, mas não tínhamos este tipo lá dentro. Se toda vez que acontecer alguma coisa, uma pessoa qualquer denunciar, sem ter averiguação, e eu publicar (na imprensa), eu estou desprestigiando o outro lado.

Não frustrava saber que o tráfico permanecia lá dentro ?
Mas em que lugar se conseguiu acabar com o tráfico? Nos países que têm as melhores policias existem traficantes. Lá, tinha e com muito consumidor interno. Não tinha mais o tráfico do camarada que vai do asfalto pegar, porque ele tinha receio de ser pego. Mas ali dentro, as boquinhas de fumo funcionavam, vendendo droga...Mostramos um vídeo para a imprensa.

Houve críticas da Cúpula de Segurança Pública por causa da liberação do vídeo?
Pelo contrário, recebi muito incentivo da população de lá, como das pessoas com quais eu me relaciono. Nosso trabalho foi motivo de interesse do Exército dos EUA, da Alemanha e do Chile. Os americanos vieram aqui, porque é uma operação considerada por eles muito difícil. Eu estava fazendo lá o que eles não conseguiam fazer no Iraque, que é você estar no meio de uma população, que você sabe que a maioria quer a paz, mas no meio deles, sem usar farda, tem alguém que quer te pegar.
A Alemanha faz parte da Otan. Então, ela participa de forças de paz, que atuam assim. Num conflito como do Iraque, eles vão ter que empregar a tropa fazendo isso. Era uma coisa nova e chamou atenção por isso. O Exército, nesta atuação, foi alvo de referências elogiosas no mundo inteiro. Porque não foi fácil conviver lá dentro e convencer o soldado jovem que ele está com um fuzil, mas não pode atirar, mesmo se ele receber tiro. Só poderia atirar se tivesse um alvo.

Algum militar que mora em favela pediu para deixar a operação?
No início, ocorreram algumas declarações de pessoas dizendo que as famílias de militares que estavam lá foram ameaçadas. Investigamos e nada foi confirmado. Tanto que não tiramos ninguém por causa disso. Neste problema que houve com a PM (ataque à UPP), saiu na imprensa que dois policiais tinham sido atacados na Pedra do Sapo. Você não via nunca dois soldados nossos andando sozinhos. Era sempre uma sargento, um cabo e quatro soldados.

As mulheres não fizeram patrulhamento...
O Exército ainda não usa o segmento feminino na área de combate. Ainda não chegamos lá. Tem muita gente que quer. Eu acho que não deve.

Por quê?
Vou te dar um exemplo. Aquela policial que morreu deu uma repercussão. Se fosse um policial, daria menos. Na nossa cultura, a mulher ainda não é para isso, não é para ser morta assim. A violência contra a mulher atinge mais a sociedade, fere mais do que contra o homem.

E por falar na policial da PM, o ataque à UPP o surpreendeu?
Não, porque aconteceu este e podem acontecer outros. Como aconteceram conosco. O camarada entra lá, faz um ataque contra a tropa e sai. O que eles querem? Manter a população mandriada. Eu acho que eles querem voltar. Se vão tentar, não sei. Ali é uma área estratégica.
O Dia Online/montedo.com

Pedro Álvares Cabral tem contas rejeitadas pelo TCU

Esse é o original
Esse é o original

Coronel Almirante

Lauro Jardim
Almirante Pedro Álvares Cabral acaba de recorrer da condenação que lhe foi imposta pelo TCU em julgamento recente. A sentença nada tem a ver com caravelas ou expedições.
Trata-se do homônimo ex-chefe do 11º Batalhão de Infantaria Blindada, que teve suas contas rejeitadas e foi condenado a pagar uma multa de 50 000 reais.
O nosso Cabral do século XXI carrega também a improvável patente do título acima — ele é coronel do Exército e o seu prenome é Almirante.
Radar (Veja Online)/montedo.com

Os sub pira!

