15 de abril de 2016

O Adjunto de Comando e um texto didático (II): "isso não é para nós"

Mais um texto lúcido do comentarista Sgt MWF

"Isso não é para nós. ” 

Sgt MWF
Com essa sentença encerrei meu comentário publicado em 12 de abril de 2016 01:07. Aliás, foi devido àquela data, que decidi utilizar o pseudônimo SGT MWF (Sgt Max Wolf Filho). Em 12 de abril último, completaram-se 71 anos da morte daquele Sargento Paranaense. Lamentavelmente não somos bons na preservação e difusão de nossa história militar e, por conseguinte, pouco se sabe sobre fatos marcantes da vida desse intrépido Soldado. Sobre sua morte, apenas alguns sabem que Wolf foi voluntário para uma patrulha suicida. O comando necessitava de informações urgentes sobre o posicionamento inimigo a fim de ultimar o planejamento de ataque a Montese e por essa razão decidiu lançar uma patrulha de reconhecimento diurna. Qualquer Soldado de Infantaria sabe que, em um terreno ocupado pelo inimigo, uma patrulha deslocando-se sem a proteção da noite tem um alto potencial de risco. Por esse motivo, a patrulha foi constituída por 19 militares que se haviam destacado por competência e bravura em combates anteriores. Wolf foi voluntário para comandar. Sabendo do grande perigo que os aguardava, teria dito: “Eu vou na frente! ” Não consegui confirmar em registros históricos se ele realmente disse isso, mas é fato que “sua coragem invulgar e seu excepcional senso de responsabilidade” (http://www.esa.ensino.eb.br/maxwolf/) nunca permitiram que seus subordinados fossem submetidos a riscos desnecessários. Wolf sabia que a missão era suicida, mas também sabia que era necessária para salvar mais vidas. Morto, seu corpo foi recuperado três dias após a tomada de Montese. Esse é o Sargento que dá nome à nossa Escola. Esse é o Soldado cujo legado precisamos honrar. E como honrar tamanha história? Tomando conta de nossos subordinados. Isso é o que precisamos fazer...

Leia mais sobre o Adjunto de Comando

Esqueçamos os oficiais
Ele tem seu próprio mundo, com seus afazeres, com suas obrigações, preocupações, aborrecimentos e alegrias. Nós, Graduados, precisamos reconstruir e fortalecer o nosso! Não que eu ache que não precisemos dos oficias, precisamos sim! Tanto quanto eles de nós, mas necessitamos urgentemente parar de esperar que eles nos provejam com soluções, pois como eu escrevi acima, pertencemos a mundos diferentes e por esse motivo muitas vezes sua lógica não faz muito sentido para nós e vice-versa. Graças a Deus que é assim. Conseguem imaginar uma instituição como a nossa onde todos pensassem exatamente igual?
É nesse contexto que defendo a criação e desenvolvimento da nova função para nossos Graduados. Essa ideia não nasceu na mente de um oficial. Ela é fruto do trabalho, dedicação, profissionalismo e fé de muitos Sargentos (muitos já na reserva) que trouxeram experiências adquiridas fora do Brasil. Para alguns pode parecer impraticável a adoção de procedimentos desenvolvidos em outros países, mas lembro que importar soluções que dão certo economiza tempo e não significa necessariamente sua aplicação tal e qual foram concebidas lá fora. Essa nova função foi concebida a partir de uma experiência exitosa de 40 anos e que já foi adotada por vários outros exércitos. Será que nossa tentativa será pior que não fazer nada para mudar? 
Alguns arguem que não irá valorizar a todos. Infelizmente no primeiro momento não. Mas convém lembrar que isso ainda é muito novo. Tomará tempo ainda para a implementação, quem dirá para o seu desenvolvimento e aperfeiçoamento, o que só acontecerá com o empenho de todos nós. E nós podemos e devemos ajudar. Como? Simplesmente discutindo as ideias escritas aqui nesse blog. 
Ora, se temos um Graduado que, entre outras funções também será responsável pelo “bem-estar de todos os membros da família militar; além de tratar sobre outros assuntos que envolvam os Praças” (Agência Verde-Oliva/Montedo.com) porque não levar a ele tudo o que é escrito aqui? Outro detalhe é que essa função poderá fornecer oportunidades para fortalecer outras já existentes...
Vamos começar a pensar no Adj Pel/Sec, depois passemos para o Sargenteante e terminemos com o Sgt Brigada. Quais são os critérios de seleção para essas funções? Estamos empregando os melhores Graduados nesses postos-chave? Deveríamos! Se considerarmos que o processo de escolha para Adj Cmdo exigirá uma seleção criteriosa, como não avaliar o desempenho dos possíveis candidatos nessas funções? Será praticamente obrigatório selecionar militares que tenham desempenhado tais atividades, pois são elas que estão ligadas diretamente com o cuidar do subordinado. Então imaginem que um Cmt GC (Inf) demonstre possuir atributos para ser Adj Pel e que quando o for demonstre capacidade de liderança para ser um (verdadeiro) Sargenteante que, no desempenho de sua função, demonstre ser zeloso e preocupado com seus Soldados e que isso o indique para ser um Sargento Brigada e que nessa função ele realmente seja um modelo a ser seguido pelos demais Praças. Agora imaginem no futuro, essas três funções trabalhando uníssonas em prol dos Soldados da Unidade. Imaginem que todos os militares que desempenham essas atribuições em uma OM serão orientados pelo Adj Cmdo. Sim, pois sozinho o Adj Cmdo não fará nada. Imaginem quando esses militares estiverem agindo como um verdadeiro time, uma equipe, todos preocupados com os Praças da OM. Precisaremos que os oficias se preocupem conosco nesse dia? Essa é a ideia principal. Infelizmente meus amigos isso exigirá tempo.

