9 de maio de 2017

General indígena é nomeado para a presidência interina da Funai

O Diário Oficial da União desta terça-feira publica a nomeação do general da reserva Franklimberg Ribeiro de Freitas para a presidência interina da FUNAI . O general, que é indígena e pertence à etnia Mura, substitui o ex-presidente Antônio Fernandes Toninho Costa, exonerado na sexta-feira. O militar já atuava na instituição, como diretor de Promoção ao Desenvolvimento Sustentável. 
Com informações do Estadão Conteúdo

Leia mais sobre o General Franklimberg

19 comentários:

Anônimo disse...

Excelente, admiro também pela competência!!!

Parabéns!!!

2° Sgt ESA

Anônimo disse...

Até nisso, "Severinos"! O que ele pode fazer sem dinheiro e sem apoio de Brasília? Colocar a estrutura do EB à disposição? Quantos já foram nomeados, passaram um tempinho faturando e foram demitidos? A mentalidade de uma grande maioria de tribos indígenas tá igual a do cidadão branco: ou vai ou racha. Ninguém aguenta mais tantos descasos.

Anônimo disse...

Infelizmente a mídia não divulgou que o general é de origem indígena. Apenas ressaltou o "general", para variar. Destaco que o general Framklimberg é um grande militar e muito querido pela teopa em sua passagem pelo CMA.

Anônimo disse...

Muito Cacique pra pouco índio !!!

Sgt Resenha

Anônimo disse...

E.. ? No que muda nossa situação miserável​? Esse é o sonho de cada um desses oficiais, projeção política e cargos comissionados fora da força até morrer de velhice. Por isso não temos representatividade. Por isso sou a favor de sindicalização, e por esse motivo somos os vira-latas das carreiras federais.

Anônimo disse...

Deveriam criar um ministério ou serviço para proteger o homem de neandertal e o homo erectus, afinal são nossos ancestrais e tem direito a terra.

Anônimo disse...

Mais um cinzeiro de moto.

Anônimo disse...

Bem, considerando que nomearam o general para a FUNAI por ele ser descendente de índios, então a Marinha deveria nomear um capitão-de-mar-e-guerra afrodescendente para comandar a Base Naval de Aratu (Salvador, na Bahia) e resolver os problemas que se arrastam com quilombolas que reivindicam uma área contígua àquela Base.

Anônimo disse...

Os "caciques" ocupando os seus cargos políticos enquanto que o resto da "tribo" continua roendo osso e ouvindo promessas.O governo, há vários anos, só promete melhorias aos indígenas e levam eles na conversa, assim como faz com os militares.Acho que ele considera os milicos como "índios" mas sem ONGs e sindicatos. Em um lugar onde estive, quando queriam dizer que alguém estava numa pior, mesmo, dizia-se que era igual a cachorro de índio: magro, passa fome, as vezes tem que caçar para poder comer, e ainda leva pancada do dono. Mas mesmo assim eram amigos e prontos para acompanhá-los a qualquer lugar. Assim está o tratamento dado pelo governo aos milicos.

Anônimo disse...

Hoje os "indígenas" estão com tanta mistura de raças que já não se distingue muito quem realmente é descendente de índios ou africanos ou europeu.
Essa demarcação de terras é um pepino misturado com abacaxi,acho que vou tentar um pedaço de terra, afinal também sou resultado dessa mistura.

Anônimo disse...

Esse pessoal so criticam aff... ridículo!

Anônimo disse...

Parabéns pelo cargo, e representar o E.B. na política e no Brasil.

Precisamos dessa influência para melhorar​ nosso padrão salarial junto aos políticos.

Profesor Paulo Cezar disse...

Vaidoso demais para o meu gosto, mas competente.

Anônimo disse...

Em nenhuma reportagem a rede globo citou que o general é da reserva, nem indígena.

Anônimo disse...

Já não aguento mais selecionar placas de rua e postos de gasolina. Melhora isso aí, Montedo .

O patriota disse...

Cavalo de troia!!! Colocaremos um militar num setor que está mergulhado em controvérsias, celeumas e interesses obscuros, à beira de colapsos e conflitos por todo o país, provando que eles não possuem competência para gerir novamente o país!! Desconfiem sempre do PMDB, são ratos iguais ou pior que os petistas!!

Anônimo disse...

Tem tanta fraude no meio dos movimentos MST, MTST, Kilombola, indígena, etc, que pode até aparecer umas dessas modelos famosas e bombadas se dizendo legítima dessas classes e, até indígena, com papel passado em cartório.E o governo nem aí para conferir.O país está largado e só se mexe quando os problemas batem a porta em Brasília e... "Severinos!"

Anônimo disse...

O militar passa a vida toda no Exército Brasileiro, atinge o topo da cadeia hierárquica, faz todos os cursos existentes e depois vai cuidar de índios. Tudo a ver. Falta colocar um médico para cuidar das estradas, um professor para cuidar dos portos, um policial para cuidar da economia, etc.

Anônimo disse...

Gostei da ideia. Aceito de pronto trocar de chefes com os índios. Mandem nossos generais e tragam um ou dois caciques para nos representar. Certamente terão a postura e a voz ativa que tanto nos falta.

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