18 de dezembro de 2015

Soldado do Exército assassinado no RS foi atraído para encontro marcado pelo WhatsApp da namorada

Preso no RS suspeito de matar militar após marcar encontro pelo WhatsApp
Suspeito usou o aplicativo para se passar por sua ex-companheira.
Mulher havia conhecido a vítima em uma festa 5 meses após fim de relação.
Axel servia no 3º Regimento de Cavalaria de Guardas
Um jovem de 21 anos foi preso nesta quinta-feira (17) pelo assassinato do soldado do Exército Axel Fabrício Muniz Mendes, também com 21 anos, em Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre. Segundo a Polícia Civil, o suspeito usou o aplicativo WhatsApp para se passar por sua ex-companheira, que havia conhecido a vítima em uma festa, e marcar o encontro.
"É uma situação repugnante termos um soldado do nosso Exército morto por um traficante. Ele sabia, e não se importou com essa condição de extremo respeito", lamenta o delegado Marco Guns, responsável pelo caso.
O suspeito, que confessou o crime na delegacia, atuava como traficante, e foi preso outras quatro vezes pelo crime. Ele havia terminado um relacionamento com a mãe de seus quatro filhos há cerca de cinco meses, e ainda a encontrava quando iria buscar os filhos. Em uma destas ocasiões, tomou o celular dela e descobriu uma troca de mensagens com Axel. "Ele deu um soco na cara dela e disse que iria matar aquele 'milico'", disse o delegado.

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O crime aconteceu por volta da 1h30 de quarta-feira (16) no Bairro Mathias Velho, nas proximidades de onde Axel morava. No local, disparou quatro tiros contra o soldado.
"Na delegacia preso, ele disse que agora a mulher pode até ficar com outros caras, mas não com esse, que está morto. Ele não tem qualquer arrependimento. Ameaçou a mulher de morte em frente aos policiais. Disse que domingo é o primeiro dia de visitas na prisão e, se ela não fosse visitá-lo, ele mandaria alguém matá-la", relatou o delegado.
G1/montedo.com

3 comentários:

Anônimo disse...

Sei de tudo que podem dizer mas, em certos acontecimentos, me dá uma saudade do tempo do regime militar que chega me dar uma dor no coração.

Anônimo disse...

Miltar das FFAA tambem é titulo de merito para bandido quando mata um de nos infelizmente.
Cade a lei mais dura para bandido que mata militares, policiais, e agentes de segurança penitenciaria e guardas municipais...
Espero que funcione, porem foi um irmão de farda que se foi.
Descanse em paz...

Anônimo disse...

Tempos "modernos", muita tecnologia, muitos direitos, muita liberdade e a marginalidade aproveita, pois não obedecem a ninguém, ou melhor, só a lei da bandidagem que é cruel e implacável. As jovens se empolgam com a ostentação de alguns ou simplesmente pelo "poder" que eles tem na área de atuação. Depois acham que vão separar e viver tranquilamente para procurar um novo "amor". Ele sabe que logo estará solto, de novo, e irá infernizar a vida da mulher até matá-la. A Lei Maria da Penha, infelizmente fica só no papel, como muitas outras. Não tem como proteger as mulheres. Isso só funciona em países desenvolvidos.

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