24 de maio de 2017

Um general brasileiro em Nova Iorque

Depoimento do General de Divisão Ajax Porto Pinheiro, Force Commander da Minustah

17 comentários:

Anônimo disse...

Os americanos se orgulham dos militares. Já no Brasil, somos ignorados ou desrespeitados ou tratados com rancor ou com pouco caso.

A maaioria das cidades do interior, vivem basicamente em função dos recursos despejados no comercio pelos nossos salarios, aquisição de materiais diversos, pelo FUSEx, etc ...

Cada Cmt que assumir um Cmdo de OM, deveria na primeira oportunidade, realizar uma palestra na Câmara Municipal, demonstrando com graficos, os valores gastos por nós e pela Instituição naquele municipio. Talvez assim nos respeitem mais.

Anônimo disse...

É MUITO TRISTE a situação dos militares brasileiros, desrespeitados pelos políticos, com baixo salários e desmotivados pelos longos anos que ficam esperando por uma promoção. AO General da matéria é melhor ir para a reserva e ficar morando aí nos Estados Unidos onde continuará sendo reconhecido e valorizado. No Brasil será taxado de privilegiado pelos seus vizinhos e alvo de marginais todos os dias.

vamos papirar que só o papiro trás verdadeiras mudanças. força e foco.

sgt papirando pra vazar.

barco que está afundando.

Anônimo disse...

O ANÔNIMO DE 24 de maio de 2017 15:07 bateu metade da gaivota...

pois muito do desrespeito a que somos submetidos diuturnamente
vem da desinformação e da falta de informação imposta ao povo,
mormente nos meios de comunicação de massa.

mas a outra parte da questão é a omissão dos SENHORES DA GUERRA,
que aceitam subservientemente todo tipo de opressão dos
políticos, desde as missões sem nexo até o fato sermos jogados
para escanteio em todas as negociações quando se trata de
ajustar os vencimentos RIDÍCULOS, VEXATÓRIOS, HUMILHANTES a que
somos submetidos, principalmente os praças...

Gen Anibal disse...

Um país que tem um ex-presidente considerado o mais corrupto da história republicana idolatrado e aclamado, inclusive para voltar a governar não pode ser levado a sério. Mudaram os livros de história com a mentira da tal ditadura e hoje os estudantes das escolas municipais e estaduais são doutrinadas para servirem aos interesses dessa esquerda doente. A nós militares, nos resta manter a serenidade e esperar através do tempo o que realmente a Sociedade Brasileira espera de seus militares.

Anônimo disse...

Se o Sr que é general não tem reconhecimento, imagina a tropa!

Anônimo disse...

Isso é texto fake!

Anônimo disse...

Excelente comentário!!! o do companheiro de 24 de maio de 2017 16:53

Anônimo disse...

