12 de setembro de 2015

Jovem fura bloqueio, atropela batedor e é morto por militar da Marinha no RJ

Jovem morre após ser baleado por militar da Marinha na zona norte do Rio
Vítima furou bloqueio e atropelou batedor que fazia segurança de carreta 


Rio - Um jovem morreu após ser baleado por um militar da Marinha na noite desta sexta-feira (11), na Ilha do Governador, zona norte do Rio. A vítima foi identificada como Felipe Jordão da Silva Ferreira, de 21 anos. Segundo testemunhas, Felipe foi atingido por um disparo depois que furou um bloqueio e atropelou um batedor que fazia a escolta de uma carreta.
De acordo com familiares, o jovem trabalhava como cobrador de transporte alternativo. Parentes e amigos se desesperaram quando foram informados sobre a morte do rapaz. 
Segundo a Polícia Civil, um inquérito foi instaurado para apurar as circunstâncias da morte de Felipe Jordão da Silva Ferreira. De acordo com informações da Delegacia de Homicídios da Capital, foi realizada perícia no local e testemunhas estão sendo ouvidas. O militar que atirou já foi ouvido, mas o conteúdo do depoimento não foi divulgado. Além disso, a arma dele foi apreendida para confronto balístico.
Em nota, a Marinha informou que “militares que realizavam a sinalização de uma via durante a escolta de uma carreta foram surpreendidos quando um veículo, em alta velocidade, furou o bloqueio e atropelou um dos militares na Ilha do Governador. O outro militar, que também realizava a escolta para o transporte de um blindado do Corpo de Fuzileiros Navais, reagiu disparando um tiro contra o veículo que furou o bloqueio.”
O segundo-sargento fuzileiro naval Wanderson Almeida Noia de Oliveira, que foi atropelado, foi levado para o hospital Naval Marcílio Dias, onde está em observação. Já o autor do disparo não teve o nome divulgado. 
A irmã de Felipe, Fernanda Jordão, que estava no banco do carona, foi encaminhada para o hospital em estado de choque. A jovem estava inconformada com a morte do rapaz. 
— Ele não tentou fugir. Ele estava em alta velocidade e com um pouco de sono. Ele ia parar, não queria atropelar o cara. Mas ele levou o tiro. Foi tudo muito rápido, não teve explicação.
No comunicado, a Marinha confirmou que foi instaurado um IPM (Inquérito Policial Militar) para apurar os fatos.
R7/montedo.com

7 comentários:

Anônimo disse...

No wats app tem fotos desse garoto ai fazendo simbolo de uma facção criminosa do rio de janeiro, com fuzil e usando drogas....não era um simples cobrador...

Anônimo disse...

Cobrador de Van é subemprego e, principalmente se for pirata.
Não respeitou a sinalização do batedor (que pode SIM parar o trânsito, numa missão dessas).
Motorista sem CNH, com papo pra boi dormir da irmã. Diz que estava correndo, mas não muito e que estavam com soninho.
Mas esperemos o desenrolar da historia. Olho no jornal extra que já está cololocando o anjinho como vítima, anjinho este que faz apologia ao crime no Facebook.

Anônimo disse...

Dever cumprido. Vamos ver se os altos coturnos terão saco roxo para apoiar seu subordinado.

Anônimo disse...

Só foi feito o previsto pelo militar, a segurança da carga e da tropa. Legitima defesa...

Anônimo disse...

Atitude correta do militar que atirou em legítima defesa própria e de terceiros. Espera-se que o Cmt e os oficiais da marinha demonstrem lealdade ao seu subordinado.

Anônimo disse...

Já foi aberto IPM, e já se sabe que o encarregado é oficial. Sabemos muito bem como eles conduzem IPM pra oficial, e qual o tratamento que dão pra praça nesses inquéritos. E outra, não tem essa de oficial apoiar o praça não viu, pq o processo vai pra justiça militar, e sabemos muito bem como é essa "justiça". Espero muito que esse militar seja absolvido por legítima defesa, mas estou um pouco desconfiado que vão querer entubar o militar. Boa sorte companheiro praça, porque você vai precisar.

Anônimo disse...

Militar está correto e tem o apoio da maioria de Praças e até Oficiais. Agora, esperar o apoio de altas autoridades..... aí já é outra conversa.... pois a prioridade de político não é a verdade, não são os amigos ou a família, mas sim a CARREIRA. As decisões da maioria deles é baseada nisso.

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