Fazendo História 
Os Graduados que ora desempenham a função de Adj Cmdo, com toda certeza terão um papel histórico nesse processo, mas no futuro serão apenas retratos em alguma galeria de honra, pois a realidade é que os verdadeiros responsáveis pelas mudanças esperadas pelo Corpo de Graduados e demais Praças (sempre me refiro a nós dessa maneira – grafando em maiúsculo e distinguindo o graduado do não graduado) serão os garotos que estão iniciando a carreira hoje. Eles estarão – espero – livres dos vícios e contaminações que hoje nós carregamos. Por essa razão termino esse texto com a mesma sentença usada para iniciá-lo: “Isso não é para nós. ”

62 comentários:

Anônimo disse...

Concordo com o desfecho: isso não é para nós. Pensar em modernizar a carreira dos graduados sem, concomitantemente, repensar as relaçoes oficiais-sargentos, passando impreterivelmente pelo quesito remuneração, só resultará num desfecho: NADA mudará. Insisto: isso não é para nós. Não mesmo. E esse texto, que me perdoe o autor, parece mais peça doutrinária meticulosamente preparada por órgão de inteligência para aplacar "tensões de classe".

Anônimo disse...

Esse texto é a prova maior que temos excelentes graduados no nosso Exército. Claro e Didático. Parabéns companheiro.

CIDÃO disse...

Trabalhar e muito bem a MOTIVAÇÃO isto dará certo, caso não tenho minhas dúvidas ...
Mas vamos aguarda o tempo e as devidas ações/respostas ...

Anônimo disse...

Excelente. Isso não é para nós. Isso é para os "pela saco" que querem se aparecer, aumentando seu status perante os Oficiais. Aqueles que dão um dedo para passar na frente do colega de turma. Aquele que olha o perfil no DGP umas duas vezes por dia. Praça, se coloque no seu lugar. ISSO NÃO É PARA NÓS.

Anônimo disse...

Muito interessante tal abordagem, porém não se aplica ao Exército no qual sirvo! As escolhas de função são feitas de bolo! Sem algum planejamento, nem mérito! O adj pel no meu btl nem existe! Os 3 sgt a maioria em seções, a tropa destinada apenas a faxina e a formatura! Talvez isso realmente funcione em outros países, mas nos que têm Exército de verdade, o que não é o nosso caso! Quantos militares não atiram o ano todo e se dizem militares do Exército, combatentes da guerra! Acordemos! Vivamos a realidade e não o sonho!

Anônimo disse...

Muito esclarecedor esse comentário, porém, triste em saber que muitas vezes não lembramos daqueles que deram a sua vida pela Pátria. Sobre adjunto de Comando, realmente vejo que é muito importante essa função no sentido de acolher as ponderações justas dos praças.

Maninho MMN disse...

Um cargo que exige grande responsabilidade. Selecionando os melhores para a função. Vejo um militar altamente devotado. Infelizmente muito tem que se mudar. Em outros países essa figura é real. Nossa estrutura atual de cargos e principalmente de salários não nos fazem ser tão devotos e impecáveis ainda, mas sempre tem uma pequena exceção, bom para escalão superior.

Anônimo disse...

Senhor Montedo; Sou sargento de "carreira", turma de 1997, EsIE. Pessoalmente, prefiro ser implantado no seio das forças armadas o REPRESENTANTE SINDICALISTA, a que o ADJUNTO DE COMANDO.

Vou mais além, e lhe revelo que poderia permanecer toda minha "carreira", como 3º Sgt, bem longe do Comando, mais próximo de uma remuneração justa:

- Graduação de 3º Sgt e soldo de capitão, assim serei ADJUNTO DO COMANDO, ficarei bem pertinho do COMANDO, eu e minha família, moraríamos bem, comeríamos bem, vestiríamos bem, estudaríamos bem, ... em fim, estaríamos BEM PRÓXIMO DO COMANDO ( ADJUNTO AO COMANDO) e o REPRESENTANTE SINDICAL cuidaria do restante.

Hoje, o que mais tem na caserna é ADJUNTO DO COMANDO, vulgo, SUBTENENTE, praça mais antigo, que exerce a sua proximidade do COMANDO, para avançar ao rancho primeiro. (grafando em maiúsculo e distinguindo o graduado do não graduado)

Att: Sgt Adj do Caos e subordinado a hipocrisia


Fabio da Cruz Weis disse...

Excelente o texto. Acredito que seja um passo importante na busca da melhoria das condições de trabalho e valorização da carreira dos sargentos. Não há como deixar de ver verdades em todos os comentários. É real que existem os puxa-sacos, assim como devemos admitir que uma grande parte dos que chegam ao topo da carreira também tiveram méritos. E também é real que muitos nada fazem e passam o dia a reclamar e pouco produzem, em qualquer círculo hierárquico. Há vários tipos de sargentos e vários tipos de oficiais. Generalizações tornam-se apenas observações inócuas. Quem trabalha deve ser valorizado, mas infelizmente observo muito choro de quem pouco produz, e que reclamam uma valorização que seria injusta.
Concordo também que a valorização precisa começar pelo salário. Cursando a ESAO, em conversa com um colega argentino, ele estranhou a nossa política salarial. Lá, um ST ganha como um Major. O Asp Of tem soldo igual ao de 2º Sgt. Acho que essa seria uma boa idéia para podermos iniciar uma valorização real da carreira.

Anônimo disse...

