11 de janeiro de 2017

O melhor curso de sobrevivência na selva do Universo!

É cada uma que aparece...

Seus corpos me pertencem... Selva!!!



Nota do editor
Não tenho nada contra cada um querer ganhar a vida legalmente, da forma que melhor lhe aprouver. A postagem está aqui por que o contexto é - no mínimo! - pitoresco.

Poderio bélico: Rússia x EUA

Vale a pena conferir esta comparação gráfica entre o poderio bélico da Rússia e dos Estados Unidos da América

Equipe do Exército participa de revista no presídio onde ocorreu o massacre de presos em Manaus


Manaus (AM) - Uma equipe do Exército participou de uma revista no regime semiaberto do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), na manhã desta terça-feira (10). No início do ano, 56 presos foram mortos em um massacre no regime fechado do presídio. Os militares utilizaram equipamentos de fiscalização de ponta, que auxiliaram no processo de busca de materiais proibidos.
"Todas as áreas do Compaj Semiaberto foram revistadas minuciosamente. Os equipamentos do Exército auxiliaram na precisão de locais onde estavam enterrados diversos objetos ilícitos, já que a unidade possui um amplo terreno e área verde por ser considerada uma Penitenciária Agrícola", informou uma fonte da Secretaria de Segurança do AM.

Entre os materiais apreendidos estão: 76 estoques, 72 barras de ferro, 31 carregadores de celular, 20 munições, 25 lanternas, 2 rádios transmissores, 6 celulares, diversas ferramentas como machado, chaves de fenda, serrotes, tesouras, alicates, 2 balanças de precisão, 9 pen drives e 4 porções de entorpecentes.

Montedo.com, com Em Tempo, G1/AM, Record News Manaus e D24 am

Marinha vasculhou 13,5 mil km² e não encontrou coronel da FAB desaparecido

Trabalhos de busca continuam nesta terça-feira. Há três anos, oficial ficou 24 horas desaparecido. 
Uma embarcação de pesca amadora encontrou um tanque de combustível à deriva, semelhante ao da lancha que sumiu
Otávio Augusto
Natal (RN) - A Marinha vasculhou mais de 13,5 mil quilômetros quadrados, entre as praias dos municípios de Baía Formosa e de Macau, próximos a Natal, e não encontrou o coronel da Força Aérea Brasileira (FAB) de Brasília Max de Carvalho Dias e um pescador. Eles estão desaparecidos há cinco dias, após saírem para praticar pesca esportiva na quinta-feira (5/1).
Nesta terça-feira (10), os trabalhos de busca chegam ao terceiro dia. Um navio-Patrulha da Marinha, além de embarcações da Capitania dos Portos do Rio Grande do Norte, aeronaves da Força Aérea Brasileira e embarcações do Iate Clube de Natal participam da ação.
Uma das dificuldades encontradas pelas autoridades locais é que a embarcação de 8,5 metros em que estavam o coronel e o pescador não possui localizador e não responde aos chamados de rádio. Ele mora em Brasília e trabalha na Secretaria de Aviação Civil do Ministério dos Transporte, Portos e Aviação Civil.
O Comando do 3º Distrito Naval divulgou por volta das 13h uma nota ressaltando os trabalhos de busca continuam. “Os tripulantes da lancha “Allure” continuam desaparecidos. Os trabalhos permanecem no dia de hoje”, destaca trecho do documento.

Entenda o caso
Max e o pescador saíram para o mar por volta das 8h da quinta-feira. O mar naquele dia estava agitado, de acordo com pescadores locais. O coronel costuma ir ao Iate Clube de Natal fazer a manutenção de uma embarcação que mantém lá. Segundo pessoas da região, ele gosta de pescar nas proximidades da costa de Tabatinga, distante 45km de Natal. Não há informações de há quanto tempo Max estaria na capital potiguar.
Uma das dificuldades encontradas pelas autoridades locais é que a embarcação de 8,5 metros em que estavam o coronel e o pescador não possui localizador e não responde aos chamados de rádio
Há três anos, a mesma dupla, segundo o diretor de pesca do Iate Clube de Natal, Cristiano Gentili, saiu num feriado para pescar e desapareceu. Naquela ocasião, eles estavam em um barco inflável com motor. “O inflável afundou e, por mais de 24 horas, eles ficaram à deriva. Por sorte, chegaram com vida em terra”, lembra. Em 2013, o resgate ocorreu em Santa Rita, município vizinho de Natal. “Neste episódio de agora, a situação se agravou, pois já se passaram quatro dias”, lamenta Cristiano.
O diretor de pesca do Iate Clube de Natal, Cristiano Gentili, acompanha as buscas. “Na sexta à noite, uma embarcação de pesca amadora encontrou um tanque de combustível à deriva. Não estou afirmando nada, mas é muita coincidência um tanque aparecer no mesmo período que estamos procurando a lancha que usa um tanque do mesmo modelo”, detalhou.
CORREIO BRAZILIENSE/montedo.com

Corpo de coronel do Exército desaparecido é encontrado no RJ

Corpo de coronel do Exército desaparecido é encontrado em Mangaratiba
Foi encontrado, na tarde desta terça-feira, em Mangaratiba, na Costa Verde do estado do Rio, o corpo do coronel do Exército José Carlos de Araújo Rocha, de 65 anos. Ele estava desaparecido desde o último sábado, quando iniciou uma viagem de moto de Conceição de Jacareí, distrito de Mangaratiba, com destino ao Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste da capital. Parentes do militar chegaram a iniciar uma campanha em redes sociais em busca de informações sobre o paradeiro de José Carlos.
A motocicleta do coronel, uma Suzuki/GSX, foi encontrada ao lado do corpo, na altura do quilômetro 445 da BR-101 (Rio-Santos), numa ribanceira próxima à curva do Sítio Bom, como informou a Polícia Rodoviária Federal (PRF). Agentes da própria PRF estão no local, assim como equipes do Corpo de Bombeiros e do Exército. A princípio, as autoridades acreditam que a hipótese mais provável é a de que José Carlos tenha sofrido um acidente.
A motocicleta do militar em meio ao mato
EXTRA/montedo.com

10 de janeiro de 2017

Coronel do Exército está desaparecido desde sábado no RJ

Família busca informações de coronel que desapareceu após passeio de moto
De acordo com a família, a moto de José Carlos é uma Suzuki GSX 1000, placa KRR 3596. Ele saiu de casa por volta das 14h deste sábado
Rio - Um coronel do Exército está desaparecido desde o início da tarde deste sábado depois de sair de motocicleta de Conceição de Jacareí, em Mangaratiba, em direção ao Recreio do Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio. José Carlos de Araújo Rocha, de 65 anos, deixou o local por volta das 14h, de acordo com familiares.
De acordo com a família, a moto de José Carlos é uma Suzuki GSX 1000, placa KRR 3596. Quem tiver informações a respeito do paradeiro do desaparecido pode ligar para o número 999873275.
O DIA/montedo.com

Nota do editor
Segundo informações ainda não confirmadas oficialmente, a moto do coronel teria sido encontrada na região conhecida como 'Morro do Carvão', em Itaguaí.

