20 de junho de 2016

MS: soldado do Exército morre vítima de tiro acidental durante manutenção do armamento

Colega mata militar do Exército com tiro acidental enquanto limpava arma
Vítima foi socorrida e não resistiu


Renata Portela

Na noite de domingo (19), por volta das 20 horas, Flávio Martins de Lima, de 20 anos, morreu vítima de disparo de arma de fogo em Ponta Porã, cidade a 346 quilômetros de Campo Grande. Ele era soldado do Exército e foi vítima de um disparo acidental.
Segundo o relato da mãe de Flávio, que procurou a delegacia para registrar boletim de ocorrência, o filho e o colega, de 25 anos, limpavam armas quando ocorreu o acidente. O rapaz de 25 anos teria disparado um tiro acidental, que atingiu Flávio no tórax. A vítima ainda foi socorrida e levada ao Hospital Regional de Ponta Porã, por volta das 18 horas.
A mãe não soube dizer a hora em que o filho faleceu, mas foi informada da morte por volta das 20 horas. O caso foi registrado pela Polícia Civil como homicídio culposo, quando não há intenção.
midiamax/montedo.com

4 comentários:

Anônimo disse...

Meus pêsames a toda familia do militar. Mais uma vida perdida apesar das recomendações.

Sugiro aos interessados, colocar na busca no Blog a palavra chave acidente com armas e ver uma quantidade enorme de ocorrências desde 2009 ( criação do Blog ), nos acidentes estão inclusos oficiais e gradiados.

Já o público interno, só fica sabendo se for na sua OM, fora isso nada é informado via instrução de quadros, pois são eles que tiram serviços de escalas e são diretamente interessados.

Uma pena !

Anônimo disse...

Triste notícia, mais uma mãe e uma familia em desepero, afinal perder um filho desta maneira, praticamente com uma vida toda ainda pela frente, configura-se como uma tragédia, carregada de comoção dos parentes do falecido.
Mesmo não sendo conveniente falar disso por ora, há que se apurar as causas desta fatalidade, se estavam limpando armas porquê havia munição por perto? Estando de serviço ou missão portando armamento, é sabido que manutenção se faz apenas no momento de devolver a arma ao local que ficará guardada, e que obviamente toda e qualquer munição existente em organização militar deve permanecer nos locais a ela destinados, se não estiver sendo portada por militar em atividade de serviço ou missão diversa.
Praticamente duas vidas e familias são prejudicadas, quem faleceu porquê teve interrompido seus sonhos e aspirações, e o autor do disparo acidental porquê seu estado psicológico fica alterado, além de se ver processar e envolver toda familia em sua provável defesa.
Poderia ter sido evitado, existe três palavras que resumem como: segurança na instrução.

Anônimo disse...

Cadê o bendito "caixão de areia" para as medidas de segurança? Antes da manutenção, deve-se desmontar o armamento e antes da desmontagem deve ser verificado se há ou não munição na câmara.

Como podemos classificar mais essa morte: negligência, suicídio, assassinato?

Anônimo disse...

Me parece estar brincando com o armamento do que manutenindo. Estranho......, episódio muito mau contado...(Qualquer coisa que se vá fazer com o manuseio do Armt deverá se realizado o golpe de segurança) Muito estranho!!!!.....

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