Outro dia precisei pagar uma conta que estava vencendo. Corri da Central do Brasil até a Av. Rio Branco no Rio. Eu estava fardado com o uniforme de passeio (calça verde, camisa bege e boina). Corria como um louco, pois era o último dia para pagar a energia elétrica de minha residência que seria cortada no outro dia. Na verdade eu estava sendo salvo pelo quinto empréstimo em contracheque.
Fiquei impressionado como as pessoas me olhavam, quase causei alguns acidentes de trânsito pelo caminho. Atravessando as ruas como um louco, pois afinal faltavam 10min para o fechamento bancário.
Motoristas e pedestres gritavam palavras que eu não conseguia entender, pois estava muito concentrado no meu objetivo. Acho que bradavam algumas coisas que terminavam com ADO, UTA, AÇO, IL..., não sei bem ao certo, mas tenho certeza que estavam me apoiando, pareciam que sabiam exatamente a que estava acontecendo comigo.
Quando finalmente cheguei à agência, às 15H59, esta estava sendo trancada pelo segurança. Levei 30seg pra recuperar o fôlego e então pedi educadamente ao moço que abrisse pra mim, pois ainda era 16H 59m e 30s. Ele abriu um sorriso muito animador e respondeu NÃO.
Estupefato com sua reação, perguntei-lhe se estava vendo a minha situação e se eu aparentava ser algum meliante ou se apresentava algum risco pra segurança. Ele respondeu perguntando quem eu era, apontei pra minha plaqueta com meu nome e ela falou “e daí?”.
Como eu estava fardado com uniforme completo, achei que seria respeitado e atendido de pronto, afinal eu estava dentro da minha razão. Somente após tratá-lo com respeito e chamá-lo muitas vezes de moço e pedir, por favor, amoleci seu coração.
Quando finalmente liberou a catraca pra mim, eu o agradeci e ele disse: “Aqui dentro a autoridade sou eu.”. Respondi sim senhor e corri pro caixa.
A fila estava imensa e custei a conseguir sentar. Na minha frente tinha uma senhora que me olhava com uma certa indifereça e me perguntou se no Exército os militares se vestem daquela forma, respondi que a maioria, ela balbuciou: “Eca!... todo amarrotado e suado... Cruzes!... ainda bem que meu neto se livrou disso.”... não dei muita importância, pois afinal sua opinião não era a mesma da maioria dos brasileiros.
Finalmente e graças a Deus, paguei minha bendita conta, ainda consegui sacar o restante do empréstimo, que não era muita coisa. Mas na volta pro quartel, lembrei que ainda tinha que resolver algumas pendência e preparar publicações atrasadas três semanas pro outro dia.
Infelizmente ao sair do quartel e ainda na porta deste, fui assaltado por um jovem infrator de uns treze anos que me apontou uma pistola cromada e disse: “Perdeu playboy”. Vi então minha mochila velha de guerra, com minha marmita e meu único dinheirinho do resto do mês, indo embora.
Ainda bem que eu tinha uma boa relação com os soldados que estavam de serviço que fizeram uma vaquinha e me emprestaram uma grana da passagem pro trem.
Felizmente cheguei em casa vivo, pois poderia ter sido pior. Tomei meu banho, jantei, beijei a nega e os meus quatro filhos e fui dormir. Três horas depois o despertador tocou, abri os olhos e levantei feliz pra ir trabalhar, afinal eu tinha a certeza que minha luz não seria cortada naquele dia.
Relato do Subtenente José.

Anônimo disse...

Em primeiro lugar, parabéns para o General nos EUA. Por outro lado, no mundo real, não podemos dizer o mesmo com os militares menos favorecidos, que estão cada vez mais desestimulados, com seus vencimentos vergonhosos, serviço de saúde precário e sem perspectivas de melhoras.

Anônimo disse...

O desrespeito começa pelos próprios generais que não lutam por salários dignos para seus subordinados, pelo contrário, na cabeça de muitos o praça tá sendo muito bem remunerado pra fazer o que faz, aí a tropa responde com muita falta de profissionalismo e pouco entusiasmo. Apaguem as luzes...

Anônimo disse...

O general se emociona com saudações e cumprimentos. Já eu me emociono quando consigo pagar minhas contas do mês!!!

Anônimo disse...

Excelente idéia, em uma cidade pequena, foi feito isso, palestra na CDL e outra na universidade.
O valor total anual é muito alto. Resultado disso foi a forma de tratamento da família militar. Virou VIP. Boa sugestão.

Anônimo disse...

Nossa realidade de praças. Salário defasado.
Auxílio família 16 centavos
Moradia, movimentação,
Tive minha água cortada por atraso no pgto. E o telefone.
Tristes contrastes.
Mas a certeza, isso vai piorar. ST.

Anônimo disse...

St José vc é um fanfarrão. .....

Alan Gustavo Santos disse...

Kkkkkkkkkkk, parece um episódio da VIDA COMO ELA É,triste sina do Subao, Eu riu porque já passei por isso.

Anônimo disse...

Amigos concordo com a necessidade de respeito, que deve existir a todo cidadao, independente da situação social ou seja lá de qual condição que a pessoa viva,.mas lembrem-se que esse dinheiro só existe na localidade porque todos, ou a maioria, pagam impostos que pagam os seus salários e todo o dinheiro que retorna razão da existência da PM naquela localidade. Então, não se achem uma classe diferenciada é muito menos melhor. Estamos lá para servir. Brasil acima de tudo! Abaixo apenas de Deus! Infa!!

Anônimo disse...

"St José vc é um fanfarrão. ....."
R.: Sim Senhor Tenente!

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