6 de agosto de 2016

Militares inciam ofensiva para escapar da reforma da Previdência. Ou: seja cidadão, militar!

Hoje, muitos se aposentam com menos de 50 anos
GERALDA DOCA
BRASÍLIA - Os comandantes das Forças Armadas iniciaram uma ofensiva para mostrar que a carreira dos militares é diferente dos demais trabalhadores, na tentativa de evitar mudanças no regime de aposentadoria. Sob o argumento de que todos são iguais perante a lei, o governo pretende incluir a categoria na proposta de reforma da Previdência, que prevê idade mínima de 65 anos para aposentadoria. Na carreira militar, é possível ir para a reserva depois de 30 anos de serviço, o que faz com que muitos vão para a inatividade com menos de 50 anos, principalmente em patentes intermediárias.
Em entrevista ao GLOBO, o comandante da Marinha, almirante Eduardo Bacellar Leal Ferreira, disse que os salários nas Forças Armadas são relativamente baixos, mas que os militares têm como recompensa a proteção social. Ele alertou que a medida pode acarretar perda de atratividade na carreira — o que geraria dificuldades para formar quadros preparados nas Forças.
— É importante que haja um sistema de proteção. Se a gente começar a destruir as carreiras, desmotivar com uma política de não valorização, vamos ter dificuldade para atrair gente boa. Graças a Deus, o número de candidatos é maior do que a gente precisa — disse o comandante, acrescentando que o regime dos militares brasileiros são semelhantes aos vigentes nas Forças Armadas de outros países.
Ele disse considerar apropriado o tempo de serviço de 30 anos para requerer a reserva e que as Forças, por natureza, dependem de militares mais jovens, em boas condições físicas. Segundo o almirante, o custo do regime de aposentadoria dos militares deve ser um arcado pela sociedade:
— São as sociedades que pagam seus militares depois que eles prestam seus serviços — destacou.

ATÉ 15 ANOS EMBARCADOS EM NAVIOS
O almirante mencionou ainda que a carreira militar exige sacrifícios, como dedicação exclusiva e muitas horas de serviço, inclusive em feriados e fins de semana, sem ganhos adicionais. Lembrou ainda que no caso da Marinha, os militares chegam a passar até 15 anos embarcados em navios. Além disso, observou, os militares (oficiais) são transferidos com frequência e escalados para missões especiais dentro do país, como a Olimpíada e fora do Brasil.
O governo alega que a CLT, dos anos 1940, precisa ser atualizada por não conseguir atender a todos os setores da economia, como o de tecnologia, por exemplo, que passa por constantes transformações. Outro motivo é que foram incorporados vários penduricalhos às leis, que geram interpretações divergentes e estimulam disputas judiciais.
— O nosso pessoal que está participando da Olimpíada está em um regime de trabalho muito forte, muito mais do que 40 horas, 50 horas por semana e isso não conta nada. Não temos uma porção de direitos que existem aí fora, tanto para o trabalhador que contribui para o INSS, quanto o servidor público. Não temos horas extra, adicional noturno, de periculosidade — disse o almirante.
Ele afirmou que os comandantes das três Forças (Marinha, Exército e Aeronáutica) vão atuar de forma conjunta para convencer ao governo a ficarem de fora da reforma da Previdência. A primeira iniciativa é mostrar as características específicas do serviço militar.
Mesmo depois da reserva, os militares continuam contribuindo com alíquota de 7,5% para o regime. Ainda assim, o sistema registrou déficit de R$ 32,5 bilhões em 2015. Diante do desequilíbrio e até para dar uma satisfação à sociedade de que a reforma não será feita apenas às custas dos trabalhadores do setor privado (INSS) e servidores públicos, o governo está decidido a fazer ajustes também nas Forças Armadas.
 O Globo/montedo.com