Sou oficial e vou deixar a minha opinião, sou de total apoio ao adjunto de comando, pois vejo algo que ira valorizar a classe dos praças. Acho que cada qual fez a sua escolha seja para escola de oficiais e sargentos e depois de escolhido só por meio de novas provas e novos concursos. Não acho justo um praça chegar a oficial sem concurso interno que seja e sem nivel superior, acho que deveria existir meios de aproveitar os praças que tem nivel superior e dar oportunidades a estes por concurso interno como ocorre nas policias militares e bombeiros militares, assim chegando a ser oficial.
E ai o adjunto de comando valorizaria os praças sem nivel superior melhorando a sua carreira e salario e dando oportunidade por meios de concursos internos aos que tem nivel supeior a chegar ao oficialato aproveitando estes nas suas funções como QCO e não QAO (que são desvalorizados perante os demais oficiais).

Anônimo disse...

Sou militar da marinha e como muitos aqui, possuo bons amigos nas 3 forças.Antes de ler esse texto do "Sgt MWF" tinha a opiniao da grande maioria dos comentarios.Contudo acredito que algo novo tem que ser experimentado.UMA chance existe para isso da certo, observando pessimos exemplos da politica brasileira.Explico:Indicacoes do governo para diretoria de estatais como a Petrobras de "COMPANHEIROS" sem funcoes tecnicas quebrando a mesma.Indicacoes do governo para ministros do supremo como Lewandowski que poe em duvida a legitimidade da casa.Concluo se o Adjunto for indicado pelo COMANDO nunca dara certo.Indicacao do MN/SD mais moderno ao SO mais aintigo sim.Se pretendem inovar, agregue um pouco de democracia ao jogo.

Anônimo disse...

Excelente texto, realmente "isso não é para nós", pois, no momento é quase impossível sermos totalmente "livres dos vícios e contaminações que hoje nós carregamos". Mas de qualquer modo temos a obrigação funcional e moral de contribuirmos p/ o futuro sucesso do projeto.

S Ten/91.

Anônimo disse...

ALGUÉM VIU O QA?

Anônimo disse...

Bla bla bla bla.....! Impressionante o EB. Mas vamos lá, de forma didática: salário decente, PNR, promoção ao QAO baseada no mérito ( provas) ou acabar com essa promoção, pois é nebuloso seus critérios, clareza nas transferências (tem elementos, ainda hoje, com quase 20 anos na mesma OM, por que isso EB?). Os graduados não precisam de "boi guia".

Anônimo disse...

PURA BALELA...

Anônimo disse...

Quer me valorizar como praça ?? me de salário e PNR dignos, condições pra eu propiciar uma boa educação a meu filho...Sem essa de criar funções com mais encargos. Praça já tem compromisso de sobra que é a formação do soldado !

Anônimo disse...

Vamos estudar sargentada, só o papiro liberta.

Anônimo disse...

Lamento por vc e sua familia. Antes de constituir familia todos deveriam fazer um DIEx informando seus comandantes ja que sao eles os responsaveis pela familia que construimos. Amigo, se sua familia nao come, nao mora, nao estuda e nao veste bem, a culpa eh sua. Salario baixo nunca foi segredo. Vc constituiu familia sabendo disso. Se quer dar melhores condicoes de vida pra seus familiares arrume mais um emprego, ou mude de emprego. Nosso salario eh mesmo baixo, mas se sua familia tem carencias a culpa eh das escolhas que vc tem feito. Assuma a sua responsabilidade.

Anônimo disse...

UAU! A profundidade do cometario de 15 bar 0927 eh de impressionar. Parabens a seus pais pela otima educacao q te deram. Com certeza vc deve estar educando suas filhas da mesma maneira. Nao eh mesmo o "pela saco?"

Anônimo disse...

Impressionante, até com um excelente texto, objetivo e lúcido aparece o pessoal do MIMIMIMI.
Oficial, Sargento, Cabo e Soldado... cada um têm a sua função na Força e logicamente deve haver uma valorização no salário conforme o nível de responsabilidade. O que me impressiona com os outros sargentos é que temos excelentes sargentos (com muito profissionalismo e dedicação, estes não ficam de MIMIMI e fazem seu trabalho muito bem) e temos sargentos muito ruins que não querem responsabilidade, trabalho e não solucionam problemas, mas que ficam chorando querendo mais salário e reclamando das regalias dos oficiais. Me lembro que ano passado tinha um sargento de seção que vivia falando mal do chefe (um capitão sem EsAO) e quando este tirou férias ficou 2 semanas respondendo pela seção, em 2 dias kkkkk ele tava pedindo arrego dizendo que era muito difícil, que o Cmt cobrava muito dele e que aquilo não era para ele, mas lembro que ele dizia toda hora que o chefe tinha regalia, mas nunca se atentou que tinha muita responsabilidade e cobrança também.
Existe uma hierarquia na carreira, concordo com um comentário acima de que quem estiver insatisfeito vá procurar outro emprego. Entrou pela EsSA porque quis, já que queria receber como oficial (apesar que eles não recebem bem também) e ter regalias como oficial que estudasse e passasse para a AMAN e fosse oficial. Ou era ignorante no assunto (e deveria ter se informado melhor) ou foi incompetente e não passou na prova. EU fui para a EsSA, pela tradição da família e pelo que representa o sargento, fiz minha opção e me sinto realizado e orgulhoso.
Amigos leiam o ótimo texto e reflitam livres de preconceitos, acredito que o EB está rumando no caminho certo, mas as mudanças demoram a se realizar numa instituição imensa como a nossa.
BRASIL ACIMA DE TUDO

Anônimo disse...

