16 de agosto de 2016

"São militares? Ou são atletas que são militares?", questiona o técnico do medalhista Arthur Zanetti após continência no pódio

Zanetti presta continência, mas técnico ataca: "Pegar atleta pronto é fácil"
Membro da Força Aérea Brasileira, ginasta repete gesto de Nory no pódio. Treinador, porém, cobra maior investimento na base e pede apoio aos técnicos no novo ciclo
O brasileiro Arthur Zanetti bate continência no pódio após conquistar a medalha de prata na disputa das argolas - 14/08/2016
Por Alexandre Alliatti, Amanda Kestelman, João Gabriel Rodrigues e Marcos Guerra
Rio de Janeiro
Quando subiu ao pódio, Arthur Zanetti ergueu o braço e levou a mão à testa. Atleta da Aeronáutica, o ginasta comemorou a prata nos Jogos do Rio com uma reverência à entidade, assim como fizera Arthur Nory ao festejar o bronze no solo. Com duas medalhas olímpicas no currículo, o brasileiro se uniu à Força Aérea Brasileira a menos de dois meses dos Jogos do Rio Rio. O fato, aliás, incomodou o técnico, Marcos Goto. Diante da crescente de atletas ligados a forças armadas, criticou o fato de o investimento só ser feito em nomes do esporte de alto rendimento.
- São militares? Ou são atletas que são militares? Eles não treinam lá, só são contratados por eles. Eu que dou treino para o meu atleta, não são militares. Polêmica sempre vai gerar, se presta continência ou se não presta. Se é militar, dá polêmica; se não é militar, dá polêmica. Tudo dá polêmica no Brasil. Não sei qual é o salário que dão para o Arthur. Gostaria que os militares fizessem um trabalho de base, tiraria o chapéu para eles. Agora, apoiar atleta de alto nível é muito fácil. Quero ver apoiar a criança até chegar lá. O dia em que os militares fizerem escolinhas e apoiarem iniciação esportiva, apoiarem treinadores, aí vou tirar o chapéu. Por enquanto, não. Pegar atleta pronto é muito fácil.
Zanetti fugiu da polêmica. O ginasta ressaltou a importância do investimento feito por seu clube, em São Caetano do Sul. E falou do apoio dado pela Força Aérea Brasileira.
- A gente tem nosso clube, a prefeitura que acaba bancando. Isso nem sempre é uma certeza. Mas sempre me ajudaram bastante. Não só eles, mas São Caetano do Sul, a cidade que treino. Meus patrocinadores e a Força Aérea Brasileira, também me ajudando bastante na minha carreira. (Prestei a continência) porque acho que um modo de expressar, dentro do meu país. E como faço parte da Força Aérea Brasileira, é um momento de felicidade, de alegria, para todo país.
Em nota oficial enviada ao GloboEsporte.com (leia a íntegra no fim da matéria), a assessoria de comunicação do Ministério da Defesa não se manifestou especificamente sobre as declarações de Goto, mas afirmou que "o ingresso do atleta nas Forças Armadas é voluntário" e que "os direitos salariais e todos os outros são exatamente os mesmos que os demais militares de graduação em serviço ativo têm".
Goto saiu da competição satisfeito com o rendimento de Zanetti. Diante da ótima exibição do grego Eleftherios Petrounias, festejou a prata. Mas, além das críticas aos militares, também reclamou do apoio dado aos técnicos dos atletas. O treinador espera que a situação mude até os Jogos de Tóquio.
- Nós estamos no Brasil. Temos medo a todo momento. Temos material. Acho que falta treinador. Vou te dar um exemplo: todos os atletas ganharam um telefone. Treinador ganha o quê? Nada! Medalhista ganha uma premiação. O que o treinador ganha? Nada. Para o Japão seria bom que todas as modalidades deixassem os treinadores em casa. Vamos ver o que vai acontecer na competição, porque treinador não serve para nada.
O técnico também é pessimista quanto à redução do investimento feito na ginástica após os Jogos do Rio. Goto acredita que se não houver diminuição do incentivo, os resultados devem melhorar em Tóquio. Mas reconhece que os atletas com maior rendimento deverão ser os alvos das receitas no próximo ciclo olímpico.
- Pode perder (o investimento) dependendo de quem vai liderar o processo. Nós conseguimos uma coisa que a ginástica não tinha no país, que é estrutura física, não tínhamos material. Hoje temos material sobrando no país. Se mantiver o que foi feito na ginástica (em termos de investimento), vamos ficar muito bem. Se cair, vai se apoiar quem já tem medalha e quem tem maior chance de medalha - afirmou.