Serra usa avião em "emergência médica" por duas vezes, segundo FAB

O ministro esteve no Sírio-Libanês se queixando de dores na quinta (5) e voltou no domingo (8) para tirar pontos de cirurgia feita na coluna cervical

MURILO RAMOS E CRISTIANE SEGATTO
O ministro das Relações Exteriores, José Serra (Foto:   Pablo Jacob / Agencia O Globo)O ministro das Relações Exteriores, José Serra, utilizou aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) na quinta-feira (5) e no sábado (7) alegando "emergência médica" como motivo, segundo informações da própria Aeronáutica. O primeiro voo ocorreu entre Brasília e São Paulo na tarde da quinta-feira (5). Na noite daquele dia, Serra esteve no hospital Sírio-Libanês se queixando de dores na coluna cervical (ele fez uma cirurgia no local no final do ano passado). Tomou analgésicos para aliviar as dores. Na madrugada do sábado, depois de uma agenda no Rio de Janeiro, Serra voltou a utilizar um avião da FAB para retornar a São Paulo. Um dia depois, no domingo (8), Serra esteve no Sírio-Libanês para tirar pontos da cirurgia na coluna cervical. Ele, novamente, reclamou de fortes dores. Continua à base de analgésicos.
Em nota, o Itamaraty confirmou as idas do ministro ao Sírio-Libanês para tratar da recuperação da cirurgia realizada em dezembro. Afirmou, ainda, que, no domingo (8), ele foi submetido a uma sessão de fisioterapia.
EXPRESSO/montedo.com

Falta privatizar as Forças Armadas

Como estamos no Brasil, ninguém se espante caso o governo Michel Temer dê início à privatização das Forças Armadas. Que tal o PCC financiar o Exército, o CV, a Marinha, e a Família, a Aeronáutica?
Resultado de imagem para forças armadas papel de parede
Carlos Chagas
Fica difícil informar quando começou a privatização das penitenciárias. Possivelmente no governo Fernando Henrique Cardoso, ainda que tudo viesse cercado de sigilo. A iniciativa não contava com a simpatia da opinião pública, sempre cheirou a perigo, para não falar de corrupção. Assim o sociólogo recomendou silêncio, seguido pelo Lula e Dilma. Agora, a bomba estourou nas mãos de Temer, ainda que contra a sua vontade.
Isso porque a operação cheira mal desde o início. Grupos econômicos empenhados em faturar o máximo e oferecer o mínimo tem lucrado centenas de milhões. Por certo que separando vultosos percentuais nos períodos eleitorais, financiando mais de um candidato a governador nos Estados de onde tiram quantias milionárias. Até os meios de comunicação omitiram a lambança, só agora forçados pela natureza das coisas a expor as operações celeradas.
Trata-se de uma das maiores distorções do capitalismo. Ganhar dinheiro com a desgraça alheia, no caso das prisões, só perde para a prática de certos laboratórios farmacêuticos que carregam no preço dos remédios. Mesmo assim, os resultados se equivalem. A privatização das cadeias determinou o crescimento das quadrilhas envolvidas com o tráfico de drogas, além da transformação dos presos em animais. Também os remédios em alta permanente de preços terão levado muitos cidadãos à morte prematura por impossibilidade de adquiri-los.
Nos Estados Unidos, essa moda está em extinção, ainda mais porque o criminoso rico transforma sua cela em hotel de luxo, mediante pagamento extra às empresas encarregadas de administrar o conjunto. Aliás, aqui também, porque os chefes dos diversos grupos que vivem do tráfico oferecem churrascos, feijoadas e bailes de arromba a seus protegidos, em alas privilegiadas das prisões.
Seria o caso de o poder público cancelar todas as privatizações e terceirizações, ainda que depois dos recentes massacres seus dirigentes tenham começado a reagir, alegando que os governos não tem recursos para sustentar as prisões estatais. Só que é mentira, pois os Estados destinam horrores para a privataria tornar-se a verdadeira controladora das penitenciárias.
Em suma, se correr o bicho pega, se ficar o bicho come. Caberia ao Congresso antecipar-se ao jamais concretizado Plano Nacional de Segurança. Proibir o ingresso da iniciativa privada na gestão dos estabelecimentos penais e ainda investigar o roubo nos contratos celebrados no país inteiro, para as devidas punições e o ressarcimento.
Como estamos no Brasil, ninguém se espante caso o governo Michel Temer dê início à privatização das Forças Armadas. Que tal o PCC financiar o Exército, o CV, a Marinha, e a Família, a Aeronáutica?
DIÁRIO do PODER/montedo.com

9 de janeiro de 2017

Coronel da FAB e pescador estão desaparecidos no mar do RN há 5 dias

Dupla deixou o Iate Clube de Natal na quinta (5) para fazer pesca esportiva.
Marinha, Aeronáutica, Iate Clube e amigos fazem buscas pela lancha.
Do G1 RN
Um coronel da Força Aérea Brasileira e um pescador estão desaparecidos em alto-mar na costa do Rio Grande do Norte desde a quinta-feira (5). Os dois saíram para praticar pesca esportiva e, segundo planejado anteriormente, deveria regrassar ao Iate Clube de Natal no dia seguinte. A Marinha do Brasil, a Aeronáutica, o Iate Clube e amigos dos dois fazem buscas para tentar localizar os pescadores.
O coronel Max de Carvalho Dias e o pescador conhecido por Toinho estavam a bordo de uma lancha Fishing, do modelo 28WA, de 28 pés (cerca de 8,5 metros).
A Marinha do Brasil emitiu uma nota sobre o ocorrido. Confira a íntegra:
"A Marinha do Brasil, por meio do Comando do 3° Distrito Naval (Com3ºDN), informa que tomou conhecimento, em 7 de janeiro de 2017, do desaparecimento da lancha "Allure", que saiu do Iate Clube de Natal em 5 de janeiro, com previsão de retorno no dia seguinte, o que não aconteceu.
O 3ºDN vem realizando buscas no litoral do Rio Grande do Norte com o Navio-Patrulha Guaíba, com o auxílio de uma aeronave da Força Aérea Brasileira.
A Capitania dos Portos do Rio Grande do Norte vem mantendo contato com a comunidade marítima a fim de disseminar o desaparecimento da lancha e colher informações que auxiliem na sua localização.
O Centro de Hidrografia da Marinha (CHM) está emitindo “Avisos-Rádio Náuticos” dando ciência do ocorrido às embarcações em trânsito na região.
Até o momento, nem a embarcação nem os tripulantes foram encontrados".
G1/montedo.com