Senhores, esse texto prova duas suspeitas que já tinha: uma, que este blog do caro Montedo é mesmo um sucesso e atrai a todos os militares, independente do posto ou graduação. A outra é que as "operações psicológicas" do nosso EB estão atuando frente às inúmeras insatisfações de todos as praças. Pois que esse texto nada mais é do que uma peça de operação psicológica destinada a "acalmar" as insatisfações, sinalizando para as praças que "fiquem tranquilas, a situação de vocês vai melhorar, pode demorar um pouco, porque são coisas novas e levam um certo tempo...".

É texto do centro de operações psicológicas, não é de praça (que escreveu voluntariamente), coisa nenhuma.

Encerro, por hoje, citando mais um ditado popular: "me engana que eu gosto".

Anônimo disse...

Após quase seis meses, o trabalho do Adj Cmdo na minha OM ainda não apareceu, visto que o militar que exerce a função ainda não abriu a boca para falar com as praças sobre nenhum assunto.

1 Sgt Inf disse...

Concordo em algumas coisas do texto, mas lembro que o sistema do Exército Brasileiro funciona para que o Sub Ten não reaja e sim fique escravo do conceito dos seus Chefes, fazendo obedecer a tudo, sem nenhuma reação. Infelizmente é assim como funciona na nossa força. Esse cargo será mais uma fiscal dos praças do que um militar que vai lutar por nossos interesses. Isso não existe no EB.

Anônimo disse...

Esse não é sargento.

Anônimo disse...

Não é necessário nenhum cargo de Adj Cmdo para que os doutos Cmt's saibam o que está errado, basta eles lerem todos os dias os comentários deste blog, coisa que os S2 já foram orientados a fazer diariamente. Vejamos quais são os problemas:

1 - Salário - ESTÁ FORA DA ALÇADO DOS GENERAIS;
2 - Grande interstício na promoção das Praças do EB - ESTÁ DENTRO DA ALÇADA GENERAIS;
3 - Ausência de auxílio-moradia - ESTÁ FORA DA ALÇADA DOS GENERAIS;
4 - Sobre a quantidade e critérios de distribuição de PNR. Explico: se existisse auxílio-moradia o militar servindo na cidade de sua origem NÃO faria jus ao citado auxílio, correto ? Então porque é permitido que militares fiquem ocupando PNR indefinidamente nas suas cidades de origem enquanto militares de outros Estados são transferidos a contragosto e tem que pagar aluguel enquanto os que ocupam PNR alugam (auferem rendimento) os seus imóveis próprios ou financiados enquanto ocupam PNR ? ESTÁ DENTRO DA ALÇADA DOS GENERAIS;
5 - Má qualidade e higiene da comida servida às Praças - ESTÁ DENTRO DA ALÇADA DOS GENERAIS;
6 - Fraudes em licitações, motivo pelo qual a comida e eqp são de baixa qualidade e menor quantidade - ESTÁ DENTRO DA ALÇADA DOS GENERAIS;
7 - Falta de transparência (publicidade) dos critérios para movimentação de pessoal e ausência de cruzamento dos interesses dos militares versus a necessidade da instituição, inclusive na movimentação a pedido - ESTÁ DENTRO DA ALÇADA DOS GENERAIS;
8 - Falta de transparência e pessoalidade na pontuação atribuída pela Comissão de Promoção - ESTÁ DENTRO DA ALÇADA DOS GENERAIS;
9 - Má gestão dos recursos do FUSEX (fraudes em licitações) - ESTÁ DENTRO DA ALÇADA DOS GENERAIS;
10 - Carga horária de expediente menor. Explico: só nós milicos começamos a trabalhar às 7h ou 7:30 (já em forma), o que nos impede de levarmos nossos filhos à escola antes do expediente, o que muitas vezes acarreta mais uma despesa, dentre tantas, com transporte escolar para o(s) filho(s) em cerca de R$200,00/mês. Se o expediente, por exemplo, iniciasse às 8:30 a despesa de transporte poderia ser excluída do orçamento do militar. ESTÁ DENTRO DA ALÇADA DOS GENERAIS;

Então vejamos, de dez itens elencados apenas dois NÃO ESTÃO dentro da alçada dos nossos Generais, pois dependem de LEI cuja iniciativa é da Presidência da República. Os outros podem ser providenciados com gestões internas dentro da força, sem nenhum MIMIMI de político. Precisa de Adj Cmdo para dizer isso aos nossos Generais?

E outra coisa, num Exército burocrático como o nosso não tem muita serventia ter uma SUPER MILITAR líder das Praças para servir de pombo correio entre o Cmt de um quartel que na maior parte do ano fica empenhado em "missões" de faxina em formaturas internas ou então fazendo média com as prefeituras pondo os militares para fazer o trabalho de servidores civis. Talvez... talvez no dia em que o nosso Exército for realmente reestruturado para privilegiar as atividades operacionais em detrimento das atv burocráticas nos diversos departamentos, diretorias e funções burocráticas para alocação de militares aí então poderemos vislumbrar uma serventia para a figura do Adj de Cmdo.

Anônimo disse...

Também tive a mesma impressão sobre o texto acima que o anônimo de 15 abril às 18:07....Psi Ops

Anônimo disse...

Sempre olhei com desconfiança essa "nova função". Vejo em minha OM que o Adj Cmdo escolhido foi aquele que não iria dar "problemas" ao comando da OM. Adivinhem qual foi sua primeira ação? Alterou o horário do avançar ao almoço dos STen/Sgt: "para o pessoal do Aprov terem tempo de recompor a linha de servir".
Sinceramente, não queria estar no lugar dele, pois não é bem visto nem pelos oficiais - por acreditarem que só trará "choros" dos praças e participa dos bom dias da vida - nem pelos praças - por acreditarem ser um "infiltrado" do comando para levar as cabeças de bandeja ao Cmt.

