24 de julho de 2017

"O foco não pode ser perdido", adverte MPM sobre a polêmica entre general e juiz no Acre

Imagens: AC 24 horas
Na esteira da polêmica sobre a atuação do general José Eduardo Leal de Oliveira, comandante da 17ª Brigada de Infantaria de Selva, que em 11 de julho impediu a entrada do juiz Hugo Torquato, da Vara de Execuções Penais no Complexo Penitenciário Manoel Neri da Silva, em Cruzeiro do Sul (AC), o Ministério Público Militar expediu uma nota de esclarecimento, onde alerta que "o foco não pode ser perdido". "A desestabilização na segurança pública", adverte o MPM, "é o que interessa àqueles que transformaram os presídios brasileiros no que são atualmente."

Leia a nota na íntegra:

NOTA DE ESCLARECIMENTO
O Ministério Público Militar, tendo em vista as notícias veiculadas, inclusive nas mídias sociais, em relação ao episódio ocorrido no presídio Manoel Neri, em Cruzeiro do Sul-AC, no dia 11 de julho último, esclarece que todas as ações da Instituição têm por motivação a manutenção da harmonia entre os órgãos envolvidos na segurança pública.
Nesse sentido, o parquet militar é testemunha do empenho e da dedicação das Forças Armadas no cumprimento das missões, assim como reconhece a importância da atuação da Magistratura e dos demais atores junto ao sistema de execuções penais, dentro dos contornos delineados no vigente arcabouço constitucional.
É notória a situação caótica dos estabelecimentos prisionais no país, fato que levou o presidente da República a autorizar, por meio do Decreto Presidencial de 17 de janeiro de 2017, o emprego das Forças Armadas em operações de varredura nas penitenciárias. O pleno êxito dessa iniciativa não será atingido se os esforços dos entes partícipes dessas operações for desviado para a discussão de outras questões. O foco não pode ser perdido. A desestabilização na segurança pública é o que interessa àqueles que transformaram os presídios brasileiros no que são atualmente.
O Ministério Público Militar acompanha as ações das Forças Armadas para garantia da lei e da ordem e pauta sua atuação no respeito às instituições, na legalidade e no cumprimento de metas e resultados estabelecidos.

Relembre a polêmica entre o general e o juiz:

AC: general impede que juiz acompanhe inspeção em presídio



7 comentários:

Anônimo disse...

Isso aí. Agora é só aproveitar nosso aumento merecido kkkkkkkkkkkkkkkkkk que piada é nosso EB

Anônimo disse...

Uma vergonha as Forças Armadas.........

Anônimo disse...

Queria ver esse Juiz entrar nesse presidio com os dois seguranças dele, fica claro que ele quis dar ordem ao General.

Soluções em Informática disse...

Vergonha NADA!!! Exmo Gen agiu com firmeza ! Parabéns Gen !

Anônimo disse...

Começam a colocar as FFAA no meio dessas "atividades paralelas" e só vão sobrar problemas. No Brasil, o que não faltam são autoridades, onde todos querem mandar e ninguém gosta de obedecer. Em uma simples revista de presídio já deu essa celeuma toda, imaginem o que vai acontecer com os "brios" da PM do Rio quando os generais começarem a comandar as ações.

Anônimo disse...

Vão abaixar a cabeça e obedecer,vão fazer o quê? Chamar o Bope?

Anônimo disse...

Se fosse Praça....barro!

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