Marinha ergue muro e quilombolas na Bahia temem ficar sem acesso a água



Franco Adailton
Colaboração para o UOL, em Salvador
Cerca de 85 famílias remanescentes do Quilombo Rio dos Macacos, em Simões Filho, na divisa com Salvador, vivem em casas de barro cobertas com telhas de amianto, sem água encanada, energia elétrica e rede de esgoto. E, hoje, temem perder o único acesso que têm a água por conta de uma obra erguida pela Marinha.
Mais de um ano depois de a União ter reconhecido como quilombola uma área de 301 hectares, por meio de portaria publicada em 18 de novembro de 2015, a comunidade ainda aguarda a titulação de posse da terra.
O quilombo está numa região que foi alvo de longa disputa judicial com a Marinha do Brasil, que se instalou no território na década de 1970. Com a demarcação das terras, os militares ficaram com a responsabilidade de gerir 196,2 hectares, incluindo a área do rio dos Macacos, de onde atualmente a comunidade retira água de maneira artesanal para sua subsistência.
A Marinha já começou a construção de um muro para restringir o acesso ao território que lhe pertence. Os quilombolas receberam 104,8 hectares.
Somente a regularização fundiária permitiria que o governo da Bahia executasse obras para a melhoria da qualidade de vida dos quilombolas. Orçadas em R$ 8 milhões, as intervenções são para levar serviços de habitação, acesso à água e inclusão produtiva.
A titulação de posse deverá ocorrer dentro de seis meses, conforme prevê a Secretaria da Presidência da República, à frente dos órgãos federais que cuidam da questão. A barragem Rio dos Macacos, que sedia a Base Naval de Aratu, considerada pelos militares como "equipamento estratégico à defesa nacional", ficou na área da Marinha, por isso a comunidade quilombola teme ficar sem água.
"Desde a chegada da Marinha, a gente parou no tempo. É como se ainda fôssemos escravos", desabafou o extrativista, trabalhador rural e pescador José Sousa, 51, ao comentar a iniciativa de proibir o acesso ao rio.
Apesar do controle de acesso por parte da Marinha, a reportagem do UOL esteve no quilombo, onde constatou que, antes mesmo de as obras chegarem ao limite do rio, uma placa alerta para a proibição de atividades como banho e pesca no corpo hídrico classificado como "área de risco".
"Como forma legítima de preservação do patrimônio da União, procedimento comumente adotado em imóveis dessa natureza. Importa ressaltar que, para realização das obras em comento, foi obtida autorização judicial junto ao Tribunal Regional Federal da Primeira Região", diz o comunicado da Marinha.

Conflitos
Uma das lideranças locais, Rosemeire Silva, 38, receia que a proibição do acesso ao rio inviabilize a permanência no território que abriga cinco gerações de quilombolas. A mulher assegura que os moradores continuarão a luta pela inclusão do rio na área demarcada.
"Não temos como sobreviver sem água numa comunidade quilombola, nem em nenhum lugar do mundo", avaliou a trabalhadora rural, pescadora e artesã. "A gente tira nosso sustento do rio. Eles [os militares] vão ter que matar a gente para impedir o uso da água", disse.
Aos 96 anos, a aposentada Maria Oliveira --mãe de sete filhos nascidos no quilombo-- lembra que a convivência com os militares nunca foi pacífica.
"A Marinha sempre pelejou para nos expulsar daqui", apontou a idosa. "Nasci, me criei aqui e não saio. Para ficar com os cacos por aí na cabeça? Deus que me livre", afirmou a anciã.
O lavrador Orlando Oliveira, 65, lembra que a relação conflituosa desmembrou várias famílias. "Muita gente não aguentou a pressão. A gente aqui mal sabe assinar o nome, por que nem dava para ir a escola, nem temos escola aqui", lamentou.
Leia mais no blog a respeito do quilombo baiano
Morosidade
Se, por um lado, os militares tiveram os trâmites acelerados para fazer intervenções na área deles, os quilombolas sequer podem fazer reformas estruturais nas casas onde moram, já que as tentativas anteriores resultaram em demolição por parte dos militares.
Sozinho numa casa feita com placas de metal, madeira compensada e lonas plásticas, o trabalhador rural José Isédio Dias, 86, pede socorro diante da situação dos quilombolas.
A casa de Antônio dos Santos, 75, e Rosa Maria, 51, precisou ser escorada por toras de madeira para não ir ao chão. "Meu sonho é ter uma casa de bloco, com água encanada. Não precisa nem ter luz", afirmou a mulher.
O quadro atual dos quilombolas chegou a ser classificado como "subumano" pela então relatora especial da ONU (Organização das Nações Unidas) para o Direito à Moradia Adequada, Raquel Rolnik, quando visitou a comunidade, em 2014, ocasião em que constatou "várias violações de direitos".

Mudanças
A Marinha frisa que dar à comunidade o acesso às políticas públicas foi uma constante preocupação do governo federal. Entre as políticas a serem desenvolvidas, estão o cadastro no Bolsa Família, cestas de alimentos e assistência do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar.
A pedido dos quilombolas, atualmente, o Exército Brasileiro tem trabalhado na implantação de dois acessos à comunidade, para que não seja necessário passar pela portaria da Vila Naval. A via da gleba 1 tem 900 metros, enquanto a pista da gleba 2 tem 570 metros de extensão.
Com recursos de cerca de R$ 1,6 milhão do Ministério da Defesa, a conclusão da obra está prevista para o final de fevereiro de 2017. Além das vias, as obras incluem sinalização horizontal das pistas, implantação de seis bueiros tubulares de concreto, drenagem superficial e recomposição florestal.
Exército brasileiro já trabalha na construção de acessos alternativos ao quilombo
Coordenador de políticas para povos e comunidades tradicionais da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial do Estado, Cláudio Rodrigues afirma que a pasta estadual, no papel de articulação junto aos demais órgãos do governo local, está "de mãos atadas".
Rodrigues frisa que a Secretaria da Presidência da República, que cuida da questão da titulação, estaria empenhada na resolução do conflito "até a mudança no comando do governo federal". "Até mesmo em torno do uso do rio pela comunidade, mas a conjuntura política mudou", afirmou.
Por meio de nota, a Secretaria da Presidência respondeu que "há um conjunto de procedimentos técnicos que envolvem diversos órgãos federais com prazos para emissão dos documentos". "Esses procedimentos já encontram-se em curso, inclusive com o início do desmembramento da matrícula e nova matrícula para as áreas que serão tituladas", diz a nota.
O comunicado reitera que, em face da permanência do litígio, há uma determinação judicial que quaisquer mudanças na área deverão ser objeto de autorização do desembargador responsável pelo processo.
"Mas isso não tem impedido que melhorias ocorram: além da titulação, que já se encontra em estágio avançado, há autorização para construção de acessos nas duas glebas, que estão em fase de execução", informa o texto da Secretaria.
Além disso, prossegue a nota, "já foi requerido ao desembargador autorização para construção de unidades habitacionais, poço de abastecimento de água bem como de unidades de beneficiamento de mandioca (casa de farinha) e de processamento de polpa de frutas".
Por fim, o comunicado informa que a comunidade vem recebendo assistência técnica do Incra (Instituto de Colonização e Reforma Agrária) e que a empresa de eletricidade da Bahia vem fazendo levantamentos para garantir energia aos moradores, por meio do Programa Luz Para Todos.
UOL/montedo.com

