17 de setembro de 2010

JOGOS MUNDIAIS MILITARES: COMPEETIÇÃO TERÁ 15 MODALIDADES OLÍMPICAS

De 16 a 24 de julho de 2011, o Rio sediará a quinta edição dos Jogos Mundiais Militares, do Conselho Internacional do Esporte Militar (CISM). Chamados informalmente de Olimpíadas Militares, os jogos reunirão seis mil atletas de 110 países, em 20 esportes, sendo 15 olímpicos: atletismo, boxe, basquete, esgrima, futebol, hipismo, iatismo, judô, natação, pentatlo moderno, taekwondo, tiro esportivo, triatlo, vôlei e vôlei de praia.
Cinco modalidades militares integram o programa: orientação, paraquedismo, pentatlo naval, pentatlo militar e pentatlo aeronáutico. Do pentatlo moderno, constam hipismo, esgrima, natação, tiro e corrida. Já o pentatlo militar reúne tiro, pista com obstáculos, natação utilitária, lançamento de granada e cross-country. Do aeronáutico fazem parte tiro, esgrima, natação com obstáculos, basquete (arremessos individuais) e pista com obstáculo. E no pentatlo naval, além de corrida com obstáculos, há natação de salvamento, natação utilitária, habilidade naval e cross-country anfíbio.
Na realidade, os V Jogos Mundiais Militares serão um teste para as Olimpíadas de 2016, no que se refere a organização, estrutura, transporte e qualidade das instalações. A infraestrutura inclui, entre outros locais, o Engenhão, o estádio de São Januário, a Escola Naval, o Maracanãzinho, a Praia de Copacabana e instalações militares como as de Resende, que vão sediar o paraquedismo. As novidades serão um estande no Centro Nacional de Tiro e as Vilas Verde, Azul e Branca, que vão hospedar as delegações. Após o evento, passarão a ser de uso militar.
O fato de serem Jogos Militares não quer dizer que os atletas tenham se formado nos quartéis. Na delegação brasileira, que deverá ter 300 integrantes, um bom número deles é de atletas olímpicos que ingressaram nas Forças Armadas mediante edital de convocação. No ano passado, 72 atletas foram incorporados ao Exército como sargentos temporários, entre eles medalhistas olímpicos, como Tiago Camilo, Flávio Canto e Leandro Guilheiro (judô), Vicente Lenílson (atletismo) e Natália Falavigna (taekwondo). 

16 de setembro de 2010

JOGOS MUNDIAIS MILITARES: TCU QUESTIONA CONTRATOS ASSINADOS COM INSTITUIÇÕES LIGADAS AO EXÉRCITO

Luiz Ernesto Magalhães e Vera Araújo
O Rio será sede, nos próximos anos, de uma série de grandes eventos esportivos, e o primeiro deles já está sendo investigado. Faltando cerca de 300 dias para a realização dos V Jogos Mundiais Militares, o Tribunal de Contas da União (TCU) encontrou indícios de irregularidades em contratos para a competição que somam R$ 27,3 milhões. Eles foram firmados sem licitação pelo Ministério da Defesa com três instituições ligadas às Forças Armadas, para a prestação de serviços que incluem a implantação de toda a tecnologia a ser utilizada no evento. Na lista de obrigações, há desde o desenvolvimento de programas de computador a consultorias para preparar licitações. Em dois casos, os problemas não se limitaram à falta de licitação: segundo o TCU, entre outras irregularidades, faltam elementos que comprovem que os valores contratados para serem pagos aos consultores responsáveis pela elaboração dos projetos são compatíveis com os cobrados no mercado. 
Os jogos estão marcados para 16 a 24 de julho de 2011. Depois deles, acontecerão outros megaeventos esportivos, como a Copa das Confederações, em 2013; a Copa do Mundo, em 2014; e as Olimpíadas de 2016.
São três contratos investigados. O de maior valor foi com a Fundação Ricardo Franco (FRF), vinculada ao Instituto Militar de Engenharia (IME), para a prestação de serviços que somam R$ 19,5 milhões. Como O GLOBO revelou numa série de reportagens em maio deste ano, a entidade é suspeita de fraudes em várias licitações do próprio IME e do Departamento Nacional de Infraestrutura Terrestre (Dnit), realizadas entre 2004 e 2006, que chegam a R$ 15,5 milhões e estão sendo investigadas pelo Ministério Público Militar. Mais R$ 4,8 milhões foram destinados à Fundação de Apoio Roberto Trompowsky Leitão de Almeida. A terceira instituição contratada para os V Jogos Mundiais Militares, por R$ 3 milhões, é o Instituto de Fomento e Inovação do Exército Brasileiro (Ifiex). "Essas e outras entidades vêm prestando serviços sem licitação, fato que não se justifica diante dos serviços envolvidos (...) que, em princípio, poderiam ser licitados (...)", diz um trecho do relatório do TCU votado na semana passada. 

Técnicos questionam base de cálculo
O texto mostra também que duas dessas entidades têm um bom trânsito em órgãos federais. Segundo o Tribunal de Contas da União, dados do Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi), relativos a 2009 e 2010, indicam que apenas com a Fundação Ricardo Franco foram contratadas despesas sem licitação de R$ 126,1 milhões. Já com a Fundação de Apoio Roberto Trompowsky Leitão de Almeida, foram firmados contratos de R$ 27,8 milhões.
Os R$ 19,5 milhões a serem repassados, pelo Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército, à Fundação Ricardo Franco, são destinados ao pagamento de consultorias. A equipe contratada está elaborando os termos que servirão de base para licitações dos sistemas de telecomunicações e de segurança dos jogos. Para o TCU, porém, faltando apenas dez meses para a realização do evento, ainda não há uma definição precisa do que será licitado. Os técnicos criticam ainda o fato de, no processo, não terem sido aproveitadas as experiências acumuladas com a realização dos Jogos Pan-Americanos de 2007. Na época, uma tecnologia similar foi contratada.
O TCU também questionou a base de cálculo usada para fixar o pagamento à Fundação Ricardo Franco. O valor de R$ 19,5 milhões teve como base a média aritmética da cotação com quatro empresas, que ofereceram preços entre R$ 2 milhões e R$ 38,2 milhões. A variação de 1.800% entre as cotações, segundo o tribunal, pode ter gerado distorções. Foram encontrados também conflitos em relação ao uso de uma tecnologia especial de radiofrequência para controle de acesso às instalações do evento. O projeto básico desenvolvido ficou restrito ao controle de materiais. No entanto, o contrato firmado com a entidade previa que o sistema seria aplicado em 42 mil credenciais a serem usadas durante os jogos.
O Ifiex foi contratado pelo Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército para desenvolver os programas que gerenciarão todo o sistema de informática dos V Jogos Mundiais Militares. O convênio prevê gastos de R$ 2,6 milhões para pagar os salários de 147 profissionais por um período de até 18 meses. Mas o TCU constatou, com base nas planilhas salariais, que o gasto com pessoal não passaria de R$ 1 milhão, já incluindo aí a quitação das obrigações trabalhistas.
Além disso, faltam referências que permitam aos técnicos do TCU comparar, com serviços similares oferecidos pelo mercado, o que será pago pelos produtos que estão sendo desenvolvidos para os jogos.
Os fiscais não entraram em detalhes sobre as irregularidades do convênio com a Fundação Trompowsky. Técnicos do Tribunal de Contas da União informaram que não tiveram acesso à documentação solicitada. As investigações, porém, vão continuar. Em seu voto, o ministro-relator José Jorge determinou a abertura de um processo de acompanhamento dos preparativos do evento, para monitorar as consultorias.
Em nota, o Centro de Comunicação Social do Exército negou as irregularidades. Segundo a entidade, os convênios com as fundações "cumpriram plenamente o ordenamento jurídico vigente". O Exército disse ainda que as despesas realizadas são compatíveis com o previsto no seu orçamento. Ainda segundo a corporação, os problemas detectados na auditoria do TCU, como a falta de detalhamento de projetos básicos, já teriam sido sanados. 

