24 de agosto de 2016

MPM denuncia coronel, tenente-coronel e sargento por irregularidade em pregão de hospital militar

PJM RECIFE DENUNCIA MILITARES E CIVIS POR IRREGULARIDADES EM PREGÃO DO HOSPITAL DE GUARNIÇÃO DE NATAL
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Recife (PE) - A Procuradoria de Justiça Militar no Recife ofereceu denúncia contra três militares do Exército (um tenente-coronel, um coronel e um sargento) e dois civis, administradores de empresa, por fraudes em pregão eletrônico realizado pelo Hospital de Guarnição de Natal. Os envolvidos foram denunciados pela prática do crime de estelionato, previsto no artigo 251 do Código Penal Militar.
Mesmo com parecer da Advocacia-Geral da União apontando irregularidades no projeto básico, o pregão eletrônico 17/2011 foi lançado em 11 de novembro de 2011. O objeto desse pregão era a contratação de empresa especializada na execução de “serviço de manutenção e conservação de bens imóveis”, para o serviço de “adequação” do pavilhão de comando do hospital militar.
De acordo com o Núcleo de Assessoramento Jurídico da Advocacia-Geral da União em Natal, o serviço de adequação do Pavilhão de Comando do HGuNatal, da forma como descrita no Projeto Básico, não poderia ser enquadrado como “serviços de manutenção e conservação de bens imóveis”, conforme previsto no artigo 6º da Lei nº 8666/93, concluindo que a recuperação de imóvel, em princípio, deveria ser considerado como obra.
Além disso, acrescenta a AGU, por não se enquadrarem no conceito de serviços comuns, não poderiam ser licitados por meio de Pregão, recomendando à Administração Militar que reavaliasse os serviços e, caso não se enquadrassem no conceito de serviços comuns, deveria ser excluída a utilização do Pregão, utilizando-se procedimentos distintos atendendo a natureza de “obra” ou “serviços comuns”.
Somente duas empresas participaram do pregão eletrônico 17/2011, sendo que a vencedora ofereceu um lance de R$ 1.599.275,73, R$ 164,27 inferior ao da outra empresa participante do pregão.
Na sequencia, a empresa vencedora aceitou contratar com a administração militar pelo valor de R$ 1.119.492,16 e os serviços de “adequação” do pavilhão de comando do Hospital de Guarnição de Natal teriam ocorrido no ano de 2012.
A investigação demonstrou que houve fraude já na elaboração do Projeto Básico, nomeando “obras e recuperação de bem imóvel” como “serviço de adequação do Pavilhão de Comando do HGuNatal”, com manifesta finalidade de burlar a regra do artigo 6º, inciso II, da Lei de Licitações (Lei nº 8.666/93), e realizar o procedimento licitatório por meio de Pregão Eletrônico, modalidade incompatível com serviços de “obras” e “recuperação de bens imóveis”.
O projeto básico foi superfaturado, já que os denunciados tinham o conhecimento que os valores dos serviços efetivamente prestados teriam o valor máximo de aproximadamente 50% do valor do lance oferecido no Pregão. O superfaturamento restou plenamente demonstrado, na medida em que os serviços efetivamente executados Hospital foram avaliados em R$ 513.998,86.
A quebra do sigilo bancário de diversos investigados revelou que entre 2011 e 2012 o tenente-coronel denunciado, enquanto exercia a função de Fiscal Administrativo do HGuN e responsável por todos os procedimentos licitatórios da organização militar, recebeu diretamente em sua conta-corrente individual a quantia de R$ 65.599,24, valores esses provenientes de transferências diretas realizadas pelos administradores da empresa vencedora do pregão.
Para o MPM, tais valores foram recebidos pelo denunciado como forma de pagamento de sua cota decorrente da fraude realizada no Pregão nº 0017/2011, bem como para deixar de atuar sobre as inúmeras irregularidades na execução das “obras de adequação” do Pavilhão de Comando do Hospital de Guarnição de Natal, das quais era o encarregado de sua fiscalização.
Segundo o laudo pericial contábil, a conduta dos denunciados causou o prejuízo de R$ 745.901,61 ao patrimônio sob administração militar, valor este atualizado até 27/08/2013.
As condutas delituosas praticadas pelo tenente-coronel e pelo sócios da empresa vencedora do pregão somente puderam ser consumadas em razão da omissão dolosa do coronel, diretor e ordenador de Despesas do Hospital de Guarnição de Natal, e do 3º sargento chefe do Pelotão de Obras do Hospital e fiscal do contrato resultante do Pregão nº 0017/2011), “militares que, em razão de seu dever funcional, deveriam fiscalizar e impedir qualquer irregularidade nos procedimentos licitatórios de aquisição de bens e prestação de serviços para o Hospital de Guarnição de Natal”, escreve a PJM Recife na denúncia.
Outra demonstração de irregularidade nas obras realizadas no Pavilhão de Comando e no Ambulatório do Hospital de Guarnição de Natal é a autorização dada pelo coronel denunciado para que militares do Pelotão de Obras fossem empregados nas obras, quando tais serviços deveriam ser prestados pela empresa vencedora do pregão.
MPM/montedo.com