8 de janeiro de 2017

Cabo do Exército morre ao participar de 'racha' no Pará

Cabo do Exército morre após bater de frente com outra moto em Santarém
Acidente aconteceu na madrugada de domingo (8), na Nova República.
Vítima morreu na hora e o outro motoqueiro foi levado ao Pronto Socorro.
Do G1 Santarém
Santarém (PA)  - Um cabo do 8º Batalhão de Engenharia de Construção (8º BEC), identificado como Inácio Cavalcante Cruz, de 22 anos, morreu na madrugada deste domingo (8) ao bater a moto que pilotava contra uma outra motocicleta, na rua Tancredo Neves, no bairro da Nova República, em Santarém, oeste do Pará.
De acordo com informações de testemunhas, duas pessoas vinham fazendo um racha desde a Avenida Cuiabá e quando chegaram a um determinado trecho da pista as duas motocicletas bateram. O cabo do Exército Brasileiro morreu no local e a iutra vítima envolvida no acidente foi levada para o Pronto Socorro Municipal (PSM)
A Polícia Civil confirmou que os dois motoristas participavam de um racha e irá investigar se eles estavam sob o efeito de álcool.
O G1 solicitou nota ao Pronto Socorro Municipal sobre o estado de saúde do outro motoqueiro.
G1/montedo.com

Avançar Cavalaria!!! Pero despacito...

 

Caminhão atinge um grupo de soldados israelenses em possível ataque terrorista



Jerusalém, 8 Jan 2017 (AFP) - Várias pessoas ficaram feridas quando um caminhão atropelou um grupo de soldados em Jerusalém, no que poderia ser um "ataque terrorista", informou a polícia.
O motorista do caminhão foi "neutralizado", sem que se saiba se foi morto ou capturado, indicou a polícia. As primeiras info que não informou um número preciso de vítimas.
Informação atualizada: a ação causou cinco mortes e deixou quinze feridos.


Informações do UOL/Imagens: Franck Genauzeau/@franceinfo

O poder... Ah! O poder.

Versão recebida na área de comentários:
Anônimo Anônimo disse...
Sim, circulou por aqui em Fortaleza. Ele está tirando sarro de um Major, agora da reserva, que disse isso pra tropa certa vez.
8 de janeiro de 2017 18:03
Anônimo Anônimo disse...
Pessoal, ele é de Fortaleza. Fizeram isso pra malhar um Major da reserva da FAB que disse isso em uma formatura
8 de janeiro de 2017 18:06
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Exército dos EUA autoriza soldados a usar barba, turbante e véu em serviço

O Exército dos EUA tomou medidas que facilitam a muçulmanos, sikhs e adeptos de outras religiões a manter suas tradições enquanto prestam serviço militar.
Um memorando assinado na quinta (4) revisou a política de vestuário e aparência exigida dos militares e passou a permitir o uso de turbantes, véus, barbas e outras vestimentas que cobrem a cabeça, desde que seu uso tenha motivos religiosos.
As novas regras autorizam barbas com até cinco centímetros, a menos que estejam enroladas ou presas.
Também foram liberados lenços que cobrem a cabeça, como hijabs, tranças e outros penteados. No entanto, esses elementos devem permitir o uso de capacetes e outros equipamentos de segurança e serem usados de modo a não atrapalhar a camuflagem dos uniformes.
A mudança foi celebrada pelos Sikh, adeptos de uma religião surgida na região de Punjabe, entre a Índia e o Paquistão, que combina elementos hindus e islâmicos e determina que os homens tenham barba e usem turbante.
"Estamos satisfeitos com o progresso que essa nova política representa para a tolerância religiosa e a diversidade", disse Harsimran Kaur, lider da Coalizão Sikh.
Folha/montedo.com

6 de janeiro de 2017

Demorou! Após massacre em Manaus, presidente do STF quer ajuda do Exército em recenseamento carcerário

Cármen Lúcia quer ajuda do IBGE e do Exército para censo carcerário
O Globo
BRASÍLIA - A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, reuniu-se com o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, para discutir medidas a serem adotadas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e outras instituições em resposta ao massacre. A ministra, que também preside o CNJ, acha que a situação é dramática e exige esforço redobrado de todas as instituições.
Nesta quinta, a ministra teve um encontro em Manaus com os presidentes dos Tribunais de Justiça da Região Norte, do Maranhão e do Rio Grande do Norte. A ministra quis saber o que o CNJ pode fazer para ajudar a reduzir as tensões e conter o recrudescimento da violência no sistema carcerário. Cármen Lúcia pretende retomar conversas com representantes do IBGE e do Exército para fazer um censo da população carcerária.
Para ela, a rebelião em Manaus é um fato grave, dramático, mas não surpreendente. Segundo auxiliares, Cármen Lúcia vem alertando há muito tempo sobre os riscos de rebeliões em presídios. O tema, aliás, está no topo da agenda desde que ela assumiu a presidência do STF e do CNJ. Como reação ao massacre em Manaus, o governo federal decidiu antecipar o lançamento do Plano Nacional de Segurança Pública, que está sendo elaborado pelo Ministério da Justiça e vai ter como um de seus eixos o enfrentamento do problema das fronteiras.
Além de medidas pontuais em parceria com governos estaduais, o governo vai acionar o Itamaraty para buscar acordos com os países vizinhos para patrulhamento contra a entrada de drogas e armas. O governo ainda avalia de onde tirar os recursos e estuda descontingenciar fundos. Compra de equipamentos, treinamentos de agentes carcerários e reforço de tropas nas fronteiras estão entre as ações a serem desenvolvidas.
Em Manaus, o ministro Alexandre de Moraes disse que a maioria dos mortos não era ligada a facções, e que não é possível reduzir a rebelião a uma guerra entre organizações criminosas:
— Isso é um erro que não podemos cometer, achar que, de uma forma simplista, que esse massacre e essas rebeliões são simplesmente guerra entre facções. Dos 56 mortos, mais da metade não tinha ligação com nenhuma facção. Sempre é mais fácil uma explicação simplista.
Extra/montedo.com