ESTUDANTES URUGUAIOS VISITAM QUARTEL NA FRONTEIRA

O Museo Sin Fronteras de Rivera, juntamente com o 7º Regimento de Cavalaria Mecanizada Vasco Alves Pereira promoveu a visita do colégio Saint Catherine´s School, de Rivera, à guarnição federal.Na manhã do dia 9 de setembro, um ônibus militar foi ao colégio buscar os estudantes e seus pais para transportá-los ao local da visita.
Chegando as instalações do quartel, os visitantes puderam conhecer a sala de armas e os galpões onde se alojam os carros de combate. Em seguida, foram recebidos no estúdio da banda do quartel, onde foram recepcionados com um variado repertório musical.
Os estudantes conheceram ainda o pista de prova e a horta militar onde um grupo plantou uma muda, simbolicamente, junto com os soldados e o chefe do quartel, tenente coronel Marco Antônio Cagnoni, alguns exemplares de árvores autóctonas doados pela Prefeitura de Santana do Livramento.

DESERTOR É PRESO COM MOTO ROUBADA DE CORONEL

Fábio Guimarães

Um soldado desertor foi preso na terça-feira, em flagrante, dirigindo uma moto que havia sido furtada em Deodoro, na Zona Oeste. Segundo a polícia, Walmir Gláucio da Silva Barsch, de 20 anos, estava com o veículo sem placa, que seria de um coronel do Exército, na Rua Adjar de Azevedo, onde mora, em Parque Anchieta.
Policiais militares do 14º BPM (Bangu) foram ao endereço para checar a denúncia de que um Chevette tinha sido roubado e abandonado no local. Depois de identificarem que o carro fora furtado na área da 33ª DP (Realengo), os PMs viram Walmir com a motocicleta, que também foi alvo de furto, no último dia 9, em frente a um batalhão do Exército, em Deodoro.

Suspeito de receptação
Ao ser preso, Walmir disse que a moto teria sido emprestada por um amigo. Policiais militares que efetuaram a prisão disseram que ele era suspeito de levar veículos para o local, onde, possivelmente, seriam desmontados para a venda de peças.
De acordo com Débora Rodrigues, delegada adjunta da 38ª DP (Brás de Pina), a polícia investigará se Walmir roubou os dois veículos.
— A partir do momento em que ele estava dirigindo uma moto sem placa, tem responsabilidade por isso — disse a delegada, que indiciou Walmir por receptação, cuja pena pode chegar a quatro anos de prisão.
O ex-soldado deve ser levado hoje para o 25º Batalhão Logístico, onde servia.

BRASIL VAI ASSINAR ACORDO DE DEFESA COM O REINO UNIDO.

A Grã-Bretanha e o Brasil assinarão um acordo na área de defesa que o governo do Reino Unido espera que abra caminho para um contrato bilionário de fornecimento de navios para a Marinha brasileira, publicou o jornal Financial Times, nesta terça-feira.
O acordo com a BAE, que pode envolver 6 navios-patrulha e 5 a 6 fragatas Type-26, pode chegar a 2,9 bilhões de libras (US$ 4,5 bilhões) se as embarcações forem construídas no Reino Unido, disse o jornal.
O FT publicou que os seis navios-patrulha, custando entre 60 milhões a 80 milhões de libras cada, devem ser usados para vigilância e dissuasão na região dos campos de petróleo no litoral brasileiro, assim como em operações de segurança e de busca e resgate.
O maior prêmio para a BAE, maior fornecedora de produtos bélicos da Europa, seria um contrato para manutenção e atualização dos navios nas próximas duas ou três décadas, segundo o FT.
As empresas britânicas de produtos militares têm enfrentado cortes em um momento que o governo de coalizão do país revisa seu orçamento para a área. Os detalhes sobre essa revisão devem ser anunciados em 20 de outubro.

BRIGA E RACISMO EM HOSPITAL MILITAR SÃO COMPETÊNCIA DA JUSTIÇA COMUM, DIZ STF

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) declarou que a competência para julgar caso de injúria decorrente de discussão entre uma paciente civil e uma enfermeira militar na emergência do Hospital da Aeronáutica dos Afonsos, no Rio de Janeiro, é da Justiça Federal comum, e não da Justiça Militar.
A relatora, ministra Ellen Gracie, observou que a conduta não atinge as Forças Armadas propriamente, tratando-se de um desentendimento pessoal , não cabendo, portanto, a aplicação do Código Penal Militar. A decisão foi proferida no julgamento de Habeas Corpus (HC 100588) em que a administradora de empresas P.G.C. pedia o trancamento de ação penal movida contra ela e a declaração de incompetência da Justiça Militar.
A discussão que resultou na ação penal ocorreu durante um atendimento de emergência, na madrugada de 15 de agosto de 2008. Sentindo-se negligenciada no atendimento, a paciente teria discutido em termos ríspidos com os plantonistas e com uma enfermeira, a quem chamou, segundo a denúncia, de neguinha e favelada , entre outras ofensas. Após sindicância determinada pelo diretor do hospital, foi aberto inquérito policial militar, e P.G.C. foi denunciada pelo Ministério Público Militar por crime militar contra a honra com características de cunho racista.
Diante da abertura de processo penal, a acusada entrou com pedido de habeas corpus sob a alegação a inexistência de ofensa às instituições militares, condição obrigatória para a caracterização de crime militar praticado por civil e, consequentemente, submetido a julgamento pela Justiça Militar.

MILITAR É DETIDO POR CAUSAR PÂNICO NO TRÂNSITO EM CIDDADE GAÚCHA!

Polícia teve que perseguir o motorista, que só parou depois de bater em muretas no centro da cidade

Um militar [não identificado] foi detido nesta madrugada por dirigir em alta velocidade pelas principais ruas de Santa Cruz do Sul, no Vale do Rio Pardo. De acordo com a Polícia Civil, ele chegou a ser perseguido por viaturas da Brigada Militar e só parou depois de bater e destruir muretas de contenção, entre as ruas Júlio de Castilhos e Venâncio Aires.
Ele estava acompanhado por um colega, que foi encaminhado ao Pronto Atendimento do SUS do Hospital Santa Cruz com suspeita de fraturas. O acidente aconteceu por volta da 1h. Segundo informações da 1ª Delegacia de Políca de Santa Cruz do Sul, o teste do bafômetro marcou 0,6mg/l, indicando que o condutor havia ingerido bebida alcoólica.
Segundo a 1ª Delegacia de Polícia de Santa Cruz, o motorista vai responder inquérito por dirigir embriagado em liberdade. Ele deve prestar um novo depoimento ainda hoje.