Do Facebook:


MILICO PONDERÃO/montedo.com

Treinamento do Exército prepara jornalistas para coberturas de guerra

Guerra fictícia

Jornalistas participam de treinamento para enfrentar situações extremas em áreas de conflito
Curso oferecido a profissionais da mídia visa a aumentar a segurança de quem atua em coberturas de guerra

Carlos Etchichury
carlos.etchichury@zerohora.com.br
Orientações das aulas teóricas e dos exercícios práticos serviram para profissionais evitar erros desnecessários - Foto: Lauro Alves / Agencia RBS
Pelo terreno irregular, militares e jornalistas sobem em direção ao topo de uma favela, na zona norte carioca. Vestem coletes capazes de suportar tiros AK-47 e protegem a cabeça com capacetes azuis, iguais aos empregados em missão de paz da ONU. À frente, soldados, armados com fuzil e pistolas, orientam o avanço pelos becos estreitos em meio a intenso tiroteio com armas de guerra.
— Baixa cabeça e corre até aquela parede, sem parar — orienta um militar para três profissionais da Rede Globo, um jornalista do portal IG e o repórter de Zero Hora, instantes antes de as forças de segurança pacificarem a comunidade fictícia, no entardecer de quinta-feira, dia 26 de julho.
A chegada ao cume, sem mortos ou feridos, simbolizou mais uma etapa cumprida no Estágio para Jornalistas em Área de Conflito oferecido pelo Exército no Centro Conjunto de Operações de Paz do Brasil (CCOPAB), no Rio de Janeiro, semana passada.
De segunda a sexta-feira, o curso envolveu aulas teóricas e exercícios práticos. A ideia central é aumentar a segurança de quem atua em áreas de conflito, como incursões por vilas dominadas pelo narcotráfico, guerras convencionais, insurreições armadas.
O curso não prepara ninguém para guerra. Nenhum lugar do mundo forma seres humanos, civis ou militares, imunes às atrocidades de um conflito bélico.
Foto: Lauro Alves
Mas as orientações apresentadas por oficiais das Forças Armadas, policiais militares e jornalistas familiarizados ao matraquear dos fuzis automáticos serve, sobretudo, para evitar erros desnecessários que podem levar à morte ou, na melhor das hipóteses, resultar em mutilações severas.
Nos primeiros dois dias, Lauro Alves, repórter fotográfico de Zero Hora, eu e outros colegas — cinegrafistas, fotógrafos, repórteres dos principais veículos de comunicação do país — assistimos a palestras sobre temas variados como terrorismo, negociação com refém, regras de engajamento da ONU, minas terrestres e explosivos, armas químicas, biológicas e nucleares.
O grupo saiu da sala de aula com uma certeza, repetida à exaustão pelo Capitão de Fragata Teotônio Toscano:
— Não há limites para a maldade humana.
A imersão teórica foi ótima, mas jornalista gosta mesmo é de cheirar no fogo. E foi literalmente o que aconteceu nas instruções práticas. Num dos adestramentos, rastejamos dentro de um imóvel em chamas, dominado pela fumaça. Descobrimos o óbvio: rente ao chão, é possível enfrentar as labaredas até um local seguro, sem perder a consciência.
A experiência limite, porém, fora vivenciada horas antes. Sentimos na pele — nos olhos e na garganta também, é claro — os efeitos do gás lacrimogêneo entrando numa sala inundada pelo gás. Ele queima as narinas, arranha a garganta, traqueia, esôfago. Provoca tosse. As lágrimas, involuntárias, vertem como se tivéssemos perdido um ente querido. É quase insuportável.
— Não lava o rosto e não esfrega os olhos. Se colocar água, é pior — grita o capitão do Exército Alexandre Shoji, um dos monitores destacados pelo CCOPAB para acompanhar os jornalistas.
O final do treinamento foi marcado pela tensão e pelo medo. Quando retornávamos para os alojamentos, após um dia exaustivo, homens vestindo toucas ninja pararam o ônibus onde estávamos, agrediram o capitão Shoji com um tapa no rosto e renderam todos os jornalistas. Estávamos sequestrados.
Foto: Lauro Alves
Fomos encapuzados, imobilizados com as mãos para trás e insultados durante 1h20min. Suspeitávamos de que se tratava de mais uma etapa do curso, talvez a mais realista de todas, mas, no fundo, ninguém tinha certeza do que estava ocorrendo. Aos berros, os supostos traficantes gritavam:
— Vai morrer, jornalista de merda!
Quatro colegas, todas mulheres, não resistiram e desabaram aos prantos. Um cinegrafista, lotado em Brasília, decidiu enfrentar os tomadores de refém e fez o que jamais deve ser feito em situações análogas: saiu correndo. Capturado, teria sido executado, se a situação fosse real. Ao final, o major Amilton Moleta, da Divisão de Doutrina do CCOPAB, explicou:
— Com este exercício, vocês experimentaram uma situação limite que pode acontecer na vida real.