As Forças Armadas são assim

Ernesto Caruso *
De início, vale lembrar-se do presidente Castelo Branco (1964/1967) que ampliou o tempo de serviço dos militares das Forças Armadas, de 25 para 30 anos, conforme a Lei nº 4.902/1965, coerente com a realidade: Art. 12. O militar passa para a Reserva... Art. 13. A transferência para a Reserva, a pedido, poderá ser concedida: ao militar da ativa que contar, no mínimo, 30 anos de efetivo serviço.
Regra de transição: Art. 60. Fica assegurado ao militar que na data de 10 de outubro de 1966 contar 20 ou mais anos de efetivo serviço o direito à transferência, a pedido, para a Reserva Remunerada a partir da data em que completar 25 anos de efetivo serviço.
Anteriormente, pela Lei nº 2.370/1954 e Art. 13, “A transferência para a reserva, a requerimento, só poderá ser concedida ao militar que contar, no mínimo, 25 anos de efetivo serviço...”
Houve quem recorresse, não tendo os vinte anos de serviço, mas diante da “expectativa de direito”, fundamento aceito, cumpriu-se a nova regra normalmente.
Tal fato foi trazido à tona nesta oportunidade em que a Nação debate a necessária reforma da previdência (PEC 287/2016), face ao descompasso entre o arrecadado pela União e os compromissos em manter assistida parte da população que se aposenta ou é pensionista.
A Carta Magna de 1988 faz distinção entre os servidores públicos (Sec. II, Art. 39), os militares dos Estados — policiais e bombeiros — (Art. 42) e, os militares das Forças Armadas (Art. 142), cada conjunto com as suas especificidades. E assim, devem ser apreciadas com as evoluções naturais e as necessidades que satisfaçam a sociedade como um todo.
As atividades dos servidores públicos civis são mais bem conhecidas fruto do relacionamento com a sociedade e das reivindicações rotineiras próximas da legislação que rege as atividades privadas entre empregadores e empregados.
O cerne da atividade das Forças Singulares está na preparação precípua de formar militares para a guerra com as vicissitudes expostas na mídia, fatos do passado e do presente, morte, invalidez, amputações, neuroses. Incontestável que não se faz guerra no carpete e ar condicionado.
Independentemente da iminência da guerra, cenário no Oriente Médio ou, possibilidade remota como historicamente registrada no Continente Americano, a preparação se impõe nos moldes mais realistas possíveis, desde o básico ao tratar da guerra química, bacteriológica e nuclear, aos exercícios de tiros com armamento pesado, canhões, sobrevivência em regiões inóspitas, etc.
E mais, envolvendo material bélico de alta sofisticação tecnológica, como navios, aviões, helicópteros, foguetes e mísseis. Sempre um perigo nas mãos de militares mal formados. Daí, a exigência extrema na prevenção de acidentes e a prioridade no ensino eficiente e seguro para se lidar com artefatos que exigem perícia e com isso, evitar danos materiais e pessoais à sociedade.
Todo quartel é uma escola; os oficiais são instrutores, auxiliados por sargentos e cabos; professores e monitores que transmitem o conhecimento formam combatentes na ordem 100 mil recrutas por ano. Os professores não têm aposentadoria especial?
As organizações mantêm serviços diários que zelam por sua segurança, dos veículos, armamentos e munições. Nesse particular, diferente de outras categorias de servidores, e da iniciativa privada sob a capa protetora das leis trabalhistas que não enquadram os militares.
Um serviço de escala que comece às 7 horas de um domingo e termina na mesma hora na segunda-feira, não isenta o militar de prosseguir no expediente até às 16 horas, que pode não terminar nessa hora por qualquer eventualidade. São 33 horas em atividade; quatro jornadas de 8 horas mais uma hora. No dia seguinte, não tira folga também; vai ao expediente. Na mesma semana pode ser escalado de serviço, em dia útil, ou sábado, ou domingo. Sem hora extra, sem adicional noturno...
Ora, um plantão de 24 horas (três jornadas de trabalho), pressupõe uma folga de 36 ou 48 horas. Não, para o militar, que ao longo do ano de instrução vai participar de vários acampamentos de 3 ou 4 dias, sob calor escaldante, frio ou chuva, manuseando gases, atirando com canhões, explodindo granadas, não contemplados com os mandamentos da Lei Maior (Art. 7º - São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:...XXIII – adicional de remuneração para as atividades penosas, insalubres ou perigosas, na forma da lei;). Diferentemente dos celetistas e servidores públicos.
No artigo “Militar é diferente”, em O Globo/1999, o deputado Aldo Rebelo (PC do B), escreveu: “Em 30 anos, a jornada regular de um civil é de 56.760, enquanto a da caserna soma 83.800 horas. Um militar que vai para a reserva após 30 anos de serviço na verdade trabalhou 44 anos.” Bem antes de ser ministro da Defesa.
A MP 2131, DE 28/12/2000, depois MP 2215, cancelou para efeito de proventos a promoção ao posto seguinte, aumentou o percentual de descontos para o Fundo de Saúde e para a pensão militar (7,5%) e, cancelou a licença especial e a pensão para as filhas, a partir daquela data, criando mais uma cobrança 1,5%, por opção. Uma perda da ordem de 20% ao passar para a reserva,daquele que tinha 15 anos de serviço antes da MP. Perda maior para os que tinham menos tempo de serviço. Os militares ainda arcam com 20% dos gastos com exames laboratoriais, despesas de hospitalização e as consultas, estas, com médicos conveniados.
O Estado não desconta dos militares valores para fins de “aposentadoria”, mas sim, para assistência médica e para a pensão, que advém do Montepio, instituído na Guerra do Paraguai e que desde então todos, na ativa ou na reserva, reformados, contribuem. Os vencimentos e os proventos são considerados como despesas orçamentárias, cabendo à Nação defini-las como investimento em segurança ou não, função do patrimônio físico e histórico do Berço Esplêndido — Brasil Continente.
*Coronel de Artilharia e Estado-Maior, reformado.
Alerta Total/montedo.com

Sargento da FAB está em estado grave após atropelar e matar PM em acidente no interior de SP

Tenente da reserva da PM morre após ser atropelado por sargento da FAB
Acidente aconteceu no km 41 da Rodovia Deputado Cyro de Albuquerque.
Sargento está internado em Pirassununga e estado é considerado grave.