15 de setembro de 2010

VÍDEO: AS PRIMEIRAS GUERREIRAS DE SELVA DO BRASIL!


ORAÇÃO SEM NOME ...DE UM SOLDADO DESCONHECIDO...


A ARTE DOS LIVRES PENSADORES

HAITI: CONTINGENTE BRASILEIRO COMEMOROU O SETE DE SETEMBRO.



Porto Príncipe (Haiti) – No dia 7 de setembro de 2010, a Embaixada Brasileira e o Contingente Brasileiro no Haiti, formado pelos Batalhões de Infantaria de Força de Paz 1 e 2 (BRABATT 1 e BRABATT 2), pela Companhia de Engenharia de Força de Paz (BRAENGCOY) e pelo Grupamento Operativo da Marinha (BRAMAR), celebraram a Independência do Brasil com a realização de uma formatura de forte conteúdo cívico-militar.
A cerimônia noturna contou com a presença de autoridades locais e da comunidade internacional, de comandantes e representações dos diversos contingentes militares que participam da missão de paz, além dos civis e militares brasileiros que integram a MINUSTAH.


FORÇAS ARMADAS NO COMBATE AO CRIME É "MODELO QUE NÃO IRÁ FUNCIONAR", DIZ MINISTRO

O Ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, disse nesta segunda-feira, em Brasília, que a ideia de utilizar as Forças Armadas no policiamento e combate a crimes comuns é um "modelo que não irá funcionar". Para ele, a atuação da Força Nacional de Segurança Pública (FNSP) acabou com essa hipótese. A afirmação foi feita durante a aula inaugural do curso de formação de policiais civis para a FNSP.
Segundo ele, existia um clamor de vários setores da sociedade desde a participação do Exército no policiamento da cidade do Rio de Janeiro durante a conferência ambiental Rio 92. Para o ministro, o papel das Forças Armadas é "guardar o território".
Cento e treze policiais civis de 26 Estados serão preparados para atuar como Polícia Judiciária. A capacitação marca o ingresso de policiais civis na Força criada em 2004. Até hoje, a FNSP era formada por policiais militares, bombeiros e policiais federais. Para o ministro, a chegada dos policiais civis aumenta a capacidade de investigação da Força Nacional.
O secretário nacional de Segurança Pública, Ricardo Brisolla Balestreri, disse que o "segmento investigativo" dentro da Força Nacional "não vai substituir a polícia Estadual". Segundo ele, atuação é de "auxílio e complementação".
De acordo com o decreto nº 5.289/2004, a Força Nacional é federativa e atua "mediante solicitação expressa" dos governos Estaduais, especialmente em situações de crise causadas por greve, falta de efetivo ou ocorrência de crime grave.
Além dos governos Estaduais, a Polícia Federal e a Polícia Rodoviária Federal podem pedir a intervenção da Força Nacional em áreas de jurisdição da União. Balestreri confirmou que a FNSP atuará na Copa do Mundo de 2014 e nas Olimpíadas do Rio de Janeiro em 2016, como ocorreu nos Jogos Pan-Americanos de 2007.
O secretário descartou, no entanto, a atuação da FNSP nas próximas eleições gerais (outubro). "As Forças Armadas têm feito sempre um excelente trabalho complementar, quando necessário, em períodos eleitorais", afirmou. Segundo Balestreri, a efetiva participação da Força Nacional em eleições "depende de um consenso entre o Ministério da Justiça, os entes federados e a Justiça Eleitoral".
De acordo com os dados do Ministério da Justiça, a Força Nacional de Segurança Pública mobilizou cerca de 7,7 mil policiais em seis anos de funcionamento para atender às necessidades emergenciais dos Estados. Inspirada na Força de Paz das Nações Unidas (ONU), a FNSP é formada por policiais e bombeiros dos grupos de elite. Para ingressar na Força Nacional, os policiais fazem, na Academia Nacional de Polícia (Polícia Federal), cursos sobre técnicas de tiro, controle de distúrbios civis, policiamento ostensivo, gerenciamento de crise e direitos humanos.

SKATE MILITAR!

O exército dos Estados Unidos vai ter em breve um novo veículo: um skate motorizado que parece um tanque.
O novo veículo, o «DTV Shredder», é uma junção entre um pequeno tanque, um Segway (veículo eléctrico de duas rodas) e um skate.
Segundo o «Dailymail», O Shredder DTV pode lidar com qualquer tipo de terreno em alta velocidade e o seu baixo centro de gravidade «torna-o ideal para reconhecimento, resgate / recuperação, vigilância móvel e operações de evacuação médica».
Criado pela empresa canadiana de tecnologia BOG Werks, o Shredder DTV foi apresentado como uma «primeiro veículo de resposta a necessidades» para os soldados.
O veículo é personalizável e pode ser operado remotamente, permitindo que seja enviado em missões de reconhecimento em que seria demasiado perigoso enviar soldados. 

HAITI: ONU TREINA SOLDADOS PARA COMBATER VIOLAÇÃO DE VÍTIMAS DE ABUSOS SEXUAIS

Militares e polícias integrados na missão de paz da ONU no Haiti estão a ser treinados para lidar com a violação e outros crimes sexuais contra as vítimas do sismo que vivem em acampamentos, anunciou hoje fonte da organização.
O anúncio foi feito pelo líder da missão de estabilização das Nações Unidas no Haiti, Edmund Mulet, aos 15 membros do Conselho de Segurança da ONU.
Mulet adiantou que está a ser preparada igualmente uma campanha para ensinar as pessoas a prevenirem e responderem a uma violação e outras agressões sexuais.

14 de setembro de 2010

REPUBLIQUETIZAÇÃO DO PAÍS

"Está errado o povo? A resposta a essa pergunta será dada em algum momento, no futuro. De pronto, a explicação que ocorre é a de que, talvez, o povo de Lula seja constituído de consumidores, não de cidadãos."