Anônimo disse...

Aqui na minha OM tem a teoria do PLANETA DOS MACACOS,os macacos (praças) estão estão evoluindo cada vez mais,e pessoal da acadimia ,só nas conversinhas COS,PQD ETC...Tem meedo até de avaliar no SGD. Pois já etstaõ preparando um Danos Morais para dois avaliadores,que ignoraram a Portaria e não fizeram a entrevista e ainda avaliou 40 ST/sgt numa tarde.

Anônimo disse...

Estamos querendo copiar o que existe no Exército dos EUA, será uma longa caminhada de mudança de cultura. O que vemos em Brasília é que a Função de Adj Cmdo está sendo sendo disputada por Sgt e ST como mais uma oportunidade de se conseguir uns pontinhos para promoção, militar indicando seu amiguinho na maioria das vezes de outra OM, porque o que ocupa a função atual não é bem visto pelos seus pares da sua OM. Adj Cmdo deve ser obrigatoriamente da própria OM, pois não deve ser uma função para agradar o Cmt e sim para resolver assuntos os relacionados aos Praças da OM. O nosso sistema de valorização do mérito tem ser revisado urgentemente, da forma que se coloca, valoriza que já é valorizado, trazendo uma corrida desvairada dos St/Sgt por pontos, muitas vezes beneficiando os que estão mais próximos do Comando. O reflexo estamos vendo agora, turma de 91 vai chegar em Dez 16 com 100% da turma promovidos ao QAO, enquanto centenas centenas de ST de 90 é remanescentes não podem ser promovidos por tem terem pontos, excelentes profissionais estão indignados com a maneira subjetiva dos critérios a dotados pelas comissões de promoções. Nosso sistema tem que valorizar a massa e não a prirâmede. Vejo que muitos de nós exercem função diferente da prevista para graduação no QCP, e isso não é reconhecido, é encarada como missão, 10% do efetivo profissional exerce a sua função prevista correspondente a Grad no QCP, na maioria das vezes Sgt exercem até função de Oficial. O Adj Cmdo tem tudo para dar certo, desde que os praças se unam, da forma que sendo conduzido o projeto tomará outro rumo que não valorizará os praças.

Anônimo disse...

Foi de cansar lendo tudo o que foi escrito após o texto do “operador psicológico”. A conclusão a que se chega é que nós praças vivemos no melhor dos mundos. Não é preciso mudar nada.
Tudo passa por salário. Como se dinheiro transformasse um incompetente num super-profissional. Balela. Aquele que trabalha pelo que ganha, não merece o que ganha. A nossa realidade salaria é assim desde sempre e não vai mudar tão cedo. Todo mundo sabe disso. Então, não adianta ficar atirando pedra nas novidades.
Eu já trabalhei em escola e o que vi é que os revoltados, os prejudicados nas promoções, os perseguidos, os que sempre andam reclamando pelos cantos, são os mais incompetentes. Como não conseguem se impor, buscam uma bengala para a perna manca.
Assim, destes não há muito o que esperar, pois, como diz o ditado: de onde menos se espera é que não sai nada.
A função é boa. O tempo vai mostrar isso. Por ora, o ciúme vai rolar solto. Os revoltados por não serem eles os escolhidos vão latir, bater na mesa, encontrar uma oportunidade derrubar o péla-saco. Claro, farão tudo isso e em algum momento encherão a boca para dizer: “arma que mata sargento, tem divisa no cano”. Tem mesmo. O blog é a prova mais inequívoca disso.
A melhor noção que se pode dar a um reclamão é colocá-lo na função. Me lembro de um desses revoltados. Reclamava de tudo, chegava atrasado, criticava todo mundo. Colocado em uma função, teve que ser trocado porque perdia a paciência exatamente com... os iguais a ele.
Portanto, amigos, e inimigos também; mantenham a calma, pois o trem já está em movimento e não vai parar, apesar de vocês. Demorou para começar, mas os 20% que não ficam pelos cantos reclamando (são os péla saco, puxa-saco, agentes do comandante, etc.) e serão os escolhidos para a função, mais uma vez, farão o serviço por vocês, apesar de vocês.
Com o tempo, eles farão o sistema depurar. Isso significa, encontrar uma forma de mandar os lixões para casa procurar um emprego que lhes pague o quanto pesam (alguns pesam muito mesmo) ou acham que valem.
Mudo a frase do operador psicológico: “Revoltados, isso não é para vocês!”

Anônimo disse...

Para o Cmdo, o Adj Cmdo ideal deve ser cego, surdo e, principalmente, mudo.

Anônimo disse...

Boa noite, prezados leitores! Montedo, parabéns por manter a família militar informada, com seu clipping diário. Cada vez que dou uma passada nesses comentários, entendo o porquê de as coisas serem tão lentas no Exército (e no Brasil). Qualquer ideia de mudança, é prontamente combatida, pelos próprios integrantes da força, sem deixar testar. Tá cheio de Mãe Dinah, prevendo o futuro de todos os projetos. O dia que nós, os praças, lutarmos para ser valorizados como praças, talvez se vislumbrem mudanças. A grande maioria quer ser valorizado tendo a oportunidade de virar oficial. Senhores, esqueçam os oficiais! Vamos buscar ser valorizados como praças! Ainda sobre a função do Adjunto de Comando, ela está só no início. Uma boa maneira de se diminuir a distância do Cmdo para a tropa, será o fato de os Adj Cmdo participarem das reuniões de comando em todos os níveis da Força, dando a oportunidade de manifestação, fazendo com que os praças estejam mais perto das decisões e entendam a conjuntura em que elas foram tomadas. Como exemplo, até nas reuniões do Alto-Comando, cada Gen Cmt Mil A levará seu Adj Cmdo e será dada oportunidade para o mesmo. Isso se repetirá na reunião do seu Cmt OM com o Gen da Bda enquadrante, também como exemplo. Deixemos as mudanças virem. E desapeguemos do "na minha época era assim". Forte abraço e bom final de semana!