47 comentários:

Anônimo disse...

Vejamos: Um coronel, um Tenente-Coronel e um Sargento. Qual será dos três que irá para a cadeia e será expulso do EB?

Anônimo disse...

Leões de alojamento vão ter orgasmos com esta notícia. kkkkkkkk

Anônimo disse...

Sobrou para o coitado do chefe do PO. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Anônimo disse...

Quando não pegam o praça por trás, pegam de outra maneira....rs
Coitado....foi omisso!!! Era para o QEzão velho de guerra assessorar o Cel, é ou não meus camaradas????rs
Deveriam mostrar a quebra do sigilo bancário do Sargento!!!! Kkkk

Anônimo disse...

Para um país democrático, livre, descente,como o que sonhamos e trabalhamos,não pode haver corporativismo,ninguém pode estar acima da Lei,e todos aqueles que contribuem negativamente para nossa ruína devem ser defenestrados, desde o inocente consumidor de drogas até os figurões da política, passando pelas FFAA e os ilibados e de notório saber jurídico do STF, apesar que, o notório saber jurídico está sendo medido de uma forma nunca antes vista neste país...pau que dá em chico bate também em francisco e em Ministros.

Rafael disse...

Esse tipo de crime, não poderia ter nenhum tipo de saída, assim que fosse comprovado que teve desvio por qualquer que seja a parte, automaticamente deveriam ir todos para o meio da rua, expulsos da força. São esses tipos de " falsos militares" que não podemos ter de jeito e forma nenhuma. Seria muito bom se todos os envolvidos tivessem o mesmo tratamento e a mesma penalidade, agora nos resta acompanhar para ver até onde isso irá. Impressionante...

Edi Mor Gmail disse...

h) ter respeito à hierarquia, porém sem nenhum temor de representar contra qualquer comprometimento indevido da estrutura em que se funda o Poder Estatal;

i) resistir a todas as pressões de superiores hierárquicos, de contratantes, interessados e outros que visem obter quaisquer favores, benesses ou vantagens indevidas em decorrência de ações imorais, ilegais ou aéticas e denunciá-las;

Esses incisos são da lei 1171 (Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil)

O problema de ser militar é o fato de vc está sendo regido pelo Estatuto dos militares...mesmo o sargento sabendo da irregularidade ele poderia representar contra o superior quebrando a hierarquia? claro que não...Ele não tem culpa alguma...somente se estivesse contraindo vantagem, mas não é o caso. TRISTE VIDA DE MILITAR...e tem uns que não enxergam onde estão pisando.

Anônimo disse...

O FUSEX também me descontou o CARTAO DO FUSEX 2X e até hoje não me enviaram

Anônimo disse...

Para aqueles que não acompanham e não serviu em Natal no periodo, a materia abaixo trata do mesmo militar ...

http://montedo.blogspot.com.br/2015/11/tenente-coronel-do-exercito-e-absolvido.html

Anônimo disse...

Querem os nomes, se mexam e façam contatos com quem serviu em Natal-RN entre 2010 e 2012.

Anônimo disse...

Militar, não basta reclamar. tem que agir, participar, ser útil, etc ...

==> SOBRE O BLOQUEIO AS "INFORMAÇÕES DO PESSOAL " NA INTERNET DO DGP E SÓ POSSIBILITANDO O ACESSO PELA INTRANET, PREJUDICANDO OS INATIVOS, CONSULTEI E EM MENOS DE 12 HRS, RECEBI O SEGUINTE ...

Prezado Usuário!

Protocolo Nr: XXXXXX

Prezado Cap xxxxxx,
1. A implementação na segurança ao acesso das informações do pessoal pela Internet ainda estão em andamento, havendo uma previsão de que sejam concluídas em um futuro próximo.