Editorial
Não é por acaso que o Gabinete Civil da Presidência da República tem estado envolvido em quase todos os grandes escândalos do governo Lula. A começar pelo mensalão, operado por José Dirceu, até a recentíssima denúncia de descarado tráfico de influência por parte da ministra Erenice Guerra e seus familiares, boa parte de todo o malfeito, do ilegal, da pura e simples corrupção que eclode no governo federal tem o dedo do Palácio do Planalto. O dedo de Luiz Inácio Lula da Silva, o grande responsável pelo desenvolvimento econômico dos últimos oito anos; pela incorporação de milhões de cidadãos antes marginalizados ao mercado de consumo; pela ascensão do País à condição de, vá lá, player importante na diplomacia mundial. Se tudo de bom que se faz no governo é de responsabilidade do “cara”, por que apenas o que de errado se faz no governo não tem dono?
Por muito menos do que se tem revelado ultimamente de lambanças com as instituições do Estado e com o dinheiro público um presidente da República foi forçado a renunciar há menos de 20 anos.
Mas com Lula é diferente. Embriagado por índices de popularidade sem precedentes na história republicana, inebriado pela vassalagem despudorada que lhe prestam áulicos, aderentes e aduladores das mais insuspeitadas origens e dos mais suspeitosos interesses, Sua Excelência se imagina pairando acima do bem e do mal, sem a menor preocupação de manter um mínimo de coerência com sua própria história política e um mínimo de respeito pelo decoro exigido pelo cargo para o qual foi eleito.
Sempre que os desmandos flagrados pela Imprensa ameaçam colocar em risco seus interesses políticos e eleitorais, Lula recorre sem a menor cerimônia à mesma “explicação” esfarrapada: culpa da oposição - na qual inclui a própria Imprensa. A propósito das violações de sigilo comprovadamente cometidas recentemente pela Receita Federal - não importa contra quem - não passou pela cabeça de Sua Excelência, nem que fosse apenas para tranquilizar os contribuintes, a ideia de admitir a gravidade do ocorrido e se comprometer com a correção desses desvios. Preferiu a habitual encenação palanqueira: “Nosso adversário, candidato da turma do contra, que torce o nariz contra tudo o que o povo brasileiro conquistou nos últimos anos, resolveu partir para ataques pessoais e para a baixaria.” Não há maior baixaria do que um chefe de Estado usar o horário eleitoral de seu partido político para atacar, em termos pouco republicanos, aqueles que lhe fazem oposição. E faltou alguém lembrar ao indignado defensor dos indefesos que entre “tudo que o povo brasileiro conquistou nos últimos anos” estão a Constituição de 1988, o Plano Real, a Lei de Responsabilidade Fiscal, entre outras iniciativas fundamentais para a promoção social e o desenvolvimento econômico do País, contra as quais os então oposicionistas Lula e PT fizeram campanha e também votaram no Congresso.
Enquanto os aliados de Lula e de Sarney - a quadrilha que dilapidou o patrimônio público do Amapá - vão para a cadeia por conta das evidências contra eles levantadas pela Polícia Federal; enquanto os aliados de Lula - toda a cúpula executiva e legislativa, prefeito e vereadores, do município sul-mato-grossense de Dourados - pelo mesmo motivo vão para o mesmo lugar; enquanto na Receita Federal - não importa se por motivos políticos ou apenas (!) por corrupção - se viola o sigilo fiscal de cidadãos e as autoridades responsáveis tentam jogar a sujeira para debaixo do tapete; enquanto mais uma maracutaia petista é flagrada no Gabinete Civil da Presidência; enquanto, enfim, a mamata se generaliza e o presidente da República continua fingindo não ter nada a ver com a banda podre de seu governo, a população brasileira, pelo menos quase 80% dela, aplaude e reverencia a imagem que comprou do primeiro mandatário, o “cara” responsável, em última instância, pela republiquetização do País.
Está errado o povo? A resposta a essa pergunta será dada em algum momento, no futuro. De pronto, a explicação que ocorre é a de que, talvez, o povo de Lula seja constituído de consumidores, não de cidadãos.
O ESTADO DE SÃO PAULO

EQUIPE DA FAB É CAMPEÃ BRASILEIRA DE PARAQUEDISMO

“E o campeão é : Equipe FALCÕES, da Força Aérea Basileira”. Já está virando rotina nos campeonatos. Desta vez a Equipe de Salto Livre da Aeronáutica subiu ao lugar mais alto do pódio no Campeonato Brasileiro de Paraquedismo 2010 - Modalidade FQL4 (Formação em Queda Livre), competição máxima dessa modalidade desportiva do calendário nacional. O torneio foi realizado (entre 4 e 7/9) no Centro Nacional de Paraquedismo (CNP), na cidade de Boituva (interior de SP). O evento foi promovido pela Confederação Brasileira de Paraquedismo (CBPq).
A disputa foi bastante acirrada entre os participantes durante todo o tempo. Após cada salto, os resultados traziam uma melhora dos concorrentes, mas os FALCÕES, desde a primeira rodada, mantiveram a dianteira e fizeram prevalecer a técnica e o resultado dos treinamentos realizados, acumulando 110 pontos, 12 à frente do segundo colocado. A equipe da FAB registrou, inclusive, o recorde na categoria intermediário, com 17 figuras nos 35 segundos de queda livre durante a oitava rodada.
A Formação em Queda Livre é uma modalidade desportiva proveniente do emprego militar do paraquedismo. Quatro atletas realizam várias figuras em queda livre utilizando o próprio corpo, demonstrando destreza e precisão no controle do tempo e do espaço para a execução dos movimentos que são filmados em pleno voo por um quinto paraquedista. Cada toque nos braços e/ou pernas (“chamados de gripe”) entre os atletas, durante a queda livre de 35 segundos, acumula pontos. O resultado é dado pela avaliação da filmagem pelos árbitros da prova que contabilizam o maior número de figuras pré-determinadas, e ao final de 10 rodadas, o vencedor é a equipe que mais pontos marcou com o menor número de penalidades.
Todos os presentes reconheceram e elogiaram a equipe pela disciplina, padronização dos uniformes e equipamentos e até mesmo o comportamento de união e cooperação na área da competição. Além, é claro, da performance dos atletas em queda livre e no circuito para pouso, quando os FALCÕES sempre descreviam desenhos no azul do céu, uns após os outros, no que ficou conhecido por “cobrinha show”, ou serpente.
A Equipe Falcões é composta por militares das mais diversas Unidades Operacionais da FAB, que treina nos intervalos de suas atividades profissionais para representar a Aeronáutica nos quatro cantos do Brasil e também no exterior.
“O resultado é fruto de muito empenho e trabalho de todos os integrantes da equipe. Mas é indispensável agradecer também aos respectivos comandantes, chefes e a todos aqueles que incentivaram e ajudaram os FALCÕES, Equipe de Salto Livre da Aeronáutica. A vitória espelha realmente um trabalho de equipe”, afirmou o Coronel-Aviador Elson Passos, coordenador da Equipe Falcões.

ENTREVISTA:
FAB

VÍDEO: MASCOTE DOS JOGOS MUNDIAIS MILITARES



 

RIO 2011

SARGENTO DA FAB É CAMPEÃO BRASILEIRO DE TIRO PRÁTICO!


