14 de fevereiro de 2012

Soldados do futuro deverão controlar armas através da atividade cerebral

Muitos dizem que o cérebro é a arma mais poderosa que temos. Em breve isso deverá ser uma verdade inquestionável.


Guilherme Abati
Muitos dizem que o cérebro é a arma mais poderosa que temos. E muito em breve essa frase poderá ser aceita literalmente. Avanços recentes no campo da neurociência mostram que em breve poderemos começar a ver soldados com seus cérebros conectados a armas.
Segundo o site Dvice, novas técnicas usados em neurociência estão prestes a serem adotadas pelos militares para melhorar o desempenho e a eficiência dos soldados, pilotos e outras “ocupações” militares.
De acordo com a Real Sociedade de Ciência do Reino Unido, as atuais pesquisas e entendimentos científicos sobre as populares “ondas cerebrais” mostram que isso é não só possível como já existe tecnologia para tal. Um fraco sinal elétrico, oriundo da atividadecerebral, pode ser detectado através do crânio com facilidade.
Além do poder de operar e disparar armas apenas com o pensamento, monitorar eletronicamente os sinais cerebrais pode fazer com que aumente a eficiência para localizar minas terrestres em um terreno, por exemplo, ou identificar os civis entre os militares inimigos e disparar tiros ´"cirúrgicos". Em alguns casos, essa técnica faz com que a capacidade de soldados (tanto de matar como de decidir quem deve morrer) se multiplique rapidamente.
Semelhanças com o filme Matrix? É o futuro, que como diz a Rede Globo, já começou 
(Exército Americano / Divulgação – via Dvice)
Na opinião do britânico The Guardian, se as coisas continuarem nessa linha, os militares poderiam usar interfaces cérebro-máquina (que já tem até suma sigla,BCI – Brain Computer Interface) nas quais o cérebro humano controlaria armas remotamente – sim, as armas no Afeganistão, mas o soldado operador em sua casa, no Maine. A pesquisa crê nisso porque o cérebro humano pode processar imagens, tais como alvos específicos, mais rápido do que computadores. Ou seja, o futuro da guerra está no cérebro humano.
É seguro dizer que este tipo de tecnologia não estará disponível para os fãs de Paintball em breve. O que aconteceria à nossa frágil sociedade se fossem disponibilizadas para o cidadão comum armas controladas pelo pensamento?
Aposta da Geek: num cenário desses, os apresentadores de programas policiais popularescos teriam canais de TV exclusivos, 24 horas, para poder cobrir todas as tragédias ocorridas em um dia normal…
Geek/montedo.com

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