2. Por enquanto o acesso só pode ser realizado pela Intranet de uma OM. Caso V.Sa. tenha a necessidade de acesso às informações sugerimos buscar apoio junto à sua OM de vinculação até que a situação seja normalizada.

A Ouvidoria do DGP gostaria de avaliar seu grau de satisfação com nossos serviços, visando a melhorar nossos processos e aperfeiçoar nosso atendimento às pessoas que utilizam o Sistema Ouvidoria deste Departamento.
Para tanto, solicitamos o preenchimento de uma breve pesquisa, clicando aqui .
Solicitamos a gentileza de não responder esta mensagem.
Se necessário, favor acessar novamente o site da Ouvidoria do DGP.

Atenciosamente,

Ouvidoria do DGP

Anônimo disse...

RESPOSTA EM MENOS DE 12 HRS A OUTRA CONSULTA QUE FIZ AO DGP E ESTÁ ENQUIETANDO MUITOS USUÁRIOS INATIVOS ( NÃO ADIANTA SÓ RECLAMAR, TEM QUE AGIR, PARTICIPAR, FAZER ALGO DE BOM ) VEJAM ....

Prezado Usuário!

Protocolo Nr: 0000000

Prezado Senhor XXXXXXX Obrigado pela consulta
1. Informamos a V Sa, que acerca da suspensão de consultas à Ficha Financeira, esta Diretoria esclarece que tal decisão do DGP se deve ao fato de ter ocorrido ao longo dos últimos meses inúmeras tentativas de invasão dos sistemas corporativos do EB por "HACKERS", incluindo o SIRE, onde se marca as consultas na Intranet.

2. A D Sau/DGP, em conjunto com outros órgãos do EB, busca a curto prazo solucionar este problema que afeta diretamente a família militar. Tal consulta está restrita à intranet do EB pelo seguinte link: http://portal.dgp.eb.mil.br/almq1/acesso.asp.

A Ouvidoria do DGP gostaria de avaliar seu grau de satisfação com nossos serviços, visando a melhorar nossos processos e aperfeiçoar nosso atendimento às pessoas que utilizam o Sistema Ouvidoria deste Departamento.
Para tanto, solicitamos o preenchimento de uma breve pesquisa, clicando aqui .
Solicitamos a gentileza de não responder esta mensagem.
Se necessário, favor acessar novamente o site da Ouvidoria do DGP.

Atenciosamente,

Ouvidoria do DGP

Anônimo disse...

Quer dizer que o sargento montou o documento fora da lei, armou o "teatro" com as empresas participantes e conseguiu que o tenente-coronel e o coronel assinassem tudo, inocentemente. Esse cara é Ás. Merece pagar os pecados agora. Só falta ele assumir o comando de alguma unidade. Só tem "inocente" nessa estória.Pelo Brasil, se cutucar, acha.Que sirva de exemplo para graduados não se meterem ou aceitarem esse tipo de proposta pois o fardo mais pesado só vai sobrar para eles.

Anônimo disse...

O Cel: médico, turma de 91 e é Diretor de hospital de novo ; Ten Cel, Engenharia, turma de 90 (já é Cel);Sgt, QE.

Anônimo disse...

Servi em natal nessa epoca...e não estou surpreso com o fato..

Anônimo disse...

Caracas Camaradas!!!!!!!!!!!!!!!!Sou 2º Sgt e este ano formando em Direito. Estou estudando loucamente para o Ministério Público. Este tipo de ação é maravilha para quem estuda. No futuro serei Promotor e hoje todas as falhas que observo irei trabalhar e apurar. Nunca esquecerei meus camaradas pracinhas. Valeu. Carioca Papirão.

Daniel MB disse...

Quartel virou apenas mais um emprego nesse país que a cada dia vem sofrendo mais nas mãos desses péssimos governantes; então muitos sem opção de emprego acabam entrando para a Força sem ter vocação nenhuma, com isso nunca entenderão o verdadeiro caráter militar que abomina tudo que é injusto e errado. Torço para que a árvore continue balançando e derrubando os frutos maus, pois dentro de uma farda não pode entrar pra esse tipo de gente!

Anônimo disse...

O vilão da história é o Sargento, não tenho dúvidas, foi ele que provavelmente não assessorou corretamente os Coronéis e se não bastasse os levou para o mau caminho. Por isso eu tenho certeza que a Auditoria de justiça militar irá condenar o Sargento à pena de reclusão em regime inicial fechado e na própria sentença, determinar que os coronéis sejam severamente advertidos e transferidos para alguma OM localizada no litoral nordestino para que reflitam sobre o que fizeram e não caiam mais na lábia de praças mal intencionados.

