17 de fevereiro de 2016

Russo que invadiu o CIGS é condenado a um ano de detenção

Russo é condenado à prisão após invadir área militar em Manaus
Homem invadiu o Centro de Instrução de Guerra na Selva (Cigs), em 2013.
Ele foi condenado a um ano de detenção, mas pode recorrer em liberdade.
Do G1 AM
Um russo foi condenado a um ano de detenção por invadir o Centro de Instrução de Guerra na Selva (CIGS), em Manaus, no ano de 2013. O homem foi condenado por unanimidade pelo Superior Tribunal Militar (STM), mas, pelos bons antecedentes, poderá recorrer em liberdade. O julgamento ocorreu no início deste mês.
De acordo com informações divulgadas pelo STM, o homem foi preso em flagrante após pular o muro do Centro, em abril de 2013. Ele foi denunciado à Justiça Militar da União pela prática do crime de ingresso clandestino em quartel, previsto no artigo 302 do Código Penal Militar.
O rapaz cumpriu prisão provisória até junho de 2013. No julgamento em primeira instância, o acusado foi absolvido por maioria de votos. O Conselho Permanente de Justiça acatou o argumento da defesa de que o russo não tinha conhecimento de que estava entrando em área militar. Em interrogatório, o réu justificou que pensava ser o local um zoológico, razão pela qual não imaginava que estava cometendo um ato ilícito.
Contudo, o Ministério Público Militar (MPM) recorreu da decisão e pediu a condenação do réu. Segundo o MPM "restou suficientemente comprovado que o civil (...) penetrou no Centro de Instrução de Guerra na Selva – estabelecimento militar -, por onde era defeso e não havia passagem regular".

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O relator do caso no STM, ministro Cleonilson Nicácio Silva, afirmou que, ainda que o acusado não tivesse condições de identificar a proibição, “o muro escalado era protegido por arame farpado, não sendo razoável imaginar que qualquer pessoa, nacional ou estrangeira, desconhecesse que estaria invadindo local proibido”.
Por ser primário e ter bons antecedentes, foi concedido ao réu o direito de recorrer em liberdade. O Plenário determinou que fosse descontada da pena de um ano detenção o tempo que o estrangeiro cumpriu prisão provisória.
G1/montedo.com

Nota do editor

O jornalista Denis Alexandrovich Saltanov (foto ao lado) retornou para a Rússia em junho de 2013, após permanecer preso por quarenta dias em Manaus.

5 comentários:

Anônimo disse...

A Justiça Militar tem mesmo que justificar a fortuna que recebe pelo pouquíssimo trabalho que faz. Tenho certeza que os comentários, para valorizar o assunto , são: "Os russos invadiram o CIGS"; "Os russos estão querendo saber nossos segredos militares"; tá de brincadeira!

Anônimo disse...

Esse russo de bobo e besta, não tem nada. Se fosse eu que tivesse invadido tinha levado um tiro. Essas "carniças" invadem Manaus vindo de tudo quanto é beco dos países deles. É um monte de "mochileiro" solto pela cidade se fazendo de turistas. Procuram os lugares mais escondidos e baratos e vivem pelas ruas se embriagando, pulando muros e fumando até cocô de cachorro.

Anônimo disse...

Justificar com 40 dias ??? Deve estar rindo da nossa cara lá na Rússia. ...

Anônimo disse...

Estive em Manaus ha alguns anos atrás e turistas mesmo não vi pelo centro da cidade. Os endinheirados vão para hotel caro famoso lá no meio da floresta. Eu vi muito foi andarilhos estrangeiros, fedorentos, sujos, com mochilas imensas e até em ônibus adaptado para andar em lamaçal.Procuravam hotéis bem baratos pelo centro, geralmente os que tinham quartos coletivos ou em porões. Vivam a noite em bares suspeitos fumando tudo e vi uma que já tinha até filho com brasileiro e isso lhe permitia ficar no Brasil.Alguns hotéis tinham guias que levavam essa turma para acampar na floresta por alguns dias e só Deus sabe o que rolava por lá.Facilmente podem ficar no pais se fingindo de camelôs ou nos cruzamentos fazendo algum malabarismo. Agora o cara vai pular o muro de quartel achando que é zoológico? Conta outra. Devia ter pulado era no lago cheio de jacaré.

Anônimo disse...

Que segredos militares há no CIGS? Acho que andam vendo filmes de espionagem sobre a guerra fria em demasia. Afirmar que existem segredos militares no CIGS é superestimar o nosso paupérrimo EB.

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