Resultado de imagem para violência no trânsito logoDo G1 São Carlos e Araraquara
Pirassununga (SP) - Um tenente da reserva da Polícia Militar morreu após ser atropelado na Rodovia Deputado Cyro de Albuquerque (SP-225), que liga Aguaí a Pirassununga, na terça-feira (3).
Luís da Silva Almeida, de 75 anos, costumava pescar em duas lagoas que ficam próximas à estrada e foi atingido no km 41 pela Yamaha Fazer 250 de um sargento da Força Aérea Brasileira de 26 anos.
Equipes do Corpo de Bombeiros e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionadas e os dois foram levados para o pronto-socorro da Santa Casa de Pirassununga, mas Almeida não resistiu aos ferimentos.
O sargento continua internado e seu estado de saúde é considerado grave.
G1/montedo.com

No Ceará, paciente recebe órgão transportado pela FAB

Doador de Maceió teve fígado transportado para Fortaleza para cirurgia.
Paciente de Boa Vista estava na fila de espera desde outubro em Fortaleza.
Do G1 CE
Uma paciente que se encontrava em estado crítico recebeu nesta quarta-feira (4) um transplante de fígado de um doador da cidade de Maceió, em Alagoas. Conforme Huygens Garcia, chefe do setor de transplante do Hospital Universitário Walter Cantídio, o procedimento só foi possível após decreto presidencial que disponibilizou uma aeronave da Força Aérea para o serviço.
O órgão, ainda segundo o médico, era de um jovem de 17 anos que morreu após uma hemorragia cerebral ocasionada por um aneurisma. Após autorização da família e por não haver transplante de fígado em Maceió, o Sistema Nacional de Transplantes, do Ministério da Saúde, abriu o ranking de registros mais graves e identificou a paciente internada no Ceará. No entanto, um voo comercial poderia inviabilizar o procedimento. "Se fosse necessário esperar por um voo comercial, o transporte seria prejudicado e o transplante não seria possível", relata Huygens Garcia.
O médico terminou o procedimento na paciente de 40 anos por volta das 21 horas. Ela é de Boa Vista, Roraima, e estava internada desde de outubro de 2016 no hospital aguardando um transplante.
"Antes esses aviões só transportavam políticos e muitos ficavam parados lá em Brasília. Agora eles vão salvar vidas, como nesse caso de hoje em Fortaleza, uma vida salva", afirma o médico Huygens Garcia.

Decreto presidencial
Em junho o presidente, Michel Temer, anunciou decreto ordenando que a Aeronáutica mantenha permanentemente à disposição um jato da FAB para atuar no transporte de órgãos e tecidos para transplantes.
No mesmo mês o Ceará recebeu o primeiro órgão transportado pela FAB.
G1/montedo.com

Sargento do Exército tem carro roubado e passa 8 horas em poder dos bandidos

Homem é rendido no Centro, passa 8 horas com bandidos e perde veículo

Viviane Oliveira
Campo Grande (MS) - Sargento do Exército de 51 anos foi sequestrado por volta das 11h da manhã de quarta-feira (4), passou 8h em poder dos bandidos e teve o veículo roubado. O caso aconteceu na Rua Aquidauana, na Praça do mesmo nome, região central de Campo Grande.
Conforme boletim de ocorrência, o homem contou que descia do carro Ford EcoSport, de cor preta, na Praça Aquidauana, quando foi abordado por um homem, que parecia ser adolescente. Ele estava armado, anunciou o sequestro e mandou que a vítima dirigisse até um bairro na saída para São Paulo.
Enquanto dirigia, a vítima era ameaçada com arma apontada para a sua direção. Durante o trajeto, o condutor foi obrigado a parar para que o comparsa do ladrão embarcasse. Com a entrada do segundo bandido, a vítima passou para o banco de trás, teve os braços amarrados e teve que ficar com a cabeça abaixada para não ver a movimentação.
Em uma estrada de terra, local que dá acesso ao Presídio da Gameleira, o homem desceu e ficou em poder de um dos bandidos, enquanto o outro fugiu com o automóvel. A vítima ficou sob poder do ladrão por 8 horas e a todo momento sofria ameaças de morte, se caso o carro não chegasse no Paraguai.
Ao anoitecer, o autor resolveu deixar o cativeiro e mandou que a vítima o acompanhasse. Os dois foram no sentido BR-163 e lá uma mulher conduzindo o carro se aproximou e ofereceu carona para os dois. Não se sabe a pessoa tem envolvimento com a dupla. Os dois, então, foram levados para o Bairro Dom Antônio Barbosa e após descerem do carro, a vítima foi liberada pelo bandido na Rua Manoel Barbosa.
O suspeito fugiu e a vítima procurou ajuda em um residência na mesma rua. A Polícia Militar foi acionada e o caso registrado como sequestro e roubo de veículo na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) da Vila Piratininga.
Campo Grande News/montedo.com

5 de janeiro de 2017

Mato Grosso vai pedir ajuda ao Exército e Força Nacional para invasão em garimpo

Região da Serra da Borda em Pontes e Lacerda foi invadida pela 3ª vez. Invasores estão fortemente armados e seriam membros de facções.
A Secretaria de Segurança de Mato Grosso (Sesp) deverá pedir à União que o Exército e a Força Nacional enviem tropas ao garimpo ilegal da região da Serra da Borda, em Pontes e Lacerda, município a 483 km de Cuiabá. A área, cuja desocupação foi determinada pela Justiça Federal há mais de um ano, foi invadida pela terceira vez no final de dezembro de 2016, e deverá receber reforço no efetivo das polícias Civil e Militar ainda nesta semana.
As ações foram definidas em uma reunião realizada na tarde dessa terça-feira (03) entre Ministério Público do Estado, Sesp, PF e Polícia Rodoviária Federal. O encontro aconteceu na sede do MPE em Pontes e Lacerda. Cerca de 50 invasores estão na região desde o dia 30 de dezembro.
Segundo o estado, esta última invasão à área é diferente das anteriores por causa do perfil dos invasores, que estão fortemente armados e seriam membros de facções criminosas.
A polícia recebeu a informação de que os bandidos estão com fuzis 762, pistolas ponto 40 e 9 milímetros, espingardas calibre 12 e que estão em busca de uma metralhadora ponto 50, capaz de derrubar um helicóptero.
“A primeira invasão foi mais de moradores da cidade. Depois, veio uma segunda leva, na qual já havia a presença de delinquentes e uso de armas, mas dentro do garimpo. Agora, o perfil é outro. São marginais fortemente armados, liderados por um ex-detento que organizou uma verdadeira milícia armada no local”, disse o delegado Gilson Silveira.
Segundo a Polícia Civil, esse mesmo ex-preso estaria tentando reunir integrantes do Novo Cangaço (assaltantes de bancos que usam clientes e funcionários das agências como escudo humano) para invadir o garimpo ilegal.
Conforme a polícia, no final de dezembro os criminosos expulsaram os seguranças da mineradora que recebeu autorização do Departamento Nacional de Produção Mineral para fazer estudos sobre a produção de ouro. Policiais chegaram a ir ao local para retirar esses seguranças, mas foram recebidos a tiros pelos bandidos. Apesar do incidente, ninguém ficou ferido.
A Sesp informou que vai colocar as forças de segurança do estado à disposição do Exército e da Força Nacional para ajudar na reintegração da área invadida.

Ação judicial
Os ministérios públicos Federal e Estadual deverão entrar com uma ação na Justiça para cobrar que forças de segurança federais retirem os invasores da área e fiquem em Pontes e Lacerda para assumir o patrulhamento da área. Também deverá ser pedido que a União indenize o município pelos problemas causados pelo garimpo ilegal.
O MPE deverá pedir ainda o DNPM tenha agilidade em autorizar a lavra de ouro na Serra da Borda, hoje ainda em fase de estudos. Para a promotoria, a indefinição sobre a exploração tem causado problemas na área de segurança pública, como o aumento de casos de roubos e furtos.