S Ten Art

Anônimo disse...

O Montedo deve ter achado um comentário anterior que fiz inadequado...mas esse comentário ironizava o fato dos oficiais cometerem esse tipo de crime, e serem "punidos" com movimentação para o local que escolherem, onde suas vidas pregressas jamais serão lembradas, e suas promoções não atrasarão um segundo sequer (mesmo condenados, apelam ao "sursis" e saem promovidos), ganham de lambuja uma missão no exterior para ninguém lembrar deles aqui por um tempo, e logo na volta pedem reserva para voltarem como PTTC de alguma OM. Já o "vil" praça (não defendo esse tipo de comportamento, os canalhas estão em todos os níveis sociais, econômicos e hierárquicos...) se não for preso e expulso, apodrecerá na mesma GU, e na mesma graduação. Os leões dirão que não, mas vasculhem alguns casos que caíram na mídia, como o Maj pedofilo do CMBH, e muitos outros. Aliás TC agora, pois a promoção dele veio. Exército da elite e para a elite.

Anônimo disse...

sou terceiro cão 2009, passei para o INSS.

não oportuno mas deixo um forte abraço para meus companheiros de farda,pois estou me desligando, guardarei nas lembranças os bons momentos vividos. Encontrei alguns camaradas recentemente

abraços, vou la no CAS de vcs para nos encontrarmos futuramente

infantaria!!!

Anônimo disse...

Eu acho que o Sgt kkkk

Anônimo disse...

Com certeza alguns dos senhores já foram fiscal de algum contrato, energia elétrica, agua, telefone ou de alguma obra de reforma e ampliação ai simplismente assinavam o aceite na nota fiscal sem verificar se realmente o serviço esta sendo ou foi prestado, da nisso ai. O Sgt foi arolado, fiquem espertos.

Anônimo disse...

Nesta estória quem praticou o crime foi o engenheiro ( o encarregado da fiscalização , ou seja, o conhecedor , chefe , autoridade máxima da obra), já o seu comandante foi omisso e ingênuo em confiar cegamente em seu subordinado e o 3S entrou somente com o "sim senhor", este não dá "pitaco" , palpite, conselho e nunca participa do processo decisório pois é visto como um mero executor. Parece médico colocando responsabilidade em auxiliar de enfermagem quando faz M...

Anônimo disse...

Informo aos praças do fórum que tarda mas esse cmt aí vai se f%€£×÷ bonito.

Anônimo disse...

Interessante que o Coronel Médico construía uma carreira para ser general. Acho até que ele tinha certeza de que chegaria ao generalato.
Missão no exterior, cursos etc.
Fez até DQBN.
Instaurava sindicância pra tudo.
Agora, vai se incomodar um pouquinho.

Anônimo disse...

http://oglobo.globo.com/brasil/governo-reserva-5-milhoes-para-transporte-de-orgaos-pela-fab-19987203

Anônimo disse...

Saberiam informar nomes desses militares?

Anônimo disse...

http://g1.globo.com/politica/eleicoes/2016/noticia/2016/08/temer-publica-decreto-que-autoriza-forca-nacional-atuar-nas-eleicoes.html

Anônimo disse...

O Promotor do caso é o Dr. Mario Porto, que foi ex-militar e conhece o Exército....

Anônimo disse...

Tem caso semelhante num quartel de engenharia em Goiás, e querem responsabilizar semente os Praças pela execução orçamentária. Como se estes além de cumprirem ordens, participassem do processo decisório da OM. Só o EB mesmo, será que a justiça Civil vai entender assim também?

Anônimo disse...

Vcs podem não acreditar,mas o MPM não brinca,e hoje no país o judiciário adora pegar um corrupto,para abrir uma Tomada de Contas Especial é e lascar tudo de vez.

Anônimo disse...

Poucos comentarios. Porque ?

Anônimo disse...

Observei, que as respostas do DGP de grande relevancia postadas por um leitor, de interesse geral e principalmente dos inativos, não mereceu um comentario. Que coisa heim !

Anônimo disse...

O MPM é o defensor da lei no que tange à Hierarquia e disciplina. Pois bem, sabe-se que quando envolve hierarquia e disciplina a balança sempre é favorável ao superior hierárquico, na sua grande maioria composta por oficiais. Desse modo, o MPM sempre pende p/ o lado dos oficiais, na minha visão é uma instituição sangue azul. Então já se pode ter uma ideia sobre quem será condenado nessa falcatrua.