Confira a nota oficial do Ministério da Defesa:
Em sintonia com o planejamento do Brasil no cenário esportivo de alto rendimento, os ministérios da Defesa e do Esporte uniram esforços para fortalecer o esporte nacional. Dessa forma, em 2008, foi criado o Programa Atletas de Alto Rendimento (PAAR) das Forças Armadas.
O ingresso do atleta nas Forças Armadas é voluntário. A convocação para integrar o PAAR é feita mediante edital público e inclui prova de títulos (currículo esportivo/resultados/ranking nacional). Os atletas são incorporados com graduações variadas e os direitos salariais e todos os outros são exatamente os mesmos que os demais militares de graduação em serviço ativo têm.
As Forças Armadas também contribuem com a preparação e a formação de atletas que, por meio de federações esportivas, podem utilizar as modernas instalações dos centros de treinamento da Marinha (Centro de Educação Física Almirante Adalberto Nunes - CEFAN), do Exército (Centro de Capacitação Física do Exército e Complexo Esportivo de Deodoro) e da Aeronáutica (Universidade da Força Aérea - UNIFA).
Além do Programa Atletas de Alto Rendimento, o Ministério da Defesa desenvolve em parceria com os ministérios do Esporte e do Desenvolvimento Social e Agrário o projeto social Forças no Esporte (Profesp), que beneficia cerca de 21 mil crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social.
Com atuação em 89 municípios de 26 estados brasileiros, tem por objetivo democratizar o acesso à prática e à cultura do esporte, como fator de formação da cidadania e de melhoria da qualidade de vida, além de promover o desenvolvimento integral de crianças, adolescentes e jovens.
Os alunos participam de atividades esportivas educacionais e de lazer, de reforço escolar, de aulas de música, de laboratórios de informática visando à inclusão digital e de oficinas de treinamentos que orientam para diversas especialidades técnicas, facilitando o ingresso no mercado de trabalho.
O Profesp também vem revelando alguns atletas promissores, como por exemplo, o jovem Joseias Chagas, de 17 anos, que pratica corrida de fundo de atletismo. Joseias vem conquistando medalhas em competições de sua categoria e inclusive, carregou a Tocha Olímpica, símbolo do desporto mundial, na cidade de Morrinhos (GO), representando o Programa de Desporto Militar.
GLOBO ESPORTE/montedo.com

45 comentários:

Anônimo disse...

Inchando a nossa minguada folha de pagamento. Porque o ministério do esporte não faz o pagamento dos salários. Tem dinheiro das loterias destinado para isto também.

Kelma Costa disse...

Esse Goto deveria economizar perdigotos, fala tantas asneiras que deveria acrescentar a sílaba "es" antes do nome! Pois João do Pulo e Pelé foram militares e atletas de altíssimo rendimento antes dessa criatura existir. O que irrita é saber que os mesmos que criticam a continência dos nossos companheiros atletas são os mesmo que se derretem perante a continência de Fidel Castro e do Maduro e saem por aí beijando bandeiras vermelhas comunistas e desprezando o solo em que nasceram! Sim pode parecer papo de coxinha mas é melhor que ser trouxinha!!!

Marinho disse...

Eu acho que esse treinador foi Praça para reclamar tanto assim.

Anônimo disse...

"O ingresso do atleta nas Forças Armadas é voluntário. A convocação para integrar o PAAR é feita mediante edital público e inclui prova de títulos (currículo esportivo/resultados/ranking nacional). Os atletas são incorporados com graduações variadas e os direitos salariais e todos os outros são exatamente os mesmos que os demais militares de graduação em serviço ativo têm."
Não sei muito bem como isso funciona na prática, mas provavelmente esses "militares" nem serviço tiram e nem vão pra missões. é isso?
A senhora Kelma deveria correr atrás de promoções também para todos os demais 3º sargentos com mais de 4 anos de serviço e não somente para os QE.

Anônimo disse...

