25 de maio de 2017

Temer revoga decreto que autorizou uso das Forças Armadas em Brasília

Presidente havia autorizado militares na tarde de quarta-feira, após manifestação contra o governo terminar em depredações
Menos de 20 horas depois de autorizar atuação das Forças Armadas para garantir a segurança e proteger prédios públicos em Brasília, Michel Temer recuou. Na manhã desta quinta-feira (25), o presidente revogou o decreto por meio de uma edição extraordinária do Diário Oficial da União. As informações são de Zero Hora.
Nesta manhã, Temer reuniu-se com ministros para avaliar uma possível anulação da medida, que visava garantir a ordem na Esplanada dos Ministérios depois que manifestação contra o governo e as reformas trabalhista e da Previdência teve cenas de violência, quebradeira e enfrentamento entre baderneiros e policiais.
O polêmico decreto, que previa o emprego das Forças Armadas no Distrito Federal até o dia 31 de maio, provocou reações imediatas no Congresso Nacional. O Palácio do Planalto pediu que os ministérios compilassem e reunissem imagens das câmeras de segurança mostrando os estragos para ajudar a defender a decisão de invocação das tropas militares. Essas imagens podem servir também para identificar e enquadrar criminalmente as pessoas responsáveis pela depredação.
O Planalto alegou que recorreu ao Exército e à Marinha porque a Polícia Militar do Distrito Federal não conseguiu controlar os manifestantes e conter o que considerou uma "barbárie". Na Câmara, o anúncio de que as Forças Armadas tinham sido chamadas provocou bate-boca entre deputados. A sessão foi suspensa por 30 minutos. Opositores classificaram a medida como uma espécie de formalização do "estado de exceção".
Depois da reunião com ministros, Temer recebe um grupo de empresários da construção civil, incluindo o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), José Carlos Rodrigues Martins. Depois, ainda pela manhã, o presidente tem reunião com o presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Paulo Rabello.
ZERO HORA/montedo.com

6 comentários:

Anônimo disse...

A PM do DF pode controlar sim, mas tem que permitir que ela atue com rigor... Agora se põe a PMDF de um lado e deixa este baderneiros fazerem o que querem impedindo que ela atue... Fazer o que?
No mais há deputados e senadores socialistas metidos no meio disto tudo, é claro isso.

Anônimo disse...

“O socialismo é a filosofia do fracasso, a crença na ignorância, a pregação da inveja. Seu defeito inerente é a distribuição igualitária da miséria” (Winston Churchil)

Anônimo disse...

Porque flagraram um PM com arma em punho atirando para cima e, possivelmente, em direção aos arruaceiros, causou uma celeuma danada, enquanto os "pobres e inocentes manifestantes" estavam portando, pedras, barras de ferro, placas de metal arrancadas das sinalizações e o que mais conseguissem arranjar pelo caminho e,isso, parece que não causou muita indignação. Reclamaram da... PM? Qual policial vai ficar servindo de alvo de arruaceiros sem reagir? Onde estão os carros blindados com gás e mangueiras de água? Quantos marginais foram presos flagrados depredando ministério? Os poucos detidos, certamente serão ouvidos e liberados para se tornarem "heróis" para os próximos encontros. Os parlamentares "chacais" (que aparecem só para pegar sobras) correram para dar entrevistas.

Anônimo disse...

Esses "zumbis" manipulados por movimentos sociais mal sabem falar e escrever o português, imaginem escrever em espanhol, como em uma pichação em um ministério. De duas, uma: ou estão se internacionalizando ou tem estrangeiro da Venezuela ou das FARC, que se espalhou depois da entrega das armas.

Anônimo disse...

Essa convulsão política atual é o retrato da pseudodemocracia defendida pelos vermelhos. Pena q precisou revogar o decreto.
Maj LEONARDO

Anônimo disse...

Entre o povo e os bandidos com quem que as FFAA devem ficar?
Não me venham com esse papinho de baderna porque já tem vídeos mostrando que as vidraças foram quebradas pelos próprios policiais para justificar.
Querem ser enganados, vão fundo, mas acreditem, temos mais a ver com o povão assalariado do que os bandidos que estamos a ajudar a defender.
Caiam na real.

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