Próximo da morte
Editor-executivo da Folha de São Paulo, Sérgio Dávila, um dos convidados pelo CCOPAB, contou a sua experiência na invasão do Iraque pelos EUA. Um mês antes de os primeiros Tomahawk desabarem sobre Bagdá, arrasando tudo o que havia num raio de 300 metros, Dávila, então correspondente em Nova York, foi convidado para cobrir o conflito.
— Eu havia decidido que iria, mas pedi 24 horas para consultar a minha mulher — disse Dávila, um dos palestrantes no estágio.
Se consultar a esposa é algo natural para qualquer jornalista convidado a cobrir uma guerra, no caso de Dávila viajar para área de conflito remetia a um drama familiar. O jornalista é genro de José Hamilton Ribeiro, ícone dos correspondentes de guerra do Brasil.
A história é conhecida, mas vale rememorar. Quatro décadas atrás, José Hamilton, destacado pela revista Realidade para cobrir a Guerra do Vietnã, perdeu a perna esquerda ao pisar numa mina terrestre um dia antes de voltar para casa.
— Minha mulher conversou com a mãe dela, que disse: minha filha, você vai dizer para o seu marido não ir, como eu fiz, e ele vai acabar indo, como seu pai foi.
Antes de embarcar, Dávila procurou auxílio das Forças Armadas. Descobriu que não havia nenhum curso preparatório no país. O mais próximo era ministrado por militares argentinos, mas só ocorreria apenas em dezembro, quando, se sobrevivesse, é claro, provavelmente já estivesse de volta. Em 33 dias de cobertura, Dávila viu os horrores da guerra.
— Dos 180 correspondentes hospedados no hotel Palestine, em Bagdá, QG dos correspondentes, 18 morreram durante o conflito — revelou o jornalista, que esteve duas vezes próximo de morrer durante a cobertura.
ZERO HORA/montedo.com

Base Antártica Comandante Ferraz: remoção dos escombros recomeça em novembro

Remoção de escombros da Estação Antártica Comandante Ferraz recomeça em novembro
Reconstrução total da estação deve levar de cinco a sete anos

Remoção de escombros da Estação Antártica Comandante Ferraz recomeça em novembro Armada de Chile/Divulgação
De acordo com a Marinha, 70% das instalações foram destruídas pelo fogoFoto: Armada de Chile / Divulgação
Cinco meses depois do incêndio que destruiu boa parte da Estação Antártica Comandante Ferraz, na Ilha Rei George, o Brasil não abandonou o programa de pesquisas no continente gelado. Os R$ 40 milhões liberados por meio de medida provisória aprovada no fim de junho serão usados na remoção dos escombros acumulados depois do incêndio e para a reconstrução da estação.
A Marinha explica que serão feitos módulos antárticos emergenciais, para alojamento temporário do pessoal que fará o desmonte da Comandante Ferraz no próximo verão antártico. Os módulos já estão sendo comprados, por meio de licitação, e a previsão é que esse trabalho comece em novembro. Janice Trotte Duha, coordenadora para Mar e Antártica do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, explica que o trabalho todo deve levar de cinco a sete anos para ser concluído.
— Como o trabalho na Antártica só pode ser feito no verão, porque os navios não conseguem chegar à região durante o inverno, quando o mar congela, a remoção dos escombros só deve recomeçar em novembro. Depois será feito um pré-projeto, com a participação de cientistas, para a reconstrução da estação — diz Janice.
De acordo com a Marinha, 70% das instalações foram destruídas pelo fogo, incluindo o prédio principal, onde ficavam a parte habitável e alguns laboratórios de pesquisas. Ficaram intactos os refúgios, os laboratórios de meteorologia, química e de estudo da alta atmosfera, os tanques de combustíveis e o heliponto, que ficam separados do prédio principal. Veículos e tratores que sofreram poucos danos foram trazidos ao Brasil para reparo, os demais permaneceram no local, cobertos com capas protetoras para enfrentar o inverno.
De março a abril, também foi feita a retirada de parte dos escombros, com prioridade para resíduos tóxicos e material perecível. Segundo Janice, fora a perda irreparável de duas vidas (os militares Carlos Alberto Vieira Figueiredo e Roberto Lopes dos Santos, que tentaram combater o incêndio) e de R$ 5 milhões em equipamentos, os prejuízos científicos não foram grandes.
— O que se perdeu de dados, que estavam nos equipamentos destruídos, foi muito pouco. Os pesquisadores mandavam os dados para o Brasil e muitos tinham back-up de tudo. Então, o trabalho não foi interrompido, já que a pesquisa científica não se restringe ao trabalho de campo — explica Janiece.
Atualmente, pesquisadores brasileiros trabalham em estações na Antártica de países parceiros como a Argentina e o Chile, assim como no navio polar Almirante Maximiano. Quatro militares estão hospedados na Base Presidente Eduardo Frei Montalva, que é chilena, e fazem visitas constantes para manutenção e inspeção da Comandante Ferraz.
A coordenadora explica que as instalações, embora adequadas, estavam defasadas tecnologicamente, já que a estação tinha 30 anos. De acordo com Janice, as novas instalações serão feitas com equipamentos muito mais modernos e tecnologias sustentáveis, que não existiam na época. O Brasil desenvolve, ao todo, 23 projetos de pesquisa científica na Antártica. Entre eles, de observação atmosférica, geologia, ciências biológicas, monitoramento ambiental de baleias e algas, monitoramento climático e o projeto criosfera, que se desenvolve no interior do continente.
AGÊNCIA BRASIL, via Zero Hora/montedo.com