O Primeiro Sargento SGS Vagner Carlos da Silva Brum sagrou-se campeão brasileiro de tiro prático pela sétima vez. A competição aconteceu em Brasília, de 2 a 6 de setembro, com a participação de 250 atletas.
Com o resultado, o militar subirá de posição no ranking nacional, quarto para terceiro lugar, dentro da zona de classificação para representar o Brasil no Mundial de Tiro Prático, em 2011, na Grécia.
O tiro prático é uma modalidade dinâmica em que os atletas usam sua arma de fogo em cenários simulados. Recebem pontos de acordo com a área de tiro atingida, levando em conta o tempo gasto de realização da pista.
As provas nacionais têm uma média de 11 pistas (cenários), mas no brasileiro sempre são em maior número e no XXIII Campeonato Brasileiro foram 22 pistas com um mínimo de 420 tiros. Para um maior equilíbrio entre precisão e velocidade e levando em conta a compleição física de cada atleta e a idade, são feitas pistas curtas de até nove tiros, médias com no máximo 16 tiros e as longas que não passam de 32 tiros.
No mês de outubro, o atleta da FAB representará o Brasil no I Latino Americano de Tiro Prático, na Argentina.
Agência Força Aérea

13 de setembro de 2010

CORONEL E CAPITÃO DO EXÉRCITO SÃO INDICIADOS POR SUPOSTO ENVOLVIMENTO EM FRAUDES NO IME

As investigações sobre um esquema fraudulento em licitações do Instituto Militar de Engenharia (IME) estão se aproximando cada vez mais do andar de cima. Um coronel lotado no centro de ensino de excelência do Exército na época em que ocorreram irregularidades - denunciadas pelo GLOBO em 9 de maio - comprou um imóvel na Urca com o cheque de um suspeito de dirigir algumas das 12 empresas que sempre venciam concorrências de cartas marcadas. Todas pertencem a parentes de militares e ex-militares. A denúncia faz parte de um dossiê anônimo que deu origem a um inquérito. O coronel em questão é Paulo Roberto Dias Morales, já indiciado. Também foi anunciado o indiciamento do capitão Washington Luiz de Paula, de seu concunhado, Edson Lousa Filho, e do empresário Marcelo Cavalheiro, que teria assinado o cheque. É o que mostra a reportagem de Carla Rocha e Vera Araújo na edição do GLOBO desta segunda-feira.
A venda do apartamento, confirmada pelo Ministério Público Militar, foi registrada em 20 de julho de 2006 no 15 Ofício de Notas. No documento, um decorador transfere o imóvel para a mulher do coronel, Cátia Grossi Morales. O negócio foi fechado por R$ 490 mil. Mas, ao contrário do que normalmente consta nas escrituras de compra e venda, não é informada a forma de pagamento: o ex-proprietário alega ter recebido o dinheiro antecipadamente.
Cavalheiro é sócio de várias empresas investigadas, entre elas, a GNBR (uma das que mais receberam recursos do IME), a JLG/Olecram (Marcelo, escrito ao contrário) e Grisa. A reportagem do GLOBO mostrou que, no lugar que deveria abrigar a sede da Grisa, há somente um terreno baldio com um barraco.
Os nomes dos quatro indiciados foram divulgados após terem sido ouvidas cerca de 40 pessoas no inquérito que apura as licitações. O número de envolvidos nas fraudes ainda não foi definido porque as investigações continuam - o Ministério Público Militar espera respostas para pedidos de quebra de sigilo bancário de alguns suspeitos.

Parentes como sócios de empresas
De acordo com a denúncia, uma teia de empresas foi criada por parentes de militares e ex-militares do IME para ganhar as licitações públicas feitas pela instituição. Poucos dias após terem sido abertas, muitas dessas firmas já estavam à frente de projetos do centro de ensino do exército. Geralmente, os trabalhos eram planejados em parceria com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). O IME liberava todas as verbas. Além do concunhado Édson Lousa, o capitão Washington Luiz de Paula teria colocado o sogro e três parentes como sócios de empresas que prestam serviços ao IME.

 



AS GURIAS DO 4º RCB!


Kátia e Karoline são sargentos que atuam no 4º RCB, em São luiz Gonzaga (RS). Elas concederam entrevista ao Guia São Luiz por meio da fotógrafa Giane Mallmann e destacaram suas histórias de vida.


Kátia é natural de São Luiz Gonzaga, entrou no exército por meio de análise de currículo, teste físico e inspeção.  Atua na área da saúde do quartel. Tem 21 anos, formada na área da saúde como Técnica de Enfermagem, prestando atendimento aos militares na enfermaria do 4º RCB e aos dependentes de militares. O nome completo da militar é Kátia dos Santos Contreiro e é 3º Sargento na área da Saúde.





Karoline vem da Essex (Escola de Saúde do Exército). A militar é 3º Sargento do exército, formada em Técnica em Enfermagem. Natural da cidade de Belém do Pára, tem 26 anos.
    Prestou concurso no ano de 2008 para o curso de formação de sargentos do exército, servindo agora no município de São Luiz Gonzaga, suas atribuições no quartel são prestar atendimento, assim como karoline, aos militares na área da saúde e seus dependentes. Seu nome completo é Karoline Monique dos Santos.


GUIA SÃO LUIZ

ELEIÇÕES: EXÉRCITO VAI GARANTIR SEGURANÇA EM 129 MUNICÍPIOS

Josie Jeronimo
Fóruns incendiados, assassinato de candidatos, polícia local sem isenção partidária, roubo de urnas e coação a juízes eleitorais. A tranquilidade aparente das eleições nas grandes capitais esconde o cenário de guerrilha que dezenas de cidades registram durante a disputa eleitoral. Com efetivo policial insuficiente e presença do crime organizado, as eleições presidenciais deste ano, em mais de 150 municípios, só se realizarão com a presença de tropas federais. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já autorizou o envio de soldados do Exército para, pelo menos, 129 cidades.
De acordo com as requisições enviadas ao TSE, a Justiça Eleitoral do Pará foi a que mais solicitou a presença do Exército. Em 103 de suas 143 localidades haverá reforço armado. Nos municípios de Vigia e Conceição do Araguaia, na última eleição, um juiz precisou de escolta federal para deixar o fórum após a votação. Em Curuçá, há histórico de estradas bloqueadas e tentativas de impedir mesários de assumir os postos durante a votação. Nem mesmo Belém tem segurança garantida. Justificativa enviada ao TSE alega registro de “arrastão de bandidos” em uma das zonas.
Na maioria dessas cidades, o clima de “terra sem lei” predominaria sem a presença do Exército. Em Ourém e Santa Luzia do Pará, delegacias foram invadidas para liberar candidatos presos por crimes eleitorais. Os tumultos e badernas são ocorrências leves perto das chacinas. Ao menos três postulantes foram assassinados na última eleição. Em Óbidos, um candidato foi alvejado com tiros de espingarda. O vereador mais votado de Tomé-Açu em 2008, Raimundo Sampaio (PRB), foi assassinado logo após a eleição. Em Rio Maria, o candidato a prefeito Agemiro Gomes (PMDB) foi executado por motivações eleitorais. Este ano, a preocupação é com Tracuateua. O município realizará novas eleições em dezembro e o prefeito em exercício, Nelson Pinheiro (PTB), não é bem aceito pela população. O temor dos juízes eleitorais é que a tensão contamine o pleito de outubro.
No Rio Grande do Norte, 20 municípios terão apoio do Exército. Em São José de Mipibu, de acordo com o TRE, há indícios de “comprometimento político-eleitoral” da PM na localidade. O assassinato do ex-prefeito de Campo Grande (RN) Antônio Veras também deixou a Justiça em alerta. Ele foi executado com 200 tiros em março deste ano.

Tribos
As ocorrências criminosas são as principais causas dos pedidos das tropas federais, mas conflitos indígenas também mobilizam o Exército. Em Tocantins, três das noves cidades que têm aldeias receberão integrantes das tropas federais. Nos locais há registro de interdição de estradas por índios que protestam contra políticas sociais. No Amapá, o município de Oiapoque pediu reforço, pois não tem efetivo suficiente. A localidade faz fronteira com a Guiana Francesa. Municípios de Rondônia também solicitaram presença das tropas, mas o TRE não informou a justificativa das requisições “por ser uma questão de segurança das urnas e dos agentes envolvidos”. 