Entao, como funciona a militarização dos atletas?
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> O nome oficial é Programa Atletas de Alto Rendimento, e é resultado da parceria dos Ministérios da Defesa e Esporte. Começou em 2008. (http://bit.ly/2aHM6fm)
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> O programa nasceu para fortalecer os times das Forças em competições internacionais. (http://bit.ly/2aHM6fm)
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> O programa e outros rendeu às Forças Armadas, só em maio desse 2016, um repasse de R$ 5,3 milhões pelo Ministério do Esporte e R$ 8,2 milhões pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. (http://bit.ly/2aHMvOU)
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> Os atletas são selecionados por meio de edital. E como supracitado, as Forças recebem investimento e em troca pagam o salário de acordo com a graduação do atleta (alguns são cabos, outros 3º Sargento). Os atletas são militares temporários e não cumprem rotinas comuns às tropas.
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> Há programas de base, mas o foco são em atletas que já são medalhistas, ou seja, é fator importante que o atleta tenha bons resultados. A intenção não é formar atletas, é financiar os bons.
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> Os atletas podem participar de outros programas sociais do Governo Federal, como o Bolsa Atleta. É o caso de Rafaela Silva que é beneficiaria do Bolsa Atleta desde 2012 (http://bit.ly/2aJ4E1S)
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> Na Marinha, força de que sou parte, os militares de carreira não são incentivados a se tornar atletas. Quando o fazem são descriminados, recebem baixa avaliação... pois um militar de carreira precisa sair de suas funções militares para treinar e isso é mal visto pelos comandos. Portanto, para as Forças "é jogo" lançar mão de atletas prontos, que serão militares "figurantes", para não precisar fazer uso de seus militares de carreira.
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> Pra se ter uma ideia da proporção, de todos os atletas beneficiários do Programa, 594 são militares temporários e apenas 76 são de carreira. (http://bit.ly/2aHMvOU)

Anônimo disse...

Com todo respeito aos atletas: Não tenho nada contra eles, porém não concordo... ser militar é algo muito forte, diferente de receber salário como se militar fosse... Se fossem Oficiais e Sargentos nossos...concursados....selecionados, pois quem é militar de verdade sabe a diferença é eles? O que sao? Atletas militares e se tocar o Plano de Defesa? Serão chamados???? Enfim...Eu sou militar, eles não....

Anônimo disse...

Uma coisa é o indivíduo prestar o serviço militar obrigatório, previsto na Constituição, e lá nas Forças Armadas ele se desenvolver como atleta. Outra é o militar de carreira (Oficial ou Sgt) se desenvolver como atleta, mesmo que já o fosse antes de ingressar LEGALMENTE E CONSTITUCIONALMENTE às Forças Armadas.
Mas outra situação completamente diferente é essa "gambiarra jurídica" de catar atletas no meio civil dizendo que são convocados por edital em que há somente prova de títulos sabendo que juridicamente isso está errado haja vista que não há cargos dentro das Forças Armadas com o título "ATLETA". Se o que já ocorre em relação aos OTT e STT é muito discutível sob o aspecto de legalidade (burla á regra do concurso público) imaginem então selecionar atletas que não tem nem título de profissão formal para apresentar no currículo?
O pior nisso tudo é que saber que não há oportunidades para o militar de verdade treine alguma atividade esportiva nos mesmos moldes que os atletas civis.
Por exemplo, nas Forças Armadas é mais fácil um civil se tornar atleta de tiro do que os militares de carreira terem a oportunidade de praticarem tiro e num futuro virem a competir ou mesmo se tornarem atletas de ponta.
Contraditoriamente, na meio militar as portas estão fechadas para os militares de verdade se tornarem atletas de tiro, por exemplo, é preferível a hipocrisia de dar uma farda a um civil que passa por um dito treinamento de 30 dias só para ele prestar continência toda vez que subir ao pódio.

Anônimo disse...

Acredito que elr não foi militar. Caso fosse iria valirizar o Praça Medalhista.

Anônimo disse...

Muito bem observado Kelma. Valeu !

Anônimo disse...

EXTRA !!!! COMPARTILHE OU SEJA DIVULGUE. AJUDE E SE AJUDE.

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

LICENÇA ESPECIAL NÃO GOZADA: TRF4 segue a orientação do STJ, muda entendimento e passa a dar procedência nas ações

https://odireitodomilitar.blogspot.com.br/

Anônimo disse...

Perfeito, dona Kelma Costa. Perfeito comentário, parabéns!!
Maj QCO Leonardo

Anônimo disse...