Anônimo disse...

Então quer dizer que a "turma de 91 vai chegar em Dez 16 com 100% da turma promovidos ao QAO" ????? kkkkkkkkk...não é bem assim Sr. Anônimo (15 de abril de 2016 22:08).... sou da turma de 91 e já estou indo para o 3º QA. Isso porque injustamente quem recebe a maior pontuação é quem já foi muito valorizado do tipo: serviu em Brasília (bem agarradinho num General), fez cursos (ganhou dinheiro), foi para missão no exterior (ganhou dinheiro), foi agraciado com inúmeras transferências (ganhou dinheiro)e ganhou várias medalhas (pacificador, OMM, etc...). Já o militar tropeiro que passou só se ferrando na tropa (administrando a miséria), que nunca ganhou nem um elogio verbal e tendo que se virar para cumprir as missões sem os meios necessários, aguentando desaforos de um Comandante relapso e tomando carga de Aspirante R2 do EIPOT, esse militar (St/Sgt), pelo sistema atual, praticamente não é valorizado.

Anônimo disse...

Ao invés de estarem mirabolando funções/encargos gratuitos, deveriam é pensar em construir/conseguir mais PNRs, principalmente para praças em capitais...Opa, pera aí, surgirá o iluminado dizendo que devemos mandar o diex para nosso comandante, avisando de como queremos ou devemos fazer nosso planejamento familiar...( tão duvidando, achando que foi ironia minha??, não foi - está nos posts anteriores) esse é o nível de pensamento "evolutivo" do nosso EB!!... E ainda tem quem acredita!

Anônimo disse...

Ainda que fuja do tratado na matéria, gostaria de fazer uma observação sobre o que ocorreu, recentemente, em minha OM, localizada em uma capital. Diz respeito à situação financeira, que tanto falamos mal, e está ruim. O comandante mandou que o S1 e o S2 elaborassem uma pesquisa sobre as condições financeiras do efetivo. Foi proposto um questionário, sem a necessidade de se identificar ao preencher, bem como feita uma estatística com dados dos espelhos de contra cheque, buscando número de dependentes, empréstimos e PJ. Dados tabulados, os números mostraram o seguinte: boa parte dos terceiros sargentos com empréstimos, feitos com finalidade fútil, como passar o carnaval em Salvador. Alguns, também, feitos para cobrir rombo no cartão de crédito. Outros, saídos da escola há pouco, casados, esposa não trabalha ou ainda está estudando e já com filhos. E a outra situação, ainda: separado,com filho, empréstimo e pagando PJ. Isso um militar com 23, 24 anos. Existiam capitães nessa situação? Claro que sim, mas a remuneração deles é o dobro. O mais interessante, de forma positiva, foi a situação de um 1º Sgt. Carro zero e pagando parcelas do consórcio de imóveis no qual adquiriu um apartamento de 3 quartos muito bem localizado, prédio novo. O Cmt chamou o graduado para conversar e tomou uma aula de planejamento financeiro. O Sgt saiu da escola para esta OM em questão. Comprou um carro modesto com a transferência EsSA-OM e morou na casa dos pais até os 30 anos de idade. Ao cair o salário no início do mês, aplicava determinada quantia e "se virava com o que sobrava", não deixando para aplicar "o que sobrava". Conheceu e namorou sua esposa desde o ensino médio, porém seguiram até os 30 anos namorando, cada um morando com os seus pais e ela estudando e trabalhando. Casaram e foram para a Amazônia. Ela arrumou emprego (ganhava um salário semelhante ao do marido), moraram em PNR, seguiram juntando dinheiro e três anos depois retornaram para a mesma cidade e OM. Quando estavam na selva foram contemplados com a carta de crédito de um consórcio de imóveis e compraram um apartamento ainda em construção, juntando com o dinheiro que tinham aplicado. Montaram uma casa básica, com poucos móveis e devagar iam melhorando. Somente hoje, com 36 anos ele e 33 a esposa estão grávidos do primeiro filho e ela segue com um salário semelhante ao dele. Frase deste sargento, posteriormente, quando o Cmt pediu que ele explanasse em reunião de quadros o seu bom exemplo: "Companheiros, parede sem alicerce cai, desaba". E é verdade. Tem Cel que vai para a reserva com 35 anos de serviço e não tem onde morar por ter feito gastos fúteis a vida toda. E não adianta ficar chateado, e a realidade. Imagina o 3º Sgt se não fizer um planejamento financeiro a risca, meticuloso, se encher de empréstimo, casar, separar, PJ. Resumindo: muitos dos nossos problemas, são decorrentes de nossa má gestão. Infelizmente, temos que nos privar de muitas coisas no presente para ter o futuro. Planejamento é tudo. Ainda, após esse esforço do comandante em alertar para a necessidade de planejamento financeiro e familiar, mostrando um bom o exemplo, o que mais se vê é soldado recém engajado mandando DIEx de inclusão de dependente econômico e 3º Sgt e Aspirantes dizendo que não vão guardar dinheiro porque "só se vive uma vez e não se leva dinheiro para o caixão". E assim seguem com empréstimos, noites de R$ 400,00, carro com prestação de R$1000,00. Depois estarão aqui nos comentários do Blog do Montedo, pedindo aumento de salário.