Histórico
A primeira invasão ao garimpo ocorreu em meados de setembro de 2015, com a presença de milhares de pessoas. Naquele mesmo ano, a Justiça Federal mandou, por duas vezes, que a área fosse desocupada e isolada porque a exploração de ouro estava sendo feita sem a autorização do DNPM.
A área foi desocupada numa ação integrada entre Força Nacional, Exército, PF, PRF e polícias Civil e Militar, mas voltou a ser invadida.
CenárioMT/montedo.com

Operação "Leão do Norte": após 26 dias, tropas do Exército deixam o Grande Recife

Forças Armadas realizaram cerca de 3.900 ações durante 'Operação Leão do Norte'
Ao longo de 26 dias, efetivo esteve no comando da segurança do Grande Recife com 3.500 homens do Exército, Marinha e Aeronáutica. Operação foi encerrada terça (3).
G1 PE
Um dia após as tropas da "Operação Leão do Norte" deixarem a Região Metropolitana do Recife, o Comando Militar do Nordeste divulgou o balanço das ações. Ao todo, foram, aproximadamente 3.900 operações entre patrulhamento ostensivo de áreas terrestres, revista de pessoas e de veículos, reconhecimentos aéreos, escoltas e controle de pontos estáticos.
Ao longo de 26 dias, as Forças Armadas estiveram no comando da segurança do Grande Recife com 3.500 homens do Exército, Marinha e Aeronáutica. A intenção era garantir a lei e a ordem durante o período de trabalho reduzido da Polícia Militar, a chamada operação padrão da categoria.
De acordo com o Comando Militar do Nordeste, as tropas percorreram 150 mil quilômetros durante as atividades nos 14 municípios. A operação teve início no dia 9 de dezembro de 2016 e foi prorrogada até o dia 3 de janeiro de 2017.
De acordo com o Comando Militar do Nordeste, as tropas percorreram 150 mil quilômetros durante as atividades nos 14 municípios (Foto: Marlon Costa/Pernambuco Press) De acordo com o Comando Militar do Nordeste, as tropas percorreram 150 mil quilômetros durante as atividades nos 14 municípios (Foto: Marlon Costa/Pernambuco Press)
De acordo com o Comando Militar do Nordeste, as tropas percorreram 150 mil quilômetros durante as atividades nos 14 municípios (Foto: Marlon Costa/Pernambuco Press)
A Polícia Militar segue em regime de trabalho reduzido. Entretanto, o comandante-geral da PMPE, coronel Carlos D’Albuquerque, afirmou, na manhã da terça-feira (3), que não seria necessário solicitar a permanência das tropas. Segundo ele, a corporação está preparada para a manutenção da segurança.
Como os PMs abandonaram a jornada extra e reduziram o efetivo nas ruas, às vésperas do Natal, no dia 19 de dezembro, o governador Paulo Câmara (PSB) solicitou a permanência das topas até a terça (3). No entanto, o decreto de prorrogação, assinado pelo presidente da República Michel Temer (PMDB), reduziu o efetivo para 500 pessoas. Ou seja, 14% do efetivo inicial continuou na operação.

Diálogo
Ainda segundo D’Albuquerque, o estado começa a tratar efetivamente de reajuste salarial para os PMs nesta quarta-feira (4). Ele adiantou que os números já serão discutidos e que, até a primeira quinzena de fevereiro, o governo deve enviar para a Assembleia Legislativa de Pernambuco todos os projetos de reajuste. O comandante-geral da PM salientou que o governo aguarda a volta de todos os PMs.
G1/montedo.com

4 de janeiro de 2017

Reforma da Previdência: Marinha estuda proposta de transição gradual para os 35 anos de serviço

Publicação original: 4/1 (19:07)
Editado: 4/1 (11:38)
Com o aumento do tempo mínimo para 35 anos praticamente definido pelo Governo, as Forças Armadas começam a elaborar propostas de regras de transição visando atenuar os efeitos do acréscimo compulsório de mais cinco anos na carreira dos militares.

O novo Pacote de Abril
O Planalto deve encaminhar a proposta ao Congresso em abril e, até lá, todas as tratativas com a cúpula militar devem estar encerradas. Face a pífia representatividade parlamentar dos militares, é de se imaginar que o pacote governamental será aprovado na íntegra. 

Regra de transição
Internamente, a Marinha trabalha com uma proposta de transição gradual, que beneficia os militares com mais tempo de serviço. Confira:

Cenário dos sonhos
Caso a proposta da Marinha seja avalizada pelo Exército e Aeronáutica, este - certamente! - seria o melhor cenário possível dentro da conjuntura, porém, é bom não alimentar esperanças quanto à sua concretização. A julgar pelas regras de transição propostas pelo Governo para as aposentadorias pelo INSS, que são aplicáveis somente a homens a partir dos 50 anos e mulheres a partir dos 45, as condições impostas aos militares deverão ser bem mais severas.

Dos males, o menor
A vantagem de uma proposta como essa é iniciar uma negociação a partir de um patamar amplamente favorável, o que aumenta as chances de obtenção de regras de transição um pouco mais amenas.

É tudo com os generais
Em suma, o destino dos milicos está na capacidade de negociação dos altos-coturnos. Oremos.

3 de janeiro de 2017

Lei de Acesso à Informação: adidos militares no Paraguai venderam carros ilegalmente

Relato diplomático expôs constrangimento com caso, que poderia ter ‘graves consequências’
FRANCISCO LEALI
BRASÍLIA - Em 21 de novembro, o telegrama 416 completou 25 anos. O documento carregava o carimbo de ultrassecreto. Se dependesse do Itamaraty, as quatro páginas do texto escrito pelo então embaixador do Brasil no Paraguai ficariam guardadas por mais 25 anos. Não ficaram. O telegrama de 1991 traz o relato de um aparentemente constrangido diplomata. Ele narra ter descoberto que os três adidos militares brasileiros estavam envolvidos em compras de carros importados com isenção e revenda ilegal para cidadãos do país. Na época, jornais locais denunciaram o esquema. Citavam políticos do Paraguai, sem menção a brasileiros.
A investigação cresceu, e nomes de diplomatas estrangeiros entraram na lista. Num encontro casual, relata o embaixador, foi avisado que um coronel do Exército, adido na embaixada, estaria na mesma situação. O diplomata relata então os diálogos que teve com o militar. O coronel admitiu ter comprado um BMW modelo 850 Coupe para uso pessoal, mas que fez um documento particular de promessa de venda em nome de um terceiro.
“O coronel... manifestou-me o dissabor por essa situação, de cuja gravidade passou a dar-se conta. Disse-me que encontrou instaurado esse sistema vigorando de longuíssima data em Assunção entre os adidos e que, meio à prática absolutamente generalizada que todos os paraguaios fazem de suas facilidades, deixou-se levar por ela”, contou o embaixador, acrescentando que a prática era comum no país. Foi, então, que o diplomata resolveu chamar os adidos da Marinha e da Aeronáutica que teriam feito “francos relatos”, confirmando a mesma prática, com uma diferença: os veículos continuaram registrados em seus nomes.
O diplomata conta ainda que a prática é tratada de maneira diferente no Paraguai e defendeu a atuação profissional dos adidos. Ele avisou que iria mostrar o texto do telegrama aos adidos e que os três fizeram um apelo para que, em virtude de “graves consequências às suas carreiras”, o caso não fosse formalizado no Brasil. Os nomes dos militares foram expostos, mas a identidade foi preservada pelo GLOBO.
O Globo/montedo.com