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5 de agosto de 2012

Crime passional: sargento do Exército mata ex-mulher a tiros no RS


Uma mulher de 36 anos foi assassinada na noite deste sábado (04/08), no Bairro Tarumã, na zona norte de São Gabriel. Luciana Sonntag Gonçalves foi morta na casa de uma amiga, na Rua Maria Amaral, 25, há poucos metros da residência que vivia com o responsável pela sua morte. O sargento do Exército, de Dom Pedrito, Fábio Leandro Gonçalves, de 36 anos, desferiu três tiros na companheira e depois tentou se matar ao atirar no próprio peito.A mulher morreu no local. Ele foi socorrido por uma equipe do SAMU e encaminhado para Unidade de Terapia Intensiva (UTI), onde foi dada voz de prisão. O militar ficou sob a custódia da Polícia do Exército (PE).


Um crime premeditado
Luciana Sonntag Gonçalves (Imagem: caderno 7)
Tudo indica que Fábio tinha em mente, desde o começo da noite, matar a mulher com que já não tinha mais relação amorosa. O casal continuava na mesma casa, mesmo existindo uma determinação judicial limitando a aproximação dele da mulher.
Uma amiga da vítima ficou em cárcere privado por cerca de uma hora. Fábio teria obrigado esta amiga a fazer ligações telefônicas para Luciana. O objetivo: colher informações. Luciana teria suspeitado das ligações e interrompido o contato.
Não adiantou. Mais tarde, Fábio fez com que a amiga ligasse novamente. Desta vez, o objetivo era atrair a mulher para a morte. Luciana chegou a ir na casa, mas conseguiu fugir. O mesmo aconteceu com a amiga (que está grávida).
Fábio não se conteve. O homem foi em busca da mulher e encontrou ela na casa de uma vizinha. Por alguns metros ele puxou Luciana pelos cabelos e a manteve na mira de um revólver. Foi nesta hora que a Brigada Militar foi acionada. Em poucos minutos, uma equipe da PATAMO chegou ao local.
Os policiais contam que ao chegar no local do crime, o assassino estava na porta. Ao avistar os policiais ele entrou e disparou três vezes. Na sequencia, o policial invadiu a casa, mas não conseguiu impedir que Fábio desse mais um disparo, desta vez, no próprio peito.

A família
A família da vítima acompanhou todo o trabalho policial e a espera de peritos do Instituto Geral de Perícia (IGP), de Santa Maria, que só chegaram a cidade por volta de 2 horas. Luciana deixou três filhos. Apenas um não era filho de Fábio.
O militar servia em uma Unidade de Dom Pedrito, mas estava “em trânsito” em São Gabriel, pois havia sido transferido para Curitiba. Luciana e Fábio estavam casados há 15 anos, mas a separação aconteceu recentemente. Fábio nunca aceitou.
A Notícia/montedo.com