12 de setembro de 2010

SOLDADO DO EXÉRCITO É DETIDO COM ARMA E DROGAS NO INTERIOR DE SP!

Polícia Militar de Pindamonhangaba deteve, nesta madrugada (12), um rapaz, de 22 anos, acusado por porte ilegal de arma e tráfico de entorpecentes.
Segundo informações da polícia, por volta das 00h30, uma equipe em patrulhamento abordou um veículo (ocupado por quatro pessoas) estacionado próximo ao Rancho 4 milhas, no bairro Campo alegre.
Durante vistoria no veículo, foram encontrados com o motorista: 28 pinos de cocaína, um tablete de uma substância esverdeada semelhante a maconha. Na porta do motorista havia um revólver calibre 38, com cinco cartuchos intactos e numeração raspada. Em baixo do banco havia seis invólucros de crack.
Ainda de acordo com informações da polícia, o rapaz é soldado do Exército Brasileiro e assumiu a propriedade dos entorpecentes.
Ele foi detido em flagrante por porte ilegal de armas e tráfico de drogas e ficou à disposição da justiça.

MAJOR DO EXÉRCITO É ACUSADO DE AGREDIR SEGURANÇA DE GRÊMIO DE SARGENTOS NO RS!


Um major do Exército foi detido na sexta-feira à noite, após atropelar um segurança do Grêmio Sargento Expedicionário Geraldo Santana, em Porto Alegre. O major, que não teve o nome divulgado, estava saindo do local com sinais de embriaguez, sem pagar a conta, quando foi interpelado por um segurança. Segundo depoimento deste, irritado com a cobrança, o oficial tentou atropelá-lo, causando-lhe lesão no joelho. Após, desceu do carro e passou a agredir o segurança, identificado apenas como Samuel. Conduzido à delegacia de trânsito, o militar recusou-se a fazer o teste do bafômetro.
O Exército informou que não vai se manifestar pois o major estava de folga e o assunto é considerado particular. Ouça o áudio aqui.
Com informações do Plantão Gaúcha.

PROMOTOR QUE DENUNCIOU O SARGENTO-ARAPONGA JÁ PAGOU MICO HISTÓRICO NO RS!

A informação está no site do Prévidi. Duvidei e fui atrás da confirmação. Bingo! O promotor de justiça Amílcar Fagundes Freitas Macedo, em evidência na mídia por ter denunciado o Sargento da Brigada Militar que acessou dados sigilosos de meio mundo no RS, foi protagonista de uma trapalhada sem precedentes na história do MP guasca. Juntamente com uma colega, o promotor foi o autor de denúncia contra dona Eva Sopher, por delitos acontecidos quando ela supostamente exercia a Presidência da Câmara de Vereadores da praia gaúcha de Balneário Pinhal.
Até aí, nada demais, não fosse dona Eva uma figura pública, notabilizada por seu trabalho como presidente da Fundação Theatro São Pedro sem nunca, jamais, em tempo algum, ter exercido mandato eletivo, menos ainda em Balneário Pinhal, cidade que nem conhecia, à época da denúncia (2007).
Detalhes da trapalhada neste recorte que o editor fez do site Espaço Vital (clique para ampliar):

COMANDOS MILITARES VÃO DEIXAR A ESPLANADA DOS MINISTÉRIOS!

Militares batem em retirada
Sinal do fim de prestígio político dos militares, Exército, Marinha e Aeronáutica terão que abandonar os edifícios que ocupavam na Esplanada dos Ministérios Claudio Dantas Sequeira



Símbolo do poder e prestígio que os militares mantiveram no Brasil mesmo após a redemocratização do País, os edifícios da Esplanada dos Ministérios ocupados pelas Forças Armadas estão prestes a receber novos moradores. Em uma decisão que demorou mais de 25 anos para ser tomada, o Executivo decidiu, finalmente, que os comandantes militares devem voltar a comandar as tropas da caserna, e não mais em uma área que originalmente foi criada para abrigar os ministérios. Ainda não há data definida para o início da mudança, mas internamente o Exército já concordou em ser o primeiro a voltar para o quartel. Mais do que prática, a medida tem um efeito simbólico importante e deve causar mal-estar em parte da tropa. Desde o fim da ditadura os militares vêm perdendo espaço na política brasileira. A criação do Ministério da Defesa, há 11 anos, significou o primeiro passo no controle civil das Forças Armadas. Mas só no Dia do Soldado, 25 de agosto, com a sanção presidencial da lei que reestrutura e fortalece a Defesa, é que o projeto avançou de forma concreta. Pois, mesmo sem a prerrogativa de ministros de Estado, sabe-se em Brasília que os comandantes militares mantiveram, em parte, o status do passado.

MUDANÇA
Comando do Exército será a primeira força militar a desocupar a Esplanada

“A desocupação desses imóveis será um marco histórico”, avalia Gunther Rudzit, que foi assessor do Ministério da Defesa na gestão do advogado Geraldo Quintão (2000-2002). O especialista lembra que Quintão, quando ministro, chegou a pensar na hipótese de remover as Três Armas da Esplanada, mas ficou só na intenção. “Não havia clima para isso, pois o Ministério, na verdade, não tinha controle nenhum sobre os militares, não indicava o comandante nem controlava o orçamento”, explica Rudzit. A história, no entanto, mudou na administração do ministro Nelson Jobim, especialmente a partir da aprovação da Estratégia Nacional de Defesa no Congresso. “Vai ter uma chiadeira, especialmente entre os oficiais da reserva. Vão achar que é revanchismo”, prevê o especialista. O presidente do Clube Naval, almirante Ricardo Antônio da Veiga Cabral, concorda. Para ele, trata-se de uma medida vertical, feita sem consulta prévia e cuja reação não será positiva. “A Esplanada é o centro do poder. É aquela velha história; quem está perto do rei manda ou influencia, quem está longe não interfere”, afirma Veiga Cabral.



OLIVA
Exército será a primeira das Três Armas a voltar para a caserna

Fontes do Alto Comando ouvidas por ISTOÉ confirmaram que o Exército será a primeira Arma a deixar a Esplanada. Desde que o comandante era ministro, seu gabinete sempre esteve localizado no “Forte Apache”, quartel-general localizado no Setor Militar Urbano. Mas toda a burocracia do Comando Militar do Planalto, da 11ª Região Militar e da Secretaria de Economia e Finanças está abrigada no edifício ministerial. “Esse conjunto todo será transferido para uma área ao lado do quartel-general, e vamos entregar os imóveis ao Patrimônio da União”, explica um assessor. Segundo ele, o Exército deixará a Esplanada provavelmente no final de 2011, assim que as obras da nova sede estiverem concluídas. A Força Aérea, por sua vez, deve ser a segunda a sair. O gabinete do comandante e toda a estrutura de assessoria deverão ser realocados perto da base aérea de Brasília, numa área onde hoje funciona o Comando-Geral de Operações Aéreas (Comgar). “Não é de hoje que o comando pensa em sair, tanto é que mantém uma estrutura administrativa relativamente pequena”, explica um oficial da FAB. Já a Marinha ainda não definiu se vai para a área Alfa, localizada na BR-040, em Santa Maria, distante 35 quilômetros do Plano Piloto.

