3 de agosto de 2016

Rio 2016: Forças Armadas vão policiar Cristo Redentor e Pão de Açúcar

RIO PEDIU AJUDA PARA QUE POLICIAIS MILITARES POSSAM SER LIBERADOS PARA OUTRAS MISSÕES
Símbolos do Rio de Janeiro, o Cristo Redentor e o Pão de Açúcar serão policiados por agentes das Forças Armadas. Segundo o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, a iniciativa será tomada a pedido da Secretaria de Segurança do Rio, para que policiais militares possam ser liberados para outras missões. Moraes teve uma reunião cedo nesta terça, 2, com representantes de Marinha, Exército e Aeronáutica, com o ministro da Defesa, Raul Jungmann, e com o secretário de Segurança do Rio, José Mariano Beltrame, para acertarem os últimos detalhes da escolta dos chefes de Estado e da segurança para a abertura dos Jogos.
No Cristo Redentor, as ações de segurança incluirão o uso de detectores de metais para examinar cada visitante, por pedido de Beltrame ao ministro da Justiça, Alexandre de Moraes. Cinquenta raquetes de raio X que estão em Brasília sem uso serão enviadas ao Rio.
Há alguns dias, o padre Omar Raposo, reitor do Santuário do Cristo Redentor, afirmara que o momento é de alerta pelas recentes ameaças de terrorismo ao redor do mundo. Segundo ele, atualmente o turista que frequenta o local, na zona norte do Rio de Janeiro, não passa por nenhum tipo de revista. Ele se mostrou preocupado pela demora na chegada dos detectores.

Centro
Moraes inaugurou o Centro de Cooperação Policial Internacional, que reunirá 250 policiais de 55 países para troca de informações. Esse centro está interligado ao sistema da Interpol e outros centros de controle com acesso às câmeras de segurança dos Jogos. A estrutura no Rio e em Brasília e as diárias dos agentes convidados para virem ao Brasil custaram R$ 4,9 milhões.

Explosão
Moraes negou que a explosão de uma panela de pressão com pregos no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, na noite de segunda-feira, 1, tenha sido um atentado terrorista. Segundo ele, a Polícia Federal já iniciou as investigações e a perícia está procurando imagens para tentar chegar aos autores do ato. Moraes afirmou que a probabilidade de atentados no Brasil é mínima, mas é uma possibilidade no mundo todo. (AE)
DIÁRIO do PODER/montedo.com

6 comentários:

Anônimo disse...

Algum militar do DGP ou Diretorias subordinadas saberia dizer o motivo do link abaixo utilizado para marcação de consultas em hospitais está fora do ar ?

http://www2.dgp.eb.mil.br/

É possivel responder ?

Anônimo disse...

Enquanto isso, o DGP presta um grande deserviço aos militares da reserva e reformados, não nos dando acesso a "Informações do Pessoal ", cujo acesso só se dará pela EBNET, veja ...

http://portal.dgp.eb.mil.br/almq1/acesso.asp

* Nos impede de ver despesas médica, atualização de endereço, e-mails, de procurar e-mails de algum conhecido, etc ...

Esse iluminado, esquece que um dia estará na reserva. Isso me lembra alguns militares da ativa, que querem ver os militares da reserva pelas costas, esquecendo que um dia será inativo. Pobre mente e pobre de espirito.

O inferno vós aguardam.

Anônimo disse...

O dizer de um lugar onde até o Cristo precisa de segurança....Vivemos numa cidade que parece cenário daqueles filmes antigos de bang bang, sem regras, sem autoridade e sem lei. A diferença é que no RJ os bandidos não usam cavalos, o resto é quase tudo igual.

Anônimo disse...

Observo, que o assunto DGP é relevante para todos os militares inativos, entretanto, ninguém se mexe, comenta ou participa. Militar é nulo mesmo.

Anônimo disse...

Sobre o assunto DGP, já enviei meu protesto para 3 e-mails existentes no site da DCIPAS. E Vc ?

http://dcipas.dgp.eb.mil.br/index.php/fale-conosco

Anônimo disse...

O resto que se exploda, contanto que o Cristo e o Pão de Açúcar deem lucro. Dizer que a explosão da panela de pressão, com pregos, não seria um atentado, então a pessoa que fez isso estava tentando cozinhar pregos no lugar do feijão, por causa do alto preço? O que não falta no Brasil, são pessoas sem cérebro que topam qualquer ação violenta para mostrar poder às máfias de traficantes.

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