29 de abril de 2016

Tocantins: soldados do Exército são transferidos para Brasília após passarem mal

Cinco jovens tiveram mal-estar e convulsões durante exercício.
Batalhão diz que um deles está em UTI; os outros apresentaram melhora.

Do G1 TO
Militares do exército passaram a manhã em treinamento no batalhão em Palmas (Foto: Carlos Moreira/ TV Anhanguera)Quatro militares que estavam internados em hospitais de Palmas foram transferidos para Brasília (DF). O outro soldado está internado em uma clínica particular da capital. Eles passaram mal após uma marcha de 12 km realizada pelo 22º Batalhão de Infantaria na última segunda-feira (25). Os homens apresentaram mal-estar e convulsões.
O Exército informou que a transferência foi feita na noite desta terça-feira (26). Conforme a corporação, Bruno Rodrigues Pereira está na UTI do Hospital das Forças Aramadas (HFA). Na enfermaria da mesma unidade está Silas Vilarins da Costa. Ele tinha previsão de alta do Hospital Geral de Palmas (HGP) e foi levado para fazer mais exames.
Os soldados Diego dos Reis Cajueiro e Danley Wesley Barbosa Gomes estão no Hospital Santa Lúcia, também em Brasília. Eles apresentaram melhora no quadro clínico, estão conscientes e orientados.
O único militar que continua em Palmas é Gabriel Carvalho Veloso, que estava no HGP e foi transferido para o Instituto Ortopédico de Palmas (lOP). Conforme o Exército, ele também apresentou melhora no quadro clínico. "O 22° Batalhão de Infantaria tem prestado todas as informações e assistência às famílias."
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Entenda
O Exército abriu uma investigação para apurar o que aconteceu com cinco militares do 22º Batalhão de Infantaria no Tocantins. Eles passaram mal após uma marcha de 12 km que durou três horas e foram internados em dois hospitais de Palmas. Conforme a corporação, 420 homens participaram da mesma atividade.
Depois da marcha, os soldados almoçaram e descansaram antes de saírem para fazer uma outra atividade. Nesse momento apresentaram os sintomas de mal-estar e convulsão.
G1/montedo.com

2 comentários:

Anônimo disse...

Cabeças vão rolar. Apesar de tantas recomendações feitas .... bah !

Anônimo disse...

Na verdade os recrutas recebem instruções com o uso do cantil e não fazem a esterilização. Marcha de 12Km é muito incomum fazer com que um grupo fique com esses sintomas descritos na reportagem, com certeza existem vários guerreiros que tomam energéticos, suplementos, achando que é a execução de uma marcha seja um bicho de sete cabeças, tudo tem que ser analisado, se já não foi. O Exército possui na atualidade, apesar de baixos salários e desistimulo para prosseguir na carreira um corpo de profissionais Oficiais e Sargentos que fazem tudo dentro do previsto, com alta qualidade na instrução mesmo sem meios para auxilia-los nisso.

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