Em ótimo estado de conservação, as instalações que serão desocupadas pelos Comandos do Exército, da Marinha e da Aeronáutica já são cobiçadas por outros ministérios e secretarias especiais, que por falta de espaço funcionam empilhadas nos mesmos imóveis. É o caso, por exemplo, do Bloco A, que abriga os ministérios do Desenvolvimento Agrário e do Esporte, além das secretarias de Promoção da Igualdade Racial e de Política sobre Drogas. Sem contar a possibilidade de criação de novos ministérios, como o das Micro e Pequenas Empresas, idealizado por Dilma Rousseff.

“O ministro Nelson Jobim está sacudindo a caserna”, diz o coronel da reserva Geraldo Cavagnari. Para ele, a saída das Forças Armadas da Esplanada dos Ministérios era uma questão de tempo. “Quando tínhamos os ministros militares, a ocupação desses imóveis se justificava. Mas isso mudou. Os comandos não são instâncias políticas e a Esplanada é um local de órgãos políticos”, afirma. Segundo Cavagnari, que durante a Constituinte apresentou a proposta de criação do Ministério da Defesa, a mudança faz parte da consolidação do regime democrático. “É bom para o processo de despolitização das Forças Armadas. Toda essa reestruturação já deveria ter ocorrido antes, não fossem os antecessores de Jobim uns ministros medíocres”, afirma. Joanisval Gonçalves, especialista em defesa, prevê uma reação negativa na caserna. “A entrega dos ministérios é uma perda de prestígio muito grande. E, diga-se de passagem, parece uma agressão direta, um revanchismo”, diz. Gonçalves garante que a influência política dos militares hoje é mínima. “Dizer o contrário só serve para justificar decisões como essa.”

ISTO É

FAZ DE CONTA: À ESPERA DO 4 DE OUTUBRO

Se a eleição for decidida no primeiro turno, projetos bilionários sairão da gaveta. A começar pela compra dos caças

Por Denize Bacoccina e Guilherme Queiroz
Uma data vem sendo aguardada com grande expectativa na Esplanada dos Ministérios. É 4 de outubro de 2010, dia seguinte ao primeiro turno das eleições presidenciais. Se a tendência de vitória de Dilma Rousseff no primeiro turno se confirmar, projetos bilionários serão desengavetados. 
Quem deu a senha foi o ministro da Defesa, Nelson Jobim, no desfile de 7 de Setembro. “Depois das eleições, o presidente vai decidir o assunto dos caças”, disse ele. É uma encomenda de R$ 7 bilhões, que tem como favorita a francesa Dassault, que produz os aviões Rafale – contra ela concorrem os suecos da Saab e os americanos da Boeing. 
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Jobim, no desfile de 7 de setembro: "Decisão dos aviões sai depois da eleição" 
 
O Ministério da Defesa pretende encaminhar outro assunto polêmico: a concessão dos aeroportos à iniciativa privada.Na Fazenda, os técnicos também trabalham em medidas que serão anunciadas a partir de outubro. 
 O ministro Guido Mantega quer apresentar um plano para estimular os bancos privados a oferecer empréstimos de longo prazo, hoje a cargo principalmente do BNDES. 
 O governo quer ainda estimular o mercado de capitais, com o fortalecimento de um mercado secundário de debêntures. O ministro do Desenvolvimento, Miguel Jorge, por sua vez, pretende tirar do papel as medidas de estímulo às exportações, anunciadas no começo do ano.
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Rafale: encomenda dos caças pode chegar a R$ 7 bilhões
 
No Congresso, as prioridades são as novas leis das agências reguladoras e do petróleo, nas quais ainda falta aprovar a mudança para o sistema de concessão para partilha, nas reservas do pré-sal. 
 O líder do governo, Cândido Vacarezza, prevê um fim de ano com decisões relevantes. “O governo não acabou e  vamos tentar garantir as votações”, disse à DINHEIRO.

PARA MILITARES, GAME SOBRE A GUERRA DO AFEGANISTÃO FOI LONGE DEMAIS

Nova versão de Medal of Honor, que permite ao jogador atuar como insurgente contra os soldados americanos, será banido das bases americanas
The New York Times

Reprodução de tela do jogo Medal of Honor, da Electronic Arts (Reprodução)

O sargento de primeira classe Brian Hampton sabe que isso é apenas um videogame. Mas os detalhes são irritantemente familiares: os uniformes, as armas, inclusive as bases militares e cidades do deserto onde a ação se desenrola. Cada vez que Hampton – um veterano da guerra do Afeganistão – joga seu coração dispara, sua respiração se acelera e seus músculos ficam tensos.
"Isso traz de volta uma lembrança real do que realmente se sente ao estar lá", disse Hampton, 31 anos, na quinta-feira. Que videogames de guerra, com verossimilhança cada vez maior, provoquem esse tipo de reação física faz com que algumas pessoas se incomodem quando descobrem que podem jogar matando soldados americanos.
As simulações realistas de combate são em parte produto de uma estreita relação de trabalho entre os produtores de videogames e os militares. Os fabricantes usam o acesso a instalações militares e a veteranos para oferecer riqueza de detalhes. Os recrutadores, de seu lado, tratam de vender aos adolescentes que cresceram jogando videogames a ideia de que podem experimentar a coisa real. Os jogos podem ser comprados em lojas nas bases militares e são muito populares entre os membros do serviço.
Mas houve uma ruptura inesperada nessa relação quando as organizações que operam as lojas nas bases do Exército, Força Aérea e Marinha anunciaram que se negariam a vender um jogo de simulação de combate prestes a ser lançado, Medal of Honor, da Electronic Arts, um dos maiores fabricantes mundiais de videogames. (O órgão que opera as lojas, conhecido como PXs – dos fuzileiros navais, seguia avaliando se venderia o jogo.)
A questão é uma característica do jogo, situado no Afeganistão pós 11 de Setembro, que permite ao usuário converter-se em um combatente do talibã e atacar as tropas americanas.
"Por respeito aos que servimos, não vamos oferecer esse jogo", disse o major-general Bruce Casella, comandante do Exchange Service do Exército e da Aeronáutica, que administra as vendas de varejo nas bases, em um comunicado na semana passada. "Lamentamos qualquer inconveniente que isso possa causar aos compradores autorizados, mas acreditamos que eles irão entender a sensibilidade aos cenários de vida e morte que esse produto apresenta como entretenimento."
Na cidade onde está confinado o Forte Leavenworth, no Kansas, onde há filas de bandeiras americanas nas ruas e os negócios tem acentuados tons de terra das fardas de camuflagem, a decisão provocou uma reação mista entre os soldados. Alguns disseram que a apoiavam, definindo a ideia de americanos fingindo-se de insurgentes para se divertir como de mau gosto. Outros sugeriram que a decisão reflete uma incompreensão fundamental das ambiguidades morais que envolvem um videogame e acusaram os militares de censura.
O sargento William Schober, 28 anos, afirmou que era um grande fã das versões anteriores do jogo, mas que considerou a nova versão insensata. "Você sabe quantos dos meus amigos foram mortos pelo talibã?”, perguntou Schober. "Um de meus amigos recebeu um tiro na cabeça. Isso é algo que você procura para se divertir?"
Medal of Honor foi produzido com a bênção e ajuda dos militares, o que permitiu o acesso da Electronic Arts a uma réplica de aldeia iraquiana usada para treinamento no Forte Irwin, na Califórnia. Mas um porta-voz disse que o Exército não tinha conhecimento de que os usuários teriam a possibilidade de lutar contra tropas americanas e acrescentou que o processo de revisão será mais profundo no futuro.
Um porta-voz da Electronic Arts disse que a empresa respeitava a decisão, mas salientou que o jogo foi concebido para celebrar a ação dos soldados americanos. Ele disse que os videogames cada vez mais oferecem opções para quem quer o papel de inimigo durante confrontos multi-jogador (quando as pessoas jogam umas contra as outras on-line), observando que a última versão de Medal of Honor, ambientada na Segunda Guerra, permitia que os jogadores lutassem contra as forças aliadas.
"Basicamente é um polícia-e-ladrão dinâmico", disse o porta-voz, Jeff Brown. "Alguém tem de ser o cara mau." Mesmo entre os que apoiaram a decisão de não vender os jogos em lojas militares disseram que ainda planejavam comprar o jogo fora da base.