O comentário do treinador esta certo gente... ele propos produzirmos atletas e não pegar o atleta pronto... A proposta de termos "escolinhas" acho muito boa

Frederico Oliveira disse...

Prezado Marinho, polêmicas a parte, acho desnecessário a comparação do "choro" do treinador como sendo choro de Praça.
Todos nós vestimos a mesma camisa Praças e Oficiais. Estamos no mesmo barco, o ideal é não jogar granada dentro de nosso trincheira, lá estaremos juntos, praças e oficiais, ninguém ganha com essa guerra.

Júlio Fortes disse...

Com uma ressalva importante: Pelé, João do Pulo e Zequinha Barbosa incorporaram como Soldados, tiraram serviço entre outras atividades militares que desempenharam e principalmente cumpriram expedientes integrais em quartéis e vestiram uniformes durante muito mais tempo que os atuais atletas de alto rendimento, muitos dos quais passam a maior parte do tempo no exterior treinando ou em competições representando seus clubes. Penso que tal programa tem de ser revisto sim.
Cel R/1 Fortes - Advogado OAB/MS 19.006

Anônimo disse...

esquenta nao, daqui a poucos dias todos esses "atletas militares" irao para suas casas e nunca mais passarao em frente a um quartel. A vida de treinos continuara, o senhor tera assegurado seu emprego, os miltares continuarao na sua caserna e nunca, nunca mais lembrarão dessa Olimpiada. Alias qual foi o campeao das argolas na olimpiada de 2008? Ninguem sabe, só voces e algum reporter que vai pesquisar para virar manchete....damos importancia para as coisas sem importancia

Anônimo disse...

Pelé cumpria o serviço militar e joao do pulo era sargento de carreira. Não ganharam um uniforme em 45 dias. Militar tira serviço e participa escalas diversas. Porque nós é que temos que bancar o salario destes atletas. Me poupe.

Anônimo disse...


Kelma Costa, concordo plenamente com você. Meus parabéns!!! O que é estranho é o fato de reclamarem tanto que os atletas não têm apoio e, quando conseguem que as FFAA apoiem, vem um BOÇAL desses abrir a "matraca" para "vomitar" ódio. É um incompetente sentido inveja.

Anônimo disse...

Marcos Goto, se o atleta tivesse deixado de ganhar você estaria falando isto? Esta situação de ser militar ou ser atleta militar é uma coisa que não será você que vai esclarecer, com esses "músculos no cérebro". Eu sou professor, militar e técnico, diga-me uma coisa: sou militar professor ou professor militar ou técnico militar ou militar técnico? Se você souber a resposta, manda lá para o STF, pois eles também estão com dúvida. E por causa disto, eles não me deixam lecionar no magistério público alegando que a Constituição Federal não permite, mesmo já estando na reserva!

Anônimo disse...

Deve ter sido um sub esse treinador que foi preterido no QAM para QAO, kkkkk.

Anônimo disse...

As FA estão ajudando como podem. O Zanetti chegou a ameaçar competir por outro país por falta de apoio no Brasil. Esse Senhor deveria direcionar a sua raiva para as confederações, que recebem recursos públicos e privados para investir nos atletas (inclusive na base) e não o fazem.

Anônimo disse...

Com todo o respeito aos comentários anteriores que me procedeu, gostaria de dizer que fui atleta do exercito, mas como sei que o trabalho de base é fundamental para obter resultados expressivos, não posso deixar de considerar que o ilustríssimo treinador tem razão. João do Pulo, Pelé não se tornaram oque foi ao entrar no Exército e sim fruto de uma educação esportiva que iniciou desde muito jovem e nosso gloriosso exército não deixou de fazer o certo tambem por selecionar as reais chances de resultado.E por fim gostaria de falar que realmente as mentes por traz das performaces dos atletas que são na verdade os treinadores pelo menos aqui no Brasil sempre passaram despercebidos

Anônimo disse...

Sr Marinho, seguindo a linha de pensamento de um leitor deste blog, caso o técnico fosse praça iria estar comemorando, comprando cerveja, organizando um churrasco e convidando sua didigníssima para participar.

Anônimo disse...

O treinador está certo!
E outra... quando o militar de carreira ou temporário que tira serviço, participa de missão rolha e cumpre expediente no quartel quer ser atleta, dizem que ele quer dar golpe na escala, acochambrar e tantas outras coisas!
Sou contra esse programa do jeito que foi planejado!

