18 de agosto de 2015

Menina morre após ser atropelada por soldado do Exército no MT

Menina de 11 anos morre após ser atropelada por militar do Exército
Revoltados, moradores do município realizaram protesto na via nesta segunda-feira (17)

Motociclista foi preso e encaminhado para 2º Batalhão do Exército,
na fronteira de Cáceres
Cáceres (MT) - Uma menina de 11 anos morreu após ser atropelada por uma motocicleta Dafra 125 cilindradas, conduzida por um militar do Exército, de 19 anos, na noite de domingo (16), no município de Cáceres ( 220 km de Cuiabá).
De acordo com a Polícia Militar, a vítima estava na companhia da tia, andando cada uma em uma bicicleta, quando o motociclista, que seguia no mesmo sentido da pista, perdeu o controle da moto e atingiu a criança. A menina morreu na hora.
Conforme a PM, o acusado, identificado como L.C.S., não tem Carteira de Habilitação e estava embriagado.
Ele foi preso e autuado em flagrante por homicídio e encaminhado para 2º Batalhão do Exército, na fronteira de Cáceres, onde ficará detido até que se apurem os fatos.

Protesto
Revoltados, os moradores do município bloquearam o trecho onde ocorreu o atropelamento, na Avenida Tancredo Neves, próximo ao aeroporto da cidade, na manhã desta segunda-feira (17).
Eles pediram por Justiça no caso e mais iluminação e prudência dos condutores que passam pela via.

Outro lado
O Exército informou, por meio da assessoria de imprensa, que não irá se manifestar sobre o assunto, já que o militar não estava em horário de serviço durante o acidente.
MidiaNews/montedo.com

5 comentários:

Anônimo disse...

Esse blog exagera nas tragédias.
Posta isso:

http://www.sociedademilitar.com.br/wp/2015/08/reajuste-dos-militares.html

Anônimo disse...

Embora a culpa nesse caso, que será apurada, seja do soldado como cidadão, acho muito "peculiar" essa ótica do Exército de nos considerar "militar" apenas quando é para os interesses da Força. Exemplo: escutamos diariamente nos quartéis que militar é "militar 24 horas", mas apenas para cumprir deveres, ou seja, para os interesses da Força ou dos comandantes (vide aparar grama nos finais de semana ou em feriados). Porém, quando é para amparar o militar, aí primeiro tem que verificar se ele estava a serviço ou indo para o quartel, etc, etc.

Em resumo: para cumprir deveres e obrigações, o militar é "militar durante 24 horas"; para receber algum direito ou ser amparado, aí somente é militar durante o expediente e a/em serviço!!

Anônimo disse...

Vc foi perfeito cirurgico. Traduzindo é tampa buraco de superior omisso e mal intencionado.

Anônimo disse...

Djalmão diz:
Pois é...alguns "colegas" se manifestam de maneira estranha: Um soldado, embriagado e sem habilitação, atropela uma criança, e querem que o Exército "acolha e apoie"?
Em minha opinião, tinham que fazer uma sindicância e excluir a bem da disciplina, para em seguida transferir o mesmo para uma prisão comum...queria ver se fosse a filha de vcs, que fosse atropelada por um bêbado...sem habilitação.
O Exército deve apoiar bons militares, que cumprem suas obrigações e as leis vigentes...vagabundos e marginais devem ser alijados da força e presos!

Anônimo disse...

Bem, como o colega não interpretou direito o meu comentário, irei traduzir: o meu comentário, sobre o EB tratar o militar de duas maneiras, se baseou na seguinte frase do post "O Exército informou, por meio da assessoria de imprensa, que não irá se manifestar sobre o assunto, já que o militar não estava em horário de serviço durante o acidente." Ou seja, o EB informou de que não iria se "manifestar sobre o assunto" porque o militar não estava de serviço quando atropelou a menina. Pois bem, é claro, lógico, justo, cristalino que ninguém vai defender um militar errado, bêbado e circulando pelas ruas de forma displicente com sua moto, vindo a atropelar uma pessoa. O que quis dizer é que o EB devia, sim, se manifestar sobre o caso, pelo menos informar o óbvio, ou seja, que o militar sofrerá uma investigação, um processo administrativo (sindicância, IPM, ou o que o caso requeira), enfim, tinha que se manifestar, pois trata-se de um militar, independente de ter atropelado alguém, ou de estar "todo errado".

Repito, o EB tinha que se manifestar não para defender o militar, mas para dar explicações à sociedade do que será feito com o seu militar, pois ele ainda é militar.

Finalizo com a seguinte hipótese: se esse mesmo militar não tivesse atropelado a menina e fosse para a sua residência e nessa mesma noite o seu comandante mandasse acionar toda a tropa para finalizar alguma pintura, para a recepção do general no dia seguinte, e esse mesmo militar indagasse por que ele tinha que ir para o quartel aquela hora e para essa missão, logo iriam dizer-lhe "você é militar 24 horas"!

Simples assim.

P.S.: não comungo com militares irresponsáveis e transgressores, mas o que acho errado é a omissão, aliás a atitude do EB de dizer que não iria se manifestar sobre o caso, ou seja, não daria a mínima para o militar e para o que ele fez ou deixou de fazer porque ele "não estava de serviço"?!?!


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