Anônimo disse...

O Adjunto de Comando tem que ser um sujeito totalmente passivo diante dos oficiais .... kkkkk passivo foi "flórida".....mas é isso...tem que ser um camarada submisso que não traga problemas para o Comando e, de preferência preste culto ao seu comandante fazendo-lhe oferendas periódicas, tais como: entregando praças de bandeja e dando sugestões, mesmo que rolhas, mas que agradem o comandante. Caso contrário o Adjunto de Comando não sobreviverá pois sairá da função totalmente carbonizado.

Evandro Almeida disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Anônimo disse...

"(...) estão grávidos do primeiro filho (...)".

Estão grávidos é ótimo!

Anônimo disse...

"(...) até nas reuniões do Alto-Comando, cada Gen Cmt Mil A levará seu Adj Cmdo e será dada oportunidade para o mesmo. "

Incrível como reina a ingenuidade. Quem já serviu com oficial general, ali do lado, sabe o "apreço" que eles têm com as praças. Agora imaginem o Alto-Comando do EB seguir sugestão de praça que favoreça praça!

Senhores, sejamos mais realistas. Concordo que um dia a vida profissional das praças será valorizada, porém vai demorar e não será por iniciativa de nossos comandantes, mas de terceiros, através de projetos de leis de reestruturação das Forças Armadas. Alguém aqui acha que foram os nossos comandantes que se preocuparam com os colegas QE e os promoveram à graduação de 2º Sgt? Negativo. Foram terceiros, através de lei.

Simples assim.

Anônimo disse...

Ao Comentarista 16 de abril de 2016 00:40;

Paparicar oficial das forças armadas há de ser um profissão bastante rendosa para graduados.

A falta de profissionalismo nas FFAA torna o graduado uma mucama de luxo de oficial.

É razoável para qualquer ser humano almejar um carro zero, um apartamento ou uma viajem de carnaval para Bahia.

Estas pequenas ambições é que tornam toleráveis e aceitáveis a subordinação de um graduado a um pústula qualquer, a horas extras não pagas, a insalubridade não pagas, a fundo de garantia não pagos... e outros tantos benefícios negados.

Nos primórdios da humanidade os mais fortes comandavam, falo de força física, tônus muscular, garanto a todos que quando um 3º sargento recém saído da escola acata e cumpre uma ordem de um pústula qualquer, não é no regulamento que está pensando, e sim , no carro zero, no apartamento novo, no limite do cartão de crédito, nos seios e curvas fartas de uma mulher que lhe renderá um bela Pensão Judicial.

O S1 e o S2 das unidades do exército deveriam saber que o dinheiro compra tudo, até mesmo um exército.

Esta é a minha opinião!

Anônimo disse...

Bom dia a todos!

Concordo com o comentaristas do 16 de abril de 2016 00:40, se não vejamos:

O que os graduados precisam é de um boa educação financeira, tal como o Comandante da Om do comentarista proporcionou ao praça pródigo.

Os oficiais e Comandantes em gerais deveriam ensinar ao praças a ocuparem PNRs, ganharem felpudas diárias, ajuda de custo, permanentes promoções e transferências, sem falar nas regalias inerentes.

Um boa educação financeira é sine qua non para que os graduados aprendam a viver com seus soldos, tal como o Comando e o Oficialato.

O Comentarista do 16 de abril de 2016, 00:40 é brilhante! Parabéns!!!!

Anônimo disse...

Calma meu amigo da Tu 1991, reforça sua contas se vc não sair em Jun 16, sairá conterá em Dez 16, verá que tem menos de 20 de sua Tu para serem promovidos, aguarde e verá, a DAPROM será Obrigadaa lhe promover .

Anônimo disse...

O Adjunto será escolhido em votação por todos os graduados da Unidade??? ou seria muito democrático?

Anônimo disse...

Meu amigo isto não vai acontecer, está função será sempre passada para o amigo que exerce a função atual, que nem sempre é da mesma OM, dúvida, tenho provas que isto está acontecendo em Brasília, infelizmente. Concordo com você a escolha deveria ser um St/Sgt da própria OM, o critério pode ser discutido, porém, ao meu ver a melhor escolha seria um praça quem tenha um bom relacionamento com todos, seja respeitado pelos pares e subordinados.

Anônimo disse...

Vai trabalhar na iniciativa privada mano. Quem sabe la eles te valorizam...

Anônimo disse...

Kkkkkkkkkk
Sabe o que acho engraçado? Essa nova função veio pra dar um proximidade maior com a tropa. Ponto final. Sem nos alongarmos em "análises profundas". E mesmo assim ainda tem gente que reclama, sem nem ter visto o efeito disso. O problema da classe, amigos, é interno.
Ten AMAN 2012

Anônimo disse...

A minha sugestão para a seleção do Adj Cmdo é o critério da LIDERANÇA PARA COMANDAR OS CHURRASCOS DA OM. Militar babão, moita (mudinho) e aquele que nunca opina sobre nada mesmo vendo algo errado a um palmo do rosto não devem ser os perfis a serem selecionados. Já que não temos guerra para selecionar os líderes em campo, vamos então selecionar os LÍDERES AGREGADORES DO CHURRASCO E DO FUTEBOL !!!

Anônimo disse...