Anônimo disse...

Não concordo, ter coragem moral de informar sobre erro é difícil no meio militar, mas deve ser feito. Existe forma para isso, pode ser até um simples DIEx ao cmt apontando as irregularidades. Isso não é quebra de hierarquia, é funcional, fiscal de contrato tem livro de registro para obras e tudo mais, se não escreveu nada é cúmplice

Anônimo disse...

Esse link é sobre um caso de deserção em Porto Alegre

Anônimo disse...

A sociedade tem que se informar sobre a justissa Militar, um desserviço à sociedade é muito caro, um chicote alheio ao Estado Democrático de Direito, onde só punem praças! Abaixo a justissa Militar! Já!

Anônimo disse...

Eu trabalho em SALC a mais de 6 anos e posso dizer categoricamente: não existe esse tipo de coisa no EB...KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK...

Anônimo disse...

Depois q enventaram esse pregao e licitação foi um bom negocio p os quarteis de todo brasil ,todos quartel sempre tem espertinho q ganha dinheiro..

Anônimo disse...

Ate os presidentes sao corruptos imagina o resto da corja. Para o

Anônimo disse...

Adivinha quem vai se ferrar nessa história só para variar, com certeza a praça. E tem companheiro que ainda acredita na falida instituição. Praça é feita para isso, carregar o piano e responder ao BO.

Anônimo disse...

- A Lei 8.666 e todos os seus complementos, regula a nomeação de fiscais de contrato em todos os órgãos públicos e o Exército não é diferente. Não há como fugir disso
- Eu como militar e praça, também já fui nomeado fiscal em alguns contratos, e sei exatamente como a coisa funciona.
- Na maioria das vezes, o militar (principalmente) os de mais baixo cargo, com exceção de cabos e soldados, já estão até o talo de missões, serviços, má remuneração e falta de preparo técnico, o que não impedirá a sua nomeação para fiscal de Contrato.
- O Praça, mal instruído, acumulando funções , sem o preparo técnico, será nomeado. Vai de saco cheio, má vontade, cançado, mas como aprendeu a cumprir ordens, cumprirá a missão.
- Sem saber, confiando em outros militares (superiores) que ele julga confiáveis, apenas assinará documentos e atestará outros.
- Confiará em empresas e pessoas. E aí, a possibilidade de cometer erros e por o seu na reta, é enorme. Acabará em situações como essas, sendo responsabilizado por uma coisa que ele nem sabe o tamanho, (mas deveria). Será condenado com certeza e se der sorte, responderá em liberdade e não terá que ressarcir ao erário da União.
- Os oficiais daqui a pouco serão transferidos, talvez tenham que indenizar a união e no fim apenas deixarão de serem promovidos a general.
- Então meus caros amigos. Tratem de aperfeiçoarem-se. quando forem escalados para qualquer missão e principalmente gestores ou fiscais, papirem o contrato, perguntem, vasculhem. Devorem a lei 8.666.
- Hoje a Escola de Administração Pública-ENAP disponibiliza vários cursos gratuitos, e entre eles o de interpretação da Lei 8.666 e de fiscal de Contrato, dentre muitos outros, e tudo de graça.
- Vale a pena realizar os cursos no sítio http://www.enap.gov.br/ e não ser pego de surpresa numa enrascada dessas.
- Bom estudo e boa sorte a todos.

Anônimo disse...

O coronel teve muita coragem para fazer o ato mesmo com o parecer contrário do TCU. Enquanto o sgt é apenas um peixe muito pequeno, existe com certeza outros casos e que ficam quietinhos, os sargentos que trabalham em seções sabem das irregularidades más deixam passar pra não se envolverem, o que é errado.

Anônimo disse...

Para quem desejar fazer qualquer denúncia, inclusive anônima, pode acessar o site abaixo:
http://www.mpm.mp.br/ouvidoria/
Mas não se esqueça: quanto mais informações, mais fácil a investigação.
É preciso indicar o nome dos envolvidos, o numero do contrato, da licitação, do empenho etc.
Sem isso, o MPM arquiva de cara.
Eles só investigam se houver informações detalhadas e coerentes.
Não podemos deixar de denunciar crimes que ocorrem nos quartéis.
Muitos oficiais contam com o nosso medo para cometer crimes, por isso precisamos denunciar.

Anônimo disse...

O QUE O MPM PODE FAZER POR VOCÊ?
O QUE É CRIME MILITAR?

