14 de outubro de 2016

Aeronáutica suspende licença médica remunerada de sargento

Resultado de imagem para divisas sargento da fab 

Tiago Rogero
Um sargento da Aeronáutica cujo filho nasceu em 2012, com autismo, se mudou para os EUA em busca de tratamento para a criança. Entrou, então, com um pedido de licença médica remunerada, prevista no estatuto, também para o caso de dependentes que precisam de tratamento.
Só que a Aeronáutica (o PAMA-AF, no Rio) suspendeu o pagamento e entrou com um processo de... deserção por ele estar há tanto tempo fora.
Ancelmo Góis (O Globo)/montedo.com

23 comentários:

Anônimo disse...

Abuso de autoridade, ganha fácil isso na Justiça Federal, pau neles !!!

2º Ten QAO -WFO

Anônimo disse...

É outro braço forte e mão amiga. Fica TEMER. Temer 2018.

Anônimo disse...

Realmente é uma infelicidade ler isso, a cada dia que passa vejo que as Forças Armadas andam na contra mão do discernimento e da lógica, trata seus integrantes como lixos, como desejam ter respeito da sociedade e do Estado com atitudes como essa.

Anônimo disse...

Os inimigos sempre estiveram na propria farda. Não são os civis.

Anônimo disse...

Ainda tem malucos que defendem uma intervenção militar, imagina essas arbitrariedades amplificada para toda a nação.

Anônimo disse...

é o conhecido: Fogo amigo!

Anônimo disse...

Padrão "Família Militar" do EB. Reverenciemos a patrona!

Anônimo disse...

Dizem que "a arma do sargento tem divisas na ponta".

Anônimo disse...

quanto tempo ele está lá
é necessário
poucos dados

Anônimo disse...

Excelente comentário acima. São os nossos chefes nossos verdadeiros inimigos. Justiça neles e se estiverem errados que sejam presos.

Anônimo disse...

Fico muito decepcionado com os comentários aqui do blog. Com raras exceções, refletem uma compreensão muito estreita da realidade. Tenho família e entendo perfeitamente nosso desejo de cuidar bem de nossos familiares. Mas imagina se todos os pais com filhos autistas ou portadores de outras enfermidades, resolvessem tirar licença por tempo indeterminado pra ir buscar tratamento no exterior? O sistema não se sustentaria...

Anônimo disse...

É um absurdo tratar esse caso como deserção, salvo se o Sgt em questão tenha simplesmente "fugido" para o exterior, sem o consentimento da sua OM!

Provavelmente o cara tá de LTSPF há algum tempo e publicaram em BI alguma ordem de inspeção de saúde a fim de renovar a dispensa e ele não a realizou.
Em um caso parecido que presenciei, o Cmt OM decidiu publicar as férias do militar que estava fora da guarnição a fim de não deixá-lo em "destino ignorado" e contatou alguns familiares do Sgt para que o avisassem da necessidade da nova inspeção. Deu tudo certo, sem deserção alguma!

Anônimo disse...

Eu fico impressionado com o vitimismo de uns e outros! No Portal da Transparência todo mês publica a demissão de dezenas de pessoas doss mais diversos orgãos, Muitos que estão no Exército ja teriam sido demitidos na PF/RF e outros mais. A nação não tem que sustentar vagabundo atoa, todos nós temos problemas, uns mais outros menos, este é o fardo da vida. Você acha que o cara pode ficar eternamente cuidando do filho e recebendo! Quem é que paga essa porra? meu imposto! E eu não quero que meu dinheiro vá para isso! O nosso Exército é maior que o interesse individual! E a maioria AMA O EXÉRCITO! É uma pena que nossos comandantes estão muito carresristas, porque deveriam PUNIR E DEMITIR MAIS! DOA A QUEM DOER!

Anônimo disse...

O cara se mudou para o EUA
Sem a autorização
Abandonou o serviço
e a culpa é da FAB
arrego

Rindo dos analfabetos políticos disse...

Anonimo 14 out, 16h21min: texto tipico de elemento mau-carater, que quando o problema é com você, quer tudo o que tem e não tem direito! És uma vergonha!

Anônimo disse...

Anônimo de 14 out 18:21, se o senhor for oficial é bom rever seus conceitos, não sei se o senhor sabe mas existe uma cousa chamada lei e se os comandantes não obedece las vão responder na justiça, e se o senhor pisar fora da faixa da lei se, e quando comandar vai aprender da pior maneira.

Anônimo disse...

Isso que é a família militar ! Camaradagem ! Espírito de corpo ! O dia que um Brigadeiro tiver um neto altista a lei muda !

Anônimo disse...

Com exceções, mas praça é um segmento complicado. O Sv psicologia, nas FFAA, deveria ser mais atuante e cuidar desse povo, fala sério. Sentem-se perseguidos por tudo e todos, inclusive qdo estão errados, como no caso em tela.
Depois eles vêm reclamar que falta união de Of e praças, mas o que falta, na vdd, é bom senso entre eles mesmo.
Estou em Brasília e sei de casos, muitos, de LTSP e LTSPF de praças ATENDIDOS, inclusive no exterior. Rapaz, só sabem reclamar de conspiração contra, de injusticas, é choro o tempo todo.
Sei deste caso tb, o Sgt, em que pese o seu drama, está errado. Afastou-se sob permissão e, agora, expirado o período de afastamento, não quer retornar. Reconheço que o caso é complicado - filho sofrendo -, mas tem de ser observadas as normas.
Então, "perseguidos ad eternum", falem menos e se unam mais.

alexmrocha disse...

Está previsto em regulamento cara.
Se fosse seu filho você faria o mesmo, ora.

Anônimo disse...

Não entendo como conseguem julgar o militar, o Cmt, os outros militares e a instituição, sem ler todo o processo do caso.
Julgar uma situação complexa como está apenas lendo um artigo sem cunho jurídico de apenas 11 linhas é um tanto precipitado.
Ninguém pode censurar um pai de família em buscar as melhores formas de ajudar sua família, desde que tenha amparo legal.

Anônimo disse...

Teria que ver quando exatamente a pessoa entrou de licença e até que eu saiba licença pra tratamento de saúde dura dois anos...mais tempo eu desconheco...tem que saber todos os fatos pra poder julgar a FAB ou o militar...abs

Anônimo disse...

Cuidado em...o camaradinha de 14 de outubro as 18:21. Fica sabendo que eu quando burro e desumano pensava como você. E adivinha: hoje pago o preço porque aconteceu justamente comigo. Fica o alerta, viu caboquinhho!

ALAONE NAVARRO DA COSTA disse...

Quando se tem um problema deste, o primeiro tratamento deve ser o dos pais, o choque da descoberta do autismo é muito forte. Num primeiro momento chama-se de luto pelo filho, é como se ele tivesse morrido, a superação deste estágio inicial é muito difícil. A pessoa faz qualquer coisa, não mede as consequências, até ele perceber que o problema é insolúvel e que o tratamento só minimiza a situação. Acho que a FAB deveria enquadrar o caso como distúrbio psicológico.

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