3 de março de 2016

Subtenente do Exécito é executado com dez tiros em Rondônia

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Porto Velho (RO) - João da Rosa, 67 anos, subtenente da reserva do Exército, foi assassinado com dez tiros manhã da última terça-feira (1), na Avenida Jatuarana, Zona Sul de Porto Velho. O militar morreu dentro do próprio carro. Os dois atiradores fugiram e não haviam sido localizados pela polícia até a tardes desta quinta-feira (3).
O militar era da turma de 1977 da EsSA, da Arma de Cavalaria.
Com informações do site Rondônia Agora

4 comentários:

Lopes disse...


Com a palavra o Exército, usem o pessoal apropriado para investigar o assassinato do ST, e não adianta dizer que é competência das Polícias, pois se fossem Coronel, Major etc...investigariam, botem na rua o pessoal da 2ª Seção e entreguem os marginais á Justiça!

Anônimo disse...

2ª Seção na rua para investigar morte de coronel, major...é ruim, hein!


Pelo menos, o pessoal dessa área que conheci nas OM não teria nem competência, nem vontade, ou mesmo autorização para isso.

Anônimo disse...

Já morei nessa cidade e, naquela época, já tinha um índice de violência alto, alimentado principalmente pelas drogas trazidas pela fronteira com a Bolívia. Hoje, deve estar pior, pois a população cresceu muito devido a construção das usinas hidrelétricas.Um terceiro sargento da aeronáutica, recém chegado, foi vítima de sequestro e levaram tudo do apartamento dele, enquanto os meliantes ficaram apontando armas na cabeça dele.Fazem uns cinco anos, acho.O rapaz ficou em pânico depois.Nas grandes cidades, a violência está descontrolada. Em Belém,morrem uns dois, três, quase todo dia, fora os sequestros relâmpagos de motoristas.

Anônimo disse...

Ao colega que fala que a PE ou 2° seção deveria investigar até concordo, pois nos EUA acontece isso em paralelo a policia local. Porem no Brasil a 2° Seção somente serve para cadastrar carro para entrar na OM, dar selo para por no vidro e cuidar da vida dos outros fazendo fofoca ao comando. Porem fofocas e não coisas de problemas disciplinares ou de segurança...
Alem do mais duvido que teria alguem habilitado para isso, seria muito dificil encontar alguem com esta experiencia. Pois no EB não existe humildade dos militares querer e fazer curso nas forças auxiliares,que são quem realmente entende de investigação e policiamento, pois o EB se acham superiores e que sabem mais...
Infelizmente vidas se perdem e é lamentavel ver isso acontecer com um irmao de farda. Falta comando e comandantes nas FFAA.
Meus sentimentos a familia.

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