19 de janeiro de 2017

Crise carcerária: Jungmann nega risco de "contaminação" das Forças Armadas pelo crime

Militares devem estar prontos para atuar em presídios em até 10 dias
Agência Brasil / CP
Um dia depois de o Palácio do Planalto anunciar a atuação das Forças Armadas para inspecionar cadeias de todo o País, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, disse nesta quarta-feira que os militares vão atuar nos presídios para reduzir a criminalidade, não havendo risco de "contaminação" das Forças Armadas pelo crime organizado. Jungmann ressaltou que os militares não irão enfrentar as facções que atuam nas cadeias, já que essa tarefa cabe às polícias.
Em termos operacionais, as Forças Armadas estarão prontas dentro de oito a 10 dias para atuarem em presídios, informou o ministro. O Ministério da Defesa vai disponibilizar inicialmente R$ 10 milhões para o emprego dos militares nas penitenciárias, ainda que não haja uma previsão de custos para as inspeções, pois esse cálculo dependerá do número de presídios vistoriados e das distâncias de deslocamento das equipes - caberá a cada Estado solicitar ao governo federal o apoio dos militares.
"As Forças Armadas não irão operar e controlar presídios e penitenciárias, não vão manejar os presos durante a varredura e não vão substituir policiais e agentes penitenciários estaduais. As Forças Armadas não atuarão sozinhas", destacou Jungmann.
O ministro reiterou que "as Forças Armadas não terão contato direto com os detentos". "Não haverá esse contato com a criminalidade. As Forças Armadas não irão enfrentar essas facções, isso é tarefa de polícias", frisou Jungmann.
A ideia do governo é que as vistorias nas cadeias ocorram de surpresa, "sem a possibilidade de vazamentos que possam implicar no insucesso de uma varredura", explicou o ministro. Jungmann classificou como "tragédia humana" os massacres ocorridos em presídios do Rio Grande do Norte, Amazonas e Roraima.
Correio do Povo/montedo.com

7 comentários:

Anônimo disse...

E os praças e até mesmo alguns oficiais que moram em área de risco por conta dos baixos salários???
Ficaram seguros???

Anônimo disse...

Agora os militares das FFAA serão executados nas ruas como fazem com a PM. Serão cassados como ratos. No Rio de Janeiro os militares já tem que esconder as identidades. Ministro bolivariano, comunista, fundador do Foro de São Paulo. Não acredito nessas hienas. Só tem uma saída para a nação, as FFAA assumirem de vez o controle de tudo. ACORDA FFAA!

Anônimo disse...

Vão empregar cerca de 1000 militares (reportagem mais recente) e disponibilizaram um milhão de reais... espero que desse custo, de R$ 1.000,00 por homem, cada severino empregado nessa missão receba pelo menos a diária a que faz jus (o que raramente ocorre).

Anônimo disse...

Quer apostar que farão exatamente o que ele disse que não farão?

Anônimo disse...

Os militares das FFAA estão sendo envolvidos nesta história sem nem mesmo poderem ter porte de arma. Quem é este Jungmann para falar pelos militares? Este ptista está aí infiltrado para destruir de uma vez as forças militares e está conseguindo fazê-lo, na cara desses comandantes militares covardes.

Anônimo disse...

É bom mesmo o ministro ter certeza do que está falando, senão vai dar ruim. O Exército é treinado pra matar, e não pra prender. Isso é tarefa de polícia. Ou eles estão achando que vamos entrar com buquê de flores nos presídios e fazer carinho nos presos... Depois vem os direitos humanos lascando em cima da gente, dizendo que "exageramos".

Anônimo disse...

Tudo conforme cartilha do Foro de São Paulo, afinal não é atoa que esse Ministro é um dos fundadores dessa organização. Acorda Forças Armadas!

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