8 de dezembro de 2015

Cabo do Exército mata ex-cunhado a tiros em Manaus

Cabo do Exército é preso em flagrante acusado de matar o ex-cunhado a tiros
Crime ocorreu na noite de sábado (5), na Colônia Oliveira Machado; suspeito foi preso no hospital
Carla Albuquerque - DEZ Minutos 
Manaus - Um cabo do Exército identificado como Antônio Serginelson Alves Pereira, de 22 anos, foi preso em flagrante na madrugada de domingo acusado de matar o ex-cunhado dele, Hélio de Souza Braga, 24, após uma briga na casa onde a vítima morava, na rua Monteiro Maia, na Colônia Oliveira Machado, zona sul de Manaus.
O crime ocorreu por volta das 22h30. Hélio ainda foi socorrido, mas morreu no SPA Chapot Prevost, vítima de três tiros que atingiram a cabeça, o peito e tórax. Antônio Serginelson também foi para o mesmo local, onde foi atendido por conta dos ferimentos na briga com o ex-cunhado, mas após ser medicado foi preso em flagrante e conduzido ao 14o Distrito Integrado de Polícia, onde o crime foi registrado.
Darlhes Souza Braga, de 21 anos, é irmã de Hélio e ex-mulher do cabo. Ela disse que testemunhas relataram a ela que Hélio estava passando na rua quando Antônio, em uma moto, acompanhado de outro amigos, deu um tapa na cabeça dele. Sob efeito de bebida alcoólico, Hélio chegou em casa e disse que iria se vingar do ex-cunhado. Segundo Darlhes, antes que Hélio fosse atrás de Antônio, o cabo apareceu no local e eles começaram a brigar.
A irmã da vítima relatou que os dois trocaram empurrões e Hélio usou uma garrafa para acertar diversas vezes Antônio, que estava armado e disparou contra o ex-cunhado. Após acertar Hélio, Antônio subiu na moto e fugiu, indo para o SPA receber atendimento. O atual namorado de Darlhes, cujo nome não foi revelado, ainda levou Hélio para o mesmo local, mas ele acabou falecendo.
Viaturas da Polícia Militar que passavam pelo local do crime na hora do acidente foram em busca do cabo do Exército, que foi preso logo após receber atendimento. Encaminhado ao 14o DIP, ele prestou depoimento e, segundo a Polícia Civil, ficará preso sob a custódia do Exército.
D24am/montedo.com

Um comentário:

Anônimo disse...

Se realmente o fato ocorreu como descrito o Cb agiu em legitima defesa.

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