3 de junho de 2015

Profissão, militar: porque vale a pena.


Gabriele Tonato Rezer Coelho, 20 anos, grávida de 39 semanas de Manuella, chegou cedo na Base Aérea. Depois de seis meses falando com o marido, Ari Pablo Teixeira Coelho, 22 anos, apenas por telefone e pela internet, ela não aguentava mais esperar.
73 militares que vieram do Haiti desembarcam em Santa Maria Gabriel Haesbaert/Especial


DIÁRIO DE SANTA MARIA/montedo.com

14 comentários:

Anônimo disse...

fala sério, maior furada esta profissão!

Anônimo disse...

Profissão! Militar? Vale a pena !? No atual momento! Não! Porquê? Não há valorização. E haja contrainteligência. Brasil acima de tudo!!!!

Anônimo disse...

Quem esta na vida militar é porque gosta e não por dinheiro esta é a verdade.
Pois quem quer ficar rico, de baixa e busque outra profissão...

Anônimo disse...

Bom dia, a profissão militar valeu a pena há anos atrás, diga até o ano 2000, após esse ano é perdas e perdas, hoje sinceramente não aconselho a ninguém, até porque estabilidade hoje já não é tão essencial assim, pois o mercado de trabalho esta sempre em buscas das pessoas qualificadas, e quanto ao salário nem se fala a defasagem é enorme em relação as outras instituições e cada vez se distanciando mais e pior sem perspectiva de melhora, como vamos incentivar aos nossos jovens nessa profissão tão desprestigiada? e cada vez trabalhando mais em pró da sociedade não que não seja importante é quem irá cuidar de nossas famílias? nossos horários puxados não nos deixa estudar e nem muito menos trabalhar nas poucas horas de folga, aí eu pergunto até quando vamos aguentar? empréstimos quantos militares tem seu contracheque limpo? ratifico o que o camarada do 3 de junho de 2015 21:57 diz fala sério, maior furada esta profissão! bom feriado a todos.

Anônimo disse...

Não anônimo de 08:11...
na profissão militar ninguém quer ficar rico...
todos sabemos que aqui não se fica rico...
o que cobramos é poder sustentar nossas famílias com a mesma dignidade a qual nos cobram no cumprimento de nossas missões.
esta mesma manuelinha que ainda vai nascer... ou vai estudar ma falida escola pública ou os avós vão ajudar com suas minguadas aposentadoria pra que ela possa frequentar uma escola decente. ...
pois só o pai dela não conseguirá. ..

É só isso que a gente exige... RESPEITO E DIGNIDADE com o profissional militar
2° sgt

Anônimo disse...

O anônimo das 08:11 não pode ser praça... Se for está sofrendo de demência. Amigo, entenda...gostar de uma profissão, não significa sacrificar o conforto e bem estar de seus entes queridos em favor desse amor incondicional e sacerdócio... Quando alguém expõe insatisfação, não significa que esse companheiro anseia riqueza, status social, ou afins, mas porque as minimas condições para uma vida digna fazem-se ausentes. É fácil defender o sistema e desqualificar opinião alheia quando se esta em uma posição cômoda, ganhando 80 mil a cada movimentação, PNR onde quer que se vá, dia e hora certa para as muitas promoções.... Entendam, não se trata de recalque, trata-se de um abismo entre duas "carreiras" que passam pelas mesmas intempéries... Uma cercada de benesses e à outra somente o que resta, quando resta. Competências à parte, certa vez um general falou em palestra à uma turma de alunos que esse é o curso da vida...e uns entram pela porta errada, outros pela certa, no tangente à carreira militar. "Sábias" palavras de quem tanto fala em família militar...pelo jeito a única familia militar que lhe preocupa é a sua própria.

Anônimo disse...