Os crimes militares de competência do Ministério Público Militar são aqueles praticados por integrantes das Forças Armadas – Exército, Marinha e Aeronáutica – no exercício da atividade funcional. Também são considerados crimes militares aqueles cometidos por militar da reserva, reformado, ou por civil, contra as instituições militares, neste caso contra a ordem administrativa militar. As infrações praticadas contra o patrimônio das Forças Armadas, como fraudes previdenciárias de pensionistas das FFAA ou irregularidades em licitações conduzidas pelas Forças, também são da área de atuação do MPM.

Além dos crimes militares, o MPM é responsável, pelo controle externo da atividade policial judiciária militar e pelo inquérito civil objetivando a proteção, prevenção e reparação de dano ao patrimônio público, ao meio ambiente, aos bens e direitos de valor histórico e cultural, a proteção dos interesses individuais indisponíveis, difusos e coletivos, e a proteção dos direitos constitucionais no âmbito da administração militar.

QUANDO ACIONAR O MPM?

Sempre que verificada a ocorrência de um crime militar, o Ministério Público Militar deve ser acionado. Abusos e ou omissões praticados pelos integrantes das Forças Armadas também devem ser comunicados ao MPM. Da mesma forma, deve-se levar ao conhecimento do MPM as irregularidades e os danos relacionados ao patrimônio público (um dano a prédio do Exército), ao meio ambiente (a invasão de uma Área de Proteção Ambiental das FFAA), aos bens e direitos de valor histórico e cultural no âmbito da administração militar (a depredação de um monumento militar).

COMO DENUNCIAR?

Não há a necessidade de advogados ou procurações para falar com o Ministério Público Militar. Qualquer cidadão pode entrar em contato direto com o MPM, os canais são os seguintes:

o Serviço de Atendimento ao Cidadão – Fale com o MPM pode ser acionado eletronicamente, na página do MPM, pelo telefone 0800 021 7500 (ligação gratuita), ou fisicamente, no endereço: Av. Presidente Vargas, 522 – 5º e 9º andares – Centro
CEP 20071-000 – Rio de Janeiro – RJ;
o Serviço de Informação ao Cidadão – SIC, disponível na página eletrônica do MPM, também pode ser solicitado para encaminhamento de denúncias;
as Procuradorias de Justiça Militar – 14 Procuradorias de Justiça Militar, além da Procuradoria-Geral de Justiça Militar, estão distribuídas pelo território nacional. Veja, no botão Procuradorias, na barra superior dessa página, aquela cuja a área geográfica de atuação corresponde à sua localidade e entre em contato, seja pelo telefone, seja pessoalmente.

justamente disse...

Em relação aos fatos acima, alguns de importantes, o fato da OM ter feito o pregão eletrônico em vez do presencial como determina o TCU, a OM tem razão em não acatar a decisão do TCU, una vez que apesar de estar na lei que institui o pregão, tem decisão do STF de que cabe pregão para obras de engenharia, sendo assim o coronel vai ser absolvido. Em relação ao gestor de contratos, essa figura surgiu com um único sentido de tirar a responsabilidade do S4 ou do Fiscal Administrativo, passando todas as responsabilidades para o gestor, agora pergunto quem recebeu instrução sobre gestão de contratos? Quando estava na ativa deparei com duas situações, a primeira de fiscalizar o recebimento de materiais de uma obra, na primeira remessa de deparei com preços na NF muito acima do mercado, peguei um prospecto do jornal e levei para o Cmt da Cia, para ele ver o preço que estávamos recebendo o material e o preço de loja, diferença de 4 vezes o valor, o mesmo levou para o Cmt da Om, e no dia seguinte a empresa foi chamada,e na segunda, recebi ordens de ajudar uma empresa na limpeza do entulho da obra com um grupo de soldados, diante do fato, falei para o Cmt da Cia que iria acompanhar os serviços com os soldados mas queria ordem por escrito, uma vez que via conflito de interesses, o Cmt da Cia não segurou e levou para o Cmt da Om que disse o seguinte: é para limpar o lado externo da obra. Ou seja, basta tomar cuidado, e comunicar todos os fatos ocorridos que não estejam corretos, que quando você passa a bola ninguém segura. Igual a um colega meu, pegou um rancho todo furado, participou os fatos para o aprimovisionador, o mesmo resolveu segurar e não dar andamento a parte, quando deu M, o colega apresentou a parte informando os fatos, o resto está no IPM.

Anônimo disse...

Por isso que não fui promovido. O Pacto

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