Comento
Na matéria original, postada no site de O Globo, já existem centenas de comentários, alguns absolutamente estapafúrdios, como estes:
Demesio Silva Junior • há 21 minutos
Que nada meu amigo... tem dessa não...já fui militar também...tem que ser igual pra todos, a previdência tá quebrada justamente por causa disso aí...tem que por esses camaradas pra trabalhar, fácil dimais, militar 30 anos, políticos com 8 anos, que pais aguenta isso??? Aí é muito fácil dizer que quem quebrou o brasil foi o PT...
José Ilson Peixoto • há 25 minutos
Toda transferência de um militar é remunerada com uma pequena fortuna. Assim como no judiciário recebem auxílio moradia mesmo tendo casa própria. Onde está o sacrifício? É muito comum um único militar sustentar uma quantidade razoável de pessoas por 30, 40 ou 50 anos após a sua morte. É justo isso?
José Ilson Peixoto • há 30 minutos
Aposentadoria integral aos 30 anos é privilégio. Militares pagam previdência só sobre o soldo. E para as filhas o percentual é de 2% também sobre o soldo. Assim, se o total mensal do pagamento de um militar for de R$ 5.000,00 mas o soldo for de R$ 1.000,00 o desconto pras filhas será de R$ 30,00 pra receber uma pensão vitalícia.

Faça sua parte: acesse a notícia original e comente. É o seu futuro, o seu direito que está em jogo. Seja cidadão, militar!

30 comentários:

Anônimo disse...

MONTEDO SABE DE ALGO SOBRE O FIM DO QCO PARA O PUBLICO CIVIL ?

Anônimo disse...

O nosso maior problema e que as Forças Armadas não informam a sociedade sobre o que é a vida militar, porque pela Hierarquia somente o ministro da Defesa, que é um politico de plantão sem conhecimento dos nossas dificuldades , Comandantes das Forças Armadas que ficam isolados e não temos representação parlamentar, por isso a nossa situação é muito difícil, e lembra-vos de 2001, da nova LRM.

Garcia disse...

No caso específico dos militares, desde os primórdios das Forças Armadas no Brasil, os militares, enquanto vivessem, recolhiam contribuições voluntárias, quer tivessem filhas ou não, para beneficiar a viúva e as filhas em caso de seus falecimentos. Esse sistema era chamado de Montepio Militar.
Em 1960, o Governo resolve incorporar ao Tesouro os fabulosos recursos do Montepio Militar (que era propriedade privada dos militares) e, a título de compensação, assume o compromisso de pagar a pensão militar em substituição ao Montepio. Saliente-se aqui que o Governo fez excelente negócio: incorporou uma fortuna ao Tesouro e comprometeu-se em desembolsar suaves prestações, ao longo dos anos, no pagamento de pensões.
Esse pagamento era capitalizado pelas contribuições dos militares que deixavam para suas esposas e filhas os valores de 20 vezes a contribuição no caso de falecimento normal, 25 vezes no caso de falecimento em serviço e 30 vezes no caso de morte em campanha (guerra).
Com o advento da Constituição de 1988, outro golpe foi aplicado em cima dos militares. É oferecido pelo governo, assim como para os funcionários civis, o pagamento da pensão integral na graduação ou posto do militar no momento de sua morte. Essa proposta resolvia os problemas das necessidades das famílias enlutadas, mas, em sua estrutura, escondia um ardil contábil: as contribuições dos militares aumentaram desmesuradamente.
Em 29 de dezembro de 2000, nova alteração, e claro, mais um golpe. A contribuição aumenta mais (pensão para a esposa 7,5%, pensão para a filha 1,5% e fundo de saúde 2,7% dos vencimentos totais, perfazendo um total maior do que o recolhido pelos funcionários civis) e a obrigação de continuar esse recolhimento na inatividade (os militares são os únicos funcionários federais nessa situação). Esses fatos fazem com que os militares recolham as contribuições, em média, por mais de cinqüenta (50) anos.
Apesar de tudo, o governo, tendo pleno conhecimento de toda essa realidade, não a divulga. A população do País ainda enxerga em cada militar um privilegiado, não raro exposto à execração pública. Onde o privilégio fica difícil de apontar (sem lembrarmos a penca de vicissitudes enfrentadas pelos militares ao longo da carreira) e o fato de que a grande maioria dos países do mundo possui um plano diferenciado de aposentadoria, com alguns privilégios, para os seus militares (no Brasil, a aposentadoria dos militares também é diferenciada: é pior do que a dos funcionários federais civis, que nada mais pagam ao se aposentarem com vencimentos integrais).
Materializando essa situação, hoje, é mais ou menos assim: um coronel, após mais de 50 anos de contribuição, (isso acontece em todos os postos ou graduações) contribui com R$ 960,00 mensais e, ao falecer, deixa uma pensão de R$ 8.000,00. Se essa retribuição fosse feita pelo critério anterior, ou seja, de 20 vezes o valor da contribuição, esse valor subiria para R$ 19.200,00. Um valor 120% maior. Em um plano de capitalização particular, durante 50 anos, essa importância seria consideravelmente maior.
Na nova reforma em gestação, novas perdas, com certeza, virão. Não temos sindicatos para defender os nossos interesses e não podemos fazer greves. Somos disciplinados e patriotas. Infelizmente, os bravateiros são insensíveis e só conhecem os argumentos calcados na força.
Desse rápido estudo fica claro que o Governo, para resolver seus problemas de caixa, aplica seguidos golpes em cima dos militares. Nessa seqüência, é plausível prever, num futuro próximo, o seguinte golpe: vamos matar todos os militares reservistas, reformados e os seus dependentes, pois esses velhinhos só dão prejuízos!
Agora vamos pensar nas aposentadorias milionárias dos terroristas e assassinos que agiram sorrateiramente nos tempos da “Ditadura Militar” (1964-1985), os quais sabiam a quem e por conta de quem lutavam, seguramente não a favor dos brasileiros, queriam aqui nos impor uma DITADURA REAL, tal qual a que existiu na antiga União das Repúblicas Socialistas Soviéticas e ainda existe em Cuba.

