2 de setembro de 2015

MS: 1.500 homens do Exército estão atuando na área de conflito entre indígenas e produtores

Exército deve empregar até 1.500 homens em área de conflito
Até 1.500 militares serão usados para evitar conflitos no sul do Estado. (Foto: Marcos Ermínio)
Thiago de Souza
A 4ª Brigada de Cavalaria Mecanizada do Exército foi mobilizada, nesta terça-feira (1), para executar a Operação Dourados, que abrangerá as cidades de Antônio João, Bela Vista, Aral Moreira e Ponta Porã. De acordo com o CMO (Comando Militar do Oeste) o objetivo da ação que contará com até 1.500 homens é preservar a ordem pública e evitar conflitos entre grupos indígenas e produtores rurais no sul do Estado.
A intervenção militar começou no domingo (30) após pedido do Governo do Estado e autorizado pela presidente Dilma Rousseff. A 4ª Brigada tem sede em Dourados e o efetivo empregado na operação pode variar, dependendo da evolução dos acontecimentos.
A base de apoio logístico começou a ser montada, na tarde desta terça-feira, na entrada das fazendas Fronteira, Barra e Cedro. Neste local há um posto de bloqueio e controle de acesso, mas trânsito vai permanecer livre.
Ainda nesta tarde o Exército disse que iria sobrevoar a aldeias e fazendas ocupadas. Na BR-364, os militares colocaram redutor de velocidade, também próximo a entrada das fazendas. Até o momento, cerca de 250 militares do exército haviam sido empregados na segurança da região.
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CAMPO GRANDE NEWS/montedo.com

Imagens da destruição promovida pelos invasores na fazenda Primavera, na última quinta-feira (27):

6 comentários:

Anônimo disse...

Uma perguntinha: Não seria o caso de empregar a Força Nacional? Ou me enganei?

Anônimo disse...

Já passou da hora de colocar ordem na casa. Índios e sem terras acham que podem fazer o que quiserem e não serem culpados de nada. Sorte deles que os fazendeiros não reuniram pistoleiros e reagiram, afinal é o patrimônio deles. E a FUNAI não consegue intervir antes que essas coisas aconteçam? Como vão cobrar dos índios? Com o Lula já disse no passado, se não reagir, lutar,protestar os políticos não fazem nada.

Anônimo disse...

Para conhecimento: a colheitadeira da segunda foto tem seu valor em 600.000,00 (seiscentos mil reais). Quem pagará pelo prejuízo?

Anônimo disse...

O país é sem dono terra de ninguem e da corrupção...
Indio, sem terra e quem quiser faz qualquer coisa e não dá em nada...
As leis favorecem isso e todos sabem...
Agora quem arca com os prejuizos, quem arca com o GLO utilizado? Por que o EB e não a guarda nacional que é tão falada e pouco empregada, só usada como propaganda.

Anônimo disse...

Montedo, estas fotos não são da área de Antonio Joao, estas maquinas queimadas ocorreu no paraguai. Indigenistas estam processando produtores da regiao de Ant Joao por terem associado estas imagens com a invasão em Ant Joao.

Anônimo disse...

Será que os índios ficariam, digamos, com raivinha se os fazendeiro invadissem as aldeias e ateassem fogo nas tabas e veículos deles? Certamente apareceriam ONG's e defensores dos direitos dos "outros". Se algum fazendeiro invadiu e expulsou índio, também não justifica essa ação. Chama a FUNAI que existe para isso.

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