Anônimo disse...

Anônimo das 13:24, vc pensou muito para escrever esse comentário? Foi tão construtor, dignificante, e coerente com a proposta do assunto. Mass

Paulo Ricardo disse...

A poucos meses ambos, atleta e técnico estavam na mídia chorando que não tinham nenhum incentivo financeiro de patrocinadores, não tinham lugar para treinar etc. Através do projeto este atleta e muitos outros receberam incentivo. É muito fácil basta o atleta pedir o cancelamento do contrato com a FAB e junto com o técnico, que certamente está querendo um salário também, buscarem o tão sonhado incentivo no Ministério da Educação e do Desporto. Quartel não é local para treinar crianças e sim nas escolas. Será que o senhor GOTO n~~ao descobriu isso até hoje?? Por favor, respeitem as Forças Armadas e não sejam levianos de somente utilizar-se delas quando lhe convém.

Anônimo disse...

Ué, se acham tão importante dar cargo público para os atletas terem salário para se dedicarem ao esporte, porque então não dão pra eles aqueles cargos comissionados de aspones que existem lá em Brasília? Se a lógica e essa, então não vejo problema algum. Mas colocar uma farda num atleta que entra 'pela janela' e que nem vai ao quartel pra treinar, haja vista que eles se mantém ligados aos clubes de origem,só para dizer que tem militar no pódio é muita hipocrisia... Alguns dizem que país A ou B também faz isso, mas só resta saber se nestes países a Constituição é igual à nossa...

Anônimo disse...

Boa noite pessoal!!! Eu sei que não tem nada haver o que vou falar aqui mas é que tow fazendo a escala de serviço e geral já partiu...se puderem avisar pra mim aos militares abaixo agradeço:
Of dia: Asp Felipe Wu
Sgt dia 1 cia: 3 Sgt Arthur Zanetti
Sgt dia 2 cia: 3 Sgt Diego Hipólito
Sgt dia da 3 Cia: o lobinho da vara lá...não lembro o nome é
Sgt dia CCAP: Sgt Rafaela a menina do judô
Por favor quem tiver o zap deles, avisem!!! Parada diária será as 07:30
Brasil....

Anônimo disse...

Senhores já ia esquecendo: acabei de falar com o Sgt Arthur Zanetti e ele deslocou o ombro, foi puxado o Sgt Robson Conceição, esse que acabou de ganhar no box....valeu

Anônimo disse...

Militar é o membro das FAs (art 3º do E 1) e nisso não há dúvida: todos eles são militares e são atletas. Mas onde fica essa história de dedicação exclusiva e de disponibilidade permanente de que trata a outra matéria deste blog? Ou seria estória? Todos sabem que muitos deles têm patrocínio, usam do seu direito de imagem e figuram, inclusive, em campanhas publicitárias. Se não me engano, alguns comentaram a competição para a televisão depois de eliminados. Será que o COB não paga algum tipo de "subvenção" para manter a seleção permanente? O prêmio por cada medalha ganha é de R$35.000,00. Será que o exército pode vetar a participação deles em competições em nome da disponibilidade permanente?

Anônimo disse...

mi mi mi
buá buá
Uma coisa é certa, medalha de ouro para os leões de alojamento.
São MUITO críticos e chorões. kkkkkkkkkkkkkk!

Anônimo disse...

https://odireitodomilitar.blogspot.com.br/2016/08/aluno-de-colegio-militar-tem-direito-de.html

Anônimo disse...

https://odireitodomilitar.blogspot.com.br/2016/08/stj-confirma-decisao-do-trf4-que.html

Amauri disse...

Sr técnico, já q tal fato (investimento das Forças Armadas, supostamente, ser feito em nomes do esporte de alto rendimento) o incomoda tanto, como o SEU atleta ingressou de forma VOLUNTÁRIA nas Forças Armadas?!?!?! Quem deixou de orientar o SEU atleta para q ele não caísse nessa "armadilha"?!?!

Anônimo disse...

No primeiro dia útil de setembro irei a minha agencia sacar meios vencimentos, com 5% de reajuste, enquanto a defasagem salarial e inflação é de 500%.

Com certeza farei a minha continência ordinária padrão.

Gesto, disciplina e atitude é assim que se faz uma boa continência.

O Sr. Montedo pode até não acreditar mas fiz este comentário em posição de sentido e fazendo continência, portando, por gentileza não censure ( coisa da ditadura) ou delete ( coisa da informatica) este enquadrado comentário.