Junior disse...

Venham ficar trinta anos nas forças armadas ou em uma das nossas PM.

Anônimo disse...

E o Eduardo "todos os Dias Vidas Boas" tá bem quietinho, de olho num futuro cargo de Ministro do STM ou até mesmo na PTrobrás !

Castro disse...

Quero ver aguentar 23anos de serviço, sendo, 1/4 do tempo da dando serviço de 24h, além no caso específico mais de 800dias de mar (2anos e 3meses) sem direito a hora extra, fundo de garantia

Anônimo disse...

concordo de reformar a CLT e acaba com essa regalia para os Civis de trabalhar só 8 horas e acaba com esse negócio de final de semana e feriados tem que ser igual ao militares 24 horas por dia e.

Anônimo disse...

Não tem como justificar previdência especial para os militares. O nível de emprego e insalubridade para a maioria dos militares é muito baixa. A maioria trabalha muito pouco. A maioria das OM são de faxina e meio expediente. São poucos os companheiros que se encaixam no perfil que o Almirante mencionou. A maioria se arrasta no expediente, foge de missões, se esconde atrás de problemas de saúde. E os leões aqui do blog sabem que isso é verdade. Não podem admitir mas sabem que é a pura verdade. Esses detalhes de serviço de 36h, transferência de 2 em 2 anos, insalubridade etc etc, são características da profissão. Se tem alguém a "bordo" da instituição que não queira essas agruras,tenho certeza que se acha gente disposta a ganhar 4mil reais pra tirar serviço, fazer educação física e falar mal dos outros e da Força....Na minha opinião, são argumentos que não colam mais com os civis.

Anônimo disse...

Alguém já visualizou que,os militares são mãos de obra baratos, severinos para qualquer lida? Se o regime foi único, os direitos deverão ser também. Pague hora extra para o milico que fica 33 trabalhando, sem folga, inclua periculosidade, insalubridade, adicional noturno, e veja que eles irão ganhar bem mais. Militar nas agruras das operações, até os 65 anos, ou é piada ou é muita desinformação. Mass

Anônimo disse...

Realmente Castro.... Seria justo o status quo caso parcela significativa dos militares passassem por isso...os que passam são minoria gritante. A maioria, vc bem sabe, vive aquela rotina mansa de quartel que vc bem sabe....
Com o advento das redes sociais, wapp, etc fica difícil manter essa marra de escravo VO...Conta outra por favor.

Anônimo disse...

Sr.José Ilson Peixoto, procure se informar primeiro, para não postar comentários inverídicos. ex; quero saber do senhor onde ta pagando auxilio moradia para militar, é o senhor que está pagando? pois quero receber o meu!

Anônimo disse...