Senhores a nossa realidade é a mais pura verdade, não estamos recebendo reconhecimento por parte daqueles que exercem funções no poder para atender as necessidades que advenham de ajustes fiscais ou econômico, simplesmente todos nós sentimos é um abandono geral, nós não queremos super salários ou vantagens desigual, apenas queríamos que não fosse necessário a exposição de nossas situações aqui ou em qualquer mídia de comunicação, o que queríamos era que nossa classe não tivesse sendo exposta nos meios de comunicação de maneira vergonhosa, e que não tivéssemos tanto militares se debatendo em vários blogs questionando direitos dados a uns e não estendidos a outros, praças se debelando contra oficiais e vice versa sobre direitos não assistidos. A única coisa que vemos nisso tudo é que o sistema está criando dentro de cada um de nós, independente de patentes, um ódio interior que está causando todo este mal. Precisamos nos unir, juntar forças e agirmos de maneira democrática e pacífica, nunca na história das forças armadas tivemos tando militares desistindo de sua carreira porque o vencimento já não corresponde, temos que lutar para que alcancemos o direito de termos os nossos vencimentos justos e atualizados conforme ocorre com outras forças e não simplesmente desistirmos de nossos sonhos e ideais. Temos muitos companheiros praças e oficiais inteligentes e sábios, temos que parar de fugir e enfrentar o que está se apresentando na nossa frente. Não vamos desistir. Lembro que minha vó cantava a canção do expedicionário "Por mais terra que eu percorra não permita Deus que eu morra sem que eu volte para lá, sem que eu leve por divisa esse V que simboliza a vitoria que virá". Vamos nos juntar, praças e oficiais, vamos solicitar autorização aos nossos comandantes para permiti que seja criado o "Primeiro Congresso de Debates sobre situação militar atual das forças armadas, aberto para todos os praças e oficiais das forças armadas do Brasil". Vamos convidar quem tiver de ser convidado para juntar forças, legislação, amparo e qualquer coisa que possa fazer mudar nossa situação. Somos fortes pois vomos constituídos por Deus, o que vamos temer? 2 Sgt QE

Anônimo disse...

Não vale a pena!

Anônimo disse...

O Brasil de hoje não merece que alguém entregue sua juventude a uma vocação patriótica. Uma pátria que massacra seus próprios filhos não merece devoção.

Anônimo disse...

Eu amo meus filhos e me preocupo com a vida e com o futuro deles, por isso JAMAIS incentivaria que eles entrassem nesse barco sem fundo que o exército se transformou. Pais, acordem, repensem seus princípios, pois o mundo mudou, não incentivem seus filhos a estragarem suas vidas nas mãos de uma instituição abandonada por tudo e por todos. Hoje em dia essa é a pior profissão que um filho pode escolher.

Anônimo disse...

Há se eu pudesse voltar no tempo! Estudaria pra prf ,pra caixa, nunca estudaria pra EEAR. Concurso difícil alta exigências e paga pouco. Passaria pra outra coisa.

Anônimo disse...

O companheiro do dia 4 de junho de 2015 11:42, apesar de ser QE que são profissionais que admiro muito, é um viajante. Atualmente não existe a possibilidade de oficiais e praças se unirem para um bem comum e eu digo pq, nossos "chefes" nos dias atuais só olham para o próprio umbigo, podemos ver isso no dia a dia da caserna, oficial qdo fica apertado ao invés de fazer com a praça não recorre ao famigerado POUPEX, eles arrumam um curso, uma transferência, detalhe para aonde querem, uma viagem que pague poupudas diárias, eu já vi um comandante fazer almoços aos sábados e domingo no clube militar só para economizar o rancho em sua ksa, é rsrs, pasmem e o mesmo não tinha nem vergonha de dizer isso aos 4 cantos, sem contar que os mesmo com raríssimas exceções enfrentam fila de PNR, sem contar as demais mordomias proporcionadas a classe. Tem um amigo que diz: se tudo der errado se o cara for largado, lixão, com certeza ele sai Coronel na ativa. Ai meu amigo vcs acham que eles se preocupam com quem está abaixo, morrendo em empréstimos, pagando aluguel caro, sendo transferido para localidade que jamais pensaria em servir, prejudicando a esposa, estudo dos filhos etc, claro que não, para haver união, primeiro dentro da Força precisamos nos ajudar, mas o que se observa nos dias atuais é o contrario. O praça se não for comportadinho, não balançar o rabinho para seu Chefe fica queimado e acaba transferido para lugares onde inóspitos desse rincão. Existem solução que podem ser iniciadas dentro da Força sem a ajuda de governo corrupto, tipo atualizar tabelas de transferência, uma politica de pessoal mais humana, tentando pelo menos preservar a família, pq se o militar ganha mal pelo menos que a esposa e os filhos tenham a oportunidade de se estabelecerem em uma localidade onde possam trabalhar e suprir essa deficiência, mas não o militar é transferido a revelia e ele que se vire para negociar com a tal da DCEM, como podemos ter essa união, no memento ela é impossível.

Anônimo disse...

Praça lixão em final de carreira: ST ou 1 Sgt; Oficial lixão em final de carreira: Coronel. Realmente...porque estariam eles preocupados com a condição das praças?

Anônimo disse...

Meter o pé...fim de papo!

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