Soldado do Exército é preso por danificar lixeira em Belém

Soldado do Exército danifica patrimônio público

Na madrugada de ontem, por volta de 1h, voltando de uma noite de farra com três amigos, o soldado Antônio Cássio Silva Leal, 19, das Forças Armadas do Exército, resolveu extravasar, dando um chute em uma lixeira da Prefeitura de Belém, arrancando-a do local que estava devidamente colocada. O caso foi próximo do Pórtico Metrópole, na Rodovia BR-316, bairro Castanheira, em Belém. Ele foi flagrado por guardas municipais que faziam plantão na área e foi detido.
De acordo com o inspetor Lima, da Guarda Municipal de Belém, os quatro soldados do Exército que passavam pelo local, incluindo Antônio Cássio, aparentavam sinais de embriaguez.
“Fazíamos ronda na área do Pórtico Metrópole e vimos quando o soldado Cássio deu um chute em uma lixeira próximo do local onde estávamos. Fizemos a abordagem e percebemos que eles estavam alcoolizados. Não entendemos o motivo de ele ter feito isso, mas tivemos que conduzi-lo para a seccional, pois ele a arrancou, deixando o recipiente quebrado”, disse o inspetor.
Ele foi levado para a Seccional Urbana da Marambaia e foi indiciado por dano ao patrimônio. De acordo com informações da Polícia Civil, o valor da fiança estipulado pelo crime que cometeu foi de cinco salários mínimos.
Um sargento adjunto do Exército, que pediu para não ser identificado, foi acionado para acompanhar os procedimentos legais na seccional. Segundo ele, seria feita uma Ficha de Apuração de Transgressão Disciplinar (FATD), no qual seria registrado o caso.
“O soldado Cássio será conduzido para o comando dele, no Parque Regional de Manutenção 8, onde prestaria esclarecimentos. O comandante dele vai decidir qual punição disciplinar ele sofrerá, em caráter interno”, explicou.
Questionado sobre o caso, o soldado confessou que estava consumindo bebidas alcoólicas, mas não soube explicar o motivo de ter chutado a lixeira.
Diário do Pará/montedo.com

Hospital militar Chinês pega fogo no dia do Exército de Libertação Popular

Hospital militar chinês em chamas no Dia do Exército

FANG XIAO
Uma parte do Hospital Militar 301 de Pequim pegou fogo em 1º de agosto. Comentaristas da internet foram rápidos em notar que o dia era o aniversário da fundação do Exército da Liberação Popular. (Weibo.com)
Uma parte do Hospital Militar 301 de Pequim pegou fogo em 1º de agosto.
Comentaristas da internet foram rápidos em notar que o dia era o
aniversário da fundação do Exército da Liberação Popular. (Weibo.com)
Uma seção do Hospital Militar 301 de Pequim, onde a liderança maior do Partido Comunista Chinês (PCC) costuma ser tratada, pegou fogo em 1º de agosto, segundo fotografias, vídeos e relatos online. A causa não está clara.
Comentaristas da internet foram rápidos em apontar a data em que o incêndio ocorreu: o aniversário da fundação do Exército da Liberação Popular (ELP), a força militar do PCC. Ele foi fundado em 1º de agosto de 1927 e o aniversário é comemorado anualmente.
O fogo começou na área do hospital que abriga familiares de funcionários do hospital.
Uma testemunha do distrito de Haidian em Pequim postou uma mensagem às 11h30 da manhã no Sina Weibo, um website chinês de mídia social similar ao Twitter, "Os caminhões do bombeiro, ambulâncias e carros de polícia estão correndo por toda parte."
Outra testemunha enviou um vídeo dos prédios em chamas naquela tarde, mostrando as labaredas que queimavam apesar da forte chuva, e as nuvens de fumaça escura flutuando alto do céu.
A testemunha comentou, "A área nº 3 na estrada de Taiping, distrito de Haidian, Pequim, irrompeu em chamas por volta das 11h; número de mortes desconhecido; cerca de 12 casas queimadas. Segundo fontes, o fogo foi possivelmente causado por um bujão de gás que explodiu quando alguém cozinhava. Agora, o fogo está sob controle. Como o telhado era feito de madeira, as chamas espalharam rapidamente para casas de ambos os lados, com mais de uma dúzia de casas afetadas."
Uma terceira testemunha no Hotel Rongfeng, que fica próximo ao local, disse ao Epoch Times que o fogo atraiu numerosos curiosos.
Vídeos do incêndio que foram postados no Weibo foram removidos, mas ainda estão sendo circulados online.
Pesquisas pela notícia foram bloqueadas na China. Ao tentar procurar "Hospital Militar 301", o Weibo diz, "De acordo com normas e políticas, apenas resultados parciais desta pesquisa estão disponíveis."
O Hospital Militar 301 é o centro médico onde muitos altos oficiais do PCC procuram tratamento. Em abril de 2003, Jiang Yanyong, um cirurgião militar de alta patente no complexo, vazou notícias sobre o acobertamento do vírus da Síndrome Respiratória Aguda Súbita (SARS) no hospital. As autoridades haviam anunciado apenas 12 casos de SARS em Pequim, mas Jiang disse que havia pelo menos 100 afetados e meia dúzia de mortes no Hospital Militar 301.
The Epoch Times/montedo.com

Escola Superior de Guerra: os padrinhos do Brasil

Estudo Sobre as origens da ESG e sua importância no processo político brasileiro 
nas últimas cinco décadas.