Esse pessoal que acha fácil a situação do militar e considera as condições maravilhosas, não ingressou nas forças armadas porque? Que eu saiba os concursos militares estão abertos a todos. Falar é muito fácil, mas ter a coragem de dedicar-se a uma vida de muita cobrança e pouquíssimos direitos, disciplina rígida, submetido a hierarquia e regulamentos, não é para qualquer um.

Anônimo disse...

Sou a favor de um regime único desde o Presidente, Os minitros do STF, os Senadores, Os Deputados, militares, servidores civis, etc.
Como somos brasileiros os direitos devem ser iguais, o que vai mudar é o regime de trabalho. Se os Ministros do STF trabalharem efetivamente depois do horário de 8 horas diárias devem receber horas extras. Se os deputados e senadores trabalharem efetivamente nas respectivas câmaras depois das 8 horas diárias devem receber horas extras, isto serve para os militares, para os professores, para os servidores civis, etc.
Deve-se acabar com os hospitais das Forças Armadas, das Polícias Militares, convênios com os hospitais públicos, privilégio dos Ministros, dos deputados, dos senadores, etc.
Todos os brasileiros devem ir para o SUS, para os hospitais públicos.
Deve acabar também com as estabilidades, das vitaliciedades, etc, colocar um regime único, afinal todos somos brasileiros.
Deve acabar com o voto obrigatório, com o serviço militar obrigatório, etc.
Acabar com os colégios militares, das polícias militares, ou outros, mantidos com verbas públicas, todos deverão ir para os colégios e escolas públicas, sem distinção de público.
Deve acabar com os carros funcionais, ou qualquer meio de transporte onerado com os cofres públicos, todos devem ir trabalhar com os seus meios de transporte e com motoristas particulares.
Deve acabar os coquiteis nos quarteis, no senado, na câmara, etc, quem quiser faça uma "vaquinha" e compre o que for necessário, sem utilizar o dinheiro público.
Deve acabar com o voto secreto, arquivos secretos, contratos secretos, tudo que estiver envolvido com o dinheiro público.
Deve acabar com a promoções por merecimento, por antiguidade, por indicação, por escolha, etc, todas as promoções sejam mediante concurso de forma transparente.
Deve acabar o reajuste do salário baseado em porcentagem, deve estipular um valor de correção, como por exemplo, este ano deve ser aumentado R$ 15,00, no salário de todos os brasileiros.
Deve acabar com as indicações ou escolhas do poder executivo, legislativo e judiciário, para generais, etc, as escolhas deve ser feito por voto dos brasileiros.
Deve acabar com cessão do transporte público, seja táxi, ônibus, trem, metrô, pedágio, taxa iluminação pública, taxa mínima etc, tudo deve ser gratuito. Afinal os todos já pagam pelo uso dos serviços.
Deve acabar com o senado e a câmara. Deve permanecer apenas o presidente, os governadores e os prefeitos.

Ufa......tem que acabar muita coisa. Um dia chegaremos neste nível de civilização. Afinal de contas todos somos brasileiros e devemos ter os mesmos direitos e não apenas alguns.
Quem trabalha recebe, quem não trabalho não recebe e quem merece proteção para a sobrivivência dever ser protegido.









Anônimo disse...

Classe sem representação politica como nós das FFAA fica a mercê de Comtes e governantes mercenários.

Anônimo disse...

Ao Anônimo 6 de agosto de 2016 14:12.

Não há previsão alguma de retirarem os civis da disputa do concurso para o QCO. Há, como já deve ser sabido, a definição de reduzirem as vagas para o concurso. Historicamente, o QCO oferta poucas vagas e, com a redução, serão menos vagas ainda. Esta redução afeta todas as demais formações, não somente o QCO.
Maj QCO Leonardo

Anônimo disse...

Essa é a hora da COMUNICAÇÃO SOCIAL do EB mostrar suas armas!! Imaginem um vídeo institucional abordando as peculiaridades da vida militar (de praça p não dar tiro no pé kkk) de forma a esclarecer a opinião pública? Diminuiria muito esses comentários sem noção dos paisanos!

Anônimo disse...

Vejo num futuro próximo o fim das forças armadas.

Léo disse...