Documento revela que Exército temeu terrorismo no país em 1991

Na avaliação dos militares, Guerra do Golfo poderia motivar ações no Brasil

Trecho de documento do Ministério do Exército demonstra preocupação com atentados terroristas
Foto: Reprodução
FRANCISCO LEALI
BRASÍLIA - Cinco anos após aprovação da Lei de Acesso à Informação, o Comando do Exército, que responde pelo maior volume de documentos classificados no Poder Executivo e vinha impondo restrições à liberação do acervo mais antigo, já admite revelar parte dos seus segredos. Desde a edição da lei, pelo menos 30 registros ultrassecretos tornaram-se públicos. Protegidos por 25 anos, boa parte dos documentos contém informações burocráticas. Mas há algumas pérolas. Uma delas tem só três páginas e resume diretriz emitida pelo então Ministério do Exército em 1991. Havia eclodido a Guerra no Golfo e pairava o receio de que ações terroristas pipocassem mundo afora, inclusive no Brasil.
Liberado pelo Exército a partir de pedido via Lei de Acesso, o documento foi tarjado em alguns trechos, incluindo o nome da autoridade que o assina. Mas ali está expressa a preocupação clara dos militares que, por determinação do então presidente da República, Fernando Collor, queriam se preparar para prevenir ou até mesmo reagir a ataques terroristas. Segundo o texto, a diretriz ministerial tinha o objetivo de “prevenir, neutralizar ou minimizar os efeitos de virtuais ações terroristas contra edificações e pessoas, nacionais ou estrangeiras, no território brasileiro ou contra missões diplomáticas do Brasil, em face do conflito no Golfo Pérsico”. (Leia a íntegra do documento sobre o alerta sobre terrorismo)
Há um item cujo título é “reflexos do conflito para o Brasil”. O texto de apenas uma linha, no entanto, foi tarjado, como também o que lista os órgãos envolvidos com o tema no Brasil. Logo abaixo, a missão definida pelo comando do Exército está exposta: “manter um efetivo especializado em condições de atuar face eventuais necessidades de emprego nos trabalhos de proteção física aos alvos dos atentados; planejar e executar, mediante ordem, medidas de resposta armada às ações perpetradas, se for o caso de desdobramento da situação de segurança pública para segurança da nação”. A diretriz incumbiu o Comando de Operações Terrestres do Exército (Coter) de manter um efetivo em condições de atuar e reagir a atentados terroristas.
No meio dos documentos ultrassecretos, liberados após vencimento do prazo de proteção, há ainda um minucioso plano de deslocamento de 385 militares, todos armados, em 122 viaturas do Batalhão Barão de Capanema no Rio de Janeiro até Porto Alegre. Com 49 páginas, o documento de agosto de 1988 mostra como o Exército prepara-se para enviar uma tropa a um exercício de “concentração estratégica”.
Na época, a operação era organizada pelo Comando Militar do Sul. Em 1992, o mesmo batalhão foi acionado para atuar na proteção da reunião de cúpula sobre meio ambiente no Rio; há dois anos atuou na segurança da Copa do Mundo.

SIGILO RENOVADO ATÉ 2038
O plano divide o trajeto até Porto Alegre em cinco etapas e indica os pontos de parada. Foi dada orientação expressa para que oficiais, subtenentes e sargentos viajassem com armas carregadas em todo o percurso.
Os documentos divulgados pelo Exército são uma parte do acervo de ultrassecretos — o mais alto grau de sigilo previsto na legislação brasileira — que poderiam estar abertos ao público. Em 2014, quando foi enviado ao comando o primeiro pedido de informação, via Lei de Acesso, sobre quantos eram os registros ultrassecretos que, passados 25 anos, já tinham sido desclassificados, alegou-se, na primeira resposta, que o pedido era genérico. Essa justificativa costuma ser um dos argumentos para rejeitar pedido de informação.
O processo tramitou por mais de um ano, até que, após entendimentos com a Controladoria Geral da União (CGU), o Exército informou que havia desclassificado um total de 78 documentos. Ao receber o pedido para liberar acesso aos papéis, o Comando considerou que era necessário reavaliar a decisão de desclassificação de parte da papelada. Assim 36 documentos tiveram o sigilo renovado automaticamente pelo próprio Exército por mais 25 anos. A Comissão Mista de Reavaliação de Informações (CMRI) concordou com o Exército, reconhecendo que os documentos produzidos entre 1988 e 1990 ainda precisavam ser preservados. Assim, os papéis só serão conhecidos a partir de 2038.
O Globo/montedo.com

2 de janeiro de 2017

Coronel do Exército é condenado a cinco anos de prisão por desviar recursos da perfuração de poços no Piauí

Fortaleza (CE) - O coronel do Exército Paulo Roberto de Souza, ex-comandante do 3º Batalhão de Engenharia de Construção (3º BEC), sediado em Picos (PI), foi condenado por quatro votos a um pelo Conselho Especial de Justiça da Auditoria da 10ª CJM a pena de cinco anos de reclusão, com direito a apelar em liberdade. Na sessão, ocorrida em 7 de dezembro, o oficial, hoje na reserva, foi julgado juntamente com o ex-tenente Giovanni de Moura Santos, absolvido por unanimidade, por falta de provas. 
Ambos foram denunciados em agosto de 2014 pelo Ministério Público Militar,  acusados de apropriarem-se indevidamente de valores referentes à perfuração de poços artesianos para particulares no estado do Piauí, durante os anos de 2007 e 2008, período em que o coronel comandou o 3º BEC. O MPM já informou que não irá recorrer. A defesa ainda pode apelar ao STM.
Acompanhe aqui a movimentação do Processo. Leia aqui  a sentença do CE J/10ª CJM.

Leia também
MPM denuncia ex-comandante de batalhão do Exército por desvio de recursos na perfuração de poços

1 de janeiro de 2017

С Новым Годом!

Feliz Ano Novo!

Participação especialíssima do Coro do Exército Vermelho, cujos integrantes morreram em acidente aéreo recentemente.

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