Paranoense

Anônimo disse...

http://cbn.globoradio.globo.com/default.htm?url=/editorias/policia/2016/08/16/STM-NEGA-HABEAS-CORPUS-A-CINCO-PESSOAS-ACUSADAS-DE-MATAR-SOLDADO-DO-EXERCITO.htm

Anônimo disse...

http://extra.globo.com/esporte/rio-2016/apos-ataque-onibus-exercito-usa-drones-para-monitorar-transolimpica-19922091.html

Anônimo disse...

Parabéns a todos os nossos atletas, também para aqueles que desenvolveram este programa de atletas nas forças armadas. Que pena que o pessoal de "escola" não se intentificam e críticam estes que chegaram sem concurso na força, são pessoas fracas que um tempo atrás criticavam os QEs e suas causa. Está a oportunidade de vcs se apresentarem e criticarem o cmdo por estes feitos. Digam o seu nome e o CP, para que seja colocado em transferência lá para dentro das florestas na Amazônia. Aos profissionais que horam a farda sem querer sobrepor ninguém sempre sendo um verdadeiro companheiro que Deus nos traga dias melhores em todas as áreas de nossas vidas. Com Jesus o Brasil será vencedor sempre. Ass.: Sgt R1 Nego praça de 198..

Anônimo disse...

Quantos pnr poderiam ser construídos....... 43 milhões gastos. http://www1.folha.uol.com.br/esporte/olimpiada-no-rio/2016/08/1803828-nove-dos-11-atletas-medalhistas-do-brasil-ate-aqui-sao-das-forcas-armadas.shtml

Anônimo disse...

O técnico retirou o que disse e pediu desculpas por falar de algo que não tinha completa noção.

Rogério disse...

Pra complementar o que eu disse as 20:35.....nós..permissionários de PNRs....custeamos integralmente a construção, manutenção e a reforma dos imóveis....são 63 milhões de reais por ano arrecadados a título de taxa de uso....segunfo o EMEB....com este nível de arrecadação.....serão necessários mais de 100 anos de investimento para suprir a demanda reprimida de imóveis....em contrapartida...o EB investe 48 milhões de reais em atletas de alto rendimento....ou seja...com os mesmos recursos... O EB majoraria os recursos aplicados em PNRs em algo em torno de 70%.

Sgt MB 2003 disse...

De início não apoiei a convocação desses atletas, porém, a partir da leitura da nota de esclarecimento à imprensa à respeito do projeto desenvolvido pelas Forças militares e pelo desempenho alcançado pelos esportistas, percebi que é um projeto que deu certo.

O "patrocínio" foi desenvolvido junto ao ministério dos esportes e os principais atributos, determinantes para a conquista das medalhas considero os seguintes:

- foco;
- atitude militar;
- perseverança;
- disciplina (no treino);
- estímulo;
- moral para enfrentar as adversidades;

- além claro de local para treinar, atendimento médico- odonto - hospitalar e um salário razoável de 3.500,00 líquidos.

o zanetti pode não precisar tanto, mas para outros atletas é a ajuda principal.




Anônimo disse...

Que o civil acredite que estes atletas são militares, até entendo, mas milico defendendo esse pessoal, é o fim da picada.

Anônimo disse...

Militar é um bicho que precisa ser estudado. Esse programa não é perfeito, mas o proximo passo deveria ser para os militares atingirem nivel esportivo de alto rendimento e procurarem obter o mesmo tratamento. Seria o lógico, mas em lugar que se nivela por baixo é mais fácil tirar os direitos dos outros para todos ficarem na mesma (para não dizer outra coisa).

Anônimo disse...

Seria mais fácil tais atletas ganharem cargos comissionados de livre nomeação no próprio Ministério dos Esportes se o problema deles é ter salário, não é? Por que colocá-los como militares sem que cumpram expediente e as obrigações que os outros militares de verdade cumprem? Ah, já sei... Se eles fossem colocados em cargos comissionados no Ministério dos Esportes e não fossem cumprir expediente - como ocorra com eles nos quartéis - a imprensa iria expor que eles ganham salário sem trabalhar, que seriam funcionários fantasmas!!!!! Mas pera aí, ser militar (atleta) fantasma pode, então... Entendi.

Anônimo disse...

A Inveja é a arma dos incompetentes !

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