Selva!!!

Piloto de Bagé...

Num voo comercial saindo de Porto Alegre , o piloto gaúcho e bageense Salustiano Flores, liga o microfone e começa a falar com os passageiros:
- Bueno indiada, aqui é o piloto, Capitão Salustiano, guasca tropeiro parido com muito orgulho em Bagé.
Deixei minha chinoca e meu cavalo pra ter a satisfação de acompanhar as senhoras e os senhores nessa bagaça de voo com destino a São Paulo e escala em Florianópolis, quintal de minha querência, o meu Rio Grande amado.
Neste exato momento, têmo voando a 9 mil metro de altura, sacudindo as melena, velocidadezita de 860 Km/hora, e jatemo sobrevoando a cidade de...
- ....OHHHHHHHPAAA!!!
- BARRRRRBARIDADE!!! DEEEEEUZULIVREEE, COMO FOI ACONTECER ISSO!!! 
- PATRÃO VELHO, QUE CAGAAAAADA...!
E os passageiros escutam aqueles gritos pavorosos, seguido de um barulho infernal...
- NÃÃÃÃOOOOOOO....!!!!!!
Segundos depois, o gaudério pega o microfone e, rindo, meio sem graça, se desculpa:
- Bah! Me desculpem xiruzada, pelo "esparramo" aqui na cabine, mas é que me descuidei e me escapou da mão a cuia do meu chimarrão, que caiu bem encima da minha bombacha nova. Sacumé, água meio quente ... e tal, me queimou ozôvo!!!!
- Vocês precisam ver como é que ficou a parte da frente da minha bombacha tchê!!!
Nisso grita um lacaio lá do fundo do avião ....
- Seu Gaudério filho da puuuuuuutaaaaaaaaa! E você precisa ver como ficou a parte de trás da minha calça!!!

4 de agosto de 2012

Disparo acidental fere dois soldados do Exército em Sergipe

Soldado do Exército é detido após disparo acidental
Soldado estava trabalhando na obra de duplicação da BR 101

Kátia Susanna
Na manhã desta sexta-feira, 3, parentes do soldado do Exército, Cledenilson dos Santos Figueiredo, de 23 anos, foram ao 28 Batalhão de Caçadores cobrar explicações em relação a prisão do jovem. A informação dos familiares é que o soldado estava trabalhando na segurança da obra de duplicação da BR 101, localizada no município de Carmópolis quando na madrugada de quinta-feira, 1º, durante o repouso, a arma de Cledenilson disparou e atingiu dois soldados que estavam no mesmo alojamento.
“Ele estava dormindo e disse que acordou com os tiros, foi um acidente, mas quando voltou para o quartel ficou preso”, conta Edmilson Santos Figueiredo, pai do soldado acrescentando que o procedimento é que o soldado descanse com a arma carregada e próxima ao corpo.
“Ele está muito abalado, preocupado com os amigos e chora muito. É um rapaz com um comportamento excelente que ninguém nunca teve nada para falar contra ele. Estou preocupado porque ontem [quarta-feira] chorando ele me disse que não era ladrão para ficar preso. O pior é que não sabemos quando ele vai sair do quartel, já falaram para nós que ele pode sair com dois dias ou mais de um mês”, fala Edmilson.

Sonho
O pai do soldado lamenta que a carreira no Exército pode ter terminado com esse fato e lembra que o sonho do filho começou há quatro anos quando o jovem ingressou no serviço militar. “Meu filho poderia ficar no Exército até 2015 e agora pode ser que ele seja expulso, mas peço que independente de qualquer coisa ele seja liberado para voltar para casa, pois ele estava trabalhando desde quinta-feira passada e precisa descansar em casa”, ressalta.
A mãe do soldado, Rosilene Santos, disse que conversou com o sargento que levou o tiro de pistola na perna. “O sargento assim como todos os colegas que estavam trabalhando com ele afirmaram que o tiro foi acidental que ele não teve culpa. Estou aliviada porque falei com ele [soldado] e ele está se alimentando bem”, enfatiza.
A informação dos parentes do soldado é que os dois atingidos passam bem e afirmam que o disparo foi acidental.
Na tarde desta sexta-feira, 3, a equipe do Portal Infonet tentou por várias vezes falar com a assessoria de comunicação do 28 Batalhão de Caçadores, mas até o fechamento da matéria não teve êxito. Mas continua a disposição pelo telefone (79) 2106-8000 ou pelo e-mail jornalismo@infonet.com.br.
infonet/montedo.com

Pequedê!

