3 de dezembro de 2015

Justiça Militar recebe denúncia contra traficantes suspeitos da morte de militar na Maré

Cabo do exército foi morto no ano passado durante patrulhamento da Força de Pacificação
A Justiça Militar da União recebeu a denúncia contra os suspeitos de assassinar o cabo do Exército Michel Augusto Mikami, de 21 anos, nesta terça-feira (1°). O militar foi morto em novembro do ano passado, no Complexo da Maré, zona norte
Os seis integrantes do grupo criminoso envolvido na morte foram denunciados por homicídio qualificado e estão foragidos. De acordo com a denúncia oferecida pelo MPM (Ministério Público Militar), Mikami foi morto quando a Força de Pacificação da Maré fazia um patrulhamento a pé na comunidade da Vila Pinheiros. Na ocasião, o 1º Pelotão, do qual o cabo fazia parte, foi convocado para apoiar o 2º Pelotão, que estava detido por causa dos tiros dos traficantes
Mikami foi emboscado por traficantes no trajeto e foi atingido na cabeça. O laudo de balística mostra que a bala ficou inserida no capacete do militar. O material era incompatível com o armamento utilizado pelas Forças Armadas brasileiras
De acordo com as investigações, a Vila Pinheiros era um local usado pelo 'gerente geral' de uma facção para fazer reuniões com os 'gerentes' da organização criminosa, que eram de outras comunidades. No dia do crime, estava ocorrendo um dos encontros. Quando a tropa se aproximou, os criminosos atiraram contra os militares
De acordo com o Superior Tribunal Militar, a promotoria caracterizou a ocorrência de tentativa de homicídio contra outros treze militares integrantes do pelotão do Exército atingido na emboscada
O militar servia no 28º Batalhão de Infantaria Leve, em Campinas, interior de São Paulo. Na época do crime, Mikami recebeu os primeiros socorros e foi encaminhado para a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) da Vila São João. Em seguida, ele foi transferido para o Hospital Central do Exército, em Benfica, mas não resistiu e morreu.
R7/montedo.com

2 comentários:

Anônimo disse...

Que a justiça seja feita...

Anônimo disse...

E aí! Vamos caçá-los ou não?

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