17 de julho de 2015











10 comentários:

Anônimo disse...

Legal a continência!! Mas será q esses "militares" já tiraram serviço nas 24? Ficaram algumas semanas no campo? Realizaram alguma faxina?? Tenho certeza q não!!!

Garivaldino Ferraz - Brasília disse...

É só o que falta. Os militares se posicionarem contra os atletas que tão bem representam o Brasil no exterior. Praticamente todos os países que se destacam em termos de esporte, praticam esse recrutamento de atletas para permitir que eles possam receber algum apoio. Isto só dignifica as Forças Armadas. Reclamar que eles não são "militares" por não concorrerem às escalas de serviço é de uma mesquinharia sem limites. Eles estão sendo úteis às Forças Armadas e ao país, na forma de suas habilitações. Esse efetivo todo (200, 300?) de militares atletas ou de atletas militares inseridos em escalas de serviço ou em manobras de final de anos acrescentariam o que ao Brasil?
E quantos militares existem por aí se eximindo de escalas de serviço e exercícios no campo, além de outras tarefas ingratas com faxinas. Acaso deixam de ser militares?

Anônimo disse...

Para muitos ser militar é prestar continencia, usar farda, atirar, muito lindo tudo isso porem quando se fala da real atividade de tirar serviço ou campo ou missão real de patrulha ai as coisas mudam...
Ser militar somente para competir ai é facil...

Anônimo disse...

não sabia que podia prestar continência sem estar uniformizado ou em traje civil, tenho 20 anos de EB.

Anônimo disse...

Boa noite.

Querer que atleta tire serviço, faxina, cum pra missões rolhas, é querer demais. Isso é para o baixo clero.

Já vi no 35º BI, médico escalado para olhar faxina sexta a tarde, nos idos anos de 2005. É o fim da picada.

Quem concorda comigo, permaneça como estão. Quem não concorda, se manifeste.

Anônimo disse...

Apesar de provavelmente não terem realizado estas atividades, representam o Brasil com dignidade e demonstram um mínimo de civismo, que é quase inexistente.

keko marques disse...

Excelente comentário

Anônimo disse...

E não aprendeu nada, hein campanha.

Anônimo disse...

Sou militar e apoio o gesto militares atletas só o fato de reverenciar em o hino e a bandeira como é inerente ao militar demonstra o orgulho que sentem em envergarem a farda, apesar do tatal desprestígio perante ao governo atual!!!

Anônimo disse...


Para o Anônimo de 18 de julho de 2015 03:31 , que disse " E não aprendeu nada, hein campanha." Gostaria que ele provasse pelo regulamento de contingencias: Que se pode prestar continência individual em traje civil"...

http://pan.uol.com.br/noticias/2015/07/18/dono-da-maior-patente-militar-do-pan-nao-presta-continencia-no-podio.html

Júlio Almeida é tenente-coronel. Na sexta-feira, ele subiu ao pódio para receber a primeira medalha de ouro de sua vida no evento. Ele foi o campeão da prova de pistola 50 metros. E não prestou continência à bandeira. "É uma coisa pessoal. Eu prefiro colocar a mão sobre o coração. Faço isso em todas as minhas vitórias, desde 1994".

Para Júlio, um dos melhores atiradores do Brasil atualmente, não existe uma obrigatoriedade do gesto em competições esportivas. "A continência é obrigatória quando estamos fardados. Já foi feita uma discussão sobre se os uniformes são fardas. Mas é um uniforme civil. Não estou fardado".

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