Vídeo: combate simulado


Via AORE (Maceió)/montedo.com

Exército uruguaio auxilia ciclista brasileiro que quer colocar nome no Guiness

Brigada de Infantaria nº 1 apoia ciclista brasileiro em busca de recorde no Guiness

Montevidéu (Uy) - O ciclista brasileiro Manoel Ramos (52), partiu do Brasil em 28 de abril de 2012 e percorrerá seis países da América Latina: Argentina, Chile, Paraguai, Bolívia, Peru e Uruguai. Seu objetivo é entrar no Livro Guiness dos Recordes e divulgar as belezas naturais dos diferentes lugares.
Em sua passagem por nosso país, recebeu o apoio da Brigada de Infantaria nº 1, onde, além de alimentação e alojamento, pode realizar os ajustes necessários para continuar sua viagem.
Exército Uruguaio/montedo.com

Nota do editor:
- O objetivo do ciclista sergipano Manoel Ramos é percorrer 100.000 km. Sua jornada iniciou em 18 de abril de 2012, em Aracaju (SE).

Olho gordo: empreiteiras entram no setor de defesa

Também Fiesp reage a ação de empreiteiras em defesa

No dia 19 de julho, esta coluna ouviu um analista da área bélica e publicou: "Especialista teme entrada de empreiteiras em defesa". No texto, o técnico criticava o modelo, em que o BNDES financia grandes grupos para assumirem as remanescentes privadas nacionais do setor. Em seguida, afirmou à imprensa o diretor do departamento de indústria de Defesa da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), Jairo Cândido, em crítica direta à ação do governo em favor das empreiteiras: "Essas empresas têm fôlego financeiro, mas precisam definir suas vocações, porque do contrário estarão apenas explorando oportunidades de negócios, colocando em risco os objetivos de capacitação e fortalecimento da indústria brasileira de defesa".
Acentuou Cândido que as vantagens tributárias e condições especiais para a compra e desenvolvimento de produtos de defesa no país, oferecidas pela Lei 12.958, de março último, só deveriam beneficiar as empresas que efetivamente se comprometerem em desenvolver conhecimento no Brasil. O certo é que as empreiteiras estão crescendo no setor. A Odebrecht partiu na frente, pois não só comprou a pequena Mectron como está junto com os franceses da DCNS na construção de base da Marinha e construção de cinco submarinos, sendo um de propulsão nuclear.
A Embraer, embora não seja empreiteira, é uma grande empresa, já dona da Atech SA. A Andrade Gutierrez, junto com a gigante francesa Thales - antes conhecida como Thomson - comprou a brasileira Omnisys. A Helibras pertence à francesa Helicopter, do grupo EADS. A Avibras está no mercado, mas não foi vendida porque tem dívidas com o governo. A Aeroeletrônica virou AEL e pertence à israelense Elbit. Informa-se que a brasileira Akaer recebeu proposta do grupo francês Safran.
Para especialistas, essa desnacionalização ou transferência de controle de pequenas para grandes empresas, mesmo que nacionais, não é exatamente o objetivo da Estratégia Nacional de Defesa. O sistema agora anunciado afasta as empresas que realmente conhecem o segmento e que poderiam se tornar grandes se tivessem o mesmo apoio que vem sendo prometido às empreiteiras. O próprio BNDES é citado como instituição que prefere trabalhar com grandes empresas do que estimular pequenas e médias - talvez por praticidade e não estratégia - também no delicado setor de defesa.
Segundo técnicos, esse tipo de equívoco pode ser exemplificado com a iniciativa governamental de criar a empresa Visiona Tecnologia Espacial, com a Embraer detendo 51% e a Telebras com os restantes 49%. Citam que as duas empresas não têm qualquer experiência na área de satélites e, sem demora, recebem importante atribuição da área de defesa, enquanto companhias há anos dedicadas ao setor, no campo dos satélites, foram preteridas na formação da Visiona. Pelo menos, deveria haver uma ação de ouro - golden share - que desse ao governo alguma garantia, caso a Embraer um dia opte por vender a Visiona a estrangeiros.
Monitor Mercantil/montedo.com