Oligofrenico, você já viu alguem que recebe salário digno, no EB (quer que eu desenhe quem é ?), reclamando pelos cantos? Logico que não. Então, entendeu a matemática financeira ligada ao lado psicologico dos"leões de alojamento"? É só buscar dignidade.

Anônimo disse...

Ué, não sabia que pra estar no exército devia ter feito voto de pobreza e celibato. Camarada, isso é vida real. Quem pode mais, um menino saido da academia com seis mil reais ou saido de escola de formação com tres mil reais? Pra quem vai fazer mais falta pagar mais de R$ 1300,00 reais de aluguel? É devido a bossais como você que o caldeirão está fervendo.

Anônimo disse...

Use tua regua com vc, frustrado!

Anônimo disse...

Vai pra academia marombar entao ou toma bomba.

Anônimo disse...

Esse pessoal é tão carente que ficam esperando que apareça um líder perfeito (talvez um príncipe montado em um cavalo branco) que irá resolver todos os seus problemas. Arregaçar as mangas e começar a fazer? Difícil pra esse povo. Sequer deram chance para que a nova função progrida e já estão criticando e metendo a lenha. Porque não fazem vocês, "os leõezinhos de alcova," alguma coisa? Chamamos outros de babões, puxa-sacos, tudo pra esconder a verdade de que vocês são uns parasitas incapazes de produzir algo de útil. Procurem outro emprego. Assistiram o Globo Repórter ontem? Vão consertar bicicleta, costurar pra fora, vã vender sutiã e calcinha de porta em porta. Mas pare de encher o saco.
E pra quem não sabe, o Adj Cmdo não foi criado pra ser representante sindical nem mensageiro de Sgt. A função foi criada pra chibatear essa raça de mulambo gordo que não faz nada no EB e ainda fica reclamando.

Anônimo disse...

O Adjunto de Comando será igual ao pequeno príncipe, perdido entre vários mundos e acreditando que tudo que é dito pelo seu comandante é a mais pura verdade cristalina. Para os desinformados o Sgt MWF não passa de mais um trabalho de operação psicológica dirigida aos sargentos de carreira. Em tempo, existe uma unidade destinada para tal fim, ela fica orbitando no paralelo goiano de Brasília. Mas, enquanto isso no país das maravilhas, cada dia que se vê, como já foi dito, é que se tem mais OTT nas OM; Puro nepotismo eivado de legalidade!? Mas! Aonde está o MPM para verificar tal arbitrariedade!?

"São tão simples os homens e obedecem tanto às necessidades presentes que quem engana encontrará sempre alguém que se deixa enganar”

Nicolau Maquiavel

Anônimo disse...

se esse camarada conseguir colocar o pessoal da banda/fanfarra na escala já ta de bom tamanho...espero que os músicos não babem o ovo deles também, afinal, são sargentos.

Anônimo disse...

Se a capacidade de ideias e argumentação dos integrantes do nosso EB andar em paralelo com a dos comentaristas desta matéria, a tendência é piorar nossa situação. Poucos com argumentos racionais e com conhecimento da situação. O negócio é reclamar, e reclamar. O general que de seu jeito, "tenho que sair da EsSA ganhando 10 mil" por mês e ainda vou seguir reclamando. Leio um comentário lúcido sobre planejamento financeiro, abordando as besteiras que o pessoal novo faz, seja oficial ou praça (incluindo Cb e Sd) e abaixo inúmeras críticas. Vejo o EME propor uma mudança e criar uma nova função, em fase de testes ainda, e já sepultada por integrantes da "empresa". Um invejismo e caldeirão raivoso. Sigam reclamando, sigam casando e fazendo filho sem planejar, pagando PJ, batendo carro sem segur, achando que tudo isso é normal. Ganhem R$ 3000,00, gastem R$ 4000,00 por mês e depois chorem por aumento. Vão longe. O que mais chateia é o reclamar sem racionalidade e realismo. Qualquer ideia, no embrião ainda, é passada na guilhotina. Dicífil!

Anônimo disse...

Ao anônimo de 16 de abril de 2016 09:47.

Não sou o autor do comentário que você criticou, mas para contribuir: hoje em dia é comum escutarmos a expressão “casal grávido” para abarcar não somente a transformação física da mulher, mas também o imaginário e o emocional de ambos os parceiros no âmbito individual e do casal, neste processo de engravidar. Um livro ou uma consulta a um artigo escrito por profissional de saúde, as vezes agrega. Criticar por criticar, é o que vemos na caserna. Você deu um belo exemplo de como andam as ideias dos nossos militares. Tu ouviste uma expressão nova e já foi, de imediato, falar mal.

Anônimo disse...

Quem gosta de farda é maria batalhão. Militar gosta de dinheiro.

Anônimo disse...

Cuidado com a palavra "chibatear", pois a história ensina o que pode acontecer com as minorias que abusam de uma força que, no final, não é tão grande assim.

Anônimo disse...

Boa!

Anônimo disse...

Agora fazem questão de mencionar as tão sagradas divisas do US Army. Não passa de mais um trabalho voltado para os praças de origem das escolas militares, tentando seduzir os incautos que nada acontece de errado dentro das Forças Armadas.

"São tão simples os homens e obedecem tanto às necessidades presentes que quem engana encontrará sempre alguém que se deixa enganar”

Nicolau Maquiavel

Anônimo disse...

No caso do EB? Nada. Pois so tem banana em forma...

Anderson Borges disse...

Um sonho utópico, pois a realidade é bem diferente. Na pior das hipóteses serviria como mais uma graduação para barrar o acesso do praça ao QAO.

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