26 de março de 2015

O que fazem as mulheres nas Forças Armadas?

O que fazem as mulheres nas Forças Armadas?
Atualmente, as mulheres que servem na Marinha atuam em unidades médicas, de comunicação e administrativas costeiras
Foto: Serguêi Piatakov/RIA Nóvosti
Aleksandr Korolkov, especial para Gazeta Russa
Em entrevista à agência de notícias Interfax, uma fonte do Ministério da Defesa russo anunciou que as mulheres poderão servir em navios de superfície da Marinha a partir de 2018. No entanto, a Marinha negou a informação, gerando novas discussões sobre o papel das mulheres nas Forças Armadas.
O Comando Naval da Marinha negou qualquer acusação de discriminação ao negar a informação divulgada por uma fonte do Ministério da Defesa. À luz de escândalos sexuais na Marinha de países como EUA, Austrália e Alemanha, o comando sugeriu que o espaço confinado dos navios e submarinos “torna impossível a convivência confortável para pessoas de sexos distintos”.
Atualmente, as mulheres que servem na Marinha atuam em unidades médicas, de comunicação e administrativas costeiras. Já no Exército, a situação é bem diferente.
Em meados de março, a vice-ministra da Defesa, Tatiana Chevtsova, informou que 220 mulheres foram recrutadas para as universidades militares este ano, e o corpo feminino de cadetes soma mais de mil mulheres.
“Daqui 10 anos, as garotas que agora estão recebendo educação militar básica entrarão no efetivo do Exército e irão ocupar postos importantes de grande responsabilidade durante a carreira”, disse a vice-ministra. “Nossa tarefa atual é preparar uma reserva feminina digna de nossas Forças Armadas.”
Hoje há mais de 35 mil mulheres nas Forças Armadas da Rússia, das quais 2.600 são oficiais e 72 ocupam postos de comando.

Mais responsáveis e resistentes
Segundo estudos conduzidos durante o período soviético, as características corporais femininas são, em geral, mais frágeis que as dos homens. No entanto, as mulheres apresentam aspectos psicológicos mais vantajosos em relação aos representantes do sexo masculino: são mais resistentes ao estresse físico e emocional, além de apresentar um comportamento mais cauteloso.
Ao contrário de outros Exércitos do mundo, na Rússia nunca houve uma divisão de postos de combate operacionais e não operacionais. Se a mulher carrega uma arma, deve se submeter às ordens do comando, que pode ordenar um ataque com sua participação junto a outros soldados. Nos últimos anos, 710 mulheres russas participaram de combates.
Até mesmo nas tropas de elites as russas já provaram o seu valor. Quase 400 mulheres servem como paraquedistas na 76º Divisão Paraquedista de Pskov. As que foram aceitas na Escola de Paraquedistas de Riazan irão em breve se tornar oficiais responsáveis pela logística, tratando desde a dobragem dos paraquedas até o lançamento de veículos blindados.
GAZETA RUSSA/montedo.com

6 comentários:

Anônimo disse...

"(...) as mulheres apresentam aspectos psicológicos mais vantajosos em relação aos representantes do sexo masculino: são mais resistentes ao estresse físico e emocional (...)" MENTIRA! No Afeganistão e no Iraque, fontes americanas afirmam que chegou perto dos 100 porcento o total de mulheres militares que sofreram de estresse pós-traumático. Pura propaganda de cunho feminista.

Anônimo disse...

Um pais que leva a defesa de seus interesses a sério não pode ser politicamente correto, onde existe homens e mulheres vai existir relacionamentos, triângulos amorosos e amores, é natural e normal. Acontece porém que nas FFAA isso (triângulos, ciúmes) prejudica o ambiente e coloca em risco a camaradagem, o companheirismo e outros valores militares. Vista grossa para TAF, TAT, serviço e missão por parte de "interessados" é uma constante.

Anônimo disse...

Mulheres nas FFAA na minha opinião não são equilibradas como se diz no texto, principalmente em periodos de TPM. Não sabem aceitar determinadas ordens e querem se esquivar das atividades e serviços sempre dando desculpas e choramingando alegando que são do sexo feminino. Se querem servir acho que devem, sem preconceito porem fazendo tudo que o homem faz...

Anônimo disse...

Mulher mais resistente ao estresse físico e emocional? Porque então não temos tropas especiais formadas só por mulheres, para agir nessas condições? O que eu presenciei quando convivi com o segmento feminino realmente como disse um companheiro acima, foram triângulos amorosos (quase na totalidade das vezes com militares de hierarquia superior ao delas) e muito proteccionismo (sem taf, sem serviço, funções diferenciadas...)

Anônimo disse...

As mulheres nas forças armadas continuam... mulheres.Com os prós e contras. Algumas são centradas, outras meio louquinhas, outras mais gentis, mais eficientes, outras mais enroladas; outras acham que mandam mais que o comandante, como fariam em casa.São seres humanos normais.Uma embelezam mais a tropa, outras nem tanto. Tudo normal.

Anônimo disse...

Ser humano é ser humano, não existe essa de homem e mulher, caráter, comprometimento com o trabalho não se mede pelo sexo. Tirando um pouco de força física a mais, não vejo diferenças de pessoas pelo sexo, existe homem preguiçoso, frescurento, fofoqueiro, covarde, medroso, eu que o diga.

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