Brasil, a casa da mãe Joana


Paulo Ricardo da Rocha Paiva*

Eis que “Tio Sam” consegue a tão almejada meta de manter um efetivo do seu exército no território brasileiro para, sob a capa de um acerto, mais do que suspeito com a Companhia do Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (CODEFASF), assumir a consultoria pertinente ao desenvolvimento da hidrovia do Rio São Francisco, a ser entregue, sem nenhuma consulta ao povo brasileiro, de mão beijada, ao Corpo de Engenharia do Exército Americano. 
Em seu pronunciamento, o Tenente-Brigadeiro Douglas Fraser, oficial-general, lotado no Comando Sul das Forças Armada dos EUA, sem maiores delongas, já se manifestou, é de pasmar, como verdadeiro “dono da cocada preta“, falando da importância do trabalho conjunto com a CODEFASF: 
-“É um privilégio vir ao Brasil para conhecer melhor esse projeto. Esperamos que haja um fortalecimento dessa parceria com novas ações a partir dessa cooperação com a CODEFASF. Que tremenda autoconfiança. 
Parece que estou vendo o militar americano dizer: -” esses cucarachos engolem qualquer coisa... quem sabe até um “mensalãozinho” e eles permitam que nosso aquartelamento seja erigido justo ao lado das hidrelétricas de Paulo Afonso ou de Sobradinho.
É de se perguntar agora: onde estão os “nacionalistas” do PT, da CUT, da UNE, das esquerdas brasileiras, enfim, daquele “timinho do Foro de São Paulo” que se esgoela vociferando sempre contra o “imperialismo yankee”? 
- Onde estão os “carapintadas”, os estudantes, as associações de classe? 
- Enfim, as Forças Armadas não vão se manifestar sobre esta entrega de soberania? 
 Afinal de contas, o fato subliminar e ameaçador já ultrapassou em muito a idiossincrasia da Comissão da “Verdade”, de mão única para a investigação dos excessos na guerra revolucionária dos anos 60/70. Que não se duvide, não se trata mais agora de abaixar a crista para a OEA quanto à determinação de um monumento a ser erigido na Academia Militar das Agulhas Negras. 
Por fim chegou a hora da verdade: será que vamos admitir que uma tropa estrangeira se estabeleça em território nacional para “dar pitaco” em obras que a arma de engenharia do nosso Exército já deu provas cabais de competência e probidade no uso de recursos provenientes do orçamento da união?
‘Coronel de Infantaria e Estado-Maior

Segurança: comitiva do Exército confere preparação para a Copa do Mundo em Curitiba

Militares visitam Curitiba por preparação para a Copa
AEN

Representantes do Estado do Maior do Exército estiveram em Curitiba nesta quinta-feira (2), como parte de um roteiro de visitas a cidades que sediarão jogos da Copa do Mundo da Fifa em 2014. O objetivo do grupo é acompanhar a preparação dos Estados no que diz respeito à segurança pública. O Exército esteve à frente das operações de segurança da RIO+20.
Os militares foram recebidos pelo secretário para Assuntos da Copa 2014, Mario Celso Cunha. O grupo – que estava acompanhado pelo comandante da 5ª Região Militar, general Willians José Soares – é formado pelos generais Luiz Guilherme Terra Amaral, Luiz Roberto Fragoso Peret Antunes, Walter Nilton Pina Stoffel e pelo coronel José Alberto Corrêa Figueiredo.
"Estamos trabalhando de forma integrada com a Defesa Civil e as forças estaduais, para propiciar a melhor segurança durante a Copa. Fico muito tranquilo porque sei da organização das forças de segurança locais", afirmou o general Terra Amaral.
De acordo com o general Luiz Roberto Peret, o grupo já esteve em mais nove cidades-sede da Copa, de um total de 12. "O objetivo é ter uma visão global do que está sendo feito em termos de segurança", disse Peret.
O secretário Mario Celso Cunha disse que a visita reforça um trabalho integrado que já vem sendo feito. "Temos representantes das três Armas na Câmara Temática da Segurança. A participação do Exército, Aeronáutica e Marinha tem sido fundamental, pois diversas ações nesta área passam por decisões das Forças Armadas", afirmou.
Também participou da reunião o major da Polícia Militar Nelson Ademar Piske, que, representando a Secretaria de Estado da Segurança Pública, informou sobre a criação de uma nova Central Integrada de Comando e do Batalhão de Fronteira e sobre a capacitação dos integrantes das forças policiais.
O encontro teve ainda a participação de representantes da Polícia Federal, do Cindacta II, do Corpo de Bombeiros, da Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba (Comec), do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc), da Paraná Turismo e do Instituto Municipal do Turismo.
BONDE NEWS/montedo.com

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