O Cmt da Armada disse que temos vencimentos RELATIVAMENTE baixos? É pra rir? De qual Marinha ele é comandante mesmo? Não pode ser no Brasil.Almirante , vossa excelência certamente não sabe que um tenente da sua Armada ganha menos que um agente da Gloriosa Política Civil do espetacular estado do Piauí.Vencimentos relativamente baixos não, RIDÍCULOS.

Anônimo disse...

Ao caro comentário de Garcia, que muito bem explicou a evolução do Sistema de descontos para a pensão militar, gostaria de complementar que antes o militar era isento do Imposto de Renda e que atualmente as faixas de descontos são cada vez mais saqueadoras dos pobres trabalhadores inclusive dos militares. Está na hora de repensar as perdas desse sistema todo e não criar mais descontos que anteriormente incidiam sobre o soldo e que atualmente é sobre o salário bruto, somente dos militares.
A previdência é auto-suficiente para custear os aposentados brasileiros e não para "tapar os furos do orçamento"
Reforma da previdência é balela, melhor encontrar outra solução para a falta de arrecadação: mais empregos, consumo e recuperar os desvios orçamentários com mais rapidez e eficácia.

Luiz Carlos disse...

Só quero sabe se os senhores legisladores irão atacar também os senadores e deputados que, após duas legislaturas (oito anos) se aposentam com altos e integrais salários. Quero saber também se tal medida será estendida aos Juízes e altos membros do Poder Judiciário que se constituem numa ilha de privilégios em termos de aposentadoria, haja vista tantas gratificações, penduricalhos e outras cozitas mais quando se aposentam. Se a coisa for geral e da mesma forma para todos, tudo bem. Por essas e outras é que toda essa celeuma não passa da uma bomba de fumaça cuja finalidade é saber a temperatura e a pressão que tais medidas causariam nas Forças Armadas. Nada além disso.

Anônimo disse...

Existe uma máxima que diz que quem não se interessa pela política é governado por aqueles que se interessam...
O negócio é que os que se interessam nem sempre são bem intencionados...
Reflitam nisso.

Anônimo disse...

Prefiro receber ordem de um militar da ativa de 65 anos do que de um PTTC que acha que ainda é militar da ativa.
Que venha os 65 anos e acabe com os PTTC do Brasil que só servem para amolar e ficar fazendo fofoca e atrapalhando o serviço de quem trabalha...
Pois com 65 anos não tera desculpa para contratar os PTTC para ficar amolando nas OM do Brasil afora.

Anônimo disse...

O tempo de serviço dos militares não altera os fundos para a previdência, já que pagam o mesmo até a morte e aí sim se começa a pagar o benefício para pensionistas, para onde vão a maioria do orçamento da FA. Da Guerra do Paraguai existem perto de duas dezenas de pensionistas e mesmo com a suspensão do direito à pensão dos militares incorporados após 2001, haverão pensões senso pagas para além de 2160. O militar deveria pagar um fundo de pensão, ficar em disponibilidade durante cinco anos e após e ao sair receber de acordo com seu tempo e valor de contribuição. como todo o trabalhador, não ficar durante cerca de 65 anos descontando o valor da pensão militar. O que o militar paga não é para ele, mas para a pensionista, depois que ele falecer.

Anônimo disse...

Fala para esses camaradas ai que eles vão dá serviço no carnaval, semana santa, natal, ano novo, dia do aniversário, dia do nascimento do filho, dia da morte de um ente querido, sem ganhar nada de adicional por isso, que ele vai ver o que é bom pra tosse!

Anônimo disse...

Sou militar a mais de 10anos. Por favor me fala onde fica esse paraíso que vou pedir transferência para esse qualtel

Anônimo disse...

Pela lógica da hierarquia, o capitão representa o tenente, o Presidente da República representa o General. O Presidente da República pode vetar leis aprovadas pelo Congresso.

Anônimo disse...

30 anos correndo quantos kilômetros? E carregando quanto peso nas costas?

Anônimo disse...

Mais de 10 e menos que quanto?

Anônimo disse...

Quem trabalha mais, tem mais poder do que os que trabalham menos.

Junior disse...

O cidadão acima está totalmente perdido da rotina da vida na caserna

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