11 de setembro de 2010

ENCONTRO CELESTIAL

Estava Bin Laden falando com Deus, e lhe pergunta:
"Como estará o Afeganistão dentro de 10 anos?"
Deus responde:
"Estará todo destruído pelas bombas enviadas pelos
Estados Unidos."
Laden se sentou...e chorou.

Estava Barak Obama falando com Deus e lhe pergunta:

"Como estará a América dentro de 10 anos?" Deus lhe responde:
"Estará totalmente contaminada pelas bombas químicas despejadas pelo Irã."
Barak se sentou...e chorou.

Estava Dilma Roussef falando com Deus, e lhe pergunta:


"Deus, como estará o Brasil dentro de 10 anos se eu for eleita Presidente?" 

Deus se sentou... e chorou!

EASA PARTICIPA DO BAILE DA PÁTRIA



Imagem: Sargento J. Francisco
A Escola de Aperfeiçoamento de Sargentos das Armas (EASA), sediada em Cruz Alta (RS), participou do Baile da Pátria. Promovido juntamente com o Lions Club da cidade, o evento cívico-beneficente auxiliou os projetos “Pastoral da Criança” e da ONG “Vivendo Positivo”.

MARCHA DE MILITARES JÁ PERCORREU 120 KM EM TRÊS DIAS


Cerca de 24 militares estão neste momento em uma mata na região de Arapuá, a cerca de 120 quilômetros de Três Lagoas, de onde o grupo saiu na última terça-feira (7), às 6h da manhã. Eles estão vindo a pé e só param durante a noite para dormir.
Tenente, sargento, cabos e soldados esperam chegar em Campo Grande no próximo dia 19. Todos carregam uma mochila nas costas que pesa 15 quilos contendo equipamentos de primeiros socorros e dois litros de água. Cada militar carrega também um fuzil. São exatamente 40 quilômetros por dia de caminhada em 11 dias de marcha.
O objetivo da marcha é comemorar os 200 anos do patrono da Infantaria Brasileira, Brigadeiro Sampaio. A data do bicentenário foi o dia 24 de maio, mas os oficiais aproveitaram o feriado da Independência para iniciar a marcha.
Segundo informações dos militares, há uma equipe de apoio e um médico que segue na frente em uma viatura do exército. Antes de anoitecer esta equipe prepara a refeição em um alojamento que é montado na mata.
Os militares devem passar amanhã (10), por volta das 17 horas, no posto da Polícia Rodoviária Federal da cidade de Água Clara/MS. No sábado (11), a população vai ter contato com os militares. Durante a manhã e a tarde haverá palestras e demonstrações como Ações Cívico-Sociais com toda a população. E, no domingo (12), a marcha continua rumo a Capital.

ACIDENTE GOL/LEGACY: MPM PEDE ABSOLVIÇÃO DOS CONTROLADORES DE VÔO

A Procuradoria de Justiça Militar em Brasília apresentou ao Conselho Permanente de Justiça para a Aeronáutica as alegações escritas relativas ao processo que apura as responsabilidades dos controladores de tráfego aéreo no acidente entre o vôo 1907 da Gol e um jato Legacy, da empresa americana ExcelAir, ocorrido no dia 29 de setembro de 2006, e que deixou 154 mortos. No documento, o MPM manifesta-se pela absolvição dos cinco controladores de vôo que operavam o sistema no momento da colisão. “Nenhuma conduta penalmente reprovável restou comprovada, ao menos nas ações dos ora réus, em que pese a lamentável perda humana decorrente de fato da aviação”, escreve o membro da PJM Brasília.
Segundo o MPM, vários eventos permitiram aquele resultado, ficando demonstrado no laudo pericial que o desligamento do equipamento TCAS por parte dos pilotos norte-americanos, provavelmente de forma descuidada, foi decisivo para o desfecho. Ainda de acordo com o documento, alguns procedimentos adotados pelos controladores foram diferentes daqueles descritos no regulamento, mas conforme investigado, tornaram-se praxe no controle aéreo, não se podendo afirmar que os operadores da navegação aérea, naquela oportunidade, teriam agido de forma omissa ou negligente. De igual forma, não poderiam supor que aquela praxe, difundida por todos os órgãos de controle, poderia dar causa a tão grave acontecimento.
A ação penal militar para apurar a responsabilidade dos controladores de vôo no acidente só foi instaurada em junho de 2008, após a interposição de Recurso em Sentido Estrito ao Superior Tribunal Militar. A Auditoria da 11ª Circunscrição Judiciária Militar, não recebera a denúncia formulada pela PJM Brasília. Durante todo esse tempo decorrido entre a ocorrência da colisão aérea e o fim da instrução criminal, o Ministério Público Militar perseguiu o esclarecimento da dinâmica do evento, buscando a comprovação da efetiva atuação dos réus no sinistro.
Nas alegações escritas, a PJM Brasília afirma ainda que não houve nenhuma interferência na formação de sua convicção em relação ao fato, seja dos parentes das vítimas, dos envolvidos, do processo instaurado em Juízo Federal de Sinop-MT, ou do clamor social por justiça. “Esta Promotora de Justiça Militar prendeu-se unicamente aos fatos narrados, apurados, exaustivamente discutidos e provados nos autos deste processo”, escreve no documento.
A apresentação das alegações escritas é uma etapa do ação penal que antecede ao julgamento, que deve ser agendado pela Auditoria da 11ª CJM para breve. Na oportunidade, quatro dos militares controladores de vôo serão julgados por infração ao artigo 324 do Código Penal Militar, inobservância de lei, regulamento ou instrução. O outro militar será julgado por homicídio culposo, art. 324 do CPM.
MPM

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