17 de novembro de 2016

Cabo do Exército morre em acidente com blindado no RS

São Borja (RS) - O cabo Michael Allan Batista de Freitas (24), faleceu na tarde da última terça-feira (15) no campo de instrução do 2º Regimento de Cavalaria Mecanizado, na cidade gaúcha que faz fronteira com a Argentina. Em treinamento para a Operação Furacão, o militar dirigia um blindado modelo Cascavel quando a torre da viatura girou abruptamente, após o canhão chocar-se com um poste. O Cabo Batista, que estava em seu sexto ano de serviço, foi atingido pela torre e faleceu na hora.
O Exército aguarda o resultado da perícia para fornecer maiores detalhes sobre o acidente.
(Com informações da Folha de São Borja)


13 comentários:

Anônimo disse...

R.I.P

Anônimo disse...

Tenho absoluta certeza que o IPM concluirá que HOUVE imperícia ou imprudência do militar que resultará em desamparo à família dessa praça.
Esse é o Braço Forte do meu exército.

Anônimo disse...

uma atividade de risco que é desenvolvida sem o devido reconhecimento do ministério do trabalho é única profissão que não recebe por insalubridade e periculosidade com risco constante com armamento, munição, combustível, risco de choque elétrico etc..., é uma pena mais uma vida ceifada e nem em guerra estamos pêsames aos pais estamos todos tristes, vai com Deus.

Anônimo disse...

Você conhece outra categoria que recebe adicional militar? Não existe! Sabe por quê? Porque seu adicional periculosidade/insalubridade se chama adicional militar. Antes de semear a discórdia e fazer comentários irresponsáveis, procure saber o que você escreve antes. Ou vá trabalhar como frentista. Lá você receberá adicional insalubridade.
Baita Leão de alojamento!!

Anônimo disse...

Anônimo das 20:34, por que criticas? que certeza é essa. Existe um IPM a ser feito. Esperemos a conclusão. Vamos parar de especular.

Anônimo disse...

http://www.mpm.mp.br/criada-a-ouvidoria-do-mpm/

Chapa Quente!! disse...

Meus pêsames, a família desse jovem militar, falecido em atividade militar. Caros amigos de farda, sobre o triste acidente ocorrido, com nosso irmão de farda. Cabe ressaltar que independentemente do resultado desse IPM, que fora instaurado para apurar as causas do acidente.
A família não será desamparada, pois se ele for casado, sua pensão militar ficará com sua esposa,garantidos pela lei 3765, de 1960 em seu art 7, e se for solteiro e não tiver herdeiros , a pensão militar ficará com sua mãe , e repartindo o benefício com seu genitor se esse for maior de 60 anos ou for inválido ou interdito, garantidos pelo amparo da súmula 126 do TCU, pelo simples fato do militar reebgajado já ter em seu contracheque o desconto da pensão militar de 7,5%,cabe ressaltar que o resultado do IPM só vai interferir em uma possível promoção post mortem. O que não impede a imediata montagem do processo de pensão militar , Bizu de montagem de processo , está nas normas técnicas da DCipas. Abraço a todos

Anônimo disse...

Essa viatura tem quase 70 anos, como a maioria dos blindados. Não há segurança nenhuma. A maioria tem travas que não funcionam. E mais... Será que esse campo era um campo ou só uma piruaçao.. Pois era feriado! Treinamento pra campo? Fala serio! E mais, havia ambulancia no lugar?? Qdo eh a hora realmente é a hora, mas existem coisas que poderiam ser evitadas sim! Como por exemplo uma comunicação entre sargento e cabo via intercom. O que não tem! Poderia sim ter sido evitado! Quem perdeu foi quem morreu e a família. Pois no outro dia após o enterro teve o campo normalmente. Como se nada tivesse acontecido!

Anônimo disse...

17 de novembro de 2016 22:33

Art. 3º Para os efeitos desta Medida Provisória, entende-se como:


II - adicional militar - parcela remuneratória mensal devida ao militar, inerente a cada círculo hierárquico da carreira militar;

Me diga onde se fala em insalubridade?

Anônimo disse...

anônimo 17 de novembro de 2016 22:33

Me diga então porque pensionista recebe adicional militar se ela não é profissional militar?

ex-CB.Lauriente -12°RCMEC-Jaguarão-RS disse...

Meus pêsames para esta familia ,que nesta hora chora a perda deste ente,querido em pleno inicio de vida ;força e fé pois Deus escreve nosso caminho ,eu tambem fui um motorista deste blindado e tenho um filho com esta idade,um forte abraço amigos .

Anônimo disse...

Rapaz, eu não entendo como estes praças insistem com isso, fala sério. Ingrato, faça algo melhor de sua vida ou seja, ao menos, sensato. Vou desenhar: insalubridade/periculosidade estão inseridos na p. atividade militar. Assim, Ad Militar já abarca ambas as condições.
Com relação à questão abaixo, as pensionistas recebem o AM por que as FFAA são benevolentes, somente por isso. Se fosse agir com a mão pesada, como muitos de vcs insistem, muitas gratificações, adicionais e benefícios não seriam recebidos.
Seja mais grato e menos reclamão. Pelo q o EB lhe cobrou para ter, hoje, seu emprego e exíguo salário, vc deveria dar graças a Deus por toda a sua vida.
Maj QCO Leonardo

Anônimo disse...

Caro anônimo 19 de novembro de 2016 12:38

Bom no meu ponto de vista insalubridade/periculosidade, que vc julga ser o adicional militar, não deveria ser pago aos quadros(alguns), pois nem todos os militares participam de exercícios no terreno, missões de paz ou GLO em favelas, no caso atividades de risco, diferentes daqueles que vivem atras de suas messas no ar condicionado, que o maior risco que correm seria o de pegar uma renite. Bom dia a todos.

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